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Pertences esquecidos na rodoviária de João Pessoa vão desde dentaduras até cachorros

O Terminal Rodoviário Severino Camelo, em João Pessoa, recebe diariamente objetos no setor de achados e perdidos da estação. No setor, ficam objetos e materiais esquecidos pelos passageiros que passam no local. Segundo a assessoria do terminal, os pertences perdidos vão desde dentaduras até animais deixados para trás. Em média, um objeto é esquecido por dia.

De acordo com o administrador do terminal, Reinaldo Brasil, os objetos esquecidos com mais frequência são malas, guarda-chuvas, celulares e carteiras, mas situações inusitadas já chamaram atenção da administração do terminal.

“É quase rotina os passageiros esquecerem objetos comuns como malas, mas já presenciamos caixas com dois cachorros filhotes dentro. O dono retornou depois de 3 horas que perceberam que esqueceram os animais. Além de que já esqueceram bengalas, colchões e até dentaduras”, afirmou.

Ainda segundo Reinaldo, o setor de achados e perdidos funciona de segunda a sexta-feira em horário comercial e, caso o passageiro perceba que perdeu algo, é possível procurar a administração. A cada 90 dias, todos os itens deixados no setor são catalogados e doados a instituições de caridade, como orfanatos e asilos.

Aos passageiros que esqueceram pertences na rodoviária da capital, é disponibilizado o telefone (83) 3322-6567 para dúvidas e informações.

Passageiros deixam colchões, bengalas e até dentaduras — Foto: Divulgação/ Terminal Rodoviário Severino Camelo

Passageiros deixam colchões, bengalas e até dentaduras — Foto: Divulgação/ Terminal Rodoviário Severino Camelo

 

G1

 

 

Cachorros mortos em ‘chacina de Igaracy’ são encontrados enterrados em lixão

ONGs de proteção animal que denunciaram o que está sendo chamado de ‘chacina de Igaracy’ deram detalhes dos procedimentos que serão adotados e acompanharam o Ministério Público que encontrou os corpos dos cachorros enterrados em um lixão.

De acordo com a ONG Adota JP o delegado acompanhou os representantes até o local onde os cachorros foram mortos. A representante, Alick contou no perfil da ONG no Instagram que havia muito sangue pelo chão e paredes, o que indica que os animais não forma mortos por uma eutanásia ética, mas a pauladas.

Uma perícia estava marcada ainda para a tarde desta quarta-feira (07) e o local foi interditado.

O ministério público também pediu a exoneração do secretário de saúde e veterinário de Igaracy, José Carlos Maia. O prefeito terá que tomar as provisões cabíveis. O MP solicitou a quantidade de animais que foram recolhidos, sua ficha veterinária e quais as patologias que justificassem uma eutanásia.

paraiba.com.br/

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Polícia investiga assassinato de cachorros em Campina Grande

caes-tiros-morte-campinagrande-cachorrosUm vídeo com a denúncia de maus tratos contra cachorros na zona rural de Campina Grande, no Agreste paraibano, tem causado revolta nas redes sociais. Uma mulher flagrou um cachorro agonizando depois que ele teria sido atingido por tiros, supostamente disparados por trabalhadores de uma propriedade rural. A mulher denuncia que vários cachorros estão sendo mortos no local. A Polícia Militar foi acionada, mas não conseguiu prender ninguém.

O caso teria ocorrido em uma propriedade particular no distrito de Jenipapo, zona rural de Campina Grande. No vídeo divulgado no Facebook, um cachorro aparece agonizando e sangrando. “Atiraram num cachorro aqui. O cachorro está aqui chorando, cheio de tiros, agonizando. Esse não é primeiro cachorro, não. A gente só escuta o tiro aqui”, diz a mulher no vídeo.

A Polícia Militar Ambiental tomou conhecimento do fato e foi até a propriedade, mas não conseguiu prender nenhum suspeito, nem encontrar indícios de maus tratos. “A guarnição manteve contato com um caseiro, porém ele informou que não houve esse fato lá e que não tinha conhecimento do vídeo. A gente também não localizou nenhum indício”, disse o comandante do 1º Pelotão de Polícia Militar Ambiental, tenente Rodrigo Rodrigues.

O comandante destacou que o vídeo foi importante, mas que a falta de mais detalhes na denúncia dificultou a ação policial. “O fato de fazer um vídeo e divulgar é excelente para a gente tomar conhecimento do que está acontecendo, porém a gente pede que as pessoas sempre coloquem mais informações, inclusive, pelo número 190 qualquer pessoa pode ligar e fazer a denúncia anônima”, explicou o tenente.

O presidente da Comissão de Proteção aos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Campina Grande, disse que está encaminhando um documento à Polícia Civil para a abertura de um inquérito. “Vamos gravar as imagens em mídia digital e entregar à Delegacia Distrital de Polícia Civil”, disse Wellington Luna.

Segundo a Polícia Ambiental, o crime de maus tratos é previsto na lei federal 9.605 e a punição é de detenção de 3 meses a 1 ano e multa. Havendo a morte do animal, a pena aumenta de um sexto a um terço. Também é prevista a multa de R$ 500 a R$ 3 mil por cada caso.

G1

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Entenda por que os cachorros correm atrás de veículos

cachorroTodo mundo já deve ter presenciado um cachorro metido a corajoso correndo atrás de uma moto ou de um carro. Mas por que os cães têm essa atitude? De acordo com o psicólogo canino Bruno Leite, da clínica Terapeuta de Cães, tudo não passa de instinto.

Segundo o especialista, a explicação pode ser encontrada na origem do melhor amigo do homem. “Esse comportamento de perseguir veículos tem explicação na origem do cão, inicialmente um predador. Em um primeiro momento, esse comportamento nasce do medo que o cão sente daquele veículo grande, barulhento e rápido que invadiu seu território”, disse. “Então, começa a tentar espantá-lo com latidos. Obviamente o cachorro vence, visto que o veículo, invariavelmente, ‘foge’. Para o cão, se fugiu é porque é presa. Logo, ele se sente muito poderoso e passa a repetir aquele comportamento de ‘caça’ sempre que vê um veículo com aquelas características”, completou.

O psicólogo ainda explicou o que os motoristas devem fazer nesses casos. “O melhor que se pode fazer é parar o veículo e esperar alguns segundos até que o cachorro desista para seguir viagem. Para o cachorro é um jogo de caça. Se a presa para, rapidamente o jogo acaba”, explicou.

Leite aproveitou para aconselhar os donos desses “predadores”. “Os donos de cães perseguidores devem, primeiro, cortar o acesso do cão a esse tipo de atividade perigosa. Segundo, devem aumentar atividades que deem vazão ao instinto de caça do cachorro, como buscar bolinhas, procurar brinquedos ou comidinhas escondidas e cabo de guerra com brinquedos de corda. Aumentar o tempo das caminhadas diárias também ajuda no processo”, concluiu.

redetv

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Estudo mostra que cachorros compreendem os humanos

caesAntes de falar com o cachorro, é melhor medir as palavras. Um estudo da Universidade de Eotvos Lorand, na Hungria, mostrou que os cães compreendem o que as pessoas dizem — e como elas dizem. Ao escanear o cérebro dos animais no exame de ressonância magnética funcional, os cientistas descobriram que o processamento do discurso nos hemisférios direito e esquerdo do órgão acontece da mesma forma que nos humanos. Isso significa que o melhor amigo é capaz de interpretar o diálogo e a forma como ele é entonado.

Este é o primeiro estudo de imagem a demonstrar que um animal não primata também processa as palavras. Diferentemente do que se imaginava, o trabalho, publicado na revista Science, indicou que os cães não apenas associam determinados sons a objetos. Eles conseguem entender o significado do vocábulo. Tanto que só se sentirão felizes se o diálogo estiver bem casado com a entonação. Não adianta dizer “bom garoto” ou “vamos passear” com a cara amarrada. Pode até ser que ele abane o rabinho — mas nem tanto quanto faria caso a conversa fizesse sentido. “O incentivo funciona como uma recompensa. Mas isso funciona melhor se tanto a palavra quanto a entonação estiverem em sintonia”, diz o neurocientista Attila Andics, principal autor do estudo.

Para fazer os testes, os pesquisadores treinaram 13 cães de diferentes raças (incluindo sem raça definida), de forma que ficassem imóveis dentro da máquina de ressonância magnética, um exame não invasivo e que não provoca danos à saúde. Então, eles monitoraram a atividade cerebral dos animais à medida que ouviam o que seus treinadores diziam. As palavras de incentivo (“Muito bem”, “Bom menino” e “Esperto”) eram ditas em um tom de voz negativo, positivo ou neutro. Enquanto isso, os cientistas investigavam o comportamento das regiões cerebrais que diferenciam vocábulos com e sem significado e entonações positivas das desagradáveis.

As imagens mostraram que o hemisfério esquerdo do cérebro processa as palavras com significado, enquanto que o direito identifica entonações de incentivo daquelas neutras e negativas. Estudos anteriores mostraram que humanos e cachorros usam essa mesma região auditiva para processar sons emocionais não verbais, sugerindo que o mecanismo de processamento das entonações acontece independentemente do discurso.

De acordo com Andics, quando os animais ouviam entonações positivas, a região do cérebro associada à sensação de recompensa e que, também em humanos, se ativa em resposta a estímulos agradáveis, como comida e carinhos, entrava em ação. Em relação às palavras, porém, não adiantava dizer algo positivo de forma negativa ou neutra. O centro de recompensa cerebral só se manifestava quando os vocábulos eram ditos com uma entonação interpretada como incentivadora. “Então, os cães não só diferenciam o que dizemos e como dizemos, mas também conseguem combinar os dois para interpretar corretamente o que as palavras realmente querem dizer. Isso é muito parecido com o que os humanos fazem”, observa Andics.

O neurocientista destaca, porém, que o trabalho não investigou a inteligência animal: “Não é que tenhamos mostrado o quão inteligentes são. O que fizemos foi demonstrar a semelhança na forma em que processam o discurso”, explica. De acordo com ele, acredita-se que os cachorros compreendem cerca de mil palavras. A habilidade de compreensão independe de raça, diz. “Não achamos que exista uma grande diferença entre raças; na verdade, acreditamos que os padrões devam ser similares em outros mamíferos também.”

Evolução Andics afirma que o trabalho tem duas importantes implicações. A primeira diz respeito à relação entre humanos e seus melhores amigos. “Os resultados podem ajudar a fazer com que a comunicação e a cooperação entre cães e humanos fique ainda mais eficientes”, diz. A outra é que, para ele, a descoberta poderá levar a uma compreensão melhor sobre a evolução da linguagem no homem. “O que faz o léxico unicamente humano não é a capacidade neural de processá-lo, mas a nossa invenção de seu uso”, escreveu, no artigo.

Redação com Universidade de Eotvos Lorand, na Hungria

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Dez mil cachorros são abatidos em festival culinário

Um vendedor exibe a "mercadoria" em festival de culinária no sul da China (AFP)
Um vendedor exibe a “mercadoria” em festival de culinária no sul da China (AFP)

Um festival de “culinária canina” organizado no último fim de semana na China provocou repúdio em ativistas que defendem a proteção dos animais. O evento ocorre anualmente na cidade de Yulin, próxima da fronteira com o Vietnã. Segundo o jornal The Guardian, cerca de 10.000 cachorros costumam ser abatidos, cozinhados e consumidos pelos habitantes e turistas em cada edição. No último fim de semana, não foi diferente. Desta vez, no entanto, o festival foi alvo de críticas na internet, não de ocidentais, mas de ativistas chineses que organizaram petições pedindo o banimento do evento. Alguns compareceram ao local para tentar salvar animais.

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De acordo com The Guardian, muitos cachorros são abatidos de forma cruel. Alguns são eletrocutados, outros queimados ou cortados quando ainda estão vivos. Ativistas denunciaram que praticamente todos os cachorros consumidos foram roubados em casas de cidades próximas antes de serem vendidos para os açougueiros e cozinheiros do festival. Também existem preocupações sanitárias, já que não há nenhuma inspeção e vários dos animais capturados apresentam doenças, colocando em risco a saúde dos consumidores.

Imagens divulgadas por canais de TV mostraram cachorros empilhados como galinhas em gaiolas. Quase todos mostram olhares de pavor. Em alguns casos, ativistas foram chantageados por vendedores que cobraram centenas de dólares para vender os animais e que ameaçaram torturá-los se o “resgate” não fosse pago. Segundo a rede CNN, um grupo afirmou ter comprado cerca de 400 cachorros para impedir que eles sofressem esse destino. Outros ativistas foram xingados e ameaçados por vendedores quando exibiram cartazes e faixas no meio do festival.

A carne de cachorro é considerada uma iguaria em algumas áreas da China, especialmente na região de Yulin, e festivais similares são organizados no país há séculos para marcar o solstício de verão. Mas nos últimos anos o consumo desse tipo de carne tem caído consideravelmente no país. Segundo o The Guardian, o repúdio mostrado por vários chineses em relação a esse tipo de evento ocorre por causa do aumento de uma classe média no país. Com valores mais ocidentalizados, essas pessoas passaram a ver os cachorros não como comida, mas como animais de estimação. O mercado de produtos para pets já fatura mais de 2,6 bilhões de dólares por ano no país. Outras províncias do país já baniram festivais similares após a pressão de ativistas locais e várias prefeituras retiraram seu apoio. Até mesmo as autoridades de Yulin afirmaram que não têm nada a ver com o festival e que ele é uma iniciativa isolada dos comerciantes locais.

Em reportagens, vários açougueiros e cozinheiros do festival mostraram frustração com a grande cobertura jornalística do evento. Outros discutiram agressivamente com ativistas. “Você não come carne de vaca? Se você parar de comer carne de vaca eu paro de comer cachorro”, gritou um vendedor para um ativista.

Veja

Donos de cachorros se sentem menos sozinhos do que de gatos

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Dizem que os cachorros são os melhores amigos do homem. No entanto, segundo pesquisa, ter o pet traz outros benefícios ao dono: o torna mais sociável, fazendo com que se sinta menos solitário. Uma pesquisa da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, concluiu que exclusivamente os donos de cachorros se sentem menos isolados, já que quem tem gatos, lagartos e hamster não parecem se beficiar do mesmo efeito.

 

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“Descobrimos que cachorros estão associados a menos solidão, mas não sabemos por que não se pode fazer a mesma associação a outros animais de estimação. No entanto, desconfiamos que eles exigem algumas coisas, como, por exemplo, que seus donos os levem para caminhar”, explicou o professor John Cacioppo, responsável pela pesquisa. Ele comenta que, além de fazer exercício, é mais fácil conhecer os vizinhos e outras pessoas da região quando está levando o animal para dar o passeio diário.

 

“Quando você está caminhando com seu cachorro e cruza com outras pessoas que estão fazendo a mesma coisa, diz ao menos ‘olá’, enquanto quem passa sem cachorro tende a não parar, nem cumprimentar”, disse o veterinário Cris Laurence. Ele alertou ainda que, quando o cachorro não está bem e deixa de interagir com outros animais pela rua, o dono também fica mais fechado e se comunica menos.

 

Outro ponto que pode influenciar estes efeitos positivos dos cachorros em seus donos é o fato de os cães expressarem de foma mais contundente suas emoções e demosntrarem que gostam muito da casa onde vivem. “Há aquele velho ditado que diz que você não possui o seu gato, ele é que é seu dono. Os gatos tendem a interagir quando eles querem, enquanto que os cães tendem a interagir quando você quer”, afirma o veterinário.

 

Além disso, uma pesquisa anterior da American Heart Association já havia sugerido que donos de pets, especialmente cachorros, têm o coração mais saudável do que as outras pessoas. Um outro levantamento australiano concluiu que donos de cães andam, em média, cinco horas por semana, contra três horas das outras pessoas.

 

Terra

Dr. Pet dá dicas de raças de cachorros ideais para crianças

CachorroNão há dúvidas de que ter um cãozinho de estimação alegra a casa e principalmente a criançada. Bons companheiros, os pets trazem inúmeros benefícios ao corpo e à mente e podem ajudar a tratar algumas doenças. Mas qual é o momento certo para seu filho ganhar um cachorro? Como educá-lo para que ele respeite as regras da casa e conviva bem com a família? O especialista em adestramento e comportamento animal Alexandre Rossi, o Dr. Pet, tem as respostas e traz algumas dicas para que crianças e cachorros vivam em harmonia. Confira!

 

Para você, qual é a idade ideal para se ter um animal de estimação?

 

Acredito que até uma casa com um bebê recém-nascido pode receber um cachorro.  Basta que a pessoa saiba educá-lo, aprenda a controlar a agressividade e que os pais supervisionem o relacionamento da criança com o cachorrinho, ensinando a fazer carinhos e a não puxar os pelos. Existem diversas pesquisas que apontam que as crianças que crescem com animais de estimação têm menos problemas de saúde em relação às que não convivem, como por exemplo, redução de problemas respiratórios e alergias. E há também benefícios psicológicos.

 

Como escolher a raça que conviva melhor com as crianças?

 

Independentemente da raça, cada cachorro tem a sua própria personalidade. Nem sempre o filhote escolhido se comporta como o padrão daquela raça. O cachorro é muito parecido com as crianças, pois cada uma tem um temperamento específico. Geralmente, os filhotes de cães de companhia, como por exemplo, golden retriever, shih tzu e poodle médio são recomendados para crianças, pois costumam ser dóceis. Mas isso não significa que um rottweiler, por exemplo, não possa ser escolhido. Depende muito da linhagem do bichinho.

 

É mais indicado dar um filhote a uma criança, ou pode ser um cão mais velho?

 

A maioria das pessoas prefere dar filhotes aos filhos porque acha que podem ser mais dóceis. Mas cachorros com 1 ou 2 anos de idade também são ótimos. Existem vários cães que estão desabrigados em lares provisórios esperando ser adotados e muitos deles são meigos, basta que um especialista avalie a personalidade dele.

 

Existe alguma técnica que avalie a personalidade de um cãozinho?

 

Há testes que conseguem avaliar o comportamento de um cachorro, como por exemplo, imobilizá-lo e ver como ele tenta se soltar. Se ficar muito assustado, esse filhote pode não ser bom para crianças, assim como aquele que fica quietinho, é sinal que é corajoso demais. Então, tem que ser o meio-termo. Pedir informações aos tratadores ou criadores pode ser ótima ideia. Pergunte como é o dia a dia dele quando mama e se fica muito irritado com os demais filhotes.

 

Simule situações rotineiras. Passe correndo próximo ao cachorro, faça carinhos, brinque, faça massagens e veja se ele fica irritado quando você puxa, com cuidado, os pelos. Você também pode consultar um especialista para avaliar a personalidade do cãozinho.

 

É possível ensinar as crianças a adestrar um cachorro?

 

Ao ensinar qualquer criança a adestrá-lo, você estará possibilitando que haja maior entendimento entre eles e um relacionamento bem mais amigável. As minhas dicas são: ensiná-los a dar petiscos quando o cãozinho fizer algo de positivo, repreendê-los quando faz algo de errado e claro, jogar bolas e bichinhos e recompensar quando trazê-los de volta.

 

E como fazer para que ele se torne um animal educado e carinhoso?

 

As pessoas erram muito ao imaginar que basta tratar um cachorrinho com carinho e amor que ele vai ser carinhoso. Apenas isso não é suficiente. Você precisa reprimir alguns comportamentos dele que não são legais. É preciso impor limites e não mimar demais o cãozinho. Por exemplo: cause algum desconforto para que ele entenda o que não pode fazer. Para isso, diga ‘não’ com voz firme. Caso não adiante, coloque algumas moedas dentro de uma latinha. Quando ele fizer algo errado, chacoalhe na direção dele, e ele associará o som à bronca. Nada de machucar ou bater, apenas seja firme e mostre que ele não pode fazer determinadas coisas. Atitudes como essas garantem que ele respeite sempre a sua família.

 

Dosar carinho e limites parece ser a resposta certa para que o convívio entre a sua família e o seu cachorro seja harmonioso e alegre. Então, escolha o seu bichinho de estimação e prepare-se para viver momentos felizes. E, na dúvida, consulte sempre um adestrador.

 

Por Ana Carolina Gabriel

Caras