Arquivo da tag: buscam

Pesquisadores buscam alternativas para salvar café da extinção

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

Dois bilhões de xícaras de café são bebidas em todo o mundo todos os dias, e 25 milhões de famílias dependem do seu cultivo para viver. Nos últimos 15 anos, o consumo cresceu 43%, mas pesquisadores vêm alertando que a variedade mais popular de café, a arábica, está ameaçada.

Apesar de haver 124 espécies de café conhecidas, a maioria dos cultivos é restrita a apenas duas delas – arábica e robusta.

A robusta representa cerca de 30% da produção do mundo – e, segundo a Embrapa, uma igual proporção no Brasil, sendo o maior país produtor, respondendo por 33% do mercado global – e é usada principalmente para a produção de café instantâneo. Como diz seu nome, trata-se de uma planta forte, mas que, para muitas pessoas, não se compara ao sabor mais complexo e suave dos grãos da arábica.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

É esta segunda espécie que movimenta a indústria de café e responde pela maior parte da produção global – e brasileira -, mas é uma planta mais frágil, particularmente sensível a mudanças de temperatura e no regime de chuvas. E esta característica diante da perspectiva dos impactos das mudanças climáticas.

Em 2012, uma pesquisa do Royal Botanic Gardens, Kew, no Reino Unido, revelou um cenário nada animador para o café selvagem da Etiópia, de onde vem a arábica, por meio de modelos gerados por computador, que previram como as mudanças no meio ambiente afetariam esta espécie neste século.

Segundo a previsão do instituto de pesquisa britânico, a quantidade de locais onde a arábica selvagem poderia ser cultivada seria reduzida em 85% até 2080, podendo chegar a 99,7% se as piores perspectivas forem confirmadas.

“Se não fizermos nada agora ou ao longo dos próximos 20 anos, no fim deste século, a arábica selvagem da Etiópia pode ser extinta”, diz Aaron Davis, chefe de pesquisa em café do Kew.

Na prática

Este relatório foi notícia em todo o mundo, e fez a indústria agir. Desde então, uma equipe do Kew e seus parceiros na Etiópia visitaram áreas de produção do país africano para comparar suas previsões com o que estava acontecendo de fato no cultivo.

“É importante ver o que está ocorrendo na prática, observar a influência atual da mudança climática no café e falar com agricultores. Eles podem dizer o que aconteceu, às vezes fazendo uma retrospectiva de décadas”, afirma Davis.

Sua equipe agora está trabalhando com o governo da Etiópia para encontrar formas de proteger a indústria de café. Levar os cultivos para áreas mais elevadas – onde o clima é mais ameno – pode ser parte da solução. Enquanto isso, outras áreas hoje consideradas inadequadas para a produção de café podem vir a ser boas para isso. “Há ameaças em certos locais e oportunidades em outras”, diz Davis.

Pouco era sabido sobre a arábica selvagem até recentemente. Foi só no final do século 19, por exemplo, que cientistas confirmaram que a planta era da Etiópica e não árabe, como o nome sugere. O etiópio Tadesse Woldermariam Gole, um especialista em café selvagem, só completou seu mapeamento da arábica selvagem há alguns anos. Agora, sabe-se que esta espécie só cresce naturalmente no sul da Etiópia, e no planalto Boma no sul do Sudão.

Implicações

A pesquisa do Kew tem muitas implicações, não apenas para os pequenos produtores da Etiópia, mas também para o resto do mundo. Se algo é uma ameaça para sua versão selvagem e nativa da arábica africana, afetará ainda mais suas variedades comerciais. O meio ambiente é um fator-chave em seu cultivo, mas há outra razão para isso: a genética.

“Espécies selvagens tem uma diversidade genética muito maior – qualquer coisa que ocorra com elas é amplificado nas variedades comerciais, nas quais a diversidade genética é bem menor”, diz Justin Moat, de análises espaciais do Kew.

Acredita-se que o café comercial, cultivado em plantações, tenha não mais que 10% da variedade genética da arábica selvagem.

Parte da razão para isso é histórica. Muitos cultivos nacionais foram criados a partir de plantas únicas, enviadas para várias colônias. Foi assim com o Suriname, onde o cultivo de café começou em 1718 a partir de uma planta do jardim botânico de Amsterdã, na Holanda, de onde saiu também uma planta para a Martinica em 1720.

No Brasil, o cultivo começou em 1727, sendo introduzido no Pará a partir da Guiana Francesa. “De lá, migrou para o Maranhão, depois chegou à Bahia, desceu para o Rio e subiu o Vale do Paraíba até o interior de São Paulo”, explica Gabriel Bartolo, chefe-geral da Embrapa Café.

Poucas variedades

Desde então, pouquíssimas novas variedades foram desenvolvidas. “Ao contrário de outras espécies de cultivo, o café teve pouca pesquisa por trás dele”, diz Timothy Schilling, diretor-executivo do World Coffee Research Institute (WCR).

Schilling diz que o café é um “cultivo órfão”, referindo-se ao fato de que ele foi levado para países tropicais que não tinham recursos para investir em pesquisa. Hoje, o café tem apenas 40 desenvolvedores de espécies, em comparação com os milhares existentes para milho, arroz ou trigo.

“Países mais ricos o compram, torram e bebem, mas não pagam pela parte agronômica. Só agora a indústria está acordando e percebendo que é necessário fazer isso também”, diz Schilling. “Mas há uma grande lacuna em nosso conhecimento. Por exemplo, não sabíamos que sua base genética era tão pequena.”

E o quão pequena ela de fato é só ficou totalmente claro no início deste ano. Em 2013, o WCR pensou ter encontrado uma mina de ouro de variedade genética de café – 870 cepas de arábica selvagem crescendo no Centro para Pesquisa e Educação de Agricultura Tropical da Costa Rica.

As plantas haviam sido coletadas na Etiópia na década de 1960 pela ONU e distribuídas para mais de uma dezena de países num esforço para aumentar a diversidade genética. A coleção costa-riquenha havia sido uma das poucas sobreviventes da iniciativa.

“Pegamos cada uma destas cepas e sequenciamos seu DNA para verificar sua diversidade”, afirma Schilling. “Quando chegaram os resultados, no início deste ano, havia muito pouca diversidade. Foi um grande choque. Sabíamos que seria pequena, mas não tão pequena assim. Como resultado, não temos a diversidade necessária no café arábica para os próximos 200 anos.”

Consequências desastrosas

Esta falta de diversidade pode ter consequências desastrosas, como tornar o cultivo mais suscetível a doenças. E o café tem um grande inimigo: uma praga conhecida como ferrugem. Sem encontrar resistência nas plantas, este fungo acabou com as plantações do Sri Lanka no fim do século 17, e houve uma crise na América Central em 2013.

Por isso, Schilling e outros pesquisadores, inclusive no Brasil, assumiram uma missão ambiciosa: recriar a arábica, por meio de cruzamentos de espécies.

A origem da arábica é extraordinária. Trata-se de um híbrido entre dois tipos de café, C eugenioides e C canephora (a espécie robusta).

“É uma história de amor, na verdade”, diz Schilling. “A arábica teve dois pais, que se encontraram há cerca de 10 a 15 mil anos. Foi um evento único, um caso de uma noite, por assim dizer. Então, desde o início, a base genética da arábica não era muito grande.”

Agora, Schilling pretende recriar a arábica e melhorá-la. “O que podemos fazer é pegar um grupo muito diverso de C eugenioides e de C canephora e cruzá-las, para recriar a C arabica, mas melhorada, mais diversa.”

Cruzamentos no Brasil e no exterior

Schilling destaca que não se trata de engenharia genética, mas de cruzamentos à moda antiga, usando técnicas modernas – e que isso pode levar décadas.

No curto prazo, o WCR decidiu dar início também a outro programa de cruzamentos. “Precisamos pegar o que há de melhor na robusta e combinar com a arábica”, diz ele. “A robusta é resistente e muito produtiva, mas tem um gosto muito ruim.”

Uma iniciativa semelhante vem sendo realizada no Brasil pelo Consórcio Pesquisa Café, organização criada em 1997 que reúne mais 1 mil cientistas de cem entidades, entre institutos de pesquisa, universidades e empresas.

“Desde 2004, quando foi decodificado o genoma do café, foram identificados mais de 30 mil genes que conferem diversas resistências e tolerâncias a pragas”, afirma Antônio Guerra, gerente de pesquisa da Embrapa Café.

“A partir daí, trouxemos materiais da Etiópia e Camarões para levar a campo e realizar cruzamentos com o objetivo de gerar plantas mais resistentes e adaptáveis a climas mais quentes, capazes de suportar temperaturas maiores do que a faixa de 28ºC a 30ºC recomendada para o cultivo da arábica.”

Guerra concorda que a variedade da arábica é muito pequena, mas também aposta em programas de cruzamento com outras espécies para conferir novas caraterísticas a esta espécie.

“Existe uma grande preocupação que o café não poderá mais ser produzido em determinada região com as mudanças climáticas, com o aumento da temperatura média em um ou dois graus e com chuvas ou secas mais intensas”, afirma o especialista da Embrapa, que destaca também a importância de novas técnicas de manejo dos cultivos e o uso da irrigação, hoje presente em apenas 10% da área de café cultivada, mas por 25% da produção, para se prevenir contra condições climáticas adversas.

“Ainda não sabemos se são de fato mudanças ou se é apenas um ciclo natural do clima, mas a função da ciência é antever este perigo e desenvolver plantas adequadas às futuras condições, buscando mais produtividade e qualidade, além da redução do custo de produção, para garantir o suprimento a este mercado.”

Por sua vez, Davis, do WCR, diz que algumas espécies de café têm potencial para solucionar o problema, seja cultivando-as ou por meio de programas de cruzamento: “Mas isso não ocorrerá da noite para o dia”.

G1

Às vésperas da Copa, grupos retomam protestos e buscam apoio internacional

protestos-no-brasilA menos de 30 dias da Copa do Mundo, uma série de ações marcadas para esta quinta-feira buscam dar impulso a um eventual retorno dos grandes protestos às vésperas do megaevento.

E além de saírem às ruas das capitais brasileiras, os manifestantes contam agora com apoio internacional – em ao menos oito países foram confirmados atos de solidariedade aos manifestantes no momento em que o mundo está de olho no Brasil.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Organizados por dezenas de movimentos sociais, grupos de estudantes, sindicatos e diferentes entidades, os protestos estão sendo coordenados pelo Comitê Popular da Copa de São Paulo e de outros locais. Eles contariam com apoio do Movimento Passe Livre (que iniciou a onda de protestos no ano passado), MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), e ao menos no Rio de Janeiro teriam apoio dos adeptos da tática Black Bloc.

Seus idealizadores prometeram ações em 15 cidades, entre elas a capital paulista, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte.

A expectativa é de que em São Paulo ocorram ações simbólicas e paralisações no trânsito desde o início da manhã, além do protesto marcado para o final da tarde.

Já no exterior, os organizadores dizem que haverá atos em Santiago do Chile, Buenos Aires, Londres, Paris, Berlim, Barcelona, San Francisco, Nova York e Bogotá – outras cidades aguardavam confirmação até a noite de quarta-feira.

Para Juliana Machado, do Comitê Popular da Copa de São Paulo, o apoio internacional ao “15M”, como está sendo chamado o dia de mobilizações, é resultado de um esforço de divulgação.

“Está acontecendo um tour de ativistas brasileiros por algumas capitais do mundo, alertando para as nossas lutas. Além disso, traduzimos o manifesto para inglês, alemão, francês, italiano, espanhol, dentre outros idiomas, e disseminamos por nossas redes de contatos e articulações de movimentos”, explica.

Ela diz que houve a sugestão de que os protestos ocorressem diante das embaixadas brasileiras, mas que há total autonomia local quanto ao formato, lugar e horário das manifestações.

A ativista diz que a mobilização internacional conta tanto com ativistas brasileiros vivendo no exterior como estrangeiros que integram movimentos sociais em seus países e que se solidarizam com as demandas.

Dentre os 11 itens constantes do manifesto defendido pelo grupo e assinado por dezenas de organizações constam o passe livre, o direito à livre manifestação, a realocação das famílias removidas pelas obras da Copa, a indenização às famílias dos nove mortos durante as obras, dentre outras.

Impacto internacional

O geógrafo americano Christopher Gaffney, professor-visitante de pós-graduação na Universidade Federal Fluminense (UFF) que vem analisando as mudanças em curso no Brasil devido aos grandes eventos, diz que o embate dos diferentes atores sociais terá impactos diretos em como o mundo vai ver o Brasil nas próximas semanas.

“O que ocorrer aqui terá impacto direto lá fora. Se a polícia for violenta no Brasil, você terá reações no exterior. Mais ou menos protestos vai depender do que acontecer daqui para frente”, diz.

Quanto aos reflexos para a imagem do país no exterior, Gaffney diz que depende de quem se está tentando convencer. “Para os executivos e grandes corporações internacionais, agrada ver que o Estado brasileiro está disposto a usar a força para defender seus interesses. Para o turismo e para mostrar que aqui se vive um estado democrático de direito, no entanto, será péssimo se as cenas de violência de junho do ano passado se repetirem agora”.

Movimentação e outro lado

Após meses de especulação de especialistas, sociólogos e da imprensa, que buscaram prever a intensidade das mobilizações populares durante a Copa, o “15M” pode ser um primeiro teste de como as ruas vão, de fato, reagir ao megaevento.

“Eu tendo a achar que a linha é essa mesmo, do recomeço dos protestos de grande impacto. Acredito que deve haver um fluxo regular agora de manifestações, ações emblemáticas, e de grandes protestos”, diz Gustavo Mehl, do Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas, no Rio de Janeiro.

Ele diz que deve haver a confluência entre as demandas dos movimentos sociais e dos trabalhadores que devem intensificar as greves que já estão ocorrendo.

“Muitos trabalhadores tiveram o custo de vida aumentado, os aluguéis subiram. Há o sentimento de revolta de que os eventos trazem oportunidades de negócios para os grandes empresários, e agora as pessoas querem sua parte. O trabalhador está cobrando a conta da Copa”, diz.

Na visão dos organizadores, os protestos, embora legítimos, devem ser adiados para depois do Mundial. Tanto a Fifa quanto o Ministério do Esporte apostam no clima de festa e comemoração e pedem que as manifestações sejam “adiadas”.

Em entrevista à BBC, em Londres, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse em março deste ano que a Copa do Mundo “não é um momento de nós fazermos protestos, porque teremos todo o tempo para reivindicar e para melhorar as coisas no nosso país [depois do Mundial]”.

Pouco antes, o secretário-geral da Fifa, o francês Jerôme Valcke, disse que a Copa “é a hora errada de protestar, porque é a hora que o Brasil deveria curtir esse momento único, um momento que eles não puderam ter desde 1950. É um direito protestar. Para eles (os manifestantes), é o melhor momento. Para mim, é a hora errada”.

Polícia e segurança pública

Consultadas pela BBC Brasil, as corporações de polícia das duas maiores cidades do país dizem estar preparadas para os protestos desta quinta-feira, mas se recusaram a comentar o assunto em maiores detalhes.

“A Polícia Militar se preparou especialmente para atuar nesses eventos, porém o esquema de policiamento, por questões estratégicas, não será comentado neste momento. Após as operações, deveremos fazer um balanço e comentar os resultados”, disse em nota a Polícia Militar do Estado de São Paulo.

No Rio, a nota cita vandalismo e detenções. “A Polícia Militar estará presente em toda e qualquer manifestação garantindo o direito constitucional. Se houver atos de vandalismo e dano ao patrimônio público, as pessoas serão detidas e conduzidas para as delegacias’.

E a Secretaria de Estado de Segurança diz reconhecer “a importância de manifestações democráticas e que é dever e papel das polícias prover a segurança e preservar o direito de ir e vir de todos”.

 

 

BBC Brasil

Reuniões da ONGIFA buscam acompanhar de perto o Poder Legislativo de Solânea-PB

 

Aconteceu na terça-feira (18) na sede da ONGIFA (Organização não governamental de Integração da Família), uma reunião com estudantes e representantes de ONG’s da cidade de Solânea-PB, tendo o objetivo de acompanhar o Poder Legislativo (vereadores) e sugerir melhoras para a população em geral.[bb]

A ONGIFA é uma ONG (organização não governamental) que funciona em Solânea desde os anos 90 e que partiu de problemas sociais enfrentados pelo município. Pertence à Catequese da cidade e é presidida por Maria do Socorro Silva Fernandes. Seu objetivo principal é dar uma qualidade de vida melhor aos moradores da zona rural, através de assistência as famílias e oficinas com cursos diversos, e também à área urbana. Porém, as reuniões mais específicas e voltadas para certa fiscalização dos vereadores, vêm desde o início de 2011. O intuito das reuniões surgiu com o foco na mobilização contra as drogas que ocorreu no início de junho também em 2011, o qual foi justamente um dos frutos dessas conversas entre os representantes das ONG’s. “Não há apoio algum da prefeitura, é uma entidade de controle social sem envolvimento da gestão. Porém, dialogamos com os gestores”, afirma Rosângela Vital (44), membro da entidade e representante do Cordel Vida.  Os fóruns de discussões em defesa dos direitos humanos existem em todo o país e são diversos, a ONGIFA, porém, é uma organização municipal.[bb]

Esteve presente também o radialista Cristiano Ricelli da Rádio Integração do Brejo (Bananeiras-PB) onde discutiu questões relevantes para Solânea: “os vereadores não querem que a população saiba sobre o funcionamento político e nem de seus direitos, por isso a importância de um grupo como esse”, ressaltou. Ainda declara Ricelli que “o grupo busca conscientizar a população para reivindicar seus direitos junto aos vereadores e uma resposta ao uso das verbas da cidade. É uma forma de tornar público os assuntos discutidos na Câmara dos Vereadores, com base nas leis municipais”.

Podemos destacar algumas entidades que também fazem parte da discussão e apoiam o projeto, como: PJMP (Pastoral da Juventude do Meio Popular), Política em Solânea (grupo pelo Facebook), Pastoral da Criança, Cordel Vida, AAPIS (Associação dos Aposentados, Pensionistas e Idosos de Solânea) e a Associação dos Agentes Comunitários de Saúde.
Luís Soares (29), membro do grupo, declarou que “as reuniões ainda não são regulares, e partem das necessidades, como: o evento de mobilização contra as drogas, conscientização da população no período eleitoral e o acompanhamento das sessões da Câmara dos Vereadores”. O espaço onde funciona a ONGIFA fica na Rua Getúlio Vargas, 228, próximo ao Bar do Palmeiras e é aberto à população que queira discutir as questões sociais solanenses. A próxima reunião está prevista para o dia 09 de Janeiro de 2013 às 17:00hs, onde serão definidas e sistematizadas as metas para o ano novo.

Eduardo Araújo.

diariodobrejo.com