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Reitora diz que vai entrar na campanha de Mrcos Barros e Cleber Brito para a direção da UFPB Campus III

Após regressar de Brasília na tarde de ontem a Reitora Eleita, a Professora Dra. Margareth Diniz, demonstrou novamente seu empenho e compromisso e recebeu a comitiva dos pre-candidatos Marcos Barros e  Carlos Roberto Marinho a Direção do Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias da UFPB e os pre-candidatos Prof. Cleber Brito e o Técnico-Administrativo Dr. Édson Lindolfo a Direção do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros. Acompanhada de seus assessores foi enfática ao afirmar que dará total e irrestrito apoio na campanha e também no decorrer de sua administração ao grupo. “Estaremos disponibilizando toda a nossa energia de equipe e vamos juntos pedir votos em Bananeiras. Meu nome só combina com vitória” afirmou a reitora em reunião realizada ontem no Centro de Ciências da Saúde da UFPB. Na oportunidade os professores do Campus de Bananeiras apresentaram suas idéias e reivindicações para melhorias da funcionalidade do Campus, sobretudo no que  remete a falta de uma política adequada de assistência aos estudantes, aos professores e servidores técnico-administrativos, praticamente inexistentes hoje no campus.  Outro fator importante foi a receptividade da diretoria do Sindicato dos Servidores Técnico-Administrativos da UFPB (SINTESP_PB) aos princípios defendidos pela chapa e sobretudo pela presença inédita na história das instituições a participação de um servidor Técnico – Administrativo como candidato a Vice-direção do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros. o Licenciado em Ciências Agrárias Dr. Édson Lindolfo, candidato a vice-diretor, e o Prof. Dr. Cleber Brito, o juntos defendem uma bandeira antiga de luta que é valorização e o reconhecimento da carreira técnica-adiminsistrativa e pela redução das desigualdades profissionais encontradas dentro da instituição. Hoje o voto de um servidor é equivalente ao voto de um docente e sempre fomos tratados de forma desigual em Bananeiras. Não se pode ignorar a categoria tratando os destinos do campus a sua revelia. Vamos lutar pela melhoria dos serviços, sobretudo no suporte técnico e administrativo de melhor qualidade e sempre buscando valorizar o servidor e sua inserção dentro dos processos de ensino, pesquisa e extensão, afirmaram !.  A equipe esteve pela manhã e no final da tarde de ontem em reunião com a Diretoria do SINTESP-PB em João Pessoa. 

Segundo o Professor Marcos Barros, que é Licenciado em Ciências Agrárias pelo CCHSA e Doutor em Entomologia pela ESALQ/USP, o slogan “SIM, nós podemos !” é uma resposta: “um Não !” a campanha do medo, contra a cooptação, a coação e a opressão, como ocorridos em campanhas passadas. Sabemos que o campus de Bananeiras clama historicamente e tem esperança por uma “renovação” por uma universidade mais aberta, democrática e transparente, sobretudo mais presente frente as demandas da sociedade. Contudo lastimavelmente em campanhas anteriores, forças minoritárias controlaram decisões e interferiram nos destinos da instituição. Tais ações inibiram o seu correto crescimento ao longo desses anos e impediram a visibilidade das ações de seus integrantes pela sociedade. Na eleição deste ano, para evitar que isso volte se repetir, um aparato jurídico e dos meios legais ja foi constituído. Iremos fiscalizar e denunciar toda e qualquer prática de perseguição, chantagem, assedio profissional ou abuso de autoridade que venha a prejudicar ou inibir a livre escolha, expressão de idéias, críticas e questionamentos, sobretudo em proteção aos membros dos segmentos hierarquicamente mais oprimidos. Temos provas que certos expedientes e condutas reprováveis, a exemplo da exoneração de funções de companheiros nossos, sem justificativa plausível, como forma de retaliação aos membros da nossa pre-candidatura, visto que nos opomos a esse modelo historicamente posto. Tais atos e provas encontram-se de posse da nossa assessoria jurídica para providencias quanto às responsabilidades legais e cabíveis de reparação e desde agora registramos nosso repúdio e indignação !.

Estaremos reunindo e buscando todos o apoio, sobretudo daqueles que mais produzem resultados em favor do bem coletivo da instituição. Não nos curvaremos aos interesses de qualquer grupo mercenário que, se articulam e que de forma inescrupulosa busque fazer prevalecer, perpetuar seus interesses particulares  em desfavor do bem comum da coletividade.

“Buscaremos ampliar apoio em todos os três seguimentos da instituição (alunos, professores e servidores técnico-administrativos) e também contamos com o apoio de diversos representantes da sociedade civil organizada, dos movimentos sociais e da comunidade em geral.  “Queremos construir para o Campus de Bananeiras uma proposta de trabalho qualificada que traga produza resultados mais significativos para a comunidade. Dispomos de muitos talentos e valores  capazes de contribuir mais na transformação da sociedade e formar profissionais mais próximos com as demandas do presente e dentro da realidade. Tenho convicção que vamos fazer uma gestão de grande repercussão, jamais vista em toda a sua história. Para isso contaremos com a organização, muito trabalho e, sobretudo a participação aberta dos coletivos dos três segmentos do nosso Campus Universitário na gestão, basta ver a minha história aqui. “Marcos Medeiros de Medeiros”.

Professor Marcos Barros para o Focando a Notícia

Ayres Brito assume a presidência do STF

 

 

(Foto: Carlos Humberto/STF)

Ayres Brito assume a presidência do STF Ministro Cezar Peluso (esq.) deixa a presidência do STF; Ayres Brito assume

 

São Paulo – O sergipano Carlos Ayres Britto foi empossado nessa quinta (19) presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ayres Britto assume a chefia do Poder Judiciário e fica no cargo por sete meses, já que em 18 de novembro completa 70 anos, limite para a aposentadoria no funcionalismo público. A vice-presidência do STF e do CNJ foi passada ao ministro Joaquim Barbosa.
Em seu discurso de posse, Britto enalteceu a Constituição Federal, a qual considera a “menina dos olhos da democracia”. “A Constituição conferiu ao magistrado o dever de guardá-la sobre pau e pedra, o que faz do compromisso de posse uma jura de amor”, disse durante a cerimônia, que teve a presença da presidenta Dilma Rousseff.
O decano da Corte, Celso de Mello, reverenciou a atuação do novo presidente da mais alta Corte do país destacando a atuação de Ayres Britto no julgamento de temas emblemáticos como células-tronco, união estável homoafetiva e contra a prática do nepotismo.

“Todos os julgamentos estiveram impregnados a marca inconfundível de seu talento, competência e sabedoria, nos quais o STF resolveu questões revestidas da maior transcendência social, jurídica e política, em favor de grupos minoritários e vulneráveis e em defesa dos valores da igualdade da afetividade, liberdade, ancestralidade dos povos indígenas, da moralidade das práticas administrativas”, ressaltou Celso de Mello.

O ministro também enalteceu o trabalho do ex-presidente Cezar Peluso enquanto esteve à frente do STF. “Muito mais do que realização administrativa, cabe reconhecer o alto significado de que se revestiram a atuação e seu comportamento na presidência. Mostrou-se fiel às suas convicções e sua visão de um Poder Judiciário independente e responsável”, pontuou.
Britto é o décimo terceiro presidente do STF e o quinto sergipano a ocupar uma cadeira na Suprema Corte. Em sua trajetória jurídica, ocupou, em Sergipe, os cargos de consultor-geral do Estado, procurador-geral e procurador-geral do Tribunal de Contas. Ingressou no STF em junho de 2003. Comandou as eleições municipais de 2008 como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em 2010, assumiu a vice-presidência da Corte Eleitoral.
 

 

 

 

Com informações da Agência Brasil.

Julgamento do mensalão pode ficar para 2013, admite Brito

O próximo presidente do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto, enxerga pouco tempo para julgar o caso do mensalão, o mais rumoroso escândalo de corrupção da administração do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Ou o caso é concluído até 30 de junho ou há risco de ficar só para 2013, quando muitas penas já estarão prescritas – ou serão apenas convertidas em prestação de serviços à comunidade, admite o ministro.

Em entrevista à Folha e ao UOL, Ayres Britto, 69 anos, disse considerar ideal que o mensalão seja julgado até junho. “No mais tardar 5 de julho, se houver consenso para uma convocação extraordinária no recesso”, afirma. Depois disso, “fica difícil”.

No segundo semestre, o processo eleitoral demanda o trabalho de 6 dos 11 ministros do STF na Justiça Eleitoral. Além disso, em agosto aposenta-se o ministro Cezar Peluso, e a corte fica incompleta. O desfecho do processo seria jogado para 2013.

Da Folha UOL