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Com medo da violência, 56,2% dos recifenses não pretendem brincar o carnaval

carnavalApesar de ser um dos mais populares do país, o Carnaval de Pernambuco deve sofrer uma baixa no quantitativo de foliões este ano. É o que aponta um levantamento feito pelo Instituto de Pesquisas Uninassau, encomendado pelo LeiaJá em parceria com o Jornal do Commércio, divulgado neste sábado (18). A uma semana do início oficial da festa, segundo a amostra, 56,2% dos recifenses não pretendem participar da folia de momo. Deles, 44,4% temem a violência no período carnavalesco.

Os que vão brincar o carnaval somam 38,7%. Entretanto, 65,9% destes também têm medo de atos de violência e da falta de segurança nos polos carnavalescos. Já 34,1% não temem a nada. A recente ameaça da Polícia Militar de fazer uma paralisação durante o Carnaval é um dos fatores que agravou o clima de insegurança na capital pernambucana.

Segundo 63,1% dos entrevistados, a polícia não está preparada para dar segurança aos foliões este ano. Para 38,5% deles, o fato se dá por conta do efetivo reduzido; 16,8% acreditam que falta capacitação dos PMs e 15,8% destacaram o alto índice de violência. Já 4,1% disseram que o motivo é a má remuneração da categoria; 3,8% pontuaram as más condições de trabalho e 3,1% a ausência do poder público.

Foliões preferem brincar no bairro do Recife

Na fatia dos 38,7%, 18,8% vão usufruir a festa no bairro do Recife, onde está localizado o palco principal das atividades na capital pernambucana. Outros 12,5% vão aproveitar os festejos nas ladeiras de Olinda, na Região Metropolitana do Recife (RMR); 2,4% nos polos descentralizados; 2,4% em Bezerros, no Agreste de Pernambuco e 1,5% vão apenas para o Galo da Madrugada, bloco que desfila tradicionalmente aos sábados de Zé Pereira.

Já quanto aos ritmos que embalam a festa, o preferido pelos entrevistados é o frevo (44,9%), seguido pelo axé (9,9%); maracatu (9,2%); samba (6,6%); brega (4,1%); reggae, rock, pagode ou todos os ritmos aparecem com 1,3% de preferência cada. Dos entrevistados, 39,2% devem ir de ônibus; 28,6% de Uber; 12,1% de carro próprio ou carona; 4,8% de ônibus e metrô e 2,9% de táxi.

Investimentos no Carnaval

O Instituto de Pesquisas Uninassau, que foi a campo durante os dias 14 e 15 de fevereiro, também questionou aos entrevistados sobre quanto eles pretendem gastar no período. A maior parcela (43,5%) preferiu não estimar, mas 14,8% disseram que até R$ 100,00; 17,7% acima de R$ 100,00 até R$ 200,00 e 18,8% acima de R$ 200,00 até R$ 500,00.

Quanto os investimentos do poder público para patrocinar o Carnaval, 49,9% afirmaram que os órgãos devem investir na festa, mas não muito dinheiro e 37,3% pontuaram que não deveria ter verbas públicas para custear o evento. Em contrapartida, 10,6% disseram que os governos devem sim aplicar muito dinheiro para a folia.

 

leiaja

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Garoto de 14 anos morre afogado ao brincar em açude de Campina Grande

(Foto: Reprodução/TV Paraíba).
(Foto: Reprodução/TV Paraíba).

Um estudante de 14 anos foi encontrado morto no açude Silveirinha, na cidade de Campina Grande, no Agreste paraibano. O garoto havia saído de casa para tomar banho no manancial com um grupo de amigos e teria sofrido um afogamento. O caso aconteceu na tarde desta segunda-feira (11), próximo ao condomínio habitacional Major Veneziano, no bairro Cidades. A vítima ainda chegou a ser retirada da água por outros moradores, mas já estava sem vida.

De acordo com o relato de testemunhas, o menino saiu de casa por volta das 14h (horário local) com os amigos para tomar banho no açude, geralmente frequentado pelos moradores do condomínio. Enquanto brincava na água, o garoto teria passado mal e afundou. Ao perceberem que o menino não retornava para a superfície, outros moradores entraram no açude e retiraram o corpo dele.

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Alguns moradores do bairro disseram que o açude possui muitos buracos. Devido as fortes chuvas registradas em Campina Grande, no últimos dias, o nível da água do açude estava maior.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e compareceu ao local, mas encontrou o estudante já sem vida. Os outros garotos que estavam com a vítima fugiram após o ocorrido. A Polícia Civil disse que abrirá um inquérito para investigar a morte e apurar como o afogamento aconteceu. O corpo do adolescente foi levado para o Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Campina Grande.

 

 

G1

Menina de 6 anos vai brincar e é estuprada; pai dos colegas é suspeito do crime

Folha do Vali
Folha do Vali

Uma menina, de apenas seis anos de idade, foi vítima de estupro na tarde deste sábado (14), no município de Coremas, no interior do Estado da Paraíba.

De acordo com investigações da polícia, a criança teria ido brincar com os filhos do suspeito, em uma residência próximo a casa em que mora com a família, no bairro Caminho de Dentro, e após retornar ao convívio dos familiares, a avó teria percebido sangue em seus órgãos genitais.

A menina, que é criada por uma tia, teria ido brincar com os filhos do suspeito quando foi violentada, no entanto, ainda não se sabe em quais circunstâncias o crime teria acontecido. Ela foi encaminhada pelo Serviço de Atendimento móvel de Urgência (SAMU), ao hospital, onde se constatou rompimento de hímen.

Policiais militares fizeram várias diligências, mas não conseguiram encontrar o suspeito, que ainda não teve o nome divulgado.

 

portalcorreio

“Brinque o carnaval sem brincar com os direitos das crianças e adolescentes”

Redes Nacionais de Defesa dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes articulam campanha de sensibilização da sociedade no período do Carnaval

Brinque o carnaval, sem brincar com os direitos das crianças

 

Com o objetivo de sensibilizar a sociedade a assumir sua responsabilidade com a proteção dos direitos de crianças e adolescentes no Brasil durante o Carnaval – quando o País recebe um número expressivo de turistas do mundo inteiro –, as Redes Nacionais de Defesa dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes articularam a campanha “Brinque o carnaval sem brincar com os direitos das crianças e adolescentes”.

A campanha foi concebida com traços lúdicos que aludem aos símbolos de algumas das manifestações culturais do país, como o samba, o frevo, o boi-bumbá ou bumba-meu-boi, a baiana e o palhaço, representando a criança, circundado pelos demais personagens, simbolizando a proteção aos meninos e meninas das mais diversas possibilidades de violação de direitos nessa época, como a violência sexual, o trabalho infantil e tráfico para fins de exploração sexual.

Acesse a página da campanha para saber mais e como colaborar. É possível fazer o download dos materiais de divulgação para impressão bem como divulgação por meio eletrônico e nas mídias sociais. Acesse http://brincandocarnaval.blogspot.com.br

 

fnpeti.org

Em Cuitegi (PB), jovem de 20 anos se acidenta e morre ao brincar com motocicleta


Na noite dessa quarta-feira (31), o jovem Rafael Lira da Silva, 20 anos, residente no sítio Palmeiras, zona Rural de Cuitegi.

Rafael conduzia uma motocicleta Yamaha de placa NNO 9702, na saída de Cuitegi quando ao tirar uma brincadeira se chocou com Isaias da Silva Gomes de 17 anos residente no Sítio Espinho da cidade de Pilões que estava na sua bicicleta.

Isaías sofreu alguns ferimentos e foi transferido para o Hospital de Trauma na capital, enquanto isso Rafael não resistiu à gravidade dos ferimentos e chegou a óbito no Hospital Regional de Guarabira.

 

Ciclista

Fonte: Redação/Nordeste1

 Focando a Notícia

Crianças não podem brincar com veículos elétricos precisam ter habilitação, decide Justiça

A Justiça de Ribeirão Preto, no interior paulista, determinou que motos e carros elétricos só podem circular em um condomínio da cidade por condutores que possuam Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A determinação é do juiz Héber Mendes Batista, da 4ª Vara Cível. A decisão é polêmica, pois os equipamentos são pequenos, movidos à base de bateria e destinados a crianças menores de 10 anos.

A medida foi tomada a pedido do Condomínio Paineiras, na zona sul de Ribeirão Preto, onde a questão foi discutida antes de se ir à Justiça. Em assembleia, a maioria dos moradores votou pela proibição. Ana Luiza Saud, moradora do condomínio, foi contrária à decisão e ingressou na Justiça para tentar revertê-la. Em primeira instância, porém, teve o pedido de liminar negado.

A Justiça, contudo, acatou o argumento de defesa do condomínio. A alegação é que os brinquedos circulariam no local junto com carros e motos, o que poderia gerar algum acidente grave com responsabilidades para o condomínio.

A polêmica deve render desdobramentos. Enquanto Ana Luiza diz que os brinquedos dos filhos andam no máximo a 10 km/h, o condomínio informou em sua defesa que são veículos “praticamente normais que chegam a 100km/h”. A questão agora será analisada em segunda instância pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), com o recurso impetrado pela família que se sentiu prejudicada com a proibição.

Estadão