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Brasileirão Série C: Náutico vence o Sampaio Correia e conquista o primeiro título nacional da história

O Clube Náutico Capibaribe conquistou o seu primeiro título nacional da história. Em jogo frenético, após vencer o jogo de ida por 3 a 1, o alvirrubro pernambuco empatou em 2 a 2 neste domingo com o Sampaio Correia, no estádio Castelão, em São Luís, Maranhão e levantou a taça.

Sobre o jogo – Com a necessidade de fazer pelo menos dois gols de diferença, o Sampaio Corrêa se lançou ao ataque desde o primeiro minuto e abriu o placar aos 13, quando Everton recebeu pela direita, cortou para o meio e bateu de canhota. A bola quicou no gramado e enganou o goleiro Jefferson. 1 a 0.

No minuto 23, Esquerdinha cruzou na área e Paulo Sérgio cabeceou livre. Jefferson, dessa vez, salvou o Náutico. Quando o placar marcava 29 jogados, Eloir chutou de longe e o goleiro do Timbu espalmou. Ainda deu tempo de Esquerdinha driblar Hereda e cair na área. O Sampaio reclamou demais de pênalti, mas o juiz mandou seguir.

Segundo tempo – O Sampaio Corrêa foi para cima em busca da reação, mas recebeu uma ducha d’água fria aos seis minutos. Jean Carlos cobrou escanteio e Álvaro marcou para o Timbu. O gol fez com que os donos da casa tivessem que marcar mais dois para levar aos pênaltis.

Desanimado, o Sampaio viu o Náutico passar a controlar a partida. No minuto 16, Salatiel fez jogada individual e ficou cara a cara com Jefferson, mas parou no goleiro. Quando o placar marcava 26, outra excelente defesa de Jefferson em cabeceio contra de Eloir.

O Sampaio Corrêa só assustou efetivamente no minuto 36, quando Eloir, agora a favor, mandou uma bomba na trave. Pouco tempo depois, Esquerdinha foi até a linha de fundo e cruzou para Salatiel, sozinho, empurrar e manter vivo o sonho do título. Só que viria outra frustração.

Com 39 jogados, o Náutico se aproveitou da empolgação do Sampaio e marcou com Matheus Carvalho em contra-ataque, garantindo a taça da Série C. No fim, houve uma confusão generalizada e expulsão de Diego, dos visitantes. Nada que tenha apagado o título do Timbu.

 

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Portal WSCOM

 

 

Flamengo bate o Ceará e é o novo líder do Brasileirão 2019

Com vitória por 3 a 0 sobre o Ceará na Arena Castelão, Flamengo assume a liderança do Campeonato Brasileiro, superando o Santos

O Flamengo é o novo líder do Campeonato Brasileiro, com 33 pontos. A equipe venceu o Ceará por 3 a 0 na Arena Castelão e alcançou a mesma pontuação do Santos. No entanto, supera o time de Jorge Sampaoli pelos critérios de desempate.

O Rubro-Negro Carioca chega a 33 pontos graças ao triunfo obtido na noite deste domingo (25). Pablo Marí e Gabigol fizeram os gols da equipe.

O Santos tinha 32 pontos antes do início da rodada. Contudo, a equipe empatou por 3 a 3 com o Fortaleza na Vila Belmiro.

 

goal

 

 

‘De pernas pro ar’, Corinthians perde com gol de Lucca e reabre Brasileirão

© Ricardo Moreira/Fotoarena/Lancepress!

Título? Tô nem aí, tô nem aí… Pela sexta vez em 12 partidas disputadas no segundo turno do Campeonato Brasileiro, o Corinthians foi derrotado. Só que desta vez o resultado veio com os clichês “requintes de crueldade”: gol de Lucca a favor da Ponte Preta, que venceu por 1 a 0 no estádio Moisés Lucarelli, e a chance de o rival Palmeiras encurtar a distância para apenas três pontos na liderança da tabela. E pior… o jogo seguinte é justamente contra o time de Dudu, Moisés e companhia.

“De pernas pro ar”, como cantava no sucesso dos anos 2000 a xará do autor do gol da Macaca, o Corinthians continua descumprindo tudo aquilo que o fez chegar à liderança disparada do Brasileirão. Não há mais tranquilidade com a bola no pé, as demonstrações de garra diminuem a cada rodada e o repertório ofensivo não chama atenção. Tanto é que a primeira chance surgiu dos pés de Danilo, que ganhou a bola de Fagner e bateu pela linha de fundo.

Sem contar o lance da defesaça de Cássio com Rodrigo impedido, as melhores chances acabaram sendo do Corinthians na sequência. Teve cruzamento de Fagner em que Pablo tirou a bola da cabeça de Jô e errou o alvo e também teve uma blitz impressionante com defesa de Aranha em chute de Jadson, cruzamento de Rodriguinho, desvio do goleiro e chute de Gabriel no travessão. A pressão não rendeu nada, e quem aproveitou foi a Macaca.

Aos 39 minutos do primeiro tempo, Jeferson chegou à linha de fundo após descolar de Gabriel e cruzou para trás. Livre por conta de uma movimentação errada de Arana, Lucca apareceu sem marcação e cabeceou no canto direito de Cássio. Era gol da Ponte. Lembra do pesadelo do Corinthians na bola aérea? Ainda não acabou…

Carille “desatou as mãos” no segundo tempo. Tirou os dois volantes e Romero e colocou apenas jogadores ofensivos (Clayson, Pedrinho e Kazim). Foi Clayson o responsável por uma boa jogada pela esquerda que terminou com defesaça de Aranha após chute de Rodriguinho. A Ponte fazia de tudo para segurar, colocou zagueiro, tentou evitar os cruzamentos na área e garantiu a vitória que sacramenta sua saída da zona de rebaixamento do Brasileirão.

Dono de péssimo aproveitamento no segundo turno, o Corinthians da melhor metade de campeonato na história pode perder a liderança na próxima rodada do Brasileirão.

PONTE PRETA 1 X 0 CORINTHIANS

Local: estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)

Data/hora: 29 de outubro de 2017 (domingo), às 17h

Árbitro: Marcelo Aparecido de Souza (SP)

Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho e Bruno Salgado Rizo (ambos de SP)

Público e renda: 12.328 pagantes, 13.121 total / R$ 119.620,00

Cartões amarelos: Fernando Bob, Emerson Sheik, Naldo e Danilo Barcelos (PON); Clayson (COR)

Cartões vermelhos:

Gol: Lucca, aos 39’/1ºT (1-0)

PONTE PRETA: Aranha; Nino Paraíba, Rodrigo, Yago e Jeferson (Luan Peres, aos 43’/2ºT); Fernando Bob e Wendel (Naldo, aos 32’/1ºT); Lucca (Felipe Saraiva, aos 47’/2ºT), Elton e Danilo Barcelos; Emerson Sheik. Técnico: Eduardo Baptista.

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana; Gabriel (Clayson, no intervalo) e Maycon (Kazim, aos 36’/2ºT); Jadson, Rodriguinho e Romero (Pedrinho, aos 29’2ºT); Jô. Técnico: Fábio Carille.

Lance

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Com show de Keno, Palmeiras vence e volta ao G-4 do Brasileirão

Goalmedia Tecnologia e Marketing Digital Ltda

Na tarde deste domingo (15), o Palmeiras encarou o Atlético Goianiense, fora de casa, e conquistou um triunfo por 3 a 1. A partida foi válida pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Com o resultado conquistado longe de São Paulo, o Palmeiras volta a vencer após dois tropeços dentro de casa e a ocupar um dos quatro pontos que dão vagas diretas na fase de grupos da Taça Libertadores de 2018. O Verdão ocupa o terceiro lugar da classificação.

Para manter seu posto dentro do G-4, o Palmeiras vai receber a visita da Ponte Preta, nesta quinta-feira (19), diante da Ponte Preta, no Estádio Pacaembu.

O JOGO

Sob o comando do técnico interino Alberto Valentim, o Palmeiras abriu a vitória ainda na primeira etapa, com dois gols antes do intervalo.

Aos 20 minutos, o atacante William recebeu assistência de Keno – após arrancada pelo lado direito – e finalizou sem chances para o arqueiro adversário.

O segundo gol alviverde foi marcado por Moisés, em mais uma bela assistência de Keno, ampliando o placar e encaminhando a vitória.

Na etapa final, o Verdão ampliou com gol marcado de cabeça pelo baixinho Dudu. A assistência foi de quem? ele mesmo, Keno. O Atlético-GO descontou com gol de pênalti anotado por Walter.

 

Torcedores.com

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Fortaleza vence o Belo, que sofre quarta derrota seguida na Série C do Brasileirão

Botafogo-PB e Fortaleza se enfrentaram em busca da reabilitação na Série C na noite desta sexta-feira (21), no estádio Almeidão, em João Pessoa. Jogando mal, o time paraibano sofreu a quarta derrota consecutiva e pode deixar o G4 no fim da rodada. Os dois gols da equipe adversária foram marcados por Bruno Melo. 

Jogando em casa, o Belo começou a partida tentando pressionar e, nos primeiros minutos, rondava bastante a área. Sem muita efetividade, mas controlava as ações do jogo. Mas logo na primeira chegada, o Leão do Pici abriu o placar. Aos 11 minutos, após cobrança de escanteio pela direita, Bruno Melo se antecipou e, no primeiro pau, desviou de cabeça e mandou no canto direito do goleiro para abrir o placar.

Depois do gol sofrido, a equipe pessoense sentiu a pressão e pouco conseguiu criar. A chance mais clara foi em um chute de fora da área de Cleyton, aos 14 minutos, que passou à direita da meta cearense. O Fortaleza se fechou e neutralizou as infiltrações botafoguenses, que aconteciam sempre pelo meio de campo, e assim conseguiu levar a vantagem para o intervalo do jogo.

No segundo tempo, o time da Capital seguia sem conseguir se organizar. O técnico Itamar Schülle voltou com Lito na vaga de Rafael Cruz, mas pouca coisa mudou. Sem conseguir criar, o Belo teve mais de 20 minutos para jogar com um jogador a mais, quando Jefferson foi expulso, aos 25 minutos. Mas ainda assim o time sofria com a criação e também com o visível nervosismo dos jogadores.

A única chance clara de empate no segundo tempo veio aos 42 minutos, quando depois de cruzamento da esquerda, a bola sobrou na grande área para Lito, que encheu o pé, mas mandou a bomba por cima do gol.

Já quase no final da partida, aos 48 minutos, Lito cometeu pênalti em Everton. Na cobrança, Bruno Melo mandou no meio do gol, marcou o segundo dele na partida e fechou o placar. Logo na sequência o árbitro apitou o fim do jogo.

 Voz da Torcida

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Botafogo vence o Sport no Nilton Santos e volta ao G6 do Brasileirão

O Botafogo fez valer o mando de campo e venceu por 2 a 1 o Sport, nesta segunda-feira, no Nilton Santos, pelo Campeonato Brasileiro. Com o resultado, os alvinegros chegaram a 22 pontos e vão dormir na zona de classificação para a Libertadores. Já os pernambucanos viram sua sequência positiva chegar ao fim, permanecem com 20 e fora do G-6.

O jogo começou em ritmo acelerado. O Botafogo abriu o placar com um minuto através de Rodrigo Lindoso. O Sport não se intimidou e empatou em seguida, com Rithely. Os donos da casa só conseguiram chegar ao gol da vitória na etapa final, com Guilherme, para garantir mais três pontos na classificação da Série A.

Na próxima rodada, o Botafogo terá pela frente o Atlético-PR, em Curitiba, nesta quinta-feira. No mesmo dia, o Sport vai receber o lanterna Atlético-GO, na Ilha do Retiro.

O jogo – O Botafogo começou com tudo a partida e abriu o placar logo com um minuto. Após cobrança de falta na área, Joel Carli desviou e Rodrigo Lindoso só teve o trabalho de colocar para a rede. A bola ainda resvalou em Roger, que estava impedido, antes de entrar, mas a arbitragem nada marcou.

Mesmo depois do gol, os donos da casa seguiram com a vocação ofensiva. Tanto que aos seis minutos, Rodrigo Pimpão arriscou de fora da área e assustou o goleiro Agenor. Só que a resposta do Sport veio em grande estilo. Em outra cobrança de falta na área, a bola chegou em Durval. O zagueiro chutou, Jefferson fez a defesa, mas Rithely pegou o rebote para finalizar para a rede e igualar o placar no Nilton Santos.

Após o início movimentado, as duas equipes melhoraram a marcação e passaram a impedir a criação de boas jogadas do adversário. Mesmo assim, tanto Botafogo quanto Sport não abdicaram da busca pelo gol. Os pernambucanos tinham mais posse de bola e quase viraram o jogo aos 19 minutos. Everton Felipe cruzou rasteiro pela direita, Diego Souza fez o corta-luz para André finalizar com perigo.

O Botafogo não se intimidou com o lance e respondeu aos 32 minutos. Rodrigo Pimpão recebeu lançamento pela esquerda, chutou cruzado, mas viu Agenor se esticar para fazer a defesa. Os alvinegros voltaram a criar boa chance sete minutos depois. João Paulo cruzou para a área, Rodrigo Pimpão dominou e chutou para grande defesa do goleiro pernambucano.

Nos minutos finais, o jogo ficou aberto. Enquanto o Sport tinha mais posse de bola, o Botafogo era mais perigoso nos contra-ataques. Os alvinegros desperdiçaram a chance de ir para o intervalo quando Marcos Vinícius recebeu passe de Roger, mas chutou sobre o travessão, na última oportunidade da etapa inicial.

No segundo tempo, o Sport voltou melhor e permaneceu tendo o domínio da partida, principalmente pela boa marcação na saída de bola carioca. Só que foi o Botafogo que criou a primeira boa chance, aos nove minutos. João Paulo cobrou falta, a bola desviou na barreira e obrigou Agenor a fazer grande defesa.

Com o passar do tempo, os donos da casa melhoraram e passaram a ter o controle da bola. O Botafogo quase chegou ao segundo aos 22 minutos, em bola cabeceada por Rodrigo Pimpão que parou novamente em Agenor. Só que aos 24 não teve jeito. Guilherme foi lançado na área e chutou cruzado para a rede.

O revés obrigou o Sport a buscar o ataque com mais intensidade, mas viu o Botafogo aproveitar os espaços para contra-atacar. Os cariocas tiveram a chance de marcar o terceiro aos 29 minutos. João Paulo recebeu passe de Roger, dominou no peito e, sem deixar a bola cair, finalizou no travessão.

Somente nos minutos finais, os visitantes esboçaram uma pressão em busca do empate, mas permaneceram tendo problemas no setor ofensivo. O Botafogo preferiu recuar e administrou o resultado até o apito final.

FICHA TÉCNICA 

BOTAFOGO 2 X 1 SPORT

Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)

Data: 17 de julho de 2017, segunda-feira

Horário: 20h (de Brasílai)

Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro – MG (FIFA)

Assistente: Guilherme Dias Camilo – MG (FIFA) e Pablo Almeida da Costa – MG (CBF)

Renda: R$ 381.865,00

Público: 15.309 pagantes

Cartões amarelos: Roger, Gilson e Leandrinho (Botafogo); Mena, Sander e Samuel Xavier (Sport)

GOLS: 

BOTAFOGO: Rodrigo Lindoso, a 1min do primeiro tempo; Guilherme, aos 24min do segundo tempo

SPORT: Rithley, aos 7min do primeiro tempo

BOTAFOGO: Jefferson, Arnaldo (Luís Ricardo), Joel Carli, Igor Rabello e Gilson; Rodrigo Lindoso, Matheus Fernandes e João Paulo; Marcos Vinícius (Guilherme), Rodrigo Pimpão e Roger (Leandrinho)

Técnico: Jair Ventura

SPORT: Agenor, Samuel Xavier, Henriquez, Durval e Sander; Patrick (Thalysson), Rithely, Everton Felipe (Juninho), Mena (Lenis) e Diego Souza; André

Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Gazeta Esportiva

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Abandonadas pelo Brasileirão, Arenas perdem milhões e vão recorrer à CBF

‘’Um elefante incomoda muita gente, dois elefantes incomodam muito mais…’’. E o Brasil corre o risco de ter nem um ou dois, mas quatro elefantes (brancos) incomodando a partir de agora. A CBF, em acordo com a maioria dos clubes (14) da Série A do Campeonato Brasileiro, optou por proibir os times de mandarem jogos da primeira e segunda divisão do torneio fora de seus estados de origem. Quem perde com isso? As arenas construídas para Copa do Mundo de 2014. Mais precisamente, quatro delas: Arena da Amazônia, em Manaus; Arena das Dunas, em Natal; Arena Pantanal, em Cuiabá; e Mané Garrincha, em Brasília. O movimento que pede a volta da concessão do uso dos estádios ganhou campanha nas redes sociais: #LiberaCBF.

Movimento #LiberaCBF (Foto: Reprodução)Movimento #LiberaCBF pede liberação de venda de mando de campos para o Brasileirão (Foto: Reprodução)

Desde que foram reformadas ou construídas, as arenas que sediaram a Copa do Mundo receberam 47 partidas válidas pelo Campeonato Brasileiro. O lucro é de aproximadamente R$ 6 milhões, quantia atraente se considerar o fato de que nenhumas das praças contam com representantes na elite do futebol há, pelo menos, cinco anos.

A situação é preocupante, e os responsáveis pelos espaços estão longe de aceitar a nova medida. O titular da Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer do Amazonas (Sejel) e responsável pela manutenção da Arena da Amazônia, Fabrício Lima, prometeu unir o grupo de estádios ‘’abandonados’’ para reivindicar o planejamento da CBF. A despesa anual da Arena da Amazônia beira os R$ 6 milhões.

– Nós (gestores dos estádios) estamos montando um ofício para apresentar o documento na CBF em conjunto. Não fiz contato pessoal com os representantes (das arenas) ainda, mas queremos ir depois do Carnaval. A CBF precisa entender que essa receita (obtida com venda de mando) reflete diretamente no nosso futebol local, pois é com esse dinheiro que facilitamos os jogos entre times amazonenses no local, por exemplo – disse Lima.

O secretário estadual de esportes do Mato Grosso, Leonardo Oliveira, endossa do discurso do amazonense. O curioso é que o valor do aluguel de campo da Arena Pantanal não consta no borderô da CBF em 2014.

Arenas abandonadas pela CBF no Brasileirão (Foto: GloboEsporte.com)Arenas ficam “abandonadas” pela CBF com a nova decisão sobre os mandos de campo (Foto: GloboEsporte.com)

– Concordo também com o protesto. Acho que a CBF não estaria contribuindo para que pudesse crescer o esporte daqui (Cuiabá). Temos um patrimônio muito grande e a maneira que encontramos para mantê-lo é com a CBF nos ajudando. A vinda de futebol de fora ajuda o nosso futebol local e o futebol brasileiro também. É bom para todo mundo. Para mim, a CBF precisa e vai repensar essa decisão – acrescentou.

Das quatro sedes, quem mais sai perdendo, com certeza, é o Distrito Federal. O local abrigou, até o momento, 31 jogos, desde sua inauguração para receber a Copa. A renda, apenas com aluguel de campo, desconsiderando a taxa da Federação local, é de cerca de R$ 4,5 milhões por partida. Por isso, o protesto do secretário de Esporte, Turismo e Lazer de Brasília e responsável pela gestão do estádio Mané Garrincha, Jaime Recena. De acordo com ele, já havia negociações avançadas para receber o Flamengo em pelo menos quatro ocasiões.

Temos um patrimônio muito grande e a maneira que encontramos para mantê-lo é com a CBF nos ajudando. A vinda de futebol de fora ajuda o nosso futebol local e o futebol brasileiro também. É bom para todo mundo.
Leonardo de Oliveira,
secretário de Mato Grosso

– É uma decisão muito ruim. E, na minha opinião, equivocada. Fere principalmente o torcedor. Não prejudica somente os estados que não vão mais poder receber jogos. Mas prejudica o torcedor daquele estado, que vão ter cerceado o direito de ver seu clube na sua casa… O Flamengo estava encaminhado para alguns jogos do Campeonato Brasileiro em Brasília, já tínhamos até fechado esse compromisso. Com essa decisão, vamos renegociar tudo – disse Recena.

Se um sai perdendo muito, há quem nem sinta tanta diferença. Esse é o caso da Arena das Dunas, em Natal. O estádio, que recebeu quatro jogos de Copa do Mundo, é o único privatizado, pela OAS Engenharia. Desde 2014, o local destaca-se por sediar diversos eventos culturais, como shows e outras cerimônias. Campeonato Brasileiro? Apenas dois jogos, em 2015 e 2016. O Flamengo, único a ter atuado nas quatro arenas, foi o mandante. O lucro é de “apenas” R$ 270 mil.

Solução? 

Como diz o ditado: “Quem não tem cão, caça como gato.’’ Se a decisão for mantida, as arenas, necessariamente, vão precisar de outra saída para diminuir os gastos anuais exorbitantes das manutenções. E a resposta pode vir no futebol mesmo, mas em outras competições, tanto nacionais quantos internacionais.

– A gente perde uma possibilidade, que é o Campeonato Brasileiro. Mas ainda existem outros campeonatos, que não têm proibição ainda, como a Copa do Brasil, a Libertadores, a Copa Sul-Americana, a Primeira Liga ou até mesmo os Estaduais – concluiu Recena, com ideais semelhantes às do Amazonas.

Já o responsável pela Arena Pantanal mira outros planejamentos. A ideia é fundar uma escola de esportes no interior do estádio.

– Não há shows o suficiente para dar lucro, precisamos arranjar outra forma de utilizá-las.  Estou fazendo uma escola lá dentro. Primeira escola de excelência de Mato Grosso. Duas horas de esportes, professores técnicos acompanhando… Vamos transformar a Arena em um local de ensino – finalizou

ARENA DA AMAZÔNIA

Arena da Amazônia - Flamengo x Vasco (Foto: Antônio Lima/Sejel)Flamengo e Vasco têm recorde de público na Arena (Antônio Lima/Sejel)

Foram apenas cinco jogos do Campeonato Brasileiro, sendo três da Série A, todos em 2014, e um dois da Série B, ambos com Vasco, em 2014 e 2016. O lucro, somente com aluguel de estádio, é de R$ 847.489,25. Esse valor pagaria pouco mais de 10% da despesa anual do espaço, que gira em torno dos R$ 6 milhões. Sem o Brasileirão, as alternativas, além de shows, têm sido receber jogos do Campeonato Carioca e, ano passado, seleção brasileira. Inclusive, o público recorde do estádio foi na semifinal do Carioca de 2016, entre Flamengo e Vasco, quando mais de 44 mil pessoas prestigiaram o clássico.

ARENA PANTANAL

Flamengo Torcida Arena Pantanal (Foto: Fred Gomes)Arena Pantanal sempre sofreu com baixa procura (Foto: Fred Gomes)

Mais um que não é muito requisitado pelos times de ponta do país, a Arena Pantanal ainda conta com um ponto negativo: dos nove jogos que recebeu, sendo um da segunda divisão – desconsidera-se Luverdense-MT – apenas três tiveram o valor do aluguel divulgados. Dessa forma, a renda é toda contabilizada de 2015 e 2016: R$173.060. A quantia não faz cócegas nos gastos mensais de cerca de R$ 700 mil do estádio.

MANÉ GARRINCHA

Botafogo x Fluminense Mané Garrincha Campeonato Brasileiro (Foto: André Borges / Secopa-DF)Mané Garrinhca foi o maior beneficiado com jogos do Brasileirão (Foto: André Borges / Secopa-DF)

Mais caro dos estádios construídos para a Copa do Mundo, com gastos de mais de R$ 1 bilhão, o estádio do Distrito Federal é o maior entre os ‘’elefantes brancos’’, com capacidade para mais de 70 mil pessoas. As despesas, claro, também são maiores. Assim como a receita. Desconsiderando estaduais, Primeira Liga, Copa do Brasil, entre outros, quase R$ 4,5 milhões foram arrecadados no período de 2013 a 2017. Foram 31 mandos vendidos a Brasília, que conta, principalmente, com o público flamenguista.

ARENA DAS DUNAS

Arena das Dunas Flamengo x Fluminense (Foto: Alexandre Lago/GloboEsporte.com)Flamengo e Fluminense em Natal (Foto: Alexandre Lago/GloboEsporte.com)

Menor estádio entre os quatro (capacidade para 31.375 torcedores) e distante do eixo, o estádio potiguar é outro pouco procurado pelas equipes da elite nacional. Pela Série A, foram apenas dois jogos, todos do Flamengo. Mesmo assim, quase 50 mil pessoas foram ao local, gerando uma bonificação de R$ 270.610. Único dos palcos que é privatizado, a Arena das Dunas, necessariamente, busca soluções em eventos culturais ou até mesmo em outros torneios de futebol, como estadual, Série B (principalmente quando ABC era representante), e jogos da seleção brasileira, tanto masculina quanto feminina.

Globoesporte.com

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Santos aumenta tabu contra o SP e se aproxima dos líderes do Brasileirão

santosCom um gol-relâmpago no segundo tempo, o Santos venceu o clássico contra o São Paulo, realizado no Pacaembu. Nesta quinta-feira (13), o tento de Copete garantiu três pontos para a equipe de Dorival Júnior, que volta a sonhar com a chance de título no Campeonato Brasileiro – o líder Palmeiras apenas empatou com o Cruzeiro.

A vitória leva ao Santos para os 54 pontos, na quarta colocação. O Palmeiras lidera o torneio com 61. Na parte de baixo, o quinto jogo sem vencer deixa o São Paulo com o sinal de alerta em relação ao rebaixamento. Com 36 pontos, a equipe de Ricardo Gomes está apenas três pontos à frente do Internacional, primeira equipe na zona da degola.

O resultado do clássico aumenta, também, o tabu no duelo. Contando com o jogo desta quinta-feira, o Santos chegou ao sexto jogo sem saber o que é derrota, com cinco vitórias e um empate. O último triunfo são-paulino aconteceu em 3 de junho de 2015: 3 a 2, no Morumbi.

Na próxima rodada, o Santos recebe o Grêmio, na Vila Belmiro, no domingo (16). Um dia depois, o São Paulo visita o Fluminense, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro.

São Paulo volta sonolento e Santos não perdoa

Depois de um primeiro tempo em que terminou pressionando o Santos, o São Paulo foi surpreendido logo no minuto inicial da segunda etapa. Contra uma defesa desorganizada, Lucas Lima achou Copete livre na entrada da área. O colombiano teve calma para dominar e bater rasteiro no canto direito de Denis, que não conseguiu tocar na bola.

São Paulo vai melhor no primeiro tempo, mas sofre na armação

O São Paulo começou melhor a partida. Com chances mais claras, o time de Ricardo Gomes conseguiu anular o Santos na primeira etapa. O principal destaque foi o atacante Robson, autor das principais jogadas, vindo sempre pelo centro do campo. As chances do São Paulo, no entanto, quase sempre eram criadas por desarmes, com a bola no pé, o time do Morumbi sentia dificuldades para conseguir criar oportunidades reais.

Kelvin perde vaga, mas entra rápido

Nos treinos que antecederam o clássico, Ricardo Gomes dava indício de que poderia fazer mudanças no time titular do São Paulo. E assim foi. Para a partida, o treinador optou por Robson no time titular no lugar de Kelvin. O camisa 30, no entanto, ficou ponto tempo no banco de reservas. Aos 30 minutos da primeira etapa, Carlinhos sentiu a coxa esquerda e precisou deixar a partida, sendo substituído por Kelvin.

Torcida perde a paciência com o São Paulo

O São Paulo entrou em campo com a incômoda sequência de quatro jogos sem vencer no Campeonato Brasileiro. A situação fez com que a torcida presente no Pacaembu mostrasse muita impaciência com o time. E os maiores alvos da pressão foram o técnico Ricardo Gomes e o volante Wesley. O primeiro chegou a ouvir gritos de “burro”, enquanto o segundo foi muito vaiado quando deixou a equipe para a entrada de Cueva.

Lágrimas no banco santista

Reprodução/Premiere

O lateral Victor Ferraz não conseguiu conter o choro no banco de reservas do Pacaembu, enquanto recebia atendimento médico. O jogador deu lugar a Daniel Guedes no time santista aos 7 minutos do segundo tempo, por causa de dores no tornozelo direito.

Michel Bastos não fica nem no banco

Vivendo uma temporada irregular e com polêmicas, Michel Bastos foi cortado da partida. A versão do São Paulo é que foi uma opção da comissão técnica. Dessa maneira, o meia não ficou nem no banco de reservas.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 1 SANTOS

Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Estádio Pacaembu (SP)
Data: 13/10/2016, quinta-feira
Horário: 21h (de Brasília)
Público: 28.321 pagantes
Renda: R$ 578.430,00
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Rafael da Silva Alves e Elio Nepomuceno de Andrade Junior, ambos do RS
Cartões amarelos: Mena e Robson (São Paulo); Luiz Felipe e Copete (Santos)
Gols: Copete (1’/2ºT), para o Santos

SÃO PAULO: Denis; Buffarini, Maicon, Rodrigo Caio, Mena; Hudson (Jean Carlos), Thiago Mendes, Wesley (Cueva), Carlinhos (Kelvin); Chavez e Robson. Técnico: Ricardo Gomes

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz (Daniel Guedes), Luiz Felipe, David Braz, Zeca; Thiago Maia, Renato, Jean Mota, Lucas Lima (Yuri); Copete e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior.

Uol

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Flamengo perde embalo, cai para o Sport e pode deixar o G-4 do Brasileirão

ALDO CARNEIRO COSTA/GAZETA PRESS
ALDO CARNEIRO COSTA/GAZETA PRESS

O Flamengo começou a 20ª rodada do Campeonato Brasileiro pensando na liderança, mas nada saiu como planejado. Neste sábado, a equipe carioca visitou o Sport e perdeu por 1 a 0, na Arena Pernambuco, vendo sua série de seis jogos sem perder acabar.

O responsável por jogar um balde de água fria no Fla foi o atacante Edmílson, ex-Palmeiras e Vasco, que entrou no lugar de Diego Souza no início da partida, após o meia sentir indisposição.

Aos 23 minutos, o experiente atacante aproveitou excelente jogada de Rogério, que deixou Réver e Márcio Araújo na saudade em lance de velocidade, recebeu passe na pequena área e só estufou as redes.

Aproveitando um adversário irreconhecível em campo, em uma tarde de pouquíssima inspiração, o “Leão” ainda perdeu ótimas chances de ampliar, com Éverton Felipe e principalmente com Edmílson, que, no segundo tempo, saiu cara a cara com Alex Muralha, mas viu o arqueiro flamenguista fazer um milagre.

O time comandado por Zé Ricardo tentou ameaçar com as entradas de Alan Patrick no lugar de Márcio Araújo e Leandro Damião na vaga de Marcelo Cirino, mas pouco assustou o goleiro Magrão, com o Sport segurando o triunfo até o apito final.

Com o resultado, o Fla estaciona nos 34 pontos e no momento fica na 4ª posição, mas pode deixar o G-4 caso o Santos ao menos empate com o Atlético-MG ou o Grêmio vença o Corinthians – as duas partidas estão marcadas para o domingo.

O Sport, por sua vez, vai a 26 pontos e sobe para a 9ª posição, ficando cada vez mais longe da zona do rebaixamento. A equipe vem em ótima fase, aliás, completando agora seis partidas sem derrota, com quatro vitórias e dois empates.

Na próxima rodada, o Fla tem mais um jogo decisivo para tentar se manter na parte de cima da tabela. No domingo (21), às 11h (horário de Brasília), a equipe carioca encara o Grêmio, no Mané Garrincha, em Brasília. Um dia antes, às 21h, os pernambucanos viajam para enfrentar o Botafogo, em partida marcada para Juiz de Fora-MG.

FICHA TÉCNICA
SPORT 1 x 0 FLAMENGO

Local: Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata-PE
Data: 13 de agosto de 2016, sábado
Horário: 16h (horário de Brasília)
Público: 25.019 torcedores
Renda: R$ 802.750,00
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)
Assistentes: Ivan Carlos Bohn e Luciano Roggenbaum (ambos PR)
Cartões amarelos: Rodney Wallace e Ronaldo Alves (SPO); Guerrero, Éverton e Willian Arão (FLA)

GOL
SPORT: Edmílson, aos 23 minutos do primeiro tempo

SPORT: Magrão; Samuel Xavier, Matheus Ferraz, Ronaldo Alves e Rodney Wallace; Paulo Roberto, Rithely, Everton Felipe (Apodi), Diego Souza (Edmílson) e Gabriel Xavier (Rodrigo Mancha); Rogério Técnico: Oswaldo de Oliveira

FLAMENGO: Alex Muralha; Pará, Réver, Rafael Vaz e Chiquinho (Adryan); Márcio Araújo (Alan Patrick), Willian Arão, Mancuello e Éverton; Marcelo Cirino (Leandro Damião) e Guerrero Técnico: Zé Ricardo

espn

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Santos empata com o Flamengo e assume liderança do Brasileirão

CHICO FERREIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
CHICO FERREIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O Santos apenas empatou sem gols com o Flamengo nesta quarta-feira, na Arena Pantanal, em Cuiabá, em jogo válido pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, mas assumiu a liderança da competição. Isso porque a equipe santista se igualou com o arquirrival Corinthians em número de pontos e vitórias, mas supera no saldo de gols – 16 contra 13. O clube carioca permanecer na quinta colocação, com 31 pontos ganhos.

Após empatar com o Flamengo e assumir a liderança, o Santos volta a campo no próximo domingo, diante do “lanterna” América às 11h (de Brasília), em Belo Horizonte, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Flamengo, por sua vez, encara o Atlético-PR, sábado, às 18h30 (de Brasília), no estádio Kleber Andrade, no Rio de Janeiro.

Em jogo de ‘estrelas apagadas’, Arão domina o meio-campo

O duelo entre Santos e Flamengo não teve nenhum destaque individual. O melhor deles foi o volante Willian Arão, que dominou o meio-campo, com boa marcação e saída de bola. Arão foi responsável por iniciar as melhores jogadas do Flamengo e ainda quase marcou um golaço em chute de fora da área, que obrigou grande defesa de Vanderlei.

Caju deixa ‘avenida’ para o Fla e santistas com saudades de Zeca

O lateral Caju, substituto de Zeca, que defende a seleção olímpica, sofreu bastante durante o jogo. A maioria das jogadas do Flamengo ocorreu nas costas do lateral, que perdeu diversos lances para Marcelo Cirino, no início do jogo, Fernandinho e Pará. Além disso, Caju ainda errava bastante na saída de bola.

Guerrero é anulado por Gustavo Henrique. Freguesia continua!

Guerrero mais uma vez parou na marcação de Gustavo Henrique. O artilheiro do Flamengo perdeu a maioria das jogadas para o santista e não conseguiu fazer o seu gol. Antes do duelo em Cuiabá, Gustavo Henrique se lembrou da freguesia de Guerrero e, inclusive, citou a goleada do Santos no Corinthians por 5 a 1, em 2014, quando o atual centroavante do Flamengo “passou em branco” novamente diante de sua marcação.

Flamengo abusa dos cruzamentos e ‘consagrada’ dupla de zaga

O Flamengo dominou a partida, teve a posse de bola por mais tempo, criou as melhores jogadas, mas abusou dos cruzamentos na área. A maioria dos lances do Fla terminava com uma bola alçada, mas sem sucesso. Isso porque a dupla de zaga do Santos, Luiz Felipe e Gustavo Henrique, antecipavam Guerrero e companhia e ganhavam as divididas no alto. Além dos cruzamentos, os cariocas tentaram com chutes de fora da área, de Everton e Willian Arão, mas o goleiro Vanderlei fez boas defesas. Nos minutos finais, Macuello acertou o travessão e quase deu a vitória ao Fla.

Sem cinco titulares, Santos de Dorival jogou por ‘uma bola’

O Santos entrou em campo sem cinco titulares. Além do trio Thiago Maia, Gabriel e Zeca, que defendem a seleção olímpica, o Santos não contou com os seus dois principais remanescentes: o centroavante Ricardo Oliveira, poupado por um incômodo no joelho direito, e o meia Lucas Lima, que segue em recuperação de edema na coxa esquerda. Rodrigão e Jean Mota foram os substitutos, mas com atuações apagadas. Por conta disso, o Santos atuou atrás da linha da bola e apostando em raros contra-ataques. Em um deles, Vitor Bueno acertou a trave em finalização no primeiro tempo, e Rodrigão fez boa jogada na segunda etapa, ao driblar o zagueiro e chutar em cima de Muralha.

Fogo amigo

O goleiro Vanderlei sofreu uma cotovelada do centroavante Rodrigão, companheiro de time, em um cruzamento na área do Santos. A partida ficou paralisada sete minutos por atendimento ao goleiro. O camisa 1 precisou sofrer três pontos por causa de um corte atrás da orelha.

Ficha Técnica – Santos 0 x 0 Flamengo

Data e horário: quarta-feira, às 21h45 (horário de Brasília)
Local: Arena Pantanal, Cuiabá-MT
Arbitragem: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA-FIFA)
Auxiliares: Marcio Gleidson Correia Dias e Helcio Araújo Neves (ambos do Pará)
Santos: Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Caju; Renato, Léo Cittadini, Jean Mota (Joel), Vitor Bueno (Yuri) e Copete; Rodrigão (Elano).
Técnico: Dorival Júnior
Flamengo: Alex Muralha; Pará, Réver (Donatti), Rafael Vaz e Chiquinho; Márcio Araújo, Willian Arão, Marcelo Cirino (Fernandinho) e Alan Patrick (Mancuello); Everton (Adryan) e Guerrero.
Técnico: Zé Ricardo
Uol

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