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Covid-19: Brasil tem 3,05 milhões de casos e 101,7 mil mortes

Desde o início da pandemia, o Brasil acumula 3.057.470 casos de covid-19, conforme balanço diário divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Ministério da Saúde. Desde ontem, foram 22.048 novos casos informados pelas secretarias de saúde. Ontem(9), o painel apresentava 3.035.422 pessoas infectadas desde o início da contagem.

O número de mortes chegou a 101.752. Há ainda 3.569 óbitos em investigação. Nas últimas 24 horas, foram registrados 703 óbitos. Ontem, o sistema do Ministério da Saúde marcava 101.049 falecimentos.

Atualmente, 791.096 pacientes com covid-19 estão em acompanhamento. Já a quantidade de pessoas recuperadas chega a 2.163.812.

Os números diários de casos e mortes são menores aos domingos e segundas em função da dificuldade de pessoal para alimentação dos bancos de dados durante os fins de semana. Já na terça-feira, em geral, há mais casos pois o balanço diário traz o acúmulo dos casos registrados nos dias anteriores.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,3%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 48,4. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1454,9.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes em função da covid-19 são: São Paulo (25.151), Rio de Janeiro (14.108), Ceará (7.979), Pernambuco (6.970) e Pará (5.893). As Unidades da Federação com menos óbitos foram Tocantins (461), Mato Grosso do Sul (523), Roraima (547), Acre (562), Amapá (603).

Foto: Reprodução/Agência Brasil

Agência Brasil

 

 

Brasil supera 100 mil mortes por Covid-19, segundo consórcio de veículos de imprensa

O Brasil superou neste sábado (8) a triste marca de 100 mil mortes pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O total de óbitos registrados é de 100.240, com 2.988.796 casos de Covid-19.

A primeira vítima foi uma mulher de 57 anos, que morreu em São Paulo em 12 de março – a morte foi divulgada no dia 17 daquele mês. Desde então, foram menos de cinco meses até a marca de 100 mil mortes. A Covid-19 deixou mortos em 3.692 dos 5.570 municípios brasileiros, ou 66,2% do total.

O Brasil é o segundo país em todo o mundo a atingir esse indicador com o Covid-19: em maio, os Estados Unidos chegaram a mais de 100 mil mortos, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins. Hoje, são mais de 160 mil vítimas nos EUA. Da primeira morte, em fevereiro, à de número 100 mil, em 27 de maio, se passaram pouco mais de três meses.

Os números que colocam o Brasil em destaque negativo já superam o total de mortos em eventos como a Gripe Espanhola e a Guerra do Paraguai. Em outro comparativo, é possível apontar que apenas 324 dos 5.570 municípios brasileiros tinham, em 2019, mais de 100 mil habitantes, segundo o IBGE.

Famílias impactadas

São também, no mínimo, 600 mil pessoas impactadas: segundo estudiosos, o luto pode atingir de seis a dez pessoas por família. A pandemia impôs um sofrimento sem precedentes para centenas de milhares de brasileiros, que perderam entes queridos muitas vezes sem poder se despedir — velórios e enterros passaram a ter restrições para reduzir a possibilidade de transmissão do vírus.

São histórias tristes como a do casal Francisca, 64 anos, e José Ariston, 69 anos, do Distrito Federal, que estavam juntos havia 42 anos e morreram na última semana com 14 horas de diferença. Nenhum dos dois pôde ser velado; foram enterrados no cemitério do Gama. A família acompanhou o sepultamento a distância. Rose Castro, de Marília, o interior de São Paulo, tampouco pode estar com a família no enterro do pai, Orioswaldo.

Francisca Vieira Lima e José Ariston Nogueira de Lima, vítimas da Covid-19, no DF — Foto: Arquivo pessoal

Francisca Vieira Lima e José Ariston Nogueira de Lima, vítimas da Covid-19, no DF — Foto: Arquivo pessoal

Ou de Flávia Carvalho, que morreu em 15 de julho em Teresina, no Piauí, deixando o marido e cinco crianças pequenas: Maria Cecília, que nasceu pouco antes de a mãe morrer, Isadora, de 2 anos, João Lucas e Miguel, de 3 anos, e Gerson, de 5 anos. Desempregado e com cinco filhos para criar, o homem ganhou a ajuda de vizinhos, que organizaram uma campanha para ajudá-lo.

Flávia Carvalho, 29 anos, morreu vítima da Covid-19 em Teresina — Foto: Arquivo Pessoal/Flávia Carvalho

Flávia Carvalho, 29 anos, morreu vítima da Covid-19 em Teresina — Foto: Arquivo Pessoal/Flávia Carvalho

Uma das questões que a pandemia impõe é como lidar com a dimensão das mortes. “Existe uma máquina de insensibilidade, e a gente tem o tempo todo o trabalho de reverter essa máquina de insensibilidade”, disse o psicanalista Tales Ab’Saber ao podcast O Assunto sobre as 100 mil mortes. “Se a gente fizer uma reflexão, a Guerra do Vietnã matou 59 mil pessoas em dez anos. A gente tem 100 mil brasileiros mortos em quatro, cinco meses.”

G1

 

Brasil se aproxima de 3 milhões de casos confirmados de Covid-19

Nesta quinta-feira (06), o Brasil teve mais um dia com números elevados de mortes e casos confirmados de Covid-19. Segundo o Ministério da Saúde, o total de infectados em território nacional é de 2.912.212 e os óbitos acumulam 98.493 desde o início da pandemia.

Segundo o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), o Brasil teve, até junho deste ano, pelo menos 74 mil mortes a mais do que o esperado. A Bahia ultrapassou o Ceará no número de casos confirmados e agora ocupa a segunda colocação no ranking dos estados mais afetados pela pandemia, atrás apenas de São Paulo.

Fonte: Brasil 61

 

 

Ministro Paulo Guedes: Brasil não aguenta muito tempo de auxílio emergencial

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (5) que não é possível prorrogar o auxílio emergencial com valor de R$ 600 mais do que o previsto hoje. “O Brasil não aguenta muito tempo”, disse.

Ele afirmou durante audiência virtual sobre reforma tributária promovida pelo Congresso que a pressão de parlamentares pela ampliação do programa limitou a duração da medida.

A proposta original de Guedes era conceder um valor de R$ 200 para trabalhadores informais, mas depois o Congresso pressionou por uma quantia de R$ 500 a ser estendida também a beneficiários do Bolsa Família. No fim, o governo elevou a quantia para R$ 600 para manter a paternidade do valor concedido.

“Houve ampliação da base e do nível de auxílio. Se fosse R$ 200, ou R$ 300, dava para segurar por seis meses, um ano. Sendo R$ 600, não conseguimos estender mais do que estamos fazendo até agora”, disse Guedes.

Também nesta quarta, o presidente Jair Bolsonaro disse que o auxílio não pode durar muito. “Não dá para continuar muito porque, por mês, custa R$ 50 bi. A economia tem que funcionar. E alguns governadores teimam ainda em manter tudo fechado”, disse Bolsonaro na área interna do Palácio da Alvorada.

No domingo (2), Bolsonaro já havia criticado a ideia de tornar a medida permanente. “Por mês, são R$ 50 bilhões. Vão arrebentar com a economia do Brasil”, disse o presidente.

Nos bastidores, o Ministério da Economia avalia que o auxílio emergencial pode acabar sendo estendido até dezembro. Membros da pasta mencionam preocupação com o impacto fiscal da medida, mas há o entendimento que pressões políticas podem levar à prorrogação (embora defendam um valor menor, de R$ 200).

Guedes defende um valor de R$ 200 porque esse valor representa aproximadamente a média recebida no Bolsa Família. Portanto, segundo essa visão, o auxílio não poderia ser maior do que isso.

O auxílio emergencial já demanda R$ 254,2 bilhões e representa a medida mais cara do pacote anticrise. O programa foi criado para durar apenas três meses, com valores concedidos em abril, maio e junho. Depois, foi prorrogado por dois meses (até agosto).

Técnicos do Ministério da Economia dizem que o programa tem um custo mensal aproximado de R$ 50 bilhões. Por isso, a prorrogação com as mesmas regras até o fim do ano faria o custo total chegar a R$ 450 bilhões (quase cinco vezes o rombo de todo o governo em 2019, de R$ 95 bilhões).

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Para tentar evitar mais meses de auxílio emergencial, o Ministério da Economia está revisando programas sociais (como o abono salarial) para cortar despesas e redesenhar o Bolsa Família, que passaria a ser chamado de Renda Brasil e atenderia mais pessoas com um valor mais alto. O programa, no entanto, ainda está sendo desenhado pela equipe econômica e ainda não tem prazo para sair do papel.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já cobrou o governo para apresentar logo o projeto do Renda Brasil para que o auxílio não seja prorrogado. “O governo precisa parar de fazer discurso sobre o tal Renda Brasil e apresentar o programa ao Congresso. O Congresso tendo espaço, tendo a proposta do governo, vai organizar de forma rápida esse debate e vai, claro, avançar, dentro da realidade fiscal brasileira”, afirmou em 9 de julho.

Outra fonte de recursos, segundo disseram nos últimos dias membros do Ministério da Economia, seria o novo imposto sobre pagamentos, a ser aplicado sobretudo ao comércio eletrônico. Conforme mostrou a Folha de S.Paulo, ele poderia render entre R$ 20 bilhões e R$ 40 bilhões ao Renda Brasil.

Mas o novo tributo, que também financiaria outras medidas (como a desoneração da folha de pagamento), encontra resistências no Congresso.

 

FOLHAPRESS

 

 

RINDO EM CASA: 1º Festival de Humor ao vivo e online do Brasil

Humoristas se reinventam em época de pandemia e levam show de humor para dentro de casa

Saudades de assistir aos shows de stand-up Comedy com vários humoristas se revezando no palco, não é mesmo? O Rindo em Casa surgiu exatamente para suprir estas vontades, e com um plus a mais: para assistir no conforto do sofá. O primeiro festival de humor acontece nos dias 15, 16, 22, 23 e 29 de Agosto, com shows transmitidos ao vivo e online pela plataforma do Youtube.

Devido à pandemia que o mundo todo enfrenta, os humoristas se reinventaram e encontraram um jeito de levar humor para dentro de casa, assim nasceu o projeto Rindo em Casa. Este é o primeiro festival de humor com transmissão ao vivo e online do Brasil, e as transmissões acontecem em São Paulo, no Teatro Gazeta, e em Curitiba, no Curitiba Comedy Club. O elenco reúne 35 humoristas renomados no cenário do Stand-up Brasileiro, entre eles Marco Zenni, Rogério Morgado, Ariana Nutt, Michel Mattos, Rodrigo Capella, Rogério Vilela e outros.

Marco Zenni, criador e curador do Festival, teve a ideia de fazer este modelo de festival logo após estrear em Curitiba o espetáculo Farol, transmitido também neste formato, ao vivo e online. “Logo após o espetáculo vários amigos me perguntaram: Não vai ter seu show de Stand-up para a gente assistir? Acabei fazendo uma primeira experiência no dia 25/07 no Teatro Gazeta com alguns amigos humoristas e deu muito certo. Para a nossa surpresa vendemos mais de 300 ingressos para única sessão. Esse foi o impulso para a criação do festival.”, complementa Marco.

Seguindo as normas de segurança, durante os shows estarão no teatro apenas o elenco e equipe técnica, é proibido acompanhante e público. “Todas as precauções para evitar o contato entre o elenco e a equipe técnica do teatro estão sendo preparadas. Durante as apresentações os humoristas só retiram a máscara quando começa a apresentação individual. Logo após a sua parte no show, o microfone é trocado e higienizado pela equipe do teatro que disponibiliza um novo equipamento para o próximo humorista. Álcool Gel e tapetes sanitizantes estarão distribuídos pelos locais de acesso ao palco. Tudo para realizar este evento com a maior segurança possível”, afirma Marco Zenni.

Programação

Dia 15/08 (Sábado) às 21 horas

MAURICIO DOLLENZ, ROGÉRIO MORGADO, MARCO ZENNI, BRUNO ROMANO, GIL LISBOA, ARIANA NUTT, MICHEL MATTOS e LUCAS MOLL.

Dia 16/08 (Domingo) às 20 horas

RODRIGO CAPELLA, GUTO ANDRADE, PATRICK MAIA, MARCO ZENNI, PRI CASTELLO BRANCO, EDINHO DUAVY, EVANDRO RODRIGUES e RENATO TORTORELLI.

Dia 22/08 (Sábado) às 21 horas

ROGÉRIO VILELA, DINHO MACHADO, RODRIGO CÁCERES, GUI PRETO, LUCA MENDES, DANIEL PINHEIRO, FABIO GUERÉ e TIAGO CARVALHO.

Dia 23/08 (Domingo) às 20 horas

JOÃO VALIO, JANSEN SERRA, MARCO ZENNI, KEDNY SILVA, CATITO MIO, JULIANO GASPAR, LEA MARIA e BEN LUDMER.

Dia 29/08 (Sábado) às 20 horas

EMERSON CEARÁ, MARCO ZENNI, EDUARDO JERICÓ, SEGUNDINHO, RAPHAEL BULK, ANDERSON FURLAN e CLAUDINHO CASTRO.

Serviço

Local: Evento Online transmitido do Teatro Gazeta (dias 15,16,22 e 23/08) e Curitiba Comedy Clube (dia 29/08)

Ingressos: a partir de R$ 25,00 – A venda no Sympla, Sampa Ingressos e no site do Teatro Gazeta – No dia do show será enviado um email com o acesso ao show.

Horário das transmissões ao vivo:

Dia 15/08 (Sábado) às 21 horas

Dia 16/08 (Domingo) às 20 horas

Dia 22/08 (Sábado) às 21 horas

Dia 23/08 (Domingo) às 20 horas

Dia 29/08 (Sábado) às 20 horas

 

www.florezcom.com

 

 

Covid-19: Brasil tem 2,733 milhões de contaminados e 94,1 mil mortos

Mais 541 pessoas morreram por causa da Covid-19 no Brasil, conforme registros oficiais neste domingo (2). Com isso, o total de mortos chega a 94.104 desde março – 45 casos a cada 100 mil habitantes.  As informações são do Ministério da Saúde e estão disponíveis na internet.

De acordo com a atualização dos dados deste domingo (2), 25,8 mil pessoas foram infectadas pelo vírus desde ontem. O balanço totaliza 2,733 milhões de casos de contaminação pelo novo coronavírus – 1.301 casos a cada grupo de 100 mil habitantes. Segundo o ministério, 1,883 milhões de pessoas recuperaram a saúde depois da infecção.

A Região Sudeste registra um total de 942.948 casos de infecção por covid-19, seguida pela Região Nordeste com 878,1 mil casos. No Norte do país, somam 414.492 casos. No Centro-Oeste, 259.509 casos. E no Sul, 238.627 infectados.

O Estado de São Paulo, o mais populoso e com maior número de contaminações, registra hoje mais 6.397 casos, somando 558.685 casos desde o início da pandemia – 1.217 casos acumulados em 100 mil habitantes.

Nesse período, totalizam 23.317 mortes no estado – 81 novos falecimentos registradas neste domingo por causa da pandemia – 51 óbitos a cada grupo de 100 mil habitantes.

 

 Agência Brasil.

 

 

Brasil tem mais de 92 mil mortes por Covid-19

O Brasil acumula 92.475 mortes por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo dados oficiais do governo federal. O total de infectados em território nacional é de 2.662.485, sendo mais de 52 mil novos casos confirmados nas últimas 24 horas.

Nesta semana, os números do Ministério da Saúde apontaram avanço do coronavírus em todas as regiões do país, com destaque para o aumento de diagnósticos no Centro-Oeste e no Sul. Nesta sexta-feira (31), a Bahia ultrapassou o Rio de Janeiro no total de casos e agora ocupa a terceira posição no ranking dos estados mais afetados pela pandemia.

Fonte: Brasil 61

 

 

Covid-19: Brasil chega a 2,6 milhões de casos e 91,2 mil mortes

O Brasil chegou a 2.610.102 casos acumulados de covid-19. Nas últimas 24 horas, foram registradas mais 57.837 pessoas infectadas. Ontem (29), o sistema trazia 2.552.265 casos desde o início da pandemia. Os dados são da atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada no início da noite desta quinta-feira (30).

Também conforme o balanço do órgão, foram 91.263 vidas perdidas desde o início da pandemia. O painel recebeu 1.129 novos registros nas últimas 24 horas. Ainda há 3.591 óbitos em investigação. Ontem, o sistema marcava 90.134 falecimentos em função da doença.

Ainda de acordo com a atualização diária do Ministério da Saúde, há 694.744 pacientes em acompanhamento. Outras 1.824.095 pessoas já se recuperaram da covid-19.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3.5%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 43,4. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.242.

 

agenciabrasil

 

 

Covid-19: Brasil ultrapassa marcas de 90 mil mortes e 2,5 milhões de casos

O Brasil ultrapassou nesta quarta-feira (29), a marca de 90 mil mortes causadas pela Covid-19. O Ministério da Saúde anunciou que passou a contabilizar nas últimas 24 horas mais 1.595 óbitos em decorrência da infecção provocada pelo novo coronavírus.

É o recorde de registros em apenas um dia, mas inflado porque o estado de São Paulo não divulgou ontem os dados, atualizando hoje de uma vez só os números referentes a dois dias, que somaram 713 óbitos e 26.543 novos casos registrados. O total de vítimas em todo o Brasil agora chegou a 90.134.

O ministério divulgou ainda que foram adicionados à conta mais 69.074 diagnósticos positivos para covid-19, número recorde no período de 24 horas, mas também impulsionado pela divulgação atrasada dos dados de São Paulo. O total de infectados pelo novo coronavírus no Brasil ultrapassou a marca de 2,5 milhões. São, desde o início da pandemia, 2.552.265 casos confirmados.

A Paraíba registrou 1.723 novos casos de Covid-19 e 21 óbitos confirmados desde a última atualização, sendo 07 deles ocorridos nas últimas 24 horas, conforme boletim da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgado nesta quarta-feia (29).

Com isso, 79.898 pessoas já contraíram a doença e o número de óbitos foi a 1.766. Até o momento, 33.636 pessoas já se recuperaram e 232.964 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 46%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 51%.

 

portal25horas

 

 

Brasil registra 39.924 novos casos da covid e atinge 1.966.748 infecções

Nesta quarta-feira (15), o Brasil registrou 39.924 novos casos de coronavírus, o que eleva o total no país a 1.966.748, e mais 1.233 óbitos em decorrência da Covid-19, atingindo uma contagem total de 75.366 mortes, informou o Ministério da Saúde.

“O número de óbitos, embora extremamente elevado, extremamente preocupante, ele se mantém relativamente constante”, informou o secretário Arnaldo Correia de Medeiros, de Vigilância em Saúde, em entrevista coletiva nesta quarta.

O Brasil é o segundo país com maior número de casos e mortes por Covid-19 no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

 

paraiba.com.br