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Açude de Boqueirão está com menos de 21% de sua capacidade e AESA reduz vazão da saída de água

Sem contar com as águas da tranposição do Rio São Francisco há quase seis meses, o açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, está com pouco mais de 20% de sua capacidade. Apesar da redução do volume de água, o engenheiro da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa-PB), Isnaldo Cândido, garantiu que a água é suficiente para abastecer Campina Grande e mais 18 municípios do Compartimento da Borborema, até dezembro. Ele afastou o risco de um novo racionamento, No entanto, ele alertou para o uso racional da água.

Como medida para evitar futuros problemas hídricos, a AESA reduziu em 85% a vazão da saída de água das comportas do Epitácio Pessoa, para a barragem de Acauã, no município de Itatuba, no Agreste. A medida começou nesta quinta-feira (29).

Segundo o gerente regional da Aesa, João Adelino, desde o mês julho as comportas do Açude de Boqueirão estavam abertas com a liberação de 2 mil litros de água por segundo no Rio Paraíba, que leva água para Acauã. A partir desta quinta-feira, a vazão vai ser reduzida para 300 litros por segundo. Ou seja, será diminuída em 85%.

O gerente explicou que a redução foi autorizada pela Agência Nacional das Águas (ANA) pois o açude de Acauã já recebeu os 8 milhões metros cúbicos de água que precisava para garantir a segurança do abastecimento de 11 cidades da região.

Ainda sobre a vazão, o gerente regional disse que os 300 litros de água por segundo são para garantir a segurança hídrica do Rio Paraíba. Nesse caso, a vazão reduzida vai servir para garantir água corrente no leito do rio, até a barragem de Acauã.

Em 8 de julho deste ano, o açude de Boqueirão, estava com 115,2 milhões de m³ de água, que correspondia a 24,7% da capacidade total. Segundo os dados da Aesa, nesta quarta-feira, o volume está em 100,1 milhões de m³, que equivale a 21,4% da capacidade total.

SL
PB Agora

 

 

 

Criança torturada na cidade de Boqueirão recebe alta médica e fica na guarda de tia na PB

O menino de 7 anos de idade que foi torturado na cidade de Boqueirão, no Cariri paraibano, está sob a guarda de uma tia. A guarda provisória foi concedida pela Justiça da Paraíba durante uma audiência realizada nesta segunda-feira (12). O menino que chegou a ser acorrentado e queimado com pingos de vela recebeu alta médica no último sábado (10), após passar um mês internado. A mãe e o padrasto dele foram presos como suspeitos.

A guarda provisória foi concedida de maneira emergencial após o menino sair do Hospital de Trauma de Campina Grande. Ele ficou internado após apresentar um quadro avançado de desnutrição e ainda vários ferimentos pelo corpo. A tia que ficou com a guarda foi quem se apresentou para buscar ele no Hospital, após a alta.

Ainda segundo o Ministério Público da Paraíba (MPPB), já foi aberto um processo de guarda definitiva. O caso também foi acompanhado pelo Conselho Tutelar de Boqueirão, que confirmou que a guarda definitiva está sendo direcionada para a tia que já está com o menino, na cidade de Boqueirão

A criança de 7 anos deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande no dia 10 de julho. De acordo com a Polícia Civil, a criança estaria sofrendo maus-tratos praticados pela mãe e pelo padrasto. O menino precisou passar por uma cirurgia plástica por causa das torturas.

Torturas

O laudo finalizado pelo Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) confirmou que a criança sofria agressões físicas prolongadas e contínuas, o que se configura como tortura. Em entrevista, o delegado Iasley Almeida, disse que a criança ficava acorrentada, apanhava e tinha as mãos queimadas com pingos de vela.

Conforme explica Márcio Leandro, chefe do Numol, no momento do exame o menino estava muito debilitado, desnutrido e com um quadro de anemia profunda. “Tinha lesões por todo corpo, nas costas e lesões nos glúteos, o que indica que ele passou bastante tempo imóvel, imobilizado, por estar acorrentado. As agressões foram tão prolongadas que se tornou tortura”, explica o chefe do Numol.

Prisão

A mãe do menino, Maria Aparecida Sousa Silva, e o padrasto dele, Edilson Cosme Albuquerque, foram presos por força de mandados de prisão preventiva expedidos a pedido da Polícia Civil. Durante audiência de custódia, a justiça decidiu por manter a prisão dos dois. Eles continuam presos.

G1

 

Justiça mantém prisão de casal suspeito de torturar criança em Boqueirão

O casal preso pela Polícia Civil e suspeito de torturar uma criança de sete anos, na cidade de Boqueirão, interior da Paraíba, vai aguardar julgamento recolhido em dois  presídios de Campina Grande.

A decisão foi tomada pela  Justiça, durante audiência de  custódia realizada na manhã desta terça-feira (23).

Maria Aparecida Souza Silva, mãe da criança, será transferida para o Presídio Feminino de Campina Grande. O companheiro dela, Edilson Cosme Albuquerque, padrasto da vítima, será conduzido à Penitenciária Padrão de Campina Grande.

As informações foram repassadas pelo delegado da Policia Civil, Yasley Almeida, que conduziu as investigações.

A justiça acatou pedido feito pela Polícia para decretar a prisão preventiva dos dois suspeitos, após investigações apontarem que eles praticavam maus tratos e até torturas conta um menino de sete anos de idade.

“A criança apanhava com fios, tinha as mãos queimadas com gotas de velas e era acorrentado ao guarda-roupa, para não sair e nem se alimentar”, afirmou o delegado.

O caso gerou comoção social, principalmente porque a principal acusada dos crimes é mãe da criança.

De acordo com informações da Polícia Civil, Maria Aparecida Sousa Silva praticou os crimes com ajuda do seu companheiro Edilson Cosme Albuquerque.

Os dois foram presos na manhã da última quinta-feira (18) pela Polícia Civil.

No dia da prisão, o delegado explicou que os mais tratos foram denunciados pela tia do menor, no dia 10 de julho deste ano. Após acionar a Polícia, a mulher foi até a casa onde estava a criança, junto com conselheiros tutelares para resgatar o menino.

“Eles encontraram o menino muito debilitado, desnutrido, com muitas lesões na cabeça, tórax e outras partes do corpo. Foi levado ao hospital e ainda permanece em tratamento”, declarou o delegado.

Ao tomar conhecimento do caso, a Polícia Civil instaurou inquérito policial e começou a ouvir pessoas próximas. “Ouvimos conselheiros tutelares, assistentes sociais da escola onde o menino estuda  e ouvimos  a criança, que  nos relatou a rotina de sofrimento que vivia”, afirma Almeida.

Para o delegado, o menino  foi vítima  de tentativa de  homicídio triplamente qualificado. “Ao praticar as agressões, o casal pretendia causar a morte do menino, por motivo fútil, sem possibilidade de defesa e com uso de requintes de tortura”, declara.

A mãe e o padrasto da criança negaram a prática do crime, mas as provas coletadas pela Polícia levaram a Justiça a decretar a prisão preventiva contra eles.

A criança continua sob cuidados médicos.

 

clickpb

 

 

Mãe e padrasto suspeitos de torturar menino de sete anos em Boqueirão, PB, são presos

Foram presos o padrasto e a mãe do menino de sete anos que era acorrentado e torturado na cidade de Boqueirão, a 146 km de João Pessoa. Maria Aparecida Sousa Silva e Edilson Cosme Albuquerque foram presos por força de mandados de prisão preventiva expedidos a pedido da Polícia Civil.

Os suspeitos foram encaminhados para delegacia seccional da cidade de Queimadas. A informação foi confirmada na manhã desta quinta-feira (18) pelo delegado Iasley Almeida, responsável pela investigação do caso.

A criança de sete anos deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, em estado de desnutrição e com ferimentos no dia 10 de julho. De acordo com a Polícia Civil, a criança estaria sofrendo maus-tratos praticados pela mãe e pelo padrasto. O laudo finalizado pelo Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) confirmou que a criança sofria agressões físicas prolongadas e contínuas, o que se configura como tortura.

Conforme explica Márcio Leandro, chefe do Numol, no momento do exame o menino estava muito debilitado, desnutrido e com um quadro de anemia profunda. “Tinha lesões por todo corpo, nas costas e lesões nos glúteos, o que indica que ele passou bastante tempo imóvel, imobilizado, por estar acorrentado. As agressões foram tão prolongadas que se tornou tortura”, explica o chefe do Numol.

A criança deve passar por cirurgias plásticas após tratamento dos ferimentos no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Segundo informações repassadas pela unidade de saúde, o menino tem um ferimento tão grave na cabeça que vai precisar passar por uma cirurgia plástica para reconstituir o tecido lesionado. O diretor-técnico do hospital Gilney Porto, explicou que é preciso primeiro esperar a cicatrização dos ferimentos.

De acordo com Márcio Leandro, uma reavaliação precisa ser feita na criança para que sejam identificados os graus das lesões que devem permanecer no menino. No entanto, isso só vai acontecer após a cirurgia.

O menino de sete anos permanece internado no Hospital de Trauma de Campina Grande, com estado de saúde considerado estável. Ainda não há previsão de receber alta médica.

(Foto: Mayara de Oliveira/Portal Correio)

G1

 

Grupo arromba cofre de banco e leva armas e coletes em Boqueirão, PB

Uma agência bancária da cidade Boqueirão, no Cariri paraibano, teve o cofre arrombando na madrugada desta segunda-feira (15). Segundo as informações da Polícia Militar no cofre estavam armas e coletes dos seguranças, que foram levados. Não foi confirmado se o grupo levou dinheiro do local.

A Polícia Militar não sabe informar quantas pessoas participaram da ação criminosa. O arrombamento ocorreu sem explosão e sem tiros e só foi percebido na manhã desta segunda-feira (15), quando a porta foi encontrada aberta.

De acordo com a Polícia Militar, na manhã desta segunda-feira um carro usado na ação foi encontrado incendiado próximo ao sangradouro do açude Epitácio Pessoa, conhecido como Açude de Boqueirão. Até 7h40 (horário local) nenhum suspeito foi preso.

G1

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Após chuva no Cariri, volume do Açude de Boqueirão aumenta 3 cm na PB

(Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)

Depois de sofrer uma perda de 2 cm de água no volume no fim de semana, o açude Epitácio Pessoa, conhecido como açude de Boqueirão, no Cariri paraibano, recebeu uma recarga de 3 cm entre esta segunda-feira (8) e terça-feira (9). A melhora no volume ocorreu graças as chuvas registras em cidades do Cariri.

No município de Barra de São Miguel, as chuvas reforçaram a vazão de água no Rio Paraíba, no trecho do distrito de Floresta. Até 8h (horário local) desta terça-feira a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) não divulgou o volume de chuvas na região, mas confirmou que choveu no local.

Segundo o Departamento Nacional de Obras Contra Seca (Dnosc), com as chuvas, o volume do açude teve um aumento 3 centímetros o que equivale a cerca de 225 mil metros cúbicos de água. Com o aumento, o volume do açude chega a quase 9,7% da capacidade total.

Desde que começou a receber as águas da transposição do Rio São Francisco, em 18 de abril de 2017, o açude começou a aumentar o volume todos os dias. Mas entre os dias 5 e 7 de janeiro deste ano, o manancial perdeu 2 cm – cerca de 150 mil m³ – de água.

Essa foi a primeira perda de volume desde a chegada das águas do São Francisco. Segundo a Aesa isso ocorreu por causa de uma manutenção na obra. O Açude de Boqueirão abastece Campina Grande e outras 18 cidades do Agreste da Paraíba.

G1

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Prefeito de Boqueirão cobra de Luan Estilizado em rede social R$ 40 mil de reembolso

Após cancelamento do show de Luan Estilizado no domingo (25 de junho) em Boqueirão, região da Borborema da Paraíba, o prefeito da cidade pede o reembolso do cachê de R$ 40 mil. De acordo com o prefeito de Boqueirão, o show estava marcado para às 23h50 do dia 25 de junho e o artista não cumpriu e o empresário de Luan informou que ele não conseguiria chegar antes das 3h do dia 26. O empresário de Luan nega.

O prefeito de Boqueirão João Paulo Segundo (PSD) publicou no Facebook uma foto do contrato do show de Luan Estilizado junto a uma nota onde diz também que o artista subiu ao palco na madrugada da segunda-feira, 26 de junho, e anunciou que o show foi remarcado para o dia 13 de julho. Entretanto, João Paulo afirma que não houve negociação entre a equipe de Luan e a prefeitura para a nova data.

“Eu jamais concordei quando fiquei ciente na segunda-feira, Boqueirão merece respeito, uma festa numa quinta-feira onde todos são trabalhadores não seria viável. Quem escolhe o dia de fazer festa na nossa cidade não é o cantor que está sendo PAGO e sim o povo que em sua maioria não achou certo numa quinta (sic)”, disse o prefeito em sua página no Facebook.

No mesmo posto o reembolso dos R$ 40 mil é cobrado porque o prefeito João Paulo não vê “necessidade de fazer festa fora de época” e diz que “outros eventos virão e festas também”.

Luan Estilizado e seu empresário apresentaram versão diferente da versão do prefeito de Boqueirão (Foto: Kamylla Lima/G1/Arquivo)

Luan Estilizado e seu empresário apresentaram versão diferente da versão do prefeito de Boqueirão (Foto: Kamylla Lima/G1/Arquivo)

Dinheiro devolvido

O empresário de Luan Estilizado, Fábio Almeida, apresenta uma versão diferente da versão do prefeito de Boqueirão. Ele diz que o horário acertado desde o início foi às 3h: “eu fui claro com eles, disse que Luan não chegava antes das 3h e ficamos nesse impasse”, conta.

Além disso, Fábio Almeida lembra que tinha uma restrição de horários de shows em praça pública na cidade, de até 2h, que eles só ficaram sabendo poucos dias antes do show. Esta mesma versão foi apresentada pelo cantor, no seu Instagram, no dia seguinte ao show.

“Acertamos de dar um show em outra data. Lançamos opções de datas, porque em julho temos 26 shows. Passamos as datas livres e acertamos o dia 13 de julho. Ficou tudo certo”, diz o empresário de Luan Estilizado sobre a afirmação do prefeito de que não concordou com a data acertada entre a banda e a prefeitura.

Fábio ainda diz que ficou surpreso com o pedido de reembolso do prefeito João Paulo Segundo: “Fomos surpreendidos com ele pedindo o dinheiro de volta e a gente tem que aceitar. O dinheiro inclusive já foi devolvido. Eu mesmo falei com ele e disse que está tudo bem”, concluiu.

Sendo assim, não vai haver show de Luan Estilizado em Boqueirão numa nova data.

G1

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Atraso faz show de Luan Estilizado ser cancelado em Boqueirão, na PB

O show de Luan Estilizado em Boqueirão, região Borborema da Paraíba, estava previsto para acontecer no domingo (25), mas foi cancelado por conta de uma determinação de limite de horário para shows em praça pública na cidade. De acordo com publicação em rede social do cantor, eles só foram informados dessa limitação 48 horas antes do show.

Luan relatou em suas redes sociais que estava em Campina Grande e chegou em Boqueirão por volta da 1h da madrugada desta segunda (26). Ele fez questão de frisar que desde que foi contratado para o show, o horário acertado para ele subir ao palco seria às 2h.

“Em comum acordo comigo [Luan Estilizado] e com o prefeito de Boqueirão, nosso show foi transferido para o dia 13 de julho. […] Afinal Boqueirão merece um show completo, um show certo e não um de 30 ou 40 minutos”, falou o cantor na sua rede social.

Ele também disse que a prefeitura não teve culpa no cancelamento, relembrando que a determinação do horário só saiu 48 horas antes da data do show.

A produtora de Luan Estilizado confirmou o cancelamento, mas disse que a posição da empresa é a mesma que foi emitida por Luan na rede social. Já o chefe de gabinete da prefeitura de Boqueirão, Krysteny Chaves, informou que só vai se posicionar depois que falar com o prefeito João Paulo, que não foi localizado pelo G1.

G1

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Boqueirão recebe 1 milhão de m³ de água em sete dias de transposição do São Francisco

(Foto: Artur Lira/G1;Arquivo)

O açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, no Cariri paraibano, acumula 1 milhão de m³ de água a mais nesta terça-feira (25), sete dias após o encontro das águas vindas da transposição do Rio São Francisco com o espelho d’água que restava no manancial. A informação foi confirmada pelo presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado, João Fernandes. Esse volume representa uma subida de 2,9% para 3,2% no total da capacidade do reservatório.

Ainda conforme dados da Aesa, o açude de Boqueirão tem capacidade para armazenar cerca de 411.686.287 m³. No momento o açude está com 13 milhões de m³ e a expectativa do órgão estadual é que o número cresça ainda mais até o fim de semana, especialmente se caírem chuvas nas regiões onde estão localizados os mananciais que abastacem o açude.

As águas da transposição do rio São Francisco começaram a chegar à bacia hidráulica do açude Epitácio Pessoa, conhecido como Boqueirão, na madrugada do dia 13,mas só na noite do dia 18, as águas venceram os ínumeros obstáculos pelo caminho e se encontraram com o espelho d’agua que restava no manancial.

A chegada da água a Boqueirão ocorreu dentro do prazo estimado pela Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa). A previsão era que, após ter chegado a Monteiro, na Paraíba, ela levasse de 30 a 45 dias para chegar Boqueirão, mas o encontro das águas do São Francisco com as de Boqueirão ocorreu 35 dias após a chegada em Monteiro.

E chuvas, aliás, tem sido registradas com frequência pela Aesa nos últimos dias. Da sexta-feira (21) até manhã desta terça-feira (25), pelo menos 82 cidades registraram chuvas. O maior índice pluviométrico foi registrado no município de Água Branca, no Sertão paraibano, com 67 mm. Ouro Velho, no Cariri e Catingueira, também no Sertão, também tiveram boas chuvas com 51,6 mm e 50 mm, respectivamente.

G1

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Aesa não confirma chegada das águas da Transposição a Boqueirão

boqueirãoO presidente da Agência Executiva das águas, João Fernandes, não confirmou em entrevista à imprensa nesta segunda-feira (10), a chegada das águas da Transposição do Rio São Francisco no açude Epitácio Pessoa o ‘Boqueirão’. A informação tinha sido dada pelo Ministério da Integração Nacional e vários políticos paraibanos, inclusive integrantes do Governo do Estado.

“Pode ser que chegue na quarta-feira, ou pode ser que não”, disse João Fernandes ao demostrar apreensão com a chegada das águas. Técnicos da Aesa registraram na última terça-feira (4) um aumento significativo na vazão da água do rio São Francisco na divisa entre Paraíba e Pernambuco no Cariri paraibano. A medição foi feita no Portal das Águas, no município de Monteiro, onde foram registrados 7.450 litros por segundo. Na semana passada entravam na Paraíba cerca de 3 mil litros por segundo.

O monitoramento da vazão liberada pelo Ministério da Integração Nacional é feito diariamente pelo Governo do Estado. Técnicos da Aesa também acompanham o deslocamento da água no rio Paraíba. “Acima de sete metros cúbicos por segundo nós já temos um volume muito bom, mas a nossa expectativa, baseado nas conversas que tivemos com os técnicos do Governo Federal, é de que a vazão aumente ainda mais”, informou o presidente da Aesa, João Fernandes da Silva.

PB Agora

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