Arquivo da tag: bolsas

Governo Bolsonaro faz novo recuo e libera mais 679 bolsas de pesquisa

O governo Jair Bolsonaro (PSL) anunciou nesta quinta-feira (3) a liberação de 679 bolsas de pesquisas financiadas pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) que haviam sido congeladas. Com esse anúncio, o corte atinge agora 7.590 benefícios, equivalente a 8% do que havia no início do ano.

Segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, a liberação dessas bolsas foi possível por causa do descontingenciamento recente de R$ 270 milhões do orçamento da Capes. O órgão ainda enfrenta um congelamento de R$ 549 milhões no orçamento deste ano.

As bolsas estavam vinculadas a programas de pós-graduação. Após a conclusão de determinados estudos, não eram liberadas para que fossem repassadas a novos pesquisadores.

As universidades terão as bolsas à disposição a partir da próxima segunda-feira (7).

A Capes é vinculada ao MEC, que promoveu desde março um corte de bolsas de pesquisas. Os cortes chegaram a atingir 11.811 benefícios, o equivalente a 12% das 92.253 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado financiadas pela Capes no início do ano.

Parte dos cortes foi revisto, porém. Em setembro, o MEC reverteu o cancelamento de 3.182 bolsas com notas 5 ou acima na avaliação.

Nesta quinta-feira (3), a retomada dessas 679 bolsas com notas 4 foi anunciada. Nenhuma bolsa vinculada a pesquisas vigentes foi atingida até agora, e o governo promete que isso não vai ocorrer.

“Identificamos programas nota 4 que tiveram evolução e são fortes candidatos para se tornar nota 5. Essas bolsas estão sendo abertas em função de tudo isso”, disse o presidente da Capes, Anderson Ribeiro Correia.

Foram liberadas bolsas de 280 programas de pós-graduação que têm notas 4 na avaliação realizada pela Capes e com tendência de melhora positiva na avaliação entre 2013 e 2018. Agora, foram reativadas 271 bolsas para mestrado, 304 de doutorado e 104 de pós-doutorado.

Weintraub disse que estados do Norte serão os maiores beneficiados com o anúncio desta quinta-feira e insistiu que o MEC precisa se ater à questão da qualidade para financiar pesquisas.

“Mesmo em um estado pobre, se o curso for muito ruim, não tem que ganhar bolsa. Isso é dinheiro do pagador de imposto que tem de voltar para a sociedade”, disse o ministro.

O projeto de lei orçamentária do próximo ano, o primeiro desenhado pela atual gestão, prevê uma forte queda dos recursos da Capes, passando de R$ 4,25 bilhões previstos em 2019 para R$ 2,20 bilhões em 2020. O governo tem afirmado que conseguiu um incremento de R$ 600 milhões para o orçamento do ano que vem, o que ainda não é oficial.

O governo informou há duas semanas que descongelou R$ 1,99 bilhão dos R$ 5,8 bilhões que haviam sido contingenciados do orçamento do Ministério da Educação em 2019. Isso foi o que garantiu o aporte de R$ 270 milhões para a Capes. A maior parte do descontingenciamento, de R$ 1,15 bilhão, foi para as universidades e institutos federais.

Restam congelados assim R$ 3,8 bilhões do total retido no MEC neste ano. O ministro promete novos descongelamentos nas próximas semanas.

 

FOLHAPRESS

 

 

Desbloqueio do MEC devolve 55 bolsas de pós-graduação pela Capes às instituições da Paraíba

A Paraíba é o segundo estado do Nordeste que teve mais bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes) desbloqueadas pelo Ministério da Educação (MEC). Conforme lista divulgadas pela Capes, a Paraíba vai ter 55 bolsas de incentivo à pesquisa desbloqueadas, atrás apenas do Ceará, com 81 bolsas reabertas, na região. O ministro do MEC, Abraham Weintraub anunciou na quarta-feira (11) o desbloqueio de 3.182 bolsas da Capes em todo o Brasil.

Ainda de acordo com a Capes, as bolsas devolvidas são referentes aos cursos com notas 5,6 e 7 na avaliação do MEC. No dia 2 de setembro, o MEC havia anunciado o corte de 5.613 bolsas, retirando 161 bolsas das instituições paraibanas. O anúncio feito no início de setembro tinha sido o terceiro de bloqueio de bolsas da Capes. Somando os três cortes a Instituições de Ensino Superior da Paraíba tinham perdido pelo menos 580 bolsas em 2019.

  • no dia 9 de maio veio o primeiro corte, com 81 bolsas congeladas na Paraíba;
  • no dia 4 de junho foi anunciado o segundo corte, com 338 bolsas cortadas;
  • no dia 2 de setembro, no terceiro corte foram suspensas 161 bolsas;
  • no dia 11 de setembro, MEC anuncia desbloqueio de 55 bolsas na Paraíba.

Mesmo com o desbloqueio, o saldo da Paraíba é de 525 bolsas de pesquisa científica bloqueadas. No Brasil, com a liberação das mais de 3 mil desta quarta, outras 8.692 bolsas continuam suspensas.

Ainda de acordo com a Capes, não foi feito um levantamento de bolsas desbloqueadas por Instituição de Ensino Superior, apenas por unidades da federação. O maior beneficiado com o desbloqueio foi o estado de São Paulo, com 1.226 bolsas reabertas.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse que o acordo foi firmado com o Ministério da Economia, mas não detalhou de onde virá o dinheiro. “Os detalhes, temos que esperar o Orçamento-Geral da União. A construção do orçamento é dinâmica”, diz.

Segundo Weintraub, essas vagas tinham sido bloqueadas porque a prévia do Orçamento 2020 não previa espaço para esses pagamentos. Após a reunião desta quarta, a expectativa é de que a rubrica da Educação para o ano que vem seja reforçada.

Foto: Gabriel Costa/Arquivo Pessoal

G1

 

Capes corta 161 bolsas na Paraíba em setembro; Estado é o 7º com maior perda

A Paraíba foi o sétimo estado do Brasil que teve o maior número de bolsas canceladas no anúncio feito pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes) na segunda-feira (2). Foram canceladas 161 bolsas mantidas em Instituições de Ensino Superior (IES) na Paraíba. Em todo o Brasil foram 5.613 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado.

De acordo com o levantamento divulgado pela Capes, com as bolsas cortadas na Paraíba, somente neste terceiro corte de 2019, vai economizar por R$ 1.022.000 no restante do ano. Na lista, além de ser o sétimo estado em número de bolsas perdidas, a Paraíba foi o estado do Nordeste que mais perdeu bolsas de incentivo à pesquisa científica no último congelamento anunciado no início de setembro de 2019.

Dez estados do Brasil com maior número de cortes na Capes em setembro

Estado Bolsas cortadas Economia prevista em 2019
São Paulo 1.673 R$ 11,4 milhões
Rio Grande do Sul 725 R$ 4,7 milhões
Rio de Janeiro 684 R$ 4,4 milhões
Minas Gerais 508 R$ 3,7 milhões
Paraná 446 R$ 2,7 milhões
Santa Catarina 242 R$ 1,6 milhão
Paraíba 161 R$ 1 milhão
Bahia 147 R$ 954,6 mil
Ceará 118 R$ 990 mil
Mato Grosso do Sul 107 R$ 714,8 mil

O Ministério da Educação (MEC), responsável pela gestão da Capes, realizou três cortes em 2019: no dia 9 de maio veio o primeiro corte, com 81 bolsas congeladas na Paraíba; no dia 4 de junho foi anunciado o segundo corte, o maior a afetar as pesquisas científicas no estado com 338 bolsas cortadas; e o terceiro e mais recente, no dia 2 de setembro, foram suspensas 161 bolsas de pesquisa na pós-graduação.

Desde que os cortes da Capes tiveram início, a Paraíba já perdeu pelo menos 580 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado somando todas as suas instituições de ensino superior.

O presidente da Capes, Anderson Correia, afirmou que os cortes feitos em setembro foram para preservar a parcela principal dos benefícios, assegurando-se o pagamento de todas as bolsas ativas. A Capes possui, ao todo, 211.784 bolsas atividade em todas as áreas de atuação. Desse total, 92.680 são da pós-graduação. Assim, o corte anunciado vai representar o bloqueio de 2,65%.

UFPB e UFCG

Procurados pelo G1, UFPB e UFCG informaram que ainda não é possível determinar o número real de bolsas perdidas no corte feito no início de setembro, tendo em vista que o sistema que permite o acompanhamento de bolsas ofertadas pela Capes estava fechado. A Capes, por sua vez, informou que a lista de bolsas congeladas por instituição ainda não está disponível.

IFPB

A pró-reitora de pesquisa inovação e pós-graduação do IFPB, Silvana Costa, explicou que o instituto ainda não perdeu nenhuma das quatro bolsas mantidas pela Capes na instituições, porém foi informada que não vão ser renovadas ao término das pesquisas, em fevereiro de 2020.

“Em relação a Capes, não tínhamos perdido de início nenhuma por que não estávamos cadastrando naquele momento. No entanto, recebemos comunicado de que não poderão ser cadastradas mais nenhuma. Ou seja, das 4 que temos, nenhuma poderá ser repassada”, explicou.

Ainda de acordo com pró-reitora, o IFPB sofreu com os cortes das bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Foram perdidas 89 bolsas de ensino médio no valor de R$ 100, que eram acrescidas com mais R$ 100 pelo próprio UFPB totalizando uma bolsa total de R$ 200, e quatro bolsas de graduação de R$ 400.

“Vamos cobrir para não prejudicar os alunos, mas condicionados ao descontingenciamento”, explicou Silvana Costa.

Orçamento bloqueado

As três instituições federais de ensino na Paraíba informaram que o orçamento previsto para 2019 passou por um contingenciamento de 30%, fato que gerou uma previsão de colapso ao final do mês de setembro, caso as quantias previstas não fossem desbloqueadas. Os efeitos do orçamento mais curto estão sendo vistos no cotidiano acadêmico.

A reitoria da UFPB informou no dia 5 de setembro, por meio de ofício encaminhado a pró-reitores, diretores de centro, diretores de órgãos suplementares e gestores prediais da reitoria que o uso do aparelhos de ar-condicionado estavam suspensos devido ao contingenciamento do orçamento. O objetivo é diminuir o valor pago com as contas de energia elétrica.

A previsão é de que um percentual pequeno referente aos 30% bloqueados sejam liberados às instituições como forma de evitar um transtorno maior no funcionamento das instituições.

G1

 

MEC anuncia corte de 5.613 bolsas e prevê economia de R$ 544 milhões em 4 anos

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes) anunciou nesta segunda-feira (4) o corte de 5.613 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado no Brasil a partir deste mês. O órgão é subordinado ao Ministério da Educação (MEC), que já sinalizou que, em 2020, a Capes só terá metade do Orçamento que era previsto neste ano.

A Capes e o MEC tratam a exclusão das bolsas previstas como um “congelamento” e afirmam que a medida não vai afetar quem atualmente recebe o benefício.

Entretanto, apesar de afirmar que as bolsas serão congeladas, a Capes admite que elas não serão mais oferecidas nos próximos 4 anos, que é o período de vigência previsto caso elas tivessem sido concedidas neste mês.

A Capes possui, ao todo, 211.784 bolsas atividade em todas as áreas de atuação. Desse total, 92.680 são da pós-graduação. Assim, o corte anunciado vai representar o bloqueio de 2,65%.

De acordo com o governo, a medida vai representar uma economia de R$ 37,8 milhões em 2019. Ainda segundo a Capes, as bolsas têm vida útil de 4 anos e a economia no período pode chegar a R$ 544 milhões.

“O contingenciamento será mantido até o início da vigência de novas concessões”, informou o órgão.

Histórico de cortes

Em 4 de junho, a Capes já havia anunciado o corte de 2,7 mil bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado. Á época, a coordenação chegou a uma redução total de 6.198 bolsas em 2019, já que tinha anunciado o bloqueio de 3.474 bolsas em 9 de maio.

A decisão já tinha causado protestos entre os estudantes, e a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) afirmou que os “cortes (…) ferem de morte o ensino superior, a pós-graduação e a ciência nacional”.

Considerando todos os anúncios feitos até agora, o total de bolsas que deixarão de ser oferecidas chega a 11.811.

Orçamento 2020

O MEC decidiu cortar pela metade o orçamento da Capes em 2020. Foram reservados somente R$ 2,2 bilhões para a instituição frente os R$ 4,25 bilhões previstos neste ano.

De acordo com o presidente da Capes, Anderson Ribeiro Correia, o MEC e a coordenação estão “buscando alternativas para recompor o orçamento do próximo ano. O governo, no entanto, não detalhou quais medidas estão sendo estudadas.

G1

 

 

Mais de 300 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado são congeladas pela Capes, na PB

As instituições públicas de ensino superior na Paraíba tiveram, ao todo, 338 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado congeladas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes), conforme dados fornecidos ao G1, nesta quarta-feira (5). O bloqueio de, em média, 70% foi anunciado na terça-feira (4) e atingiu, no estado, as universidades Federal da Paraíba (UFPB), Federal de Campina Grande e Estadual da Paraíba (UFCG).

De acordo com a Capes, o corte de 2,7 mil bolsas foi aplicado em cursos que receberam duas avaliações consecutivas com nota 3. No entanto, não afeta aqueles que já recebem o benefício, apenas as bolsas que ainda seriam concedidas, para novas entradas nos programas.

Os dados apontam que, na Paraíba, deixarão de ser concedidas 260 bolsas de mestrado, 73 de doutorado e 5 de pós-doutorado. Veja abaixo as áreas que serão afetadas em cada universidade, com um percentual de congelamento, em cada curso, que varia de 50% a 70%.

UFPB

Na Universidade Federal da Paraíba, foram bloqueadas 120 bolsas de mestrado, 12 de doutorado e três de pós-doutorado, conforme a Capes. Para a pró-reitora de pós-graduação da instituição Maria Luiza Pereira, embora o impacto não seja imediato, a médio prazo isso pode resultar na redução da procura pelo curso e no consequente encerramento do programa, uma vez que não conseguirá atingir as metas.

Dados fornecidos pela UFPB sobre os bloqueios divergem dos da Capes e há diferenças nas informações que constam em cada sistema. Maria Luiza explicou que os números foram calculados pela Pró-Reitoria, tendo em vista um o percentual estabelecido de 70% e um arredondamento da quantidade para cima, quando o resultado não fosse um número inteiro. Nesta reportagem, estão expostos os dados da Capes.

Mestrado

  • Engenharia Mecânica: tinha 20 bolsas, 14 foram congeladas, serão concedidas 6;
  • História: tinha 27 bolsas, 18 foram congeladas, serão concedidas 9;
  • Comunicação e culturas midiáticas: tinha 25 bolsas, 17 foram congeladas, serão concedidas 8;
  • Filosofia: tinha 24 bolsas, 16 foram congeladas, serão concedidas 8;
  • Biologia celular e molecular: tinha 22 bolsas, 15 foram congeladas, serão concedidas 7;
  • Serviço social: tinha 22 bolsas disponíveis, 15 foram congeladas, serão concedidas 7 ;
  • Tecnologia agroalimentar: tinha 18 bolsas, 12 foram congeladas, serão concedidas 6;
  • Ciência do solo: tinha 13 bolsas, 9 foram congeladas, serão concedidas 4;
  • Artes visuais: tinha 7 bolsas, 4 foram congeladas, serão concedidas 3.

Doutorado

  • Engenharia Mecânica: tinha 18 bolsas, 12 foram congeladas, serão concedidas 6.

Pós-doutorado

  • Ciência do solo: tinha três bolsas, duas foram congeladas, uma será concedida;
  • Engenharia elétrica: tinha duas bolsas, uma será congelada, uma será concedida.

UFCG

Foram bloqueadas 122 bolsas de mestrado, 61 de doutorado e duas de pós-doutorado na Universidade Federal de Campina Grande, segundo os dados da Capes.

O pró-reitor de pós-graduação da instituição informou que o impacto dos congelamentos só poderá ser analisado ao longo do tempo, por se tratar de bolsas que, ao ficarem disponíveis, não poderão ser aplicadas novamente.

Mestrado

  • Engenharia química: tinha 26 bolsas, 18 foram congeladas, serão concedidas 8;
  • História: tinha 52 bolsas, 36 foram congeladas, serão concedidas 16 bolsas;
  • Física: tinha 39 bolsas, 27 foram congeladas, serão concedidas 12;
  • Ciência animal: tinha 23 bolsas, 16 foram congeladas, serão concedidas 7;
  • Engenharia mecânica: tinha 19 bolsas, 13 foram congeladas, serão concedidas 6;
  • Ciências florestais: tinha 18 bolsas, 12 foram congeladas, serão concedidas 6.

Doutorado

  • Engenharia química: tinha 45 bolsas, 31 foram bloqueadas, serão concedidas 14;
  • Engenharia de processos: tinha 43 bolsas, 30 foram bloqueadas, serão concedidas 13.

Pós-doutorado

  • Engenharia de processos: tinha duas bolsas, uma foi congelada, será concedida uma;
  • Física: tinha duas bolsas, uma foi congelada, será concedida uma;

UEPB

A Universidade Estadual da Paraíba teve 18 bolsas de mestrado bloqueadas, de acordo com os dados da Capes. O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da UEPB, mas, até as 19h desta quarta-feira (5), não recebeu uma resposta.

Mestrado

  • Desenvolvimento regional: tinha 15 bolsas, 10 foram congeladas, serão concedidas 5;
  • Saúde pública: tinha 12 bolsas, 8 foram congeladas, serão concedidas 4.

 

G1

 

 

Hemocentro da Paraíba registra estoque de 50% da capacidade das bolsas de sangue

(Foto: Edemir Rodrigues/Subsecom)

A média de doações de diárias de sangue no Hemocentro da Paraíba caiu pela metade nos últimos dias. Segundo registros da sede do órgão, que fica na avenida Dom Pedro II, a unidade recebe cerca de 200 doações por dia, mas atualmente o atendimento se aproxima de apenas 100, fazendo com que o estoque de bolsas de sangue estejam em apenas 50% da capacidade.

“Estamos trabalhando no limite”, diz a coordenadora do núcleo de ações estratégicas do Hemocentro, Divane Cabral, que diz que o déficit é registrado em todos os tipos sanguíneos. “Fazemos um apelo para que as pessoas venham doar. Lembramos que é um ato solidário e que salva vidas”, afirmou. A coordenadora explica que um dos efeitos da situação é que em breve cirurgia eletivas podem chegar a ser adiadas.

Os doadores podem procurar o Hemocentro da Paraíba de segunda a sexta de 7h às 17h, e no sábado de 7h às 16h30. Para doar, é preciso estar com aspecto saudável, ter entre 18 e 67 anos, pesar no mínimo 50 kg.

Os doadores devem apresentar documento de identidade visual com foto e não devem estar em jejum, tenha dormido pelo menos seis horas na noite anterior, não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas, não ter fumado até duas horas antes, não ter ingerido alimentos gordurosos nas últimas três horas e não ter feito atividades físicas nas últimas 12 horas.

G1

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Bolsas de estudo pelo Educa Mais Brasil estão disponíveis no estado da Paraíba

bolsa de estudosEstudar em uma rede particular de ensino, no cenário atual do país, poderia ser um sonho distante e fora da realidade de muitos brasileiros, mas a realização pessoal se torna cada vez mais próxima com a abertura das inscrições do maior programa educacional do país, o Educa Mais Brasil. Para o segundo semestre estão disponíveis mais de 200 mil bolsas de estudos de até 70% em diversos níveis de escolaridade.

Na Paraíba estão sendo oferecidas mais de 5 mil bolsas para 2016.2. Em Belém há vagas para Pós-Graduação, Educação Básica, Cursos de Idiomas, Preparatório para Concursos, Cursos Profissionalizantes e Pré-Vestibular/Enem.

Para ser beneficiado é preciso não ter condições de pagar o valor integral da mensalidade e atender aos requisitos socioeconômicos. “Esses critérios são justificados pelo objetivo do programa que é intermediar acesso à educação de qualidade àquelas pessoas que antes não tinham perspectiva de estudar sem esse benefício”, afirma Andréia Torres, Diretora de Expansão e Relacionamento do Educa Mais Brasil.

As inscrições são gratuitas e realizadas através do site oficial do programa www.educamaisbrasil.com.br. Mais informações podem ser obtidas pela central de atendimento nos telefones 4007-2020 para Capitais e regiões metropolitanas ou 0800 724 7202 para demais localidades.

Assessoria

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Prefeitura vai pagar bolsas de R$ 840 para travestis e transexuais

travestis-e-transexuaisA Prefeitura de São Paulo lançou na tarde desta quinta-feira, 29, o programa Transcidadania, que tem como objetivos promover a reintegração social e e incentivar a colocação profissional para travestis e transexuais na cidade. O projeto terá duração de dois anos e vai oferecer acesso à escola e cursos profissionalizantes. O projeto, que já selecionou os 100 primeiros beneficiários, vai oferecer um auxílio de R$ 840 e realizará campanhas de respeito ao nome social.

“Essas pessoas foram excluídas de quase todos os processos sociais, sobretudo educação e trabalho. Esse direito lhes foi negado em função do preconceito e da violência. O que está se procurando fazer agora é um resgate, é abrir uma oportunidade”, diz o prefeito Fernando Haddad.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Em um discurso emocionado, a cabeleireira Aline Marques, de 36 anos, que é uma das beneficiárias, elogiou a iniciativa e destacou a importância de oferecer oportunidades para os travestis e transexuais. “Eu não tive oportunidade de estudar. Mas o lugar do travesti não é nas esquinas, é nas escolas, é nas empresas.”Werther Santana/EstadãoZona norte. Escola Municipal Madre Lucie Bray

Duas escolas passam por treinamento para receber os estudantes do projeto, a Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Celso Leite e o Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos (Cieja) Cambuci. As aulas terão início do dia 4 de fevereiro.

Hormônio. Duas Unidades Básicas de Saúde (UBS), localizadas na República e em Santa Cecília, região central da capital paulista, vão atender pacientes do programa e oferecer tratamento hormonal. O objetivo é evitar que travestis e transexuais ponham em risco a própria saúde, como, por exemplo, na aplicação de silicone industrial.

A previsão da pasta é que sejam investidos R$ 3 milhões no “Transcidadania” neste ano e em 2016. De acordo com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos, os assistidos pelo programa terão prioridade na Casa Abrigo do Brasil, exclusiva para travestis e transexuais”, e no Complexo Zaki Narchi.

Estadão

Paraíba terá mais de duas mil bolsas de estudo do Prouni em 2015

prouniO Programa Universidade Para Todos (Prouni) oferece 2.263 vagas na Paraíba em 2015. As inscrições estão abertas, a partir desta segunda-feira (26), e seguem até as 23h59 (horário de Brasília) da quinta-feira (29). A consulta às vagas já está disponível no site do programa. Em todo o país, estão sendo ofertadas 213.113 bolsas.

Para se inscrever, o interessado deve ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2014 e ter obtido, no mínimo, 450 pontos na média das notas do exame e nota acima de zero na redação. Para efetuar a inscrição, o candidato deve acessar o site do Prouni e informar seu número de inscrição e sua senha no Enem 2014. O processo seletivo é constituído de duas chamadas sucessivas: a primeira no dia dois e a segunda no dia 19 de fevereiro.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O Prouni é uma alternativa para os alunos que não foram aprovados nas universidades públicas pelo Sisu (Sistema de Seleção Unificada). O programa concede bolsas de estudo integrais e parciais (50%) em instituições privadas de ensino superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros sem diploma de nível superior.

Para concorrer às bolsas do Prouni, o candidato deve cumprir os seguintes quesitos:

Renda: Para as bolsas integrais a renda familiar bruta mensal deve ser de até um salário mínimo e meio por pessoa; para as bolsas parciais, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

Escolaridade: O candidato não pode ter diploma de ensino superior e deve ter feito o Enem 2014 (considerando a pontuação mínima).

Vida escolar: Ter cursado o Ensino Médio completo na rede pública ou na rede privada como bolsista integral da própria escola ou ter cursado o Ensino Médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em escola da rede privada, na condição de bolsista integral da própria escola.

Outros casos: Pessoa com deficiência ou professor da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica e integrando o quadro de pessoal permanente da instituição pública, pode concorrer a bolsas exclusivamente nos cursos de licenciatura. Nesse caso, não há requisitos de renda.

A bolsa do Prouni só poderá ser concedida caso haja formação de turma no período letivo inicial do curso, o que ocorrerá somente se houver o número mínimo necessário de alunos matriculados para a formação de uma turma inicial. Os candidatos pré-selecionados para cursos nos quais não haja formação de turma serão reprovados, tendo direito à bolsa apenas se já estiverem matriculados no respectivo curso.

Secom-PB

 

MEC disponibiliza mais de 2,6 mil bolsas do ProUni em universidades particulares da Paraíba

prouniO Prouni está disponibilizando 2.663 bolsas de estudo em faculdades particulares da primeira edição de 2015 do Programa Universidade para Todos (Prouni) na Paraíba. No site do Prouni é possível fazer a pesquisa por instituição, curso e município.

Número de bolsas
No país, serão ofertadas 213.113 bolsas, sendo 135.616 integrais e 77.497 parciais. Houve um crescimento de 11% em comparação ao processo do primeiro semestre de 2014, em que foram ofertadas 191.625 bolsas.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Nesta primeira edição de 2015 do Prouni, os candidatos poderão concorrer a bolsas de 30.549 cursos em 1.117 instituições de ensino superior privadas.
As inscrições para o Prouni serão abertas nesta segunda-feira (26), mesmo dia em que será divulgada a primeira chamada de aprovados no Sistema de Seleção Unificado (Sisu). O prazo vai até as 23h59 do dia 29.

Seleção
O processo seletivo é constituído de duas chamadas sucessivas: a primeira no dia 2 de fevereiro e a segunda no dia 19 de fevereiro.

Prouni x Sisu
O Prouni é uma alterativa para os alunos que não são aprovados nas universidades públicas pelo Sisu. O programa concede bolsas de estudo integrais e parciais (50%) em instituições privadas de ensino superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros sem diploma de nível superior.

Mesmo quem é aprovado no Sisu em uma universidade pública em outra cidade ou estado, mas não pode se mudar, costuma optar por fazer uma faculdade particular em seu município com bolsa do Prouni.

O candidato pode se inscrever no Sisu e no Prouni, desde que atenda aos critérios do programa. Mas caso seja selecionado nos dois programas, terá de escolher entre a bolsa do Prouni ou a vaga do Sisu.

Critérios
Para concorrer às bolsas do Prouni, o candidato deve cumprir os seguintes quesitos:

1. Renda:
– Para concorrer às bolsas integrais: renda familiar bruta mensal de até um salário mínimo e meio por pessoa
– Para concorrer às bolsas parciais: renda familiar bruta mensal de até três salários mínimos por pessoa

2. Escolaridade:
– Não ter diploma de ensino superior
– Ter feito o Enem 2014, tendo obtido no mínimo 450 pontos na média das notas do exame e não tendo tirado zero na redação

3. Vida escolar:
– Ter cursado o ensino médio completo na rede pública ou na rede privada como bolsista integral da própria escola OU
– Ter cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em escola da rede privada, na condição de bolsista integral da própria escola

4. Outros casos:
– Pessoa com deficiência
– Professor da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica e integrando o quadro de pessoal permanente da instituição pública, pode concorrer a bolsas exclusivamente nos cursos de licenciatura. Nesse caso, não há requisitos de renda.

Bolsas por estado
São Paulo tem 30,8% do total da oferta de bolsas. São 65.710 bolsas no total de faculdades particulares em São Paulo.

Veja as bolsas por estado: São Paulo: 65.710; Minas Gerais: 20.775; Paraná: 19.775; Rio Grande do Sul: 14.848; Santa Catarina: 11.529; Rio de Janeiro: 10.887; Distrito Federal: 10.192; Bahia: 9.334; Goiás: 5.903; Pernambuco: 4.614; Pará: 4.424; Espírito Santo: 3.987; Ceará: 3.457; Maranhão: 3.397; Mato Grosso: 3.051; Amazonas: 2.981; Rio Grande do Norte: 2.944; Mato Grosso do Sul: 2.840; Rondônia: 2.688; Paraíba: 2.663; Piauí: 1.459; Sergipe: 1.366; Alagoas: 1.348; Tocantins: 1.199; Amapá: 760; Acre: 696; Roraima: 286.

O Ministério da Educação disponibilizou a consulta pública às bolsas de estudo em faculdades particulares da primeira edição de 2015 do Programa Universidade para Todos (Prouni). A consulta pode ser feita no site do Prouni por instituição, curso e município.

Número de bolsas
Serão ofertadas 213.113 bolsas, sendo 135.616 integrais e 77.497 parciais. Houve um crescimento de 11% em comparação ao processo do primeiro semestre de 2014, em que foram ofertadas 191.625 bolsas.

Nesta primeira edição de 2015 do Prouni, os candidatos poderão concorrer a bolsas de 30.549 cursos em 1.117 instituições de ensino superior privadas.

Da Redação com G1