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Novo boletim: paciente com suspeita de coronavírus na Paraíba está estável e mantém tratamento com medicamentos

O boletim médico divulgado na tarde desta quinta-feira (27) pelo Hospital Clementino Fraga ao Portal ClickPB revelou que o paciente de 59 anos que está internado com suspeita de infecção pelo coronavírus entrou em processo de medicação. Ele está tomando os medicamentos necessários para amenizar os sintomas de pneumonia e outros similares ao do vírus. Em menos de 24 horas sairá a confirmação ou não se ele está infectado com o novo Coronavírus, o Covid-19. Esse é o primeiro caso suspeito registrado na Paraíba.

De acordo com o secretário de Saúde do Estado, Geraldo Medeiros, radiografias apontaram um quadro de pneumonia e o caso foi considerado suspeito porque o paciente começou a sentir os primeiros sintomas da doença durante o período em que estava na Itália.

O boletim médico divulgado ainda reforça que o paciente está sendo medicado com antibióticos e antivirais.

O homem segue internado desde a terça-feira (25), quando desembarcou no aeroporto de João Pessoa vindo da Itália na última segunda-feira (24). O país europeu já registrou 17 mortes decorrentes do coronavírus e decretou estado de alerta contra a doença.

Em todo o país, segundo o Ministério da Saúde, em coletiva de imprensa, feita na tarde desta quinta-feira (27) em rede nacional, o país já chega perto dos 300 casos suspeitos, além de 1 confirmado.

 

 

clickpb

 

 

Boletim confirma 52 casos de sarampo de janeiro a dezembro na PB

O boletim epidemiológico 6, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Gerência Executiva de Vigilância em Saúde, na Paraíba, aponta que até a 50ª Semana Epidemiológica, encerrada no dia 14 de dezembro, foram notificados 331 casos suspeitos de sarampo, em 81 dos 223 municípios. Do total de notificações, 52 casos (15,7%) foram confirmados, sendo 183 descartados ( 55,3%) e 96 em investigação (29%). Dos 81 municípios com notificação de casos suspeitos, 17 apresentaram confirmação de casos.

De acordo com o boletim, dos casos confirmados, 18 são em crianças menores de cinco anos e 11 em adultos jovens de 20 a 29 anos, que respondem por 55,8% do total de casos confirmados levando em consideração a faixa etária.

No que diz respeito à vacina tríplice viral – protege contra o sarampo, caxumba e rubéola – quando os dados são observados por município, percebe-se que, dos 223 municípios paraibanos, apenas 157 (70,4%) apresentam cobertura vacinal igual ou maior que 95%, até o mês de novembro. No entanto, a cobertura do Estado até outubro estava em 104,16%.

“As recomendações permanecem na manutenção de uma Vigilância Epidemiológica do sarampo nos municípios com equipes de investigação de campo para garantir a oportunidade adequada dos bloqueios e condução dos casos notificados, com oferta da vacina na rotina; busca das crianças menores de cinco anos para avaliação da caderneta e adultos jovens que tiverem viagens para municípios com surtos ativos, devem viajar com a caderneta em dia”, alertou a gerente de Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares.

 

portalcorreio

 

 

PB supera meta de vacinação contra sarampo, aponta boletim

Um levantamento sobre a vacinação contra o sarampo divulgado, no último dia 29, pelo Ministério da Saúde, mostra que o Brasil superou a meta de vacinação com 95% de cobertura vacinal em crianças de um ano. Segundo o boletim, a Paraíba atingiu 95,25% de cobertura. Em todo o Brasil, 14 estados conseguiram atingir o índice ideal de vacinação.

O relatório do Ministério apresenta que dos 223 municípios da Paraíba, 106 estão igual ou superior dos 90% de cobertura vacinal. Os dados foram levantados após primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação, quando crianças de seis meses a menores de cinco anos tiveram a caderneta de vacinação avaliada.

Já a Secretária Estadual de Saúde da Paraíba, apresentou o último boletim no dia 24 de outubro que confirmou 21 casos de sarampo. E foram notificados 273 casos suspeitos em 74 municípios.

Outros estados e nova campanha contra sarampo

Os estados que atingiram a meta de vacinação são: Alagoas, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Espírito Santo, Ceará, Paraná, Santa Catarina, Sergipe, Rio Grande do Sul, Tocantins, Goiás, São Paulo e Paraíba. Em relação aos municípios, 34,5% (1.923) precisam reforçar os esforços para atender a meta de vacinação. A partir de 18 de novembro, a segunda etapa da campanha se inicia. Um novo grupo, composto por adultos de 20 a 29 anos que não estão com a caderneta de vacinação em dia, terão a oportunidade de se vacinarem até 30 de novembro, quando termina a campanha.

Levantamento da situação vacinal

O Ministério da Saúde fez um levantamento de 6,5 milhões de registros da situação vacinal de crianças para análise. Os dados são de crianças de seis meses a menores de cinco anos. Na lista, consta o quantitativo de doses aplicadas da tríplice viral, que protege contra o sarampo, rubéola e caxumba, de cada registro. O documento servirá para que os gestores locais definam estratégias para realização de busca ativa das crianças com o esquema vacinal incompleto.

“A lista das crianças não vacinadas é uma iniciativa do Ministério da Saúde para potencializar o trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias na busca ativa dessas crianças. A medida vai apoiar os municípios no alcance da meta de cobertura vacinal contra o sarampo, para que eles consigam receber o restante dos R$ 206 milhões liberados pela pasta para ações locais de vacinação. Com esse reforço financeiro e a estratégia da busca ativa, os municípios terão fôlego para organizar e implantar mais ações de imunização a quem mais precisa”, destacou o secretário de Atenção Primária à Saúde, Erno Harzheim.

Verificação do cartão de vacina

A orientação do Ministério é que os profissionais de saúde deverão checar se o número de doses aplicadas da vacina é o recomendado pelo Ministério da Saúde para a idade da criança, de acordo com o Calendário Nacional de Vacinação. O objetivo, além de aumentar a cobertura vacinal, é estimular que os gestores atualizem suas bases de dados de vacinação.

Os municípios que contam com o trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes de Combate às Endemias (ACE) podem utilizar os profissionais para a ação, já que eles conhecem as famílias e crianças da sua região. Os municípios que não contam com esses profissionais podem utilizar o serviço das Equipes de Saúde da Família (ESF) e os profissionais que atuam nas unidades de Atenção Primária à Saúde.

 

portalcorreio

 

 

Hospital divulga boletim médico sobre radialista que tentou suicídio no Amigão

O estado de saúde do radialista baiano Aristeu das Mercês Ramos, 53, que tentou se enforcar ontem no Amigão, após a partida entre Campinense x Fluminense de Feira, é considerado grave.

Foto: Paraibaonline/ Arquivo

A informação é da assessoria de imprensa do Hospital de Trauma de Campina Grande, que divulgou boletim médico sobre o caso na manhã desta segunda-feira (12).

O documento diz que o paciente está internado na área vermelha e “segue respirando espontaneamente com oxigênio suplementar”, mas “seu estado de saúde inspira cuidados intensivos”.

– Através de exames de tomografia computadorizada cerebral a equipe médica diagnosticou que não houve lesão cervical e nem cerebral momentâneas. Novos exames serão solicitados e analisados (…) nesta segunda-feira – complementa o boletim.

Ainda não há previsão de alta médica para o cronista de Feira de Santana.

Leia a íntegra do boletim médico divulgado pelo Trauma.

paraibaonline

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Secretaria da Saúde divulga novo boletim da dengue, zika e chikungunya

zikaA Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB) divulgou, nesta sexta-feira (11), mais um boletim da dengue, zika e chikungunya. De acordo com os dados, de 1º janeiro a 5 de novembro de 2016 (44ª semana epidemiológica de início de sintomas) foram notificados 35.938 casos prováveis de dengue. Em 2015, no mesmo período (até 44ª SE), registrou-se 19.380 casos, evidenciando um aumento de 80,25%.

“O pico do aumento dos casos ocorreu no mês de março, entretanto, a partir de maio começou a redução dos números. Dos 223 municípios do Estado, apenas quatro municípios estão silenciosos durante o ano de 2016. É importante evidenciar que sinalizar a possibilidade de casos suspeitos é uma forma de manter todas as equipes de vigilância e assistência atentas para o agravo, o que contribui para o desencadear das demais ações de vigilância epidemiológica e ambiental necessárias para o controle da doença em seu território”, alertou a gerente operacional de Vigilância Epidemiológica da SES-PB, Izabel Sarmento.

Zika Vírus – De acordo com o boletim, foram registrados 4.687 casos suspeitos do vírus Zika, um aumento de 482 casos nas últimas dez semanas. Atualmente, na Paraíba, existem três unidades Sentinelas do Zika vírus implantadas para identificação da circulação viral nos municípios de Bayeux, Campina Grande e Monteiro, conforme recomendação do Ministério da Saúde, entretanto o número de coletas nessas unidades tem sido reduzido.

Chikungunya – Quanto às notificações de suspeita de chikungunya, no período de 1º de janeiro a 5 de novembro de 2016, foram registrados 20.290 casos suspeitos, ou seja, um acréscimo de 2.626 casos nas dez últimas semanas epidemiológicas. “Ressalta-se que a confirmação laboratorial do primeiro caso de chikungunya na Paraíba ocorreu em dezembro de 2015, sinalizando que grande parte da população ainda está suscetível ao adoecimento. Observa-se o pico de casos entre a 13ª e a 20ª semana, correspondente ao 2º trimestre, o que coincide ao período de maior volume pluviométrico e de umidade no ar, favorecendo a proliferação do mosquito”, explicou Izabel.

Até a 44ª semana, foram registrados 106 óbitos suspeitos por arboviroses, sendo 26 com confirmação para chikungunya, e cinco por dengue. Para esclarecimento da causa morte e identificação do perfil dos óbitos, se faz necessário realizar as investigações no âmbito ambulatorial, domiciliar e hospitalar, utilizando o Protocolo de Investigação de Óbitos por Arbovírus Urbanos no Brasil (Dengue, Chikungunya e Zika), instituído pelo Ministério da Saúde no dia 13 de junho de 2016.

“Diante da situação de óbitos recomenda-se aos Serviços de Saúde intensificar as orientações sobre sinais e sintomas de dengue, chikungunya e zika à população, e em caso de adoecimento o usuário deverá procurar imediatamente a Estratégia de Saúde da Família – ESF ou serviço de saúde mais próximo. Destaca-se que a estratégia mais efetiva para evitar os óbitos é a detecção precoce dos casos suspeitos e condução do manejo clínico adequado do paciente, de acordo com o agravo”, explicou Izabel.

LIRAa – A Paraíba realizou, de 24 a 28 de outubro de 2016, o 3º levantamento de índices, para avaliar a infestação predial pelo Aedes aegypti, por meio do LIRAa (Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti) e LIA (Levantamento de Índice Amostral do Aedes aegypti), este último para municípios que possuem até 1.999 imóveis, conforme  preconizado pelo Ministério da Saúde. Os resultados, além de apresentarem a média dos indicadores larvários, revelam os espaços intraurbanos com as áreas de maior densidade de larvas, o que contribui para o direcionamento e consequentemente maior efetividade das ações de combate do vetor.

Dos 223 municípios, até o momento, 181 (81,1%) realizaram os levantamentos. De acordo com esses dados, 24 (13,25%) municípios atualmente estão em situação de risco para ocorrência de surto: Juarez Távora, Picuí, Seridó, Aroeiras, Barra de Santana, Riacho dos Cavalos, Cajazeiras, Nazarezinho, Água Branca, São Bento, Alagoinha, Várzea, Imaculada, Lagoa Seca, Itabaiana, Sousa, Mato Grosso, Rio Tinto, Cacimba de Areia, Desterro, Monteiro, Mulungu, Salgadinho e Teixeira. Estão em situação de alerta 102 (56,35%) municípios, 55 (30,38%) em situação satisfatória e 18,9% municípios não informaram o seu levantamento.

“Solicitamos aos municípios que faltam enviar os seus resultados que agilizem o envio desses arquivos, porque esse levantamento realizado no mês de outubro – LIRAa e LIA – é considerado pelo Ministério da Saúde como o LIRAa Nacional, e seus resultados são amplamente divulgados em todo território brasileiro”, concluiu Izabel Sarmento.

Além disso, Izabel ressaltou que programar ações efetivas para a redução dos Índices de Infestação Predial deve se tornar, de fato, uma preocupação constante, diária e intensa para os gestores municipais. As Secretarias Municipais de Saúde devem implementar, progressivamente, ações previstas no Plano de Contingência para o Controle da Dengue, priorizando sobretudo  o diagnóstico,  tratamento e a redução de ofertas de criadouros para o Aedes. Diante do contexto, a Secretaria de Estado da Saúde orienta intensificar algumas ações, como evitar usar pratos nos vasos de plantas, guardar garrafas com o gargalo virado para baixo, manter lixeiras tampadas, ralos fechados e desentupidos, evitar acumular entulhos, entre outros.

Secom-PB

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Mulher é vítima de espancamento pelo companheiro e decide não registrar boletim

Créditos: Divulgação / Assessoria
Créditos: Divulgação / Assessoria

Uma guarnição comandada pelo sargento Edgley, composta pelos soldados Albervandro e Levi, foi solicitada pelo Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) do 6º BPM de Cajazeiras para se deslocar até o sítio Caeiras, onde, de acordo com informações de populares, um casal teria entrado em vias de fato e a mulher estaria lesionada.

De imediato, a guarnição chegou ao local onde foi constatada a veracidade da informação. Os militares conseguiram prender o suposto acusado e encontraram a mulher caída ao solo e desacordada, em um lugar de difícil acesso. Para conduzir a vítima a um local seguro, os policiais utilizaram duas calças e estacas para improvisar uma maca.

Tanto ela quanto o companheiro foram encaminhados para a delegacia de Cajazeiras, onde a vítima optou por não denunciar a lesão sofrida, utilizando o argumento de que sofreu uma queda.

Ambos foram liberados pelo delegado plantonista após a mulher ter se negado a registrar o boletim.

Assessoria

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Boletim aponta redução de mais de 85% nos casos da influenza na Paraíba

influenzaOs casos de influenza (gripe) registrados na Paraíba apresentaram uma redução a partir do mês de maio, segundo boletim divulgado nesta terça-feira (2) pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). De acordo com os dados, o número de casos caiu 85,95% na comparação entre os meses de abril e junho. No período de 1º de janeiro a 28 de julho de 2016, foram notificados 228 casos para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Desses, em 12,28% (28 casos) foram confirmados o agente etiológico influenza A (subtipo – H1N1), o mesmo que circula desde 2009. Em 31,14% (71 casos) foi descartada a presença do vírus de influenza e os demais seguem em investigação.

O boletim aponta que no mês de junho deste ano foram notificados 17 casos em todo estado. Já em abril, foram registrados 121 casos, enquanto no mês de maio ocorreram 48 notificações.  A redução, segundo a SES, pode estar associada à campanha de vacinação contra a influenza, realizada no mês de maio, quando o Estado atingiu a cobertura vacinal de 90,40%, totalizando 755.045 dos grupos prioritários imunizados.

“A vacina é um fator importante na redução dos casos de influenza, uma vez que atingiu o público-alvo, o que favorecia, até então, o aumento de casos das síndromes respiratórias graves”, avaliou a gerente executiva da Vigilância em Saúde da SES, Renata Nóbrega.

Diante do cenário atual, a Gerência Executiva de Vigilância em Saúde, recomenda a população e a todos os serviços de saúde do estado intensificar as ações de prevenção e controle mencionadas na Nota Técnica Nº 01 de abril de 2016/SES/PB, que contém orientações de prevenção para controle da transmissão de influenza na Paraíba.

Quanto aos óbitos, foram notificados 49 casos de SRAG com suspeitas de algum vírus de influenza, sendo 11 confirmados a identificação viral para influenza A (H1N1), nos municípios de Alagoinha (1); Baía da Traição (1); Cacimba de Dentro (1); Campina Grande (1); João Pessoa (2); Matureia (1); Sousa (1); Jericó (1); Condado (1) e Monteiro (1). Foram descartados 21 casos para o agente etiológico de Influenza e 13 óbitos seguem em investigação. A última comunicação de registro de óbitos suspeitos de influenza foi no mês de junho.

Secom-PB

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Saúde divulga novo boletim da microcefalia na Paraíba

microcefaliaA Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Gerência Operacional de Resposta Rápida, registrou 898 casos de microcefalia em 135 municípios paraibanos, no período de agosto de 2015 até a vigésima nona semana de 2016.

Desses casos, 155 foram confirmados em 62 municípios, com base nos laudos dos exames de imagem e/ou resultados de exames laboratoriais para detecção do vírus zika; 494 descartados para a microcefalia relacionada à infecção congênita e 249 estão sob investigação.

Quanto aos óbitos, dos casos notificados na Paraíba, 25 evoluíram para óbito, sendo confirmados 17, nos municípios de Sapé (2); São José do Sabugi (1); São João do Rio do Peixe (1); São Miguel de Taipu (1); Santa Rita (2); Sossego (1); Olivedos (1); Piancó (1); Parari (1); Nova Olinda (1); São Bento (1); Juazeirinho (1); João Pessoa (1); Conde (1) e Campina Grande (1). Oito foram descartados.

Para outros esclarecimentos, deve-se entrar em contato com o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), da SES, por meio do endereço eletrônico cievs.pb@gmail.com ou pelo telefone 0800-281-0023.

Secom/PB

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Boletim aponta redução de 32,7% dos casos de dengue na Paraíba

dengueA Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou, nesta sexta-feira (6), mais um boletim de notificações de casos dengue e chinkungunya. O segundo boletim de 2015, referente ao período de 1º de janeiro a 3 de março (8ª semana epidemiológica de início de sintomas), mostra que foram notificados 699 casos de dengue na Paraíba.

Ao comparar o número de notificações deste ano com o mesmo período de 2014 (1038), os dados apontam redução de 32,7% dos casos de dengue. Entre esses casos, nove deles foram classificados como dengue com sinais de alarme (um confirmado e oito em investigação) e dois casos de dengue grave em investigação – todos eles sinalizados pelo município de João Pessoa.

“Embora tenha ocorrido uma redução do número de casos, queremos enfatizar aos profissionais de saúde a importância da notificação dos casos suspeitos de dengue para que não ocorra a falta de registro da doença. O Estado precisa ter o conhecimento da magnitude da situação epidemiológica para estruturar as ações de vigilância ambiental e epidemiológica”, frisou a gerente executiva de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde, Renata Nóbrega.

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Até o momento, dois óbitos por dengue seguem em processo de investigação – um no município de Alhandra, no Litoral Sul do estado, e outro no município de Marcação, no Litoral Norte. Os casos aguardam o resultado do laboratório do Instituto Evandro Chagas (IEC), no Pará, e seguem acompanhados pela área técnica e municípios, conforme preconizado pelo protocolo do Ministério da Saúde.

Chinkungunya – Na Paraíba, até a 8ª Semana Epidemiológica, foram notificados três casos suspeitos de Febre de Chinkungunya pertencentes, respectivamente, aos municípios de Pombal, Alhandra e Campina Grande, sendo dois deles descartados e um ainda em processo em investigação, aguardando resultado.

A SES-PB informa que todo caso suspeito de Chikungunya é de notificação compulsória imediata e deve ser informado em até 24 horas às esferas municipal, estadual e federal através dos telefones: 0800.281.0023/ 3218-7331/ 8828-2522.

Em todo o Brasil, até a quinta semana epidemiológica de 2015, foram notificados 771 casos suspeitos de Febre de Chikungunya no Amapá (Oiapoque), Bahia (Feira de Santana, Riachão do Jacuípe, Baixa Grande, Ribeira do Pombal), Distrito Federal (Brasília), Mato Grosso do Sul (Campo Grande) e Goiás (Rio Quente). Em 2014 e 2015, foram ainda registrados 100 casos importados confirmados por laboratório, identificados no Amazonas, Amapá, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima e São Paulo.

Controle do mosquito – Para o controle vetorial, a Gerência de Vigilância Ambiental da SES-PB ressalta que todos os municípios deverão realizar anualmente quatro ciclos de Levantamento de Infestação Predial (LIRAa e LIA), com periodicidade trimestral (janeiro, março, julho e outubro). Para isso, é necessário que todos os 223 municípios paraibanos realizem, na primeira quinzena de março de 2015, o segundo LIRAa ou LIA (este último para municípios abaixo de 2 mil imóveis), com o intuito de avaliação do Índice de Infestação Predial do Mosquito. Os resultados do LIRAa e LIA são importantes para o planejamento das ações de combate à dengue, bem como na prevenção da Febre de Chikungunya.

Através do LIRAa e LIA, existe um indicador entomológico que fornece informações para o direcionamento das atividades de controle do vetor da dengue, que se constitui nos recipientes existentes, isto é, aqueles com condições de acumular água. “Tendo em vista o início do período chuvoso, chega a preocupação com a questão da proliferação dos mosquitos. Os locais com possibilidade de armazenamento de água devem ser devidamente tampados”, alertou Renata Nóbrega.

O indicador é obtido por meio desse levantamento, realizado pelos municípios com periodicidade trimestral (janeiro, março, julho e outubro). Neste levantamento são obtidas informações sobre os recipientes pesquisados e aqueles com larvas de Aedes aegypti (vasos e pratos de plantas; inservíveis como latas, potes e frascos, garrafas e aqueles não removíveis como piscinas, bebedouros de animais, lonas e outros de utilidade para o morador).

 

 

Secom-PB

Paraíba consegue reduzir 59% dos casos de dengue, revela boletim

dengueDos 223 municípios do Estado, 183 registraram casos de dengue. Apesar da abrangência da ação do inseto transmissor do vírus, os casos da doença têm diminuído na Paraíba. A redução foi de 59,41%, segundo a Secretaria de Saúde do Estado. Por outro lado, apenas 40 municípios estão livres da dengue até agora.

De 1º de janeiro a 19 de julho de 2014, foram notificados 5.265 casos suspeitos de dengue na Paraíba, o que representa uma redução de 59,41% em relação ao número de notificações em igual período de 2013, quando foram registrados 12.970 casos. Do total de casos notificados este ano, 1.097 foram descartados e 1.986 confirmados por dengue. Os demais (2.117) seguem em investigação, aguardando o encerramento por parte das Secretarias Municipais de Saúde.

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Os dados constam do 7º boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (31) pela Secretaria de Estado da Saúde, segundo o qual foram notificados ainda 58 casos de dengue com sinais de alarme, sendo que 25 foram confirmados e 33 seguem em investigação. Já como dengue grave foram notificados sete casos, dos quais seis confirmados e um descartado. Quanto ao número de óbitos, não houve nenhuma alteração. Permanecem as cinco mortes por dengue, sendo duas em Campina Grande; uma em Patos; outra em Cuité e uma em Cruz do Espírito Santo. No mesmo período em 2013, foram 13 óbitos confirmados pelo agravo, o que demonstra uma redução de 61,54%.

Veja os 40 municípios da Paraíba livres da dengue até agora: 

Água Branca, Aguiar, Alcantil, Amparo, Aparecida, Assunção, Bonito de Santa Fé, Caiçara, Caldas Brandão, Casserengue, Campo de Santana, Congo, Coxixola, Conceição, Cuité de Mamanguape, Curral Velho, Gado Bravo, Imaculada, Itapororoca, Junco do Seridó, Juripiranga, Lagoa de Dentro, Marcação, Mogeiro, Monte Horebe, Olivedos, Riachão do Bacamarte, Riachão do Poço, Salgadinho, Santa Inês, São Domingos do Cariri, São João do Cariri, São José do brejo do Cruz; São José dos Cordeiros, São Miguel de Taipu; São Vicente do Seridó, Serra da Raiz, Serra Grande, Serraria e Tavares.

Secom PB