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Gasolina a R$ 4 revolta população e grupo organiza boicote a postos de combustível

GasolinaA operação policial que desbaratou o cartel dos combustíveis no DF não foi suficiente para baixar o preço da gasolina na capital. Após os órgãos envolvidos na investigação (Polícia Federal, Ministério Público e Conselho Administrativo de Defesa Econômica) comprovarem que o valor dos produtos está 20% acima devido à combinação de preço entre os empresários, a esperança do brasiliense de economizar em combustível não se concretizou.

No Facebook, um grupo criou o evento “Boicote aos postos de gasolina do DF” e já tem mais de 15 mil apoiadores. A ideia é deixar os carros em casa e não abastecer no próximo dia 22. “Vamos dar um basta nessa farra. Além de não repassarem nosso desconto após a descoberta dos escândalos de corrupção envolvendo preços abusivos, ainda teremo que pagar quase R$ 4 no litro da gasolina?”, diz o texto de descrição do grupo.

O aumento no ICMS dos combustíveis imposto pelo governo local fez o preço dos produtos ter nova alta neste ano.

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correiobraziliense

Após beijo gay e boicote de evangélicos, Babilônia despenca

novelaA novela Babilônia vem registrando péssimos índices de audiência para o padrão que a TV Globo se acostumou a alcançar no horário das 21h com seus folhetins, e boa parte dos jornalistas especializados atribui o fato a um boicote dos evangélicos.

A substituta de Império estreou no dia 16 de março com 33 pontos de audiência, e na terça-feira, marcou 32 e no dia seguinte, 29 pontos segundo medição do Ibope. Como comparação, o último episódio da novela do comendador e sua trupe havia marcado 44 pontos.

Segundo o site TV Foco, os números alcançados no terceiro episódio de Babilônia são inferiores até mesmo aos da novela Em Família, de Manoel Carlos, que foi considerada como a de mais baixa audiência na história da Globo. Em seu terceiro capítulo, Em Família havia alcançado 29,2 pontos, já Babiônia conquistou apenas 26,4 pontos de média, com 28,2 de pico.

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“Não é um número bom para a semana de estreia. Dizem (nos bastidores) que o público mais conservador está fugindo da novela, principalmente os evangélicos (que já estariam organizando um boicote à trama). A cena do beijo entre Teresa (Fernanda Montenegro) e Estela (Nathália Timberg) teria sido o principal problema”, escreveu a jornalista Janaína Nunes, no portal Yahoo!.

O título e o conteúdo da novela escrita pelo trio Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes recebeu muitas críticas de alguns dos principais líderes evangélicos pentecostais, como os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano.

Malafaia disse que a TV Globo “é a principal patrocinadora do homossexualismo” no Brasil, criticando a cena em que duas personagens lésbicas se beijam. Já Feliciano destacou que “não assiste novela” e observou que poderia processar a emissora: “A Globo já demonstrou seu apadrinhamento ao movimento gay. Virou moda. O público é adulto, eu ficaria preocupado e agiria nos rigores da lei caso fosse passado em horários onde crianças tivessem acesso”.

Nas redes sociais, começam a circular imagens incentivando os evangélicos a boicotarem a novela justamente por causa de seu conteúdo. “Apologia ao mal. Produzida para destruir famílias. Compartilhe, não dê espaço para esta ameaça com cara de diversão. Não assista”, incentivou o senador Magno Malta (PR-ES).

Mais Gospel

Gestores da Saúde lamentam fraude e boicote das entidades de classe ao programa Mais Médicos

Programa-Mais-MédicosPela participação de apenas 6% dos 16.530 médicos que inicialmente assinaram o termo de compromisso para o Programa Mais Médicos ficou constatado que houve fraude, segundo o presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), durante anúncio da lista dessa terça (6), em Brasília.

O resultado decepcionante, segundo ele, leva à constatação de que mais de 14 mil médicos fraudaram sua inscrição. “Adulterar dados é fraudar princípios básicos da boa-fé. Isso tem de ser denunciado, assim como o comportamento das entidades médicas que estão preocupadas apenas com o futuro dos médicos e não com a saúde da população”, disse.

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Para Fortunati, que acredita que médicos formados nas melhores universidades brasileiras não tenham dificuldades na hora de preencher um formulário pela internet, houve boicote mesmo. “Lamento esse comportamento, esse boicote das entidades. Temos de discutir a ética dessas entidades”, ressaltou.

Fortunati questionou a falta de médicos até onde há estrutura para o trabalho. Lembrou que em Porto Alegre, quinto colocado no índice de qualidade de atendimento do SUS, há bairros afastados com grande dificuldade para preencher as vagas. “Se os médicos brasileiros não se apresentarem para as vagas existentes, é preciso trazer médicos estrangeiros. A ausência do médico é mais nociva do que qualquer dificuldade de língua”. Ele defende que o ministério abra novas etapas para a adesão dos municípios que ainda não aderiram e que os médicos estrangeiros devem ser contratados.

Na avaliação do secretário de Saúde do Amazonas e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Wilson Alecrim, a baixa participação nesta primeira etapa mostra um déficit de 14.522 médicos para a atenção básica no país. “Fiquei impressionado com o grande número de recusas. Se é que esses quase 15 mil médicos existem, como recusariam uma bolsa no valor líquido de R$ 10 mil, mais apoio moradia e treinamento continuado”, questionou.

Para o gestor, o ministério continua o trabalho para preencher essas vagas, estejam elas onde estiverem ajudando a atender a essa necessidade. “Que os esforços continuem sendo feitos para que possamos solucionar esse que é um dos maiores problemas do SUS.”

Críticos do Programa Mais Médicos, entidades como o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam) têm realizado manifestações em todo o país, protocolado ações na Justiça e, pela primeira vez, retiraram seus representantes de comissões e câmaras ligadas ao governo, como Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e Conselho Nacional de Saúde (CNS), entre outros. Para as entidades, não faltam médicos no país. Eles estariam mal distribuídos, optando pelo trabalho em regiões que oferecem melhores condições de trabalho.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) reafirmou que a baixa adesão ao programa federal ocorreu porque os profissionais brasileiros tiveram dificuldades para se inscrever. O conselho recebeu relatos de médicos que não conseguiram fazer a inscrição, sendo prejudicados. O CFM encaminhou denúncia ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal solicitando o acompanhamento do processo de inscrição.

“Infelizmente, as histórias contadas por nossos colegas mostram que há uma ação deliberada para dificultar a inscrição dos médicos brasileiros no Mais Médicos”, disse em nota o presidente do conselho, Roberto d’Ávila.

Roberto d’Ávila apontou ainda a possibilidade de ter ocorrido facilitação de cadastros a partir de computadores registrados no exterior, em prejuízo dos que têm registro no Brasil. Segundo o conselho, há relatos de médicos do Maranhão, Amazonas, Mato Grosso do Sul e da Paraíba que não conseguiram concluir a segunda etapa do processo de inscrição.

Em relatos recebidos pela entidade, médicos contam que, apesar de terem selecionado trabalhar em cidades do interior, foram lotados em capitais ou regiões metropolitanas. O conselho menciona o caso de um médico baiano que “inicialmente, solicitou inscrição para a cidade onde já morava, Canavieiras, mas foi encaminhado para Itaparica, município vizinho a Salvador, com mais equipamentos do que a primeira opção do candidato”.

Ao rebater as críticas de falhas nas inscrições, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cobra a apresentação de provas, por se tratar de acusações sérias sobre a conduta de servidores. De acordo com Padilha, a maioria dos registros nos conselhos regionais de Medicina (CRMs) considerados inválidos no processo de inscrição foi digitada de forma aleatória propositalmente, e não invalidada por eventuais erros do sistema, como argumenta o CFM.

Para o governador do Acre, Tião Viana (PT), o Brasil precisa de um “choque de realidade”. O calvário dos usuários, a falta de médicos, a vaidade dos acadêmicos, segundo ele, devem ser amplamente debatidos.

“O município de Marechal Taumaturgo, no Acre, paga um salário de R$ 25 mil para médicos e sobra vaga. No também no acreano Jordão o salário é de R$ 24,5 mil e só se conseguiu contatar um médico. Há municípios pagando R$ 28 mil para pediatras atuarem em UTIs neonatais bem equipadas e nem assim se consegue atrair profissionais”, disse. “A elite não compreende o calvário dos mais pobres”, disse.

Para o presidente do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Antonio Carlos Figueiredo Nardi, o resultado parcial não deixa de ser positivo. “São novecentas e tantas equipes que de imediato receberão profissionais. E se os médicos brasileiros não derem conta de atender a essa demanda, que venham os médicos com registro no exterior para esse sacerdócio, que eles venham para dar resposta que a população necessita”, disse.

Com informações da Agência Brasil

Prefeito de Esperança nega boicote a usuários do SUS de Areial

Fotos: internetManoel Ludgério x Anderson Monteiro

 

O prefeito da cidade de Esperança, Anderson Monteiro(PSC), negou na tarde de ontem(10), em entrevista para o Jornal a Cidade, apresentado pelo jornalista Joseilton Belarmino, está boicotando a população da cidade de Areial que procura os serviços de saúde oferecidos pelo Hospital Municipal da cidade de Esperança. A denúncia do boicote foi feita na manhã de ontem pelo deputado licenciado Manuel Ludgério a um site paraibano. O motivo do boicote seria a adesão do prefeito Meda ao governador Ricardo Coutinho.

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O deputado também ligou para o Jornal a Cidade, antes da defesa do prefeito, e disse ter conversado com o prefeito da cidade de Areial Meda, na manhã da sexta-feira (10). Na conversa entre os dois, Meda teria se queixado ao deputado da situação de muitos moradores do município de Areial que teriam sido boicotados ao procurarem a unidade hospitalar.

 

O prefeito Anderson Monteiro negou as denúncias e disse que a população está sendo atendida normalmente. Ele disse também que tudo que foi dito pelo deputado seria uma inverdade.  Anderson Monteiro afirmou que o próprio prefeito de Areial Meda poderia confirmar o que ele estava dizendo. ” O deputado ao invés de está fazendo denúncias sem fundamento deveria trazer alguma coisa para a cidade de Esperança, já que ele nunca fez nada por esta cidade”, salientou Anderson Monteiro.

O site Belarminonoticias.com tentou entrar em contato com o prefeito Meda, o telefone deu desligado ou fora de área.

O deputado Manuel Ludgério disse que irá entrar em contato com o governador Ricardo Coutinho para denunciar a situação. Além de levar o caso as instâncias que fiscalizam a saúde nos municípios.

Confira o que diz uma matéria publicada no site Mais PB:

DENÚNCIA – Hospital boicota população de cidade vizinha após adesão do prefeito

Arnaldo Monteiro acusado de perseguição política no Hospital de Esperança Foto: Reprodução Internet

Arnaldo Monteiro acusado de perseguição política no Hospital de Esperança Foto: Reprodução Internet

Denúncia partiu do deputado Manoel Ludgério; ele acusa Arnaldo Monteiro de perseguição

O deputado estadual licenciado Manoel Ludgério (PSD) denunciou na manhã da quinta-feira (9), em contato com o MaisPB, perseguição política no Hospital Municipal de Esperança a moradores do município de Areial.


De acordo com o deputado, o boicote à população de Areial estaria acontecendo por inspiração do também deputado estadual Arnaldo Monteiro (PSC), pai do prefeito da cidade, Anderson Monteiro (PSC).

Segundo Ludgério, o processo vem ocorrendo desde que o prefeito de Areial, Cícero Meda (PMDB) anunciou adesão ao a ele e ao governador Ricardo Coutinho (PSB).

De lá pra cá, acrescenta Ludgério, a cidade de Areial tem sido impedida de acessar os serviços dos Hospital Municipal, em represália supostamente determinada por Arnaldo e o filho Anderson.

Manoel avisou que já levou o caso ao conhecimento do secretário de Saúde do Estado, Waldson Souza, e denunciará a situação ao Ministério Público. “É um absurdo”, classificou Ludgério.

 

Fonte: MaisPB

Evangélicos organizam boicote a “Salve Jorge” pela internet; Rede Globo responde

 

“Salve Jorge”, nova novela das 21h00 da rede Globo, estreou na segunda-feira (22) e já está no meio de uma grande polêmica. Evangélicos estão usando a internet para promover protestos contra a novela de Glória Perez.

O site Exécito Universal formado por frequentadores da Igreja Universal do Reino de Deus, afirma que trama global fará adoração a “Ogum”.

“Sem que percebam e mesmo que não venerem ‘ogum’, muitos lares evangélicos cederão seus espaços para que a entidade espiritual entre e trabalhe. O termo ‘salve’ denota saudação respeitosa. Ao ressoar no recinto as palavras ‘Salve Jorge’, muitos estarão saudando conscientemente o ‘espírito’”, diz um texto do site.

O site ainda afirma que a novela faz apologia ao lesbianismo e critica as personagens vividas por Vera Fischer (a atriz declarou em entrevista que transará com mulheres na trama), e Thammy Gretchen, assumidamente lésbica na vida real, e que viverá uma policial masculinizada na história.

O blog do bispo Edir Macedo também resolveu juntar forças contra a novela e convocou os fieis a assistirem a novela “Rei Davi” que está sendo reprisada pela Rede Record ao invés da novela da Globo transmitida no mesmo horário.

“Quem é mais importante? Davi, o rei que agradou ao coração de Deus, ou Jorge, um deus pagão travestido de santo? Quem merece sua atenção? Quem é o verdadeiro exemplo?”.  Com o texto foi publicada a imagem de Davi atacando São Jorge montado em um cavalo.

Procurada pelo Virgula Lifestyle, a Rede Globo informou:
“A novela não fala de São Jorge, fala do mito do guerreiro, figura existente em qualquer cultura, religiosa ou não. A única coisa que aparece de São Jorge é o fato de ele ser o padroeiro da cavalaria. É por isso que o personagem de Rodrigo Lombardi é devoto dele, pois pede proteção a cada ação. Com o decorrer da novela no ar isso ficará evidente para todos os grupos”.
Sobre a acusação de incentivar o lesbianismo, a emissora declarou que tal fato não tem veracidade: “Não há sequer referência a lesbianismo na trama”.

Fonte: Vírgula.uol
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