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Serra da Raiz, bode é esquartejado na porta do cemitério em rito macabro

Um ritual macabro atribuído a um ritual de magia negra foi encontrado na entrada do cemitério de Serra da Raiz, na manhã deste sábado (24).

Segundo informações, ao chegar ao local para aguardar um sepultamento o coveiro se deparou com o rito brutal, onde um bode foi esquartejado e deixado ao lado de garrafas de cachaça.

 

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Bode Gaiato: página é liberada após 18h

bodeA página do Bode Gaiato voltou a estar disponível. Um dos mais populares canais de humor sobre a cultura nordestina no Facebook foi retirado do ar na noite de ontem (13) sem nenhum aviso prévio.

“Fui surpreendido ao entrar na página e ver que o Facebook havia despublicado a fanpage, sem nenhum motivo aparente. Entramos com o recurso e estou aguardando a resposta deles”, explicou o administrador Breno Melo.

Depois de entrar com recurso para reverter a situação, a página que tem como grande atração um bode que retrata as situações do dia a dia recifense voltou ao ar na tarde de hoje (14) ainda sem explicação da rede social sobre o acontecido.

Os fãs do personagem fizeram uma campanha nas redes sociais e pedem a volta do bode gaiato. No Instagram, são mais de um milhão de seguidores. “Estou triste, mas na esperança de que volte tudo ao normal”, disse Breno ainda na terça.

Conhecida por mostrar situações cotidianas e “gaiatices” de um bode nordestino, a página além de fazer sátiras com temas que estão em alta no momento, dá visibilidade a expressões típicas do chamado “pernambuquês”, à cultura e aos costumes do povo Nordestino.

Confira a nota divulgada pelo criador:

AVISA QUE O BODE TÁ DE VOLTA!

Gente, eu não tenho nem palavras pra agradecer a todos vocês: fãs, amigos, influenciadores digitais, imprensa… Só digo uma coisa: VOCÊS SÃO FODAAAA! Foi uma mobilização enorme que jamais pude imaginar, eu tenho certeza que os meus seguidores são os melhores do mundo.

Com certeza volto muito mais motivado, só depois de 3 anos e meio tenho noção do que é isso aqui… É um prazer levar um pouco de alegria a todos vocês. Falo do fundo do meu coração que fiquei sem chão por algumas horas… Isso aqui é minha vida, já faz parte de mim, é como se os personagens fossem parte da minha família.

Eu ainda não sei os motivos da página ter sido retirada do ar, estou aguardando alguma resposta do facebook.

OBRIGADO GAIATOS!

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Página do Bode Gaiato no Facebook é retirada do ar

bodeA página Bode Gaiato no Facebook foi retirada do ar. A fanpage do personagem criado pelo empresário caruaruense Breno Melo, em 2013, foi bloqueada, na noite desta terça-feira (13), pelo Facebook. O perfil na rede social tem quase 7 milhões de seguidores.

“Fui surpreendido ao entrar na página e ver que o Facebook havia despublicado a fanpage, sem nenhum motivo aparente. Entramos com o recurso e estou aguardando a resposta deles”, explicou o administrador. “Nosso conteúdo não tem maldade nenhuma. Não entendo o porquê. O Facebook já vinha removendo algumas postagens e hoje foi a gota d’água”.

Conhecida por mostrar situações cotidianas e “gaiatices” de um bode nordestino, a página além de fazer sátiras com temas que estão em alta no momento, dá visibilidade a expressões típicas do chamado “pernambuquês”, à cultura e aos costumes do povo Nordestino.

Os fãs do personagem estão fazendo campanha nas redes sociais e pedem a volta do bode gaiato. No Instagram, são mais de um milhão de seguidores. “Estou triste, mas na esperança de que volte tudo ao normal”, completa Breno.

Diário de Pernambuco

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RAMALHO LEITE – Pedro de Almeida e a “lei do bode”

 

ramalhoSua origem, como de todo Almeida da gema, é a Vila Real do Brejo de Areia. No sobrado de Marinheiro Jorge, seu pai, Rufino de Almeida, tentou o comércio. Sem vocação para esse ramo de negócio, terminou voltando para Várzea, seu engenho de cachaça e rapadura, enquanto os filhos venciam a pé  a distancia entre o engenho e escola, em  Areia. Pedro Augusto de Almeida deixou um dia  esse cenário e, às escondidas, fugiu para a casa de parentes. Fixou-se na Capital onde trabalhou no comércio, continuou seus estudos e se iniciou como missionário da educação. Pelos idos de 1917 vamos encontrá-lo em Bananeiras, como agente fiscal da mesa de rendas, nomeado pelo presidente Camilo de Holanda. Esse mesmo governante o designou professor para a escola noturna de adulto e o prefeito Antonio Barbosa de Farias Coutinho faria o mesmo para as cadeiras de português  e aritmética da escola secundária municipal.

 

Antes de ser professor da escola pública, Pedro de Almeida fundara um externato para receber o alunado do Instituto Bananeirense, fundado em 1906 pelo poeta e advogado Dionísio Maia mas com suas atividades suspensas. Era sonho da comunidade a reabertura daquele educandário, reconhecido, à época, como dos melhores do interior do estado, rivalizando, até, com o Liceu Paraibano. Sua reativação foi efetivada em 1920  e  contou com a direção honorária de Dion&ia cute;sio Maia e a executiva de Pedro de Almeida, seu vice-diretor. Entre seus professores estavam Álvaro de Carvalho e Vieira de Alencar. Este último deixou o Instituto e ingressou no Banco do Brasil. Chegou à sua presidência e exerceu, ainda, eventualmente, o Ministério da Fazenda. O primeiro substituiu o presidente João Pessoa, e foi um dos fundadores da Academia Paraibana de Letras.

 

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A projeção social de Pedro de Almeida terminaria por levá-lo ao exercício da política partidária. Pelas mãos do prefeito José Antonio da Rocha, depois deputado constituinte em 1935, Argemiro de Figueiredo nomeou Pedro de Almeida prefeito de Bananeiras. Os laços familiares o levaram a esse destino. Pedro de Almeida casara-se com uma neta do comendador Felinto Rocha, sogro e tio do cel.José Antonio da Rocha. A prefeitura ficaria na família. O velho coronel iria para a Assembléia Constituinte e Pedro de Almeida ficaria na prefeitura. Testado com êxito na gestão pública, em 1936 seria eleito prefeito com 84% dos votos, destituído em função do golpe do Estado Novo. Nomeado, novamente, por Argemiro, retorna à prefeitura onde permaneceu até 1940.  Na redemocratização,  ganhou assento na Assembléia Constituinte de 1947.

 

Vinculado a uma aristocracia rural, Pedro de Almeida voltou-se para os problemas econômicos que envolviam a produção agrícola e os recursos hídricos indispensáveis. Foi dos primeiros a denunciar a desertificação do Estado em função do desmatamento indiscriminado. A energia a vapor tinha na lenha o seu material de combustão, ”as nossas florestas estão se extinguindo pela ação nefasta do machado”, advertiu em discurso na Assembléia.

 

Maior repercussão, contudo, alcançou a sua emenda à Constituição que ficou popularmente conhecida como Lei do Bode. Inserida nas Disposições Transitórias, proibia a criação de caprinos em regime aberto e definia áreas onde seria permitida a criação, desde que em compartimentos cercados para essa finalidade. “Criado solto, sem disciplina, o bode destruiria a seu talante as plantações constitutivas de sustentação do homem do campo, criando problemas sociais e econômicos graves” justificou Pedro de Almeida, segunda narrativa de seu filho, o imortal Maurílio Almeida. No curimataú, encravado no município de Casserengue, existe um lugar denominado “Travessa” que o vulgo  chama “Trevessa”. A partir dali, os bodes e cabras poderiam atravessar os limites agrícolas e correrem soltos, livres como Deus os criou e Pedro de Almeida  legalizou. Reeleito, Pedro de Almeida faleceu antes de assumir o novo mandato.Para a sua vaga foi chamado o primeiro suplente Humberto Coutinho de Lucena. Mas essa é outra história!

Começa nesta sexta a festa do Bode Rei em Cabaceiras, na Paraíba

A cidade de Cabaceiras, no Cariri da Paraíba, está realizando entre esta sexta-feira (8) e o próximo domingo (10) a 14ª festa do Bode Rei. O festival de caprinos e ovinos foi realizado incialmente para impulsionar os negócios da área na região, mas se tornou uma grande festa e tem muitas atrações este ano para quem visitar a ‘roliúde nordestina’, como é conhecida a cidade.

Durante os três dias, produtores da caprinovinocultura e turismo, técnicos, empresários e público expõem seus produtos, fazem negócios, participam de cursos, feiras de animais e artesanato. E o lazer é o ponto alto do festival, com forró pé-de-serra, shows de bandas regionais e apresentação de grupos folclóricos. Confira a programação completa aqui.

O festival tem como foco a criação de bode e é toda voltada para ele. Por isso, são realizadas competições nada convencionais, como corrida de bode, futebol em que a bola é o bode e o tradicional pega bode, em que os competidores perseguem o animal na caatinga do Cariri.

Novidade
Esta edição terá pela primeira vez a cerimônia do casamento real entre o Bode Rei e a plebeia Cabrinha Leite. É uma apresentação diferente para 2000 pessoas. Sairá um cortejo como se fosse um desfile real pela cidade, com banda filarmônica, charretes e cavaleiros. Além disso, a festa conta com o concurso da maior cabra leiteira e a gincana do bode.

G1