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Bicampeã paraibana, Mayara Rocha vai representar a PB no Brasileiro de Levantamento de Peso, no Rio  

mayara_rochaA atleta de Campina Grande Mayara Rocha Soares, de 23 anos, vai representar a Paraíba no Campeonato Brasileiro Adulto de Levantamento de Peso 2016, que ocorrerá no Rio de Janeiro, desta quarta-feira (05) até a sexta-feira (07) de outubro. A atleta viaja nesta terça-feira (04), levando na bagagem o título de atual campeã paraibana da modalidade, na categoria de até 48k, conquistado com menos de dois anos de treino.

No ano passado, ao sagrar-se campeã paraibana de levantamento de peso, em sua modalidade, Mayara também conseguiu índice para o Campeonato Brasileiro 2015, mas acabou não disputando a competição por falta de patrocínio. Este ano ela conseguiu levantar os custos e está decidida a trazer uma medalha para o estado.

Mayara foi descoberta pelo seu namorado e treinador, Yamande Almeida, quando começou a praticar Crossfit. Na época, Yamande percebeu que Mayara tinha facilidade com os exercícios e resolveu incentivá-la. Ele a levou à presença do treinador da Seleção Paraibana de Levantamento de Peso, Wagner Sousa, que atualmente organiza as suas planilhas de treino, que são aplicadas por Yamande.

De imediato, Wagner identificou potencial na jovem, indicando-lhe para disputar o campeonato estadual, que ocorreria dentro de um mês. Não deu outra: Mayara intensificou os treinos e sagrou-se campeã paraibana na sua categoria, garantindo, também, índice para o Brasileiro. Na época, ela acabou não viajando, por falta de patrocínio, mas pelo índice conquistado, ficou entre as sete melhores atletas do país, em sua categoria.

Esta marca surpreendeu a atleta e os treinadores e acabou incentivando Mayara a se preparar mais para competições futuras. Ele conquistou o índice para disputar o Campeonato Brasileiro 2016 e agora está de olho no certame nacional – que também servirá como seletiva para o sul-americano – com a torcida de todos em Campina Grande e na Paraíba.

A viagem de Mayara está sendo custeada com a ajuda da família, dos amigos e de alguns patrocínios. Porém, o que ela almeja mesmo é garantir um patrocínio que possa estar com ela permanentemente, numa parceria para seus treinos e preparação para as competições que virão pela frente. E, se depender da disposição, do talento e da força desta jovem, os parceiros poderão aparecer muito bem. Basta apostar.

As empresas que quiserem se propor a uma parceria podem entrar em contato diretamente com Mayara, pelo telefone (83) 9 8824-8843.

Ass.Com Comunicação & Marketing

Mocidade Alegre vence o carnaval 2013 em São Paulo e é bicampeã

A escola Mocidade Alegre é a campeã do carnaval de São Paulo em 2013. A agremiação conquistou o bicampeonato com o enredo “A sedução me fez provar, me entregar à tentação… da versão original, qual será o final?”.

A disputa pelo título foi apertada até o último quesito, enredo. A Mocidade estava apenas um décimo de ponto atrás da Rosas de Ouro, que até então liderava nas notas dos juízes. Mas, no critério final, a agremiação sediada no Bairro do Limão levou a melhor e alcançou o bicampeonato, mesmo ficando empatada em 268,9 com a Rosas. A Mocidade teve a nota máxima em enredo, e a Rosas perdeu um décimo de ponto. Por um sorteio realizado no sábado, esse era o critério de desempate mais importante.

A Mocidade já havia ficado em primeiro lugar no ano passado, e foi a terceira a passar pelo Sambódromo do Anhembi na segunda noite de desfiles, na madrugada de sábado (9) para domingo (10). Seu desfile contou com 3.200 componentes, cinco alegorias e 25 alas.

Resultado carnaval 2013 (Foto: Arte/G1)

Neste ano, por causa da confusão na apuração dos desfiles de 2012, as torcidas não acompanharam a leitura das notas no sambódromo. No ano passado, um tumulto interrompeu a apuração.

Um representante da Império de Casa Verde invadiu o local onde eram lidas as notas e rasgou os envelopes durante a divulgação dos pontos do último quesito. Devido à invasão, a apuração teve de ser interrompida. Torcedores na arquibancada começaram a jogar objetos na área dos organizadores até que conseguiram derrubar as grades e entrar no espaço restrito. Houve quebra-quebra e parte da torcida chegou a atear fogo em carros alegóricos que estavam na área da dispersão do sambódromo.

Em 2013, apenas dez representantes de cada escola, previamente cadastrados, tiveram acesso, e cada um deles recebeu uma pulseira com o emblema da escola. Nesta sexta-feira (14), Mocidade Alegre, Rosas de Ouro, Águia de Ouro, Dragões da Real e Império de Casa Verde voltam à passarela para o Desfile das Campeãs.

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Águia penalizada
Para a Águia de Ouro, a terceira colocação tem sabor especial, já que foi a única escola a serpenalizada por estourar o tempo de desfile, e mesmo assim conseguiu se manter entre as primeiras colocações. Ela perdeu 1,1 ponto (1 ponto pelo fato de ter estourado o tempo, e mais 0,1 pelo minuto a mais que esteve na avenida, conforme as regras do carnaval paulista). Se não tivesse estourado, poderia ter sido campeã, se as notas fossem as mesmas.

Veja abaixo como foi o desfile da Mocidade

Em seu desfile campeão, a escola de samba Mocidade Alegre quis chamar a atenção do público e dos jurados com um convite à tentação e à subversão de valores.

 

A escola, que ficou em primeiro lugar no carnaval do ano passado com um enredo sobre o centenário do escritor Jorge Amado, foi a terceira a passar pelo Sambódromo do Anhembi na segunda noite de desfiles, na madrugada de sábado (9) para domingo (10). O desfile contou com 3.200 componentes, cinco alegorias e 25 alas.

Para encenar o enredo “A sedução me fez provar, me entregar à tentação… da versão original, qual será o final?”, a escola usou o bom humor. A ideia era recriar dogmas da humanidade, em uma tentativa de questionar verdades e conceitos que são transmitidos de geração para geração.

O final de lendas e contos de fadas foi transformado ao longo do desfile: Branca de Neve virou uma moça malvada que come criancinhas, a rainha era a mocinha da história, Pinóquio quis continuar boneco de madeira e as madrastas viraram “boadrastas” — foram representadas pelas baianas.

“De tudo aquilo que nos foi contado ao longo dos tempos, até que ponto podemos ser donos dos nossos caminhos e das verdades que nos são apresentadas? Assim, a nossa proposta é nos tornarmos donos dessas histórias e mudarmos esses finais”, disse o carnavalesco Sidnei França.

Pecado original
Batizada de “O poder da sedução”, a comissão de frente convidava o público a morder a “maçã da tentação”. Fantasiados de serpentes, os destaques eram Nani Moreira, que já foi rainha de bateria da Mocidade Alegre e voltou à escola após dois anos afastada, e Robério, que foi o primeiro Rei Momo magro do carnaval de São Paulo.

O carro abre-alas também representava a história do pecado original de Adão e Eva e tinha uma serpetente gigante segurando uma maçã. O rosto da serpente foi inspirado nas feições de Robério.

As alas que vieram depois representavam os pecados capitais. Integrantes vestidos com roupas cheias de doces mostravam a gula. Fantasias com “olhos gregos” (amuletos contra “mau olhado”) encenavam a inveja, plumas de pavão, a vaidade e casais seduzindo-se, a luxúria. Cada um dos 240 ritmistas da bateria usava uma fantasia pontiaguda inspirada em um soco-inglês, mostrando o pecado da ira.

Depois de tantos pecados, veio a ala da redenção. Um carro alegórico subvertia a ideia clássica de céu, mostrando-o como uma grande festa de música eletrônica na qual São Pedro é o recepcionista, que permite ou não a entrada das pessoas. No universo da Mocidade, é para lá que vão os pecadores.

Em alguns momentos, a bateria de Mestre Sombra (que é casado com a presidente da escola, Solange Bichara) fez “paradonas”, deixando o público e os componentes da escola cantarem o samba-enredo. A rainha da bateria era Aline Oliveira.

Editoria (Foto: Editoria de Arte/G1)

Acidente
Adriana Gomes, que por dez anos foi a primeira porta-bandeira da escola, não pôde desfilar no posto neste ano por ter sofrido um acidente. Ela machucou o joelho quando o elevador em que estava, em um prédio de Copacabana, despencou do sétimo andar.

Adriana foi destaque em um carro e foi substituída por Karina Zamparolli, que fez par com o mestre-sala Emerson Ramires.

Os filmes “Avatar”, de James Cameron, “Inteligência Artificial”, de Steven Spielberg, e “O Feitiço de Áquila”, de Richard Donner, foram lembrados em algumas alas.

Também desfilaram componentes fantasiados de vampiros e zumbis, com figurino e maquiagem caprichados. Um dos casais de porta-bandeira e mestre-sala estavam vestidos de Romeu e Julieta.

O quinto setor fechou o desfile mostrando o final que a escola quer para todas as histórias: de muita felicidade. As alas representaram a paz mundial, fartura na mesa do brasileiro e também um carnaval unido em São Paulo.

 

G1