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Deputado Chió (REDE) defende medidas para conclusão de Biblioteca em Picuí

No Dia Internacional do Livro, celebrado neste 23 de Abril, o deputado Estadual Chió (REDE) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa defendendo medidas para a conclusão da Biblioteca de Picuí, no Curimataú do estado.

“Coloco o nosso mandato como ponte de diálogo entre a Prefeitura e o Governo do Estado, para que burocracia nenhuma impeça os estudantes e o povo de Picuí de receberem conhecimento. Todo o Curimataú anseia pela inauguração dessa obra”, reivindicou Chió.

Na oportunidade, o parlamentar antecipou a realização de um Sessão Especial sobre Educação, já na próxima terça-feira (30), na Assembleia Legislativa, por iniciativa do seu gabinete. Além de vice-presidente da Comissão de Educação, Cultura e Desportos da Casa, a educação é uma das bandeiras de luta do mandato parlamentar de Chió.

“Próximo domingo, dia 28, é o Dia Internacional da Educação. Reitero a necessidade de incluirmos a pauta da educação como prioridade de nação, de Estado. Estou propondo uma Sessão Especial na Casa para discutir novas alternativas para a educação paraibana. São várias as cidades que tem apostado na educação como prioridade, essas experiências precisam ser compartilhadas”, antecipou Chió.

O parlamentar defendeu a implantação da Educação Emocional nas Escolas Estaduais, além do fortalecimento de atividades que beneficiem diretamente a Primeira Infância, com ações mais enérgicas voltadas ao desenvolvimento de crianças.

Fonte: Ascom Deputado Estadual Chió (REDE)

 

 

 

Polícia investiga filmagem porno em biblioteca universitária

videoKendra Sunderland gravou o vídeo de 17 minutos a tirar a roupa e a estimular-se e colocou-o no site Pornhub. Em poucos dias e até ser retirado, o vídeo atingiu as 260 mil visualizações.

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A jovem, que segundo os dados colocados no Facebook, vive em Salem, no Estado do Oregon, e que não se matriculou no semestre em curso, foi intimidada para responder por atentado ao pudor e, apesar de não ter sido detida, será levada a tribunal e incorre numa multa que pode atingir 6250 dólares (5500 eruros) e um ano de prisão.

Polícia investiga filmagem porno em biblioteca universitária
FOTO DR

Em várias reportagens feitas na Universidade após a divulgação do caso, os estudantes dizem-se espantados quanto à forma como Kendra conseguiu gravar-se a si própria durante tanto tempo num sítio tão movimentado e que a universidade diz ser usado por 30 mil pessoas por semana.

 

JN

Biblioteca Nacional distribui quase 1 milhão de livros para 1.625 bibliotecas de todo o país

livroA Fundação Biblioteca Nacional (FBN) distribuiu 930.566 livros para 1.625 bibliotecas públicas de todo o país, cadastradas no Portal do Livro da instituição, vinculada ao Ministério da Cultura. Com a entrega, concluída em janeiro último, a FBN cumpriu a primeira etapa do Programa de Ampliação de Acervos do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP), lançado em 2011 e no qual foram investidos R$ 8,4 milhões.

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Os livros foram escolhidos pelas próprias bibliotecas, a partir de uma lista disponibilizada pelas editoras participantes do programa. Segundo a FBN, foram beneficiadas bibliotecas públicas, comunitárias, rurais e pontos de leitura de 1.150 municípios. Mais da metade – 56% – delas não recebiam livros há mais de dois anos.

A redução de custos foi o grande diferencial dessa distribuição, em relação às que foram feitas em anos anteriores pela FBN. A média de preço por exemplar, de R$ 44, caiu para R$ 9,05, com a exigência de que as editoras cadastrassem livros com um custo de até R$ 10. A economia foi 384%.

Outro fator que contribuiu para a diminuição dos custos e para o alcance de um número maior de bibliotecas foi o esquema de distribuição, que envolveu a participação de jornaleiros e pequenos livreiros, sobretudo no interior do país. De acordo com a FBN, foi a solução adotada para se fugir da forte concentração do mercado distribuidor de livros no eixo Rio-São Paulo.

“Além de uma grande economia de recursos e a inclusão de elos mais frágeis da cadeia produtiva, como os autores independentes e as micro e pequenas editoras, esse enraizamento da distribuição nas pequenas cidades foi fundamental para reduzir o preço do livro”, avaliou o coordenador-geral de Economia do Livro da FBN, Tuchaua Rodrigues.

Segundo ele, mesmo com esse processo, o projeto foi executado em um prazo de 15 meses, apenas um pouco mais longo do que os 12 meses dos processos anteriores de compra, quando a própria instituição precisava arcar com os custos da logística.

De acordo com a Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas da FBN, pesquisas apontam a ampliação dos acervos, com a oferta de uma variedade maior de livros, como a principal motivação para que os leitores frequentem mais as bibliotecas, justificando as ações de revitalização desses espaços de fomento à leitura.

“A biblioteca pública é um espaço de criação e formação de leitores o ano inteiro e o mais democrático da leitura independente”, destacou a diretora Antonieta Cunha. Outro dado importante é que um terço dos municípios beneficiados nessa distribuição está localizado nas regiões de maior vulnerabilidade social, os chamados territórios da Cidadania.

Segundo Antonieta Cunha, a Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas está preparando um novo edital, para atender às 489 bibliotecas não contempladas na primeira fase do programa. São unidades cujos pedidos não puderam ser atendidos pelas editoras, livrarias e distribuidoras. A expectativa é de que até meados deste ano tenham sido atendidas, nas duas fases, 2.114 bibliotecas de 1.564 municípios.

Desta vez, as editoras participantes do programa deverão cadastrar livros que podem ser produzidos a um custo de até R$ 10, com tiragem de 4 mil exemplares. O preço baixo não ficará restrito à aquisição pelo Programa de Ampliação de Acervos: as editoras terão que se comprometer a imprimir mais uma edição, com o mesmo número de exemplares, para venda nas livrarias, aos consumidores comuns.

 

 

 

 

Paulo Virgilio
Repórter da Agência Brasil

Biblioteca do Campus da UEPB Guarabira passa a funcionar com sistema automatizado

uepb-gbaA Biblioteca Professora Maria do Carmo de Miranda do Campus III da Universidade Estadual da Paraíba (UEB) reiniciou suas atividades no semestre letivo 2013.1 funcionando de forma automatizada. Tal mudança traz inúmeros ganhos aos nossos usuários, como precisão na busca por materiais informacionais, pesquisa on-line, renovação e reserva de livros via internet.

Além disso, está sendo oferecido aos usuários o serviço de DSI (Disseminação Seletiva da Informação), no qual os alunos cadastram os assuntos de seu interesse e recebem avisos automáticos via e-mail com informações sobre a chegada de novos materiais pertinentes a sua área de interesse na biblioteca.

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Os usuários da Biblioteca do Campus III estão sendo capacitados para o uso do novo sistema. Em um primeiro momento está sendo feito o recadastramento de todos os usuários. Para isso, a direção da biblioteca solicita que os usuários (alunos, servidores e professores) apresentes seus documentos originais de acordo com a categoria de cadastro (alunos: comprovante de residência, comprovante de matrícula 2013.1 e carteira de identidade; técnicos-administrativos/docentes: comprovante de residência, contracheque e carteira de identidade). No momento do recadastramento cada usuário será fotografado.

De acordo com o professor Belarmino Mariano Neto, diretor do Centro de Humanidades, “a automação da Biblioteca do Campus III pode ser considerada um marco, pois a partir desta nova fase contamos com um mecanismo favorável aos nossos serviços, tendo em vista que agora podemos oferecer dinamicidade no que concerne as atividades de disseminação da informação”.

Por: Ascom CH

Em 72,5% das escolas da rede pública não há biblioteca

O Brasil precisa construir 130 mil bibliotecas até 2020 para cumprir a Lei 12.244, que estabelece a existência de um acervo de pelo menos um livro por aluno em cada instituição de ensino do País, tanto de redes públicas como privadas. Hoje, na rede pública, apenas 27,5% das escolas têm biblioteca.

Para equipar todas as 113.269 escolas públicas sem biblioteca, seria necessária a construção de 34 unidades por dia, segundo um levantamento realizado pelo movimento Todos Pela Educação com base no Censo Escolar 2011. O estudo também faz uma comparação com números do Censo 2008 e mostra que, mesmo as escolas construídas nos três anos seguintes (foram 7.284 novas unidades) não contemplam o espaço: apenas 19,4% dessas novas instituições têm biblioteca.

 

Os Estados mais carentes são os das Regiões Norte e Nordeste, que tradicionalmente têm infraestrutura escolar precária, com escolas que chegam a funcionar em construções sem energia elétrica e saneamento básico. Na rede municipal do Maranhão, por exemplo, só 6% das escolas têm biblioteca.

André Durão

Brasil precisa construir 34 bibliotecas por dia para cumprir meta

O que destoa da lista, no entanto, é o aparecimento do Estado de São Paulo com um dos piores resultados do ranking, com 85% das unidades de sua rede pública (escolas estaduais e municipais) sem biblioteca. São 15.084 unidades sem o equipamento. Um enorme prejuízo, se considerado os resultados da edição 2012 da pesquisa Retratos do Brasil, que mostrou que, entre os 5 e 17 anos, as bibliotecas escolares estão à frente de qualquer outra forma de acesso ao livro (64%). “Isso mostra que só a legislação não é suficiente, porque tem lei que realmente não pega”, afirma Priscila Cruz, diretora do Todos pela Educação.

Quando se analisa o déficit por nível de ensino, vê-se, ainda, que as instituições de ensino infantil são as mais prejudicadas: enquanto 82% das escolas de ensino profissional e 52% das de ensino médio construídas após 2008 possuem biblioteca, apenas 10% das de ensino infantil têm o espaço.

Uma opção que é um contrassenso, argumentam os educadores, já que é na faixa etária dos 5 anos que a criança está descobrindo a língua escrita e tem de ser estimulada à descoberta e ao gosto pela leitura. No ensino médio, o estudante já teria acesso a outros ambientes de leitura.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

José Martins, o Popular Zuca, biblioteca viva da História de Solânea e do grande Brejo Paraibano

Solânea  PB – Detentor de uma facilidade imensurável de guardar o registro dos fatos verificados ao seu redor, o Solanense José Martins, o popular Zuca, sempre foi tido e classificado como uma espécie de biblioteca viva dos variados fatos, atos e relatos que se verificam ao seu redor.

Preciso na colocação de datas, nomes e aspectos outros, Zuca, que no passado não muito distante, foi um destacado atleta, de memoráveis times que deixaram seus exemplos para a história municipal, memoriza também,  história da arquitetura local, contando, inclusive, pormenores que historiaram suas construções.

Preocupado com tudo isso, o DIÁRIO DO BREJO foi até o mesmo, buscou um espaço na sua agenda diária e quis saber vários enredos que fazem parte da história Solanense, a exemplo de personalidades, encontros, celebrações, entre diversos outros pontos considerados de grandes valores.

Além disso, seu nome foi escolhido pela maioria e figurou por diversos anos, como Vereador, planejando ideias, articulando planos de ações e idealizando pensamentos em favor da coletividade, como um todo.

Todos estes fatos, encontram-se devidamente registrados pelo DIÁRIO DO BREJO.COM, como uma espécie de prestação de serviços à cultura e à historiografia local, numa tradução exemplar dos princípios éticos da dignidade e decência vividos e propagados pelo mesmo, em toda sua caminhada de vida.

 

 

diariodobrejo.com

Pedreiro sergipano funda maior biblioteca comunitária do país

 

A vida em função da construção do conhecimento. Esse é o lema do pedreiro sergipano Evando dos Santos, que dedicou e continua dedicando seus dias à manutenção de um sonho, a maior biblioteca comunitária do país, localizada na Vila da Penha, subúrbio do Rio de Janeiro.

Os pilares foram fincados na própria casa, onde ele calcula ter reunido mais de 40 mil livros. Atualmente, a biblioteca funciona em um prédio próprio, desenhado pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer, no mesmo bairro.

É na edificação de três andares que funciona a Biblioteca Comunitária Tobias Barreto de Meneses. Criada em 17 d e julho de 1998, recebeu o nome do autor preferido do pedreiro, que é seu conterrâneo.

Nessa biblioteca, as regras para o empréstimo são simples: o leitor preenche um cadastro e pode ficar com o volume pelo tempo que achar necessário. “Se a pessoa não devolve o livro é porque precisa”, diz Evando dos Santos.

Cheio de orgulho, Evando diz que esse era seu sonho: uma biblioteca sem “burrocracia”, funcionando de domingo à domingo. Segundo ele, com livros que não se encontram na Biblioteca Nacional. Exemplo disso é uma gramática da língua bunda que era a falada pelos escravos.

Oscar Niemeyer

Com a casa abarrotada de livros empilhados por todos os cômodos, Evando percebeu que precisava de um espaço definitivo para abrigar os livros. E a ajuda veio de maneira inesperada. Com a ousadia que o caracteriza, Evando ligou para um programa de TV que entrevistava ao vivo o arquiteto Oscar Niemeyer. “A minha ligação entrou no ar e ele prometeu me ajudar. Foi uma pessoa divina. Fui a casa dele que me ouviu por uma hora. Um mês depois ele me entr egou o projeto da biblioteca”, lembrou.

Eram idos de 2002. O ministério da Cultura autorizou a captação de recursos e a prefeitura concedeu à biblioteca o título de utilidade pública. Mas Evando amargou mais quatro anos tentando conseguir que o projeto saísse do papel. Finalmente em 2006, o BNDES investiu no projeto e as obras começaram. Em 12 de dezembro de 2008, o novo prédio da biblioteca foi inaugurado.

Calçada da Fama

Com a cabeça cheia de ideias, Evando não limita seus projetos às atividades na biblioteca. Promove “arrastões literários” em vários bairros do Rio, distribuindo livros da zona norte à zona sul. Ajudou a fundar bibliotecas comunitárias em várias cidades do País e até no exterior. Evando doou 15 mil livros para o processo de reconstrução de Angola, devastada pela guerra civil.

Evando pintou na principal praça da Vila da Penha, a praça do largo do Bicão, uma calçada da fama, estrelas com os nomes de personalidades ligadas à história do bairro e/ou da biblioteca especificamente. O projeto foi incorpor ado na última reforma da praça, a pintura deu lugar à placas de metal cravadas no concreto. Para o bairro que ama, escreveu um livro, contando a história do lugar através dos moradores mais antigos.

Reconhecimento

A Academia Brasileira de Letras homenageou o pedreiro em 2007. Evando foi condecorado com a medalha comemorativa dos 110 anos da entidade. A Câmara de Vereadores e a Assembleia de Legislativa do Rio de Janeiro concederam a medalha Pedro Ernesto e Tiradentes respectivamente.

A cineasta Anna Azevedo produziu e dirigiu o documentário Homem-Livro contando a história de Evando durante a mudança da biblioteca da casa de Evando para o prédio projetado por Niemeyer. O curta ganhou o prêmio de melhor filme do Júri Popular e de melhor direção do júri oficial do Festival de Brasília em 2006.

“O que me impressionou naquela casa foi que os livros eram os grandes reis daquele espaço. Uma casa labiríntica E um personagem que tem um a compulsão pelos livros e em dividir o saber, o conhecimento”, explicou a cineasta.

Fonte: UOL

Jornais e revistas antigos são digitalizados pela Biblioteca Nacional

Correio de São Paulo, entre os destaques do projeto de digitalização da memória documental da hemeroteca da Biblioteca Nacional (reprodução)

A  Fundação Biblioteca Nacional criou a Hemeroteca Digital, um vasto acervo digital de publicações impressas antigas que datam desde o começo do século XIX. Desde julho as digitalizações podem ser acessadas gratuitamente. São cerca de cinco milhões de páginas de jornais, revistas, anuários e boletins que marcaram a história da imprensa do país.

Ângela Bittencourt, coordenadora da Biblioteca Nacional Digital e responsável pelo projeto, explica que a digitalização dos acervos é importante, principalmente, por duas causas que dão a razão de ser da Biblioteca Nacional: a preservação dos documentos e o maior acesso a eles. “A preservação e o acesso à memória documental brasileira são as missões da Biblioteca, e o jornais fazem parte importantíssima dessa memória”.

Ela ressalta que as documentações digitalizadas podem ser consultadas sem serem manuseadas, o que poderia causar danos aos impressos. “Dar acesso para alguém manusear o jornal é ir contra a preservação”, diz.

Outro fator que deve ser levado em conta é democratização dos acessos por parte da população. “Há a superação de limites geográficos. Qualquer um, a qualquer hora e em qualquer lugar do mundo pode acessar esses documentos”.

Para a realização do projeto, R$ 6 milhões foram financiados pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), empresa pública ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, que financia e apoia iniciativas de inovação tecnológica.

A microfilmagem, uma tecnologia de digitalização mais adequada ao frágil material com que os jornais eram feitos, possibilita uma maior velocidade ao ritmo de digitalizações: O número pode chegar a 30 mil por dia.

Segundo a coordenadora do projeto, até o final do ano cerca de 10 milhões de páginas devem compor o acervo.

No portal (www.hemerotecadigital.bn.br), a ferramenta de pesquisa por palavra é uma inovação, ressalta Ângela. “A pesquisa por palavras no arquivo completo facilita muito a pesquisa dos internautas”. Lembrando das diferenças da grafia antiga para a atual, Ângela lembra que, em breve, o portal contará com um dicionário de época, que mostrará as equivalências entre as palavras escritas de forma diferente.

À frente do projeto estão 21 pessoas que compõem uma equipe interdisciplinar. São historiadores, arquivistas, bibliotecários, técnicos em fotografia e literatos, que além de se encarregarem das digitalizações, produzem artigos sobre os impressos antigos, contextualizando historicamente a trajetória de cada um. Este conteúdo também está disponível no site da Hemeroteca.

Todos os impressos que estão sendo digitalizados são do arquivo da Biblioteca Nacional, que, segundo Ângela, possui o maior acervo de periódicos no país. Os mais antigos, já disponíveis na para consulta, são o Correio Braziliense, considerado primeiro jornal brasileiro, publicado em 1808 como oposição à coroa portuguesa, e a Gazeta do Rio de Janeiro, primeiro jornal impresso no Brasil, também de 1808.

O projeto da Hemeroteca foi iniciado no começo do ano passado. O Jornal do Brasil , disponível apenas em versão online desde 2010, terá até o final do ano suas edições digitalizadas e será a publicação mais recente do acervo.

Outras publicações disponíveis para consulta são: O Espelho, Reverbero Constitucional Fluminense, O Jornal das Senhoras, O Homem de Cor, Marmota Fluminense, Semana Illustrada, A Vida Fluminense, O Mosquito, A República, Gazeta de Notícias, Revista Illustrada, O Besouro, O Abolicionista, Correio de S. Paulo, Correio do Povo, O Paiz e o Diário de Notícias.

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