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Pacote de Dilma criminaliza caixa 2 e prevê confisco de bens

dilmaPressionada pelos protestos contra o seu governo no último domingo, a presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira um pacote de medidas anticorrupção que prometeu na campanha eleitoral. Entre as propostas, está a criminalização da prática de caixa dois, o confisco de bens adquiridos de forma ilícita e traz como novidade a instituição de ficha limpa para todos os cargos de confiança em todas as instâncias nos três poderes, incluindo conselhos de administração e fiscal de estatais, como a Petrobras.

Em meio ao escândalo de corrupção da estatal, Dilma anunciou durante a campanha eleitoral ideias para evitar a impunidade de corruptos. Em seu discurso de posse no Congresso Nacional, no início do ano, Dilma se comprometeu a apresentar o projeto até o fim do primeiro semestre, mas decidiu acelerar o plano em meio ao crescimento da rejeição de seu governo.

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Com a prisão de ex-diretores da Petrobras, o governo pretende levar o critério da lei da Ficha Limpa, que proíbe a candidatura de políticos que cometeram crimes, à administração pública. “Esses mesmos critérios devem ser colocados para todos os cargos de confiança”, disse o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

O governo também quer tornar crime o aumento de patrimônio injustificado por agentes públicos. Outros pontos do pacote preveem a aceleração de processos sobre desvio de dinheiro e a perda de bens adquiridos com dinheiro ilícito de forma antecipada.

Terra

Por maioria no TCU, Graça Foster não terá bens bloqueados

graçaPor maioria, o plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira (11) não tornar indisponíveis os bens da ex-presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, dentro do processo que investiga irregularidades na compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, em 2006. Segundo o TCU, o negócio causou à estatal um prejuízo de US$ 792,3 milhões.

A decisão foi tomada por cinco votos a favor e três contra.

“A Petrobras está doente e precisa, em curto espaço de tempo, definir com precisão o melhor diagnóstico para as causas dessa doença”, declarou o ministro Augusto Nardes, que votou pela indisponibilidade dos bens de Graça Foster. “Dessa situação que estamos vivendo, o caso de Pasadena representa apenas um claro sintoma dessa doença. É importante mudança de rumos no trato de questões críticas dessa companhia. Em vários momentos, o TCU já alertou que é necessária reformulação na forma de contratação.”

O julgamento ocorreu após 3 adiamentos. Em agosto de 2014, o ministro Aroldo Cedraz pediu vista. Nas outras duas, a proposta havia sido retirada de pauta pelo próprio relator do processo, ministro José Jorge, que alegou necessidade de analisar novas informações.

Troca de comando
Na semana passada, a Petrobras anunciou que Maria das Graças Foster, e outros cinco diretores da petroleira renunciaram ao cargo. A saída da diretoria aconteceu em meio às investigações da Operação Lava Jato de um escândalo de corrupção na estatal e à dificuldade da atual gestão da companhia para quantificar os prejuízos com fraudes em contratos de obras durante anos.

Na última sexta-feira (6), a estatal informou que o Conselho de Administração da companhia aprovou “por maioria” a eleição de Aldemir Bendine – até então presidente do Banco do Brasil – para a presidência da empresa.

Primeira decisão do tribunal
Em julho do ano passado, o plenário do TCU aprovou, por unanimidade, relatório do ministro José Jorge que aponta prejuízo de US$ 792,3 milhões à Petrobras pela compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, em 2006.

O acórdão cita como possíveis responsáveis pelo prejuízo ex-membros da diretoria da Petrobras, entre eles o ex-presidente da estatal José Sérgio Gabrielli, o ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró e o ex-diretor de Abastecimento e Refino Paulo Roberto Costa, preso em uma operação da Polícia Federal suspeito de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas (envio de recursos para fora do país sem declará-los). Todos eles tiveram os bens bloqueados.

Ao tornar os bens dos suspeitos indisponíveis, o tribunal visa garantir recursos para ressarcir a empresa no caso de uma condenação ao final do processo, que ainda está em fase inicial. Os suspeitos ainda vão apresentar suas defesas para análise do tribunal.

O TCU não apontou entre os possíveis responsáveis a presidente Dilma Rousseff, presidente do conselho de administração da Petrobras na época da compra de Pasadena. Isso significa que, no entender do TCU, ela não teve responsabilidade pelo prejuízo. Antes, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, havia determinado o arquivamento de apuração para averiguar se houve crime, por parte de Dilma, na aquisição da refinaria.

Entenda o caso
Acompra da refinaria de Pasadena negócio também é alvo de investigações da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF), por suspeita de superfaturamento.

A aquisição de 50% da refinaria, por US$ 360 milhões, foi aprovada pelo conselho da estatal em fevereiro de 2006. O valor é muito superior ao pago um ano antes pela belga Astra Oil pela refinaria inteira: US$ 42,5 milhões. Depois, a Petrobras foi obrigada a comprar 100% da unidade, antes compartilhada com a empresa belga. Ao final, aponta o TCU, o negócio custou à Petrobras US$ 1,2 bilhão.

 G1

TCU pode bloquear bens de presidente da Petrobras, diz ministro

tcuO Tribunal de Contas da União (TCU) pode tornar indisponíveis os bens da presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, dentro do processo que visa compensar os prejuízos causados pela compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, segundo reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo”.

De acordo com a publicação, o ministro do TCU José Jorge, relator do processo sobre Pasadena, afirmou que, por erro de técnicos do próprio tribunal, o nome de Graça Foster deixou de ser incluído entre os possíveis responsáveis pelo prejuízo. Ao G1, o TCU confirmou que Jorge deu a declaração ao jornal.

Nesta quarta (6), o tribunal deve votar a correção da sua decisão do último dia 23, com a inclusão do nome de Graça Foster entre os executivos suspeitos de responsabilidade pela compra da refinaria pela Petrobras. A indisponibilidade dos bens tem o objetivo de garantir recursos para o ressarcimento da empresa.

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O Tribunal de Contas da União (TCU) pode tornar indisponíveis os bens da presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, dentro do processo que visa compensar os prejuízos causados pela compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, segundo reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo”.

De acordo com a publicação, o ministro do TCU José Jorge, relator do processo sobre Pasadena, afirmou que, por erro de técnicos do próprio tribunal, o nome de Graça Foster deixou de ser incluído entre os possíveis responsáveis pelo prejuízo. Ao G1, o TCU confirmou que Jorge deu a declaração ao jornal.

Nesta quarta (6), o tribunal deve votar a correção da sua decisão do último dia 23, com a inclusão do nome de Graça Foster entre os executivos suspeitos de responsabilidade pela compra da refinaria pela Petrobras. A indisponibilidade dos bens tem o objetivo de garantir recursos para o ressarcimento da empresa.

José Jorge, de acordo com o jornal, disse que Graça Foster fez parte da diretoria da Petrobras no final das negociações para a compra de Pasadena, quando passou a ocupar o cargo de diretora de Gás e Energia. Por isso o nome dela deve ser incluído agora.

Primeira decisão do tribunal
No dia 23, o plenário do TCU aprovou, por unanimidade, relatório do ministro José Jorge que aponta prejuízo de US$ 792,3 milhões à Petrobras pela compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, em 2006.

O acórdão cita como possíveis responsáveis pelo prejuízo ex-membros da diretoria da Petrobras, entre eles o ex-presidente da estatal José Sérgio Gabrielli, o ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró e o ex-diretor de Abastecimento e Refino Paulo Roberto Costa, preso em uma operação da Polícia Federal suspeito de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas (envio de recursos para fora do país sem declará-los). Todos eles tiveram os bens bloqueados.

A decisão, porém, não é uma condenação. A partir dela, os suspeitos apontados terão prazo para apresentar suas defesas e, depois, um novo relatório será produzido pelo tribunal. Nele, valores poderão ser alterados, e nomes podem ser incluídos ou excluídos após a análise de novas provas e documentos.

O texto não aponta entre os possíveis responsáveis a presidente Dilma Rousseff, presidente do conselho de administração da Petrobras na época da compra de Pasadena. Isso significa que, no entender do TCU, ela não teve responsabilidade pelo prejuízo. Antes, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, havia determinado o arquivamento de apuração para averiguar se houve crime, por parte de Dilma, na aquisição da refinaria.

 

 

G1

Conheça os bens arqueológicos tombados no Brasil

Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí, é tombado arquiologicamente
Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí, é tombado arquiologicamente

Com o objetivo de preservar bens de natureza material de valor arqueológico, impedindo que venham a ser destruídos ou descaracterizados, os bens são tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Todos os sítios arqueológicos são definidos e protegidos pela Lei nº 3.924/61, sendo considerados bens patrimoniais da União. O tombamento de bens arqueológicos é feito, excepcionalmente, por interesse científico ou ambiental. Atualmente, cerca de 19 mil sítios arqueológicos estão identificados pelo Iphan e as informações podem ser obtidas no Sistema de Gerenciamento do Patrimônio Arqueológico.

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São considerados sítios arqueológicos as jazidas de qualquer natureza, origem ou finalidade, que representem testemunhos da cultura dos paleoameríndios; os sítios nos quais se encontram vestígios positivos de ocupação pelos paleomeríndios; os sítios identificados como cemitérios, sepulturas ou locais de pouso prolongado ou de aldeamento “estações” e “cerâmios; e as inscrições rupestres ou locais e outros vestígios de atividade de paleoameríndios. Confira a lista dos bens tombados pelo Iphan:

Fonte:
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

Ricardo corrige declaração e valor dos bens do candidato cresce mais de meio milhão em 4 anos

rc_bens1O candidato à reeleição para o governo do estado, Ricardo Coutinho (PSB), entrou com um requerimento no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) pedindo que o valor dos bens declarados por ele, no registro de candidatura, fosse corrigido. O documento foi juntado ao processo judiciário e a modificação foi feita.

A correção aumentou o valor dos bens do candidato em R$ 80 mil. Anteriormente ele havia declarado um patrimônio de R$ 1.325.603,81. Com a modificação, os bens de Ricardo passaram para R$ 1.405.603,81. Os novos números apresentados pelo socialista no TRE revelam um aumento de 62% em seus bens, se comparado ao declarado em 2010, quando seu patrimônio era de R$ 866.698,44.

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Ricardo é o candidato ao governo com maior valor em bens declarados. Ele acrescentou, de 2010 a 2014, aproximadamente R$ 503.905 mil reais ao seu patrimônio.

O candidato do PMDB, Vital do Rêgo Filho (PMDB), tem R$ 976.556,45. O tucano, Cássio Cunha Lima, tem R$ 874.430,46 em bens.

 

Blogdogordinho

 

Bens de candidatos ao governo e ao senado apresentam crescimento de até 149% em 2014

eleiçoes-destaque_interno.A maioria dos candidatos ao governo do estado e ao senado obtiveram acréscimos em seus bens em relação à declaração registrada na justiça eleitoral em 2010. A constatação é feita se compararmos o patrimônio declarado na última eleição com os dados registrados no TRE-PB para o pleito de 2014. Alguns obtiveram um crescimento de até 149%.

Ricardo Coutinho (PSB), atual governador do estado, declarou em 2010 que possuía bens no valor de R$ 866.698,44. Já nesta última declaração registrada no TRE, o chefe do executivo estadual informou que seu patrimônio somava R$ 1.325.603,81. O candidato à reeleição acrescentou de 2010 a 2014 aproximadamente 458 mil reais ao seu patrimônio, ou seja, um crescimento de 52,94%.

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Cássio Cunha Lima (PSDB), também postulante ao Palácio da Redenção, somava em 2010 R$ 642.645,00. Em 2014, o candidato registrou na justiça eleitoral que possuía bens avaliados em R$ 874.430,46. Um aumento de aproximadamente R$ 231 mil no patrimônio. O patrimônio do tucano cresceu 36%

O senador Vital do Rêgo Filho (PMDB), candidato ao governo do estado somava em 2010 R$ 888.842,05. Para 2014, o peemedebista declarou ao TRE possuir bens no valor de R$ 976.556,45. Um acréscimo de mais de R$ 87 mil reais, um crescimento patrimonial de 9,86%.

Major Fábio Rodrigues (Pros), também candidato ao governo do estado, declarou em 2014, que possui bens no valor de R$ 339 mil. Nas eleições de 2010 ele declarou que tinha bens na ordem de R$ 136.014,16. Significa um crescimento de 149,2%.

O candidato ao governo da Paraíba pelo Psol, Tárcio Teixeira, informou ao TRE que possui R$ 252.928,00. Antônio Radical (PSTU), candidato ao governo, não aparece na relação de candidatos com bens declarados pelo TRE paraibano.

Senadores

De acordo com os dados do TRE, o candidato a senador que possui o maior patrimônio é o ex-governador e candidato ao senado José Maranhão (PMDB). O peemedebista tinha, em 2010, R$7.429.880,68 em bens. Para 2014, Maranhão declarou que seu patrimônio somava R$ 8.830.629,26. Com base nesses dados se constata que o ex-governador obteve um acréscimo de R$ 1,4 milhões em quatro anos, ou 18,8%.

O deputado federal e candidato ao senado Wilson Santiago (PTB), declarou em 2010, que seus bens somavam R$ 659.809,28. O postulante ao senado federal informou ao TRE que possuía em 2014, R$ 715.666,46 em patrimônio. Um acréscimo de mais de 55 mil reais, ou 8,46%.

Jony Melo do Blog do Gordinho

Polícia investiga fraudes em cartório de CG na transferência de bens de pessoas mortas

Caixas de documentos, supostamente irregulares, foram apreendidas nessa quarta-feira (21), durante a Operação Falsário deflagrada pela Polícia Civil de Campina Grande, no Agreste paraibano. Ação policial foi em cumprimento a mandados de busca e apreensão em duas sedes dos cartórios distritais de Catolé de Boa Vista, que foram fechadas até o fim da investigação. Ninguém foi detido

De acordo com Francisco Iasley Almeida, delegado de defraudações de Campina, após dois meses de investigações, os policiais civis foram em busca de documentos que comprovassem irregularidades nas transferências de imóveis e veículos.

“Através das denúncias começamos a apurar os fatos e conseguimos apreender diversos documentos em duas sedes dos cartórios de Catolé de Boa Vista, uma localizada na zona rural da cidade e outra no bairro das Malvinas”, comentou o delegado.

Segundo o delegado, entre os documentos apreendidos estão inscrições públicas, cartões de assinaturas e procurações públicas.  “Quando começamos a inspecionar o local, encontramos autenticações rasgadas dentro do lixo. Recolhemos o material e o documento será periciado”.

O policial adiantou que as investigações apontaram que “o cartório teria falsificado documentos de mortos e transferidos veículos para outras pessoas de forma ilegal. Eles alteravam a assinatura e conseguiam transferir o veículo como se o morto tivesse feito em vida”.

Os documentos apreendidos serão periciados e analisados pela Polícia Civil e, em breve, será divulgado o resultado final das investigações policiais.

Hyldo Pereira

Portalcorreio

Justiça acata pedido do MPPB e determina bloqueio de bens da Metta Concursos

O Ministério Público do Estado da Paraíba (MPPB) requereu e a Justiça determinou o sequestro de bens imóveis, de veículos automotores e de embarcações registrados em nome da empresa Metta Concursos & Consultoria Ltda. e dos sócios Almir da Costa Pina e Edilane Barbosa de Souza. A juíza Shirley Abrantes Moreira Régis também decretou o bloqueio online, junto ao Banco Central do Brasil (Bacen), de qualquer valor depositado até o limite de R$ 6 milhões em contas em instituições financeiras do país em nome dos mencionados na sentença.

Almir Pina e Edilane Souza são acusados de integrar um esquema criminoso de fraude em concursos públicos, desarticulado no último dia 18 de junho, pela ‘Operação Gabarito’. A decisão judicial foi comunicada nesta terça-feira (14) à Promotoria de Justiça de Gurinhém, que ingressou com medida cautelar.

Segundo os promotores que ingressaram com a petição, o valor corresponde aos danos que teriam sido causados aos cofres públicos e aos candidatos prejudicados com o esquema criminoso. “Milhares de cidadãos paraibanos foram subtraídos de diversas políticas públicas de educação, saúde e saneamento e tiveram gastos para participação nos concursos públicos realizados pela Metta. A cautela e a substancial quantia necessária à reparação das vítimas e do erário recomendam que sejam seqüestrados todos os bens dos investigados, tanto os móveis quanto os imóveis”, justificou a promotora de Justiça Jaine Aretakis Didier.

O MPPB também requereu ao juiz da Comarca de Gurinhém que os cartórios de registro de imóveis de Guarabira, Campina Grande e João Pessoa, o Departamento de Trânsito (Detran) e a Capitania dos Portos da Paraíba sejam notificados sobre a restrição judicial à alienação de bens, para que esses órgãos não promovam qualquer transferência de propriedade. Os valores depositados em instituições financeiras do país em nome dos acusados e da empresa também devem ser bloqueados.

Outra solicitação do Ministério Público, atendida pela Justiça foi a solicitação ao Bacen do envio de extratos detalhados dos últimos 24 meses de contas ou aplicações financeiras existentes nos nomes da Metta, de Almir da Costa Pina e de Edilane Barbosa de Souza.

Operação Gabarito

A Operação Gabarito foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco-MPPB), a Controladoria Geral da União (CGU) e a Polícia Civil para desarticular um esquema criminoso de fraude em concursos públicos, no município de Caldas Brandão (a 60 quilômetros de João Pessoa).

No dia 18 de junho, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão temporária contra o dono da empresa Metta Concursos e Consultoria Ltda., o presidente e os membros da Comissão Permanente de Licitação da Prefeitura de Caldas Brandão. Eles são acusados de cometer crimes de frustração do caráter competitivo, formação de quadrilha, falsidade ideológica e corrupção ativa e passiva. A pena para esses crimes chega a 21 anos de prisão.

As investigações que resultaram na operação foram iniciadas na Promotoria de Gurinhém. Foi constatado que o esquema criminoso fraudava licitações, dispensas e inexigibilidades de licitação e concursos públicos destinados à contratação de profissionais da Estratégia Saúde da Família (também chamada de Programa Saúde da Família ou PSF) e de programas federais, como o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), Bolsa Família, Programa de Atenção Integral à Família do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Paif-Creas) e ProJovem, além de outros cargos do quadro do município.

Para garantir que pessoas indicadas por integrantes dos Poderes Executivo e Legislativo fossem aprovadas no concurso (a fraude era feita com o recebimento prévio da assinatura e da impressão digital dos “apadrinhados” em gabaritos adulterados com respostas preenchidas pela própria empresa), o processo de licitação era burlado para que, ao final, houvesse a escolha e a contratação da empresa Metta.

As irregularidades também levaram o MPPB a recomendar aos prefeitos e presidentes das Câmaras de Vereadores a anulação dos concursos públicos organizados pela Metta Concursos & Consultoria Ltda., onde os candidatos ainda não foram nomeados e empossados.

Nos casos em que já houve a nomeação e posse dos aprovados, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Patrimônio Público (Caop do Patrimônio Público) orientou os promotores de Justiça a investigarem e ajuizarem ações civis públicas para anular o concurso, o que implicará na destituição dos aprovados que ingressaram no serviço público ilegitimamente.

A empresa realizou 44 concursos no estado da Paraíba, sendo que 20 estavam em andamento e 24 já finalizados.

clickpb

Veja candidatos que declaram mais e menos bens na Paraíba

O patrimônio pessoal dos 42 candidatos que disputam às prefeituras das 10 principais cidades da Paraíba apresenta uma enorme diferença. Levantamento do [B]G1[/B] com base nas declarações de bens que foram entregues à Justiça Eleitoral mostra que 10 candidatos milionários estão na disputa, mas por outro lado 11 candidatos que disseram não ter bens também registraram candidaturas…

O [B]G1 [/B]analisou a declaração de bens feita pelos candidatos das seguintes cidades: João Pessoa, Campina Grande, Bayeux, [LINK=http://g1.globo.com/pb/paraiba/cidade/cabedelo.html]Cabedelo[/LINK], Santa Rita , Guarabira, Patos, Sousa, Cajazeiras e [LINK=http://g1.globo.com/pb/paraiba/cidade/monteiro.html]Monteiro[/LINK].

Os candidatos mais ricos estão em João Pessoa e [LINK=http://g1.globo.com/pb/paraiba/cidade/campina-grande.html]Campina Grande[/LINK]. De 14 candidatos que disputam a prefeitura nas duas cidades, cinco declararam ter bens que ultrapassam a casa dos milhões. Na capital aparecem nessa situação José Maranhão (PMDB), R$ 6, 897, e Cícero Lucena (PSDB), R$ 1.242. Já em Campina Grande os ‘milionários’ são Artur Almeida (PTB), com R$ 1,162 milhão; Guilherme Almeida (PSC), com R$ 1,099 milhão; e Tatiana Medeiros (PMDB) R$ 1,088 milhão.

Além de ser o mais rico candidato da Paraíba, [LINK=http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/07/patrimonio-pessoal-de-candidatos-das-capitais-soma-r-3792-milhoes.html]José Maranhão aparece entre os dez[/LINK] com mais bens do Brasil. Entre os candidatos das principais cidades, o segundo mais provido de bens é Vanildo Caetano (PSC) que disputa a prefeitura de Bayeux e declarou à Justiça Eleitoral que dispõe de R$ 6 milhões.

Também tem mais de um milhão os candidatos Zenóbio Toscano (PDSB), de [LINK=http://g1.globo.com/pb/paraiba/cidade/guarabira.html]Guarabira[/LINK], com R$ 3.305; Chica Motta (PMDB), de [LINK=http://g1.globo.com/pb/paraiba/cidade/patos-pb.html]Patos[/LINK], com R$ 1.988; Lindolfo Pires (DEM), de [LINK=http://g1.globo.com/pb/paraiba/cidade/sousa.html]Sousa[/LINK], com R$ 1.412; e Raimundo Mendonça (PRP), de Beyeux com R$ 1.825.

[B]Maioria dos sem bens é do PSOL [/B]
Dos 11 candidatos que declararam não ter nenhum bem seis são do PSOL. Carlos Gildemar , de [LINK=http://g1.globo.com/pb/paraiba/cidade/cajazeiras-pb.html]Cajazeiras[/LINK]; Renan Palmeira, de [LINK=http://g1.globo.com/pb/paraiba/cidade/joao-pessoa.html]João Pessoa[/LINK]; José Silva, de Santa Rita; Silvano Morais, de Patos; José Cândido, de Sousa; e Rodrigo Alves, de Bayeux, aparecem nesta situação. O único concorrente do partido que declarou bens foi Sizenando Leal que disputa em Campina Grande.

G1PB

Bens declarados pelos dois candidatos a prefeito de Solânea somam pouco mais de R$ 285,5 mil

 

Os dois candidatos a prefeito do município de Solânea, respectivamente, professor Josenias (PTB) e Beto do Brasil (PPS) declaram, junto a Justiça Eleitoral, possuir pouco mais de R$ 285,5 mil, juntos. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o mais rico é o professor Josenias que declarou ter R$ 160.311 em bens. Já Beto do Brasil declarou possuir R$ 125.259 mil.

Conforme o registrado no sistema de divulgação do TSE, o professor Josenias declarou possuir: terreno urbano Rua Getulio Vargas, em Solânea, no valor de R$ 19 mil; terreno urbano Panorâmica, também em Solânea, no valor de R$ 6 mil; terreno localizado na Panorâmica que custa R$ 5,5 mil; uma parte de terra no Sítio Aldeia (R$ 6 mil);      uma parte de terra no Sítio Aldeia (R$ 20 mil); terra na Chã de Santa Tereza (R$ 8 mil); terreno urbano localizado na Rua Pernambuco (R$ 10 mil); uma parte de terra denominada Chã de Solânea (R$ 20.973 mil); uma parte de terra denominada Sítio Aldeia (R$ 15 mil); uma parte de terra localizada no Sítio Chã do Carro (R$ 500); parte de terra denominada Sítio Chã de Solânea (R$ 1 mil); um terreno localizado na Rua Massilon da Costa Pinto (R$ 6 mil); uma parte de terra na cidade de Solânea (R$ 1,5 mil); casa na rua Josefa Crispim (R$ 7 mil). Casa na Rua Celso Cirne (R$ 7 mil); capital na empresa Josenias Pereira da Silva (R$ 10 mil); saldo em conta bancaria do Banco do Brasil (R$ 2.124 mil); saldo em conta bancaria no Banco do Brasil (R$ 13,92); Saldo em conta no Banco do Brasil (R$ 1.645,17 mil); Saldo em conta BB Crediario (R$ 2.531 mil); outros fundos (R$ 4.524,02 mil); casa na Praça 26 de Novembro (R$ 6 mil).

Beto do Brasil, segundo registro do TSE, declarou possuir: imóvel residencial localizado na Rua 05 de Agosto, em Solânea, no valor de R$ 60 mil; saldo em conta corrente do Banco do Brasil (R$ 5.359,36 mil); e, um automóvel Renault Duster no valor de R$ 59.900 mil.

Redação/Focando a Notícia