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Benjamim diz que não tem nenhum problema com RC e tem certeza do retorno de Olenka à Assembleia

benjamim-maranhaoO deputado federal Benjamin Maranhão (SD) disse, em entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação, que as especulações sobre o retorno da deputada Olenka Maranhão à Assembleia Legislativa do Estado, numa articulação com o governador Ricardo Coutinho, é uma coisa natural. “Que ela vai assumir uma vaga na AL disso eu não tenho dúvidas porque já existe um entendimento entre o PMDB e o governador Ricardo Coutinho”, destacou.

“Olenka é do PMDB e é natural que ela tenha essa pretensão até pela votação que ela deu ao partido, pois ninguém se elege sozinho. O entendimento dela com o governador Coutinho é uma coisa e eu não tenho nenhum problema pessoal com o governador, pelo contrário, o que for de interesse do Estado eu estou disposto a ajudar”, disse o deputado ao destacar que o único problema que tem com RC é apenas no campo político.

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Paulo Cosme

Benjamim diz que Veneziano ‘rifou’ sua candidatura à reeleição no PMDB

benjamimO presidente estadual o Solidariedade, Benjamin Maranhão, culpou neste sábado (8) o pré-candidato a governador Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) por sua saída do PMDB.
Em entrevista ao radialista Rudney Araújo, na Rádio Rural de Guarabira, o deputado federal afirmou que foi o ex-prefeito de Campina Grande quem convenceu o presidente estadual do PMDB a disputar uma vaga na Câmara Federal nas eleições deste ano e fazendo com que o ex-governador desistisse de disputar vaga no Senado.

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Benjamim contou que a estratégia de Veneziano sacrificaria sua campanha a disputar novamente o mandato, diferente da deputada Nilda Gondim que teria direito de concorrer mais uma vez o cargo.

Benjamin também chegou a sugerir que Zé Maranhão deveria retirar a candidatura para apoiar a dele. O parlamentar citou o exemplo do ex-governador Roberto Paulino (PMDB) que, apesar de ter envergadura política para disputar mandato na Assembleia Legislativa, dedicar à continuidade do projeto político familiar através de Raniery Paulino

Benjamim foi enfático ao declarar que não tem problemas nem com o PMDB nem com Maranhão e usou tom desafiador ao declarar que a candidatura do tio não atrapalha seu projeto de reeleição. “Pelo contrário, a minha candidatura atrapalha a dele” – disparou.

Ainda durante a entrevista, Maranhão disse ressaltou que tem conversado com diversas lideranças políticas no sentido de formar alianças para o pleito eleitoral, inclusive com o governador Ricardo Coutinho.

Roberto Targino 

com informações do Nordeste 1

Benjamim nega articulação para apoio a Ricardo e diz que alianças só serão firmadas em 2014

benjamim-maranhaoO deputado Benjamim Maranhão (Solidariedade) enviou nota ao blog do Gordinho, nessa quinta-feira (14), negando que neste momento haja qualquer tipo de conversação entre o seu partido e o governador Ricardo Coutinho (PSB) no sentido de firmar uma aliança entre os dois com vistas a eleição de 2014.

Em nota, Benjamim afirma que qualquer afirmativa sobre seu apoio nesse momento é apenas especulação, mas deixa o caminho aberto quando afirma que as alianças só serão discutidas em 2014.

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Confira a nota:

Nota ao Blog do Gordinho 

Diferentemente do que fora publicado no Blog do Gordinho, o deputado federal Benjamin Maranhão (SDD-PB) esclarece que não há qualquer tratativa no sentido de levar o partido Solidariedade para a base de apoio do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB). 

O deputado Benjamin informa ainda que qualquer afirmação a respeito de apoio do Solidariedade a qualquer candidato não passa de especulação e que as alianças para as eleições de 2014 serão tratadas no momento oportuno, com a participação dos membros do partido e suas bases. 

Assessoria do Deputado Federal Benjamin Maranhão (SDD-PB)

Brasília-DF, 14 de novembro de 2013.

 

BLOGDOGORDINHO

Milanez diz que PMDB não perde com saída Benjamim; ‘Ele nunca foi uma liderança’

fernando-milanezO vereador Fernando Milanez (PMDB) afirmou na manhã desta terça-feira (01) que a única coisa que o partido perde com a desfiliação do deputado federal Benjamin Maranhão é o tempo de TV nas propagandas eleitorais, que é garantido pelo número de representantes na Câmara Federal.

Milanez destacou que o deputado federal, sobrinho do presidente do diretório, José Maranhão, é uma “cria” do tio e não representa uma liderança para o partido. “O PMDB ficaria fraco se José Maranhão saísse, todos sabem que Benjamin é uma cria do tio. Então na realidade a perda não é nenhuma, porque o tio ficou” resumiu.

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O vereador preferiu não comentar a escolha do deputado federal em sair, mas garantiu que para o partido não fará diferença. “Eu lastimo, não vou comentar a decisão que é pessoal, no entanto, não acho que é uma perda”.

 

Ainda sobre alguns partidários que estão seguindo Benjamin Maranhão, Milanez minimizou. “Isso sempre acontece quando partido perde uma eleição. Mas se José Maranhão fosse governador do estado hoje, eu me pergunto se esse povo estava deixando o partido”, concluiu.

Pedro Callado / Eri Alves

 

Benjamim nega crise e revela entendimentos para continuar presidente

O deputado federal Benjamim Maranhão, presidente do diretório municipal do PMDB em João Pessoa, negou, em contato com a reportagem do Portal WSCOM, na tarde desta segunda-feira (14), que esteja enfrentando articulações de filiados do partido na Capital, a exemplo dos vereadores João Almeida e Fernando Milanez e dos deputados estaduais Gervásio Filho e Trocolli Junior, que estariam querendo impedir a sua reeleição, como foi especulado nos bastidores da política na semana passada.[bb]


Benjamim disse que o momento é de recesso político, por isso não pretende antecipar as discussões político-partidárias, mas revelou que já manteve conversas com os supostos dissidentes e nenhum demonstrou qualquer tipo de “agressividade” com relação às questões internas do PMDB.

“Já conversei com o deputado Gervásio Filho e pelo contrário ele demonstrou que quer apenas dialogar. Estou totalmente afinado com João Almeida e também já tive conversas preliminares com Milanez. Só não conversei com Trocolli, mas como disse antes acho que este não é o momento para tratar destas questões”, declarou.

Com relação à nomeação do advogado Assis Freire para a secretaria de Desenvolvimento Urbano de João Pessoa (Sedurb), o que teria revoltado os peemedebistas, que entendem que a indicação do advogado atendeu apenas os interesses de Benjamim e não do partido, o deputado disse que esta hipótese não existe.[bb]

“A indicação foi partidária. Assis Freire é do PMDB há muito tempo, foi candidato há vereador várias vezes e até primeiro suplente. Ele tem sua história e trabalhou para fortalecer o partido na Capital”, disse.

Benjamim explicou que a nomeação de Assis ocorreu após o partido indicar dois nomes, o do advogado e o do vereador João Almeida.

“O prefeito Luciano Cartaxo que escolheu o nome de Assis Freire e temos que dá liberdade ao prefeito para escolher os nomes e ajudá-lo na sua administração”, sustentou.

WSCOM Online

João Almeida acredita na saída de Benjamim e numa eleição tranquila do diretório municipal do PMDB

Após uma eleição conturbada dentro do PMDB para o diretório estadual, realizada em dezembro de 2012, o vereador João Almeida acredita que para o municipal só tem um caminho, que seria o da eleição priorizar os vereadores e suplentes para ocupar as cadeiras.

Indagado sobre a polêmica do estadual, se a eleição teria sido feita de maneira democrática ou não, João Almeida ponderou. “Eu acredito que justiça se faz com democracia e democracia é respeito pelo sentimento da maioria. Acho que foi feito de uma maneira não tão pacífica, digamos assim, mas se chegou ao entendimento e se chegou é porque houve uma pacificação democrática” disse.

O vereador chegou a conversar com José Maranhão nos últimos dias e a partir da conversa traçada, João Almeida acredito que o processo relativo ao municipal vai ser muito tranquilo. “Benjamim deve sair do municipal, pois deve haver uma transição. É quase certo que esse comando deve vir para um vereador”, informou o vereador, que não assume ser possível candidato.

“Não posso dizer o meu nome porque temos dois vereadores de mandato em João Pessoas, temos os suplentes que estão deixando a casa, a exemplo de Mangueira, Padre Adelino, Marcone Paiva e Marcos Bandeira, que tem representatividade em João Pessoa. Estamos articulando” declarou o vereador, que acredita que o futuro diretor do municipal não necessitará de nenhum apadrinhado político.

Mayra Medeiros / Fernando Braz

Benjamim Maranhão revela planos de Zé para 2014 e salienta pacto com Vené

O deputado Benjamim Maranhão (PMDB) frustrou os que pensam que o ex-governador José Maranhão (PMDB) ‘amarrou as chuteiras’ após sair derrotado da disputa pela Prefeitura de João Pessoa. Em entrevista ao repórter Henrique Lima (98FM), na manhã desta quarta (02), o parlamentar revelou que Maranhão está realmente disposto a disputar a eleição de 2014.

Por outro lado, diferente do que vem sendo especulado, Bejamim assegurou que Zé pode disputar ‘tudo’, menos o cargo de governador, já que esta vaga no PMDB já está assegurada a Veneziano Vital do Rego, ex-prefeito de Campina Grande.

“Maranhão colocou o nome de Veneziano como prioridade para o governo. Mas Maranhão tem o nome estadualizado. É a maior liderança do PMDB na atualidade. Ele pode sair candidato a senador e até a vice-governador”, reforçou Benjamim, salientando: “Pode disputar tudo, mas não o Governo”.

MaisPB

Caso Sanguessuga: STF determina a quebra do sigilo bancário do deputado federal Benjamim Maranhão

O deputado federal Benjamim Maranhão (PMDB) vai ter o seu sigilo bancário quebrado. A determinação é da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Werber que entendeu ser a atitude necessária para a identificação da origem de depósitos e do destino de beneficiários relativamente às transações de todas as contas por ele titularizadas no período.

A decisão foi tomada no último dia 02, mas a intimação e as diligências foram determinadas, segundo o site do Supremo, nessa quarta-feira (10). O fato refere-se as investigações do caso sanguessuga.

A reportagem do PolíticaPB tentou entrar em contato com o deputado Benjamim Maranhão, mas não conseguiu.

Veja o texto na íntegra:

1. Trata-se de ação penal por crimes de corrupção passiva, crime de fraude em licitação e quadrilha contra o Deputado Federal Benjamin Gomes Maranhão Neto.

A denúncia foi recebida, em 07.12.2009, no primeiro grau de jurisdição, quando o acusado não exercia o mandato (fls. 02-N a 02-O).

Os autos foram remetidos ao Supremo Tribunal Federal.

Foi decretada a quebra do sigilo bancário do Deputado Federal nas fls. 268-269, mas o resultado não veio aos autos (fl. 271).

Pendem a citação, defesa e instrução.

Ouvido, o Procurador Geral da República ratificou a denúncia e requereu a ratificação da validade de todos os atos processuais já praticados. Ressalvou a quebra de sigilo bancário que teria sido decretada quando o acusado já era Deputado Federal. Requereu o reconhecimento da invalidade deste ato específico e a decretação, por esta Corte, de nova quebra. Requereu ainda o prosseguimento da instrução.

Passo a decidir.

A alteração da competência por fato superveniente não afeta a validade dos atos processuais anteriormente praticados perante o Juízo então competente.

Então ratifico a validade dos atos processuais já praticados, com a ressalva abaixo.

Quanto à quebra de sigilo bancário, foi decretada em 11.4.2011 (fls. 268-269). Segundo documento de fl. 296, o acusado tomou posse no mandato em 01.02.2011. Assim, embora o magistrado de primeiro grau não tenha agido de má-fé, pois informado supervenientemente da diplomação, a quebra de sigilo, porque efetuada por juiz incompetente, padece de vício. Ressalvo, portanto, o ato da ratificação, pronunciando sua invalidade.

Apesar da invalidade, a quebra de sigilo bancário requerida pelo Procurador-Geral da República é medida que se impõe.

Segundo a denúncia, os crimes estariam relacionados a assim denominada Operação Sanguessuga.

Nela, em síntese, teria sido desvelado esquema criminoso por meio do qual eram contratadas as empresas do Grupo Planan por licitações dirigidas para o fornecimento de ambulâncias a preços superfaturados a diversos Municípios brasileiros. A contratação estaria condicionada ao pagamento de vantagem indevida a agentes públicos, inclusive a parlamentares federais responsáveis por emendas no Orçamento Federal viabilizadoras de recursos para as compras.

No presente caso, os dirigentes da Planan, Luiz Antônio Trevisan Vedoin e Darci José Vedoin, declararam, após acordo de delação premiada, que realizaram vendas de ambulâncias a diversos Municípios do Estado da Paraíba e que elas foram viabilizadas por emendas de diversos parlamentares, inclusive do ora acusado (fl. 2-G). Ainda segundo os dirigentes, restou acordado o pagamento de comissão de 10% sobre o valor das emendas ao acusado. Especificam vantagem indevida de R$ 15.000,00 entregue em mãos em 21.9.2004, de R$ 10.000,00 entregue em mãos em 15.6.2004, e de R$ 15.000,00 depositados. Além de suas declarações, os autos encontram-se instruídos com manuscritos apreendidos que contêm referência a esses pagamentos, inclusive em um deles com a identificação de conta bancária (fls. 12-15). Registro, por oportuno, que durante a investigação houve quebra judicial do sigilo bancário desta conta, tendo extrato sido juntado nas fls. 199-201.

Ora, a palavra de criminosos colaboradores deve ser vista com reservas, pois o envolvimento em crimes prejudica a sua credibilidade e, por outro lado, é possível que os seus depoimentos sejam contaminados pelo desejo de obtenção de leniência.

Não obstante, no presente caso, a comprovada existência do esquema criminoso maior, os indícios de fraudes nas licitações e a informação de que o acusado seria o responsável pelas emendas que propiciaram os recursos constituem, junto com os depoimentos, elementos probatórios suficientes para a quebra de sigilo bancário. Além disso, o apontamento das propinas em documentos manuscritos, que foram apreendidos na Planan e, portanto, produzidos anteriormente à delação, dá alguma credibilidade ao relato dos criminosos colaboradores.

Havendo indícios da prática de crime, encontra-se justificada a quebra requerida de sigilo bancário. A medida ademais é necessária para confirmar a materialidade dos depósitos e rastrear o seu destino.

Ante o exposto, defiro o requerido pelo Ministério Público e decreto a quebra do sigilo bancário de Benjamim Gomes Maranhão Neto, CPF 805.175.874-91, no período de 01.01.2004 a 31.12.2004.

A quebra envolve a obtenção de todos os dados sobre a movimentação bancária, inclusive a identificação da origem de depósitos e do destino de beneficiários relativamente às transações de todas as contas por ele titularizadas no período.

Oficie-se ao Banco Central, especificamente ao Departamento de Prevenção a Ilícitos Financeiros, na forma e com a redação pretendida pelo Ministério Público nas fls. 294-295, solicitando a execução da medida, com prazo de noventa dias. Anexe-se ao ofício, cópia desta decisão.

3. Apesar da previsão de interrogatório no início da ação penal originária, tem-se entendido pela aplicação no procedimento das alterações introduzidas no processo penal brasileiro pela Lei nº 11.719/2008, com o deslocamento do interrogatório, a bem da ampla defesa, para o final da instrução.

Assim, o acusado não será interrogado nessa fase inicial, mas apenas ao final da instrução.

Concomitantemente ao cumprimento da medida determinada no item anterior, cite-se o acusado pessoalmente para apresentar defesa prévia no prazo de cinco dias (art. 238 do Regimento Interno), observando que pode ser localizado no Congresso Nacional ou no endereço de fl. 277, devendo, na resposta, especificar, desde logo, as suas provas.

Intimem-se, por publicação, do teor deste despacho os defensores constituídos pelo acusado (fl. 277).

4. Desde logo, considerando o disposto no art. 21-A do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, atribuo ao Juiz Federal Sergio Fernando Moro, magistrado instrutor, os poderes previstos no referido dispositivo, para doravante e quando do retorno dos autos, praticar os atos ali previstos, ordinatórios e instrutórios, quanto ao trâmite desta ação penal.

Brasília, 02 de outubro de 2012.

Ministra Rosa Weber

Relatora

Fonte: PolíticaPB

Benjamim duvida de empenho de Efraim Filho na campanha de Estelizabel

O deputado federal Benjamin Maranhão (PMDB), que protocola licença na Câmara Federal nesta segunda-feira (2), para se de dedicar à campanha do PMDB em João Pessoa, duvidou, neste final de semana, que o seu adversário político, Efraim Filho (DEM) vá se dedicar a campanha de Estelizabel Bezerra (PSB), em João Pessoa.

Mesmo indicado para disputar a eleição como vice na chapa da socialista, Efraim não demonstrou até agora nenhum interesse em se ausentar da Câmara Federal para acompanhar mais de perto o pleito eleitoral, a exemplo de que fez Benjamim e o tucano Romero Rodrigues, que concorre a Prefeitura de Campina Grande.

“Se ele não vai tirar é porque ele não vai participar da campanha”, disse Benjamim Maranhão.

Com a licença de Benjamim Maranhão da Câmara Federal, deve quem assume é o suplente Armado Abílio (PTB). No entanto, o peemedebista nega que a sua licença esteja condicionada ao apoio do PTB ao candidato José Maranhão.

“Não foi acordo. Foi uma decisão tomada em consenso para abrir um espaço para um suplente, pois, nós somos eleitos com a ajuda dos suplentes”, afirmou.

Já no caso de Efraim Filho, caso ele se afaste temporariamente das atividades em Brasília, o socialista Edvaldo Rosas, ocupará o cargo no Congresso Nacional.

Roberto Targino – MaisPB

Benjamim recua e não confirma licença na Câmara Federal para abrir vaga para Armando Abílio

O deputado federal Benjamim Maranhão (PMDB) deu um passo para trás na possível união do PMDB com o PTB. Apesar do seu tio, o pré-candidato às eleições deste ano em João Pessoa José Maranhão, ter afirmado que o parlamentar iria se licenciar e abrir vaga para Armando Abílio, Benjamim não confirmou a licença e nem muito menos a união com os petebistas.

“Há uma grande possibilidade que eu tire licença em junho porque esse é um mês para trabalhar nos meus municípios. Além disso, tenho muitas responsabilidades porque sou presidente do diretório do PMDB em João Pessoa e me sinto na obrigação de estar na linha de frente dessa campanha”, afirmou Benjamim desconversando sobre abrir vaga para Abílio.

Quanto a possível aliança com o PTB, Benjamim evitou comentar, mas disse que precisa de uma aliança forte e que o PTB também faz parte dos planos. “Queremos uma aliança completa e não queremos o PTB apenas por conta do horário na TV, queremos participação ativa dos aliados”, enfatizou o deputado durante entrevista ao programa Tambaú Debate, das rádio e TV Tambaú.

Fonte: PolíticaPB