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Paraibano é brasileiro mais bem colocado em tradicional prova de ciclismo

kleber-ramosO Tour de San Luís, uma das mais tradicionais provas de ciclismo da Argentina e da América do Sul, teve um destaque paraibano. Foi o ciclista Kleber Ramos, de Soledade, e que disputou a competição por uma equipe da cidade de São José dos Campos (SP).

Kleber foi o melhor brasileiro na competição, vencendo a 6ª etapa, ficando em 3° lugar em outra, o que lhe deixou em 3° lugar no ranking de montanha e 23° no ranking geral.

O Tour de San Luís faz parte do ranking da Union Cycliste Internationale (UCI), a maior entidade do ciclismo do mundo, e conta com mais de 160 atletas. A equipe de Kleber foi a única brasileira este ano na competição.

Paraíba.com.br

 

‘Nunca fui tão bem tratada’, diz mineira que largou plano por SUS

susCintia Vieira Leal, de 29 anos, começou a frequentar o Posto de Saúde da Família (PSF) de seu bairro em Uberlândia (MG) apenas “enquanto o novo convênio não ficava pronto”. Ao descobrir uma doença durante a gravidez, no entanto, decidiu abandonar o tratamento privado em favor do SUS. “Nunca fui tão bem tratada”, disse à BBC Brasil.

Apesar dos problemas na implantação do modelo de atenção básica no Brasil, médicos de família e comunidade – os especialistas que atuam na atenção básica – entrevistados pela BBC Brasil dizem que histórias de pacientes que trocaram o plano de saúde pelo acompanhamento com equipes de Saúde da Família são mais comuns do que parecem, quando o modelo funciona bem em um município.

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Nos postos de saúde e unidades básicas, uma equipe de médicos, enfermeiros e agentes comunitários deve acompanhar até quatro mil pessoas – desde crianças até idosos. O bom funcionamento do modelo, que também é adotado por países como Reino Unido, Canadá e Austrália, ajudaria a evitar a superlotação de emergências e hospitais, um dos principais gargalos do atendimento médico no país.

Na maior parte das unidades, no entanto, pacientes e profissionais sofrem com a infraestrutura precária e a dificuldade de completar equipes de profissionais, especialmente em municípios menores e mais distantes das capitais.

O desconhecimento da população sobre o funcionamento do sistema de saúde também faz com que muitos pacientes procurem diretamente as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) ou hospitais.

“Eu tinha ido poucas vezes nessas unidades do SUS, porque tudo costuma ser mais rápido pelo convênio. Mas minha vizinha fazia o atendimento lá e resolvi começar o pré-natal”, disse Cintia, que trabalha como porteira, à BBC Brasil.

Quando seu novo plano de saúde ficou pronto, ela chegou ir a consultas com outro médico, mas decidiu deixar o atendimento privado e concluir a gestação com o acompanhamento da equipe do posto de saúde.

“Na minha outra gravidez fui atendida pelo convênio, mas o atendimento era superficial. O médico não me perguntava muito sobre mim e eu não sentia a oportunidade de perguntar para ele. No posto de saúde, gostei de como a equipe me acolheu. Pareciam ter interesse em me ajudar, tirar minhas dúvidas”, diz.

Durante a gestação, a equipe diagnosticou Cintia com toxoplasmose – uma infecção que oferece sério risco ao bebê. “Meu convênio não me dava segurança de que teria cobertura para o que precisasse e a doutora me convenceu a ficar no SUS.”

‘Outro tipo de complexidade’

A médica que atendeu Cintia, Natália Ferreira, afirma que parte do preconceito com relação aos médicos de família parte de acreditar que o trabalho nos postos de saúde é “simples”.

“Os recém-formados acham que ir para a atenção básica até passar em uma residência é mais fácil do que ir para uma urgência, onde os problemas são mais agudos e é preciso ter mais experiência. Mas não é tão fácil assim, é outro tipo de complexidade”, disse à BBC Brasil.

“Na atenção básica você não precisa tanto da tecnologia, dos exames complexos. Mas nós lidamos com a situação do indivíduo e com a complexidade clínica. Se um sujeito é hipertenso e eu fosse um cardiologista, meu foco seria na doença dele. Quando eu, médica de família, recebo um hipertenso, eu considero que ele é idoso, que tem outras doenças associadas. É como se eu montasse o quebra-cabeça das especialidades.”

Mesmo encaminhando o paciente para um especialista, segundo Natália, o médico da família deve, idealmente, continuar fazendo o controle da sua situação. “Somos nós que lidamos com a dificuldade de a família cuidar dele, de ele não saber entender a receita, de não querer tomar o remédio”, afirma.

A médica de 29 anos, que hoje orienta recém-formados na residência de medicina da família e comunidade da Universidade Federal de Uberlândia, diz que os novatos “se espantam com a quantidade e com o tipo” de pacientes que procuram o posto de saúde.

Um médico de família divide sua carga horária semanal em atendimentos no posto ou unidade básica de saúde – que ocupam a maior parte do seu tempo – e visitas às casas dos pacientes quando é necessário. Em alguns casos, um trabalho de investigação chega a ser necessário para solucionar problemas que atingem pacientes de um bairro ou comunidade.

Há cerca de três meses, Natália e outras médicas de seu posto de saúde foram até uma creche em Uberlândia descobrir por que três crianças atendidas por elas permaneciam abaixo do peso normal. “Descobrimos que a creche servia as refeições às crianças com um intervalo muito pequeno entre uma e outra e não controlava se elas comiam”, diz.

“Algumas não tinham fome na hora da refeição e tomavam só leite o dia inteiro. Por isso não estavam ganhando peso”. A solução provisória encontrada foi negociar o acompanhamento especial das três crianças pela professora, mas as médicas questionaram junto às autoridades o cardápio das creches do município e aguardam resposta.

‘Deveria ser assim’

Mesmo satisfeita com o atendimento que teve na equipe de Natália durante a gravidez, Cintia Leal diz que nem tudo funcionava tão bem. “Eu tinha medo de perder a consulta e ter que pegar a fila de novo no posto, era desgastante. O ultrassom lá também é muito demorado. Eu não consegui nenhum, fiz todos pelo plano de saúde.”

O bebê nasceu há cerca de um mês e ela diz que pretende continuar frequentando o PSF. “Não sei se esse projeto é só aqui ou se foi só o jeito dela (da médica) mesmo. Mas acho que deveria ser assim em todos os lugares”, diz.

Apesar de trabalhar em uma unidade de referência em sua cidade, Natália reconhece que a infraestrutura é um dos principais problema dos profissionais na atenção básica – e um fator que afasta os pacientes.

“Muitas vezes falta o básico: macas, tensiômetros, medicamentos. E temos dificuldades ao encaminhar os pacientes para os especialistas e os hospitais. Pegamos pacientes graves, cujos casos não conseguimos resolver porque falta ambulância, falta leito no hospital”, diz.

“Às vezes tenho um paciente com uma condição que não é tão aguda, mas que eu não consigo resolver porque encaminho para o especialista e a consulta demora quatro ou cinco meses.”

A dificuldade para conseguir realizar exames mais complexos também contribui para a dificuldade dos médicos de família para resolverem uma quantidade maior de problemas de pacientes, segundo a profissional.

“Temos um número de exames de cada tipo que podemos fazer e um número de vagas em cada especialidade, definidos pelo município, mas em muitos lugares essa conta não fecha. Aí a fila fica enorme e os exames demoram meses pra sair. A minha fila de ultrassom hoje é de sete meses, no mínimo. No caso das gestantes e de pacientes muito graves eu faço um pedido de prioridade”, diz.

Em entrevista à BBC Brasil, o secretário de saúde de Uberlândia, Almir Fontes, afirmou que o número de equipes de Saúde da Família na cidade aumentou de 50 para 70 em um ano e meio de gestão, na tentativa de impedir a sobrecarga do atendimento.

Fontes afirmou também que a prefeitura reformulou o sistema de entrega de medicamentos e o controle da compra dos materiais, mas fala de “problemas logísticos” e burocracia que causam atrasos na distribuição.

“Parte dos medicamentos da atenção básica é distribuída pelo Estado e recentemente houve uma demora por conta de um problema logístico. Reestruturamos a nossa central de farmácia e nesse momento estamos sem problema de falta de medicamentos. Mas isso também é dinâmico, há questões logísticas que às vezes não dependem de nós”, afirmou.

Ainda de acordo com o secretário, um médico cardiologista, a demora na realização de exames como o ultrassom se deve, em parte, a um excesso de pedidos por parte dos profissionais. “O profissional hoje é mais voltado para a tecnologia do que para o exame, a conversa com o paciente. Por causa de uma cultura de formação, às vezes ele pede exames que não seriam realmente necessários após o exame clínico. Conseguimos reduzir as filas até para exames mais complexos, como a ressonância, mas a demanda do ultrassom de fato continua grande.”

Natália Ferreira e Irene Gonçalves em Uberlândia (MG) | Foto: Araipedes Luz
Mesmo com problemas, atenção de médicos de família ‘conquista’ usuários: à esquerda, Natália Ferreira atende Irene Silva

Vínculo

Apesar dos atrasos e filas, o atendimento pode fazer a diferença na hora de “conquistar” os pacientes. Durante a residência os médicos de família e comunidade são encorajados a estabelecer vínculos com as pessoas que acompanham – algo que nem sempre é comum em profissionais sem essa especialidade.

“Por sermos uma especialidade com menos prestígio, a abordagem da medicina de família ainda é desconhecida por muitos médicos que atuam na atenção básica”, diz Natália Ferreira.

A dona de casa Irene Gonçalves da Silva, de 50 anos, também se disse “convertida” ao SUS pelo acolhimento da equipe. “Natália não me obriga a nada, mas conversa muito comigo. Desde então estou com ela e não pretendo mudar”, disse à BBC Brasil.

Irene chegou à equipe do mesmo PSF com sintomas de descontrole de sua diabetes. “Eu nunca tinha feito atendimento no Posto de Saúde. Quando comecei com o problema de diabetes eu tinha convênio, então eu ia a um endocrinologista há três anos.”

Após perder o convênio quando seu marido mudou de empresa, Irene continuou pagando consultas, mas sua saúde deteriorou. “Comecei a inchar, ter dores de cabeça, tinha dificuldade de enxergar. Quando Natália me atendeu e pediu os exames, descobriu que eu já estáva com insuficiência renal crônica. Aí ela trocou meus medicamentos e eu fui melhorando.”

“Pra te falar a verdade, eu não achava que ia ter esse atendimento no SUS. Ela tira um tempo assim para te ligar, para saber o que está acontecendo. Isso eu nunca tive, nem no convênio”, afirma.

BBC Brasil 

 

Boxeador Mayweather é o atleta mais bem pago do mundo; Neymar fica em 16º

floydFloyd Mayweather vai poder continuar ostentando seus carros de luxo. O boxeador lidera a lista dos atletas mais bem pagos do mundo, divulgada pela Forbes nesta quarta-feira (11/06). Segundo a publicação, desde 1996 ele ganhou cerca de US$ 400 milhões por suas aparições no ringue, mas os últimos meses foram especialmente bons para Mayweather. Ele ganhou US$ 105 milhões no ano passado e se tornou o segundo atleta da história da lista (depois de Tiger Woods) a superar a marca dos 100 milhões.

Logo em seguida aparece o quase pop star Cristiano Ronaldo. O jogador português lidera o grupo de 15 jogadores de futebol no top 100. Seus ganhos somaram US$ 80 milhões, contando o salário do Real Madrid e o pagamento de seus 11 patrocinadores. A Forbes também destacou sua presença nas redes sociais, com 83 ilhões de fãs no Facebook e 26 milhões de seguidores no Twitter.

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Neymar aparece em 16º lugar, com ganho total de US$ 33,6 milhões, sendo quase metade disso vindo de patrocinadores. Ele é o único brasileiro da lista. A publicação credita boa parte de seu sucesso recente pelo fato de ele ter se tornado a cara da Copa no Brasil.

Entre os atletas da lista mais conhecidos entre os brasileiros estão também Novak Djokovic (US$ 33 milhões) em 17º lugar, Lewis Hamilton (US $32 milhões) em 19º, Fernando Alonso (US$31 milhõe) em 21º, Maria Sharapova (US$ 24 milhões) em 34º e
Usain Bolt (US$ 23 milhões) em 45º.

Os ganhos dos 100 mais bem pagos somam US$ 2,75  bilhões, aumento de 5% em relação à lista anterior. Entre as modalidades que dominam o ranking, o baseball aparece em primeiro lugar, com 27 jogadores, mas apenas um deles está entre os 30 primeiros. Basquete, com 18 representantes e futebol, com 17, ficam respectivamente em segundo e terceiro lugares. Outra curiosidade é que apenas três mulheres aparecem na lista e todas elas são tenistas (Sharapova, Serena Williams e Li Na).

Confira a lista dos 10 atletas que mais ganharam dinheiro no ano passado:

Atleta Esporte Ganhos nos últimos 12 meses
Floyd Mayweather Boxe US$ 105 milhões
Cristiano Ronaldo Futebol US$ 80 milhões
LeBron James Basquete US$ 72,3 milhões
Lionel Messi Futebol US$ 64,7 milhões
Kobe Bryant Basquete US$ 61,5 milhões
Tiger Woods Golfe US$ 61,2 milhões
Roger Federer Tênis US$ 56,2 milhões
Phil Mickelson Golfe US$ 53,2 milhões
Rafael Nadal Tênis US$ 44,5 milhões
Matt Ryan Futebol americano US$ 43,8 milhões

 

 

Época

Messi renova com Barça e se torna jogador mais bem pago

(Foto: AFP)
(Foto: AFP)

O astro argentino Lionel Messi chegou a um acordo com o Barcelona e terá seu contrato renovado nos próximos dias, apesar das investidas de clubes como PSG e Manchester City, que estavam dispostos a desembolsar qualquer fortuna para contar com o jogador. O Barcelona não divulgou os termos do novo contrato, mas segundo a imprensa espanhola Messi deve assinar até 2018 e se tornar o jogador de futebol mais bem pago do planeta. O diário Marca diz que o argentino receberá 20 milhões de euros anuais líquidos (cerca de 60 milhões de reais), mais 3 milhões de euros (cerca de 9 milhões de reais) variáveis.

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“O clube tem a vontade de tornar ele o jogador mais bem pago do mundo”, já havia revelado o presidente do Barça, Josep Maria Bartomeu, em entrevista à agência de notícias AFP. “Isso deve tranquilizar Léo e o clube, que tem certeza de manter seu melhor jogador. É uma excelente notícia”, comentou o técnico Tata Martino nesta sexta-feira. Com o novo acordo, Messi superará Cristiano Ronaldo na lista dos atletas mais bem pagos – o português do Real Madrid recebe em torno de 17 milhões de euros (cerca de 51,5 milhões de reais) por ano.

Aos 26 anos, Messi se tornou em março deste ano o artilheiro absoluto do Barcelona com 369 gols: “Quero fazer toda minha carreira no Barcelona se as pessoas daqui assim quiserem.” Para homenagear Messi, o Barcelona divulgou um vídeo com grandes momentos do craque, desde sua chegada às categorias de base do clube até as últimas conquistas.

 

 

VEJA

 

‘Dilma vai ganhar porque é mais bem preparada’, diz Lula

REPRODUÇÃO/RTP
REPRODUÇÃO/RTP

Principal cabo eleitoral das eleições desse ano, estrela de maior brilho do PT, o ex-presidente Lula está de volta à Bahia para o início da pré-campanha petista à reeleição da presidente Dilma Rousseff e do candidato Rui Costa ao governo Estado. Nessa entrevista exclusiva ao Grupo A TARDE fala sobre a escolha de Rui, Pasadena, as eleições presidenciais, as chances de Dilma e o afastamento de alguns aliados.

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O senhor tinha apoiado o nome de José Sérgio Gabrielli para ser o candidato do PT ao governo baiano. O que achou da escolha de Rui Costa?

Não se trata de ter apoiado o nome do Gabrielli para ser candidato a governador, porque quem decide o candidato é o Partido dos Trabalhadores na Bahia. Eu achava que o Gabrielli era o companheiro mais preparado para ser governador, quando ele deixou a Petrobras e foi ser secretário no governo da Bahia. Os anos passaram, e o PT baiano e o governo construíram a possibilidade de ter outro candidato e o partido por maioria decidiu esse candidato, portanto o candidato é o Rui Costa, que é o meu candidato, do governador Jaques Wagner, do Gabrielli e espero que também seja o candidato do povo da Bahia. Eu acho que a Bahia é um estado muito importante e tem um governador que sabe fazer política como ninguém, tanto que foi eleito duas vezes no primeiro turno..

Falando em Sérgio Gabrielli como o senhor está observando toda essa polêmica da compra da Refinaria de Pasadena? Na opinião do senhor foi um bom negócio na época que foi realizada no seu governo?

Primeiro, esse caso de Pasadena já vem sendo discutido há muito tempo pelo Tribunal de Contas da União, pelo Congresso Nacional, tanto o Gabrielli quanto a Graça Foster já deram muitas informações sobre isso. Ora, é muito cômodo uma pessoa achar que um negócio que era rentável, que era importante do ponto de vista estratégico para Petrobras, feito em 2006, por conta do momento do petróleo nos Estados Unidos, ache agora, que não foi bom porque o mercado de petróleo mudou e não está vendendo o que achava que ia vender. Você pode ter feito um mau negócio na época que depois virou um bom negócio, ou fazer um mau negócio que se transforme depois em um negócio razoável, rentável. Eu acho que o Gabrielli e a Graça explicaram bem isso. O que eu acho estranho é que toda a época de eleição aparece alguém com uma denúncia contra a Petrobras, que desaparece logo depois das eleições. Eu tenho as vezes impressão que tem gente querendo fazer caixa dois fazendo denúncia contra a Petrobras.

Na campanha presidencial haverá a discussão do que foi feito nos governos petista em comparação com os governos anteriores. A presidente Dilma leva vantagem na comparação em relação aos seus adversários e poderá usar o legado da Copa do Mundo nessa discussão?

Eu penso que nós temos quase 12 anos de governo do PT, para comparar com as pessoas que governaram o Brasil antes de nós. E eu tenho certeza que no investimento em educação, na saúde, na geração de emprego, no aumento dos salários, do salário mínimo, no combate a miséria e a fome, o Brasil tem no governo do PT uma política de sucesso que serve de exemplo para o mundo. Certamente não foi feito tudo em 12 anos, e nem seria possível consertar em 12 anos o que não foi feito em 500 anos. De qualquer forma, eu não tenho dúvida nenhuma que os 12 anos de PT nos enchem de orgulho por tudo que foi feito nesse país. Desde o programa Bolsa Família ao Luz Para Todos, desde o Prouni ao Reuni, desde as universidades do Fies aos estudantes à agricultura. Eu acho incomparáveis as vantagens obtidas no governo do PT em relação aos outros governos. Eu, sinceramente, não acho que a Copa do Mundo tem influência para qualquer que seja o candidato, perca o Brasil ou ganhe o Brasil. Não é possível imaginar que o povo não tenha nenhuma inteligência e vá decidir o resultado em cima de um jogo de futebol. Eu acho que a Dilma vai ganhar as eleições porque é a candidata mais preparada, com as melhores propostas para o segundo mandato, e todo mundo sabe que ela tem uma experiência extraordinária em governar o Brasil.

Na visão do senhor o que deu errado na articulação da presidência da República com os partidos aliados já que ocorreram problemas de relacionamento com o PMDB e o próprio PSB que deixou a aliança?

Eu acho que os problemas e divergências na base aliada são próprios do tamanho da base aliada. Quando você é um governo bem-sucedido como o da presidenta Dilma, e tem aliança com quase todos os partidos, é natural que na época da campanha você tenha divergências pontuais com alguns partidos, alguns tentem ter candidatura própria, como o PSB e isso tem que ser encarado com naturalidade. O que é importante a gente ter consciência é que isso faz parte da consolidação do processo democrático no Brasil, que é irreversível.

Como o senhor vê a candidatura de Eduardo Campos com o discurso de querer enterrar a “política velha” após ser aliado durante longo tempo do PT e seus governos, em Pernambuco, terem recebido recursos generosos do governo federal?

O Eduardo Campos, quando fala de enterrar a política velha, ele deve saber do que ele está falando, porque ele tem consciência que todo mundo que faz política, inclusive ele, faz política com base na realidade, com base na correlação de forças, com base na composição necessária para ter governabilidade. Ele, mais do que ninguém, sabe disso. Eu acho que ele tem todas as condições de ser candidato à presidente. Ele tem experiência administrativa, foi governador de um estado importante, eu acho que ele pode ser candidato, não tem problema, como pode o Aécio, como pode qualquer um ser candidato. Basta ter idade suficiente e ser filiado à um partido político para ser candidato. Os recursos que o governo federal deu para Pernambuco, deu para todos os estados. Quando fazemos investimentos no estado, com dinheiro do orçamento ou financiamento, nós não o fazemos por causa do governador, mas por causa das necessidades do povo de cada estado ou cada cidade. Nós sabemos que era preciso fazer muito investimento no Nordeste, porque o Nordeste foi por muito tempo esquecido pelos governos do Brasil. O que nós fizemos para Pernambuco, fizemos para a Bahia, fizemos para o Ceará ou Maranhão, porque nosso lema era trabalhar para tirar o Nordeste do atraso ao qual ele estava submetido. E eu tenho certeza que nunca antes na história do Brasil, um governo investiu tanto no Nordeste quanto o PT investiu nesses 12 anos de governo.

UOl

 

Momentos de descanso e meditação podem fazer bem para o cérebro

Quando chega o feriado, muita gente aproveita para descansar e relaxar. No Bem Estar desta sexta-feira (2), o psiquiatra Daniel Barros e o neurologista vascular Alexandre Pieri explicaram que esses momentos de descanso da mente podem beneficiar o cérebro. Segundo os especialistas, às vezes momentos de ócio, como ler um livro ou ouvir uma música, por exemplo, ajudam a desacelerar algumas regiões cerebrais e podem fazer bem. O problema, segundo o psiquiatra Daniel Barros, é o exagero – o ideal é ter momentos de ócio, mas não deixar isso virar um excesso já que o equilíbrio é fundamental.

Há diferenças, no entanto, entre o ócio do descanso e o ócio durante o sono – quando a pessoa dorme, maior parte do cérebro fica lenta; já quando ela descansa, algumas áreas ficam mais ativas do que outras.

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Algumas pessoas, porém, têm dificuldade em se desligar e não conseguem parar de pensar nos problemas e complicações mesmo nos momentos de folga – segundo o neurologista Alexandre Pieri, esse estresse crônico pode “esquentar” muito o cérebro e queimar a massa cinzenta.

O psiquiatra Daniel Barros acrescenta ainda que pensar muitas vezes na mesma coisa pode causar ansiedade. Uma das maneiras de resolver isso é através da meditação – pegar uma vela, por exemplo, e ficar olhando para ela pode ajudar a “limpar” a cabeça e a relaxar. Vale ressaltar, porém, que a meditação não aumenta a criatividade, apenas esvazia a mente e relaxa, além de outros benefícios. A criatividade e as ideias, portanto, vêm dos momentos de devaneio e descanso, como explicou o médico.

 

 

G1

Boletim: após cirurgia para tratamento da próstata, José Maranhão passa bem, mas segue sem previsão de alta

zé maranhãoDepois de ter passada por um procedimento cirúrgico para a retirada de um nódulo na próstata, o ex-governador da Paraíba e presidente estadual do PMDB no Estado, José Maranhão segue internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, mas passa bem.

O peemedebista passou dois dias na UTI e já foi levado para um apartamento.

Segundo o boletim médico, Maranhão passou por um tratamento devido ao crescimento benigno da próstata no último sábado (15).

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Ainda de acordo com o boletim médico, divulgado pelo hospital na noite de segunda-feira (17), “o procedimento transcorreu sem interferência e o paciente encontra-se em ótimas condições clínicas”.

A equipe médica que acompanha o ex-governador é coordenada pelo doutor Álvaro Sarkis.

José Maranhão ainda não tem previsão de alta.

PB Agora

Por que a relação sexual faz tão bem à saúde?

Se você acredita na máxima “tudo que é bom, engorda”, esqueceu de uma deliciosa exceção: o ato sexual. É bom, de graça, saudável e ainda ajuda a emagrecer. Vamos começar por essa última vantagem. A perda calórica por ato sexual pode variar de 100 a 150 calorias.”Isso corresponde a caminhar 20 minutos em ritmo moderado”, compara a sexóloga Lúcia Pesca.

Mais importante que a perda calórica, porém, é o bem que o sexo faz. “Os batimentos cardíacos são acelerados, os órgão internos massageados, a circulação sanguínea e a linfática intensificadas. A produção de hormônios e endorfinas contribui para uma sensação de bem-estar, sendo um excelente antídoto para a depressão e a ansiedade”, lista Amaury Mendes, médico e sexólogo.

Por todos esses motivos, a Organização Mundial da Saúde, desde 2000, inclui o sexo como um dos pré-requisitos para a qualidade de vida, tão importante quanto praticar exercícios e se alimentar bem.

Corpos que conversam

“A carícia sexual incentiva a produção de substâncias que, entre outros efeitos, promovem sentimentos de afeição e de proteção em relação ao parceiro”, explica Lúcia Pesca. No dia a dia, isso pode representar uma atitude mais generosa, menos defensiva e mais cúmplice com o outro. O casal se torna mais unido, baixa a guarda e passa a associar o parceiro a momentos de alegria e êxtase. Além disso, o sexo pode ser um fator descomplicante” na vida a dois, reduzindo a quantidade de sessões D.R. (discussão da relação), tão temidas e rejeitadas pelos homens.

Sozinha, com prazer

Proporcionar-se satisfação sexual é um importante meio de melhorar a autoestima e a intimidade com o próprio corpo. “A masturbação é fazer amor consigo mesma, é cuidar-se e investigar os seus caminhos para adquirir prazer”, afirma a sexóloga Lúcia Pesca. Sem estímulo para ir sozinha? Então prepare um momento para você. Uma taça de vinho, um filme ou um livro erótico podem acompanhá-la. Mas os especialistas garantem que o que funciona mesmo é a mulher colocar a imaginação para funcionar. Confie no corpo: assim que você começar sua historinha, ele vai procurar o prazer instintivamente. O importante é deixar o julgamento, os preconceitos e qualquer vergonha de lado. Nesse script, é você quem manda. Deixe-se guiar livremente!

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