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Bando sequestra família de gerente e leva mais de um milhão do BB

banco-do-brasilMais de um milhão de reais foram roubados do Banco do Brasil, agência de Mangabeira, nesta sexta-feira (18), após o gerente e a família dele passar a noite inteira na mira de uma quadrilha de assaltantes, em João Pessoa.

Na manhã de hoje, os criminosos foram até o estabelecimento bancário fizeram o gerente abrir o cofre e fugiram levando todo o dinheiro. Ele foi surpreendido pelos assaltantes ao chegar a sua residência e foi feito refém, juntamente com sua família, durante toda a noite.

No banco, os assaltantes rederam os vigilantes e, após pegarem o dinheiro, trancaram todos em uma sala e fugiram no carro do gerente. um Renault Sandero vermelho. O veículo foi abandonado em frente à Escola Pedro Lins no bairro de Mangabeira.

 

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A mulher e os dois filhos foram liberados na BR-230, no sentido de Campina Grande, onde funcionava antiga Operação Manzuá, em Santa Rita. Os assaltantes não ainda não foram identificados. A agência está fechada.

 

 
MaisPB

 

Insegurança: Bandidos explodem agência do BB e metralham delegacia de polícia em Mulungu

Policial .A agência do Banco do Brasil do município do Mulungu foi explodida na madrugada desta sexta-feira (30). Além do banco os bandidos também metralharam o prédio da delegacia de polícia.

Por volta das 2 horas da madrugada, os moradores escutaram uma grande explosão e logo em seguida uma sequência de tiros que durou cerca de cinco minutos.

A Polícia Militar foi acionada ao iniciar as investigações deparou-se com agência do Banco do Brasil destruída e a delegacia metralhada.

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De acordo com a polícia, o alvo dos bandidos era o caixa eletrônico da agência de onde eles levaram todo o dinheiro que seria utilizado para o pagamento dos servidores do Estado.

Paulo Cosme\David Martins

Bandidos com granadas assaltam BB no Espaço Cultural; outro assalto aconteceu no Centro

banco-do-brasilDois assaltos foram registrados em João Pessoa em menos de uma hora nesta quinta (6). O primeiro aconteceu numa agência do Banco do Brasil no Espaço Cultural e o segundo numa loja de artigos religiosos no Centro.

No Banco do Brasil, seis homens armados com granadas e vestidos com coletes à prova de balas, renderam o agente e levaram todo o dinheiro do Caixa. Eles fugiram num veículo tipo Fox azul em direção à praia. Funcionários e clientes que aguardavam a abertura do banco ficaram apavorados.

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Já no Centro, uma loja de artigos religiosos na Praça Dom Adauto foi assaltada por dois homens armados que entraram na loja, renderam clientes e levaram todo o apurado.

Nenhum dos participantes nos dois crimes foi preso.

Marília Domingues

Maioria no STF vota pela condenação de ex-diretor do BB e grupo de Valério

Com os votos proferidos na sessão desta segunda (27) de julgamento do processo do mensalão, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) já se manifestou pela condenação do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato e de Marcos Valério e seus sócios Ramon Hollerbach e Cristiano Paz por desvios no Banco do Brasil.

Também na sessão desta segunda, o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), presidente da Câmara na época do escândalo do mensalão, recebeu o segundo voto por sua absolvição – o do ministro Dias Toffoli. Antes, o ministro Ricardo Lewandowski já havia se manifestado a favor da absolvição.

Embora com maioria, a condenação de Pizzolato não é definitiva porque, até o julgamento terminar, os ministros podem mudar os votos.

Segundo a Procuradoria Geral da República, dinheiro desviado de contrato entre o Banco do Brasil e agência de Valério, acusado de ser o operador do mensalão, foi usado para financiar o esquema de compra de votos no Congresso Nacional.

Sexta ministra a votar e quarta a dar sua posição nesta segunda (27), a ministra Cármen Lúcia deu o voto que estabeleceu a maioria (6 a 0) pela condenação dos quatro. Antes, os ministros Joaquim Barbosa, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Luiz Fux e Dias Toffoli também votaram pela condenação. No total, o STF tem 11 ministros – ainda faltam os votos dos ministros Cezar Peluso, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Ayres Britto.

A ministra Rosa Weber, primeira a votar nesta segunda, afirmou que é difícil provar o esquema de corrupção. “Nos delitos de poder, quanto maior o poder ostentado pelo criminoso, maior a facilidade de esconder o ilícito. Esquemas velados, distribuição de documentos, aliciamento de testemunhas. Disso decorre a maior elasticidade na admissão da prova de acusação.”

Na avaliação de Luiz Fux, é preciso combater o desvio de dinheiro. “A cada desvio do dinheiro público, mais uma criança passa fome, mais uma localidade fica sem saneamento, mais um hospital fica sem leito. Estamos falando de dinheiro público. O dinheiro público é destinado à ciência, saúde e educação.”

Desvios no Banco do Brasil
Com relação à acusação de peculato contra o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato e grupo de Valério, os seis ministros entenderam que houve crimes. Segundo a denúncia, o ex-diretor de Marketing recebeu R$ 326 mil em propina para beneficiar agência de Valério. Ele também teria autorizado, diz a denúncia, o repasse de R$ 73,8 milhões do fundo Visanet para empresa de Marcos Valério.

Pizzolato recebeu seis votos pela condenação nos crimes de peculato (desviar recurso na condição de servidor) e corrupção passiva (receber vantagem indevida). Foram cinco votos pela condenação no crime de lavagem de dinheiro porque a ministra Rosa Weber não analisou a acusação e afirmou que vai decidir no decorrer do julgamento.

Foram duas acusações de peculato a Pizzolato, uma sobre o repasse irregular de R$ 73,8 milhões à DNA Propaganda e outra em relação ao desvio de R$ 2,5 milhões em bônus de volume que deveriam ter sido repassados ao Banco do Brasil.

Marcos Valério e os sócios receberam seis votos cada para condenação por corrupção ativa (oferecer vantagem indevida) e peculato.

Os seis ministros que já votaram defenderam a absolvição do ex-ministro da Secretaria de Comunicação Luiz Gushiken.

Desvios na Câmara dos Deputados
Até agora, quatro ministros entenderam que João Paulo Cunha cometeu corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Segundo a denúncia, João Paulo Cunha recebeu, em 2003, R$ 50 mil em vantagens indevidas da agência de Valério SMP&B, que tinha contrato com a Câmara. Cunha teria desviado ainda R$ 252 mil do contrato com a agência para o pagamento de um assessor particular.

Cármen Lúcia iniciou a leitura de seu voto dizendo que a corrupção é um “dos males deste século”. Ela destacou ainda que existem dificuldades em colher provas do cometimento dos crimes imputados aos réus do mensalão. “Seria de enorme hipocrisia não considerar a corrupção como um dos males deste século”, afirmou.

A ministra destacou que Marcos Valério se encontrou com o então presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha (PT-SP) na residência dele e que, no dia seguinte, a esposa do então presidente de Cunha sacou R$ 50 mil do Banco Rural.

“Há comprovação de que realmente os elementos estão aptos a demonstrar de forma cabal a ocorrência do crime de corrupção passiva. Houve o recebimento de R$ 50 mil, também intermediação com o saque feito por sua própria esposa, sabia-se que era vantagem indevida, pois não havia nenhum débito de Marcos Valério em relação ao acusado. Não me toca as circunstâncias de ele ter se valido da própria esposa”, disse a ministra.

Dias Toffoli teve uma argumentação contrária: “Penso não ser possível concluir crime de lavagem pelo recebimento de R$ 50 mil, pois de acordo com prova oral e documental ficou demonstrado que dita importância foi entregue ao réu por Delúbio Soares visando custear pesquisas eleitorais em Osasco.”

 

G1

Quadrilha assalta carro forte que iria abastecer BB do Shopping Sebrae e foge com dinheiro e reféns

Um carro forte da empresa Preserv, que iria abastecer a agencia do Banco do Brasil, localizada no Shopping Sebrae, no bairro dos Estados foi interceptado e assaltado por bandidos na manhã desta segunda-feira (18).

O assalto aconteceu logo quando os seguranças da empresa estacionaram o veículo por trás do Shopping. Foi nesse momento que quatro bandidos armados surpreenderam e renderam os três funcionários da empresa.

A quadrilha estava vestida com coletes da Polícia Federal e teria feito pelo menos duas pessoas reféns.

Informações extra oficiais ainda dão conta que o valor da quantia roubada foi de aproximadamente R$ 180 mil. No local o clima era de apreensão.

Várias viaturas policiais foram acionadas e realizam diligências no sentido de preservar a vida da vítima, prender os acusados e resgatar o dinheiro.

PB Agora

Após BB e Caixa, bancos privados avaliam redução de taxas de juros

Após o anúncio de redução dos juros para operações de crédito feito pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, a expectativa é que os bancos privados também reduzam as taxas para o crédito de famílias e financiamento para micro e pequenas empresas. Procurados pelo G1, Itaú, Bradesco e HSBC informaram que estão “avaliando” uma redução. O Santander afirmou que está “analisando as medidas sinalizadas pelo governo”.

Nesta terça-feira, o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, tem uma reunião marcada com o secretário-executivo da Fazenda, Nelson Barbosa. A expectativa, não confirmada, é que as taxas de juros do crédito sejam o assunto do encontro.

Ainda que o movimento liderado pelos bancos públicos possa levar a um aumento da oferta de crédito no país e redução das taxas de juros, o consumidor deve manter cautela na hora de decidir por contratar um financiamento. A Fundação Procon-SP e Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) recomendam que os consumidores se certifiquem de que as taxas oferecidas pelos bancos são, de fato, vantajosas e que negociem com as agências vantagens melhores ou semelhantes às oferecidas pela concorrência.

“É preciso ver na prática se os juros vão mesmo cair, porque algumas das medidas anunciadas dependem do perfil de cliente e da transferência de contas de outros bancos”, alerta Miguel Ribeiro de Oliveira, vice-presidente da Anefac. “O mais prudente é esperar um pouco mais antes de fazer um financiamento,  pois essas medidas costumam levar algum tempo para ser, de fato, implementadas”, recomenda.

O G1 solicitou aos maiores bancos do país a divulgação dos juros cobrados atualmente nas principais operações de crédito. Confira a seguir as taxas para cheque especial, empréstimo pessoal, rotativo do cartão de crédito, crédito consignado, financiamento de veículos e capital de giro para micro e pequenas empresas informadas pelos bancos. As taxas variam e dependem sempre do perfil do cliente, risco de crédito e relacionamento.

                                              TAXAS DE JUROS COBRADAS AO MÊS AO CONSUMIDOR
Banco cheque especial crédito pessoal cartão de crédito crédito consignado financiamento de veículos capital de giro para empresas
Banco do Brasil a partir de 1,97% a partir de 2,99% 3% a partir de 0,85% a partir de 0,99% 1,44%
Caixa Econômica Federal
1,35% a 4,27% 2,39% a 3,88% 2,85% a 9,47% 0,84%  a 1,95% 0,98% a 2,25% 0,94%
Bradesco a partir de 8,19% a partir de 2,42% a partir de 3,80% a partir de 1,32% a partir de 1,35% a partir de 2,43%
Itaú-Unibanco não informou não informou não informou não informou não informou não informou
Santander não informou não informou não informou não informou não informou não informou
HSBC 1,39% a 9,98% 1,99% a 5,93% 2,27% a 15,95% 1,59% a 4,70% 1,49% a 2,55% 1,48% a 4,99%

O Banco Central divulga semanalmente em sua página na internet as taxas médias de juros cobradas pelas instituições bancárias nas principais operações de crédito. Os últimos dados disponíveis são do período entre 20 e 26 de março.

Para a Anefac, a tendência é de continuidade da trajetória de queda dos juros e que os bancos privados acompanhem o movimento dos públicos. “Não acredito que seja na mesma intensidade, mas os grandes bancos não vão querer perder mercado e vão reduzir os juros”, opina Oliveira, acrescentando que o segmento está pleiteando redução de encargos e do compulsório para reduzir o “spread” bancário (a diferença entre o que o banco “paga” para captar dinheiro e o que ele “recebe” pelos empréstimos.

Anefac divulga na quarta pesquisa sobre juros
Segundo Oliveira, como a pesquisa mensal da associação sobre juros que será divulgada nesta quarta-feira (9) ainda não irá refletir as medidas anunciadas pelo BB e Caixa, a Anefac deverá realizar uma pequisa nas próximas semanas a fim de apurar qual será o impacto nos juros médios praticados no país.

“A pesquisa que vamos divulgar nesta semana mostra que houve uma queda nos juros para pessoa jurídica em março e estabilidade nos juros para a pessoa física, possivelmente em razão do aumento da inadimplência”, afirma o economista. Em fevereiro, a taxa média de juros ao consumidor caiu pelo 3º mês consecutivo e ficou em 6,33% ao mês, segundo o levantamento da Anefac.

A associação avalia, porém, que a inadimplência tende a diminir nos próximos meses. “Com spreads menores, os bancos vão ser ainda mais criteriosos e seletivos na concessão do financiamento”, diz.

Empréstimo com consciência
A assessora técnica do Procon-SP, Cristina Martinussi, responsável pela pesquisa mensal sobre juros ao consumidor realizada pelo órgão, também aguarda uma redução das taxas cobradas pelos bancos privados. “Esses anúncios [do BB e da Caixa] vão acabar pressionado o mercado para baixo, até mesmo porque a Selic também está baixando”, diz.

Ela orienta também que os consumidores busquem comparar as diversas opções de crédito oferecidas dentro do próprio banco. “O crédito consignado é sempre a melhor opção, pois como é o de menor risco é também o que costuma ter a menor taxa”, diz.

Segundo a economista, o cheque especial deve ser sempre considerado como última opção. “É costume as pessoas usarem o cheque especial como segundo salário, mas se a pessoa já tem hoje uma dívida no cheque especial compensa até pegar um empréstimo pessoal só para quitar”, sugere.

Cautela e negociação antes de troca de banco
Segundo a Anefac e o Procon, o cliente deve procurar negociar com o seu banco antes de decidir transferir sua conta-corrente ou conta salário em busca de taxas de juros menores para empréstimos.

“O cliente de banco privado precisa ser proativo, falar com o gerente e cobrar uma redução dos juros. Acredito que, na maioria dos casos, o banco vai tentar segurar o bom cliente”, diz o vice-presidente da Anefac.

A analista do Procon afirma que, antes de qualquer decisão sobre transferência de banco, é importante que o consumidor verifique se as taxas reduzidas anunciadas se aplicam ao seu perfil. “Pode ser uma boa oportunidade para pressionar o banco, mas o cliente deve avaliar não só a taxa, mas toda a sua relação com a instituição e as demais tarifas do dia a dia”, completa Cristina.

G1

Planalto obriga BB e Caixa a cortarem juros para estimular o consumo

Depois de um pedido formal e de um pito público da presidente Dilma Rousseff para que os bancos reduzam as taxas de juros com o intuito de ajudar o governo a estimular o consumo e os investimentos produtivos, o Palácio do Planalto decidiu intervir no mercado de crédito. Ontem, por determinação explícita da presidente, o Banco do Brasil anunciou redução de taxas em várias linhas de empréstimos e financiamento, medida que será reforçada na próxima semana pela Caixa Econômica Federal.

O objetivo é forçar as instituições privadas a também reduzirem os encargos cobrados de consumidores e empresas, sob o risco de perderam participação nos negócios. Esse movimento, segundo assessores de Dilma, é mais uma etapa do pacote anunciado na terça-feira para garantir avanço de pelo menos 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. Com juros menores, acredita o ministro da Fazenda, Guido Mantega, as famílias terão condições de encaixar novas prestações no orçamento. O alto endividamento dos lares é um dos principais entraves para uma recuperação mais rápida e forte da atividade.

Correio Braziliense