Arquivo da tag: básico

População de Pocinhos revela descaso da gestão Galdino na área de saneamento básico

denuncia internauta de PocinhosDiversos internautas de Pocinhos estão usando suas mídias sociais para denunciar descasos da gestão dos Galdinos liderados ex-prefeito de Pocinhos e atual deputado estadual e presidente da Assembleia Adriano Galdino (PSB) onde revelam algumas das irregularidades desta família tradicional na política da cidade no tocante a área de saneamento básico.

Segundo o internauta Nuremberg Bernardo Pereira de Pocinhos os desmandos da família Galdino na cidade são seríssimos. No seu perfil do facebook (https://www.facebook.com/neuremberg.pereira) ele denunciou irregularidades dos Galdinos no tocante a área de saneamento básico. Em 2011 conforme revela fotos de jornais da época a cidade estava com as maiorias das ruas sem saneamento básico adequado. O esgoto corria a céu aberto nas ruas tanto na área urbana como rural. “

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

“Fotos comprovam que em 2011 a Situação dos Esgotos de Pocinhos era insuportável, Era normal os esgotos correrem a céu aberto! Melhorias estão sendo feitas! É notável que hoje a situação é melhor!”, revela Nuremberg que diz ainda “Hoje manutenções são Feitas, canos são trocados, não tem o descaso que tinha antes! Infelizmente não temos como consertar os erros dos vinte anos em apenas uma Gestão! O compromisso é fazer o melhor para a população de Pocinhos Paraíba e vamos fazer! O passado condena os que hoje querem dar uma de bom moço fazendo acusações e mentiras, jogando a culpa dos vinte anos em 3 anos!”, finaliza o internauta de Pocinhos. A postagem foi republicada na página do vereador oposicionista Ramatis Chaves e conseguiu dezenas de compartilhamentos.

Assessoria

Jovens terminam o ensino médio sem aprenderem o básico, mostra pesquisa

sala_de_aula_ensino_medioA pesquisa constatou problemas de comunicação, raciocínio lógico, tecnologia e interpretação de texto, por exemploArquivo/Agência Brasil

Pesquisa feita com jovens que terminaram o ensino médio mostra que há uma desconexão entre o que é ensinado nas escolas e os conhecimentos e habilidades exigidos na vida adulta. A pesquisa Projeto de Vida – O papel da Escola na Vida dos Jovens, da Fundação Lemann, foi apresentada hoje (8) em seminário que debate a base curricular nacional comum para a educação básica.

A análise dos resultados mostra que falta aos jovens competências básicas em comunicação, raciocínio lógico e tecnologia. Também foi constatado que há dificuldades de interpretar o que leram, de se expressar oralmente e de construir argumentos consistentes. Além disso, os entrevistados sentem dificuldades para escrever textos do dia a dia como um e-mail e enfrentam problemas com a concordância e ortografia.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Foram entrevistados jovens que concluíram o ensino médio – 80% de escolas públicas – que ingressaram recentemente no mercado de trabalho, na faculdade, além de professores, empregadores, especialistas em educação e organizações não governamentais que atuam na formação e orientação de jovens.

No campo do raciocínio lógico, a pesquisa mostra que os jovens não dominam conteúdos básicos da matemática, têm dificuldades com estimativas de valores, com cálculos de descontos e reajustes e para ler planilhas e gráficos.

Jovens ouvidos relataram que já erraram ao passar troco a clientes e que saíram da escola sem noções básicas de informática, o que dificultou a entrada no mercado de trabalho. “Apesar de extensos, ainda falta aos currículos conteúdos e habilidades que são essenciais para a vida adulta”, diz a pesquisa Projeto de Vida.

Ela aponta que a base curricular nacional comum para a educação infantil, fundamental e média, em discussão no Ministério da Educação, é uma oportunidade de diminuir a desconexão entre o que é ensinado na escola e o que o jovem realmente precisa aprender.

O diretor executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne, avalia que a base comum pode contribuir para que a escola abandone o papel de ser apenas um transmissor de conteúdo e prepare o estudante para que ele tenha bom desempenho nas atividades da vida cotidiana. “Nosso grande desafio na construção da base comum é escolher o que é essencial, não o mínimo, e não se limitar a listagens, mas ir além e mostrar como as disciplinas se conectam, como agregar a isso as habilidades do século 21, ser mais investigativo, mais crítico”, disse.

O secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Manoel Palácios, explicou que o MEC criou um grupo de trabalho responsável pela redação de uma proposta preliminar da base nacional comum curricular. A proposta é estabelecer um amplo debate para a elaboração do documento, ouvindo professores, estudantes, secretários de Educação, especialistas e organizações envolvidas com o tema.

“Colheremos as opiniões de professores e de estudantes que também devem participar desse debate. Especialmente, os estudantes que estão no ensino médio e tem a expectativa de ingresso na universidade e de profissionalização, para se manifestarem sobre os objetivos de aprendizagem que integrarão a base comum”, disse Palácios.

A pesquisa recomenda que a base comum contribua para tornar o estudo mais atrativo ao aluno, inclua habilidades socioemocionais, respeite as diversidades regionais, correlacione as habilidades e ensine o que é fundamental aos alunos aprenderem.

As discussões sobre a base curricular nacional foram feitas em Brasília, no Seminário Internacional Base Nacional Comum: o que Podemos Aprender com as Evidências Nacionais e Internacionais. O evento foi organizado pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

 

Agência Brasil

Falta saneamento básico e infraestrutura nas 10 cidades que mais recebem recursos federais no Estado

esgotoAs cidades da Paraíba que mais recebem recursos federais e que possuem os dez maiores valores do Produto Interno Bruto (PIB) vivem uma realidade contraditória. De um lado está o dinheiro, incluindo o correspondente ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM); do outro, a precariedade em todos os cantos da cidade. Falta saneamento básico e infraestrutura adequada em todos esses municípios, que representam, também, os principais colégios eleitorais do Estado.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Na lista dos detentores dos maiores PIBs estão: João Pessoa, Campina Grande, Cabedelo, Santa Rita, Bayeux, Patos, Sousa, Cajazeiras, Guarabira e Conde. Só as duas primeiras cidades da lista têm R$ 10,1 bilhões e R$ 5 bilhões respectivamente. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes ao ano de 2011. A disparidade entre os cofres das prefeituras e a realidade encontrada nas ruas é motivo de revolta entre a população.

Em Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa, centenas de famílias vivem em situação de miserabilidade, apesar de o PIB do município ser R$ 836 milhões, o quarto maior da Paraíba. Em uma casa de três cômodos apenas, Claudete Santos, 48 anos, mora com quatro dos seis filhos e cinco netos. Os sinais da miséria que assola a família estão espalhados pela moradia, que fica à beira da maré, onde o mau cheiro é insuportável. A comunidade Nova Liberdade fica às margens da Avenida Liberdade, na divisa entre Bayeux e João Pessoa.

A pobreza que se contradiz ao PIB do município parece não incomodar Claudete Santos, que sobrevive com os R$ 110 que recebe do Bolsa Família, programa social do governo federal, e da pesca de marisco, atividade que rende, em média, R$ 100 por mês. Na comunidade onde mora falta praticamente tudo: esgotamento, calçamento, água, etc. Parece abandonada aos olhos dos gestores públicos, os quais só aparecem na localidade, segundo Claudete Santos, em tempo de eleição.
Por conta da infraestrutura precária, as crianças são proibidas de brincar fora de casa.

“Por conta da lama, aparece muito rato, barata e escorpião. É uma situação complicada, sempre foi assim. Duvido que algum dia isso mude”, afirmou Claudete Santos, que disse já ter se iludido com promessas de político. Hoje, segundo ela, isso não acontece mais. Morando na localidade há 12 anos, a dona de casa disse que não tem mais esperanças de ter uma vida digna, onde possa ter água, saneamento básico, iluminação e calçamento.

É nesse mesmo cenário que outras famílias tentam sobreviver. A aposentada Maria José da Silva, 67, disse que não sabe o que significa PIB, nem tem ideia do que o FPM representa. Contudo, não poupa críticas aos gestores públicos. “Se eu fosse prefeito ou governador eu teria vergonha de ver a população dentro do lixo. Sei que há muito dinheiro, o que falta é boa vontade mesmo”, afirmou a aposentada.

Em Bayeux, os problemas se repetem na área da Saúde e Educação. Segundo a comerciante Anatildes da Penha Moraes, o posto de saúde localizado no bairro São Bento quando tem médicos e dentistas, não tem o material necessário para o atendimento, como luvas descartáveis e seringas. “Quando tem o material, faltam os profissionais. É um grande problema que enfrentamos e ninguém resolve”, frisou Anatildes da Penha Moraes.

Valéria Sinésio – Jornal da Paraíba

Dilma anuncia R$ 2,8 bi para saneamento básico para cidades com menos de 50 mil habitantes

ROBERTO STUCKERT FILHO/PLANALTO
ROBERTO STUCKERT FILHO/PLANALTO

A presidente Dilma Rousseff defendeu nesta terça-feira (6) ações de seu governo e do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na economia e afirmou que nos últimos 12 anos a renda cresceu para os mais pobres, aqueles que, segundo ela, “tinham menos”.

Dilma deu a declaração durante cerimônia no Palácio do Planalto de lançamento da terceira etapa do PAC 2, voltada para obras de saneamento básico em cidades com até 50 mil habitantes.

Nesta segunda (5), ela já havia abordado questão do aumento da renda e da diminuição da desigualdade social em uma reunião com ministros do governo. Foram apresentados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Secretaria de Assuntos Estratégicos, que mostram crescimento da renda e da satisfação dos brasileiros, além da queda na desigualdade. No discurso desta terça, Dilma reforçou o que foi apresentado aos ministros.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

“Não são os números que importam, mas sim uma situação peculiar do pais. Nos últimos 12 anos, tivemos uma imensa aceleração da renda no país, tanto nos termos do ganho da renda como na diminuição da desigualdade. Todos ganharam, mas ganhou mais quem tinha menos “, afirmou a presidente.

Para Dilma, o crescimento da renda da população foi mais acelerado que o do setor de serviços, o que, segundo ela, gera uma necessidade de maior investimentos no setor.

“A renda cresceu a uma taxa muito superior ao crescimento dos serviços e é por isso que nós temos de acelerar os serviços. Se a gente pegar os últimos 20 anos, enquanto o crescimento do acesso da população aos bens como máquina de lavar, geladeira, TV, celular, computador cresceu uma taxa real de 320%, os serviços cresceram bem menos, cresceram 48%”, disse Dilma

Obras de saneamento
De acordo com o Ministério da Saúde, a teerceira etapa do PAC 2 irá beneficiar 635 municípios e 5,3 milhões de pessoas. Serão liberados R$ 2,8 bilhões do Fundo Nacional da Saúde (Funasa) para as obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário.

Desde 2011, quando começou a segunda fase do PAC 2, a Funasa já repassou R$ 3,45 bilhões para obras de água e esgoto.

No evento de lançamento da terceira etapa do programa, a presidente Dilma Rousseff afirmou que “investir em serviços, notadamente em saneamento, é algo fundamental para o país.”

Segundo informações do Ministério da Saúde, com o início da terceira etapa, serão 4.629 ações do PAC 2 mantidas pela Funasa. A pasta afirma que, atualmente, 92% dos empreendimentos do programa foram concluídos ou estão em execução.

Após o eventou, Dilma escreveu em sua conta no Twitter sobre os investimentos em saneamento básico. “O Brasil superou um passado em que governantes não tinham interesse em investir em saneamento. Achavam que era obra que não rendia voto”, afirmou.

“Transformamos o investimento em saneamento em uma política de alcance nacional, que beneficia pessoas de todos os cantos do país”, concluiu a presidente.

G1

 

Caaporã será o primeiro município com 100% de saneamento básico na Paraíba

caaporaO município de Caaporã está prestes a ser o primeiro 100% saneado no Estado da Paraíba. Até dezembro, a Prefeitura espera concluir as obras de saneamento, que acontecem a partir de convênio com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)

O prefeito João Batista Soares (PMDB) explicou que já estão sendo investidos cerca de R$ 9 milhões nas obras de esgotamento sanitário, sendo R$ 1 milhão de recursos próprios da Prefeitura. “Nossa meta é audaciosa. Deixar uma cidade 100% saneada, atingindo as Zonas Urbana e Rural, não é algo simples. Porém, sabemos que essa complexidade reflete nos benefícios diretos que traremos para população”, ressaltou.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Caaporã está localizada na região da Zona da Mata paraibana, na microrregião do Litoral Sul. Está a 54.9 quilômetros de distância da Capital João Pessoa. Limita-se com o Estado do Pernambuco e com os municípios Pitimbu (12,5 km), Alhandra (10 km) e Pedras de Fogo (26 km).

As obras vão beneficiar diretamente 20 mil pessoas. Atualmente, a empresa vencedora da licitação, Santa Fé Construções e Serviços LTDA, executa as obras para implantação da Estação Elevatória e as ligações domiciliares. “Os trabalhos estão em ritmo acelerado. Esperamos que até dezembro, estejamos com tudo concluído e que Caaporã possa ser modelo de cuidado com a Saúde e com a qualidade de vida”, relatou o prefeito.

Assessoria

Guia básico de primeiros socorros em crianças

Mesmo vigiadas de perto, crianças podem surpreender e, em questão de segundos, se envolver em alguma situação de risco. Cortes, quedas, engasgos e queimaduras são alguns exemplos. Você saberia como prestar os primeiros socorros para uma criança?

“Prestar os primeiros socorros é muito diferente de medicar. Estamos falando apenas da primeira assistência a quem está precisando. O próximo passo é procurar um hospital para se certificar que está tudo bem”, resume Kátia dos Santos Narciso, enfermeira docente do curso de Enfermagem e de Primeiros Socorros em Crianças da filial de São Paulo da Cruz Vermelha Brasileira.

Confira orientações com os procedimentos mais adequados em algumas situações de emergência comuns.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

>>> Engasgo

O que fazer: A técnica indicada para crianças de até sete anos é a da tapotagem, que consiste em inclinar o corpo da criança para frente e com as mãos em concha bater nas costas até que o objeto seja expelido pela boca. A orientação é da professora titular de primeiros socorros da Faculdade de Educação Física UNI-FMU e autora do livro “Turminha dos Primeiros Socorros” (Editora Phorte), Flavia Maria Serra Ghiroto.

Depois dessa idade, pode-se aplicar a manobra de Heimlich, também conhecida como compressão abdominal. Essa técnica é parecida com abraçar uma pessoa pelas costas e fazer compressão com a mão para dentro e para cima ao mesmo tempo.

“Antes dos sete anos a manobra de Heimlich não é a primeira indicação porque é mais agressiva. Se a pessoa que a fizer não souber aplicá-la corretamente poderá comprometer as costelas da criança”, afirma Flavia.

O que NÃO fazer: A professora lembra que o reflexo imediato de muitas mães de tentar tirar o que estiver obstruindo as vias respiratórias colocando o dedo na garganta da criança não é indicado se o objeto não estiver visível e com fácil acesso. Isso pode fazer com que o problema se agrave.

>>> Queimadura

O que fazer: Queimaduras por líquido quente são bastante comuns em crianças. O mais indicado, se for uma queimadura leve, é colocar a parte do corpo queimada debaixo de água corrente por 15 minutos.

“Se a queimadura for muito grave e a pessoa não estiver respirando, tem que fazer respiração boca a boca. Nesse caso, chame o resgate imediatamente”, recomenda a enfermeira Kátia.

O que NÃO fazer: Ao contrário do que muitos acreditam, não é indicado passar pasta de dente ou colocar pó de café.

>>> Intoxicação

O que fazer: O melhor a se fazer é levar a criança até um hospital. Se possível, leve junto a embalagem do produto ingerido para que os médicos possam recomendar procedimentos mais eficazes.

O que NÃO fazer: “Uma coisa que muitos fazem equivocadamente é dar leite para cortar o efeito. Está errado. Da mesma forma, induzir a criança ao vômito também não pode”, afirma Kátia.

>>> Fratura e torção

O que fazer: A única maneira de ter certeza se houve ou não fratura, quando ela não é visível, é através da radiografia. A indicação inicial é colocar gelo no local, observar o inchaço e verificar se tem hematoma.

Se o inchaço persistir e tiver muito hematoma, é muito provável que tenha ocorrido algum tipo de comprometimento ósseo. “Além de diminuir o inchaço, o gelo tem um fator analgésico que é benéfico para acalmar a dor. Se a dor persistir, procure um hospital”, recomenda Flavia Maria Serra Ghiroto.

>>> Queda

O que fazer: Se bater a cabeça, a criança deve ser avaliada por um médico. Os pais precisam ficar atentos a vômitos e ao estado da criança. Se ela estiver amuada, confusa ou não dormir direito, o melhor a se fazer é levá-la ao hospital assim que possível.

O que NÃO fazer: Kátia explica que não deixar a criança dormir se ela bater a cabeça é um mito. “Isso foi criado porque pensavam que ela poderia entrar em coma. Mas uma pessoa dormindo, com respiração e batimentos cardíacos normais, é diferente de quem está em processo de perda de consciência”.

>>> Corte

O que fazer: “O local deve ser lavado com água e sabão. Depois, faça uma compressão com gazes ou um pano limpo para tentar parar o sangramento”, ensina Ariovaldo Lopes, pediatra do Hospital Infantil Sabará.

Se o corte não for claramente superficial, o indicado é procurar um hospital para avaliar a necessidade de dar ponto. “Deixar para suturar depois pode inviabilizar o procedimento, porque em poucas horas o risco de infecção aumenta e a sutura deixa de ser recomendada”, explica Kátia dos Santos Narciso, enfermeira docente do curso de Enfermagem e de Primeiros Socorros em Crianças da filial de São Paulo da Cruz Vermelha Brasileira.

>>> Afogamento

O que fazer: Nestes casos, o primeiro passo é checar se a pessoa está respirando. Se não estiver, deve-se iniciar um procedimento conhecido como Reanimação Cardiopulmonar (RCP). Essa técnica é complexa e o ideal seria aprendê-la através de um treinamento específico.

“Se ninguém souber e não houver tempo de chamar socorro, a respiração boca a boca é mais simples: ventila-se duas vezes dentro da boca da vítima, mantendo as narinas fechadas”, recomenda Kátia.

>>> Transporte da vítima

O que fazer: Chamar a ambulância. Transportar uma pessoa que tenha passado por algum tipo de trauma é contraindicado. “Em casos de fratura, por exemplo, o transporte deverá ser realizado com o membro fraturado sobre uma superfície plana. Em casos de suspeita de trauma na coluna, deve-se evitar manipulações e solicitar remoção por uma ambulância”, ensina Ariovaldo.

“É um risco fazer o transporte por conta própria”, ressalta Kátia. Só o transporte feito por profissionais treinados vai garantir a estabilidade da vítima.

 

 

iG

Solânea entrega Certificados á alunos da turma pioneira do Curso Básico de Espanhol pelo PRONATEC

 

turmaNa noite da quinta-feira (12) alunos da turma pioneira do Curso Básico de Espanhol pelo PRONATEC(Programa Nacional de acesso ao Ensino Técnico e Emprego) receberam os Certificados referentes a conclusão desta primeira etapa. A cerimonia de entrega ocorreu na Sede do Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculo – antigo PETI, com inicio as 19 horas 30 minutos, e contou com as presenças ilustres do Coordenador Geral do PRONATEC no Estado, Marcelo Ribeiro, do Professor da UFPB(Universidade Federal da Paraíba) e ministrante do Curso de Espanhol Básico , José Pessoa da Cruz, do Secretário de Educação do Município Wolfhagon Costa (Ofinho), do Representante da Administração Municipal, o Assessor de Comunicação,  Prof. Gederlandio A. Santos e  Representando a Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania, o instrutor do SCFV, Leandro Soares.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Marcelo Ribeiro parabenizou o Prefeito Beto do Brasil por não medir esforços no sentido de disponibilizar ao seus munícipes, cursos de capacitação técnica profissional. Adiantou ainda que já há projeto para o Curso de Espanhol intermediário para o município de Solânea e que a equipe da Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania vem tomando as medidas necessárias, para angariar mais este curso, já que outros também fazem parte da agenda da referida secretaria.

Beto do Brasil tem como meta ofertar cada vez mais, cursos profissionalizantes, de capacitação e aprendizado técnico. E somente este ano já proporcionou a conclusão dos cursos Eletricista, Corte e Costura, Confeiteiro, Contação de “estórias“, Inglês e Espanhol Básicos. Capacitar nossa gente é a certeza de construir a Cidade do Bem que queremos.

Fonte: Prof. Gederlandio A. Santos – Assessoria de Comunicação

Caminhos do Frio: Bananeiras terá oficinas de fotografia para os níveis básico e avançado

BananeirasNa semana da rota cultural Caminhos do Frio, em Bananeiras, na Paraíba, que acontecerá no período de 22 a 28 de julho, serão oferecidas oficinas Temáticas de Produção Fotográfica para níveis básico e avançado. Elas serão ministradas pelos fotógrafos André Piva e Altair de Castro nos dias 24, às 15h, e 25 de julho, de 8h às 12h e 14h às 17h.

As inscrições são gratuitas e realizadas até a próxima quarta-feira (24) no Espaço Cultural Oscar de Castro, na cidade de Bananeiras.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O coordenador da oficina, André Piva, conta que ela faz parte do projeto Paraíba Criativa, que visa conhecer toda produção cultural do Estado. Segundo ele, a arte pode ser feita por qualquer cidadão.

“Queremos levar este conceito para toda Paraíba através de oficinas e eventos artístico-culturais, por exemplo. Bananeiras já é uma cidade naturalmente criativa, queremos ajudar a desenvolver a produção local”, explica André. Lembrando que não será necessário equipamento profissional para a participação na oficina.

 

De acordo com o fotógrafo, Altair de Castro, as oficinas buscarão explorar a linguagem da fotografia e composição da imagem. “Não é nosso objetivo falar em técnicas. Queremos estimular o potencial criativo das pessoas, pedir sugestão de temas e fotografar de modo que a imagem nos conte uma história”, esclarece Altair.

Na rota cultural também haverá a exposição fotográfica “Por onde andei em Bananeiras” de 22 à 26 de julho no Espaço Cultural Oscar de Castro. As imagens que serão exibidas são de fotógrafos amadores e profissionais que participaram do concurso “Descobrindo Cores” em 2012.

 

Bananeiras Online com Assessoria

Municípios podem pleitear R$ 17 bilhões do PAC 2 para obras de pavimentação e saneamento básico

aguinaldoDos R$ 31,3 bilhões em recursos da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) que poderão ser pleiteados por municípios desde o dia 4 de fevereiro, R$ 17 bilhões serão para obras de pavimentação, água e esgoto. A informação é do ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), cuja pasta administrará as inscrições para essa modalidade de projeto.

Dos 17 bilhões, R$ 5 bilhões estão separados para projetos de pavimentação e R$ 12 bilhões para saneamento.

O ministro também disse que está em fase final o processo de seleção de projetos para acesso a R$ 27 bilhões, também em recursos do PAC 2, sendo R$ 20 bilhões para obras de saneamento e R$ 7 para pavimentação. O resultado do processo deve ser anunciado ainda em fevereiro. Ao todo, o PAC 2 utilizará R$ 955,1 bilhões até 2014.

“O desafio é a qualidade dos projetos. Quando temos projetos de qualidade a execução acelera. Tenho certeza que em 2013 aumentaremos muito a execução das obras”, disse Aguinaldo Ribeiro.

As seleções foram abertas no último dia 04 de fevereiro e os entes federados podem apresentar propostas até o dia 05 de abril.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Também foram anunciados recursos da ordem de R$ 105,8 bilhões, para projetos já selecionados no PAC 2, nos eixos de infraestrutura urbana e social, além de prevenção de desastres naturais.

Ribeiro falou ainda sobre o Programa Minha Casa, Minha Vida, que precisa contratar 1,4 milhão de unidades habitacionais para atingir a meta de 3,4 milhões até 2014.

Segundo ele, o desafio para os próximos anos é trabalhar para a “perenidade e sustentabilidade do programa”. “É um programa que tem a função de reduzir o déficit habitacional, mas tem papel econômico. Gera emprego e movimenta a cadeia produtiva do país. O impacto positivo no PIB brasileiro, só do Minha Casa, Minha Vida, foi 0,8% em 2012”, disse.

Assessoria

Desperdício de água acarreta tarifas altas e dificulta universalização do saneamento básico no Brasil

As cem maiores cidades brasileiras desperdiçam anualmente uma média de 2,5 trilhões de litros de água. O recurso se perde em encanamentos velhos, vazamentos, ligações clandestinas e demais problemas na rede de distribuição. É água suficiente para abastecer durante um ano inteiro todos os 41 milhões de habitantes do estado de São Paulo.

“Por isso, dizemos que o desperdício é o maior manancial do Brasil”, compara Gesner Oliveira, diretor da GO Associados, consultoria que, junto ao Instituto Trata Brasil, lançou na última quinta-feira (16) o ranking do saneamento básico no país. “Se a gente diminuir as perdas, podemos aumentar muito a oferta de água sem recorrer a novos recursos da natureza.”

Gesner destaca que apenas cinco grandes cidades brasileiras conseguiram manter um nível aceitável de desperdício de água: menos de 15%, índice tolerado pelos padrões internacionais. De acordo com os dados divulgados pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico (SNIS), publicado pelo Ministério das Cidades, o município que foi mais eficiente foi Pelotas (RS), que perdeu menos de 7% da água distribuída. Depois vêm Limeira (SP), com 9%, e Praia Grande (SP), Vitória da Conquista (BA) e Santos (SP), com cerca de 12%.

A média nacional é 36%. “Isso significa que, no Brasil, de cada 100 pãezinhos, a padaria perde 36. É um número altíssimo e insustentável”, compara o especialista da GO Associados, para quem a redução do desperdício deve ser uma das prioridades do país em termos de saneamento básico. “Não seria nenhuma exagero dizer que temos que concentrar grande parte dos nossos esforços no aumento da eficiência.”

De acordo com o presidente do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, as principais causas do desperdício são os problemas nas redes de distribuição: sistemas antigos, estruturas malfeitas e encanamentos de má qualidade. “Nas cidades com redes muito velhas, os canos se quebram devido à corrosão e, quando a rede é pouco profunda, o rompimento acontece com os impactos do tráfego de veículos pesados”, diz. “As empresas de saneamento, sejam públicas ou privadas, devem a aminorar as perdas de água porque é um prejuízo financeiro direto.”

Tarifas

Esse prejuízo muitas vezes acaba se traduzindo em tarifas altas para a população, lembra Édison Carlos, e o ranking do Instituto Trata Brasil demonstra que o valor cobrado pelo serviço de distribuição de água, coleta e tratamento de esgoto varia muito nas grandes cidades do país. “Não existe uma relação direta entre tarifa e qualidade do serviço”, explica.

O município de Uberlândia (MG), por exemplo, se encontra na quarta posição do ranking. Leva água a 99% dos cidadãos e possui uma rede de esgoto que alcança 97% das residências. Porém, cobra do consumidor uma média de R$ 0,83 por metro cúbico de água. No extremo oposto, Porto Velho (RO) ocupa o penúltimo lugar da lista, coleta apenas 1,51% do esgoto produzido na cidade e atende a somente 32% da população com água tratada. Apesar disso, cobra R$ 3,57 por metro cúbico.

“A tarifa é muito característica do lugar. Se o município tem relevo acidentado e demanda mais bombeamento, o custo do serviço é mais alto”, analisa Édison Carlos. “O certo é que muitas vezes a tarifa é elevada para cobrir uma ineficiência da empresa, que desperdiça muita água. A maior eficiência poderia se traduzir em tarifa menor.”

redebrasilatual