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Barragens de Serraria e Canafístula II recebem recarga d’água e tem níveis elevados

A região do Brejo paraibano tem registrado, nos últimos dias um considerável volume de chuvas, o que tem alegrado os moradores da região pela expectativa de recarga nas barragens, onde o baixo volumes de água tem ocasionado racionamentos severos.

Segundo a Cagepa, as chuvas registradas nos últimos dias, já ocasionaram aumento nos volumes de água de barragens da região.

A barragem que abastece o município de Serraria, registrou recarga de 80 centímetros d’água e a barragem Canafístula II que abastece municípios como Bananeiras, Araruna, Cacimba de Dentro e Solânea, teve uma recarga de 1,5 metros com as últimas chuvas, a barragem que estava com menos de 6% da capacidade, agora já está com 9% e como continua chovendo na região a expectativa é que aumente ainda mais.

Outra fator que contribui para o aumento da recarga d’água em Canafístula II, é que a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), destruiu barreiros ilegais que impediam que as águas das chuvas chegassem ao manancial.

Outra boa notícia para a região é que a Cagepa está trabalhando para, já nas proxas semanas reiniciar o abastecimento através da barragem da Jandaía, localizada em Bananeiras.

 

imagem reprodução: Edilson Santos

Do ExpressoPB / Por Tiago Costa

 

 

Barragens subterrâneas já possuem resultados constatados para a convivência com a seca na região de Bananeiras

Barragem-subterrâneaA construção das barragens subterrâneas na região de Bananeiras tem contribuído para diminuir os problemas ocasionados pela seca na região. Na região de Santa Vitória, os resultados já são visíveis e pode-se observar a plantação de várias culturas como: feijão, batata, couve, coentro e maracujá.

Uma parceria desenvolvida pela Prefeitura Municipal de Bananeiras através da Secretaria de Agricultura com o Governo do Estado, Emater, Embrapa, Apoiar e o Instituto Sociedade População e Natureza- ISPN. Com uma tecnologia social de baixo custo, onde é realizado o barramento com lona, impermeabilizando o solo e retendo a água no local.

A técnica utilizada foi desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária- Embrapa e é replicada no Município, atendendo as regiões mais necessitadas de água. Já foram atendidas as comunidades de Caraubinha, Riachão, São Domingos, Santa Vitória e Boa Vitoria.

Os produtores recebem orientação dos técnicos agrícolas da prefeitura e da Emater, na preparação do substrato, controle biológico de pragas, acompanhamento do espaçamento das mudas, do seu desenvolvimento, além, de promover um acompanhamento social dessas famílias que participam dos programas ligados a gestão municipal.

Com contrapartidas do Município, esse meio de captação de água atinge diversas comunidades carentes da região de Bananeiras que sofrem com a estiagem, proporcionando uma melhor qualidade para o cultivo de produtos que antes não poderiam se desenvolver pela falta de água.

A Prefeitura Municipal tem mantido uma preocupação constante na captação de recursos e meios para amenizar os processos de estiagem na região, garantindo a população uma melhor qualidade de vida, gerando renda a partir do cultivo de diversificadas culturas em uma região que historicamente sofria com a escassez de água.

Ascom PMB

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Barragens subterrâneas proporcionam convivência com a seca na região de Bananeiras

barragemA construção de vinte (20) barragens subterrâneas na região de Bananeiras tem contribuído para diminuir os problemas ocasionados pela seca na região.

Uma parceria desenvolvida pela Prefeitura Municipal de Bananeiras através da Secretaria de Agricultura com o Governo do Estado, Emater, Embrapa, Apoiar e o Instituto Sociedade População e Natureza- ISPN.

Com uma tecnologia social de baixo custo, onde é realizado o barramento com lona, impermeabilizando o solo e retendo a água no local. A técnica utilizada foi desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária- Embrapa e é replicada no Município, atendendo as regiões mais necessitadas de água.

Já foram atendidas as comunidades de Caraubinha, Riachão, São Domingos, Santa Vitória e Boa Vitoria. Em Santa Vitória, seis (06) famílias estão sendo beneficiadas com 500 mudas de maracujá gigante, que serão cultivadas em um plantio comunitário na área da barragem subterrânea.

Os produtores recebem orientação dos técnicos agrícolas da prefeitura e da Emater, na preparação do substrato, controle biológico de pragas, acompanhamento do espaçamento das mudas, do seu desenvolvimento, além, de promover um acompanhamento social dessas famílias que participam dos programas ligados a gestão municipal.

Com contrapartidas do Município, esse meio de captação de água atinge diversas comunidades carentes da região de Bananeiras que sofrem com a estiagem, proporcionando uma melhor qualidade para o cultivo de produtos que antes não poderiam se desenvolver pela falta de água.

A Prefeitura Municipal tem mantido uma preocupação constante na captação de recursos e meios para amenizar os processos de estiagem na região, garantindo a população uma melhor qualidade de vida, gerando renda a partir do cultivo de diversificadas culturas em uma região que historicamente sofria com a escassez de água.

Ascom PMB.

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Paraíba terá 560 barragens e poços de R$ 15 milhões para amenizar seca em 56 cidades

Divulgação/Secom-PB
Divulgação/Secom-PB

A Paraíba tem 280 barragens subterrâneas em fase de implantação, orçadas em R$ 3 milhões, voltadas para 2,8 mil famílias em 56 cidades do semiárido. O processo ocorre de forma emergencial, mas o Estado não divulgou o prazo para que todas estejam prontas. Outros R$ 2,5 milhões estão direcionados à perfuração de 280 poços tubulares profundos e R$ 9,5 milhões em kits que acompanham esses sistemas.

Acompanhadas por um poço amazonas e um sangradouro, as barragens possuem uma profundidade média de 4,5 metros, com uma vala de 1,50 metro de largura e de 40 metros de comprimento. Com essas medidas, o volume hídrico aproximado de barramento é de 400 m³.

De acordo com o Projeto de Desenvolvimento Sustentável do Cariri, Seridó e Curimataú (Procase), os kits que acompanham as barragens e os poços são sistemas de exploração com uso da energia solar, no bombeamento da água para subirrigação por gotejamento. Para a implantação dos 560 kits, estão sendo investidos cerca de R$ 9,5 milhões.

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Ainda conforme o Procase, 560 mil raquetes de palma forrageira resistente estão em fase de aquisição, o que representa um investimento de aproximadamente R$ 3 milhões.

O coordenador do Procase, Hélio Silva Barbosa, explica a importância da unidade de produção de forragem animal. “Ter o suporte forrageiro para alimentar o rebanho é uma condição fundamental para que o agricultor familiar conviva com a estiagem, e com o semiárido. Pensando nisso, junto a cada estrutura hídrica, que serão as barragens e os poços, vamos instalar um kit de subirrigação por energia solar e um hectare de palma resistente à cochonilha do carmim para possibilitar o desenvolvimento econômico e sustentável das comunidades rurais durante este período”, comenta o coordenador.

 

portalcorreio

Barragens subterrâneas prometem ajudar paraibanos no convívio com a seca

Divulgação/Secom-PB
Divulgação/Secom-PB

Pelo menos para 2,3 mil comunidades das quase 200 cidades paraibanas em estado de emergência na Paraíba, o sonho de poder conviver com a seca e permanecer no campo produzindo pode se tornar uma realidade. Uma ideia simples e que precisa apenas do apoio técnico e de investimentos parceiros dos governos do Estado e dos Municípios será implementada, conforme o secretário de Agricultura Familiar da Paraíba, Lenildo Morais, para ajudar os agricultores que enfrentam o desafio de sobreviver às secas cíclicas e à escassez de água até para o consumo humano e animal.

Lenildo Morais informou que o edital de licitação do programa de construção das barragens será lançado até a próxima quarta-feira (1º). Ele disse, ainda, que para participar, os municípios precisam estar entre os critérios do programa. Entre esses critérios, segundo Lenildo, estão ser uma das 197 cidades que por decreto governamental estão em situação de emergência.

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Lenildo informou ainda que as solicitações dos agricultores a serem beneficiados têm que ter a aprovação dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável.

Entre os critérios também está a adesão da gestão municipal ao programa das barragens subterrâneas através da página online da Secretaria de Desenvolvimento e Articulação Municipal do Estado e ter a declaração de aptidão ao Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf).

Poços e caixas d’água

As barragens subterrâneas são estruturas simples feitas para barrar e armazenar a água das chuvas e dos riachos no interior do próprio solo. Cerca de 2 mil serão construídas com as máquinas e implementos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), segundo o secretário Lenildo Morais, e outras 300 serão implementadas em parceria com o Projeto de Desenvolvimento Sustentável do Cariri, Seridó e Curimataú (Procase).

Junto às barragens e para ampliar a capacidade de utilização da água, serão construídos também poços amazonas e caixas d’água pré-moldadas. Lenildo explicou que o poço serve para retirar a água armazenada na barragem para ser utilizada em pequenas irrigações.

Ele acredita que com a técnica será possível ao agricultor plantar culturas que precisem de mais água, a exemplo do arroz e forrageiras. “Dependendo do tipo de cultura implantada pode-se ter mais de uma colheita no ano”, previu.

Na opinião do secretário, a garantia do suporte hídrico é o primeiro passo para o desenvolvimento sustentável das comunidades localizadas no semiárido. “Com a água, e a partir de tecnologias sociais multiplicáveis, poderemos aumentar a resiliência das unidades familiares de produção frente aos períodos de estiagem”, garantiu.

Como funciona

As barragens subterrâneas são construídas durante o período seco. São utilizadas lonas plásticas enterradas no subsolo dos leitos de rios e riachos para barrar o escoamento da água das chuvas que circula no solo.

A escavação deve ser perpendicular ao sentido da descida das águas até a profundidade onde se encontra a camada mais dura do subsolo, normalmente chegando até 4 metros de profundidade. Dependendo das condições do terreno, a vala cavada pode se estender entre 30 e cem metros. Nela é estendida a lona plástica com 200 micas de espessura. Após estender a lona por toda extensão da vala, ela é coberta com a terra originária da própria escavação.

A impermeabilidade implantada na vala irá barrar e armazenar a água no subsolo, diminuindo também a evaporação. Com a técnica, a área se transforma numa vazante onde a umidade permanece por meses. O resultado é que os agricultores poderão cultivar mesmo em períodos de seca e estiagem prolongados.

Além da agricultura familiar, a pecuária de subsistência também poderá ser beneficiada com o cultivo de forragens e com o armazenamento de água para alimentar o rebanho.

 

 

portalcorreio

Ricardo autoriza licitação de adutoras nas Barragens de Canafístula I e Jandaia

 

09O governador Ricardo Coutinho autorizou o processo licitatório para a construção da adutora da Barragem Canafístula I e para a construção da  adutora da Barragem de Jandaia. O anúncio foi feito durante a audiência do Orçamento Democrático Estadual, realizada neste sábado (27), na cidade de Bananeiras, no Brejo Paraibano. Mais de 140 mil pessoas de 11 municípios e cinco distritos serão beneficiadas com as duas obras, que têm investimentos previstos na ordem de R$ 13,5 milhões.

 

De acordo com o governador Ricardo Coutinho, as adutoras são obras que vão mudar a vida da população de forma significativa. “Vamos resolver o problema de água dessas cidades. Mesmo com todas as dificuldades, estamos ajustando os recursos para que obras estruturantes resolvam, definitivamente, o problema da falta d’água. Estamos ouvindo a população com obras ações e serviços”, afirmou o governador.

 

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20Ainda na audiência, que foi realizada no Ginásio Municipal de Bananeiras, no Centro da cidade, foram entregues kits esportivos, bicicletas, tablets e habilitação social. Pelo programa Empreender-PB foram liberados créditos, por meio da linha Empreender Individual, na ordem de R$ 390.000,00, que irão beneficiar 130 empreendedores da região.

 

A 2ª Região Geoadministrativa (Microrregião de Bananeiras) é representada pelas cidades: Bananeiras; Casserengue; Cacimba de Dentro; Araruna; Tacima; Riachão; Dona Inês; Belém; Caiçara; Logradouro; Borborema; Serraria e Solânea.

 

Mil e duzentas pessoas participaram do Orçamento Democrático Estadual, que também foi transmitido pela internet, pelo endereço: paraiba.pb.gov.br/odestadual. Cinco mil pessoas acompanharam a audiência pela rede mundial de computadores.

 

As próximas cidades a receberem Orçamento Democrático Estadual são Itaporanga (03/05 – Ginásio de Esporte “O Madrugão”); Patos (04/05 – Ginásio Poliesportivo do Jatobá) e Princesa Isabel (05/05 – Ginásio Poliesportivo Ministro Alcides Carneiro).

Galeria de fostos:

Focando a Notícia com Secom-PB

Mobilizações marcam Dia Internacional contra barragens

 

mobilizaçãoNesta quinta-feira, 14 de março, está sendo celebrado o Dia Internacional de lutas contra as barragens, pelos rios, pela água e pela vida. Em virtude da data, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) convoca organizações sociais, ativistas, pastorais e demais entidades do Brasil e América Latina a se somarem às jornadas de luta e fortalecerem o apelo pela defesa dos rios, da água e da vida, animados pelo lema “Água e energia não são mercadorias”!

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De acordo com o MAB, as mobilizações deste dia têm o objetivo de dar visibilidade ao problema enfrentado por famílias que foram atingidas por barragens e “fortalecer a luta por um outro modelo energético”, e ainda pedir que o governo crie a Política Nacional de Direitos dos Atingidos por Barragens.

Reforçando a necessidade de dar continuidade às lutas, que “deverão ir para além desta data”, o movimento aproveita a ocasião para chamar a atenção para os preparativos do “Encontro Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens”, que deve ser realizado de 3 a 7 de junho, em São Paulo, e que terá como pauta a discussão, junto com a população, sobre a necessidade de construir o projeto energético popular, “cujo principal beneficiário deve ser a classe trabalhadora”.

“Nossas lutas devem ser permanentes, contra as empresas transnacionais privatistas e rentistas, contra os altos preços das tarifas de energia, em defesa da água e da energia, com distribuição da riqueza e controle popular”, enfatiza a convocatória.

Diante do cenário de crise econômica, onde, segundo o Mab, as empresas buscam compensar as perdas lucrando através da apropriação do valor produzido pelos trabalhadores, o movimento ressalta a necessidade de haver unidade na luta entre os povos e de as organizações se comprometerem juntas a lutar contra as transnacionais, “pelos direitos dos trabalhadores, na defesa dos rios, da água e da vida”.

“Essa luta não é apenas da população atingida pelos lagos, pois todo o povo é atingido pelas altas tarifas da energia, pela privatização da água e da energia, pelo dinheiro público investido em obras privadas”, provoca o MAB.

O Dia Internacional de lutas contra as barragens foi instituído em 1997, quando populações afetadas pelas construções de barragens realizaram no Brasil o 1º Encontro Internacional dos Atingidos por Barragens. A luta contra o modelo energético foi adotada também por outros países instituindo a celebração da data internacional.

Para acompanhar as ações do MAB, acesse: http://www.mabnacional.org.br/

Tatiana Félix, da Adital

Governo da Paraíba fiscaliza barragens nas cidades de Araçagi, Borborema e Pirpirituba

BarragemTécnicos da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) fiscalizam o açude Araçagi, na cidade de mesmo nome. O reservatório comporta 63.289 metros cúbicos e atualmente está com 80% da capacidade. A inspeção visa identificar e sanar eventuais problemas na estrutura dos reservatórios.

 

Nesta sexta-feira (25) as equipes da Aesa seguem para o reservatório Canafístula II, no município de Borborema, onde também será realizada vistoria. A barragem pode acumular até 4.102 metros cúbicos e está com 28% da capacidade. “Ao todo, mais de 60 açudes serão inspecionados. Nossos engenheiros estarão em campo durante todo o mês fevereiro para garantir a segurança dos reservatórios. Quando algum problema é identificado, um relatório é enviado para que a Secretaria de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia do Governo do Estado agilize a reforma na estrutura da barragem”, explicou o diretor presidente da Aesa, Moacir Rodrigues Barbosa.

 

Na agenda de inspeções da Aesa também está prevista uma visita ao Perímetro Irrigado das Várzeas de Sousa, no interior do estado. O projeto Várzeas de Sousa tem como objetivo a irrigação de uma área total de 4.376 hectares com 178 lotes para pequenos produtores para exploração de fruticulturas (banana, goiaba, manga) e 19 lotes empresariais. As áreas são destinadas à produção de culturas de alto valor comercial, com elevado nível tecnológico, proporcionando a produção de alimentos e matérias primas com geração de riqueza e emprego para desenvolvimento da região e do Estado.

 

FONTE: SECOM-PB

Iniciada construção de Barragens Subterrâneas em Pirari; prefeito garante apoio aos atingidos pela estiagem

 


A Prefeitura Municipal de Parari (PB), através da Secretaria de Agricultura em parceria com a Emater local, deu início no último dia 17/01 da chamada pública, onde mais de 60 agricultores participaram de um dia de campo. Na oportunidade houve a construção de uma barragem subterrânea na propriedade do senhor Zezinho Avelino.
 
A boa notícia é que a Secretaria de Agricultura e Emater Local, vão continuar com essa parceria, construindo barragens subterrâneas que beneficiará muitos pararienses.
 
“Os agricultores estão prejudicados pela longa estiagem e o pedido do Prefeito Josa é que essas pessoas tenham o máximo de assistência possível da Secretaria de Agricultura, por isso, toda semana será construída uma barragem subterrânea para um agricultor parariense”, garantiu o Secretário José Flávio.
 
O prefeito José Josemar (Josa), disse que conhece de perto o dia-a-dia e as dificuldades que os  agricultores enfrentam principalmente nesta época de estiagem, por isso, a ordem é prestar o máximo de assistência possível aos agricultores de Parari.

Ascom – Júnior Queiroz – para o Focando a Notícia