Arquivo da tag: barragem

Cerca de 100 famílias ribeirinhas estão desalojadas após água de barragem invadir cidades na BA

Cerca de 100 famílias ribeirinhas da cidade de Coronel João Sá ficaram desalojadas depois que o município foi invadido por águas de uma barragem que fica no distrito de Quati, na cidade de Pedro Alexandre, na manhã desta quinta-feira (11). Não há registro de feridos ou desaparecidos.

Em Pedro Alexandre, também não há registro de desaparecidos, feridos, desalojados ou desabrigados. Moradores dos dois municípios falaram sobre a situação da região depois da inundação.

A barragem do Quati foi construída pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e entregue em novembro de 2000 à Associação de Moradores da Comunidade do distrito. Ela represa água do Rio do Peixe para o período de estiagem, mas transbordou após as fortes chuvas que caem na região.

Imagem aérea de Coronel João de Sá após barragem de água transbordar em Pedro Alexandre — Foto: Studio Júnior Nascimento

Imagem aérea de Coronel João de Sá após barragem de água transbordar em Pedro Alexandre — Foto: Studio Júnior Nascimento

A cidade de Coronel João Sá foi a mais atingida pela inundação, porque fica em uma altitude mais baixa que Pedro Alexandre. Antes da enxurrada chegar em Coronel João Sá, o prefeito Carlinhos Sobral se pronunciou nas redes sociais e pediu que os moradores saíssem das casas.

“Eu peço encarecidamente que todas as pessoas que moram nas áreas de risco que saiam das suas casas. Peguem seus documentos pessoais, peguem também seus objetos de valor, o que puder levar de eletrodoméstico, o que puder salvar de móveis, porque a gente não sabe ainda as consequências porque nunca passamos por ela”, disse ele.

A Defesa Civil de Pedro Alexandre informou ao G1 que houve o rompimento da barragem. O rompimento também foi confirmado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

No entanto, na noite desta quinta, o Governo do Estado informou que não houve rompimento da barragem, mas sim um transbordamento. O G1 questionou se técnicos do estado estiveram no local para constatar que não houve rompimento. No entanto, o governo respondeu que a posição oficial é que não houve colapso no equipamento, mas não detalhou o que de fato aconteceu, e nem como se chegou a essa conclusão.

José Pedro de Carvalho Neto – morador de Pedro Alexandre

Prefeitura de Pedro Alexandre decreta situação de emergência e calamidade pública após rompimento de barragem — Foto: Arquivo pessoal/Gino Giubbini

Prefeitura de Pedro Alexandre decreta situação de emergência e calamidade pública após rompimento de barragem — Foto: Arquivo pessoal/Gino Giubbini

“A barragem fica a 6 km da cidade e rompeu uma parte da lateral dela. É uma barragem na comunidade da zona rural. É uma água salobra, que serve para irrigação e para os animais. Em Pedro Alexandre, um rio que passa pela cidade alagou um pouco, mas não tem a ver com a barragem. A altura da água chegou a 70 cm. Não temos notícia de morte. O povoado de Boa Sorte foi o mais atingido pelas águas. Ele [povoado] fica às margens da BR-235. Acho que não chega a 100 o número de casas atingidas, mas a água chegou até a metade da parede”.

Deuza Maria Barreto – moradora de Coronel João Sá

Município de Coronel João Sá tomado pela água após chuva e rompimento de barragem de cidade vizinha — Foto: Studio Júnior Nascimento

Município de Coronel João Sá tomado pela água após chuva e rompimento de barragem de cidade vizinha — Foto: Studio Júnior Nascimento

“A situação aqui é muito preocupante. A água não para de subir e está subindo muito rápido. Tomou conta de todas as ruas que ficam perto do rio, está tudo inundado. Graças a Deus, a gente não teve nenhuma morte, mas muitas famílias estão desabrigadas. As famílias que moram perto do rio e as famílias que moram na rua da igreja tiveram que ser retiradas. Essas pessoas foram levadas para uma escola da cidade, mas até essa escola tá sendo inundada também”.

“Aqui não temos mais cemitério, o cemitério foi todo alagado. Aqui está todo mundo em estado de alerta, porque a situação é muito crítica. A minha casa é um pouco mais afastada dessa área do rio e eu estou com medo, nem consigo imaginar quem mora mais perto. Nós começamos a receber as informações de que a barragem tinha rompido ainda cedo, pelo WhatsApp. Por isso, muitas famílias tiveram resistência em sair de casa. A Defesa Civil, a Guarda [Civil] e a polícia precisaram ir para o local para conseguir tirar as pessoas de casa”.

Caso

A barragem transbordou no povoado de Quati, que fica na cidade de Pedro Alexandre, localizada a cerca de 435 km de Salvador, na manhã desta quinta-feira. Conforme a Defesa Civil da cidade, as fortes chuvas que caem na região do Rio do Peixe contribuíram para o possível rompimento da estrutura. Não há registro de feridos.

A preocupação da gestão de Coronel João Sá, cidade que fica a 45 km de Pedro Alexandre, é com as famílias que moram às margens do Rio do Peixe, que corta a região. A água que vazou da barragem segue o curso do rio e, por volta das 15h30, já havia chegado a João de Sá.

O percurso do rio entre as duas cidades é de cerca de 80 km. Não há informações da velocidade da água, mas há confirmação de risco de invasão de casas e de prejuízos materiais por todo o município.

Desde o início da manhã, a administração de Coronel João Sá, que fica em um nível abaixo da barragem e é cortado pelo Rio do Peixe, pede para cerca de 120 famílias que moram às margens do rio deixem o local. No total, 300 pessoas vivem na área considerada com risco de ser atingida pela água.

Coronel João Sá já tinha áreas alagadas, mas por conta da chuva. A preocupação adicional é justamente com a enxurrada provocada pelo vazamento da barragem do Quati. A água começou a invadir a cidade por volta das 15h30.

Até esse horário, a prefeitura da cidade ainda não tinha conseguido fazer a retirada das pessoas das casas. Os moradores, segundo o secretário de comunicação, se recusam a deixar os imóveis. Escolas foram disponibilizadas pelo município para abrigá-los.

Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Pedro Alexandre tem cerca de 16.695 moradores. Já Coronel João Sá tem uma população que chega a 17.066.

Situação de emergência e calamidade pública

Prefeitura de Pedro Alexandre decreta situação de emergência e calamidade pública após rompimento de barragem — Foto: Arquivo pessoal/Gino Giubbini

Prefeitura de Pedro Alexandre decreta situação de emergência e calamidade pública após rompimento de barragem — Foto: Arquivo pessoal/Gino Giubbini

A prefeitura da cidade de Pedro Alexandre, que fica a cerca de 435 km de Salvador, decretou situação de emergência e calamidade pública nesta quinta-feira, após o município ser invadido pela água da barragem do povoado de Quati.

O documento foi publicado no Diário Oficial do município. No decreto, o prefeito Pedro Gomes Filho informou que a situação de emergência foi decretada “considerando o volume de água que tomou a cidade, causando inundações, enxurradas, alagamentos que ocasionaram danos materiais em residências, vias públicas, pontes e equipamentos públicos diversos”.

Prefeitura de Pedro Alexandre decreta situação de emergência e calamidade pública após rompimento de barragem — Foto: Arquivo pessoal/Gino Giubbini

Prefeitura de Pedro Alexandre decreta situação de emergência e calamidade pública após rompimento de barragem — Foto: Arquivo pessoal/Gino Giubbini

Cidades são invadidas pela água após barragem transbordar na Bahia — Foto: Arte/ G1

Cidades são invadidas pela água após barragem transbordar na Bahia — Foto: Arte/ G1

 

 

G1

 

 

Barragem de Pitombeira, em Alagoa Grande, começa a sangrar

As ocorrências de chuvas na região polarizada por Guarabira já está surtindo efeito e já há registros de três barragens que estão sangrando. A barragem de Araçagi (que abastece Araçagi, Guarabira e Pilõezinhos) permanece sangrando, enquanto que a barragem de São Salvador (que abastece Sapé, Sobrado, Mari, Mulungu, Gurinhém, e Cajá/Caldas Brandão), começou a sangrar na última sexta-feira (14).

Nesta segunda-feira (17), a barragem de Pitombeira, que abastece Alagoa Grande (que tem população superior a 28 mil habitantes) começou a sangrar. O manancial tem capacidade para armazena 2.955 mil metros cúbicos de água e está em sua carga máxima.

A barragem de Pitombeira foi construída pela gestão governador Ricardo Coutinho e inaugurada no dia 8 de abril de 2016. A construção de uma nova barragem para garantir segurança hídrica para o município foi a alternativa encontrada, depois que a barragem de Camará se rompeu, prejudicamento abastecimento de Alagoa Grande.

portal25horas

 

Barragem que abastece 6 municípios no Regional Brejo volta a sangrar; já Canafístula II pode entrar em colapso total

Com as chuvas na última semana, a barragem de São Salvador, localizada na cidade de Sapé, que tem capacidade de armazenar 12 milhões de metros cúbicos de água, voltou a sangrar neste final de semana. A sangria havia parado no mês passado e com a ocorrência de novas chuvas, sangra pela segunda vez no ano.

A barragem atende os municípios de Sapé, Sobrado, Mari, Mulungu, Gurinhém e Cajá/Caldas Brandão.

Enquanto já tem barragem sangrando, várias cidades do Regional do Brejo, segundo a Cagepa, estão em regime de racionamento e correm o risco de colapso se não houver recarga em barragens.

As cidades de Bananeiras, Solânea, Araruna e Cacimba de Dentro, abastecidas pela barragem de Canafístula 2, que encontra-se com pouco mais de 5% de sua capacidade, estão submetidas a racionamento, algumas delas tendo água somente três dias a cada duas semanas.

Belém, Caiçara, Logradouro, Pirpirituba, Sertãozinho, Duas Estradas, Serra da Raiz e Lagoa de Dentro, também estão em racionamento.

Ainda na região, as cidades de Dona Inês, Tacima, Riachão e Damião estão em colapso e são abastecidas através de carros pipa. A barragem de Jandaia, que atende os municípios, secou e ainda não recebeu recarga suficiente para voltar a operar.

Veja o vídeo

portal25horas

 

 

Tião Gomes reforça pedido para construção da barragem Chã da Pia que vai abastecer o Brejo da Paraíba

O deputado estadual Tião Gomes (Avante) encaminhou requerimento ao governador João Azevêdo (PSB) solicitando a construção da Barragem de Chã da Pia, situada na zona rural do município de Areia, na região do Brejo do estado.

No documento apresentado nesta terça-feira (04) na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Tião Gomes disse que a barragem vai melhorar o abastecimento em seis cidades da região.

“Esse pedido se justifica, haja vista que esta barragem ficará situada entre os municípios de Areia, Arara e Remígio. Uma obra que beneficiará o abastecimento dos municípios de Solânea, Casserengue, Esperança, Bananeiras, além de Arara e Remígio”, explicou.

O deputado lembrou que essa é uma luta antiga do seu mandato, pontuando que a barragem resultará no desenvolvimento e ofertará melhor qualidade de vida à população do Brejo.

“Fizemos uma pesquisa e encontramos um projeto datado do ano de 1985, apresentado pelo secretário da época, Zé Silvino, para construção da barragem de Chã da Pia na gestão do ex-governador Wilson Braga. Desde então, venho lutando para que essa barragem saia do papel e se torne realidade no intuito de resolver de uma vez o problema de abastecimento de água na região”, disse o parlamentar.

Tião Gomes finalizou informando que já foi autorizado um estudo técnico na localidade.

“Conversei com o nosso governador João Azevêdo e ele autorizou o competente secretário de infraestrutura e recursos hídricos do estado, o engenheiro Deusdete Queiroga, a realizar um estudo completo para possibilitar a construção dessa importante obra. Tenho fé em Deus que estarei participando da inauguração da barragem de Chã da Pia muito em breve”, afirmou o deputado Tião Gomes.

 

portaldolitoralpb

 

 

Cidade é evacuada no Ceará por risco de rompimento de barragem

Mais de 250 famílias que vivem no entorno da barragem Granjeiro, de Ubajara, na Região da Ibiapaba do Estado, foram retiradas de casa na noite deste sábado (16), em caráter preventivo, caso haja o rompimento do açude. As informações foram divulgadas pelo Corpo de Bombeiros e pelo prefeito do município, Rene Vasconcelos, em transmissão ao vivo nas redes sociais. Parte das famílias foi transferida para casas de parentes, enquanto outras foram encaminhadas ao Santuário da Mãe Rainha, localizado no Bairro São Sebastião.

Desde o dia 11 de março, as intermediações do açude vinham sendo submetidas a avaliações da Defesa Civil devido às chances de rompimento após as fortes chuvas. Rene Vasconcelos afirmou que o risco é mínimo, mas a transferência da comunidade ribeirinha é uma medida de prevenção.

Recusa em deixar área

Cerca de 513 famílias vivem na região, o que corresponde a quase 3.200 pessoas. Destas, 30% estão se recusando a deixar suas moradias, um número aproximado de 960 moradores.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, equipes foram para o local juntamente com a Prefeitura Municipal de Ubajara e com órgãos municipais da Defesa Civil, e estão auxiliando na retirada das famílias.

O secretário de ação social do município, Jairo Araújo, ressaltou que profissionais de assistência social estão indo ao local para explicar às famílias que ficaram dos riscos do rompimento. “Houve uma resistência e estamos saindo com assistentes sociais, psicólogos e líderes comunitários para tentar convencer essas pessoas do risco real que se corre caso essa barragem venha a romper.”

Embora considere o risco mínimo, o prefeito da cidade reforça a importância do trabalho de remoção dos moradores.

“Está chovendo nas cabeceiras do rio e temos a necessidade de fazer a remoção das pessoas que estão à jusante do rio. O risco de rompimento é mínimo, mas existe, e não podemos trabalhar com nenhuma possibilidade de risco, por isso estamos fazendo esse trabalho que é altamente preventivo”, explica o prefeito.Técnicos fazem manutenção na barragem para evitar rompimento da estrutura — Foto: Arquivo pessoalTécnicos fazem manutenção na barragem para evitar rompimento da estrutura — Foto: Arquivo pessoal

Um novo sangradouro, segundo o prefeito de Ubajara, está sendo aberto para o açude Granjeiro. A previsão é de que as obras sejam concluídas entre segunda-feira (18) e terça-feira (19).

Vasconcelos informou que algumas medidas, como a instalação de réguas para o monitoramento do nível da água, foram implantadas no açude.

Municípios vizinhos, como Ibiapina e Tianguá, também estão auxiliando na operação, com o envio de equipes de segurança, ambulâncias e transporte.

Doações

Ônibus da prefeitura foram utilizados para retirar famílias da cidade — Foto: Prefeitura de UbajaraÔnibus da prefeitura foram utilizados para retirar famílias da cidade — Foto: Prefeitura de Ubajara

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Ubajara está recebendo doações para as famílias. Estão sendo aceitos alimentos, artigos como colchões, cobertores e produtos de higiene.

Com o alerta divulgado pela prefeitura sobre risco de rompimento da barragem, algumas famílias saíram às pressas de casa, levando apenas o básico.

Segundo a diretora do sindicato, Nadja Carneiro, neste domingo (17), as pessoas interessadas em fazer doações podem entrar em contato por telefone. A partir de segunda-feira (18), os artigos podem ser enviados para a sede do sindicato. “Uma panificadora já entrou em contato com a gente hoje de manhã e doou pães pro café da manhã das famílias”, comentou a diretora.

Os telefones para contato são: (85) 9 9936-0231 – Nadja Carneiro e (88) 9 9212-6127 – Wescley Anderson.

G1 

 

 

Fissuras em barragem de Patos, na PB, preocupam moradores e órgãos

barragemO surgimento de fissuras na barragem da Farinha, em Patos, no Sertão paraibano, tem preocupado a população do município. O nível de água do reservatório, que em fevereiro estava em 6,6%, subiu para 7,9% em março, com as chuvas registradas na região. A Defesa Civil de Patos já realizou inspeções no local e sugeriu que sejam feitos reparos urgentes, alegando que existe o risco de que a barragem rompa. Próximo ao local, existem moradias.

O presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), João Fernandes, informou que a barragem foi inspecionada por técnicos e vai precisar passar por reparos. Ele também disse que o processo de licitação para contratação da empresa para esse trabalho foi inciado na Secretaria de Obras, mas ainda não tem uma previsão para o início dos trabalhos.

Em menos de um mês a barragem, que é responsável por parte do abastecimento da cidade de Patos, recebeu uma recarga de 1,3%, que corresponde a cerca de 320 mil m³ de água.

Com o nível de água maior, o vazamento através das fissuras na barragem também aumentou e os moradores do local estão com medo de que ocorra uma tragédia e exigem providências do órgãos. O problema foi percebido desde o ano passado.

“A gente tem medo dela [a barragem] ceder de repente e atingir as pessoas das redondezas. O que a gente precisa é que eles prestem atenção e venham ajeitar essas coisas aqui”, disse a agricultora Edninatânia dos Santos.

O agricultor João dos Santos mora em frente à barragem e, sem ter outro lugar para se abrigar, disse que vai permanecer no local. “Eu mesmo não entendo disso, mas de qualquer maneira eu acho que pode ter algum perigo. Mas, só com um tempo, quando começar a chover [mais], a barragem encher a gente vai ver direitinho”, disse ele.

Inspeções
A Defesa Civil de Patos destacou que está preocupada com a situação da barragem. Desde 2016 já foram realizadas duas inspeções e os relatórios foram encaminhados ao Governo do Estado da Paraíba e para Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa). “Essas fissuras que nós constatamos são quatro. E existem fissuras de até 60 centímetros. A gente pode ver que já estão nascendo até plantas. Isso consta que há infiltrações”, disse Jakiano Almeida, coordenador da Defesa Civil.

Para a Defesa Civil, a barragem apresenta sinais de que vai romper e sugere que uma reforma preventiva seja feita com urgência. “Essa infiltração existe. Com certeza, precisamos com urgência esses reparos. Porque a qualquer momento pode acontecer um desastre, como já aconteceu na barragem de Camará, na Paraíba; na barragem de Mariana, em Minas Gerais”, disse o coordenador.

G1 PB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Homem morre afogado na Barragem do Suspiro em Serra da Raiz

afogamentoUm homem por nome de Marinésio Araújo, 38 anos, morreu vítima de afogamento na tarde desta segunda-feira (27), na Barragem do Suspiro zona rural de Serra da Raiz.

Segundo informações colhidas no local por nossa reportagem, ele é da cidade de Pirpirituba e estava passando as férias na casa dos pais e já estaria com passagem comprada para viajar dia 8 de março para São Paulo. Um amigo da vítima que estava com ele relatou que ambos estavam bebendo as margens da barragem junto com outras pessoas, um certo momento a vítima decidiu dar um mergulho e começou a se afogar, algumas pessoas ainda tentaram socorrer, mas não conseguiram.

A equipe do destacamento da Polícia Militar de Serra da Raiz esteve no local e acionou o Gemol, o corpo foi resgatado por um equipe de Bombeiros.

 

 

Imagens @felipejornalista
blogdofelipesilva

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

 

Barragem de Lagoa do Matias tem rachaduras e vereador teme tragédia

barragemO vereador Marcelo Bezerra (PSB), durante a sessão desta terça-feira (14) na Câmara Municipal de Bananeiras, chamou a atenção dos seus pares para um grave problema na barragem de Lagoa do Matias, no município.

De acordo com Marcelo, a barragem tem apresentado rachaduras em sua estrutura, além de está fornecendo para as cidades de Belém, Caiçara e Logradouro uma água imprópria para o consumo.

Marcelo“As fotos mostram o tamanho da danificação do baldo da barragem, muitos rachões, é impressionante como a Cagepa cuida dos seus bens e dos seus fornecedores, porque o que eu vi naquela barragem é desumano, vi uma balsa com um motor em cima, bombeando uma água que eu acho que não serve nem pra animal, a água podre, da cor de caldo de cana, isso é inadmissível para uma empresa que cobra tão caro dos seus consumidores”, criticou o parlamentar.

“Sou leigo no assunto, mas se o baldo daquela barragem continuar desta forma, estará colocando em risco a comunidade do distrito de Roma, os que residem em Lagoa do Matias e está colocando em risco o abastecimento de água de Belém, Caiçara e Logradouro. O que aconteceu em Alagoa Grande pode acontecer em Lagoa do Matias, isso por uma irresponsabilidade de uma firma, que não está nem aí para os seus consumidores, fiquei indignado, não sei se pode ocorrer o que eu estou pensando, mas se ocorrer é irresponsabilidade da empresa”, destacou.

O vereador Paulo Brito (PSB) também se manifestou sobre o caso e relatou a mesma situação da barragem. “Também estive lá e realmente tem muita sujeira, muitos animais em torno e dentro da barragem, é por isso que tenho dito incessantemente, é preciso de uma privatização urgente dessa Cagepa, porque eu acho que a população da Paraíba não aguenta mais, infelizmente nós temos que privar por isso. É necessário que o Governo faça com urgência não somente os reparos, como também uma limpeza”, afirmou.

Bananeiras Online

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Barragem que rompeu em 2004 é reinaugurada no Agreste da Paraíba

barragemcamaraFoi reinaugurada nesta segunda-feira (26) a barragem de Camará, na cidade de Alagoa Nova, no Agreste paraibano. Conhecida por seu rompimento em 2004, uma tragédia que ocasionou a morte de cinco pessoas e deixou cerca de três mil desabrigados nas cidades de de Alagoa Grande, Mulungu, Alagoa Nova e Areia. A nova barragem reconstruída vai beneficiar mais de 225 mil habitantes em 21 municípios. A Nova Camará, como está sendo chamada, tem capacidade de armazenar mais de 26 milhões de metros cúbicos de água.

As obras de reconstrução começaram em 2012 e os investimentos ultrapassam R$ 48,6 milhões. Com a entrega da Barragem Nova Camará serão beneficiados os seguintes municípios e localidades: Algodão de Jandaíra, Alagoa Nova, Areial, Campinote, Cepilho, Esperança, Chã de Marinho, Floriano, Jenipapo, Puxinanã, Lagoa Seca, Matinhas, São Tomé, Lagoa do Mato, Pocinhos, Remígio, São Miguel e São Sebastião de Lagoa de Roça.

Já com a entrega da primeira etapa do Sistema Adutor Nova Camará serão beneficiados os municípios de Remígio e Esperança. No entanto, quando for concluído o sistema irá beneficiar, além de Remígio e Esperança, mais 11 municípios: Alagoa Nova, Alagoa Grande, Algodão de Jandaíra, Arara, Areial, Lagoa Seca, Matinhas, Montadas, Pocinhos, Puxinanã, e São Sebastião de Lagoa de Roça.

O secretário de Estado da Secretaria da Infraestrutura, dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia, João Azevedo, falou sobre a importância da obra para o abastecimento hídrico. “A reconstrução da Barragem de Camará e a implantação do novo sistema adutor trará a redenção de toda uma região. Primeiro, além de distribuir água de boa qualidade, irá aliviar num primeiro momento o sistema de Campina Grande, já que muitas cidades são abastecidas pelo mesmo sistema. Essa obra se reveste de um simbolismo muito grande para aquela região. Mesmo sendo no Brejo, muitas cidades, como Remígio e Esperança, são abastecidas com carros-pipa”, disse.

Justiça culpa estado por rompimento
Em 2013, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF) havia responsabilizado o governo da Paraíba pelo rompimento da barragem em 2004. Na decisão, foi excluída a culpa do consórcio de construtoras responsável pela obra e apontou que o acidente teria sido causado pela falta de manutenção na barragem.

G1 PB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Obras da barragem de Camará serão entregues na segunda-feira (26)

barragemcamaraA inauguração das obras de reconstrução da Barragem Nova Camará, em Alagoa Nova, será na próxima segunda-feira (26). O governador Ricardo Coutinho vai entregar a obra, juntamente com a primeira etapa do Sistema Adutor Nova Camará.

A barragem, que rompeu no dia 17 de junho de 2004, deixando milhares de desabrigados, mortos e muita devastação, foi reconstruída e passará a oferecer água de boa qualidade para 21 municípios, beneficiando mais de 225 mil habitantes. As obras de reconstrução começaram em 2012, e os investimentos ultrapassam R$ 48,6 milhões. A capacidade de armazenamento da Nova Camará é de mais de 26 milhões de metros cúbicos de água.

O governador Ricardo Coutinho fará também a entrega do ramal 2 do Sistema Adutor Nova Camará, que abrange as cidades de Remígio e Esperança. Com a entrega da primeira parte do sistema, serão beneficiados 48.677 habitantes, que contarão, ainda, com uma estação de tratamento e uma estação elevatória. Os investimentos dessa primeira etapa totalizam R$ 28,4 milhões.

Municípios e localidades beneficiados – Com a entrega da Barragem Nova Camará serão beneficiados os seguintes municípios e localidades: Algodão de Jandaíra, Alagoa Nova, Areial, Campinote, Cepilho, Esperança, Chã de Marinho, Floriano, Jenipapo, Puxinanã, Lagoa Seca, Matinhas, São Tomé, Lagoa do Mato, Pocinhos, Remígio, São Miguel e São Sebastião de Lagoa de Roça.

Já com a entrega da primeira etapa do Sistema Adutor Nova Camará serão beneficiados os municípios de Remígio e Esperança. No entanto, quando for concluído o sistema irá beneficiar, além de Remígio e Esperança, mais 11 municípios: Alagoa Nova, Alagoa Grande, Algodão de Jandaíra, Arara, Areial, Lagoa Seca, Matinhas, Montadas, Pocinhos, Puxinanã, e São Sebastião de Lagoa de Roça.

A tragédia – Na noite do dia 17 de junho de 2004 a barragem de Camará se rompeu, levando desespero para os moradores das cidades de Alagoa Nova, Alagoa Grande, Areia e Mulungu. Mais de 3 mil pessoas ficaram desabrigadas e outras quatro morreram.

Com o rompimento, foram lançados em torno de 17 milhões de metros cúbicos de água, causando devastação e inundando ruas da parte baixa desses municípios. Casas foram destruídas. Até percorrer aproximadamente 25 quilômetros, a água saiu arrastando tudo pela frente: postes de energia elétrica, árvores e pertences dos moradores.

clickpb

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br