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Azevêdo garante manutenção de Ricardo Barbosa como líder do governo na ALPB

Nesta segunda-feira (27) o governador João Azevêdo confirmou, que o deputado estadual Ricardo Barbosa será mantino no posto de líder do governo na Assembleia Legislativa da Paraíba na volta dos trabalhos da Casa.

O governador revelou ainda que definirá o partido que vai se filiar até o fim desse mês.

As declarações repercutiram durante solenidade de pré-embarque dos 300 alunos selecionados no Programa Gira Mundo Estudante, na Sala de Concertos Maestro José Siqueira, no Espaço Cultural José Lins do Rêgo.

PB Agora

 

 

Citado em delação, Ricardo Barbosa emite nota e nega envolvimento na Calvário

Citado por Daniel Gomes, líder da Cruz Vermelha Brasileira, em delação ao Poder Judiciário, o deputado estadual Ricardo Barbosa (PSB) emitiu nota,  na tarde desta quinta-feira (19), e desmentiu a acusação de recebimento de dinheiro ilícito, por meio, do escritório do advogado Francisco Ferreira, preso na sétima fase da Operação Calvário – Juízo Final.

Segundo o empresário, o esquema funcionava da seguinte forma, o gabinete do deputado emitia notas como pagamento de serviços jurídicos, e o dinheiro era repassado de volta para Ricardo Barbosa.

“Estou surpreendido com essa declaração difamante, mentirosa e irresponsável. Já estou acionando advogado para processar o Daniel, que não o conheço, nunca estive com ele em ocasião nenhuma de minha vida. Tenho uma relação profissional e de amizade com o advogado Francisco Ferreira, que era meu advogado, do meu gabinete, mas, após a [sua] prisão, houve o destrato”, justificou Ricardo Barbosa em entrevista concedida ao programa Correio Debate, da Rádio Correio 98 FM.

Veja a nota

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Repudiamos com veemência as declarações veiculadas no Programa Correio Debate de hoje, as quais transmitiram trecho da colaboração do sr. Daniel Gomes, com uma denúncia leviana e totalmente desprovida de provas contra nossa pessoa.

A acusação de que meu gabinete houvera contratado o escritório do Advogado Francisco Ferreira de forma irregular não possui qualquer rastro de fundamento.

Entretanto, diante da proporção dos fatos, vimos a público repudiá-la e informar que nossa Assessoria Jurídica, desde que tomou conhecimento dessas acusações, já vem adotando as medidas judiciais cabíveis contra o sr. Daniel Gomes.

Temos ao longo de nossa longeva caminhada pública ou fora dela, e de nossos mandatos na Casa de Epitácio Pessoa, em particular, pautado nossa atuação com toda lisura, compromisso e dedicação.

Por isso rechaçamos, por inteiro, as calúnias e difamações da declaração que nos atinge, não somente pela retilínea conduta de vida pública, mas, também, recuso-me a aceitar ser alvo de denúncias tão sem fundamento ou prova. Esperamos que a Justiça possa dar um basta à prática daqueles que se valem de calúnias e mentiras para macular e enodoar a honra de pessoas íntegras, honestas e de bem.

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PB Agora

 

Barbosa ironiza falta de mandato de RC: “Ele está com o tempo ocioso”

Líder do Governo na Assembleia Legislativa da Paraíba, o deputado estadual Ricardo Barbosa, do PSB, voltou a endurecer o discurso contra o ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), dessa vez ironizando a falta de mandato e, por consequência, de ocupação.

Segundo Barbosa, por conta do ‘tempo ocioso’, Ricardo Coutinho acabava dizendo coisas que não deveria dizer. As declarações repercutiram na tarde desta quinta-feira (12), no programa Correio Debate, da 98 FM.

“Eu não tenho nada a declarar por enquanto, o ex-governador tenho respeito por ele, tenho feito em todas as minhas falas a manifestação do quanto ele foi proativo enquanto governador, ele está infelizmente com o tempo ocioso agora e termina dizendo o que não deve. Mas eu não vou me manifestar sobre isso”, disse. A resposta do líder diz respeito às declarações de Ricardo Coutinho cutucando a ingratidão por parte de alguns deputados que ele ajudou a eleger, em 2018.

Indagado sobre a convocação de uma reunião da base com o governador João para tratar do impasse e dos próximos passos do governo, o líder disse que, por enquanto, não há nada previsto e que o foco do executivo é tocar o trabalho.

“Não há nada previsto, não há nada que justifique agora uma reunião, ou uma mobilização da bancada. A única preocupação do governador agora é com o trabalho e continuar tocando o governo com ações e importantes conquistas que deverão ser anunciados nos próximos dias para investimentos vultosos aqui no Estado”, arrematou.

PB Agora

 

 

Barbosa comemora extinção da reeleição e da antecipação da eleição da Mesa da ALPB

Autor da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) aprovada nesta terça-feira (30), na Assembleia Legislativa da Paraíba, e que impede tanto à reeleição para presidência da Mesa Diretora quanto a antecipação da eleição para o segundo biênio, o deputado estadual Ricardo Barbosa, do PSB, comemorou o resultado e justificou que a medida visa dar mais oportunidade para os deputados eleitos, garantindo a renovação da representação na Casa.

“A medida agora acaba com a antecipação da eleição, acaba com a reeleição para o mesmo cargo, no mesmo mandato, e atende ao princípio da renovação, da oportunização, de espaços. Eu acho que hoje foi um dia dos mais marcantes, mais felizes nessa Casa, que entrará para a história da Assembleia com o restabelecimento da dignidade, da democracia plena, da formalização dos instrumentos legais nos dado pelo povo através do voto, no exercício pleno dos nossos mandatos”, disse.

O relator da proposta foi o deputado petista, Anísio Maia.

Barbosa já declarou apoio à eleição de Adriano Galdino (PSB) para presidir a Mesa da ALPB nesse primeiro biênio 2019/2020. A expectativa agora é que Galdino aja com reciprocidade e na próxima eleição retribuia o gesto, já que, pelas novas regras, não mais poderá se candidatar à reeleição.

 

PB Agora

Barbosa chama impeachment de “tabajara” e discurso de Temer de “patético”

Betina Humeres/Agência RBS/Estadão Conteúdo
Betina Humeres/Agência RBS/Estadão Conteúdo

O ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa classificou de “espetáculo patético” a aprovação do impeachment de Dilma Rousseff pelo Senado, por meio de sua conta no Twitter, verificada pela rede social.

Barbosa disse não ter acompanhado nada do que chamou de “impeachment tabajara” de Dilma Rousseff. “Não quis perder tempo”, tuitou.

O ex-ministro do STF criticou ainda o agora presidente da República, Michel Temer. “Mais patética ainda foi a primeira entrevista do novo presidente do Brasil, Michel Temer. O homem parece acreditar piamente que terá o respeito e a estima dos brasileiros pelo fato de agora ser presidente. Engana-se.”

Na sequência dos tuítes, Barbosa concluiu sua avaliação sobre o cenário político, mas em inglês. “É tão vergonhoso. De repente as forças conservadoras levaram o Brasil. Tomaram tudo!”

Para o ex-ministro, o Congresso está dominado por essas forças, que rodeiam o novo presidente, chamado por ele de “velho caudilho latino-americano”. “Eles estão conduzindo a mídia, incluindo as televisões.”

Ele segue a série de postagem com uma indagação: “Mas sabem de uma coisa? Eles não têm votos. Apenas esperem alguns anos.”

No final, em francês, Barbosa novamente critica Temer. “Ele pensa que ‘um golpe jurídico de varinha mágica’ vai lhe dar legitimidade. Coitado!”

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Reajuste para Judiciário é incompatível com estabilidade fiscal, diz Barbosa

justicaA derrubada do veto da presidenta Dilma Rousseff ao projeto de lei que prevê reajustes de 53% a 78,56% para servidores do Poder Judiciário “é incompatível com a estabilidade fiscal e o esforço do governo para reequilibrar as contas públicas”, segundo o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa.

Em nota divulgada pelo ministério, Barbosa defende a manutenção do veto, que pode cair amanhã (22), quando será apreciado no Congresso Nacional.

De acordo com o comunicado, Nelson Barbosa considerou o aumento “indefensável do ponto de vista social e fiscal”. O ministro informou que a derrubada do veto dificultará a intenção do governo de controlar o aumento das despesas de pessoal.

O ministro disse ainda temer um possível efeito cascata para carreiras correlatas em outros órgãos e nos estados e municípios. Em maio, o Planejamento estimou que o aumento teria impacto de R$ 25,7 bilhões nos cofres públicos em quatro anos.

“Cabe destacar que, entre 2005 e 2008, todas as carreiras daquele Poder [Judiciário] tiveram suas remunerações reajustadas em percentuais próximos a 60%. Entre 2009 e 2012, não houve reajuste, mas, a partir da negociação salarial de 2012, essas carreiras foram contempladas com o índice de 15,8% pagos em três parcelas anuais. Ainda como parte da negociação, os servidores tiveram reajuste salarial de 8,4% em janeiro de 2015”, acrescentou a nota do Ministério do Planejamento.

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De acordo com o comunicado, o ministro reuniu-se com parlamentares e com o Judiciário para alertar sobre a inviabilidade do aumento e apresentou uma proposta alternativa.

Por um acordo entre Supremo Tribunal Federal (STF) e Ministério do Planejamento, os percentuais de aumento individual ficariam entre 16,5% e 41,5%, divididos em oito parcelas semestrais por quatro anos. A primeira parcela seria paga em janeiro de 2016, e a última em julho de 2019.

Na segunda-feira (14), o governo anunciou um pacote para cortar R$ 26 bilhões em gastos do Orçamento e aumentar receitas em 2016. Entre as medidas está o congelamento do reajuste dos servidores do Executivo Federal. Em lugar de ocorrer em janeiro, como de hábito, o reajuste será concedido a partir de agosto. A proposta do governo é aumento de 10,8% em dois anos.

 

Agência Brasil

Dilma chama Barbosa e Mercadante para discutir CPMF e Orçamento

dilmaA presidente Dilma Rousseff chamou ao Palácio da Alvorada, na tarde deste sábado (29), os ministros do Planejamento, Nelson Barbosa, e da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

A reunião foi convocada pela presidente para discutir detalhes relacionados ao projeto do Orçamento de 2016 e à possível volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), que pode estar prevista no texto.

O governo tem até segunda-feira (31) para enviar ao Congresso Nacional a proposta de Orçamento para o próximo ano. A entrega será feita por Barbosa ao presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL).

O documento – chamado Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) – apresenta estimativas para a arrecadação do governo no ano que vem e fixa os gastos que o governo quer fazer com esses recursos. O texto também apresenta previsão do salário mínimo e as perspectivas para o crescimento da economia e para a inflação.

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No Congresso, o projeto é avaliado de forma conjunta por deputados e senadores. Primeiro, o texto passa pela Comissão Mista de Orçamento (CMO). Em seguida, precisa ser votado pelo plenário do Congresso Nacional. O texto aprovado, que pode conter modificações em relação ao original, segue para sanção da presidente da República.

Volta da CPMF
Um novo imposto para financiar a saúde, em estudo pelo governo, pode estar previsto no projeto do Orçamento.

Na última semana, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, confirmou a proposta do governo de um imposto para financiar a saúde, a ser cobrado sobre as transações bancárias, exatamente como a antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). A CPMF vigorou por dez anos e acabou em 2007, quando foi derrubada pelo Senado.

Depois da forte reação negativa, entretanto, a presidente Dilma Rousseff demonstrou dúvidas e até uma certa resistência à recriação da CPMF, segundo informou o Blog do Camarotti. Ela deve alertar os integrantes da junta orçamentária, no domingo (30), das dificuldades na aprovação de um novo imposto junto ao Congresso Nacional nesse momento de dificuldade política, popularidade em baixa e queda do PIB.

A ideia de criar um novo imposto para financiar a saúde enfrenta resistência na Câmara e no Senado. Deputados da base aliada e da oposição divergem sobre a proposta e falta consenso até mesmo dentro do PT.

G1

Ministro paraibano do STJ articula para ocupar a vaga de Joaquim Barbosa no STF

herman-benjaminO ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Herman Benjamin, natural do município de Catolé do Rocha, está se movimentando para ser o escolhido da presidente Dilma Rousseff (PT) para a vaga de Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é da coluna Radar Online, da revista ‘Veja’.

Ele ocupa o cargo de ministro do STJ desde setembro de 2006. Além disso, ele já atuou como membro substituto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e membro do Conselho da Justiça Federal.

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Ele também desempenhou as funções de membro do Ministério Público do Estado de São Paulo, promotor de Justiça e procurador de Justiça.

 

 

BlogdoGordinho

Lula sugere Meirelles na Fazenda e Barbosa no Planejamento

lulaO ex-presidente Lula sugeriu à presidente Dilma Rousseff colocar o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles no Ministério Fazenda e o ex-secretário-executivo dessa pasta Nelson Barbosa no Planejamento. Essa seria, na visão de Lula, a dupla mais importante na equipe econômica. O Banco Central ficaria sob o comando de Alexandre Tombini, com algumas trocas de diretores.

A presidente disse ontem que só vai anunciar o nome do novo ministro após a reunião do G-20, na segunda quinzena de novembro. Ela está pesando os prós e contras.

Para a Fazenda, as opções afunilaram. Os principais nomes, hoje, são Henrique Meirelles e Nelson Barbosa. O ex-presidente Lula gosta dos dois. Dilma gosta menos de Meirelles. Mas, diante da gravidade de algumas respostas que precisam ser dadas na economia, ela passou a ter menos resistências a ele. Pode ainda haver uma surpresa com o surgimento de um nome novo? É possível, mas não é provável.

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A escolha não é fácil, porque o novo ministro da Fazenda vai dar a cara do segundo mandato. Com Meirelles, Dilma teria menos influência sobre a política econômica do que com Nelson Barbosa. É preciso levar em conta que a presidente Dilma fez um primeiro mandato em que ela foi a ministra da Fazenda, a presidente do Banco Central, a comandante das Minas e Energia.

Indicar Meirelles significa deixar de ser ministra da Fazenda, pelo menos. Ele passaria a ser o fiador da política econômica. Seria um ministro praticamente indemissível. Com Nelson Barbosa, Dilma manteria alguma influência sobre a política econômica, apesar de ele ter deixado o governo por discordar de decisões que tiveram aval da presidente.

Haverá mudança com qualquer um dos dois, mas existiriam diferenças. Do ponto de vista das expectativas, a escolha de Meirelles seria um sinal muito positivo para os agentes econômicos. Um plano fiscal que estabelecesse, por exemplo, um superávit primário de 1% em 2015, de 1,5% em 2016 e de 2% em 2017 e 2018 teria muito mais chance de ser aceito se fosse apresentado por Meirelles.

O ministro Mercadante disse ontem que o corte de gastos em 2015 não pode ser duro demais, para não gerar recessão e manter o renda e o emprego das pessoas. É o ajuste econômico gradual que Dilma deseja. A escolha de Meirelles poderia sustentar uma política fiscal na qual o tamanho do superávit primário ficaria condicionado à taxa de crescimento. Cresceu menos, menor superávit. Cresceu mais, maior superávit.

Portanto, a escolha de Dilma vai definir o segundo mandato. Uma opção que ajude a resolver mais rapidamente os problemas na economia pode liberar força para a presidente gastar mais energia com os problemas políticos. Há um sentimento de rebelião no PMDB da Câmara e do Senado. A oposição está com a faca nos dentes. Será difícil montar uma articulação política com um Congresso mais conservador. Nesse contexto, cresce a importância da escolha de Meirelles ou de Barbosa.

Blog Kennedy Alencar

Barbosa atribui a RC sua vitória para a Assembleia da PB

BARBOSAO deputado estadual eleito, Ricardo Barbosa (PSB), atribuiu ao governador Ricardo Coutinho (PSB) a sua vitória para a Assembleia Legislativa.

Em entrevista ao Correio Debate, da 98 FM, Ricardo Barbosa disse que o socialista foi fundamental para a sua candidatura e também para bom êxito nas urnas.

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Ricardo contou que estava decidido em não disputar mais cargos eletivo, mas foi convencido por Ricardo Coutinho concorrer o pleito após o gestor mostrar que ele teria chance de conseguir uma vaga no parlamento paraibano.

Outra força de Ricardo Coutinho, segundo Barbosa, foi o apoio políticos quando o governador articulou apoio de nove gestores para fazer parceria com a sua candidatura.

Roberto Targino – MaisPB