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Ágatha e Bárbara param em alemãs na final e mantêm jejum do vôlei de praia

imagem: Marcio José Sanchez/AP
imagem: Marcio José Sanchez/AP

Ágatha e Bárbara fizeram o “impossível” ao eliminarem a tricampeã olímpica Kerri Walsh na semifinal do vôlei de praia. Na decisão, porém, não puderam repetir a façanha. Contra um vento muito forte e uma dupla alemã inspirada, as brasileiras não repetiram a atuação do dia anterior e caíram por 2 sets a 0, parciais de 21/18 e 21/14, diante de Ludwig e Walkenhorst, terminando o torneio com a prata.

O jejum de títulos no esporte que tem o país como coautor, porém, persiste. Desde 1996, quando a modalidade estreou nos Jogos Olímpicos de Atlanta, o Brasil não sobe no lugar mais alto das Olimpíadas no feminino. Depois do ouro de Jackie Silva e Sandra Pires, o país já teve duas pratas com Adriana Behar e Shelda, mas nunca conseguiu retomar o domínio sobre o esporte.

Nesta quarta, diga-se, a conquista nunca esteve muito próxima. O vento que bateu forte na arena de Copacabana minutos antes da final começar afetou muito o jogo, e as brasileiras nitidamente sofreram mais que as rivais para se adaptarem. Enquanto Ludwig recebia e passava sem se afetar pelo vento, Agatha e Barbara sofriam para passar e atacar.

No primeiro set, a disputa foi decidida quando as alemãs abriram três pontos de vantagem. A deixadinha do ataque brasileiro não funcionava, o saque passou a ser forçado demais e Agatha não estava conseguindo resolver no bloqueio. As alemãs, com alguma tranquilidade, venceram por 21/18.

A derrota parcial mexeu com as brasileiras, que passaram a arriscar mais e mais. Foram, ao todo, mais de dez erros de Agatha e Barbara na partida, quantidade que acabou por decidir o placar. Com ainda mais folga que no primeiro set, Ludwig e Walkenhorst fecharam o segundo set por 21/14.

A prata deixa o Brasil com 12 medalhas na Rio-2016. Com poucos dias de competição, o país precisaria de uma arrancada inesperada para chegar ao top 10 no número de medalhas, meta imposta pelo COB antes dos Jogos. Hoje, a última no clube seleto é a Coreia do Sul, com 16.

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Ágatha e Bárbara impõem derrota inédita a tricampeã Walsh e vão à final

imagem: Carlos Barria/Reuters
imagem: Carlos Barria/Reuters

O Brasil garantiu presença na final do vôlei de praia feminino na Rio-2016. E foi eliminando uma das maiores lendas do esporte. Ágatha e Bárbara derrotaram na madrugada desta quarta-feira (17) a dupla americana formada por April Ross e pela veterana Kerri Walsh, que é tricampeã olímpica e nunca havia perdido uma partida na história das Olimpíadas.

Já as americanas terão que se contentar com a disputa do bronze, também nesta quarta, às 20h, contra as brasileiras Larissa e Talita.

Walsh, 38 anos, foi campeã em Atenas-2004, Pequim-2008 e Londres-2012, ao lado de Misty May-Treanor. Até a derrota desta noite, eram 26 jogos e 26 vitórias em Olimpíadas. Já sua parceira April Ross, 34, foi medalhista de prata em 2012 ao lado de Jennifer Kessy.

Todo o currículo das americanas ficou pelo caminho diante de uma arena efervescente e lotada, apesar do horário da partida. No primeiro set, o saque brasileiro quebrou a recepção das americanas, que equilibraram o jogo com um bloqueio forte. A pressão da torcida no saque de Walsh e Ross foi determinante para a vitória na primeira parcial.

A partida seguiu extremamente equilibrada no segundo set, mas o jogo da dupla brasileira seguiu em altíssimo nível. O bloqueio de Ágatha e Bárbara começou a funcionar mais, enquanto as americanas cometeram mais erros do que o normal.

Foi ponto a ponto até o fim, com ralis incríveis e vários momentos de tensão, mas finalmente Walsh descobriu o que é perder um jogo no vôlei de praia olímpico. Campeãs mundiais em 2015, Ágatha e Bárbara estão na final dos Jogos do Rio.

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Ágatha e Bárbara vão à semi e garantem Brasil no pódio do vôlei de praia

imagem: Adrees Latif/Reuters
imagem: Adrees Latif/Reuters

O Brasil garantiu duas duplas nas semifinais do torneio feminino de vôlei de praia dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Neste domingo, após a classificação de Larissa e Talita, a parceria formada por Ágatha e Bárbara Seixas também passou pelas quartas de final.

Com duas duplas nas semifinais, o Brasil garante pelo menos uma medalha de bronze no vôlei de praia feminino. Os jogos das semifinais acontecem na terça-feira (16), com a disputa do terceiro lugar no dia seguinte (17). A final acontece na quinta-feira (18).

A partida foi marcada pelo domínio total do Brasil. As duas duplas só demonstraram um clima um pouco mais tenso nos desafios, conversando com o juiz – tanto as brasileiras quanto as russas pareceram discordar de algumas marcações.

No primeiro set, Brasil reage e busca virada

No primeiro set do jogo deste domingo, a dupla russa chegou a abrir 19/13 e parecia caminhar para uma vitória tranquila na parcial. Engano: Ágatha e Bárbara reagiram, empataram em 20/20 e conseguiram salvar set point das adversárias quando o placar apontava 21/20. No fim, com destaque para Ágatha nos saques e nos ataques, as brasileiras viraram e venceram por 23/21.

“Devo dizer que, no primeiro set, a minha parceira me ajudou muito. Houve um momento de desconcentração – elas encaixaram o saque, a luz atrapalhou. O Ágatha fez o saque para a gente defender as bolas. Depois disso a gente entrou no jogo”, analisou Bárbara em entrevista à Rede Globo.

“Esse primeiro set é a cara do nosso time. Não pelo olhar de um time que deixa acontecer os sets, mas pelo olhar de um time que não desiste nunca. Enquanto o árbitro não apitar o último (ponto), a gente não vai desistir”, completou Ágatha.

Controle do Brasil no segundo set

No segundo set, as duas duplas fizeram uma disputa mais equilibrada. Mesmo assim, o Brasil conseguiu estabilizar a virada de bola e fechou em um ataque de Bárbara, garantindo a vaga com vitória por 21/16 na segunda parcial.

Ao fim do jogo, a vitória foi bastante festejada. “A gente tem que comemroar muito essa (vaga na) semifinal. É uma tensão do cacete (antes do jogo), vocês nem imaginam – a gente estava esperando para jogar havia dois dias e meio. Imagina pensando nos adversários, pensando: ‘p*rra, Babi, a gente tem que jogar, a gente quer jogar’”, desabafou Ágatha, comemorando.

Diante das próximas rivais, a dupla promete manter o foco. “Em nenhum momento a gente desacreditou. Vamos dar aqui 300%, em 10ª marcha. Estamos muito felizes”, disse Bárbara.

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Ex-goleira do Botafogo-PB, Bárbara salva nos pênaltis e garante o Brasil nas semifinais

goleiraTenso, emocionante, nervoso, heroico, épico. Qualquer dessas palavras pode definir o jogo entre Brasil e Austrália nesta sexta-feira, válido pelas quartas de final do futebol feminino dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. No final, melhor para o Brasil, que após um duelo recheado de emoção, está classificado para as semifinais do torneio. As equipes empataram em 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação, decidindo a vaga nos pênaltis. Nas cobranças, a craque Marta errou a quinta cobrança brasileira.

Um gol da Austrália, portanto, colocaria fim ao sonho do time nacional. Mas o jogo tinha uma heroína: a goleira brasileira Bárbara. Ela defendeu o pênalti seguinte da Austrália. Depois, Bárbara defendeu outra cobrança e garantiu a classificação dramática do Brasil para a semifinal: 7 a 6.

Os primeiros minutos do jogo foram marcados por bastante equilíbrio, com as brasileiras conseguindo evoluir e mostrar grande volume de jogo no decorrer da primeira etapa, mas sem conseguir desequilibrar, apesar de ter criado algumas chances.

Já a segunda etapa foi totalmente da equipe verde-amarela: mais posse de bola, mais criatividade, mais organização na defesa, a única coisa que faltava era o gol, que não veio e fez com que o embate fosse decidido na prorrogação.

Nas penalidades, o improvável aconteceu: Marta desperdiçou sua cobrança, mas a goleira verde-amarela Bárbara conseguiu defender outras duas cobranças e garantir a classificação. Assim, o Brasil se vinga da rival, já que a Austrália eliminou as brasileiras na Copa do Mundo de 2015.

Com o resultado, o Brasil garantiu vaga no confronto contra a Suécia, que eliminou as norte-americanas, principais favoritas, também nesta sexta. O duelo da semifinal será disputado na próxima terça-feira, às 13h (de Brasília). Na outra chave, a Alemanha desafia o Canadá.


Paraíba Notícia

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Espanholas vencem Ágatha e Bárbara e assumem a liderança do grupo B

Atuais campeãs mundiais, Ágatha e Bárbara Seixas enfrentaram uma pedreira pela fase de grupos e sofreram a primeira derrota na Olimpíada. Em um duelo que valia a liderança pelo grupo B da Rio 2016, a carioca e a paranaense fizeram um jogo equilibrado contra as entrosadas espanholas Liliana Fernandez e a inspirada Elsa Baquerizo. No entanto, pecaram nos momentos decisivos e não evitaram a derrota por 2 sets a 0, com parciais de 21/17 e 22/20, nesta quarta-feira, na Arena de Vôlei de Praia, em Copacabana. Os dois times estavam empatados, contudo, com a vitória, as rivais chegaram a seis pontos, deixando as brasileiras com cinco, em segundo lugar da chave. Apesar do revés, Ágatha e Bárbara estão garantidas nas oitavas de final e mantêm vivas as chances de medalha em casa.

– Elas aproveitaram muito bem (as oportunidades), principalmente, no primeiro set. Demorou um pouquinho para a gente encaixar a nossa virada de bola, e elas foram conseguindo levar essa diferença de pontos. A gente ainda tentou encostar, mas, acho que a diferença no primeiro set, foi a virada de bola. Depois, conseguimos passar melhor, neutralizar o saque delas e até ir para a frente do placar em alguns momentos. A gente defendeu e teve chances de coclocar no chão. Por erros nossos, não conseguimos aproveitar isso. Poderíamos ter passado com alguns contra-ataques, mas, não conseguimos efetivar. Houve o mérito delas, lógico, mas saímos desse jogo já olhando o que fizemos de errado, aprendendo para a próxima fase, sem chances de derrota. É vencer ou vencer para continuar no torneio – analisou Ágatha.

O Brasil é o país com mais medalhas no vôlei de praia nos Jogos Olímpicos. Desde Atlanta 1996, ao menos uma medalha é conquistada por edição pelas duplas verde e amarelas. São 11 no total, sendo duas de ouro, seis de prata e três de bronze.

 

A chuva e o vento em Copacabana não foram um obstáculo para as espanholas.

– Estamos aguentando muito bem, e isso é importante, nos dá confiança para seguir lutando. Acho que isso foi a chave nestas três partidas. É uma honra enfrentar o Brasil neste estádio lotado. Aproveitamos muito o momento. Estamos acostumadas com chuva, até com raios. Noruega, Suíça, Estados Unidos… Aconteceu aqui no Rio também, e para nós é normal – disse Liliana.

– Agora vamos esperar acabar a fase de grupos, e esperando seguir ganhando. Estamos com a sensação boa de que demos tudo. Estamos nos Jogos Olímpicos e temos que desfrutá-los – completou Elsa, o grande nome do jogo.

No torneio do vôlei de praia da Olimpíada, cada vitória na fase de grupos vale dois pontos, enquanto a derrota rende um ponto. Os primeiros e segundos colocados de cada chave se classificam para as oitavas de final, assim como os dois melhores terceiros colocados. Os outros quatro terceiros colocados disputam a rodada de “lucky loser”, na qual os vencedores avançam às oitavas e completam as 16 duplas na Rio 2016.

Agatha/Bárbara x Liliana Fernandez Steiner e Elsa Baquerizo Macmillan (Foto: Reuters)Agatha/Bárbara x Liliana Fernandez Steiner e Elsa Baquerizo Macmillan (Foto: Reuters)

O JOGO

Sob forte chuva e frio, as atuais campeãs mundiais não tiveram vida fácil no início da partida contra as espanholas. Liliana e Elsa começaram bem e abriram logo 4 a 0. No saque para fora de Elsa, veio o primeiro ponto do Brasil. Um erro de defesa de Ágatha fez a dupla ficar cinco pontos atrás: 6 a 1. Mas era o que faltava para deslanchar. Bárbara soltou o braço, acertou um ace e deixou a equipe de volta no jogo. Elsa respondeu na mesma moeda com um ponto de saque e freou a reação verde e amarela:13 a 8. Com muita categoria, Bárbara enganou as rivais e atacou de manchete, de forma imprevisível, deixando Elsa no chão, para delírio da torcida. As brasileiras cresceram e complicaram as espanholas com o saque de Ágatha. Dois aces e uma pancada, sem chances de defesa, as fizeram encostar no placar: 14 a 13.

Agatha/Bárbara x Liliana Fernandez Steiner e Elsa Baquerizo Macmillan (Foto: Reuters)Liliana Fernandez Steiner e Elsa Baquerizo Macmillan tiraram invencibilidade de Ágatha e Bárbara (Foto: Reuters)

O equilíbrio dava o tom da disputa, e intensos ralis levantaram o público em Copacabana. Liliana levou a melhor em um deles e colocou no fundo de quadra para fazer 19 a 16. A espanhola vibrou como se fosse um matchpoint. Bárbara atacou na linha, o juiz deu fora, e o desafio comprovou o ponto das espanholas, que chegaram ao 20º. A carioca e a paranaense tentaram evitar o setpoint das rivais, mas Elsa acertou na diagonal e fechou a parcial: 21 a 17.

O jogo continuou acirrado, com a torcida empurrando as brasileiras, que fizeram 4 a 2 com uma pancada de Ágatha. A paranaense atacou por cima do bloqueio e acertou no fundo da quadra, abrindo, inspirando a parceria a repetir a dose em seguida, acertando na linha: 6 a 3. As espanholas imprimiram força no ataque, porém, as brasileiras se mantinham firmes na defesa. Depois de ficar na cola das adversárias com uma cortada, Elsa sacou em cima da rede e deu um ponto de graça: 8 a 6. Na sequência, a espanhola se redimiu do erro, empatou e virou o placar: 9 a 8. Na categoria de Babi, o Brasil arrancou outro empate (10 a 10). A igualdade se manteve até a metade da parcial, quando a carioca acertou na diagonal em cima de Liliana, sem chances de defesa, e no lance seguinte, um ace para deixar o Brasil com dois pontos de vantagem: 15 a 13.  A carioca e a paranaense lutavam para não deixar a liderança escapar. Toda a vez que as rivais deixaram tudo igual, as donas da casa trataram de abrir ao menos um ponto na frente.

Em um momento decisivo, as espanholas assumiram a dianteira, a torcida entrou em campo. Elsa sentiu a pressão e atacou para fora: 19 a 19. A disputa estava complicadíssima. Quando Baquerizo marcou no ataque e ficou perto de fechar a partida, Babi acertou na diagonal e evitou. As espanholas, juntas desde 2007, quando ainda jogavam pelas categorias de base, e primeira dupla feminina do país nos Jogos, em Londres 2012, fizeram valer o entrosamento no fim. Inspirada, Elsa soltou o braço e fez 22 a 20 para selar a vitória por 2 a 0.

Agatha/Barbara Seixas (Foto: Paul Gilham/GettyImages)Ágatha e Bárbara Seixas, em segundo lugar do grupo B, estão garantidas nas oitavas (Foto: Paul Gilham/GettyImages)
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Ágatha e Bárbara vencem argentinas e seguem invictas no vôlei de praia

agatha-e-barbaraCom o apoio da maioria da torcida que lota a arena da Praia de Copacabana, a dupla brasileira de vôlei de praia, Ágatha e Bárbara, não encontrou dificuldade para vencer as argentinas Ana Gallay e Georgina Klug esta manhã no terceiro dia de competições dos Jogos do Rio.

No primeiro set, as brasileiras dominaram amplamente as adversárias e fizeram um placar de 21 a 11. No segundo set, Agatha e Barbara enfrentaram um pouco de resistência de Gallay e Klug e fecharam o jogo em 21 a 17.

Esta é a segunda vitória das brasileiras. Na primeira partida, no sábado (6), Ágatha e Bárbara estrearam na competição vencendo as tchecas Slukova e Hermannova por 2 sets a 1, de virada.

No torneio do vôlei de praia da Olimpíada, cada vitória na fase de grupos vale dois pontos, enquanto a derrota rende um ponto. Os primeiros e segundos colocados de cada grupo vão às oitavas de final, assim como os dois melhores terceiros colocados.

Os outros quatro terceiros colocados disputam uma rodada chamada respescagem, com os vencedores avançando às oitavas, completando as 16 equipes.

O Brasil é o país com mais medalhas no vôlei de praia nos Jogos Olímpicos. Desde Atlanta, em1996, ao menos uma medalha é conquistada por edição. São 11 no total, sendo duas de ouro, seis de prata e três de bronze.

Assessoria CBV

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