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Campina Grande já registra 16 bancários com teste positivo para o novo coronavírus, afirma sindicalista

Mais dois bancários de Campina Grande testaram positivo para Covid-19, no final da semana passada. Os casos ocorreram na Caixa Econômica e no Santander. Com estes sobe para 16 o número de casos confirmados entre a categoria na base do Sindicato.

O caso da Caixa foi na agência da Rua Epitácio Pessoa, Centro. Em contato com a superintendência do banco, o Sindicato foi informado que a funcionária já estava afastada desde o dia 27/05. A unidade já havia sido sanitizada, mas, a pedido nosso, o processo foi repetido nesta segunda-feira (8).

O outro caso foi no Santander da Avenida Canal. A funcionária estava de férias e após apresentar sintomas de covid fez o teste por conta própria, e hoje quando retornou ao trabalho, recebeu o resultado que deu positivo. A bancária seguirá afastada das suas funções, em quarentena. O Sindicato entrou em contato com o banco cobrando as medidas sanitárias necessárias para minimizar o risco de contágio dos demais funcionários da unidade. A unidade foi fechada por 10 dias, inclusive o auto atendimento e passará pelo processo de sanitização.

O Sindicato segue reivindicando dos bancos a testagem para os funcionários nos locais que apresentarem casos suspeitos e confirmados. “Com o aumento do número de casos não só na nossa base, mas em todo o país, os bancos devem se responsabilizar e atender urgentemente a reivindicação do movimento sindical para resguardar a saúde dos seus funcionários, clientes e usuários”, frisou Esdras Luciano, presidente do Sindicato. Na base do nosso Sindicato já são 16 casos confirmados até agora. Sendo 5 no BB, 5 na Caixa, 2 no BNB, 2 no Itaú, 1 no Bradesco e 1 no Santander.

Nossa orientação é que os bancários não esperem pelos bancos, e que em casos de sintomas suspeitos realizem os testes preventivamente. Para facilitar a vida dos seus associados, o Sindicato fechou convênio com dois laboratórios em Campina, o Bioanálise e o F. Diniz. Em ambos, sócios têm descontos especiais para a testagem rápida.

 

pbagora

 

 

Bancários da Caixa paralisam atividades nesta quinta-feira e denunciam processo de reestruturação

Os trabalhadores da Caixa Econômica Federal em João Pessoa paralisam as atividades em uma hora nesta quinta-feira (13) em protesto contra a reestruturação na instituição financeira. A atividade faz parte do Dia Nacional de Luta em Defesa da Caixa 100% Pública que acontecerá em todo o país. O atendimento ao público só retornará às 10h.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Lindonjhonson Almeida, os bancos públicos estão sob constante ameaça. “A mais recente é a reforma administrativa para reestruturar todas as empresas públicas, estabelecer novas regras para contratação, demissão e planos de carreira, além de limitar os “gastos” com saúde dos funcionários, entre outros”, explicou.

Ainda segundo ele, os investimentos da Caixa Econômica Federal impactam diretamente no desenvolvimento de um Brasil e podem sofrer redução com políticas neoliberais. “O banco é responsável por 70% dos financiamentos habitacionais, por cerca de 120 milhões de pagamentos do Bolsa Família e por transferir R$ 4,5 milhões aos programas sociais nas áreas de seguridade social, esporte, cultura, segurança pública, educação e saúde”, ressaltou.

 

clickpb

 

 

Bancários de todo o país entrarão em greve na segunda-feira

Segundo o sindicato, 88% dos bancários votaram por participar de paralisação (Marcelo Camargo/Agência Brasil/Agência Brasil)

Os bancários anunciaram uma greve na segunda-feira (19) em uma mobilização contra a retirada de direitos trabalhistas e o fim da aposentadoria. Na capital paulista, há um ato público marcado para às 16h, em frente ao Masp, na Avenida Paulista.

“Bancários aprovaram, em assembleias, a participação na greve contra a retirada de direitos. Vamos às ruas lutar contra o fim da aposentadoria e flexibilização das leis trabalhistas”, disse Ivone Silva, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região.

Durante os dias 8, 9, 14 e 15 de fevereiro o Sindicato informou ter percorrido centenas de locais de trabalho com o objetivo de realizar assembleias nas quais os bancários definiram posição sobre paralisar as atividades no dia 16.

Segundo o Sindicato, 88% dos votantes disseram sim para a paralisação que atingirá agências em todo o Brasil.

Centrais sindicais confirmam greve geral no dia 19 contra reforma da Previdência

CUT afirma que agora é a hora de intensificar a pressão, apesar de a reforma na aposentadoria ter sido praticamente engavetada no Congresso por causa da intervenção no Rio de Janeiro (na Gazeta do Povo)

As centrais sindicais não cogitam cancelar a greve geral de segunda-feira (19), apesar de a reforma da Previdência ter sido praticamente engavetada no Congresso após o anúncio da intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro nesta sexta-feira (16). Pelo contrário, a ordem é intensificar a pressão sobre o governo de Michel Temer.

“A pressão precisa ser ampliada neste momento, pois essa é única maneira de garantir que não mexam na aposentadoria dos trabalhadores e trabalhadoras”, disse, em nota, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas. “A nossa luta é para enterrar de vez a reforma. E uma das estratégias é realizar uma forte mobilização no dia 19, com greves e paralisações, além de intensificar as ações nas ruas e nas redes”, completou.

O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC paulista, por exemplo, anunciou que a paralisação está mantida para o dai 19, já que o “risco da reforma persiste” e a mobilização se mantém, principalmente após Temer afirmar que, quando a reforma da Previdência estiver pronta para ser votada no Congresso, pretende cessar a intervenção.

A PEC da reforma previdenciária estava na pauta da Câmara da próxima semana, mas foi retirada depois do protocolo do decreto de Temer, já que a Constituição não pode ser emendada na vigência de intervenção federal, de estado de defesa ou de estado de sítio.

Segundo o presidente do sindicato Wagner Santana, a orientação é “para os trabalhadores não irem às fábricas na próxima segunda-feira”. “Vamos mostrar a resistência da classe trabalhadora e impedir a aprovação dessa reforma”, afirmou o dirigente sindical. “Temos de dar o recado de que essa proposta não interessa aos trabalhadores e não pode ser feita por um governo sem nenhuma legitimidade. Não vamos permitir esse desmonte”, acrescentou.

O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região também decidiu paralisar suas atividades na segunda-feira. Maior central do país e historicamente ligada ao PT, a CUT garante que a adesão à greve geral está aumentando e que o movimento deverá ser mais robusto desta vez. Principalmente porque servirá, também, para defender o direito do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se candidatar nas eleições de outubro.

Condenado pela Justiça em segunda instância no caso do tríplex do Guarujá (SP), Lula virou “ficha suja” e não poderá concorrer à Presidência da República ou a qualquer outro cargo eletivo com base na Lei da Ficha Limpa – exceto se obtiver uma decisão favorável na Justiça.

Histórico de fracassos

As greves gerais contra as reformas estão sendo realizadas pelas centrais desde o ano passado, com maior ou menor adesão. A última promessa de paralisação total do Brasil foi um fiasco: virou apenas um amontoado de atos em diversas cidades. O primeiro protesto de 2018 vem na esteira da condenação de Lula no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em 24 de janeiro.

O presidente da CUT, Vagner Freitas, prometeu paralisar o Brasil caso o petista seja impedido de ser candidato. Segundo ele, quanto mais cresce as intenções de voto em Lula nas pesquisas e ele acena que, se eleito, revogará, com o apoio do povo brasileiro, as medidas que retiram direitos, mais ele é perseguido pela mídia e setores do Judiciário. “Por isso, garantir Lula candidato e apoiar a sua eleição será fundamental. Faz parte da nossa estratégia de resistência e defesa dos direitos”, disse.

Confira os atos que devem ocorrer na segunda-feira em todo o Brasil, segundo a CUT

BAHIA

Em Salvador, terá manifestação no Iguatemi, a partir das 7h. No período da tarde, a concentração começa às 15h para o ato no Campo da Pólvora.

CEARÁ

Em Fortaleza, haverá atos e paralisações em todas as regiões, sendo a maior delas marcada no centro, a partir das 9h. Haverá uma caminhada pelas ruas do centro com concentração na Praça da Bandeira.

DISTRITO FEDERAL

Em Brasília, além das ações durante o dia, tem ato às 17h, no Museu da República.

MATO GROSSO

Em Cuiabá, às 8h, tem ato no INSS da Avenida Getúlio Vargas.

PARÁ

Em Belém, às 7h, ação nas agências bancárias da Avenida Presidente Vargas; às 11h, ato no Mercado São Brás. Em Marabá, às 7h30, panfletagem em frente a agencia do INSS; às 9h, audiência pública na Câmara Municipal.

PARANÁ

Em Curitiba, às 8h, panfletagem no Terminal Guadalupe – esquina das Ruas Marechal Deodoro e João Negrão; 9h, panfletagem em frente a agência do INSS; 10h, concentração na Boca Maldita; 11h, aula pública na Boca Maldita; 14h, panfletagem na Assembleia Legislativa.

PERNAMBUCO

Em Recife, às 15h, tem ato público no Parque 13 de Maio.

PIAUÍ

Em Teresina, tem ato marcado para às 8h, na Praça Rio Branco. No período da tarde, a partir das 14h, terá ato no Aeoroporto de Teresina.

RIO DE JANEIRO

No Rio de Janeiro, tem ação no aeroporto Santos Dumont de manhã, no embarque dos deputados; e, às 16h, tem ato na Candelária. Em Campo dos Goytacazes, terá concentração a partir das 8h, no Sindicato dos Bancários. De lá, os manifestantes sairão em caminhada até o calçadão para o ato público.

RIO GRANDE DO NORTE

Em Natal, tem ato a partir das 14h, em frente a Agência do INSS, Rua Apodi, 2150 – Tirol.

RIO GRANDE DO SUL

Em Porto Alegre, às 5h, marcha do Laçador até o aeroporto; às 7h, concentração na rodoviária; às 9h, ato em frente a agencia do INSS; às 17h, ato na esquina Democrática.

SANTA CATARINA

Em Florianópolis, o transporte coletivo ficará paralisado durante todo o dia 19. A partir das 9h, a CUT e demais centrais sindicais e entidades farão um arrastão no centro da capital para fechar o comércio e os bancos. E, a partir das 16h, acontecerá um ato na Praça de Lutas, que terminará com uma passeata até a agência do INSS.

SÃO PAULO

Na capital São Paulo, às 16h, tem ato público em frente ao MASP, na Avenida Paulista.

Fonte: Reuters/GAZETA DO POVO

Bancários de agências de banco privado em João Pessoa paralisam atividades

(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Oito agências do banco Santander em João Pessoa estão com os atendimentos paralisados nesta quarta-feira (20), segundo o Sindicato dos Bancários da Paraíba. De acordo com os grevistas, a paralisação é contra as medidas tomadas pelo banco de maneira unilateral que descumprem o acordo coletivo, em vigor até o dia 31 de agosto de 2018.

Em nota, o Banco Santander confirmou que uma manifestação sindical realizada esta manhã, tendo como pauta a reforma trabalhista e que essa paralisação “impediu a abertura de algumas agências e áreas administrativas do Banco. A instituição acrescenta que a situação está sendo normalizada”.

A partir das 8h (horário local), os bancários do Santander em João Pessoa realizaram uma concentração na superintendência do banco, na agência localizada na avenida Epitácio Pessoa, no Bairro dos Estados, na capital paraibana.

“Dentre as medidas prejudiciais à categoria bancária estão: o banco de horas ilimitado, a mudança na data de pagamento dos bancários do dia 20 para o dia 30, a partir de março de 2018 e também a alteração do pagamento do décimo terceiro salário”, informou o sindicato em nota.

G1

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Bancários da Paraíba decidem na próxima quarta se aderem a greve geral

Nesta segunda-feira (26), o presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcelo Alves, revelou que a categoria vai se reunir na quarta-feira (28) para definir se vai aderir à greve geral organizada por centrais sindicais para o próximo dia 30 de junho.

A principal pauta da paralisação são as propostas de reforma trabalhista e da previdência sugeridas pelo presidente Michel Temer (PMDB).

“Já estamos em estado de greve, passando nas agências e conversando com os bancários e bancárias, falando sobre a importância dessa paralisação para que, na próxima quarta, estejamos realizando a assembleia de deliberação dessa greve que tem tudo a ver com esse momento que vivemos”, disse.

Organização nacional – O secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre, avalia que há categorias mais e outras um pouco menos organizadas para uma paralisação. Segundo ele, é preciso manter a mobilização e aguardar as votações no Congresso, acompanhando a agenda do parlamento. Na semana que vem, serão mantidas atividades nos aeroportos e nas bases eleitorais dos senadores.

“Nossa vitória na comissão que analisou a reforma trabalhista foi simbólica e isso nos anima. Hoje, temos certeza que podemos vencer e derrotar a reforma”, disse.

Yves Feitosa/Fernando Braz

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Bancários da Paraíba aderem à Greve Geral e paralisam atividades no dia 28 de abril

(Foto: André Resende/G1)

Em assembleia realizada na noite desta quarta-feira (19), as bancárias e os bancários da Paraíba aprovaram, por unanimidade, a adesão da categoria à Greve Geral de 28 de abril, convocada pelas centrais sindicais, federações, a Frente Brasil Popular e a Frente Povo sem Medo.  A Greve Geral é contra as reformas trabalhista e previdenciária, a terceirização irrestrita, a reestruturação e o desmonte dos bancos públicos.

Bastante participativa, a assembleia congregou dirigentes e delegados sindicais, bancários comprometidos com a luta da categoria e representantes de outros sindicatos de trabalhadores, que vieram reforçar a mobilização rumo à Greve Geral do dia 28 de abril.

O presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcelo Alves, alertou que a adesão à greve geral é a única forma de tentar barrar os retrocessos promovidos pelo atual governo.

“Estamos nos preparando para fazermos uma das maiores greves já protagonizadas pela classe trabalhadora. Essa luta é geral e vem sendo construída com muita mobilização para que, através da pressão, possamos barrar esse retrocesso histórico, que compromete o emprego, a aposentadoria e o futuro dos nossos filhos e netos. A hora é agora; as bancárias e os bancários não aceitam nenhum direito a menos”, concluiu Marcelo Alves.

clickpb

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MPF pede fim de serviços bancários nos Correios por falta de segurança

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEm razão da falta de garantia de segurança nas agências dos Correios na Paraíba, o Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal que proíba a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) de prestar atendimentos como Banco Postal por meio de suas agências.

 Na ação, o MPF também pede que o Banco do Brasil seja condenado a suspender a execução do contrato de correspondente bancário firmado com a ECT por também não garantir a segurança das agências dos Correios.
Caso o pedido seja deferido e a ECT descumpra, o MPF pede que seja aplicada multa diária em valor não inferior a R$ 50 mil.
Para o Ministério Público Federal, o Banco do Brasil estrutura  suas agências com a segurança adequada, mas não dispensa o mesmo tratamento às instalações das agências dos Correios que passaram a desempenhar, como seu correspondente, a mesma atividade.
“É descabido assim o Banco do Brasil desempenhar o serviço bancário, pulverizando-o por intermédio de agências dos Correios, aumentando seus lucros e, apesar disso, escusar-se da responsabilidade correlata, deixando-a a cargo das frágeis e suscetíveis unidades da ECT”, afirma o Ministério Público. O MPF também requer a condenação dos Correios e do Banco do Brasil por dano moral coletivo.
O serviço de Banco Postal – Com o objetivo de disseminar o serviço bancário, franqueando-o às comunidades de praticamente todas as cidades do interior do país, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos passou a atuar como correspondente bancário, inicialmente, do Banco Bradesco, na condição de Banco Postal. Ocorre que a prestação do serviço tem atraído a atenção de criminosos que se aproveitam da precária infraestrutura de segurança das agências dos Correios para praticarem assaltos e roubos, “delitos que já fazem parte do cotidiano da população paraibana”, conforme destaca o MPF na ação ajuizada.
Estudos realizados pela Polícia Federal na Paraíba e informações dos próprios Correios, demonstram a vulnerabilidade das agências, que passaram a ser alvo frequente da ação de criminosos. Os assaltos aos Correios colocam em risco a integridade física da população das localidades em que estão estabelecidas as agências, uma vez que se tornou comum a troca de tiros em via pública e a captura de reféns, mesmo aqueles que não são os consumidores do serviço de Banco Postal.
Explosão de ocorrências – Em material encaminhado ao MPF, a Delegacia da Polícia Federal na Paraíba, que atua na Repressão a Crimes Contra o Patrimônio, apresentou um resumo das ocorrências de roubos e furtos às agências dos Correios na Paraíba. Os dados da PF mostram certa estabilidade de ocorrências entre 2011 e 2014, seguida de uma verdadeira explosão a partir de 2015. Somente no ano de 2016, de janeiro até setembro, foram registradas 100 ocorrências, sendo 66 assaltos à mão armada e 34 furtos com arrombamentos.
As informações da Polícia Federal apontam que, até 18 de outubro de 2016, já havia 709 ocorrências de crimes envolvendo agências dos Correios na Paraíba, em sua maioria nas pequenas cidades do estado. Ocorreram 569 assaltos e 140 arrombamentos.
MaisPB com Assessoria

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Bancários vão cobrar aplicação de lei que determina segurança armada em terminais

seguranca-armadaO Sindicato dos Bancários da Paraíba avalia como positiva a lei sancionada pelo governador Ricardo Coutinho que obriga bancos a colocarem vigilantes armados em todos os terminais do estado. O texto regula a segurança em agências, terminais bancários, caixas eletrônicos e carros-fortes. O prazo para adequação é de 90 dias e quem descumprir estará sujeito a advertência, multa de até R$ 460 mil; suspensão temporária de atividade; ou cassação de licença de funcionamento.

O presidente do sindicato, Marcelo Alves, acredita que a medida é vantajosa tanto a segurança nos bancos, quanto para o setor de emprego e renda. “Imagine só quantos profissionais vão ser contratados por causa dessa nova lei. Será muito bom”, avalia.

Marcelo Alves destaca que há muitos anos os bancos deixaram de investir em segurança como deveriam. “Os banqueiros vêem a contratação de pessoal e instalação de dispositivos como custos, e não como investimento. E isso é uma tendência nacional, não acontece só na Paraíba. Sabemos que o setor bancário não passa por crise financeira e mesmo assim não há investimento. Temos casos de agências e terminais que foram atacados mais de uma vez em curto período de tempo. É uma situação lamentável”, diz.

De acordo com ele, o Sindicato dos Bancários vai cobrar das instituições o cumprimento da nova lei. “Vamos acionar o setor jurídico e acompanhar o caso, pois, se verificarmos alguma irregularidade ou descumprimento da lei, o Ministério Público será acionado. O papel do sindicato é cobrar que a lei vigore da forma correta”, reforça.

Procurada pelo Portal Correio, a Federação Brasileira de Bancos não comentou a lei estadual e se limitou a dizer que as instituições “já seguem os critérios de segurança estabelecidos pela Lei Federal nº 7.102/83 e sua regulamentação”.

Portal Correio

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Bancários param no BB contra fechamento de agência na Paraíba

banco do brasilA Agência do Banco do Brasil da Praça 1917, no Centro de João Pessoa, estará fechada, parcialmente até o meio dia desta sexta-feira (25), em protesto fechamento de agências do BB no Estado.

Em entrevista ao programa 60 Minutos, apresentado pelos jornalistas Heron Cid e Anderson Soares, na Rádio Arapuan FM, o presidente da CUT na Paraíba, Paulo Marcelo, disse que entidade teme que por trás do fechamento de agências exista um plano para vender o banco.

“Temos a preocupação que isso seja enxugar o banco para depois vender. Privatizer um banco importante como é Banco do Brasil e que, de 2002 até 2015 teve um lucro de R$ 52 bilhões”, afirmou.

Ainda segundo Paulo Marcel, a mobilização também será em protestos contra a tentativa de anistiar o chamado Caixa 2, medidas que tem sofrido reação dos movimentos sindicais e sociais.

MaisPB

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Bancários devem paralisar atividades nesta sexta-feira

marcos_henriquesIntegrando o Dia Nacional de Lutas, Paralisações e Protestos, os bancários paraibanos devem cruzar os braços nesta sexta-feira (25). De acordo com o Sindicato dos Bancários na Paraíba, a decisão deverá ser confirmada em uma reunião que acontece nesta quinta-feira (24), em São Paulo, onde será definido um calendário de paralisações.

O presidente do o Sindicato dos Bancários no Estado, Marcos Henriques, informou que as mobilizações são contra o fechamento de agências do Banco do Brasil. Na Paraíba serão fechadas cinco unidades bancárias, pelo Plano de Reestruturação que pretende economizar ao todo quase R$ 4 bilhões de a cada ano.

“Nós temos um calendário de lutas, que passa por audiências, reunião em bairros e campanhas de mídias. Iremos ter uma reunião com a Federação para discutir sobre greve, que não está descartada, pois no calendário nacional também pode ser deferida essa ação”, pontuou Marcos Henriques.

Greve dos Bancários

Em setembro deste ano, a categoria entrou em greve, que durou pouco mais de um mês. Na oportunidade, eles reivindicavam melhorias trabalhistas e reajuste salarial.

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