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Primas são feridas a balas quando passeavam em praça

PrimasAs jovens Tália Ingrid, 18 anos e outra de nome  Alana, 19 anos, foram feridas a tiros na noite deste sábado (4), quando passeavam em uma praça no Conjunto Explanada, em João Pessoa.

A mulheres, que são primas, foram abordadas por um casal que estava em uma motocicleta, de modelo Honda Bross, e cor amarela.

Tália foi atingida com um tiro no braço e outro na barriga. Já Alana, foi ferida no braço.

As vítimas foram socorridas para o Hospital de Emergência e Trauma na Capital paraibana, onde continuam internadas.

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Os motivos e a autoria do  crime ainda estão sendo investigados pela polícia.

MaisPB

O que acontece com as balas quando se atira para o alto?

 

armaVocê já deve ter se perguntado o que acontece com as balas quando alguém atira para o alto. É hora de descobrir onde elas vão parar. Confira:

Atirar para cima é uma atitude bastante comum. Às vezes o tiro serve como alerta, apara afugentar ou para celebrar algo. Mas o que acontece com as balas depois que elas são disparadas para o alto?

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Em muitos casos, uma tragédia. Isso se dá porque quando a bala é atirada para o ar ela retorna para o solo e pode atingir uma pessoa. Essas “balas perdidas” representam um risco grande.

bala

Um relatório feito nos Estados Unidos por especialistas mostra que a bala viaja a 220 km por hora e pode facilmente penetrar o crânio ou qualquer outra parte do corpo humano, causando sérios ferimentos e até a morte.

Para entender a gravidade da situação, uma arma calibre .30 pode atingir 330 km por hora conforme vai caindo, por exemplo. O Brasil é o segundo país da América Latina que mais tem casos de mortes por balas perdidas. Mas ele não está sozinho.

Entre os anos de 1958 e 1992 um hospital da cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos, registrou 118 pacientes vítimas das balas, 38 acabaram morrendo.

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Em Porto Rico, onde é comum celebrar com tiros para o alto, cerca de duas pessoas morrem e 25 ficam feridas a cada noite de réveillon. No Kuwait 20 pessoas morreram por balas perdidas depois da Guerra do Golfo em 1991.

A prática do tiro para cima pode ser comum porque muitas pessoas possivelmente acreditam que depois de lançadas para cima, as balas se tornam inofensivas, mas a verdade é que não. Elas retornam ao solo e retornam com uma velocidade mortal.

Bônus: Imagine nessa situação

 

fatosdesconhecidos

Homem resiste à abordagem policial, reage a balas e acaba levando nove tiros

Divulgação PM
Divulgação PM

A Polícia Militar conseguiu recuperar em Campina Grande um veículo modelo Siena de cor prata que havia sido roubado há alguns dias em Bayeux. O homem que estava de posse do veículo reagiu à abordagem e atirou contra os policiais, que revidaram e lhe atingiram com nove tiros de pistola .40. O suspeito, identificado como Josenilson Modesto dos Santos, 32 anos, foi socorrido pelos policiais, levado para o Hospital de Trauma de Campina Grande e não corre risco de morte.

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Segundo o comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar, em Campina Grande, tenente-coronel Souza Neto, era final da tarde de segunda-feira (24), por volta das 17h30, quando um policial militar percebeu que o veículo Siena prata estava há muito tempo parado no mesmo local. Havia informação de que um veículo semelhante tinha dado calote em um posto de combustíveis na cidade de Esperança, fugindo sem pagar a contar do abastecimento.

Ao verificar a placa, o policial constatou que o veículo era roubado e acionou reforço. Duas viaturas da Força Tática do 2º BPM foram ao local para fazer a abordagem, quando Josenilson reagiu, sacou dois revólveres calibre 38, começou a atirar contra as viaturas e tentou dar partida no carro. Os policias reagiram e lhe acertaram em várias partes do corpo, sendo que nenhum disparo atingiu órgãos vitais.

A Polícia Civil foi acionada para realizar perícia técnica no local da troca de tiros e no veículo roubado, além de fazer a apreensão dos dois revólveres. Após fazer pesquisa, a Polícia descobriu que o suspeito é ex-presidiário e cumpriu pena por roubo no Presídio do Serrotão, em Campina Grande.

 

Por Wanja Nóbrega