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Mais de 7 mil condutores foram autuados na Paraíba por não usarem o farol baixo

farolbaixoDurante o ano de 2016, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) autuou 7.561 condutores por não usarem o farol baixo, nas rodovias paraibanas.

De acordo com a PRF, apesar de não serem realizadas blitz de fiscalização, os condutores são autuados quando são abordados por outros motivos, como durante uma ronda, ou quando o veículo com os faróis apagados passam em frente a uma unidade da PRF nas rodovias.

Os trechos com maior incidência da infração são aqueles onde há um maior tráfego de veículos, dos quais a Região Metropolitana de João Pessoa, de Campina Grande e Patos são os com maior ocorrência . No entanto, há registros em todas as rodovias e trechos no Estado.

PB Agora

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Ministério das Cidades vai recorrer de suspensão da Lei do Farol Baixo

farolO Ministério das Cidades vai entrar com pedido de suspensão da liminar que torna sem efeito a Lei do Farol Baixo (Lei 13.290). A Advocacia-Geral da União foi notificada nessa sexta (2) do teor da decisão, proferida pela Justiça Federal no Distrito Federal, que determinou a suspensão da aplicação de multas referentes à lei.

A Lei do Farol Baixo obrigava condutores de todo o país a acender o farol do veículo durante o dia em rodovias. Na decisão, o juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal em Brasília, entendeu que os condutores não podem ser punidos pela falta de sinalização sobre a localização exata das rodovias.

A consultoria jurídica do Ministério das Cidades, juntamente com a Procuradoria Regional da União-1ª Região, promete apresentar na próxima semana ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região pedido de suspensão de liminar, para que a lei volte a vigorar. O entendimento dos dois órgãos é de que a liminar não leva em consideração o bem coletivo e a segurança no trânsito.

portalcorreio

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Consumo de cigarros, drogas e álcool entre jovens é o mais baixo em 30 anos

cigarroO consumo de bebidas alcoólicas e drogas ilícitas atingiu o nível mais baixo na Inglaterra em 30 anos, pelo menos entre os jovens do ensino secundário. Porém, um quinto já experimentou cigarros eletrônicos e um em cada 40 adolescentes admitem já ter usado alguma substância ilegal. As informações são do The Mirror.

Em 2014, 18% dos jovens entre 11 e 15 anos disseram ter fumado, pelo menos uma vez. E este é o nível mais baixo desde que a pesquisa começou, em 1982.

Segundo o levantamento anual que avalia jovens que do 7º ao 11º ano de ensino (ou dos 11 aos 15 anos de idade), publicada pelo Ministério da Saúde e Assistência Social do governo inglês, os números continuam a cair desde 2003, quando 42% dos adolescentes admitiram já ter fumado cigarro.

O uso de cigarros eletrônicos foi considerado baixo entre jovens que nunca tinham fumado, 11%. Já 10% afirmam ter usado cachimbos de água, como o narguilé, pelo menos uma vez.

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Em 2014, 38% dos jovens de 11 a 15 anos afirmaram ter experimentado álcool ao menos uma vez, o menor resultado desde que a pesquisa começou. E apenas 8% teriam ficado bêbados na semana anterior ao estudo, um quarto do resultado de 2004, que atingiu 23%.

De acordo com a pesquisa, 4% disseram que ficavam bêbados pelo menos uma vez por semana, comparado com os 17% de 2004. E 67% dos jovens afirmam nunca ter ingerido ou não ingerirem mais álcool.

O uso de drogas entre jovens também diminui. Em 2014, 15% teriam consumido algum tipo de substância ilícita – em comparação com 26%, em 2004 – e 6% teriam usado drogas no mês anterior.

Além disso, 2,9% dos alunos disseram já ter usado cola ou aerossóis, mas o número também diminuiu em relação a 2004, quando 5,6% admitiram ter usado essas substâncias.

A pesquisa também mostra que menos de um em 100 estudantes teriam experimentado cocaína ou ecstasy nos anos anteriores, um em 200 teria utilizado mefedrona e um em 500 teria injetado heroína.

O estudo também relata que alunos que não tiveram aulas de combate às drogas no 8º ano têm três vezes mais chance de experimentarem substâncias ilícitas. Dos entrevistados, 6% relataram que já receberam oferta de drogas, porém, apenas 2,5% teriam experimentado.

O resultado final da pesquisa revelou que, na Inglaterra, em 2014, cerca de 90 mil estudantes entre 11 e 15 anos são fumantes ativos, 240 mil teriam ficado bêbados na semana anterior à avaliação, 180 mil utilizaram drogas ilícitas no mês anterior e 310 mil teriam utilizado no ano anterior.

Terra

Tio se esconde nu embaixo de cama, mas é preso suspeito de estuprar sobrinha de 5 anos, na PB

Reprodução/Diamante Online
Reprodução/Diamante Online

Um homem de 33 anos foi preso na noite dessa sexta-feira (8), suspeito de abusar sexualmente da sobrinha de cinco anos, em Igaracy, a 454 km de João Pessoa, no Sertão da Paraíba. Ele é irmão da mãe da menina e o caso ocorreu na casa avó materna da criança.

A Polícia Militar em Itaporanga informou que foi acionada pelo pai da menina. A mãe dela disse que encontrou o irmão sem roupa, escondido em baixo da cama, e ao perguntar à criança o que havia ocorrido, ela respondeu que o suspeito teria beijado a boca dela e a tocado em partes íntimas.

O homem foi preso e levado para a delegacia de Polícia Civil em Piancó, cidade da mesma região. O Conselho Tutelar também foi acionado.

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Até as 12h deste sábado (9), o homem permanecia preso na carceragem da delegacia, aguardando as providências do delegado responsável.

 

portalcorreio

TCE diz que educação da PB tem estrutura precária e 36% das escolas com Ideb baixo

tceUm levantamento divulgado na tarde desta segunda-feira (2) pelo Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB) revelou que o ensino médio da rede estadual da Paraíba ainda sofre com problemas de falta de infra-estrutura, com o índice de desenvolvimento do ensino básico (IDEB) baixo (36% das escolas ficaram abaixo da média da Paraíba que é 3,4) e com um quadro de professores em que quase 50% atuam como prestadores de serviço. O levantamento foi feito pelo TCE de 2012 a 2013.

O Relatório de Auditoria Operacional em Educação focou a rede estadual de ensino médio e objetiva traçar um diagnóstico da situação, apresentando as dificuldades, causas e sugestões de melhorias com foco nas áreas de gestão, infraestrutura, professores e financiamento.

De acordo com o documento, dados da Secretaria Estadual de Educação revelaram que 42,68% dos professores são prestadores de serviço e em consequência disso foi sentida uma “notória desmotivação da carreira do magistério, posto que quase a metade dos professores não goza de estabilidade funcional, tem seus salários com valor abaixo dos demais professores efetivos, além de não terem acesso à capacitação funcionais nos moldes igualitários ao dos profissionais do magistério efetivo”.

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Quanto à infraestrutura, numa amostra de 30 escolas, pouco menos da metade, ou seja, 42,55% delas possuíam os requisitos mínimos para funcionamento adequado. Em 40% dessas escolas os sanitários utilizados pela comunidade escolar não funcionam e em 83,3% o estado de conservação foi considerado regular ou ruim.

Outro item preocupante diz respeito à rede de esgoto. Em 23,3% das escolas visitadas não há rede de coleta e 60% delas não têm coleta e tratamento. O abastecimento de água é ruim em 46,7% e O estado de conservação das cozinhas é ruim ou regular em 64,6%.

As bibliotecas são ruins e regulares em 37,8% das escolas visitadas pelo TCE e em 17,7% dos estabelecimentos, elas sequer existem. Outro equipamento importante em uma escola, os laboratórios de ciências, não existem em 62,8% e em 18,9%, eles estão obsoletos.

A falta de quadra de esportes em 47,6% das escolas e de auditórios e pátios em 73,2% e 40,9%, respectivamente, entre outros aspectos, fez constatar uma insatisfação de 96,67% dos alunos entrevistados com a infraestrutura física de suas escolas, conforme relata do TCE-PB.

No que diz respeito à segurança, o relatório revela 74,4% das escolas pesquisadas não possuem segurança patrimonial, câmeras e gravação de imagens e 30% não possuem extintores de incêndio e em nenhuma delas existiam hidrantes com mangueira, sinalização de emergência ou pessoal treinado em situação de combate a incêndio.

Gastos incompatíveis

Outro item que preocupou os auditores do TCE diz respeito aos gastos com o ensino médio. O relatório diz que houve incompatibilidade em informações relativas a gastos em consultas efetuadas Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (SIOPE) e aos dados disponibilizados no SISTN (Sistema de Coleta de Dados de Estados e Municípios).

“Para o SIOPE, a despesa liquidada com o EM importou, em 2012, R$ 153.619.511,73, enquanto o SISTN registra o valor de R$ 105.022.998,09. Nesse contexto, deve-se registrar que os valores, relativos ao exercício de 2012, contabilizados no sistema SAGRES também divergem das importâncias registradas no SIOPE e SISTN, com relação à despesa empenhada”, diz o relatório.

 

portalcorreio

Alunos da rede pública da Paraíba apresentam baixo desempenho em português e matemática

Foto: Walla Santos
Foto: Walla Santos

A organização não-governamental ‘Todos pela educação’ apontou que os índices de aprendizagem de português e matemática, ensinados no 5º e 9º ano do ensino fundamental na rede pública estadual, está abaixo da média.

De acordo com o levantamento , dos 218 municípios da Paraíba que foram avaliados, apenas 32 atingiram a média em matemática, em 2013. Já na disciplina de português, 79 municípios atingiram a média.

O estudo revela também que no 5º ano, existiu maior aprendizado em matemática do que em português. Em 2013, apenas 37% dos municípios atingiram a meta da língua portuguesa, enquanto em matemática, o percentual foi de 46,4%. Já no 9º ano, 54,1% apresentaram melhor desempenho em português e apenas 14,7% foram bem avaliados em matemática.

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Segundo o TPE, para atingir a meta de aprendizado, o aluno precisa atingir ou superar os índices estabelecidos a cada ano avaliado. No 5º ano, a meta é de 225 em língua portuguesa e 200 em matemática. No 9º ano, precisam alcançar uma média igual a 300 em matemática e 275 em português.

 

BlogdoGordinho

Bebês com baixo peso podem ter hiperatividade e depressão na infância

Arquivo/Agência Brasil
Arquivo/Agência Brasil

Um estudo apontou que os bebês nascidos com peso abaixo do normal têm maior chance de desenvolver hiperatividade e depressão na infância. Para chegar à conclusão, a pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto comparou a saúde mental de 665 crianças, com idade entre 10 e 11 anos.

Segundo a pesquisadora responsável, Claudia Mazzer Rodrigues, o estudo dividiu as crianças em cinco grupos de peso: muito baixo (abaixo de 1,5 quilos), baixo (1,5 kg a 2,5 kg), insuficiente (2,5 kg a 3 kg), normal (3 kg a 4,25 kg) e muito alto (acima de 4,25 kg). Esses valores são usados como referência pela Organização Mundial da Saúde.

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No estudo, constatou-se que as crianças com peso muito baixo representam a maioria das que têm quadros de problemas mentais. Entre as 665 crianças avaliadas, 6,9% apresentavam indicadores de depressão. Os cientistas usaram questionários respondidos pelos pais e pelas próprias crianças.

No Brasil, de 0,4% a 3% das crianças sofrem de depressão. Entre os adolescentes, esse número varia de 3,3% a 12,4%. Quem tem a doença na infância e na adolescência apresenta mais chances de desenvolver depressão em idade adulta.

Especialistas definem como causas da depressão em crianças, como perda de vínculos afetivos, divórcio dos pais, falta de apoio familiar e violência física ou psicológica. Os pais devem ficar atentos aos primeiros sinais de alerta, que são queda do rendimento escolar, mudanças repentinas do estado de ânimo, isolamento e tristeza.

 

 

Agência Brasil

Flamengo bate o Vasco por 1 a 0, sai do Z-4 e empurra o rival para baixo

jogoFoi o primeiro clássico de Mano Menezes pelo Flamengo. Foi a reestreia de Dorival Junior no Vasco, e justamente contra a equipe rubro-negra, última que dirigiu. Foi longe do Rio, mas num palco cujo nome remete logo ao futebol carioca: no Mané Garrincha, em Brasília. Foi um Vasco x Flamengo entupido de gente empolgada – 61.767 mil pessoas. Mas foi um Vasco x Flamengo com mais correria do que inspiração. E, numa das poucas jogadas bem-feitas na partida, Paulinho, destaque rubro-negro, fez o gol da vitória que tirou a equipe do Z-4 e pôs o rival na zona de rebaixamento – coisa que não acontecia com os cruz-maltinos desde 2010.

Foi o primeiro gol de Paulinho no Flamengo. Justamente o atacante que Dorival Junior não dirigiu – chegou ao Flamengo quando Jorginho era o treinador. O jogador, ao lado de Elias, mais eficiente da equipe que, se ainda está longe de empolgar e deixar os rubro-negros aliviados, ao menos mostrou um pouco mais de organização tática. E foi essa arrumação determinante para a vitória.

A torcida rubro-negra bem que tentou transformar o Mané Garrincha no Maracanã. Cantou de “Levantou poeira” a “Sai do Chão, a torcida é do Mengão”. O lado vascaíno respondeu ao som de “Uh, pula ae, deixa o caldeirão ferver”. Mas o clássico deixou visível que tanto Vasco como Flamengo precisam se reforçar e se organizar muito para não passarem sufoco. Com o resultado, os rubro-negros chegaram a nove pontos ganhos e subiram para o 11º lugar na tabela. Saíram da zona de rebaixamento. Os cruz-maltinos caíram para a 17ª posição e entraram na área de desconforto. Na oitava rodada, os vascaínos farão o duelo com o Fluminense, no próximo domingo, no retorno ao Maracanã. O Fla vai a Caxias do Sul para, no mesmo dia, enfrentar o Internacional. O atacante Paulinho não escondia a felicidade por marcar o gol da vitória, primeiro com a camisa rubro-negra.

– Esse gol é inesquecível, num clássico, contra o maior rival do Flamengo. Vai ficar guardado. Treinamos bastante, sabia das dificuldades, fomos bastante dedicados. Esta aí a vitória.

Camisa 10 vascaíno, Pedro Ken não escondeu que a esperança para a equipe melhorar no Brasileiro é a volta de Juninho Pernambucano, para quem cedeu a camisa 8. Dorival Junior bem que tentou, na partida, arrumar um homem de criação, ao lançar Dakson no segundo tempo, e o time até melhorou. Mas o time teve muita dificuldade de sair com a bola da defesa.

– Tentamos muitos lançamentos, em vez de trabalhar um pouco mais as jogadas. Eles conseguiram ter a bola. Quando a tivemos, chutávamos, e a bola voltava para eles. É importante ter o Juninho no elenco, é uma referência, vai nos ajudar, precisamos muito dele – afirmou Pedro Ken.

 

Fla superior

Vascaínos e rubro-negros que foram ao Mané Garrincha – a torcida do Fla era maioria, principalmente no setor inferior do estádio – não demoraram muito a ver o ponto negativo em comum das duas equipes. Tanto Dorival Junior quanto Mano Menezes terão muito trabalho pela frente para acertar a saída de bola. Como a marcação era forte dos dois lados, a solução era chutão para a frente, o que dificultou um pouco a organização das jogadas. Com meio-campo mais ligado, o Flamengo levou vantagem.

Com fôlego e disposição, Elias vencia o duelo pela posse de bola. Gabriel se deslocava bem pelos lados. Até Carlos Eduardo, geralmente sumido, parecia querer estrear. Foi dele o primeiro chute com perigo, com cinco minutos. Matou e bateu de canhota, para fora. O Vasco bem que tentava dar o contragolpe. Mas Pedro Ken e Alisson, bem marcados e sem poder de criação, não conseguiam municiar Eder Luis. E André ficava muito isolado.

O Flamengo era mais veloz. Carlos Eduardo, novamente, arriscou chute da entrada da área para boa defesa de Diogo Silva, que apareceu depois em saída quando Marcelo Moreno tinha tudo para abrir o placar. Mas, com mais posse de bola, o gol rubro-negro sairia em questão de tempo. Foi quando, aos 29, o zagueiro Wallace surpreendeu em arrancada pela direita. Tocou para Gabriel e recebeu na frente. Deixou Elias em boa condição. No rebote do goleiro, o camisa 8 do Fla rolou para Paulinho bater de direita. Era o primeiro gol da partida e do camisa 26 no clube.

 

Dorival mexe no Vasco

O Vasco deixou o primeiro tempo sem criar uma chance na partida. Dorival Junior viu que era preciso ter um jogador com mais poder de criação. Lançou Dakson no lugar de Felipe Bastos e Edmilson no de Alisson. O time começou a segunda etapa mais ofensivo. E foi justamente Dakson que mandou a primeira bola ao gol rubro-negro, de fora da área. Mas em cima de Felipe.

A partida, a essa altura, já perdera o vigor e a velocidade dos primeiros 45 minutos. A marcação não era mais a mesma. O Flamengo ao menos era mais organizado e rolava melhor a bola. Paulinho, novamente ele, fez boa jogada e arriscou belo chute colocado, de fora da área. Logo depois, Dorival Junior resolveu fazer a terceira mexida: sacou André para a entrada de Tenório. Queria o ataque mais agressivo.

Mano Menezes percebeu que Carlos Eduardo, com seu melhor desempenho desde a chegada ao Flamengo – saiu até aplaudido -, cansou. E o trocou por Nixon, nome da vitória sobre o ASA, pela Copa do Brasil. O Vasco dava mais trabalho à zaga rubro-negra. Tenório e Edmilson incomodavam. Gabriel, machucado no ombro, deu lugar a Val no Fla. O time recuou. Os cruz-maltinos pressionaram no fim. Com Nei apoiando mais o ataque, as jogadas pela direita começaram a funcionar. Tenorio bateu prensado, com perigo. Não houve mais chances. Já faltava fôlego. Não para a torcida rubro-negra, que comemorava a plenos pulmões a vitória sobre o grande rival.

 

Globoesporte.com

Taxa de desmatamento na Amazônia renova nível mais baixo da história

Em termos percentuais, o Mato Grosso teve a redução mais expressiva desde 2004 (Foto: Fernando Donasci/Folhapress)

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou nesta terça (27) que a taxa de desmatamento na Amazônia Legal ficou em 4.565 quilômetros quadrados entre agosto de 2011 e julho de 2012, o menor nível desde que começou a medição, em 1988. Trata-se de uma redução de 27% em relação ao período anterior.

O Pará liderou mais uma vez a lista, com 1.699 quilômetros quadrados desmatados, embora tenha apresentado notável redução em relação ao ano passado, quando registrou 3.008 quilômetros quadrados, e em relação a 2004, pior resultado dos últimos anos, com 8.870 quilômetros quadrados. Em seguida vêm Mato Grosso (777 km2), Rondônia (761 km2) e Amazonas (646 km2). No pé do ranking estão Amapá, com 31 quilômetros quadrados de desmate, e Tocantins, com 53 quilômetros quadrados. Em termos percentuais, Tocantins (33%) e Amazonas (29%) apresentaram os piores resultados, ao passo que Amapá (-53%), Pará (-44%) e Maranhão (-33%) obtiverem os avanços mais expressivos.

A taxa de desmatamento vem em queda desde 2004, quando esteve próxima do pico histórico, com 27,7 quilômetros quadrados, e a redução é constante desde 2008, quando 12,9 mil quilômetros quadrados foram derrubados. Ao longo da década, a redução mais expressiva foi obtida por Mato Grosso, que tinha 11,8 mil quilômetros quadrados em 2004, uma queda de 93% em oito anos. Em seguida, em termos percentuais, vêm o Pará (-81%), Rondônia (80%) e Tocantins (66%).

“Ouso dizer que esta é a única boa noticia ambiental que o planeta teve este ano do ponto de vista de mudanças do clima. Em relação aos compromissos de metas voluntárias de redução de emissões estamos bastante avançados”, afirmou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. “É a menor taxa de desmatamento da história. Tem o grande marco que é jogar o desmatamento abaixo dos 5 mil quilômetros quadrados.”

A meta voluntária definida pelo governo brasileiro é reduzir a expansão anual da área de desmatamento ilegal da Amazônia para 3,9 mil quilômetros quadrados até 2020. Com o novo índice, fica falando apenas redução de 4% para que a área ambiental atinja a meta, oito anos antes do prazo.

De acordo com a ministra, embora não tenham sido identificadas todas as causas da elevação do desmatamento nesses estados, no Tocantins o problema está associado ao Cerrado Amazônico, que permite reserva legal de 35%. “Como os estados ainda não tornam disponíveis as informações do que é legal e do que é ilegal, não conseguimos identificar quanto do aumento desse desmatamento está associado a incremento de infraestrutura e de supressões legais”, informou.

No Amazonas, segundo Izabella Teixeira, ainda existe forte pressão de migração em torno da BR-317, na região de Apuí, onde existem denúncias de grilagem de terra. Conforme a ministra, a região está sendo monitorada. Com relação ao Acre, disse que não há informações.

“Possivelmente, trata-se de expansão urbana ou incremento de ocupação de território. Estamos perguntando ao governo do estado o que está sendo autorizado e o que os autos de infração do Ibama mostram, o que não tem licença ou que está com atividade ilegal. Por exemplo, [o agricultor] tem autorização para suprimir 10 hectares e suprimiu 30 hectares.”

Segundo Izabella Teixeira, a partir do ano que vem, a fiscalização será feita eletronicamente. Ao apresentar um novo aparelho que será utilizado pelos agentes ambientais, a ministra destacou que as operações ambientais vão entrar em um novo patamar a partir do ano que vem. “À medida que reduzimos o desmatamento, o desafio cresce. A partir de 2013, as ações serão marcadas por uma nova visão de operar tecnologia e planejamento estratégico e inteligência do monitoramento da Amazônia. Os modelos estão sendo revistos e nosso objetivo é acabar com a ilegalidade do desmatamento na Amazônia”, disse.

Com informações da Agência Brasil.

Açudes da PB ainda apresentam baixo volume de água

A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa) informou que, dos 121 reservatórios de águas monitorados em toda a Paraíba, oito estão sangrando e três estão em situação crítica, ou seja, com volume menor que 5% da sua capacidade. O último açude a sangrar foi o Chã dos Pereiras, em Ingá.

Os outros sete são em Araçagi (Araçagi), Conde (Gramame/Mamuaba), Cuitegi (Tauá), Juarez Távora (Brejinho), Mamanguape (Jangada), Mari (Olho D’Água) e em Sapé (São Salvador). Já os três em estado crítico estão localizados nos municípios de São José do Sabugi (São José IV), Teixeira (São Francisco II) e em Ouro Velho (Ouro Velho).

Ainda segundo a Aesa, mais um reservatório entrou em observação por apresentar volume menor que 20% da capacidade, o Novo II, no município de Tavares. Ao todo são 11 nesta situação. Os outros 98 reservatórios estão com capacidade armazenada superior a 20% do volume total.

Confirma a situação dos açudes monitorados pela AESA

08 Açudes Sangrando

Araçagi, em Araçagi Gramame/Mamuaba, no Conde Tauá, em Cuitegi Brejinho, em Juarez Távora Jangada, em Mamanguape Olho D’Água, em Mari São Salvador, em Sapé Chã dos Pereiras, em Ingá

11 Reservatórios em Observação (Menor que 20% do seu volume total) Bichinho, em Barra de São Miguel Carneiro, em Jericó Serrote, em Monteiro Saco, em Nova Olinda Caraibeiras, em Picuí Prata II, em Prata Chupadouro I, em São João do Rio do Peixe São Mamede, em São Mamede Bastiana, em Teixeira Sabonete, em Teixeira Novo II, em Tavares

03 Reservatórios em Situação Crítica (Menor que 5% do seu volume total

São José IV, em São José do Sabugi São Francisco II, em Teixeira Ouro Velho, em Ouro Velho

Correio