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Flamengo sai na frente, mas cede empate ao Atlético-PR na Arena da Baixada

Tudo igual. Atlético-PR e Flamengo empataram em 1 a 1, na tarde deste domingo, na Arena da Baixada, em Curitiba, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. O time carioca saiu na frente com gol de Mancuello, no primeiro tempo, mas cedeu a igualdade na segunda etapa, quando Thiago Heleno fez de cabeça.

Atlético PR x Flamengo
Atlético PR x Flamengo

Foto: Guilherme Artigas/ Agência Lancepress! / LANCE!

O Flamengo chegou aos cinco pontos em três jogos, enquanto o Furacão somou apenas o primeiro dele na competição. Na próxima rodada, o time carioca enfrenta o Botafogo, enquanto o Atlético-PR visita o Coritiba.

PRIMEIRO TEMPO

O Atlético-PR dominou o primeiro tempo, porém o Flamengo foi mais eficiente e fez o gol na única boa chance que teve, mesmo não jogando bem. Aos 24 minutos, Pará recebeu livre na direita, levantou a cabeça e fez um cruzamento perfeito para Mancuello. O argentino apenas desviou de cabeça, mas com categoria, e a bola passou direto pela rede. Houve quem ficasse em dúvida sobre o lance, já que a rede estava furada, mas a arbitragem assinalou o gol rapidamente.

O Atlético-PR respondeu no minuto seguinte e quase chegou ao empate, em cabeçada de Nikão, que acertou o travessão. Os donos da casa seguiram pressionando e tiveram ótima oportunidade desperdiçada por Grafite. Após erro de Márcio Araújo, o atacante saiu cara a cara com Muralha, mas o goleiro defendeu bem. O camisa 23 teve ainda outras duas boas chances e numa delas, em grande jogada, acertou a trave. Faltava sorte e capricho.

SEGUNDO TEMPO

Após ser muito pressionado na primeira etapa, o Flamengo voltou administrando melhor a posse de bola. O time carioca quase ampliou em cabeçada de Guerrero, mas Weverton fez um milagre e salvou em cima da linha. Na sequência, o Furacão empatou, justamente no momento em que a equipe de Zé Ricardo era superior. Após cobrança de escanteio, Thiago Heleno subiu mais alto do que Rafael Vaz e cabeceou bem, para o chão. Muralha tocou na bola, mas não conseguiu evitar o gol. Era, no mínimo, um lance defensável.

Os times diminuíram o ritmo após o empate. O jogo ficou um tanto moroso, com chances esporádicas. A melhor oportunidade do Atlético-PR foi com Douglas Coutinho, que ficou cara a cara com Muralha após novo erro de Rafael Vaz. No entanto, o atacante do Furacão vacilou e chutou em cima do goleiro.

O Flamengo teve uma boa chance com Guerrero, aos 44 minutos, quase na marca do pênalti, mas chutou errado. Lucas Paquetá fez boa jogada e deixou o peruano na boa na jogada. Nos acréscimos, houve ainda o tradicional “lá e cá”, inclusive com algumas investidas de Vinicius Júnior, mas o jogo terminou mesmo empatado em 1 a 1.

FICHA TÉCNICA:

Atlético-PR 1 x 1 Flamengo

Data/hora: 28/5/2017
Local: Arena da Baixada, Curitiba (PR)
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Auxiliares: Kleber Lucio Gil (SC) e Neuza Ines Back (SC)
Cartões amarelos: Pablo (ATL)
Público e renda: 19.923 pagantes / R$ 470.175,00
Gols: Mancuello, 24’/1°T (0-1); Thiago Heleno, 10’/2°T (1-1)

ATLÉTICO-PR : Weverton, Jonathan, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Matheus Rosseto e Lucho González (Guilherme, 16’/2°T); Nikão (Douglas Coutinho, intervalo), Pablo e Grafite (Éderson, 26’/2°T). Técnico : Eduardo Baptista.

FLAMENGO : Muralha, Pará, Réver, Vaz e Renê; Márcio Araújo, Arão e Cuéllar (Rodinei, 42’/2°T); Mancuello (Lucas Paquetá, 30’/2°T), Matheus Savio (Vinicius Júnior, 24’/2°T) e Guerrero. Técnico : Zé Ricardo.

Lance

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Cinco adolescentes estupram menina de 12 anos e filmam o crime na Baixada Fluminense

Foto: Márcio Alves
Foto: Márcio Alves

O livro de colorir esconde o rosto envergonhado pela violência sofrida. Traumatizada, a menina de 12 anos mal consegue conversar com estranhos, nem mesmo demonstrar a alegria característica da idade. A perda de parte dos sonhos da infância começou no mês passado, quando ela foi estuprada por cinco adolescentes no bairro Paiol, em Nilópolis.

Segundo parentes, a menina voltava a pé da escola onde estuda, perto de casa, com uma amiga. Ela teria sido atraída por essa colega para um local conhecido como Fazendinha, onde estavam cinco garotos. Logo depois, a amiga teria ido embora levando os pertences da vítima, que teve as roupas rasgadas e foi estuprada.

— Minha filha viu os meninos e tentou correr, mas um deles puxou os cabelos dela e tirou sua roupa. Ela estava uniformizada — conta a mãe da menina: — Minha filha foi encontrada por vizinhos, assustada e sangrando. Alguns me contaram que ela gritava muito de tanto medo.

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Desde o crime, a vítima foi transferida do turno da tarde para a manhã. Mas, apesar dos cuidados da escola, o recomeço tem sido difícil.

— Minha filha fez todos os exames médicos e está tomando os remédios necessários em casos como esse — diz a mãe, preocupada com a reação da menina na volta para o segundo semestre: — A diretora deu sete dias para ela ficar afastada. Convívio com os coleguinhas, agora, só depois das férias de julho.

Mãe cobra justiça de adolescentes que estupraram sua filha
Mãe cobra justiça de adolescentes que estupraram sua filha Foto: Márcio Alves / Extra

A investigação do caso segue sob sigilo na 57ª DP (Nilópolis), onde o caso foi registrado. A Polícia Civil, porém, já identificou todos os envolvidos no estupro e deve encaminhar o inquérito para o Ministério Público em até dez dias.

Um vídeo, que foi feito durante o crime, está sendo analisado pela polícia. Os parentes da vítima não chegaram a ver as imagens, mas ficaram sabendo do conteúdo do material. A irmã da vítima diz que o vídeo circulou pelos celulares de alguns alunos da escola, aumentando o constrangimento.

— Muitas pessoas lá no colégio ficaram revoltadas com isso — ressalta.

“Ela não pode confiar em ninguém”, diz mãe

A mãe da menina cobra agora a solução do caso. Mesmo sabendo que a maior parte dos envolvidos no estupro é menor de idade (apenas um tem 18 anos), ela quer que os envolvidos sejam punidos pelo crime que cometeram.

— A polícia está fazendo a a parte dela. Sei que os envolvidos já estão identificados, mas quero justiça. Muita justiça. Minha filha agora vai andar na rua com medo. Ela não sabe quem é do bem e quem é do mal. Não pode mais confiar em ninguém — lamenta a mãe.

Segundo a família da vítima, o trauma sofrido pela menina fica ainda mais evidente enquanto dorme, já que ela sempre acorda assustada à noite.

Extra