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Baixa umidade coloca 30% da PB em risco de incêndios e à saúde

Sessenta e nove municípios da Paraíba, o que corresponde a 30% do estado, estão sob alerta para perigo potencial de baixa umidade nesta sexta-feira (3). Conforme aponta o Centro Virtual para Avisos de Eventos Meteorológicos Severos, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a umidade relativa do ar deve variar entre 20% e 30%, até as 18h. O nível é bem inferior ao considerado ideal pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para o organismo humano, entre 50% e 80%. Existe risco de danos à saúde e de incêndios florestais.

A orientação é de que moradores das localidades afetadas bebam bastante líquido e evitem desgaste físico em horas mais secas, assim como exposição ao sol das horas mais quentes do dia. Em caso de dúvidas ou emergências, podem ser consultadas a Defesa Civil (telefone 199) ou o Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Municípios sob risco de baixa umidade

  1. Água Branca
  2. Aguiar
  3. Aparecida
  4. Bernardino Batista
  5. Boa Ventura
  6. Bom Jesus
  7. Bom Sucesso
  8. Bonito De Santa Fé
  9. Brejo Dos Santos
  10. Cachoeira Dos Índios
  11. Cajazeiras
  12. Cajazeirinhas
  13. Carrapateira
  14. Catingueira
  15. Catolé Do Rocha
  16. Conceição
  17. Condado
  18. Coremas
  19. Curral Velho
  20. Diamante
  21. Emas
  22. Ibiara
  23. Igaracy
  24. Imaculada
  25. Itaporanga
  26. Jericó
  27. Joca Claudino
  28. Juru
  29. Lagoa
  30. Lastro
  31. Malta
  32. Manaíra
  33. Marizópolis
  34. Mato Grosso
  35. Monte Horebe
  36. Mãe D’Água
  37. Nazarezinho
  38. Nova Olinda
  39. Olho D’Água
  40. Patos
  41. Paulista
  42. Pedra Branca
  43. Piancó
  44. Pombal
  45. Poço Dantas
  46. Poço De José De Moura
  47. Princesa Isabel
  48. Santa Cruz
  49. Santa Helena
  50. Santa Inês
  51. Santa Teresinha
  52. Santana De Mangueira
  53. Santana Dos Garrotes
  54. Serra Grande
  55. Sousa
  56. São Bentinho
  57. São Domingos
  58. São Francisco
  59. São José Da Lagoa Tapada
  60. São José De Caiana
  61. São José De Espinharas
  62. São José De Piranhas
  63. São José De Princesa
  64. São João Do Rio Do Peixe
  65. Tavares
  66. Triunfo
  67. Uiraúna
  68. Vieirópolis
  69. Vista Serrana

 

portalcorreio

 

 

Paraíba tem mais de 80 cidades em alerta de baixa umidade, segundo Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia publicou nesta quinta-feira (29) um alerta de baixa umidade para mais de 80 cidades da Paraíba. De acordo com o aviso, há riscos à saúde da população e de incêndios florestais devido à seca.

O aviso tem início nesta quinta-feira (29) e tem previsão de término às 18h de sexta-feira (30). Durante este período, a umidade relativa do ar irá variar de 30% a 20%. O instituto recomenda que a população consuma bastante líquido, evite desgastes físicos nas horas mais secas do dia e evite exposição ao sol nas horas mais quentes.

Ainda é registrado um risco, porém baixo, de incêndios florestais na área. O Inmet indica que para mais informações, os moradores da região afetada consulte a Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Munícipios com alerta de baixa umidade na Paraíba

  1. Água Branca
  2. Aguiar
  3. Aparecida
  4. Areia de Baraúnas
  5. Belém do Brejo do Cruz
  6. Bernardino Batista
  7. Boa Ventura
  8. Bom Jesus
  9. Bom Sucesso
  10. Bonito De Santa Fé
  11. Brejo Do Cruz
  12. Brejo Dos Santos
  13. Cachoeira Dos Índios
  14. Cacimba De Areia
  15. Cacimbas
  16. Cajazeiras
  17. Cajazeirinhas
  18. Carrapateira
  19. Catingueira
  20. Catolé Do Rocha
  21. Conceição
  22. Condado
  23. Coremas
  24. Curral Velho
  25. Desterro
  26. Diamante
  27. Emas
  28. Frei Martinho
  29. Ibiara
  30. Igaracy
  31. Imaculada
  32. Itaporanga
  33. Jericó
  34. Joca Claudino
  35. Juru
  36. Lagoa
  37. Lastro
  38. Malta
  39. Manaíra
  40. Marizópolis
  41. Mato Grosso
  42. Maturéia
  43. Monte Horebe
  44. Mãe D’Água
  45. Nazarezinho
  46. Nova Olinda
  47. Olho D’Água
  48. Passagem
  49. Patos
  50. Paulista
  51. Pedra Branca
  52. Piancó
  53. Pombal
  54. Poço Dantas
  55. Poço De José De Moura
  56. Princesa Isabel
  57. Quixabá
  58. Riacho Dos Cavalos
  59. Santa Cruz
  60. Santa Helena
  61. Santa Inês
  62. Santa Luzia
  63. Santa Teresinha
  64. Santana De Mangueira
  65. Santana Dos Garrotes
  66. Serra Grande
  67. Sousa
  68. São Bentinho
  69. São Bento
  70. São Domingos
  71. São Francisco
  72. São José Da Lagoa Tapada
  73. São José De Caiana
  74. São José De Espinharas
  75. São José De Piranhas
  76. São José De Princesa
  77. São José Do Bonfim
  78. São José Do Brejo Do Cruz
  79. São José Do Sabugi
  80. São João Do Rio Do Peixe
  81. São Mamede
  82. Tavares
  83. Teixeira
  84. Triunfo
  85. Uiraúna
  86. Vieirópolis
  87. Vista Serrana
  88. Várzea

 

 

Foto: Reprodução/Site da Prefeitura Municipal de Monte Horebe

G1

 

 

Baixa temperatura do inverno no Sertão da PB leva a ‘reclamações’ e problemas respiratórios

Os moradores da cidade mais quente da Paraíba estão passando frio neste inverno. Acostumados a enfrentar temperaturas de 32º C a 40º C no verão, a população de Patos, no Sertão do Estado, tem se agasalhado nos últimos dias. Em 17 de junho, a cidade registrou 21º C. Na madrugada de sexta-feira (7), os termômetros da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) marcaram 22,7º C.

Ainda por causa do frio, os atendimentos a pacientes com problemas respiratórios aumentaram pelo menos 25% no na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. “Com essa mudança de clima a gente tem falta de ar, febre, muita secreção”, disse o enfermeiro João Paulo.

Joaquim Justino é mototaxista em Patos e passa o dia trabalhando exposto ao sol. As temperaturas mais amenas agradaram para o trabalho durante o dia, mas à noite, quando o frio aumentar, ele não nega que deixa o banho antes de dormir pra depois. “A água fica fria demais. De noite tá fazendo frio demais”, disse ele, sorrindo.

Há menos de dois meses, a cidade de Patos havia entrado em quadro de alerta segundo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), quando a umidade relativa do ar baixou para apenas 14%. Na época, a Aesa chegou a alertar a população para cuidados com a hidratação. Para se ter uma noção, a OMS indica que o ideal para o ser humano é 60% de umidade relativa do ar.

Apesar de o frio ter chegado à cidade ‘mais quente da Paraíba’, as baixas temperaturas não têm sido exclusividade de Patos, no Sertão. No distrito de São Gonçalo, em Sousa, os termômetros marcaram 17,6º C no dia 20 de junho deste ano. No início da manhã desta sexta-feira, a temperatura baixou para 21,8º C.

Segundo a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira, as temperaturas não estavam sendo tão baixas nos invernos anteriores, por causa da atuação de alguns fenômenos, o que não tem ocorrido este ano. “Em outros anos houve o El Niño e La Niña. Por isso o inverno acabava não sendo tão frio. Este ano não estamos tendo a atuação de nenhum fenômeno. Pra quem está acostumado com o calor de Patos, 21º C se torna muito frio”, explica a meteorologista.

Areia

Se, no Sertão, Patos é a cidade mais quente, no Brejo, Areia é considerada a cidade mais fria da Paraíba. Neste inverno, o município teve o registro de 18,2 ºC na quinta-feira (6). Marle Bandeira explica que, mesmo não tendo a temperatura mais baixa, Areia é considerada fria pelas médias.

“No inverno, as temperaturas médias de Areia variam entre mínima de 16º C e máxima de 25º C. Ou seja, de dia e de noite são temperaturas baixas. Enquanto isso, em Patos variam de mímina de 24 ºC e máxima de 32º C, em média”, disse Marle.

G1

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Juízes mandam soltar presos de “baixa periculosidade” do Amazonas e Roraima

presidioOs assassinatos de pelo menos 95 presos em estabelecimentos prisionais do Amazonas e de Roraima motivaram juízes estaduais a determinar a soltura de um grupo de presos que os magistrados consideram não oferecer risco à população.

No Amazonas, o juiz plantonista Leoney Figlioulo Harraquian atendeu ao pedido da Defensoria Pública estadual e ordenou a soltura de sete homens que estavam detidos em unidades prisionais de Manaus por não pagarem pensão alimentícia. Em sua decisão, o magistrado anotou que levou em conta a atual crise do sistema prisional amazonense, onde, desde o primeiro dia do ano, pelo menos 64 presos foram mortos.

Harraquian condicionou a libertação ao compromisso dos sete presos de pagar as pensões atrasadas em, no máximo, 30 dias, sob pena de serem presos novamente. O juiz ainda enfatizou que cada caso está sendo analisado criteriosamente e que os devedores de pensão estavam expostos a perigo maior, pois cumpriam medidas coercitivas ao lado de condenados por crimes comuns.

Já em Roraima, o juiz da Vara de Execução Penal, Marcelo Lima de Oliveira, e a juíza plantonista Suelen Márcia Silva Alves, determinaram, em caráter emergencial e liminar, que os 160 presos que cumpriam pena no regime semiaberto no Centro de Progressão Penitenciária (CPP), em Boa Vista, passem a cumprir a pena em casa.

A decisão deve vigorar por dez dias, de 7 à 13 de janeiro. Os presos, que já tinham recebido antes autorização para trabalhar fora da unidade prisional, não deverão deixar suas casas entre 20h e 6h e durante os finais de semana; não deixar Boa Vista sem prévia autorização judicial; não frequentar bares; casas noturnas ou estabelecimentos do gênero; não portar armas de fogo ou qualquer instrumento que possa ser usado como armamento e voltar a se apresentar no CPP até as 20h do próximo (13).

Requisitada pela Comissão de Direitos Humanos da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e por 23 detentos, a decisão liminar foi expedida depois que o próprio diretor do CPP, Wlisses Freitas da Silva, disse ao juiz não haver condições de garantir a segurança dos reeducandos na unidade.

Segundo Silva, desde que 33 presos foram mortos na Penitenciária Agrícola Monte Cristo, os presos do CPP estão apreensivos – principalmente os ex-policiais, parentes de agentes da segurança pública, idosos ou que cumprem pena por crimes sexuais.

Em sua decisão, o juiz disse que Silva relatou que, além de serem poucos para garantir a segurança, em caso de ocorrência mais grave, os agentes do CPP não dispõem de armamentos adequados. Além disso, a vigilância das muralhas da unidade não é feita por policiais militares e não há sequer coletes à prova de balas suficientes para os agentes penitenciários.

Ainda de acordo com o magistrado, ao solicitar à Vara de Execução Penal o direito de cumprirem sua pena em prisão domiciliar, os 23 detentos que assinam o ofício afirmaram estar sendo ameaçados de morte por membros de facções criminosas

“Ora, se a própria unidade prisional destaca de forma veemente que não tem como resguardar a segurança dos reeducandos e dos próprios agentes penitenciários, não é possível a estes juízes fechar os olhos a tal realidade”, afirmam os juízes Oliveira e Suelen, lembrando que, constitucionalmente, é dever do Estado zelar pela integridade física e moral de todos os presos sob sua custódia e que, em outubro de 2016, semelhante medida já tinha sido adotada, depois que dez presos foram mortos na Penitenciária Agrícola Monte Cristo e, na sequência, detentos do CPP passaram a ser ameaçados.

Agência Brasil

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Pesquisa Ibope revela que orgulho de ser brasileiro está em baixa

Mapa do Brasil | Arquivo Google
Mapa do Brasil | Arquivo Google

O refrão “sou brasileiro, com muito orgulho…”  ainda é cantado aqui e ali em jogos da seleção (da seleção de Tite, bem entendido), mas nas ruas nunca esteve tão em baixa.

É o que constata uma pesquisa inédita feita pelo Ibope em todo território brasileiro entre os dias 8 e 12 de dezembro.

Em 2001, ainda nos tempos de FH, aqueles que declaravam ter “muito orgulho” eram 58% da população; hoje, são 34%.

Quem tinha “pouco” ou “nenhum” orgulho, em compensação, passou de 19% para 30% dos brasileiros neste período.

O Globo

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Com baixa audiência, Porchat diz que público da noite ainda vai descobri-lo

porchatCom um mês de programa na Record, Fábio Porchat ainda tem o desafio de ampliar seu espaço com o público da madrugada na TV. Em terceiro lugar na audiência entre 0h15 e 1h15, ele se diz satisfeito com os rumos do talk show, mas sabe que precisa melhorar e se fazer visto.

“Meia-noite e quinze quase ninguém zapeia o controle remoto. Se as pessoas estão me assistindo, tenho que manter esse público. Em algum momento as pessoas vão saber que meu programa está passando naquele horário”, disse o apresentador ao UOL, que acompanhou os bastidores das gravações do “Programa do Porchat” na última semana.

Na segunda-feira, o talk show bateu recorde negativo com 2,4 pontos na Grande São Paulo (cada ponto equivale a 69 mil domicílios). A atração anterior, comandada por Xuxa, teve o menor ibope desde a estreia (em agosto de 2015): 4,2 pontos. Porchat enfrenta a concorrência de atrações como “The Noite”, no SBT, com Danilo Gentili, e às quintas pega o final do “Adnight”, com Marcelo Adnet, na Globo.

“Conta muito, por exemplo, com quantos pontos [de audiência] meu programa recebeu. Quarta é um bom dia porque o Gugu é forte e os números são bons. Se me entregam com oito, a tendência é ir melhor do que se me entregam com três. E quantos intervalos têm? O que está passando nas outras emissoras, no Gentili? [A audiência] É muito complexa. Neste caso a ordem dos fatores altera o produto, mas claro que torço para os números subirem”, analisa.

“Já fui dormir com a sensação de que podia ter feito melhor”

Fabio Porchat está se habituando à rotina de programa diário. Ele chega à Record por volta das 13h. No camarim, conversa sobre os últimos ajustes com o diretor, Diego Pignataro, e recebe os convidados. Conversa com eles por vinte minutos para criar intimidade e passar segurança durante as entrevistas. “Mas a primeira coisa que faço quando confirma alguém é assistir a entrevista que já ela deu para a Marília Gabriela. Assisto em outros lugares e tento pegar aquilo que não foi tão explorado”, revela.

As gravações começam por volta das 15h. Enquanto Porchat passa o roteiro, o humorista Paulo Vieira anima a plateia, e a banda Pedra Letícia faz a passagem de som. Quando Porchat entra no estúdio, os fãs gritam histericamente. Simpático, o apresentador conversa com o público, tira fotos e distribui autógrafos. Porchat grava o monólogo com as principais notícias do dia e, em seguida, a entrevista e brincadeiras com os convidados. Ao terminar, vai direto para o camarim  onde– recebeu a reportagem do UOL.

Junior Lago/UOL

Fábio Porchat se prepara no camarim antes de começar as gravações

Sem perder o bom humor, o apresentador diz que está pronto para a “sabatina”. Já começa dizendo que fazer um programa diário é “matar um leão por dia”, e que é muito crítico com ele mesmo: “Já fui dormir com a sensação de que podia ter feito melhor, que poderia ter perguntado mais coisas, poderia ter ido por outro caminho. Mas quando acaba a equipe conversa no grupo do Whatsapp, pergunto porque cortou uma cena que eu gostaria que ficasse. Sou crítico com tudo. Fico ligado em edição, roteiro, Mas também sou de agradecer, de falar que foi uma ótima ideia”, ressalta.

Foram 18 programas em um mês, tempo suficiente para que Porchat se sinta mais seguro como entrevistador. “Agora já sei o tempo limite para entrevistar, por exemplo, antes falava muito e depois cortava tudo na edição. Agora estou mais certeiro. Também já sei lidar com as câmeras. Encontro milhões de dificuldades, estou aprendendo, mas acho que estou no caminho legal”.

O apresentador diz ainda que as críticas positivas sobre o “Programa do Porchat” dão tranquilidade. “Fico no Twitter com o público e os comentários são ótimos. Não sou perfeccionista, mas eu gosto que seja engraçado, isso para mim é lei”, afirma ele, que fica em São Paulo de segunda à quinta, e volta para o Rio nos finais de semana para gravar esquetes do Porta dos Fundos e encenar a peça “Meu Passado me Condena”, com atriz Miá Mello.

Passado global

Com 11 anos de carreira, Fabio Porchat se tornou conhecido do grande público no seriado “A Grande Família”, em 2012, na Globo, e no canal do YouTube Porta do Fundos, que explodiu em visualizações no ano seguinte. Diz que recusou as propostas da Globo porque não teria liberdade de criação como tem na emissora paulista: “Foi uma decisão difícil, mas acertada”.

Expansivo e descontraído diante das câmeras, Porchat é discreto sobre sua vida pessoal. Ele namora há um ano Nataly Mega, diretora de produção do Porta do Fundos e raramente são vistos em público. “Eu não gero fofoca, não saio muito, então é difícil falarem de mim. Mas eu mesmo adoro uma fofoca”, diz, aos risos.

“O que me incomoda é quando falam mentiras sobre o programa ou a meu respeito. Poderiam sempre me ligar para checar”, lamenta ele, que encerrou a entrevista e foi correndo para a reunião de pauta do programa seguinte.

Junior Lago/UOL

Porchat grava o monólogo com as principais notícias do dia horas hora antes de ir ao ar

uol

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Uso de luz baixa durante o dia nas rodovias reduz número de acidentes e vítimas na Paraíba

farolApós um mês de vigência da Lei que obriga os motoristas usarem luz baixa durante o dia nas rodovias, o número de colisões frontais e atropelamentos na Paraíba diminuiu. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou queda no número de acidentes e vítimas. O número de condutores autuados trafegando sem usar os faróis baixos no período foi de 1.228.

O levantamento levou em consideração o período entre 8 de julho e 7 de agosto e apenas as ocorrências em pleno dia.

COLISÕES FRONTAIS

ANO

ACIDENTES

FERIDOS GRAVES

MORTOS

2015

3

6

1

2016

1 (-67%)

1 (-83%)

0 (100%)

ATROPELAMENTOS DE PEDESTRES

ANO

ACIDENTES

FERIDOS GRAVES

MORTOS

2015

6

2

2

2016

2 (-67%)

2 (0%)

0 (100%)

O período de um mês é muito pequeno para a realização de uma análise estatística, entretanto, podemos considerar que os números servem como um indicativo do comportamento dinâmico das ocorrências. Em outras palavras, o período usado normalmente pela PRF para estabelecer parâmetros é de um ano, mas fica claro neste resultado uma tendência de queda nos acidentes do tipo colisão frontal e atropelamento de pedestres.

Comunicação Social PRF/PB

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Baixa umidade do ar está aumentando casos de síndrome do olho seco

olhosO número de casos, que chegam aos consultórios oftamológicos, onde os pacientes reclamam de coceira nos olhos, ardor, irritação, visão embaçada e dificuldade de trabalhar no computador, dobrou no último mês. Isso se deve à estiagem prolongada que assola o país e, segundo o oftamologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, se trata da síndrome do olho seco. Tal doença passou de 10% a 20% dos atendimentos realizados neste período, de acordo com prontuários do hospital.

A doença, esclarece, é resultado da menor produção de lágrima ou da alteração em um de seus três ingredientes: gordura, água e muco. O ar seco, pondera, provoca a maior evaporação da camada aquosa da lágrima que umedece o globo ocular e evita infecções por conter substâncias antibactericidas. Isso explica porque a maior evaporação do filme lacrimal pode causar lesões superficiais na córnea, lente frontal e transparente do olho. Também predispõe à conjuntivite, uma inflamação da conjuntiva, membrana que recobre a face interna das pálpebras e a esclera, parte branca do olho.

Questão hormonal
O oftalmologista afirma que os grupos mais atingidos pela síndrome do olho seco são as mulheres e quem já passou dos 50 anos. Isso porque, têm queda na produção da camada gordurosa da lágrima que evita a evaporação da camada aquosa. Na mulher, ressalta, isso acontece por conta das oscilações hormonais durante o período reprodutivo e diminuição da produção desses hormônios após a menopausa. Entre homens com mais de 50 anos é a queda na produção da testosterona que provoca o ressecamento dos olhos.

Vida digital
Queiroz Neto afirma que o uso intensivo do computador também contribui com a síndrome. Isso porque, normalmente, piscamos cerca de vinte vezes por minuto e na frente do monitor de seis a sete vezes. Resultado: A evaporação é maior porque as camadas não se misturam. Para melhorar a lubrificação dos olhos no computador, as dicas do médico são piscar voluntariamente e posicionar o monitor 20o abaixo dos olhos.

Outros fatores de risco
O especialista ressalta que doenças imunológicas como lúpus, síndrome de Stevens-Johnson e penfigóide também ressecam a lágrima. O uso contínuo de medicamentos para hipertensão, digestão, depressão, alergia ou pílula anticoncepcional também aumenta o risco. Até a maquiagem mal retirada pode influir na lubrificação ocular, comenta, caso a camada de muco da lágrima que tem a função de reter impurezas fique sobrecarregada e ocorra obstrução dos ductos lacrimais.

Diagnóstico e tratamento
O especialista diz que o diagnóstico é feito com papel filtro centimetrado colocado na base do olho para o oftalmologista observar se depois de 5 minutos menos de um terço fica molhado. O tratamento pode ser feito com colírio lubrificante, exigir o uso de pomada de vaselina, implante de um plugue no canal lacrimal e até uso de colírio imunossupressor em casos de inflamação das vias lacrimais. Como existem vários tipos de olho seco com causas distintas não dá nem para pensar em usar a receita de outra pessoa.

Prevenção
As principais dicas do médico para prevenir a síndrome do olho seco são:

Incluir na dieta vitaminas A e E encontradas em frutas, verduras e legumes;
Evitar carne bovina, carboidratos e gordura;
Consumir fontes de Ômega 3 encontrado em semente de linhaça, nozes e sardinha;
Eliminar o uso de aquecedor de ar sempre que possível;
Manter os ambientes livres de poeira;
Beba água com frequência para hidratar o corpo.

 

Assessoria

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Com o petróleo em baixa, por que o preço da gasolina não cai no Brasil?

GASOLINAEm queda desde 2014, os preços internacionais do petróleo vêm atingindo mínimas históricas nos últimos dias. O Brent, principal referência internacional, chegou a tocar os US$ 29,96 pela primeira vez desde 2004, antes de fechar a US$ 30,31 na quarta-feira (13). Para se ter uma ideia, em janeiro de 2013 o preço do mesmo barril era de US$ 113 – ou seja, um barril daquela época poderia comprar quase quatro barris hoje.

Mas mesmo com as notícias sobre as mínimas recordes, o preço da gasolina não cai no Brasil. Isso acontece porque, diferentemente do mercado internacional, a Petrobras fixa os preços dos combustíveis de acordo com critério próprio e também do governo, que é controlador da empresa. O argumento é que, assim, a empresa evita transmitir volatilidade ao consumidor – o preço não sobe e desce o tempo todo.

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Preços interno e externo
custo-petroleo-v2Assim, apesar da queda lá fora, a Petrobras mantém os preços mais altos nas refinarias no Brasil, buscando compensar perdas ao longo de 2014 – quando manteve os preços abaixo dos internacionais, para evitar repasse à inflação.

No final de 2014, os preços no Brasil passaram a ficar maiores que os internacionais. Em novembro daquele ano, a diferença entre o custo aqui dentro e o lá fora era de 9,8%, de acordo com a Tendências Consultoria. Em maio de 2015, a gasolina no mercado interno voltou a ficar mais barata que no exterior, mas esse cenário só se manteve por três meses. Até dezembro de 2015, o custo brasileiro já era 21,3% superior aos do exterior.

Efeitos do dólar
A alta do dólar também pesa e dificulta a queda do preço da gasolina por aqui. Isso acontece porque, desde 2011, o país voltou a consumir mais do que produz e aumentou a quantidade de gasolina que importa do exterior, que é paga em dólares.

E se o dólar custa mais caro, a gasolina que vem de fora também fica. No primeiro dia de 2013, o dólar comercial era negociado a R$ 2,0460. Em 2015, a moeda dos Estados Unidosfechou cotada a R$ 3,948 – uma alta de quase 93% nesse período.

Preços no caminho até a bomba
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Desde 2013, a Petrobras aumentou o preço da gasolina 4 vezes nas refinarias: 6,6% de alta em janeiro de 2013, 4% em novembro de 2013, 3% em novembro de 2014 e 6% em setembro de 2015. Mas esse valor se refere ao preço que a empresa cobra para vender o combustível para as distribuidoras, ou seja, o aumento não é necessariamente o mesmo nas bombas.

Os postos de gasolina repassam ao consumidor os custos de toda a cadeia do combustível.
Tudo começa com o preço pelo qual a gasolina chega aos distribuidores vindo das refinarias – sejam da Petrobras ou privadas, já que desde janeiro de 2002 as importações de gasolina foram liberadas e o preço passou a ser definido pelo próprio mercado, como informa a própria estatal.

Além da gasolina pura comprada de refinarias, as distribuidoras também compram de usinas produtoras o etanol, que é misturado à gasolina que será vendida ao consumidor, em proporção determinada por legislação.

As distribuidoras, então, vendem a gasolina aos postos, que estabelecem o preço por litro que será cobrado do consumidor.

O que o motorista está pagando?
Segundo a Petrobras, o preço da gasolina comum para os consumidores é formado pela seguinte proporção: 31% são os custos de operação da empresa para produzir o combustível, 10% são impostos da União (Cide, PIS/Cofins), 28% são impostos estaduais (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS), 15% é o custo do etanol adicionado à gasolina e 16% se refere à distribuição e revenda.

Já o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) aponta que a carga tributária da gasolina é de 56,09%, sendo 4,23% relativo a PIS, 19,53% Cofins e 25% ICMS. Esse cálculo já considera o aumento da alíquota do ICMS em 20 estados mais o Distrito Federal, segundo o presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike. “Antes desse último aumento de carga o percentual era de 53,03%. O aumento do ICMS já está repercutido nesse novo percentual”, diz.

 

G1

Governo reduz subsídio da baixa renda do Minha Casa, Minha Vida de 95% para 15%

minha casaSem ter de onde tirar recursos para investir no faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida (segmento voltado para famílias com renda de até R$ 1,6 mil mensais), o governo anunciou uma medida que pode garantir o financiamento dessa modalidade do programa habitacional sem ter de usar o próprio cofre em meio ao ajuste fiscal. A solução está na utilização de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para manter o investimento do programa.

O governo federal subsidiava 95% do valor do imóvel e agora a subvenção será de apenas 15%, enquanto o FGTS vai financiar 80% a fundo perdido. Os outros 5% continuam sendo pagos pelos mutuários. Ou seja, o mutuário pagará 85% do imóvel, enquanto antes da mudança pagava apenas 5%.

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Na terça-feira (6), o Conselho Curador do FGTS aprovou a aplicação de R$ 3,3 bilhões na faixa 1 do programa neste ano, com previsão de R$ 4,8 bilhões para 2016, o que resultará em R$ 8,1 bilhões até o ano que vem.

A medida foi proposta pelo governo de Dilma Rousseff, mas precisava ser aprovada pelo conselho, que reúne representantes do governo, dos trabalhadores (beneficiários do fundo) e de empresas (que fazem depósitos). Após cortar verbas do programa, e com previsão de déficit orçamentário, o governo federal teve de buscar uma alternativa de recursos para que o Minha Casa, Minha Vida não fosse paralisado. O programa é vitrine política dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e tem sofrido cortes no montante investido, com redução de R$ 5,6 bilhões apenas em 2015, o que levou à necessidade de buscar recursos de outras fontes.

Para o deputado federal Carlos Marun (PMDB/MS), integrante da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara, a proposta do governo é positiva. “O FGTS tem esse caráter de promover habitação social. É umas das funções do fundo. A medida é bem-vinda num momento em que governo tem extrema dificuldade de caixa.”

Deputado Carlos Marun (PMDB-MS) prepara projeto de lei para salvar pequenas construtorasCâmara dos Deputados Deputado Carlos Marun (PMDB-MS) prepara projeto de lei para salvar pequenas construtoras

Marun acredita que o fato de o governo repassar 80% da subvenção ao FGTS é “desproporcional”, mas necessária. “Essa é uma questão do momento. O bom seria que isso não acontecesse, mas dentro da atual realidade é, talvez, um mal necessário porque cria condições de manter o faixa 1. E precisamos lembrar que não é uma medida definitiva.”

O professor Marcio Fernandes Gabrielli, da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV), avalia a medida como positiva também, mas faz algumas ressalvas.

“A utilização do FGTS para isso está correta e é boa. Mas a mudança pode ser um golpe duro para o mutuário mais vulnerável, porque vai ficar mais caro para um público sem recursos”, avalia Gabrielli.

“Para esse tipo de mutuário tem de ver se será viável, pois a questão é que o subsídio vai ficar menor e as dificuldades de pagamento podem surgir. Se a pessoa não paga, FGTS vai assumir isso. Acredito que teremos um problema de inadimplência, sim.”

Segundo o professor, a conta a ser feita é a seguinte: uma família com renda mensal de R$ 1,6 mil não deve utilizar mais de 30% do orçamento doméstico [R$ 500, neste caso] para pagar habitação. Mesmo que o financiamento do FGTS seja a fundo perdido, na comparação com a forma como era feita até agora, a cobrança dos 80% do valor do imóvel vai pesar para o mutuário de baixa renda. “Acho que pode ter problema de inadimplência, sim. Vai encarecer demais as prestações para esse público. Pode tornar inviável, além de onerar o FGTS no caso de inadimplência.”

Na terça-feira (6), o ministro do Trabalho e da Previdência Social, Miguel Rossetto, que presidiu sua primeira reunião à frente do Conselho, disse que a medida tem como finalidade alcançar as famílias na Faixa 1 do programa habitacional, possibilitando a manutenção de geração de empregos no setor da construção civil e a garantia da habitação às famílias de baixa renda, como é o caso daqueles inseridos no Faixa 1.

“Essa condição excepcional se dá por conta da boa condição financeira do FGTS e tem por objetivo sustentar investimentos, preservar empregos, dinamizar as regiões e assegurar o direito à moradia aos trabalhadores. Estamos ampliando para o Faixa 1 uma metodologia já existente, para que pudéssemos investir em financiamento a essas famílias e permitir que tenham acesso a sua moradia”, afirmou o ministro.

Para este ano, o Conselho já tinha aprovado R$ 8,9 bilhões em subsídios nas faixas 2 e 3 do programa, cujos juros são menores do que o praticado pelos bancos, mas o retorno não é a fundo perdido.

Segundo o Ministério do Trabalho e da Previdência Social, a medida tomanda amplia as regras da resolução Nº 702/12 do Conselho Curador, em caráter excepcional, até 31 de dezembro de 2016, mantendo na faixa 1 as regras vigentes para as outras faixas de renda, vinculando o aporte de recursos à contratação individual dos beneficiários e de imóveis novos produzidos no âmbito do Minha Casa Minha Vida.

“Por meio desta nova linha, o FGTS complementará o desconto atualmente oferecido na faixa 1 do MCMV aos beneficiários. O desconto é concedido no momento em que o cidadão assina o contrato de crédito habitacional junto às instituições financeiras habilitadas a operar no programa [Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil]. O financiamento será garantido por meio de caução formada pelo depósito de parte do crédito da venda do imóvel”, explica o MTE.

Em 2015, o subsídio é de 80%, até o limite de R$ 45 mil reais por habitação. Para 2016, o subsídio será de 60% até o limite de R$ 45 mil reais por habitação.

Projeto de lei quer responsabilizar governo por atraso nos pagamentos

O deputado Carlos Marun trabalha na elaboração de um projeto de lei (PL) para ajudar pequenas empresas da construção civil quebradas pelos atrasos nos repasses do governo do programa Minha Casa, Minha Vida. “Os atraso de pagamento produziram muito desequilíbrio financeiro e levaram ao fechamento de diversas empresas que atuam na faixa 1. O governo deve admitir isso. Quando há um desequilíbrio financeiro constatado, que leva à falência de empresas que trabalharam, é preciso socorrê-las”, explica o deputado que deve apresentar o PL à comissão de Finanças da Câmara na próxima semana.

Ele pondera que está buscando uma solução para que a “indústria do reajuste” não seja fomentada. “É fato que o governo deu causa ao desequilíbrio financeiro, ou porque atrasou pagamentos ou porque manteve os preços em um nível inviável, prejudicado pela inflação da construção. Meu projeto é para que a gente não perca a experiência de empresas com expertise. Não sou favorável à indústria do reajuste. Mas muitas empresas idôneas foram prejudicadas pelo desequilíbrio financeiro do governo.

Fundo é grande financiador de moradias no País

Até o dia 3 de setembro, R$ 33,8 bilhões do FGTS foram utilizados para financiar 351.697 unidades habitacionais populares no País. O número é superior aos R$ 30,2 bilhões em empréstimos para construção, com esses recursos, de 320.185 unidades em todo o ano de 2014.

O FGTS fechou 2014 com um volume de ativos que totalizaram R$ 410,4 bilhões, além de patrimônio líquido que alcançou R$ 77,5 bilhões. A contratação de subsídios chegou a R$ 7,89 bilhões, sendo a maior parte destinada aos trabalhadores com conta vinculada.

IG