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Palmeiras empata com Bahia e fica 13 pontos atrás do Flamengo

O Palmeiras apenas empatou contra o Bahia por 1 a 1, neste domingo, em Salvador, pela 33.ª rodada do Campeonato Brasileiro, e viu o líder Flamengo, que venceu o Grêmio por 1 a 0, ampliar a vantagem na ponta da competição. Agora o time paulista tem 68 pontos, contra 81 do rival. Na matemática da taça, o clube alviverde pode dar o título de bandeja para os cariocas caso não vença o Grêmio no próximo domingo.

Desde os primeiros minutos dava para perceber que o Bahia seria ofensivo e buscaria o gol, ao contrário dos visitantes, que estavam bastante precavidos no confronto. E até por isso não demorou para o goleiro Weverton se destacar, pois a movimentação ofensiva dos baianos deixava um jogador em boa posição a todo momento.

Logo aos quatro minutos, Arthur Caíke aproveitou o cruzamento da esquerda e cabeceou, mas a bola foi no meio do gol e Weverton segurou. Pouco depois, o goleiro palmeirense fez uma ótima defesa em um chute de Gilberto, evitando o pior. Já aos 19, o próprio centroavante do Bahia tentou marcar, mas o voleio saiu fraco em direção ao gol.

O Palmeiras não conseguia articular uma jogada na frente e pecava na criação. E a defesa tomava sufoco diante de um adversário a fim de mostrar serviço em casa. Aos 35 minutos, Elber recebeu em velocidade e chutou, mas Weverton salvou mais uma vez. Só que aos 46, em uma cobrança de falta, Arthur Caíke cobrou, a bola passou no meio da barreira e o goleiro alviverde nada pôde fazer para impedir o gol do Bahia.

No segundo tempo, o técnico Mano Menezes tentou tirar o Palmeiras do marasmo colocando Borja e Lucas Lima. Apesar de não mexer tanto na maneira de jogar do time, as duas alterações melhoraram a equipe. Logo aos 2 minutos, o centroavante colombiano chutou de virada e a bola passou raspando, assustando o goleiro Douglas.

Depois, em uma ótima chance, Dudu deu um lindo passe para Bruno Henrique que, sozinho, mandou por cima do gol. Só aos 25 minutos veio o empate. Borja recebeu de Zé Rafael, chutou e deixou tudo igual. Pouco depois, Lucas Lima mandou da entrada da área e Douglas espalmou, evitando a virada do Palmeiras.

No final da partida, os dois técnicos mandaram as suas equipes para o ataque e o confronto ficou aberto com ambos os times querendo a vitória. Borja, quase sem querer, de barriga, quase fez o segundo, mas Douglas salvou. Nos acréscimos, Willian recebeu de Dudu, escolheu o canto, mas mandou para fora, perdendo a chance de dar a vitória para o Palmeiras.

 

Band

 

 

Estelionatário foragido da Cadeia de Solânea é preso na Bahia

O estelionatário Allan Júnior Fernandes, foragido da Cadeia de Solânea/PB em maio deste ano, foi preso em uma blitz de rotina na cidade de Eunápolis, Estado da Bahia, quando trafegava em um veículo com placas adulteradas na BR 101 e foi abordado pela Polícia Rodoviária Federal na tarde desta quarta-feira 02.10.2019.

De acordo com o delegado Seccional de Solânea/PB, Diógenes Fernandes, a informação da prisão foi confirmada com a Polícia Civil do Estado da Bahia, onde o foragido apresentou documento falso, identificando-se como Alisson Carlos Fernandes, 32 anos, e encontra-se custodiado na delegacia de Eunápolis/BA. No momento da  abordagem, Allan Júnior estava acompanhado de sua mulher Ana Cristina de Oliveira e sua enteada de 14 anos, oriundas da cidade de Soledade/PB.

Ainda de acordo com o delegado, o investigado Allan Júnior é um estelionatário que responde processos em mais de dez Estados e foi preso por Polícias Civis da 21 Seccional em Solânea no dia 17 agosto de 2018. Allan foragiu da Cadeia local de forma inusitada em 19 de maio de 2019, quando foi liberado pelos funcionários da Cadeia para ir a um motel e não mais retornou, ainda subtraindo a arma de fogo funcional de responsabilidade do diretor da Cadeia.

Na época a Polícia Civil indiciou os Agentes Penitenciários pelos crimes de facilitação dolosa de fuga e prevaricação, sendo o foragido também indiciado pelo furto da pistola, onde o inquérito Policial foi enviado à Justiça.

 

 Informações da Delegacia Seccional em Solânea

 

 

Acidente envolvendo caminhão da banda de Léo Santana deixa mortos na Bahia

Um acidente envolvendo um caminhão da banda do cantor Léo Santana deixou duas pessoas mortas na BR-116, na altura da cidade de Itatim, a cerca de 220 km de Salvador, no sábado (6). A informação foi confirmada pela assessoria do artista.

Conforme a nota divulgada pela produção do cantor, neste domingo (7), as vítimas estavam em um caminhão contratado para transportar os equipamentos da banda. Não há informações sobre as causas do acidente.

De acordo com a ViaBahia, o acidente aconteceu por volta das 9h, na altura do km 523, quando o caminhão da banda bateu de frente com outro veículo do mesmo porte.

Léo Santana falou sobre o acidente no Instagram — Foto: Reprodução/ Instagram

Léo Santana falou sobre o acidente no Instagram — Foto: Reprodução/ Instagram

No Storie do Instagram, Léo lamentou o acidente e falou sobre a relação com as vítimas.

“É muito ‘punk’ ter que trabalhar quando se recebe uma notícia ruim, drástica. Um caminhão da minha banda, da minha equipe, com duas pessoas que trabalhavam na equipe da gente acabou batendo de frente com uma carreta. Os dois vieram a falecer. Ter que trabalhar com isso na cabeça é muito forte, é muito punk. Fica meus pêsames para os familiares do Gustavo e do Nabo, que eram moleques que eu gostava demais. Que Deus conforte os corações de vocês”, disse o artista.

Léo fez shows na noite de sábado em Fortaleza e em São Gonçalo do Amarante, ambas no Ceará. A agenda do artista segue normalmente.

Produção do artista confirmou acidente através de um anota divulgada para a imprensa, neste domingo (7). — Foto: Divulgação

Produção do artista confirmou acidente através de um anota divulgada para a imprensa, neste domingo (7). — Foto: Divulgação

 

G1

 

 

Inter passa pelo Bahia em Salvador e encosta na liderança

Mostrando maturidade e segurança, o Internacional foi a Arena Fonte Nova enfrentar o Bahia e confirmou a boa fase: Gol de Patrick e triunfo sobre o Bahia por 1 a 0. Com o resultado e o empate em 1 a 1 do Paraná contra o São Paulo, agora o Colorado está a apenas um ponto dos paulistas na tabela do Brasileirão.

Por sua vez, o resultado interrompeu uma série sem derrotas na competição do Tricolor Baiano que durava desde antes da Copa do Mundo. Além disso, a equipe nordestina fica na 12ª posição continuando com 22 pontos.

Patrick comemora gol do Internacional
Patrick comemora gol do Internacional

Foto: Tiago Caldas / Fotoarena / Estadão Conteúdo

O jogo

A primeira grande oportunidade do jogo favoreceu a equipe que conseguia ser mais constante no campo de ataque como era o caso do Internacional. Depois de passe espirrado na zaga baiana, Camilo apareceu frente a frente com Anderson, mas bateu cruzado tirando demais da meta e a bola passou do lado esquerdo.

Os erros de passe do Bahia frente a uma marcação tão acertada como se posicionava o time Colorado. Com isso, cada vez mais se tornava raro ver a equipe da casa efetivamente ter a posse e conseguir espaços para armar uma jogada de ataque.

Foi somente em um erro na saída de bola do time visitante que o Tricolor da Boa Terra conseguiu levar bastante perigo a meta de Lomba. Roubando a bola na intermediária, Zé Rafael teve campo para arrumar o corpo e bater forte para ver a bola raspar o travessão.

Apesar dos visitantes preferirem a troca de passes no chão, foi por um lançamento que surgiu o lance do gol. Depois de bola lindamente dominada por Rossi dentro da área, na base da habilidade e velocidade o camisa 22 girou na marcação e cruzou na medida para a chegada de Patrick concluir de cabeça para as redes.

No trecho final da primeira etapa, o Bahia passou a ter mais atitude, empurrado também por estar atrás do marcador e apostando bastante nas bolas aéreas, porém, sem a efetividade necessária para alterar novamente o marcador.

Disputa de bola em Bahia x Inter
Disputa de bola em Bahia x Inter

Foto: Tiago Caldas / Fotoarena / Estadão Conteúdo

Segundo tempo

Assim como foi no primeiro tempo, quem inaugurou as chances perigosas foi o time dirigido por Odair Hellmann. Em cobrança de falta vindo da ponta esquerda feita por Camilo, o volante Rodrigo Dourado testou para o chão e forçou Anderson a fazer uma complicada intervenção.

O Bahia até tentava tomar as rédeas da partida com a posse de bola superior, mas continuava esbarrando na postura retraída bem organizada do time gaúcho e não criava. Quem mais sofria nesse panorama eram Edigar Junio e Gilberto, pouco acionados diante do intenso acompanhamento dos zagueiros e volantes do Inter.

A entrada de Régis melhorou a “inspiração” da ofensiva de Salvador, criando dois bons lances onde o chute de Léo encontrou a boa defesa de Marcelo Lomba e Gilberto, em cruzamento muito preciso, cabeceou por cima em lance claro de gol.

Mesmo melhorando por alguns momentos, em via de regra o time de Enderson Moreira não conseguiu implementar um alto e constante nível de pressão sobre o Inter.

FICHA TÉCNICA
BAHIA 0 X 1 INTERNACIONAL

Data-hora: 22/08/2018 – 19h30
Local: Arena Fonte Nova, Salvador (BA)
Árbitro: Rodrigo D’Alonso Ferreira (CBF-SC)
Assistentes: Helton Nunes e Alex dos Santos (ambos CBF-SC)
Público-renda: 18.671 pessoas – R$ 339.261,00
Cartões amarelos: Lucas Fonseca (BAH), Willian Pottker, Edenílson (INT)
Cartões vermelhos: 
Gols: Patrick (22’/1°T) (0-1)

BAHIA: Anderson; Bruno (Clayton, aos 38’/2°T), Tiago, Lucas Fonseca e Léo; Gregore, Elton, Vinícius (Marco Antonio, aos 28’/2°T), Zé Rafael e Edigar Junio (Régis, aos 13’/2°T); Gilberto. Técnico: Enderson Moreira.

INTERNACIONAL: Marcelo Lomba; Dudu (Zeca, aos 24’/2°T) Victor Cuesta, Rodrigo Moledo e Iago; Rodrigo Dourado, Edenilson e Patrick; Camilo (Brenner, aos 28’/2°T), Rossi (Juan Alano, aos 22’/2°T) e William Pottker. Técnico: Odair Hellmann.

 

Lance

Bahia explora erros do Corinthians e vence por 2 a 0 em casa

Em mais uma atuação fraca no segundo turno do Campeonato Brasileiro, o líder Corinthians conheceu a sua quarta derrota no torneio e desperdiçou a oportunidade de ficar mais perto do título. Na noite deste domingo, o time alvinegro perdeu por 2 a 0 para o Bahia, na Arena Fonte Nova, com gols incomuns: o primeiro numa falha infantil de Fagner e o segundo com a meta vazia após Cássio se aventurar no ataque.

Vinicius comemora o gol que abriu o placar da partida em Salvador.
Vinicius comemora o gol que abriu o placar da partida em Salvador.

Foto: Will Vieira/Raw Image/Gazeta Press

Com 58 pontos ganhos, o Timão pode ver a distância diminuir para o Santos (48), que nesta segunda-feira enfrenta o Vitória, no Pacaembu. Já o Bahia, que luta contra o rebaixamento, subiu quatro posições e agora ocupa o décimo lugar, com 35 pontos.

Ainda confortável na ponta da tabela, o Corinthians voltará a campo nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), para enfrentar o Grêmio, em Porto Alegre. No dia seguinte, às 21 horas, o Bahia tentará manter a invencibilidade de quatro partidas diante do Flamengo, na Ilha do Urubu.

O jogo – Sem intensidade, o Corinthians começou sendo dominado pelo Bahia, que quase abriu o placar aos 23 minutos, quando Zé Rafael tabelou com Rodrigão e arriscou de fora da área, exigindo grande defesa de Cássio.

Logo depois, o time da casa chegou perigosamente mais uma vez: após cruzamento da direita, Edigar Junio assustou de cabeça. Apesar dos passes errados, o Corinthians aos poucos foi melhorando na partida.

Aos 33 minutos, a equipe paulista teve a sua melhor chance no primeiro tempo. Romero avançou sozinho pela direita e cruzou na medida para Jô testar na pequena área. A bola quicou no chão, mas o goleiro Jean foi rápido e evitou o gol alvinegro.

O segundo tempo começou na mesma toada, com o Bahia pressionando e o Corinthians apostando nos contra-ataques. Tentando torná-los mais velozes, Fábio Carille colocou Marquinhos Gabriel no lugar de Jadson.

E, em um deles, quase tirou o grito de gol da garganta de seu torcedor: aos 21 minutos, Fagner carimbou a zaga e, no rebote, Maycon bateu de primeira, mas Jean, caído no chão, fez a defesa. Mas, em uma falha infantil de Fagner, que teve a bola roubada ao tentar sair jogando na área, Vinicius aproveitou o vacilo para vazar Cássio aos 26 minutos.

No fim, Carille ainda pôs o ‘talismã’ Clayson e Giovanni Augusto em campo, mas o Corinthians continuou inofensivo e ainda viu o Bahia ampliar o placar nos acréscimos, quando Cássio, na tentativa de empatar, deixou o gol vaziou e viu Marquinhos Gabriel errar passe que culminou em contra-ataque concluído por Régis.

FICHA TÉCNICA

BAHIA 2 x 0 CORINTHIANS

Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)

Data: 15 de outubro de 2017, domingo

Horário: 19 horas (Brasília)

Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)

Assistentes: Guilherme Dias Camilo (Fifa-MG) e Sidmar dos Santos Meurer (MG)

Público: 23.413 pagantes

Renda: R$ R$ 719.882,00

Cartão Amarelo: Jô e Camacho (Corinthians)

Cartão Vermelho: –

Gols:

BAHIA: Vinicius, aos 26 minutos do 2º tempo, e Régis, aos 48 minutos do 2º tempo

BAHIA: Jean; Eduardo, Tiago, Lucas Fonseca e Juninho Capixaba; Renê Júnior, Edson e Vinicius (Matheus Sales); Zé Rafael (Allione), Rodrigão (Régis) e Edigar Junio

Técnico: Paulo César Carpegiani

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Balbuena, Pedro Henrique e Guilherme Arana; Camacho e Maycon (Giovanni Augusto); Rodriguinho, Jadson (Marquinhos Gabriel) e Romero (Clayson); Jô

Técnico: Fábio Carille

Gazeta Esportiva

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Fla bate Bahia com estreia e passe sem querer de E. Ribeiro

O Flamengo não mostrou um bom futebol neste domingo, mas venceu por 1 a 0 o Bahia, na Fonte Nova, pelo Campeonato Brasileiro. Com o resultado, os rubro-negros chegaram a 17 pontos e vão dormir na terceira colocação da Série A. Já os baianos seguem com dez e entram na zona de rebaixamento.

O Bahia foi melhor na partida até a expulsão do zagueiro Lucas Fonseca, ainda no primeiro tempo. A partir daí, o time rubro-negro teve mais posse de bola, mas sofria com os contra-ataques dos donos da casa, que eram mais perigosos. Só que no segundo tempo, após assistência sem querer de Éverton Ribeiro, a bola sobrou para Berrío finalizar para a rede e decretar a vitória carioca em Salvador.

Na próxima rodada, o Flamengo terá pela frente o São Paulo, no domingo, no Rio de Janeiro. No mesmo dia, o Bahia joga o clássico contra o Vitória, no Barradão.

Foto: Raul Spinassé/A Tarde / Futura Press

O jogo – O duelo começou movimentado, com as duas equipes em busca do ataque. O Bahia teve a primeira boa chance de gol aos nove minutos. Zé Rafael roubou a bola de Willian Arão e arriscou de longe, mas para fora. A resposta do Flamengo veio aos 13, quando Diego achou Guerrero na área, só que o peruano chutou fraco, facilitando a defesa de Jean.

Aos poucos, o Bahia dominou as ações e passou a pressionar o Flamengo. Aos 20 minutos, Zé Rafael levou a melhor sobre Rafael Vaz na linha de fundo e cruzou, mas viu Rhodolfo salvar os rubro-negros. Depois, aos 29, Lucas Fonseca quase abriu o placar, só que cabeceou errado.

Quando o Bahia era superior em campo acabou ficando com um homem a menos após Lucas Fonseca receber o segundo cartão amarelo. O zagueiro acertou chute sem bola em Guerrero e ficou discutindo com o peruano após o lance.

Foto: Will Vieira/Raw Image / Gazeta Press

Mesmo com um homem a menos, o Bahia permanecia mais perigoso. Zé Rafael roubou a bola de Diego no meio, foi em direção ao gol e chutou para boa defesa de Thiago. O Flamengo respondeu no minuto seguinte, em finalização em força de Guerrero que parou em Jean.

Nos minutos finais, a partida ganhou em emoção, pois o Flamengo passou a pressionar, mas dava espaço para os contra-ataques do Esquadrão de Aço. Os donos da casa quase marcaram aos 44 minutos, em chute de Allione que parou em grande defesa de Thiago. Nos acréscimos, foi a vez dos cariocas responderem em cabeceio de Willian Arão que foi próximo do gol de Jean. Assim, o duelo foi para o intervalo com o placar inalterado na Fonte Nova.

No segundo tempo, o time carioca voltou pressionando os mandantes em busca do gol, mas sofria com os erros de passes. Assim como na etapa inicial, os donos da casa tinham espaço para avançar e tiveram a primeira boa chance de marcar aos 11 minutos. Zé Rafael cobrou falta e quase acertou o ângulo de Thiago. Os rubro-negros só finalizaram aos 16, com Trauco, de longe, que parou em defesa de Jean.

Foto: Walmir Cirne/Coofiav / Gazeta Press

O Bahia permanecia sendo mais perigoso e teve nova chance de marcar aos 20 minutos. Mendoza recebeu passe na entrada da área e finalizou para o gol. O goleiro Thiago tentou a defesa, mas a bola escorregou de mão e passou por cima do travessão para sua sorte.

Quando o Flamengo mais sofria no segundo tempo, acabou “achando” o gol, aos 28 minutos. Éverton Ribeiro tentou o chute, mas deu um passe para Berrío. O colombiano finalizou cruzado,m sem chance para Jean.

Depois do gol, os cariocas passaram a administrar o resultado. Com isso, o Bahia perdeu o espaço para os contra-ataques e teve dificuldade em buscar o empate. Assim, o duelo diminuiu o ritmo até o apito final do árbitro.

FICHA TÉCNICA:

BAHIA 0 X 1 FLAMENGO

Local : Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)

Data: 25 de junho de 2017, domingo

Hora: 16h (de Brasília)

Árbitro: Igor Junio Benevenuto (MG)

Assistentes: Marcio Eustaquio Santiago (MG) e Celso Luiz da Silva (MG)

Renda: R$ 730.534,50

Público: 14.065 pagantes

Cartões amarelos: Matheus Reis (Bahia); Guerrero, Rodinei e Éverton Ribeiro (Flamengo)

Cartões vermelhos: Lucas Fonseca (Bahia)

GOL: FLAMENGO: Berrío, aos 28min do segundo tempo

BAHIA: Jean, Eduardo, Tiago, Lucas Fonseca e Matheus Reis; Matheus Sales, Juninho, Vinícius (Rodrigo Becão) e Allione (Régis Souza); Zé Rafael e Edigar Junio (Mendoza)

Técnico: Jorginho

FLAMENGO: Thiago, Rodinei, Rhodolfo, Rafael Vaz e Trauco; Márcio Araújo, Willian Arão (Berrío), Diego e Everton Ribeiro (Cuéllar); Matheus Sávio (Vinícius Júnior) e Guerrero

Técnico: Zé Ricardo

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Palmeiras desencanta como visitante e faz quatro no Bahia

O Palmeiras venceu um grande jogo contra o Bahia na Fonte Nova e lavou a alma: depois de quatro derrotas sem marcar gols nos primeiros quatro jogos como visitante no Brasileirão, o Verdão fez 4 a 2 neste domingo. Róger Guedes, Keno, Mina e Willian marcaram. Vinícius e João Paulo descontaram para o Tricolor.

Bahia 2x4 Palmeiras
Bahia 2×4 Palmeiras

Foto: Tiago Caldas / Fotoarena / LANCE!

O jogo foi disputado o tempo todo em alta voltagem. Não fosse por grandes defesas de Fernando Prass em tiros de Renê Júnior e Edigar Junio, os donos da casa teriam pulado à frente do marcador logo aos cinco minutos. Era o momento de maior instabilidade do Palmeiras, que foi tomando conta do jogo aos poucos.

Aos 15 minutos, começou a brilhar a estrela de Keno. Ele recebeu ótimo passe de Guerra, invadiu a área em velocidade e foi ao chão após disputar com Rodrigo Becão. Lance duvidoso, mas o árbitro assinalou pênalti e Róger Guedes converteu.

Mendoza chegou a colocar a bola na rede logo na sequência, mas a arbitragem acertou ao marcar impedimento de Tiago no lance e tudo corria bem para o Palmeiras até Zé Rafael aplicar lindo drible em Mina na entrada da área e desmontar a defesa alviverde. Fernando Prass apareceu de novo para fazer dois milagres, mas Vinícius surgiu livre para empatar o jogo aos 44 da etapa inicial.

O segundo tempo do Palmeiras teve momentos que lembraram a força da equipe como visitante no ano passado. Aos cinco minutos, Keno recebeu novamente de Guerra e acertou o ângulo de Jean com um lindo chute da entrada da área: 2 a 1.

O Verdão jogava bem e parecia mais perto de marcar o terceiro gol do que de sofrer o segundo. A impressão se confirmou aos 37 minutos, com Mina, que dançou o seu Mineration na comemoração e fez o torcedor já respirar aliviado. Mas ainda não era hora….

Não foi com Armero, compatriota, amigo e parceiro de Mina nas danças, mas o Bahia marcou outro gol com João Paulo logo na sequência e colocou fogo no jogo novamente. Chega? Nada disso… Com o Tricolor indo para o tudo ou nada, o Palmeiras encontrou espaço para marcar o quarto gol, com Willian, e enfim definir sua primeira vitória como visitante.

FICHA TÉCNICA
BAHIA 2 X 4 PALMEIRAS

Data/Horário: 18/6/2017, às 16h
Local: Fonte Nova, Salvador (SP)
Árbitro: Rodolpho Toski Marques – PR (FIFA)
Auxiliares: Bruno Boschilia – PR (FIFA) e Victor Hugo Imazu dos Santos – PR (CBF)
Cartões amarelos: Keno, Willian, Roger Guedes, Juninho (PAL); Régis Souza, no banco (BAH)
Cartões vermelhos: –

Gols: Róger Guedes, aos 17’/1ºT (0-1); Vinícius, aos 44’/1ºT (1-1); Keno, aos 5’/2ºT (1-2); Mina, aos 37’/2ºT (1-3); João Paulo, aos 39’/2ºT (2-3); Willian, aos 47’/2ºT)

BAHIA: Jean, Eduardo, Tiago, Rodrigo Becão e Matheus Reis (Armero – 20’/2ºT); Juninho (João Paulo – 32’/2ºT), Renê Júnior, Vinícius (Gustavo Ferrareis – 10’/2ºT) e Zé Rafael; Mendoza e Edigar Júnio. Técnico: Jorginho.

PALMEIRAS: Fernando Prass, Mayke (Tchê Tchê – Intervalo), Mina, Juninho e Egídio; Thiago Santos (Luan – 26’/2ºT), Jean e Guerra; Róger Guedes, Keno (Erik – 20’/2ºT) e Willian. Técnico: Cuca.

Lance

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Bahia bate o Sport e é campeão da Copa do Nordeste após 15 anos

Nos últimos 15 anos, o torcedor do Bahia só viu sua equipe conquistar títulos Estaduais. Nessa quarta, esse tabu foi quebrado em grande estilo. Com uma vitória por 1 a 0, graças a gol de Edigar Junio, o Tricolor repetiu os feitos de 2001 e 2002 e se sagrou campeão da Copa do Nordeste na Arena Fonte Nova, em Salvador. A taça coroa uma campanha que tem como destaque o fato do Esquadrão não ter levado nenhum gol diante de seu torcedor durante toda a competição. Ao Leão, que buscava o Tetra, fica a lamentação por ter feito um jogo muito abaixo do que se esperava. A expulsão infantil de Rogério ainda no primeiro tempo também dificultou a missão dos pernambucanos fora de casa.

E se a Copa do Nordeste é carinhosamente chamada de “Lampions League” pelos torcedores nordestinos em alusão ao principal torneio europeu, nessa quarta todo o cerimonial de abertura lembrou os protocolos das tradicionais competições do Velho Continente. Com direito e jogo de luzes, música, hino nacional e mosaico nas arquibancadas, Bahia e Sport entraram em campo cientes da responsabilidade que carregavam.

A pressão, no entanto, parece ter abatido o time do Sport. Ney Franco surpreendeu ao escalar seu time com três zagueiros e com Raul Prata no lugar de Everton. O problema é que parece não ter dado tempo de seus comandados assimilarem bem a nova postura. O Leão não se encontrou na primeira etapa.

Por outro lado, o Bahia sobrou. À vontade e com o apoio da massa, o Tricolor ignorou a vantagem de jogar pelo empate sem gols e partiu para cima. Aos 11 minutos, o estádio explodiu. Edigar Junio recebeu de Armero, girou em cima de Durval e cavou por cobertura de Magrão, a lá Romário. Um golaço.

Só dava Bahia. Régis estufou a rede pelo lado de fora e enganou metade do estádio. Edigar Junio, endiabrado nessa quarta, aproveitou bola alçada na área e cabeceou na trave.

E não bastasse o Sport mal chegar ao ataque, Rogério ainda piorou as coisas ao tentar enganar o árbitro e simular um pênalti aos 32 minutos. O atacante já tinha recebido um cartão amarelo pouco antes. Mesmo assim, o árbitro Francisco Carlos do Nascimento não perdoou, aplicou a segunda advertência e expulsou o jogador, que sequer ameaçou reclamar.

Apesar das substituições ofensivas, até desesperadas de Ney Franco, no segundo tempo, os últimos 45 minutos foram de ainda mais tensão para a equipe pernambucana. Com dez jogadores, o Leão não conseguiu segurar a veloz equipe de Guto Ferreira. Mas o clima de tensão predominou por causa da ineficiência do Esquadrão.

Foram chances atrás de chances e nada de gol. O Bahia desperdiçou pelo menos seis oportunidades claríssimas de gol. Nenhuma delas, porém, balançou as redes. O Sport manteve a esperança viva até os últimos momentos do jogo, mas também não apresentou força suficiente para reagir na Fonte Nova.

Dessa forma, foi só espera o apito final. Se de um lado a lamentação imperava, para os baianos aquele foi o estopim para a festa, que só terminou depois da volta olímpica. Já eram 15 anos sem um título que não fosse o Estadual.

FICHA TÉCNICA

BAHIA 1 X 0 SPORT

Local: Fonte Nova, em Salvador (BA)

Data: 24 de maio de 2017, quarta-feira

Horário: 21h45 (Brasília)

Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL)

Assistentes: Esdras de Lima Albuquerque (AL) e Rondinelle dos Santos Tavares (AL)

Cartões amarelos: BAHIA: Régis, Edson e Renê Júnior. SPORT: Rogério (2), Ronaldo, Marquinhos

Cartão vermelho: SPORT: Rogério

Público: 41.175 torcedores

Renda: R$ 1.620.453,00

GOL:

BAHIA: Edigar Junio, aos 11 minutos do 1T.

BAHIA: Jean; Eduardo, Tiago, Lucas Fonseca e Armero; Edson, Renê Júnior (Juninho) e Régis (Matheus Sales); Zé Rafael (Gustavo), Allione e Edigar Junio.

Técnico: Guto Ferreira

SPORT: Magrão; Matheus Ferraz, Henriquez e Durval; Raul Prata (Marquinhos), Ronaldo (Leandro Pereira), Fabrício (Everton Felipe), Diego Souza e Mena; André e Rogério.

Técnico: Ney Franco

Gazeta Esportiva

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Em um primeiro tempo maluco, Bahia goleia o Atlético-PR

Com direito a um primeiro tempo maluco, o Bahia goleou o Atlético-PR por 6 a 2 na tarde deste domingo, na Arena Fonte Nova, na primeira rodada do Campeonato Brasileiro. O destaque ficou por conta do primeiro tempo, que teve sete gols. Até os 39 minutos, o placar era de 2 a 1 para o Furacão, mas acabou a etapa inicial 5 a 2 para o Bahia (quatro gols em sete minutos).

Atlético-PR jogou com um time alternativo e acabou goleado na Arena Fonte Nova (Foto: Divulgação/ Bahia)
Atlético-PR jogou com um time alternativo e acabou goleado na Arena Fonte Nova (Foto: Divulgação/ Bahia)

Foto: LANCE!

Nos minutos iniciais, o Atlético-PR iniciou trocando a bola, mas não conseguia criar. Já o Bahia arriscava mais. Aos quatro, o volante Juninho bateu da entrada da área, mas a bola foi pela linha de fundo. Aos dez, o ataque baiano fez boa jogada, mas na hora da finalização de Régis o zagueiro José Ivaldo conseguiu evitar a finalização.

Mas na primeira vez em que conseguiu concluir a jogada ao gol, o Atlético-PR foi fatal. Após boa jogada, Sidcley cruzou para Guilherme, que da entrada da área dominou e bateu com categoria para abrir o placar na Arena Fonte Nova.

Com o 1 a 0 no placar, o Atlético-PR até trocou alguns passes no primeiro momento, mas na sequência acabou dando a bola ao Bahia e se fechou, tentando buscar um contra-ataque. O contragolpe não foi encaixado e, assim, a equipe baiana encurralou o Furacão. Zé Rafael e Eduardo assustaram o goleiro Weverton, mas o gol de empate ocorreu aos 33, com o zagueiro Tiago, de cabeça, após cobrança de escanteio.

Devido ao gol de empate, o Atlético-PR voltou a procurar o ataque. O zagueiro Marcão teve duas oportunidades. A primeira ele parou no goleiro Jean, que defendeu uma cabeceada dele. Mas aos 37 ele não desperdiçou e recolocou o Atlético-PR em vantagem. 2 a 1.

Mas a partir daí o que se viu foi um desastre do sistema defensivo do Atlético-PR, sofrendo quatro gols em sete minutos. Aos 39, Zé Rafael empatou. Aos 41, Régis virou. Aos 43, Edigar Junio ampliou. E aos 46, novamente Régis. 5 a 2 Bahia.

Embora tenha adotado uma postura mais cautelosa no segundo tempo, o Bahia teve uma boa oportunidade logo aos 20 segundos, quando Zé Rafael bateu forte da entrada da área e assustou o goleiro Weverton.

Já o Atlético-PR novamente ficou com a bola, mas não conseguiu criar boas chances. A melhor ocorreu aos 19, quando Jonathan cruzou da direita e Douglas Coutinho cabeceou pela linha de fundo.

Se o time paranaense não assustava, o Bahia, quando ia para a frente, levava muito perigo. O volante Edson teve duas grandes chances. Aos 25, ele exigiu boa defesa do goleiro Weverton. E no minuto seguinte ele não perdoou e anotou o sexto gol do Bahia. 6 a 2.

Para deixar ainda mais dramática a situação do Atlético-PR, o zagueiro Marcão foi expulso de campo aos 29 minutos, por receber o segundo cartão amarelo. Mas como o Bahia estava satisfeito com o resultado o fator de ter um homem a mais não teve tanto efeito em busca de chances de gol. Na única criada, Maikon Leite bateu na saída de Weverton, mas o zagueiro José Ivaldo tirou a bola em cima da linha.

Assim, o placar foi mesmo de 6 a 2 para o Bahia. Na quarta-feira, o time baiano tem a final da Copa do Nordeste, contra o Sport. Já o Atlético-PR enfrenta a Universidad Catolica, na última rodada do Grupo 4 da Libertadores da América.

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Vasco perde para Bahia, completa cinco jogos sem vencer, mas ainda é líder

Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br
Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

A má fase se instalou de vez no Vasco, neste sábado, na Série B. O time cruzmaltino perdeu pela segunda vez consecutiva, agora para o Bahia, por 1 a 0, na Arena Fonte Nova, e completou cinco jogos de jejum de vitórias. O único consolo é que mesmo assim a equipe carioca lidera, com 41 pontos, dois a mais que Brasil-RS e Atlético-GO. Já o Bahia, que contou com 35 mil torcedores em casa, comemora a vitória por finalmente se consolidar perto do G-4, com 35 pontos. O CRB está em quarto, com 37 pontos, mas ainda jogará neste sábado.

O jogo começou bastante lento, com os times passivos em campo. Quando um atacava, o outro se fechava facilmente e evitava qualquer lance de emoção. Isso só começou a mudar aos 32min, quando Jackson fez um gol de cabeça.

O Vasco ficou abalado por ter sofrido o gol, mas voltou melhor para o segundo tempo e logo teve uma boa chance de gol com Jorge Henrique. Isso até deu espaço para o Bahia jogar como queria, no contra-ataque, mas o time cometeu muitos erros no último terço do campo e esteve longe de fazer o segundo gol.

Pênalti ou gol?

Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br.

Aos 32min, a torcida do Bahia reclamou por causa de um pênalti não marcando, alegando que a bola tinha batido na mão de Marcelo Mattos. O juiz só deu escanteio, mas foi exatamente desse cruzamento que saiu o gol de Jackson, de cabeça.

Compensação

O zagueiro Jackson tinha falhado no jogo anterior do Bahia, contra o Joinville, logo no último lance que determinou o empate. Ele errou o tempo de bola e deixou Jael fazer o gol de cabeça. Dessa vez o cabeceio dele foi perfeito gerou a compensação.

Quem decepcionou: Nenê

De volta após ter sido poupado fisicamente, o camisa 10 era a grande esperança de recuperação do Vasco. Porém, sua atuação foi bastante apagada e com pouca contribuição para o time. Depois do intervalo, ele inclusive saiu furioso: “não estamos conseguindo chegar ao gol. Eles estão se segurando muito, fazendo falta que o juiz não está dando, mas vamos superar isso aí”. Não superou.

Quem lembra?

A última vitória do Vasco na Série B foi contra o Criciúma, na 18ª rodada, em 30 de julho. Naquela partida, Éderson e Thalles decidiram o triunfo por 2 a 1.

BAHIA 1 x 0 VASCO

Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 03/09/2016 (sábado)
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (Fifa-PA)
Auxiliares: Márcio Gleidson Correia Dias (PA) e Hélcio Araujo Neves (PA)
Cartões amarelos: Rafael Marques (BAH), Renato Cajá (BAH), Muriel (BAH), Rodrigo (VAS), Andrezinho (VAS) e Rafael Marques (VAS)
Gol: Jackson, aos 32min do 1º tempo

BAHIA
Muriel; Tinga, Tiago, Jackson e Moisés; Juninho, L. Antônio e Renato Cajá (Régis); Victor Rangel (João Paulo Queiroz), Edigar Junio e Hernane (Zé Roberto)
Técnico: Guto Ferreira

VASCO
Martin Silva, Yago Pikachu, Rafael Marques, Rodrigo e Julio Cesar; Marcelo Mattos (Júnior Dutra), Douglas Luiz, Nenê e Andrezinho; Jorge Henrique (Eder Luis) e Ederson (Thalles)
Técnico: Jorginho

Uol

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