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“Azul Caneta” pode ser considerada uma música?

Um dia desses fui questionado se “Caneta Azul” é música, e minha reação foi imediata em afirmar: “claro que é! ”. Mas logo comecei a questionar os motivos, tanto da pergunta quanto da resposta.

Por que temos o hábito de desqualificar ou supervalorizar determinados tipos de música?

A resposta para essa questão tem inúmeras dimensões, mas gostaria de refletir a respeito da tradição de considerar a existência de “belas artes” em oposição a artes periféricas, de menor valor artístico. Esse tipo de pensamento faz com que as pessoas, mesmo de forma inconsciente, considerem como arte apenas as manifestações de artistas doutos, formados em universidades, reconhecidos por formadores de opinião ou com trabalhos circulando no mercado fonográfico.

A verdade é que a música é uma expressão sonora, estruturada ao longo do tempo e de diferentes maneiras em diversas comunidades. Aprendemos música ouvindo, dançando, cantando e tocando instrumentos. Decoramos padrões e estruturas que se juntam em infinitas combinações e forjam as músicas.

Reconhecemos esses padrões quando ouvimos uma nova canção, por exemplo, e nos identificamos com ela. Estranhamos ao ouvir um novo padrão, mas somos capazes de nos acostumar com ele. Assim também vamos construindo nosso gosto musical, separando a música “boa” da “ruim” por um grande muro que não nos permite enxergar o outro lado.

E quais os parâmetros que eu, o tal estudioso da música, usei para afirmar que “Caneta Azul” é, obviamente, uma expressão musical de valor?

Vou começar pelos últimos em que refleti e terminar pelo primeiro.

Cheguei a escrever a partitura do refrão da música do maranhense Manoel Gomes, analisei, vi a construção melódica com motivos, frases de pergunta e resposta, percebi uma harmonia intrínseca e muitos outros elementos que um compositor letrado utilizaria em suas composições. Mas Manoel não precisou usar partitura para compor, ele simplesmente se expressou musicalmente e a música nasceu. Nasceu com características semelhantes às das músicas que ouviu e cantou desde sua infância. As suas referências foram sua escola e as ferramentas que moldaram a sua música.

Mas o parâmetro principal, aquele que me motivou a responder sem pestanejar a pergunta inicial, é a própria definição de música que trago para minha vida, citando John Blacking: “sons humanamente organizados”. Aliada a ela, vem a intenção de fazer música – o que certamente se fez presente também nas composições do artista Manoel Gomes.

Autor: Alysson Siqueira é professor mestre no curso de Licenciatura em Música do Centro Universitário Internacional Uninter.

 

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Novembro azul para conscientizar

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo tipo de câncer mais comum nos homens, com 68.220 novos casos em 2018, 15.391 mortes no ano de 2017, e custos médios de R$ 12.501,55 por paciente. Diante desse panorama, não há dúvidas sobre a importância e necessidade de um mês de alerta para essa condição.

Aproveitando as celebrações do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, realizadas no dia 17 de novembro, foi criado o movimento Novembro Azul, na Austrália em 2003. No Brasil, as ações de conscientização iniciaram mais tarde, mas também objetivam dissipar o preconceito masculino de ir ao médico e, quando necessário, realizar o exame de toque.

Diagnosticar precocemente a doença aumenta as chances do tratamento efetivo. Mas, adicionado a isso, há a necessidade de se conhecer os fatores de risco, os quais envolvem questões genéticas, epigenéticas e ambientais. Entre esses fatores, apenas o fator genético é inerte. Os fatores ambientais, como estilo de vida, uso de medicamentos, fumo, álcool, além da alimentação, podem modular positiva ou negativamente os fatores epigenéticos.

Muitos estudos que avaliaram padrões alimentares relataram risco aumentado de câncer de próstata, especialmente o tipo agressivo, na presença de hábitos alimentares ditos “ocidentalizados”. Outros estudos mostraram que a alimentação pobre em micronutrientes contribui com até 75% de mortes relacionadas ao câncer.

Por outro lado, há evidências de que os constituintes da dieta mediterrânea estão inversamente associados ao risco de câncer em geral, incluindo o de próstata. Os países costeiros do sul da Europa apresentam menores taxas de incidência e mortalidade por câncer de próstata em comparação a outros países europeus. Homens gregos que migraram para a Austrália e mantiveram sua dieta mediterrânea tradicional nativa têm risco menor de desenvolver câncer de próstata do que os nascidos na Austrália ou outros imigrantes que adotaram hábitos alimentares “ocidentais”.

As principais características da dieta mediterrânea incluem tipicamente a alta ingestão de vegetais crucíferos (brócolis, couve-flor, couve e rabanete), frutas, legumes, cereais e o consumo moderado a alto de peixes e azeite de oliva. Esses alimentos são naturalmente ricos em micronutrientes, compostos bioativos e fitoquímicos que apresentam diversas funções benéficas à saúde, principalmente propriedades antioxidantes que podem impedir ou atrasar o desenvolvimento, a progressão e/ou a recorrência do câncer de próstata.

Vitaminas, minerais, carotenoides, flavonoides e polifenois são abundantes nos vegetais e frutas e têm sido extensivamente estudados com relação às suas propriedades quimiopreventivas para o câncer de próstata. As principais funções dos componentes dietéticos residem na sua forma natural e crua, exceto para o caso dos carotenoides. O licopeno é um carotenoide encontrado nos vegetais e frutas vermelhos que tem sua biodisponibilidade aumentada quando da presença de gorduras e de aquecimento. Portanto, o molho de tomate apresenta maior teor desse componente do que a sua forma in natura. Para os demais alimentos, o cozimento, além de gerar subprodutos e alterar a estrutura e a digestibilidade, pode causar perdas consideráveis ​​em micronutrientes essenciais.

São exemplos de alimentos considerados quimiopreventivos a maçã, romã, melancia, goiaba, tomate e seus derivados industrializados (molho, extrato), brócolis, couve-flor, couve, nabo, rabanete, gengibre, açafrão-da-terra, pimenta, chá verde, uva e vinho tinto.

Sugere-se que consumir uma alimentação saudável rica em frutas e legumes pode reduzir o risco de risco de câncer de próstata em 75%. Portanto, modular positivamente os fatores epigenéticos e ambientais, com destaque ao consumo alimentar, pode minimizar a chance de desenvolver câncer. Cuide-se!

Autora: Thais Regina Mezzomo é coordenadora do curso de Nutrição do Centro Universitário Internacional Uninter.

REFERÊNCIAS

Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). Estimativa 2018: Incidência de Câncer no Brasil. Rio de Janeiro, INCA, 2017.

Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). Tipos de câncer: câncer de próstata. 2019. Disponível em: https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-prostata. Acesso em 08/11/2019.

Mokbel K, Wazir U, Mokbel, K. Chemoprevention of prostate cancer by natural agents: evidence from molecular and epidemiological studies. Anticancer Research. 2019; 39: 5231-5259.

 

 

Novembro Azul: preconceito faz mal à saúde

Falta de informação afasta pacientes do consultório médico e atrapalha diagnóstico precoce do câncer de próstata

Apesar da igualdade de gênero ser pauta recorrente em diversos debates, sabemos que o machismo ainda perdura em alguns pensamentos e, além dos malefícios sociais, muitas vezes essa falta de conhecimento pode afetar a saúde masculina.

É fácil perceber que homens vão menos ao médico do que mulheres, e quando vão costumam estar acompanhados da mãe, irmã ou esposa. Levantamento feito pela Doctoralia, maior plataforma de agendamento de consultas do mundo, apontou que eles representam apenas 24% dos acessos a sua página, enquanto elas são responsáveis pelos outros 76% (120 milhões de cliques), comprovando a discrepância existente quando o assunto é prevenção.

Como sabemos, uma rotina preventiva com exames periódicos, seguindo orientações com base no histórico pessoal e familiar de cada um, é essencial para evitar surpresas desagradáveis. O INCA (Instituto Nacional do Câncer) estima que em 2019 sejam diagnosticados 69 mil novos casos da doença no Brasil, desses, 90% têm cura se descobertos em fase inicial. “Geralmente os homens procuram o médico quando há algum incômodo persistente, não existe uma cultura de consultas rotineiras”, afirma o Dr. Flávio Iizuka, urologista membro da plataforma Doctoralia.

Uma vez que o câncer de próstata é assintomático no início, se atentar à rotina de exames preventivos é essencial. “Quando há histórico familiar da doença, é necessário realizar a análise sanguínea para medir os níveis de PSA (Antígeno Prostático Específico – proteína que pode indicar a presença do tumor ou alguma outra alteração na próstata) junto ao exame de toque, anualmente, a partir dos 45 anos de idade”. Para homens negros, mesmo sem hereditariedade, a regra é a mesma, “não se sabe ao certo o porquê, mas a incidência da doença dentro desse grupo é em média três vezes maior”, pontua o médico. Os demais devem iniciar esse check up a partir dos 50 anos.

Além disso, o sexo masculino precisa cuidar melhor da saúde como um todo. “Se atentar à alimentação, com dietas saudáveis e balanceadas, não pode ser exclusividade da parceira, das irmãs ou amigas. Os homens também se beneficiam e muito desses hábitos saudáveis, que são de suma importância para prevenir o aparecimento de tumores e outras doenças”, finaliza o Dr. Iizuka.

Assessoria de imprensa

 

Novembro Azul: Governo do Estado inicia campanha nesta segunda-feira

Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), inicia, nesta segunda-feira (04), as atividades relacionadas ao Novembro Azul. A abertura do mês dedicado à saúde da população masculina será às 8h30, na sede da SES, com palestra do médico Otávio Soares de Pinho Neto sobre saúde do homem. Durante todo o mês, serão realizadas ações articuladas com as Gerências Regionais de Saúde, serviços de saúde e municípios, incentivando o autocuidado da população masculina e adoção de hábitos para uma vida saudável.

O “Novembro Azul” é uma campanha desenvolvida no Brasil pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, que teve sua origem em 2008. Seu objetivo é discutir a temática do câncer de próstata, abordando principalmente sua prevenção, estimulando os homens a cuidarem mais de sua saúde. Em 2012, inspirado pelo “Movember” – movimento internacional dedicado à conscientização e arrecadação de fundos na luta contra a doença. A campanha se concentrou no mês de novembro (mês do Dia Internacional do Homem – 19 de novembro) e, por isso, passou a se chamar “Novembro Azul”. Desde então, diversas ações e atividades relacionadas ao tema são desenvolvidos anualmente no Brasil.

A SES/PB, em conjunto com o Ministério da Saúde, propõe que sejam desenvolvidas atividades nos municípios e nas unidades de saúde que busquem facilitar e ampliar o acesso e o acolhimento com qualidade da população masculina às ações e aos serviços de assistência integral da Rede SUS.

O coordenador da Área Técnica de Saúde do Homem da SES, Hélio Soares, explica que a intenção é divulgar que esses serviços estão disponíveis durante todo o ano e orientar a população masculina a fazer exames de rotina. “O objetivo é evitar que os homens só procurem a assistência quando já estiverem doentes. O Novembro Azul acontece para ampliar essa divulgação e assim estimular ainda mais os municípios, os gestores municipais a pensarem a temática da saúde do homem, para que melhorem a atenção primária de saúde”, pontua.

As doenças que mais afetam os homens são: infarto agudo do miocárdio; fatores externos (Acidentes/Violência por arma de fogo ou arma branca); diabetes mellitus; pneumonia; Acidente vascular cerebral hemorrágico; câncer de próstata; câncer dos brônquios e dos pulmões; câncer do estômago; câncer do fígado e vias biliares intra-hepáticas, e câncer da Cavidade Oral/ Traqueia, Brônquio e Pulmão.

Quanto aos óbitos, de janeiro a outubro de 2019, morreram na Paraíba 969 homens vítimas de infarto agudo do miocárdio; 463 de violência por arma de fogo ou arma branca; 642 de pneumonia; 590 de diabetes mellitus; 254 de AVC; 272 de câncer de próstata; 173 de câncer dos brônquios e pulmões e 142 de câncer de estômago.

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Sua taxa de incidência é cerca de seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento. Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.

Sintomas do câncer de próstata – A maioria dos cânceres de próstata cresce lentamente e não causa sintomas no início, mas tumores em estágio mais avançado podem causar dificuldades para urinar, sensação de não conseguir esvaziar completamente a bexiga, presença de sangue na urina e, em alguns casos, dor óssea na região das costas; por isso o diagnóstico precoce da doença é essencial, e este é realizado por meio do toque retal e da dosagem do PSA no sangue onde se pode avaliar a próstata.

Neste sentido, a população deve procurar às Unidades de Saúde da Família, para realização dos exames preventivos, se possível, uma vez ao ano, após os 50 anos, ou conforme orientação médica, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia – SBU. Homens da raça negra ou com parentes de primeiro grau (pai, irmão, tios) com histórico de Câncer de Próstata devem começar aos 45 anos. O rastreamento deverá ser realizado após ampla discussão de riscos e potenciais benefícios.

O tratamento do câncer pelo SUS na Paraíba é realizado no Hospital Napoleão Laureano e Hospital São Vicente de Paula, em João Pessoa; no Hospital da Fundação Assistencial da Paraíba (FAP) e no Hospital Universitário Alcides Carneiro – HUAC em Campina Grande e, agora, no Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, na Unidade de Oncologia do Sertão, Hospital do Bem, em Patos.

PROGRAMAÇÃO NOVEMBRO AZUL 2019

06/11 Sousa – PB Oficina de Saúde do Homem, com foco em ações que estimulem a adesão dos Homens aos serviços de saúde, principalmente a atenção primáriaPúblico: Gestores da Atenção Primária dos Municípios
07/11 Patos – PB Oficina de Saúde do Homem, com foco em ações que estimulem a adesão dos Homens aos serviços de saúde, principalmente a atenção primáriaPúblico: Gestores da Atenção Primária dos Municípios
12/11 Campina Grande – PB Oficina de Saúde do Homem, com foco em ações que estimulem a adesão dos Homens aos serviços de saúde, principalmente a atenção primáriaPúblico: Gestores da Atenção Primária dos Municípios
13/11 João Pessoa – PB Oficina de Saúde do Homem, com foco em ações que estimulem a adesão dos Homens aos serviços de saúde, principalmente a atenção primáriaPúblico: Gestores da Atenção Primária dos Municípios
19/11 CEFOR Roda de Conversa sobre a saúde integral do homem e a Sintomatologia do Câncer de Próstata
Durante o mês de Novembro Patos – Hospital do Bem – Durante todo mês haverá ações e consultas com Urologista e coleta de exames PSA, com agendamento no serviço.

Secom PB

 

 

Inep brinca com hit da caneta azul para alertar sobre Enem

O hit ‘Caneta Azul’ é contagiante, mas não pode ser a ponto de confundir na hora de cumprir as regras do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que acontece nos próximos dias 3 e 10 de novembro. Foi se utilizando de um ‘meme’ da música tendência que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) alertou os estudantes na hora de levar a caneta para a prova.

“Caneta azul, azul caneta, caneta azul tá marcada com minha letra”. É assim que se inicia a canção do cantor maranhense Manoel Gomes, que teve sua versão alterada pelo Inep para “caneta preta, preta caneta, caneta preta para marcar qual é a letra”, referindo-se ao Enem.

Na postagem, divulgada nesta segunda-feira (28) na plataforma Instagram, o Inep orienta que “a única caneta permitida para a realização do exame é a esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente. Lápis, lapiseiras e outros tipos de caneta não poderão estar sobre a mesa durante a realização do exame”.

Hit da caneta azul

A voz chorosa do cantor Manoel Gomes vem sendo propagada pelas redes sociais desde que o maranhense postou um vídeo no Instagram lançando a nova canção. Em apenas cinco dias, Manoel, que entrou na rede social em 3 de outubro, coleciona mais de 87 mil seguidores.

O sucesso repentino do cantor se deve também às versões criadas por artistas como Wesley Safadão e Rodrigo Faro. Todas estão sendo repostadas pelo maranhense na rede social.

Com duas estrofes e um refrão, a composição conta a história de um estudante que perdeu uma caneta azul e quer encontrá-la. Memes, gifs e remixes já podem ser encontrados por meio da tag #CanetaAzul no Twitter.

Enem

As provas do Enem 2019 estão chegando. Elas serão realizadas nos dias 3 e 10 de novembro para mais de 5 milhões de estudantes que tiveram a inscrição confirmada. As inscrições para o Enem encerraram no dia 17 de maio. A taxa foi de R$ 85.

Os inscritos devem acessar o Cartão de Inscrição do Enem, que contém as informações sobre local, sala e horário de prova.

Os portões de acesso aos locais de prova serão abertos e fechados em horários diferentes nos estados, isso porque, pela extensão territorial do país, existem diferentes fusos horários. Os estudantes que chegarem após o fechamento dos portões não poderão fazer o exame.

No dia 3 de novembro, os estudantes terão cinco horas e meia para fazer a prova. No segundo domingo de prova, 10 de novembro, o tempo será mais curto: cinco horas.

O acesso à sala de provas só será permitido com a apresentação de documento oficial de identificação com foto, conforme previsto em edital.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) recomenda que o participante imprima e leve o cartão de confirmação da inscrição, que já está disponível na Página do Participante e no aplicativo do Enem.

 Isis Vilarim

 

 

Paraíba terá novos voos da companhia Azul a partir de agosto

O Governo da Paraíba, por meio do Programa Aeroportuário de Incremento ao Turismo e ao Desenvolvimento Econômico da Paraíba (Aerotur-PB), vai ampliar os voos da companhia Azul Linhas Aéreas nos aeroportos da Grande João Pessoa e de Campina Grande. Ao todo, serão 21 novos voos disponíveis neste segundo semestre. O anúncio foi feito pelo governador João Azevêdo, nesta segunda-feira (15), durante o programa semanal Fala Governador, transmitido pela Rádio Tabajara em cadeia estadual e pelas redes sociais do Governo.

De acordo com o governador, a partir do dia 1º de agosto, o Aeroporto Internacional Castro Pinto, na Grande João Pessoa, terá sete novos voos semanais na rota João Pessoa-Recife. Já a partir do dia 25 de setembro será a vez da cidade de Campina Grande ganhar sete novos voos. O Aeroporto João Suassuna terá também voos diários na rota Campina Grande-Recife. A ampliação da companhia aérea Azul será concluída em 1º de dezembro com mais sete voos semanais da rota João Pessoa-São Paulo.

Após reuniões realizadas pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) e PBTur com executivos da Azul, o Governo da Paraíba acordou em reduzir a base de cálculo do ICMS incidente no fornecimento de querosene de aviação para atrair os novos voos. “Fechamos esta parceria com a Azul, que traz um benefício enorme na relação comercial e também um avanço significativo para o turismo. Esses voos são contados em dobro, porque tem a ida e evidentemente a volta, então são 21 voos que se transformam em 42 novos voos”, observou o governador.

“Já estamos tratando também com outras companhias para ampliar o número de voos aqui para a capital”, acrescentou João Azevêdo, ressaltando que a ampliação dos voos da companhia Azul é mais uma conquista no sentido de possibilitar aos paraibanos e turistas a melhoria da conectividade com outros destinos.

 

clickpb

 

 

Apenas 3 de 24 estados têm Previdência no azul nos primeiros 4 meses de 2019

A Previdência da maioria dos estados brasileiros seguiu no vermelho nos primeiros meses de 2019. Segundo um levantamento feito pelo G1, de janeiro a abril, apenas Amapá, Rondônia e Tocantins registraram saldo positivo no seu sistema próprio de aposentadoria e pensões, responsável pelo pagamento dos servidores.

Os números levam em conta os resultados divulgados no Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) do governo de cada estado, referentes ao segundo bimestre de 2019. Os estados são obrigados a divulgar esses balanços mas, até esta segunda-feira (10), os dados do segundo bimestre do Distrito Federal, Piauí e Roraima não estavam disponíveis. O G1 entrou em contato com os governos dos três estados, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Somados os resultados dos 24 estados, o rombo nas contas das previdências estaduais soma mais de R$ 20,7 bilhões – um crescimento de 15% na comparação com o mesmo período de 2018.

Segundo um relatório do Instituto Fiscal Independente (IFI), o déficit das previdências estaduais em 2060 deve ser 4 vezes maior que o de 2013 se não for feita nenhuma reforma. “Esse déficit aumentaria 3,8% ao ano, em média, em termos reais até 2050 ou 5,3% e 4,3% até 2030 e 2040, respectivamente”, diz o relatório.

A reforma da Previdência apresentada pelo governo está em tramitação no Congresso desde fevereiro. O relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), disse neste domingo (9) que deve apresentar relatório sobre a proposta à comissão que analisa o tema na próxima quinta-feira (13). Um dos pontos que ainda está em discussão é a manutenção ou retirada dos servidores de estados e municípios da reforma.

Regimes diferentes

O levantamento do G1 considera a soma dos planos financeiro e previdenciário dos estados – regimes diferentes de Previdência, sendo que alguns estados possuem apenas um deles e outros, os dois.

A diferença é que o sistema financeiro funciona como o regime tradicional de repartição – ou seja, a contribuição dos trabalhadores que estão na ativa é usada para pagar os benefícios daqueles que já se aposentaram.

Enquanto isso, o plano previdenciário “separa” a contribuição dos servidores que começaram a trabalhar depois da criação da nova regra, em um sistema semelhante ao sistema de capitalização. Isso quer dizer que as contribuições dessas pessoas não deve ser colocada no mesmo montante que as dos mais antigos – ou seja, a contribuição dos trabalhadores mais jovens não entra no sistema que paga os já aposentados. Alguns estados adotaram o sistema nos últimos anos.

“Para ter uma visão melhor do que é o déficit nos estados, tem que somar um com o outro”, afirma Rodrigo Orair, diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado.

O especialista em Previdência Carlos Heitor Campani, professor do Coppead/UFRJ, concorda que a soma é uma boa forma de avaliar a situação previdenciária dos estados de uma maneira geral. E, sobre a separação de alguns em dois sistemas, ele explica que “isso aconteceu de uns tempos para cá mediante uma regulamentação do governo federal para que os estados tivessem acesso ao plano de recuperação fiscal”.

Campani comenta ainda que cada estado tem sua própria regulamentação, mas que, via de regra, os recursos arrecadados no plano previdenciário (ou seja, em que as contribuições dos novos trabalhadores não pagam aposentadorias dos já inativos) não podem ser usados pelo governo para pagar despesas como folha de pagamento. No entanto, a legislação permite que os valores sejam utilizados em investimentos em infraestrutura, por exemplo – desde que não se comprometa a garantia de pagamento de aposentadoria anos depois.

Orair acrescenta que não há uma uniformidade para a organização do funcionamento dos regimes de previdência nos estados e na apresentação dos resultados sobre receitas e despesas. “Tem várias situações. Alguns fizeram a segregação de massas, alguns instituíam planos previdenciários e voltaram atrás e fundiram os dois fundos, outros não regulamentaram. Não há uma uniformidade”, diz.

Autor de um relatório do IFI sobre as projeções para as previdências estaduais, Josué Pellegrini diz que a utilização de dois sistemas por alguns estados ou municípios não é o centro da questão previdenciária. “Tenho minhas dúvidas se isso é algo realmente relevante. Os estados acabam voltando atrás. Não é uma previdência complementar – o que, isso sim, seria uma mudança significativa. É só uma segregação de massas. Pega-se os servidores mais novos e começa a tratá-los separadamente”, diz o especialista.

Situação preocupante

Para especialistas ouvidos pelo G1, os números refletem um quadro delicado que atingem não apenas os estados, mas também os municípios.

“O que aconteceu com os estados e capitais é um fenômeno muito importante que vai acontecer em outros municípios”, diz José Roberto Savoia, professor da FEA/USP. “Em 2012, 2013, a arrecadação vinha num ritmo crescente. Quando ela começou a se reduzir, as despesas com funcionalismo e aposentadorias aumentaram. Primeiro porque a idade média do servidor público é elevada, de 45 anos. Há boa parte se aposentando todos os anos. E as contratações não aconteceram no mesmo ritmo que as aposentadorias”, explica.

“Nós vimos Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, estados que são grandes, que têm bastante pungência econômica, mas que começaram a ter dificuldades, atrasando salários, atrasando pagamentos. A perspectiva é de que esses estados que estão com dificuldades, e mesmo aqueles que ainda não chegaram a esse nível, podem chegar a uma situação de inadimplência nos próximos anos”, diz Savoia.

Matheus Delbon, professor dos cursos de pós-graduação e extensão em gestão pública da FAAP Ribeirão Preto, classifica a situação das contas previdenciárias dos estados como “desesperadora”. “O rombo só tende a aumentar, já que é uma máquina grande que vai começar a aumentar, e com salários altos se comparados aos da iniciativa privada. Tem ainda a expectativa de vida maior. Ou seja, nenhuma conjuntura natural vai melhorar esse déficit.”

Outro aspecto apontado pelo especialista como preocupante é que “houve um aumento alto dos salários do servidor na última década, e isso vai impactar (as contas previdenciárias) nos próximos anos”.

G1

 

 

Cuidado! Ferramenta que promete deixar o Whatsapp azul é, na verdade, um golpe

Se você recebeu através do WhatsApp um link com uma suposta ferramenta que torna o aplicativo azul, fique atento. Trata-se de um novo golpe que está circulando entre os celulares, capaz de roubar os dados do usuário para usá-los de forma maldosa. Funciona da seguinte forma: quando a pessoa clica no link , é redirecionada para uma página, chamada “Whatsapp Trendy Blue”, onde deve inserir o número do celular.

Ao clicar em “I agree! Continue!” (em livre tradução, “Eu concordo! Continuar!”), abrirá uma nova tela, onde deve confirmar que é um usuário ativo. Depois dessas etapas, a ferramenta solicita que a pessoa convide dez amigos ou três grupos no Whatsapp para que o aplicativo seja desbloqueado e fique azul.

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Porém, no fim das contas, o usuário não é levado a nenhuma página de download, mas a uma pesquisa online, que solicita informações pessoais. Quanto mais a vítima avança, mais dados são roubados pelo site. De acordo com sites de tecnlogia estrangeiros, a ferramenta chega a inscrever o usuário em um serviço de mensagens tarifadas, gerando custos extras na conta do celular. Fique atento!


Extra

“Novembro Azul” chama atenção para o cuidado com a saúde do homem

Foto: Codecom/CG
Foto: Codecom/CG

Aberta oficialmente na manhã desta quinta-feira, 06, a campanha “Novembro Azul” deste ano, em Campina Grande, terá como objetivo estimular os homens campinenses a procurem mais os serviços de saúde.

O início da mobilização no município foi marcada por ações diversas de promoção e prevenção à saúde no Calçadão da Cardoso Vieira, no centro da cidade. As atividades terão continuidade durante todo o mês, com programação em todos os postos e nos centros de saúde.

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A secretária municipal de saúde, Lúcia Derks, participou da abertura oficial do “Novembro Azul” e destacou os avanços da Prefeitura de Campina Grande nas políticas de atenção à saúde do homem.

“Criamos turno extra de atendimentos em algumas unidades de saúde para os trabalhadores que não têm tempo de procurar os serviços durante o dia, como também organizamos as consultas com médicos especialistas e iniciamos a realização de cirurgias urológicas no Hospital Pedro I”, exemplificou.

O aposentado João Alves, 80 anos, foi uma das centenas de pessoas atendidas nas ações de saúde do “Novembro Azul” que aconteceram hoje. Além de aproveitar para aferir a pressão arterial e fazer o teste de glicemia, ele também recebeu orientações para prevenir o AVC.

“O homem é forte, mas se torna frágil porque não vai ao médico, mas não pode ser assim. É preciso cuidar da saúde, fazer os exames para vivermos mais tranquilos”, recomendou.

Alerta – O “Novembro Azul” é uma mobilização mundial de prevenção ao câncer de próstata, o segundo tipo da doença que mais mata os homens no Brasil.

Em Campina Grande, atualmente, 308 homens fazem tratamento contra o câncer de próstata pelo SUS no Hospital da FAP. Somente no mês de outubro deste ano, quinze homens diagnosticados com a doença iniciaram o tratamento na unidade de saúde.

Fonte: Da Redação com Codecom/CG

Prefeitura Municipal de Remígio realiza palestra para encerrar Campanha Novembro Azul

eventoA Prefeitura Municipal de Remígio através da Secretaria de Saúde realizou nessa sexta – feira (29/11) o encerramento da Campanha Novembro Azul na cidade de Remígio. Foram realizadas palestras, explicando para os homens os perigos e como se prevenir da doença que mais mata homens no mundo, o câncer de próstata.

O evento contou com a presença do Vice-prefeito André Alves (André do Sesp), representando o prefeito Chió, que estava em viajem por Brasília em busca de recursos para nossa cidade, o Secretário de Saúde Waldênio Dias, a Primeira Dama de Remígio, Gledsnelle Luna, Vereadores, além de Coordenadores e colaboradores do governo Cultivando Amor por Esta Terra.

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Na oportunidade, o Secretário de Saúde Waldênio Dias falou da importância do evento: “Homem de verdade é aquele que se cuida, faz o exame e deixa de lado o preconceito”. Durante o evento que durou toda a manhã foram realizados exames, corte de cabelos além de um belo banquete para os convidados.

SECOME PMR