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Flamengo empata com a Ponte e avança na Copa do Brasil

O Flamengo está nas quartas de final da Copa do Brasil. Nesta quinta-feira, o empate em 0 a 0 diante de um valente time da Ponte Preta garantiu a vaga e a boa atuação do adversário valorizou ainda mais o avanço do Rubro-Negro. Na ida, há uma semana, a equipe de Barbieri venceu por 1 a 0 em Campinas.

Rodinei fez boa partida e levou o Flamengo ao ataque pelo lado direito (Foto: Paulo Sérgio/Agência F8)
Rodinei fez boa partida e levou o Flamengo ao ataque pelo lado direito (Foto: Paulo Sérgio/Agência F8)

Foto: LANCE!

O adversário do Flamengo nas quartas da Copa do Brasil será conhecido através de sorteio. Defendendo a liderança do Brasileirão, o time de Maurício Barbieri volta a campo no domingo, contra a Chapecoense, na Arena Condá.

CHANCES LÁ E CÁ!

A rede não balançou na primeira etapa, mas não faltou emoção. Flamengo e Ponte disputaram um bom jogo, com boas oportunidades para os dois lados.

Empurrado pela torcida, o Rubro-Negro foi melhor no início. Apesar de ocupar o campo de ataque, demorou a finalizar contra o gol rival. A Macaca, por sua vez, assustou Diego Alves. Saraiva foi o primeiro a arriscar, mas acabou travado por Réver na área. Na sequência, Paulinho ficou com o rebote de escanteio e finalizou com perigo, à direita do gol.

A pressão do Fla teve início aos 30 minutos. Na terceira tentativa, Paquetá obrigou Ivan a fazer boa defesa. Vinicius Jr e Geuvânio brigaram pela sobra, mas a zaga afastou. O camisa 20 também arriscou, mas não acertou a meta.

GEUVÂNIO NÃO JUSTIFICA SEQUÊNCIA

Com Diego fora por lesão, Geuvânio foi titular pela terceira vez seguida. O atacante ainda não conseguiu engrenar. Contra a Ponte, teve boas chances para levar o Flamengo ao ataque, mas falhou. Os erros irritaram a torcida, que o vaiou bastante deixar o campo para a entrada de Jean Lucas, cria da Gávea.

De positivo, vale destacar a determinação de Geuvânio em recuperar as bolas perdidas. É uma característica do time de Maurício Barbieri, principalmente quando a posse da bola está com os zagueiros ou perto da área adversária.

SUSTO E CLASSIFICAÇÃO!

A Macaca voltou mais aberta para a etapa final e, por dua vezes, quase abriu o placar no Maracanã. Saraiva teve a primeira chance, mas tocou com a mão na bola antes de chutar. Já Tiago Real estava impedido. Foi depois dos sustos que Maurício Barbieri chamou Jean Lucas e Paolo Guerrero, aos 16 minutos.

O Flamengo cresceu com os dois. Guerrero finalizou com perigo à meta de Ivan. Everton Ribeiro tirou tinta do travessão, mas a Macaca, valente, lutou até o fim.

Um gol ponte-pretano levaria a decisão para os pênaltis. Aaron, aos 40 minutos da etapa final, acertou o pé da trave de Diego Alves. O apito final chegou, o gol – seja do Fla ou da Macaca -, não. Para alívio dos mais de 55 mil rubro-negros. FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 0X0 PONTE PRETA

Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data-hora: 10/5/2018, às 19h30
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa/MG)
Renda/Público: R$ 1.316.955,00 / 52,597 pagantes / 55.822 presentes

Cartão amarelo: Réver (FLA); Paulinho e Marciel (PON)
Cartão vermelho: Não houve.

GOLS: Não houve.

FLAMENGO: Diego Alves; Rodinei, Réver, Léo Duarte e Renê; Cuéllar, Lucas Paquetá e Everton Ribeiro; Geuvânio (Jean Lucas, 16’/2ºT), Vinicius Júnior (Marlos Moreno, 45’/2ºT) e Henrique Dourado (Guerrero, 16’/2ºT) – T: Maurício Barbieri

PONTE PRETA: Ivan; Igor, Reynaldo, Renan Fonseca e Marciel; Nathan, Paulinho (Tiago Real, 7’/2ºT) e Lucas Mineiro (João Vitor, 32’/2ºT); Saraiva (Aaron, 29’/2ºT), Júnior Santos e Felippe Cardoso – T: Doriva

Lance

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Flamengo joga mal, mas vence o Dragão e avança na Copa do Brasil

Foto: CELIO MESSIAS / LANCE!

O Flamengo jogou mal e chegou a passar sufoco, mas avançou na Copa do Brasil. Na noite desta quarta-feira, o Rubro-Negro carioca venceu o Atlético-GO por 2 a 1, no Serra Dourada, em Goiânia, e garantiu a passagem para as quartas de final do torneio nacional. Guerrero e Matheus Savio balançaram a rede pelo time carioca.

O técnico Zé Ricardo foi chamado de burro pela torcida por não colocar o garoto Vinicius Júnior em campo. Além disso, a atuação ruim da equipe ajudou a alimentar a impaciência da torcida.

PRIMEIRO TEMPO

Apoiado pela sua torcida, que compareceu em bom número mesmo fora de casa, o Flamengo abriu o placar aos 12 minutos com Guerrero. O peruano aproveitou assistência de cabeça de Rodinei e fuzilou para a rede praticamente da pequena área.

O lance demonstrou a fragilidade defensiva dos donos da casa. No entanto, o Atlético-GO buscou forças para reagir. Everaldo incomodou os visitantes em dois lances e num deles acertou a trave em finalização já dentro da área. Aos 27 minutos, Jorginho, de cabeça, empatou após disputa de bola numa cobrança de lateral, num grande vacilo da defesa do Flamengo.

O gol do Dragão desorientou o time de Zé Ricardo. Com erros na saída de bola e dificuldade para se impor, o Fla ainda sofreu pressão nos minutos finais do primeiro tempo e teve que se segurar para não sofrer a virada antes do intervalo.

SEGUNDO TEMPO

O segundo tempo começou quente, com muita velocidade. O Atlético-GO deu dois chutes perigosos nos minutos iniciais. Num deles, Rafael Vaz cometeu um vacilo que quase comprometeu o Flamengo. Ansiosa, a torcida do time carioca passou a gritar por “Vinicius”. A equipe de Zé Ricardo respondeu numa boa cabeçada de Réver.

Com o jogo aberto, houve o tradicional “lá e cá”, porém com o Atlético-GO mais perigoso. Roger e Junior Viçosa tiveram boas oportunidades. O Flamengo quase ampliou com Renê, aos 23 minutos. Ele recebeu bom passe de Guerrero e chutou forte, mas Felipe fez linda defesa e a bola ainda bateu no travessão.

O jogo ficou cada vez mais tenso com o passar do tempo. Zé Ricardo ouviu gritos de “burro” ao lançar Matheus Savio quando a torcida queria Vinicius Junior. Curiosamente, o garoto resolveu pouco pouco depois de entrar no jogo. Assim como na partida contra o Atlético-MG, ele cruzou para a área e a bola morreu no fundo da rede. Marcão tentou cortar a jogada e atrapalhou o goleiro Felipe.

Com o jogo resolvido, o Flamengo administrou a vantagem e respirou fundo. Foi só um susto.

FICHA TÉCNICA:

ATLÉTICO-GO 1 X 2 FLAMENGO

Data/hora: 24/5/17, às 21h45
Local: Serra Dourada, Goiânia (GO)
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza (SP)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Danilo Simon (Fifa-SP)
Cartões amarelos: Marcão, Luiz Fernando, Roger Carvalho (ATL), Pará, Guerrero (FLA)
Público e renda:
Gols: Guerrero, 12’/1°T (0-1); Jorginho, 27’/1°T (1-1); Matheus Savio, 34’/2°T (1-2)

ATLÉTICO-GO: Felipe, Jonathan (Eduardo Diniz, 10’/1°T), Ricardo Silva, Roger Carvalho e Bruno Pacheco; Marcão, Luiz Fernando (João Pedro, 34’/2°T), Igor, Jorginho; Everaldo (Walterson, 30’/2°T) e Junior Viçosa.Técnico : Marcelo Cabo.

FLAMENGO: Muralha, Pará, Réver, Vaz e Renê; Márcio Araújo, Arão e Ederson (Romulo, 38’/2°T); Rodinei (Matheus Savio, 29’/2°T), Trauco (Mancuello, 21’/2°T) e Guerrero. Técnico : Zé Ricardo.

Lance

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Com ‘nova cara’, Inter bate time misto do Flu e avança na Primeira Liga

charlesO Internacional mudou. Depois de render pouco nos primeiros jogos da temporada, o Colorado apresentou um novo esquema, e venceu. Nesta quarta-feira (08), mais do que o resultado de 1 a 0 contra o time misto do Fluminense, o que ficou de positivo foi a melhor atuação da temporada e a classificação para a próxima fase da Primeira Liga.

Não foi uma atuação de encher os olhos. Mas comparado com os outros jogos do Inter, foi melhor. Mostrou que o esquema com três volantes e D’Alessandro mais próximo do outro meia – nesta partida Valdívia – pode apresentar mais armas do que a formação com duas linhas de quatro atletas.
O Fluminense teve só três titulares em campo. Preservando a base de sua equipe, o técnico Abel Braga viu seus comandados pouco criarem em campo. Chances claras não aconteceram, mesmo com eventual domínio do jogo.
Com seis pontos, o Internacional está classificado à próxima fase. O Fluminense é vice-líder do grupo 1, com três pontos. Com zero estão Criciúma e Brasil de Pelotas, que ainda se enfrentam.

Roberson faz sua melhor partida

O atacante Roberson foi um dos destaques do Inter na partida. Fez sua melhor partida desde a chegada atuando sozinho na frente. Tramou boas jogadas e acertou a trave no segundo tempo.

Osvaldo some na marcação

Nem mesmo o presente dado por Danilo Fernandes fez Osvaldo aparecer mais no jogo. Sumido entre Klaus e Paulão, não conseguiu qualquer vantagem pessoal, sua principal característica.

D’Ale melhor posicionado e rendendo mais

D’Alessandro reclamou e mudou de posição. Na entrevista coletiva concedida na terça-feira, o gringo disse que não iria condicionar o treinador, mas teria dificuldade de jogar onde estava sendo escalado. Com a troca de posicionamento do time, ele passou a atuar mais centralizado, perto do outro meia. Deu certo e sua conhecida qualidade fez a diferença em campo.

Reservas do Fluminense ameaçam o Inter

Com apenas três titulares em campo – Henrique, Léo e Orejuela – o Fluminense foi adversário difícil. Congestionando o centro do campo, o Flu tentou usa a velocidade de Osvaldo e rondou a meta de Danilo Fernandes. Mas não criou grandes chances de gol, ao menos no primeiro tempo.

Trocas de passes curtos abrem a defesa do Flu

O Inter mudou. Em vez do 4-4-2 em linha, adotou o 4-3-2-1, com Anselmo, Charles e Dourado como volantes, D’Ale e Valdívia criando e Roberson centralizado. Deu certo. A aproximação dos homens de meio com cobertura bem realizada sempre por um dos marcadores, o Colorado conseguiu algo que não tinha feito até então na temporada: trocar passes curtos. Assim, abriu o marcador, com Charles, aos 24 minutos. Em jogada com duas tabelas e rebote.

Pênalti polêmico evita empate aos 43

Um impedimento polêmico evitou o empate do Fluminense. Um cruzamento da direita, em cobrança de falta, foi desviado por Léo. Nogueira entrava em impedimento, mas não tocou na bola. Ela sobrou para Patrick, que colocou nas redes. O árbitro marcou impedimento para revolta dos cariocas.

Danilo Fernandes tenta drible… E erra

Danilo Fernandes tentou enfeitar uma jogada e por pouco não levou gol. Aos 16 minutos o camisa 1 do Internacional tentou driblar Osvaldo, que chegou junto. O goleiro do Inter caiu ao receber a carga e o árbitro não marcou nada. Ela ficou com o atacante do Fluminense, que tentou encobrir, mas colocou para fora.

Estreante acerta a trave e dá boa impressão

Carlinhos entrou no segundo tempo, mas mostrou qualidade. O jogador acertou a trave em cobrança de falta aos 34 minutos e deu bons cruzamentos e passes. Na sua entrada, Uendel passou a atuar na linha de meio, como volante.
FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 1 X 0 FLUMINENSE
Data: 08/02/2017 (Quarta-feira)
Local: estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Árbitro: Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira
Auxiliares: Felipe Alan Costa de Oliveira e Magno Arantes Lira
Renda: R$  154.860,00
Público: 12.438 (total)
Cartões amarelos: Marcos Júnior (FLU), Renato (FLU), Luiz Fernando (FLU); Anselmo (INT), Charles (INT);
Gols: Charles, do Inter, aos 24 minutos do primeiro tempo;
INTERNACIONAL
Danilo Fernandes; Alemão, Klaus, Paulão e Uendel; Rodrigo Dourado, Charles, Anselmo (Carlinhos), Valdívia (Andrigo) e D’Alessandro; Roberson (Diego).
Técnico: Antonio Carlos Zago
Fluminense
Júlio César; Renato (Daniel), Nogueira, Henrique e Léo; Luiz Fernando, Orejuela e Marquinho; Osvaldo, Lucas Fernandes (Patrick) e Marcos Júnior (Maranhão).
Técnico: Abel Braga
Uol

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Atlético-MG leva susto contra o Inter, mas avança à decisão contra o Grêmio

atleticoApós vencer o primeiro jogo por 2 a 1, em Porto Alegre, o torcedor do Atlético-MG lotou o Estádio Independência e esperava uma partida bem mais tranquila diante do Internacional, pela semifinal da Copa do Brasil. Mas não foi o que se viu. A equipe gaúcha entrou com um time misto, mas jogou melhor novamente e esteve duas vezes em vantagem, mas acabou cedendo o empate e ficando fora da decisão. O resultado de 2 a 2 colocou os mineiros na segunda final de Copa do Brasil em três anos.

O adversário vai ser o Grêmio, que eliminou o Cruzeiro. As partidas decisivas estão marcadas para os dias 23 e 30 deste mês. A ordem dos confrontos, se o primeiro jogo vai ser em Belo Horizonte ou a definição do torneio, somente nesta sexta-feira, às 9h, em sorteio, na sede da CBF, no Rio.

Robinho justifica o investimento feito pelo Atlético mais uma vez

Nenhum outro jogador do futebol brasileiro fez tantos gols como fez Robinho em 2016. Já são 25. Talvez, nenhum outro também esteja atuando no mesmo nível do camisa 7 do Atlético. A vaga na final da Copa do Brasil só chegou após outra boa atuação dele, com gol e assistência. Assim como tem sido rotina nesta temporada. Sempre que o time está em apuros, Robinho aparece para limpar a barra. Marcou o primeiro gol atleticano e deu belo passe para a conclusão de Lucas Pratto, no segundo.

Sem organização e com craques. Assim é o Atlético de Marcelo

Apesar de ter um vasto leque de opções para formar o time do Atlético, o técnico Marcelo Oliveira ainda não conseguiu fazer a equipe ter um padrão de jogo. Assim como tem acontecido, o time é dominado pelo adversário, seja ele da parte inferior da tabela ou até mesmo de uma divisão inferior. Embora seja um time limitado taticamente, o Atlético tem muitos jogadores acima da média, que salvam a equipe no momento de maior aperto.

Roth pode lamentar não ter usado a força máxima

Foi assim em Porto Alegre e se repetiu em Belo Horizonte. Mesmo não usando a escalação considerada titular, o Internacional jogou melhor do que o Atlético. No Beira-Rio, o goleiro atleticano foi o melhor em campo, evitando que a equipe da casa fizesse boa vantagem na ida. Diante de dois jogos tão bons, fica a sensação que a equipe poderia ter ido além, caso jogasse com força máxima nas duas partidas.

Victor falha e recoloca o Internacional na partida

Apesar de muito melhor na primeira etapa, o Inter sofreu um gol aos 47 minutos. Naquele momento o jogo caminha para o intervalo e empatado em 1 a 1, resultado duro para quem foi tão melhor na etapa inicial. Mas no último lance, após um recuo de Erazo, Victor dominou a bola mal e foi desarmado por Anderson, que fez o segundo gol colorado, deixando a equipe visitante em situação confortável para a etapa final.

Eleito prefeito de BH, Alexandre Kalil volta ao estádio

Foram quase dois anos sem acompanhar o Atlético no Independência. Desde que deixou a presidência do clube, em dezembro de 2014, Alexandre Kalil não aparecia no Horto. Antes do Inter, o último jogo com Kalil no estádio era contra o Coritiba, pela 37ª rodada do Brasileirão daquele ano. Três dias depois de se eleito prefeito de Belo Horizonte, o ex-mandatário alvinegro foi prestigiar o time do coração. E Kalil foi homenageado pela torcida, com gritos e uma bandeira.

Árbitro para contra-ataque e irrita atleticanos

Aos 25 minutos da etapa final o Atlético viu a chance de criar um bom ataque e, quem sabe, fazer o terceiro gol e garantir presença na final da Copa do Brasil. Mas assim que a bola caiu nos pés de Cazares, num lance que seria três jogadores do Atlético contra dois do Internacional, o árbitro Jailson Marcedo de Freitas parrou a jogada. Tudo para que o volante Fabinho, do Inter, fosse atendido, após disputa na área do Atlético. A decisão do árbitro irritou jogadores e torcedores atleticanos.

Confusão no banco do Inter marca o final da partida

O árbitro sinalizou quatro minutos de acréscimos, mas o jogo entre Atlético e Inter se estendeu alguns minutos a mais, tudo por causa de uma confusão no banco de reservas da equipe gaúcha. Os jogadores do time colorado começaram a reclamar de uma falta marcada, ao ponto e objetos serem atirados em campo e até mesmo com atleticanos indo ao local. A confusão rendeu a expulsão do zagueiro Paulão, que sequer entrou no jogo.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 2 X 2 INTERNACIONAL

Data: 2 de novembro de 2016, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Motivo: Semifinal da Copa do Brasil
Local: Independência, em Belo Horizonte (MG)
Público: 20.447 pagantes
Renda: R$ 1.434.860,00
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)
Assistentes: Alessandro A. Rocha de Matos (Fifa/BA) e Bruno Raphael Pires (Fifa/GO)
Cartões amarelos: Luan e Rafael Carioca (CAM) Aylon, Ceará, Eduardo Sasha, Valdivia e Ariel (INT)
Cartão vermelho: Paulão (INT)
Gols: Aylon aos 26 min, Robinho aos 47 min e Anderson aos 49 min do primeiro tempo; Lucas Pratto aos 15 min do segundo tempo

ATLÉTICO-MG: Victor, Carlos César, Erazo, Gabriel e Fábio Santos; Leandro Donizete, Júnior Urso, Otero (Rafael Carioca, aos 41 do 2º) e Luan (Cazares, aos 12 do 2º); Robinho (Clayton, aos 50 do 2º) e Lucas Pratto.
Técnico: Marcelo Oliveira.

INTERNACIONAL: Danilo Fernandes, Ceará, Ernando, Alan Costa e Artur; Fabinho, Rodrigo Dourado, Willian, Anderson (Andrigo, aos 30 do 2º) e Valdivia (Eduardo Sasha, aos 20 do 2º); Aylon (Ariel, aos 30 do 2º).
Técnico: Celso Roth.

Uol

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Botafogo-PB quebra invencibilidade de Cuca, mas Palmeiras avança

almeidaoEra um time majoritariamente formado por reservas. No entanto, para o torcedor, basta o símbolo do Palmeiras para o apoio ser igual. Foi assim no Estádio Almeidão, em João Pessoa, que recebeu um bom número de palmeirenses. A classificação às quartas de final da Copa do Brasil veio, mas com um gosto um pouco amargo: derrota por 1 a 0 para o Botafogo-PB.

O resultado negativo derruba uma longa série acumulada pelo técnico Cuca: dez partidas de invencibilidade – nove delas no Campeonato Brasileiro. O placar, entretanto, não ameaçou a vaga entre os oito melhores da Copa do Brasil; o sorteio da fase quartas de final está marcado para sexta-feira.

No primeiro duelo, o Palmeiras vencera por 3 a 0, placar que obrigaria ao Botafogo-PB golear por quatro gols de diferença para avançar de fase no torneio mata-mata. Esta vantagem confortou o elenco, que pouco arriscou na Paraíba.

Classificado apesar do revés, o Palmeiras retoma a concentração na disputa da Série A. Líder com 51 pontos, o time comandado por Cuca recebe no sábado, a partir das 16h (de Brasília), o Coritiba, no Allianz Parque, em duelo pela 27ª rodada da competição.

Quem foi bem: Carlinhos

Em uma partida morna, destacou-se o autor de um belo gol. Carlinhos se apresentou como uma das principais opções ofensivas do Botafogo-PB pela movimentação e anotou um belo gol. Após cruzamento da direita, o atacante arrematou de primeira – e contou com a sorte do desvio no meio do caminho para enganar o goleiro palmeirense Vagner.

Quem foi mal: Lucas Barrios

Mais uma oportunidade desperdiçada pelo centroavante do Palmeiras. Convocado para a seleção do Paraguai, Lucas Barrios teve uma atuação para lá de discreta em João Pessoa. Travado, o paraguaio mostrou lentidão e se tornou um alvo fácil para a marcação dos paraibanos. Cuca se mostrou insatisfeito e tirou o camisa 8 antes da metade da segunda etapa.

Alecsandro volta após quase dois meses

Absolvido pelo caso de doping – após a defesa comprovar o resultado de ‘falso positivo’, Alecsandro retornou aos gramados após quase dois meses afastado – entrou em campo pela última vez em 24 de julho, na derrota por 1 a 0 para o Atlético-MG. Relacionado pela primeira vez, o atacante recebeu a oportunidade de atuar mais de 30 minutos, essenciais para o atleta acumular ritmo de jogo nesta reta final de temporada.

Palmeiras ‘protocolar’

Sem forçar, o Palmeiras garantiu a passagem para as oitavas de final da Copa do Brasil. Mesmo com uma equipe alternativa, o clube alviverde sofreu pouco no Almeidão. As presenças dos veteranos Zé Roberto e Edu Dracena, além do lateral defensivo Fabiano, seguraram qualquer tentativa de pressão por parte dos paraibanos. Quando exigido, o goleiro Vagner foi bem.

Botafogo-PB perde chance de ‘blitz’

Com menos de dez minutos de partida, o Botafogo-PB criou duas boas oportunidades para modificar o clima no Estádio Almeidão. Na primeira, o veterano Warley desperdiçou uma rara chance livre. Em outra oportunidade, Vagner espalmou. As chances perdidas custaram caro, e o Palmeiras imediatamente cresceu e segurou o confronto até o gol de Carlinhos na parte final do jogo.

Cuca descansa elenco, mas não ganha ‘dores de cabeça’

O descanso dado aos principais jogadores poderia gerar um problema para o técnico Cuca. Afinal, quem sobrasse no duelo diante do Botafogo-PB poderia se credenciar ao time titular no Campeonato Brasileiro. A atuação morna diante dos paraibanos, no entanto, evitou qualquer discussão. Nomes como Cleiton Xavier e Lucas Barrios, discretos, desperdiçaram uma boa chance de convencer.

Reclamação

Apesar da tranquilidade do placar adquirido no lance de ida, os palmeirenses deixaram o estádio em João Pessoa frustrados por uma decisão da arbitragem. Os jogadores reclamaram de pênalti sobre Rafael Marques, travado no momento da batida. Jailson Macedo de Freitas mandou o jogo seguir.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO-PB 1 x 0 PALMEIRAS

Local: Estádio Almeidão, em João Pessoa (PB)
Data: 21 de setembro de 2016 (quarta-feira)
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)
Assistentes: Elicarlos Franco de Oliveira e Jucimar dos Santos Dias (ambos da BA)
Cartões Amarelos: Sapé e Carlinhos (Botafogo-PB); Gabriel, Vitinho e Matheus Sales (Palmeiras)

GOL:
BOTAFOGO-PB: Carlinhos, aos 30min do 2º tempo

BOTAFOGO-PB: Michel Alves; Gustavo (Saldanha), Plínio, Marcelo Xavier e David Luis; Djavan, Sapé (Henik), Pedro Castro e Marcinho; Warley (Danielzinho) e Carlinhos.
Técnico: Itamar Schulle.

PALMEIRAS: Vagner; Fabiano, Thiago Martins, Edu Dracena, e Zé Roberto; Gabriel (Matheus Sales) e Arouca; Allione, Cleiton Xavier (Vitinho) e Rafael Marques; Lucas Barrios (Alecsandro).
Técnico: Cuca.

Uol

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Vacina contra zika avança e pode começar a ser testada em novembro

vacinaOs testes clínicos da vacina contra o Zika vírus devem ter início em novembro, assim que a Anvisa liberar o procedimento e as pesquisas na área pelo Instituto Butantan, que desenvolve a imunização contra dengue. Já a vacina contra a chikungunya, doença incapacitante que causa dores nas articulações, está em um estágio ainda mais inicial.

No próprio instituto, o diretor de Butantan, Jorge Kalil, explicou nesta segunda-feira (19) que o prazo mais otimista é que as doses comecem a ser produzidas em 3 anos.

“Contra a zika, nós reescrevemos o projeto e devemos ter reunião com a Anvisa ainda nesta semana. Vai ser uma questão de um a dois meses. Com relação a chikungunya, ainda estamos acertando no detalhe com grupo europeu que está desenvolvendo, como vamos trazer isso e ganharmos os direitos para o Brasil, mas acho que no começo do ano”, disse.

Segundo o secretário estadual da saúde, David Uip, os casos de dengue caíram 77% em SP neste ano, o que põe na mira do Governo outra prioridade para o próximo verão: “vem iniciando o número relevante de casos de morte. Estamos com atenção envolvendo treinamento de profissionais da área de saúde”.

A ideia inicial do instituto era “envelopar” a vacina da zika na da dengue, o que foi descartado por enquanto já que os prazos de pesquisas são muito diferentes. A da dengue pode chegar em 2018.

Os testes clínicos pra dengue em humanos em mais quatro dos 14 Estados previstos começam em outubro.

Segundo o governador Geraldo Alckmin, pouco mais de mil dos 17 mil voluntários já foram submetidos aos ensaios que seguem até o fim do ano em todo o País: “o mais importante agora é acelerar a vacinação. Se a gente conseguir até o final do ano ter a maior parte dos voluntários vacinados, aí a gente pode no verão ter uma resposta imunológica”.

Além de ser usada pelo Ministério da Saúde, a vacina será comercializada internacionalmente. A população-alvo envolve 2 bilhões de pessoas no mundo.

*Informações da repórter Carolina Ercolin

jovempan

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Babi é paredão, Brasil vence mais uma e avança às quartas em primeiro

O primeiro objetivo foi cumprido na quarta-feira, com a classificação para o mata-mata. E o segundo foi plenamente estabelecido neste domingo, na Arena do Futuro. Dominando Montenegro, medalha de prata em Londres 2012 e já eliminado na Rio 2016, as meninas do Brasil venceram por 29 a 23 e confirmaram o primeiro lugar no Grupo A da Olimpíada. Com o resultado, o handebol feminino não precisa se preocupar com o jogo da Noruega, que mais tarde encara a Romênia, já que venceram as bicampeãs olímpicas na estreia e o confronto direto é o primeiro critério de desempate.

Handebol Brasil comemoração (Foto: Reuters)Jogadoras comemoram vitória com a torcida (Foto: Reuters)

Nas quartas de final, já nesta terça-feira e em busca de uma medalha inédita, o time pega o quarto colocado do Grupo B, no momento a Holanda. Com a definição da última rodada neste domingo, é bem possível que as holandesas sejam confirmadas como rivais da seleção, mas o equilíbrio extremo da competição pode colocar a Suécia, hoje terceira, também no caminho. O horário do confronto ainda será divulgado pela Rio 2016.

A vitória veio mais uma vez com grande atuação da goleira Babi e da central Ana Paula. Com uma defendendo quase 50% das bolas e a outra bem no ataque, o Brasil esteve à frente do placar em todo o duelo. Assim como fez em Londres 2012, o país encerra a primeira fase com o primeiro lugar de seu grupo e quatro vitórias em cinco duelos, confirmando o favoritismo e deixando para trás as dúvidas de quando Morten Soubak optou por ficar em uma chave considerada da “morte”, com três campeões mundiais e dois medalhistas olímpicos.

Ana Paula handebol feminino (Foto: Reuters)Ana Paula comemora mais um gol do Brasil, para desespero das montenegrinas (Foto: Reuters)

O JOGO

Eduarda handebol feminino (Foto: AP)Duda consegue bom arremesso para a seleção (Foto: AP)

Precisando de uma vitória simples para avançar ao mata-mata em primeiro, o Brasil começou o jogo acelerado, sem dar chances para Montenegro. Com cinco minutos, a seleção vencia por 5 a 1, com dois gols de Ana Paula, dois de Alê e mais um de Fernanda. Lá atrás, Babi iniciava a partida realmente como um paredão, defendendo quase tudo. Aos poucos, as montenegrinas, mesmo eliminadas, passaram a oferecer mais resistência, e diminuíram para 6 a 4 com dois gols de Mehmedovic, aos 11 minutos. Só que a força das rivais durou pouco, e com Ana Paula chegando ao terceiro gol, o Brasil voltou a colocar margem: 9 a 5.

Medalha de prata em Londres 2012, Montenegro nem de longe chegou ao Rio com a mesma qualidade técnica. Se há quatro anos já haviam perdido para o Brasil na primeira fase, a equipe europeia passou o primeiro tempo todo atrás, correndo em busca do placar. Com 25 minutos, a seleção brasileira mantinha a ponta com três gols e tinha 12 a 9. Administrando o marcador, as meninas foram para o intervalo vencendo por 12 a 10 e mais perto do primeiro lugar no grupo, o que teoricamente facilita o cruzamento nas quartas de final.

O segundo tempo não começou diferente. Mesmo girando o time e dando rodagem para jovens como Tamires, a seleção mantinha a boa vantagem e com seis minutos vencia por 16 a 12. Em contra-ataque, Fernanda recebeu de Babi e com arremesso de efeito colocou mais um de frente. Ao contrários das demais partidas, a seleção dividiu melhor os gols, e Tamires tinha três, assim como Fernanda chegava a quatro.  Lá atrás, a goleira Babi seguia fazendo defesas incríveis, como quando parou Bulatovic cara a cara. Na metade do segundo período, o time liderava por 21 a 16.

Na segunda metade do período, as montenegrinas chegaram a ensaiar uma reação, mas novamente pararam nas defesas de Babi. Cada bola que ela parava a Arena do Futuro ia ao delírio. Faltando cinco minutos para o fim do jogo, a seleção dominava tecnicamente e liderava por 26 a 22. Atropelando na reta final da partida, as meninas levantaram o público, que mais uma vez cantou “O campeão voltou”. E parece ter voltado mesmo: 29 a 23.

Fernando Handebol Brasil Montenegro (Foto: Damir Sagolj/REUTERS)Fernanda anotou quatro gols sobre Montenegro (Foto: Damir Sagolj/REUTERS)
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Thiago Pereira avança com Phelps e Lochte para final

 Sodré/SSPress
Sodré/SSPress

O Brasil terá apenas um representante na final dos 200m medley. Em um duelo com Michael Phelps e Ryan Lochte, Thiago Pereira conseguiu anotar um tempo suficiente para garantir sua presença na decisão da prova.

“Gostei. 1min57s11, valeu. A grande importância era a vaga na final. Agora estamos aí, mais uma final olímpica, a quarta seguida na prova”, afirmou Thiago Pereira, ao “Sportv”. O nadador ainda agradeceu o apoio da torcida, que em todo instante gritava “Thiago, Thiago”.

“Antes de mais nada, queria agradecer a todos os brasileiros, essa torcida maravilhosa que tem estado aqui todos os dias apoiando a gente. Está sendo único para mim. Isso aí é o que vai ficar marcado para o resto da minha vida”.

O tempo de Thiago foi de 1min57s1, o terceiro melhor da semifinal. Ao contrário do que havia acontecido nas eliminatórias, Michael Phelps foi mais rápido do que Lochte e encerrou com a melhor marca: 1min55s78. O rival nadou para 1min56s28.

“Queria fazer 1min55 hoje e cumpri o planejado. Espero poder nadar ainda melhor amanhã. Vai ser uma batalha, e eu quero deixar tudo que tenho na piscina”, afirmou Phelps.

Também presente na semifinal, Henrique Rodrigues não teve o mesmo sucesso de Thiago. Primeiro a cair na água, o brasileiro sofreu na segunda metade da prova e terminou com o tempo de 1min59s23. Nas eliminatórias, ele havia nadado para 1min58s56.

“Foi uma tática equivocada. De manhã eu nadei mais tranquilo, mesmo. Agora eu resolvi passar mais devagar. Não tem como ficar contente, mas Olimpíada é isso mesmo”, lamentou Rodrigues.

Apesar da piora em relação ao tempo, Rodrigues ficou a apenas uma posição da final. Terminando em nono geral, ele foi superado por Philip Heintz, que nadou para 1min58s85.

“Terminei minha participação aqui. Estou muito feliz, muito contente, mas vou me preparar melhor no futuro”, completou.

Uol

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Botafogo-PB administra vantagem, empata com Ceará e avança às oitavas

Max Oliveira/Mais PB
Max Oliveira/Mais PB

O Botafogo-PB tem feito história na Copa do Brasil 2016. Nesta quarta-feira (20), no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza, mais um capítulo foi escrito. O Belo soube administrar o esfacelado Ceará por desfalques e confirmou sua classificação para as oitavas de final da competição. O empate sem gols foi o suficiente, já que no jogo de ida, no Almeidão, o time paraibano aplicou 3 a 0.

Sem o lateral esquerdo Jefferson Recife suspenso, o técnico Itamar Schulle optou pelo lateral direto Ângelo, que fez a função sem comprometer. A distribuição tática foi a mesmo das partidas anteriores.

E a partida se desenhou a caráter do Belo, em um ritmo cadenciado. Sem a dupla de ataque titular, Rafael Costa e Bill, o Ceará não foi efetivo. Ao total foram seis desfalques, o que explica a pouca efetividade da equipe na partida. A não ser a cabeçada à queima-roupa de Robinho, que Michel Alves fez grande defesa, aos 13 minutos do segundo tempo, o goleiro do Belo pouco trabalhou. Alex Amado, aos 28 minutos, e Ricardinho, nos acréscimos, ainda acertam a trave E só.

A enorme vantagem fez com que o time pessoense não se aventurasse tanto ao ataque, optando por se defender atrás da linha da bola e trocar passes no meio campo. A melhor chance foi com Rodrigo Silva. Marcinho acionou Carlinhos que observou o camisa 9, livre, ele finalizou na rede do lado de fora.

Os confrontos das oitavas de final são decididos em sorteio. Os brasileiros participantes da Taça Libertadores da América – Corinthians, Atlético-MG, Grêmio, São Paulo e Palmeiras -, no primeiro semestre, além do Internacional, quinto colocado no Campeonato Brasileiro do ano passado, entram na disputa.

Ficha técnica

Data-Horário: 20/07/2016, às 19h30
Competição: Copa do Brasil – 3ª fase
Árbitro: Italo Medeiros de Azevedo (RN)
Assistentes: Leandro Lincoln Santos Neves (RN) e Ruan Neres Souza de Queiros (RN)
Cartões amarelos: Rafinha (C); Djavan e Danielzinho (B)
Cartão vermelho: nenhum

CEARÁ: Éverson; Robinho, Sandro, Charles (Lucas) e Eduardo (Thomaz Bastos); Baraka, Ricardinho e Felipe; Serginho, Caio César (Alex Amado) e Rafinha. Técnico: Sérgio Soares.

BOTAFOGO-PB: Michel Alves; João Paulo, Plínio, Marcelo Xavier e Ângelo; Djavan, Sapé, Pedro Castro e Marcinho (Assis); Danielzinho (Carlinhos) e Rodrigo Silva. Técnico: Itamar Schulle.

Maurílio Júnior – MaisPB

 

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Revisão do Estatuto do Desarmamento avança na Câmara Federal

desarmamentoPor 19 votos a 8, deputados aprovaram nesta terça-feira (27) o parecer de Laudivio Carvalho (PMDB-MG) propondo mudanças no Estatuto do Desarmamento (Projeto de Lei 3.772/12). A votação foi realizada na comissão especial instalada na Câmara para discutir a legislação. Destaques ao projeto ainda serão analisados na próxima terça-feira (3). A proposta, intitulada Estatuto de Controle de Armas de Fogo, flexibiliza as regras em vigor e reduz, por exemplo, de 25 para 21 anos a idade mínima para o porte de armas. Concluída a fase de destaques, o texto seguirá para votação em plenário.

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Diferentemente do atual estatuto, que obriga o interessado a declarar a efetiva necessidade da arma – o que permite que a licença venha a ser negada ou recusada pelo órgão expedidor –, o novo texto assegura a todos os cidadãos, desde que cumpram pré-requisitos exigidos em lei, o direito de portar armas de fogo com o objetivo de proteção do patrimônio ou legítima defesa.

O projeto determina a exigência de curso para comprovar a habilidade do cidadão no manejo de arma de fogo, e prevê quatro tipos diferentes de licença: funcional; pessoal; para porte rural; e de atirador e caçador. O texto define ainda que as licenças são pessoais, intransferíveis e válidas por dez anos em todo o território nacional.

A licença funcional assegura o porte de arma para diversas categorias, como senadores e deputados; membros da Advocacia-Geral da União; agentes de fiscalização do Sistema Nacional do Meio Ambiente; agentes de segurança socioeducativos; e peritos e auxiliares de órgãos de perícia oficial de natureza criminal.

Divergências

Durante a sessão, membros da comissão divergiram em relação às consequências do acesso da população a armas de fogo. Alessandro Molon (Rede-RJ) disse que a aprovação do projeto “é uma confissão de falência do poder público”. ”O que está sendo dito hoje aqui é ‘graças à nossa incompetência, defendam-se vocês,virem-se vocês, salvem-se vocês’”, declarou o deputado fluminense durante a sessão.

Por outro lado, João Rodrigues (PSD-SC) afirmou que o projeto irá permitir que a população se defenda. Ao comentar o posicionamento do secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, contrário às alterações propostas no estatuto, João Rodrigues o acusou de não querer trabalhar. “Alguns secretários que estão se manifestando não querem mais trabalho, porque lhes faltam capacidade e competência para controlar a violência em seus estados”, disparou o deputado.

Congresso em Foco