Arquivo da tag: avaliar

TCE-PB reunirá prefeitos para avaliar políticas públicas e regimes de previdência

O Tribunal de Contas da Paraíba promoverá nesta quinta (11) e sexta-feira (12), o 1º Painel de Avaliação de Políticas Públicas, destinado a apresentar aos prefeitos paraibanos os resultados de levantamentos feitos por meio de auditorias operacionais da Corte nas áreas de educação, saúde, saneamento, meio ambiente e mobilidade urbana.

Aberto também às equipes técnicas dos municípios, o evento é organizado pela  Escola de Contas Otacílio Silveira, e acontecerá das 7h30 h às 13h, no auditório e nas salas 1 e 2 do Centro Cultural Ariano Suassuna, pertencente ao TCE. A Ecosil, coordenada pelo conselheiro Marcos Costa, é responsável pela organização de conteúdo pedagógico e pela disseminação de conhecimento junto aos gestores.

Na sexta-feira (12) será reservada, no mesmo horário, ao debate de um tema específico: o sistema previdenciário. No segundo dia, dentro da programação do painel, acontecerá o I Seminário Estadual de Previdência, também realizado em parceria com a Associação Paraibana dos Regimes Próprios de Previdência – Asprev.

Acesse a programação do evento AQUI

Assessoria

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Bancos oferecem 10% de aumento; empregados ainda vão avaliar proposta

greve-dos-bancosOs integrantes do Comando Nacional de Greve dos Bancários estão reunidos em São Paulo para avaliar a nova proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), de aumento salarial de 10% e reajuste de 14% sobre os vales-refeição e alimentação. A oferta patronal foi apresentada nesta sexta (23), em rodada de negociações em São Paulo.

No caso da correção dos vencimentos, houve uma pequena elevação sobre a última proposta, definida em 8,75%, mas que foi rejeitada pela categoria.

Os bancários entraram nesta sexta-feira no 18º dia de greve. De acordo com nota divulgada pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, os bancos pretendem descontar os dias parados ou cobrar dos empregados a reposição das horas não trabalhadas.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

As negociações em torno do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal vão ocorrer de forma separada, assim que terminarem as discussões entre os representantes dos bancários das demais instituições e da Fenaban.

Os bancários reivindicavam, inicialmente, reajuste de 16% (aumento real de 5,6%), com piso salarial R$ 3.299,66 e Participação em Lucro e Resultados de três salários-base, mais parcela adicional fixa de R$ 7.246,82. A categoria também pede vale-refeição e vale-alimentação no valor de R$ 788 e melhores condições de trabalho, com o fim das metas individuais.

Agência Brasil

Em greve, professores da UFCG realizam assembleia para avaliar proposta

ufcgO Comando Local de Greve da ADUFCG realizará nesta quinta-feira (30/07), a partir das 9h30, uma assembleia geral dos professores da UFCG para avaliar as propostas do Governo Federal para a categoria. Em Campina Grande a assembleia ocorrerá no Auditório do Centro de Extensão José Farias da Nóbrega e em Cuité, Sumé e Pombal nas sedes dos campi. A categoria está em greve desde 25 de junho.

A avaliação da proposta do Governo Federal será o segundo ponto de pauta que também incluir informes, avaliação da conjuntura e momento da greve e discussão sobre o 60º Conselho das seções sindicais do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições do Ensino Superior – ANDES-SN.

A posposta do Governo Federal, por meio do Ministério do Planejamento, foi rechaçada duas vezes pelo Fórum dos Servidores Públicos Federais, que reúne 23 categorias, pois implica em perdas salariais e é por muitos considerada um confisco salarial. O Governo ofereceu um percentual de 21,3%, parcelado em 4 anos: 5,5% em 2016; 5% em 2017; 4,75% em 2018 e 4,5%, em 2019. Isso significa o abandono de perdas passadas e cortes de salários, pois o cálculo está abaixo da inflação. O índice de inflação anual oficial (IPCA) divulgado em 26 de junho é de 9%. Os servidores reivindicam um reajuste de 27,3% em janeiro de 2016.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Na avaliação da conjuntura e momento da greve, os professores decidirão sobre a continuidade da paralisação que foi iniciada no dia 25 de junho. A greve nacional dos docentes completou ontem dois meses e a avaliação da categoria é que mesmo a inaceitável proposta do Governo Federal só surgiu porque os professores paralisaram, pois o ANDES-SN buscava desde março deste ano uma negociação com os Ministérios do Planejamento e da Educação, sem obter respostas.

A proposta do Governo também não contempla as propostas da pauta específica dos professores que inclui reestruturação da carreira docente, defesa do caráter público da universidade, melhores condições de trabalho e ensino, garantia da autonomia universitária e valorização salarial de ativos e aposentados.

Assessoria

TJ decreta ilegal greve dos professores da rede estadual; Sindicato se reúne neste sábado para avaliar decisão

professores-na-alpbO Tribunal de Justiça decretou na tarde desta sexta-feira (24)  a ilegalidade da greve dos professores estaduais. A decisão foi do desembargador João Alves.

A decisão da Justiça pegou de surpresa o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação da Paraíba (Sintep). De acordo com o diretor administrativo da entidade, Antônio Arruda , o comando regional de greve vai se reunir às 10 horas da manhã deste sábado (25) para avaliar a decisão do TJ.

De acordo com o desembargador, o retorno às funções deve acontecer no prazo de 48h, sob pena de multa e corte de ponto dos servidores da Educação.

Para João Alves o serviço da categoria é essencial e em caso de descumprimento a multa deverá ser paga pelo sindicato no valor de R$ 5 mil por dia.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Os professores do Estado estão em greve desde 31 de março e reivindicam reajuste do Ministério da Educação de 13,01%, por força de lei federal; reajuste de 9% e regime de trabalho T-30 para funcionários; revisão do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) do Magistério e aprovação do PCCR dos funcionários; elevação da gratificação de direto e eleições diretas em todas as escolas; pagamento integral do piso do Magistério.

Paulo Cosme

“O evento superou nossas expectativas.” Disse o Prefeito Edgar Gama ao avaliar a festa de São Pedro 2014

 

edgardA declaração foi dada durante uma conversa com a imprensa. Para o Prefeito do município de Belém, Edgar Gama, o evento superou todas as expectativas e o público que passou pela festa foi bem superior aos de edições passadas. Para ele foi uma das maiores festas da história.

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

A programação começou na terça-feira, 01 de Julho, com o IV festival de quadrilhas juninas que, para o Secretário de Comunicação do Município, Rodrigo Costa, a participação das quadrilhas e do público que prestigiou as apresentações, foi bem maior que nas edições anteriores. – Foram mais de 20 municípios representados por quadrilhas juninas -. O Secretário destacou ainda a entrega da premiação, num total de R$ 1.800,00 (um mil e oitocentos reais), para as campeãs, que aconteceu no término do Festival.

 

O evento contou com duas estruturas de palco e som. A estrutura montada no largo da rodoviária, para acomodar os apreciadores do forró pé de serra, contou com show de Ramon e Banda, Xote Bom, Forró de Cabo A Rabo, Forró das Marias, Neco Lobão e Banda e outras atrações.

 

No palco principal, passaram nas primeiras noites, atrações como Garota Safada, João Lima, Gabriel Diniz, As Coleguinhas e outras. Na última noite – Sábado (05) -, subiram ao palco Bem Bolado, Raniery Gomes e Forró Pegado. O evento foi encerrado na manhã desse domingo com o tradicional trio da ressaca, ao som de Farra da Riqueza.

 

A vice-prefeita do município, Betânea Barros, avaliou que o sucesso da festa foi total, superando todas as expectativas. Betânea destacou que um dos motivos para o crescimento da festa é a forma receptiva como o Belenense recebe os visitantes, também destacou a tranquilidade no evento. A vice-prefeita ressaltou os esforços do atual gestor na realização do evento, uma vez que o município enfrenta dificuldades. Também Parabenizou a equipe responsável pela realização da festa, dizendo que o sucesso é o resultado de um trabalho feito por uma equipe compromissada.

 

O Prefeito Edgar Gama declarou que a festa não é somente de Belém, mas pela sua grandeza, pertence à Paraíba. “A cada ano, estamos superando os anos anteriores em número de participantes. A festa cresce e hoje já pertence à Paraíba, não somente a Belém.” Comentou, acrescentando que devido a esse crescimento, já há uma preocupação quanto ao local da realização do evento.

 

Com a realização da festa, Edgar disse que a economia local é aquecida. -Há um aumento na movimentação em bares, restaurantes, salões de beleza, comércio varejista e em outros setores -. A expectativa é de que algo em torno de 6 milhões circulou na economia local, durante os dias de festa.

 

Para a organização do evento, mais de 80 mil pessoas passaram pela festa durante os dias de sua realização.

 

O Chefe do Executivo Municipal destacou os apoios do Banco do Bradesco, Caixa Econômica, Coca Cola, Kaiser, Pitú, Tinta lux, comerciantes da cidade e fornecedores, na realização da festa.

Assessoria de Imprensa do São Pedro de Belém-PB

Elas falam o que acham de aplicativos para avaliar o outro

aplicativosO Lulu, aplicativo que ‘bombou’ nas últimas semanas, tinha o objetivo de dar a oportunidade às mulheres de avaliarem, anonimamente, o desempenho de ex-companheiros com base em dados do Facebook. Para essa semana, estava previsto o lançamento da versão masculina, o Tubby, no qual os homens poderiam comentar a performance sexual delas. “Sua vez de descobrir se ela é boa de cama” era a frase de boas-vindas. O aplicativo chegou a ser proibido pela justiça brasileira, com a justificativa de que seria uma forma de violência contra a mulher, e na sexta-feira (6) foi feito o anúncio oficial, em vídeo, de que tudo não passava de uma crítica ao machismo.

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Mas o que elas pensam sobre esse tipo de avaliação pública?

 

Parece que voltamos à escola, quando as enquetes passavam de sala em sala. Quem não inventava uma vantagem ou aproveitava para cutucar um desafeto?

 

Algumas mulheres se anteciparam e trataram de excluir o perfil antes mesmo de poderem ser avaliadas. É o caso da publicitária Larissa Mattar Rozanski, 25. Ela está solteira, mas quando soube dos boatos excluiu a conta porque achou “os termos muito pesados”. “Foi divulgado que teriam coisas como #engoletudo. Qualquer um pode ir lá e avaliar como quiser. Eu tenho familiares e pessoas do trabalho que poderão ter acesso a essas informações e eu poderia ter a minha imagem denegrida”, afirma.

 

Já a jornalista Paula Silva, 25, atualmente está namorando, mas não estava preocupada em desaparecer do aplicativo. “Não excluiria o meu perfil por dois motivos: sou avessa às novidades tecnológicas e me atrapalharia ao fazê-lo. E não me importo com a opinião alheia. Sei que qualquer um – inclusive um completo estranho – pode fazer um tipo de ‘avaliação’. Basta o mínimo de bom senso para não levar essa bobagem a sério”, pontua.

 

“Mesa de bar”
Nenhuma das entrevistadas pelo Terra vê algo positivo em um aplicativo como o Tubby. Segundo a analista de desenvolvimento Manuella Vargas, 23, este tipo de aplicativo tem a mesma função que uma mesa de bar ou uma roda de amigos. “Dali sempre saíram os comentários e a ‘pontuação’ para os paqueras como existe hoje nos aplicativos. O grande problema além da exposição é a intenção da pessoa que está dando sua opinião, como estar impulsionada por raiva, rancor ou querendo uma vingança, por exemplo.”

Se você precisa de um aplicativo ou tecnologia pra conhecer alguém, daqui a pouco estará namorando uma máquina

 

A assessora de imprensa Priscila Gomes de Freitas, 28, classifica a novidade como “perda de tempo”. “Vi em uma reportagem uma menina falando que o Lulu era um aplicativo para ajudar as mulheres modernas a se relacionar. Achei ridículo porque se você precisa de um aplicativo ou tecnologia pra conhecer alguém, daqui a pouco estará namorando uma máquina.”

 

Paula ressalta que a prática é invasiva e perigosa. “Ambos [Tubby e Lulu] têm como objetivo expor intimidades e disseminar mentiras. Parece que voltamos à escola, quando as enquetes passavam de sala em sala. Quem não inventava uma vantagem ou aproveitava para cutucar um desafeto? A oportunidade é apenas para quem quer brincar com os amigos ou prejudicar alguém. Gente ressentida deve gostar”, afirma.

 

Larissa concorda e reforça que a prática da avaliação via rede social acaba soando como invasão de privacidade. “Principalmente em se tratando de coisas tão íntimas que podem ser ditas por pessoas que você nem tem em sua rede de amigos. Mesmo se bem avaliado, o legal é ouvir um elogio pessoalmente, saber de onde veio”, analisa.

“Cardápio humano” 
O fato de um homem se pautar pelo que veria no aplicativo também conta como ponto negativo na opinião delas. Para Manuella, ter a avaliação do Tubby como parâmetro é um indicativo de que  eles não querem nada sério. “Mostraria que o cara definitivamente estaria saindo para a caça e não para conhecer realmente alguém. Até porque, com tantas opções em um ‘cardápio humano’ , se ele já sabe o que quer vai pelo caminho mais fácil”, observa.

 

Para Larissa, “homem que é homem não baixa esse tipo de aplicativo”. “Nem para fuçar e muito menos pra avaliar, afinal de contas o bar esta ai desde 1950 pra isso, não é mesmo? Resumindo, ele seria descartado na mesma hora”, enfatiza.

 

Paula não se importa com o fato do homem olhar, apenas pela curiosidade. “O que contaria é a opinião dele sobre o aplicativo e o quanto dá valor a uma hashtag.”

 

Novo aplicativo seria a 'revanche' dos homens na avaliação das mulheres Foto: Getty Images
Novo aplicativo seria a ‘revanche’ dos homens na avaliação das mulheres
Foto: Getty Images

Só uma olhadinha
Quando o poder está nas mãos delas, voltando ao Lulu, elas contam que usariam o aplicativo apenas por curiosidade.

 

Paula ressalta que o aplicativo pode parecer engraçado, mas tem limite. “Até que nos afete de alguma forma. Eu teria ciúmes de olhar, com certeza. Por isso não procurei, não perguntei para nenhuma amiga que tenha baixado o aplicativo”, conta.

 

Para Priscila, o Lulu não seria algo útil. “Para isso temos Facebook, Twitter. Nestas redes sociais você consegue ver um pouco do que a pessoa é, mas claro que para conhecê-lo só convivendo mesmo. O que eu penso mesmo é que a avaliação tem que ser minha. Não vou ficar olhando avaliações de outras pessoas pra decidir se quero me relacionar com alguém ou não.”

 

Basta o mínimo de bom senso para não levar essa bobagem a sério

Larissa também não aprova os apps, mas conta que baixou o Lulu e deu “uma olhada”. No entanto, se a página fosse de alguém com quem estivesse se relacionando, a coisa mudaria de figura. “Imagina eu ler que o meu namorado foi avaliado com ‘mãos magicas’? Eu poderia até guardar pra mim, mas por dentro eu iria me corroer”, afirma.

 

Ela acredita que apesar de as hashtags serem engraçadas, a prática deve ter limite. “Essa brincadeira pode sim estragar relacionamentos, pode queimar a pessoa em ambientes de trabalho, pode gerar bullying e trazer uma série de problemas de autoestima para pessoa, tanto ela sendo homem quanto mulher”, conclui.

 

Homem que é homem não baixa esse tipo de aplicativo

 

Terra 

Senadores começam a avaliar nesta semana proposta alternativa que garanta mais recursos para a saúde

hospitalMesmo com o esforço da base aliada para antecipar a discussão sobre a proposta que garantirá recursos extras para a saúde, o debate se arrasta. Nesta semana, mais uma reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deve continuar tratando do assunto. O governo conseguiu negociar uma alternativa à proposta de destinar 10% da receita corrente bruta da União para a área, que chegou em um projeto de iniciativa popular. Em diversas ocasiões, representantes do Executivo tentaram mostrar que as contas não fechariam. Como alternativa, o governo sinalizou que pretende destinar 15% da receita corrente líquida para a área.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), escalado para relatar a matéria, deve ser também um dos grandes defensores da solução encontrada pelo Planalto para o impasse. A estratégia é incluir o financiamento para a área na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Orçamento Impositivo, que estabelece a obrigatoriedade da execução das emendas parlamentares até o limite de 1% da receita corrente líquida do ano anterior.

A proposta define ainda uma escala crescente do percentual que seria aumentado para a área, que só em 2018 chega a um valor de quase R$ 147 bilhões. Pelas contas de Braga, o texto já garante, no próximo ano, um aumento de quase R$ 7 bilhões destinados à saúde.

Apesar do apoio do líder governista, o Planalto ainda deve ter trabalho para conseguir a aprovação desse texto com folga. “A proposta não é ruim, mas a gente pode melhor”, avaliou o senador Humberto Costa (PT-PE). Os senadores da CCJ querem encurtar esse prazo para que o acréscimo de 15% para a saúde seja alcançado em menos tempo.

Para a medida valer, a PEC do Orçamento Impositivo precisa ser aprovada na CCJ e depois analisada e votada em dois turnos no plenário. Se o governo conseguir incluir a alternativa, o texto terá que ser novamente votado na Câmara.

 

Agência Brasil

Saiba o que avaliar na hora de decidir por empregada ou diarista

diaristaDiante das mudanças trazidas com a aprovação da PEC das Domésticas – que iguala os direitos dos trabalhadores domésticos aos dos demais trabalhadores urbanos e rurais, com benefícios como hora-extra e FGTS – alguns empregadores cogitam a possibilidade de demitir seu funcionário para substituí-lo por uma diarista.

Tomar esta decisão, no entanto, vai além do cálculo meramente matemático, destacam especialistas consultados pelo G1. “Vai depender muito da estrutura da casa. Casais sem filhos, ou com filhos grandes, ou ainda uma casa em que, apesar de haver filhos pequenos, a mulher não trabalha fora, a troca pode valer a pena”, diz Cláudia Moreira, proprietária da agência Elite Brasil, especializada no recrutamento de profissionais do lar que atua há oito anos em São Paulo.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Veja algumas variáveis importantes na hora de decidir:

Salário
Antônio Vicente da Graça, diretor da AVG Assessoria Empresarial e colaborador da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) faz uma simulação a pedido da reportagem.

Partindo de um exemplo em que a empregada doméstica ganhe um salário mínimo nacional e meio por mês, o equivalente a R$ 1.017. “Fazendo os efeitos mensais, das verbas anuais, este valor sobe para R$ 1.570 – incluindo encargos, mais efeito da PEC só sobre FGTS”, explica o consultor. Se esta mesma funcionária fizer uma hora extra por dia, cinco vezes na semana, o valor sobe para aproximadamente R$ 1.747, já com vale-transporte incluído.

Além do salário mensal, o empregador vai pagar mais 12% de INSS patronal e 8% de FGTS. Para calcular a hora-extra, é preciso dividir o valor do salário bruto por 220. Sobre o valor encontrado deve ser somado mais 50% deste valor.

“Uma empregada que receba R$ 1.200, eu divido este valor por 220 e chego a R$ 5,45. Ao somar os 50% de hora-extra, o valor sobe para R$ 8,18, que é o custo de cada hora-extra desta funcionária em questão”, explica Welinton Mota, diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil.

As horas-extras também vão refletir no valor das férias e do 13º salário. “O patrão precisa pegar o total em reais de horas recebidas no ano, dividir por 12 e, ao final, obter a média mensal. Este valor que encontrou vai ter que ser adicionado às férias e ao 13º salário.”

Supondo que o custo médio de uma diarista seja de cerca de R$ 100, mais R$ 10 de transporte, se o empregador contratar os serviços duas vezes na semana terá um gasto mensal aproximado de R$ 880.

“Essa profissional não tem direito a férias, 13º salário, hora-extra, ela é autônoma”, lembra Cláudia.

Burocracia
Para ter uma empregada doméstica legalizada é preciso assinar a Carteira de Trabalho da funcionária, incluindo o nome do empregador, endereço, CPF, tipo de local onde o trabalhador atuará e a função que exercerá. Somente a partir desse registro que o empregado poderá se inscrever no Instituto Nacional de Previdência Social (INSS). Os especialistas também orientam a elaborar um contrato de trabalho.

Com relação às diaristas, o indicado é que o empregador peça à trabalhadora que assine um recibo em que consta o pagamento do dia de trabalho. “Assinou o recibo, perdeu completamente o vínculo”, diz Gilvane Silva, diretor da agência de empregos Humaitá.

Horário
A PEC das Domésticas limitou a carga de trabalho dessas profissionais a oito horas diárias. O que exceder este horário deverá ser remunerado com o pagamento de hora-extra.

Com relação às diaristas, embora não haja regulamentação para a categoria, Cláudia diz que eles convencionaram trabalhar, no máximo, oito horas por dia. “Elas não trabalham mais que isso.”

Domingos e feriados
Como qualquer trabalhador celetista, as domésticas têm direito a uma folga semanal remunerada e em feriados. Se ela trabalhar, deverá ser remunerada. O pagamento equivale ao valor de um dia de trabalho, acrescido de 50%.

No caso da diarista, se o empregador quiser contratar a funcionária num dia de feriado ou em um domingo, por exemplo, vai pagar o valor habitual da diária – desde que ela tenha disponibilidade e interesse em trabalhar no dia solicitado.

“É uma profissional autônoma, ganham mais. Não tem um raciocínio de direitos. O negócio delas é o hoje. ‘Vou ganhar R$ 500 por semana. Se quiser trabalhar aos sábados, vou ganhar R$ 600’. Não estão preocupadas com férias, 13.º, direitos. Tiram R$ 2 mil por mês com facilidade, se quiserem”, diz Cláudia.

Relação
A relação com a funcionária também é diferente, dependendo da profissional. “A doméstica faz parte da sua vida, sabe o que tem na sua gaveta, na sua despensa. A diarista tem outro perfil. Chega para fazer o trabalho dela e vai embora. É uma pessoa mais prática. Não está ali para te mimar”, detalha a proprietária da Elite Brasil.

Outras variáveis
Antônio da Graça lembra que, no caso da empregada doméstica, existem ainda o que ele chama de “compromissos da burocracia”. “O patrão vai ter que fornecer, por exemplo, informe de rendimentos. Nem toda família está apta a fazer isso. A PEC não fala dessas coisas, que são os custos invisíveis, que não estamos mensurando aqui. As famílias vão ter que ter um contador para fazer, por exemplo, e é mais uma despesa.”

Quanto à opção pela diarista, Welinton Mota, da Confirp, faz um alerta, dizendo que a lei trabalhista é de interpretações conflitantes. “A habitualidade não se conta por dia da semana, se conta por mês. Há juízes que entendem que duas vezes na semana não constitui vínculo, e há outros que podem interpretar que sim. Portanto, não podemos descartar este risco, ainda que pequeno.”

“A família pode precisar de uma empregada e ter um determinado ritmo de vida. Se chegar num momento em que aquilo fique além das suas posses, não vai se endividar. Portanto, vai ter que se adequar, mudar os hábitos familiares”, opina Graça, da AVG.

Para além das contas, ele sugere que vivemos hoje um processo de “deseducação” e que as mudanças podem trazer alterações benéficas. “Vou sacrificar minha família financeiramente se ficar com a empregada? Então, vou demitir e colocar todo mundo para trabalhar”, diz, referindo-se a pessoas que hoje nem sequer tiram o próprio prato da mesa após uma refeição.

 

 

G1

Reunião com secretários servirá para avaliar os dois meses de trabalho e plano para os próximos 60 dias, afirma Joselito Feitosa

 

Denise-AlbuquerqueA Prefeita de Cajazeiras, Denise Albuquerque se reuni nesta quinta-feira (14) com todos os seus secretários, para uma avaliação dos dois primeiros meses de governo. Os assessores apresentarão um relatório das ações realizadas durante este período, bem como um plano de trabalho para os próximos 60 dias, afirmou o Secretário de Articulação Politica, Joselito Feitosa de Lima.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Para a prefeita, as mudanças foram muitas, praticamente em todas as secretarias municipais. Mudança de pessoal, cargos comissionados e as novas equipes de coordenações foram inseridas rapidamente para que os serviços não pudessem parar. “É um período de adaptação, mas de muitas cobranças. Com muita força de vontade e comprometimento de todos, inclusive dos servidores efetivos, haveremos de deixar a marca desta gestão nesse primeiro momento. Mudanças já são vistas na contabilidade pública, na lei da transparência, na questão patrimonial que deverá ser trabalhada intensamente e nos novos métodos de prestação de contas de compras e licitações. Estamos pagando os servidores em dia e tentando deixar o município adimplente para receber recursos da união. Tudo está sendo feito as claras, sempre cumprindo as leis e escutando todas e todos,” reforçou.

Segundo Joselito Feitosa, todos os secretários municipais serão cobrados sobre as ações e ao mesmo tempo receberão orientações sobre os recursos estaduais e federais que podem ser conseguidos através de convênios para a cidade. “A equipe é muito boa e o entrosamento é a palavra chave para que a maioria dos projetos caminhem,” disse. De acordo com Joselito, a reunião acontece ás 16hrs na sede da Amasp (Associação dos Municípios do Alto Sertão Paraibano).

 

 

 

Secom – PM Cajazeiras para o Focando a Notícia

TCE vai reunir prefeitos eleitos para avaliar andamento de transição

O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) deverá se reunir no próximo dia 27 de novembro com os 223 prefeitos eleitos no Estado. A intenção é avaliar o andamento da transição de governo, especialmente nos municípios em que não houve reeleição, assim como recomendado na resolução normativa 09/2012, aprovada pelo órgão no último dia 17 de outubro, com base na Lei de Responsabilidade Fiscal. Todos terão que nomear uma comissão para analisar os documentos e emitir um relatório técnico de transição.

A resolução normativa 09/2012 recomenda que os prefeitos devem obedecer um prazo de dez dias após a homologação da eleição para designar a comissão de transição, que deverá ser formada por pelo menos um representante do prefeito eleito. O texto, conforme explicou o presidente do TCE-PB, Fernando Catão, é similar ao que foi aprovado para as eleições municipais de 2008. “Ela sofreu algumas adequações à legislação, apenas”, disse.

A instalação dos gabinetes de transição não é obrigatória, mas o acesso aos dados da gestão deve ser garantido. O TCE-PB orientou os prefeitos eleitos a emitirem um recibo ao ex-prefeito, requisitando levantamentos, demonstrativos e inventários da administração municipal. O ex-gestor municipal deverá disponibilizar, entre outros documentos, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LOA) e o Plano Plurianual (PPA) referentes ao exercício 2013, os termos de conferência de saldo em caixa, de verificação de saldo bancário, conciliação bancária, relação de valores pertencentes a terceiros, balancetes mensais, demonstrativo da dívida fundada e inventário atualizado dos bens patrimoniais.

O ex-prefeito terá ainda que especificar ao gestor eleito a relação dos servidores municipais, com referência aos funcionários estáveis, pertencentes ao quadro suplementar, admitidos através de concursos públicos, e os admitidos por prazo determinado a partir de 2 de janeiro de 2009. Além disso, o gestor anterior deverá disponibilizar o demonstrativo das obras em andamento, com resumo dos saldos a pagar e o percentual que indique o seu estágio de execução, a relação dos precatórios a serem pagos nos exercícios vindouros e os contratos que venceram até o final do exercício de 2012, correspondentes ao fornecimento de produtos e serviços, como combustível, merenda escolar, medicamentos e vigilância.

A resolução determina ainda que os membros da comissão comuniquem ao TCE-PB a não apresentação dos documentos exigidos na resolução.

JPonline