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Vereador Pedrinho Batista lamenta atitude da oposição de Bananeiras por aprovar aumento desigual na contribuição da Previdência 

O vereador de Bananeiras, Pedrinho Batista, lamentou a atitude da bancada de oposição por votar um aumento desigual na contribuição da Previdência Municipal, prejudicando o servidor em contrapartida a classe patronal.

De acordo com Pedrinho, o Poder Executivo enviou ao Parlamento o Projeto de Lei Complementar 01/20, que prevê a adequação das alíquotas do Instituto da Previdência Municipal – a reforma da Previdência local.

Ele esclareceu que o texto principal enviado pela prefeitura indicava a alteração da alíquota do servidor público de 11% para 14% e, em contrapartida, a patronal seria alterada de 17% para 28%.

Contido, ainda conforme o vereador Pedrinho, a bancada de oposição apresentou uma emenda substitutiva para aumentar a contribuição do servidor de 11% para 14% e manter a patronal em 17%, “retirando do pequeno e deixando no mesmo patamar anterior a contribuição patronal, indo de encontro a moralidade. Ofertamos a possibilidade de aumento isonômico de 3% para o servidor, bem como da parte patronal, proposta não aceita pela oposição que estava irredutível em manter em 17% a contribuição patronal”.

O parlamentar lamentou a atitude da oposição. “Mais uma vez a oposição tenta atingir a gestão e atinge a população, colocando em risco o futuro dos servidores. Todos os municípios estão aumentando ambas as alíquotas para 14% e 28%. Bananeiras se torna um ponto fora da curva”, enfatizou.

FN com assessoria

 

 

Cartórios registram aumento de 31% nos óbitos por Doenças Cardiovasculares no Brasil

Novo módulo do Portal da Transparência do Registro Civil, desenvolvido em parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), apresenta números de mortes por causas cardíacas durante a pandemia da COVID-19

Os Cartórios de Registro Civil brasileiros registraram um aumento de 31% no número de mortes por Doenças Cardiovasculares no período de 16 de março a 31 de maio deste ano, em comparação com o mesmo período de 2019. Os dados fazem parte do novo módulo do Portal da Transparência, lançado nesta sexta (26.06), que reúne os óbitos por doenças cardíacas e que foi desenvolvido pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) em parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

O painel Especial Covid-19, que já contabilizava os óbitos causados pelo novo coronavírus e também os relacionados às mortes por causas respiratórias, passa agora, também, a apresentar os falecimentos por causas cardiovasculares – como morte súbita, parada cardiorrespiratória, choque cardiogênico – doenças que registraram crescimento no período analisado. No total, os óbitos por estas enfermidades saltaram de 14.938 em 2019 para 19.573 em 2020, e estão contabilizados no grupo Demais Óbitos Cardiovasculares.

Entre os estados que mais contabilizaram aumento no número de mortes por Doenças Cardiovasculares no período analisado está o Amazonas, com aumento de 94%, seguido por Pernambuco, 85%, São Paulo, 70%, Ceará, com crescimento de 63%, Espírito Santo, 45%, Alagoas, 43%, Rio Grande do Norte, 35%, e Pará, 34%. O Distrito Federal, registrou aumento de 19%, enquanto Rio de Janeiro e Paraná, viram um crescimento de 15%. Ao todo, 23 Unidades Federativas registraram aumento de mortes por causas cardíacas.

Já as mortes por Síndrome Coronariana Aguda (Infarto) e Acidente Vascular Cerebral (AVC) registraram queda no período analisado, -14% e -5% respectivamente, o que pode estar diretamente relacionado ao aumento do número de mortes em domicílio e à dificuldade do diagnóstico exato, analisa o presidente da SBC, Marcelo Queiroga.

“A forte correlação positiva entre o aumento de mortes cardiovasculares e domiciliares não especificadas corrobora essas explicações, pois pode sugerir que pelo menos algumas das mortes por infarto e AVC ocorreram em casa, impedindo o diagnóstico correto. Por outro lado, eventos cardiovasculares agudos podem ter diminuído em alguns locais, devido a riscos competitivos e menor exposição a gatilhos secundários de eventos cardiovasculares, como a poluição do ar”, explica Queiroga.

Segundo o médico cardiologista, “além de fatores baseados no paciente, reorganização dos sistemas de cuidados agudos, como: desativação de serviços específicos para atender às necessidades urgentes de emergência ou terapia intensiva, delimitação de hospitais específicos da COVID-19 e implementação de vias terapêuticas alternativas; que visam mitigar os efeitos da pandemia, podem impedir ainda mais a apresentação do paciente aos cuidados médicos. Assim, é necessário realizar campanhas públicas para conscientizar sobre a importância do cuidado cardiovascular, mesmo durante esse período desafiador. É de notar que os efeitos deletérios sobre eventos cardiovasculares podem durar mais que a própria pandemia, pois as prevenções primárias e secundárias estão sendo adiadas nesse contexto”.

Desenvolvido mediante rigorosos critérios de pesquisas na área cardiovascular, o painel traz uma metodologia própria de contabilização das causas mortis, seguindo os critérios hierárquicos das regras da Classificação Internacional de Doenças e problemas relacionados à saúde (CID-10), com o objetivo de identificar a ordem das causas de falecimento de modo a especificar a doença que levou o paciente a óbito.

“O Portal da Transparência do Registro Civil se mostrou um importante instrumento de informações à sociedade e ao Poder Público, gerando o interesse de outras áreas em mapear o impacto da pandemia em sua especialidade”, diz o vice-presidente da Arpen-Brasil, Luis Carlos Vendramin Júnior. “A parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, que nos ajudou a desenvolver os critérios para o Portal, coloca à disposição dos médicos os dados para uma análise criteriosa dos impactos da COVID-19 na sociedade”.

As estatísticas apresentadas na ferramenta se baseiam nas Declarações de Óbito – documentos preenchidos pelos médicos que constataram os falecimentos – registradas nos cartórios do país. Os gráficos permitem compreender, ainda, a proporção de óbitos por gênero e idade, assim como identificação do local de falecimento.

Prazos do Registro

Mesmo a plataforma sendo um retrato fidedigno de todos os óbitos registrados pelos Cartórios de Registro Civil do país, os prazos legais para a realização do registro e para seu posterior envio à Central de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), regulamentada pelo Provimento nº 46 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), podem fazer com que os números sejam ainda maiores.

Isto por que a Lei Federal 6.015/73 prevê um prazo para registro de até 24 horas do falecimento, podendo ser expandido para até 15 dias em alguns casos. A Lei 6.015/73 prevê um prazo de até cinco dias para a lavratura do registro de óbito, enquanto a norma do CNJ prevê que os cartórios devam enviar seus registros à Central Nacional em até oito dias após a efetuação do óbito.

A COVID-19 é uma doença altamente contagiosa que já deixou mais de 480 mil mortos no mundo. A primeira morte em decorrência da infecção pelo novo coronavírus foi registrada no Brasil no dia 16 de março. Entre seus sintomas, estão tosse seca, coriza, dor no corpo e febre – todos muito semelhantes aos apresentados em casos de gripes e resfriados. Segundo dados do Ministério da Saúde 86% dos casos de COVID-19 não apresentam sintomas. Para garantir o diagnóstico, são necessários testes específicos, que estão cada vez mais escassos nos postos de atendimento.

Sobre a SBC

Fundada em 14 de agosto de 1943, na cidade de São Paulo, por um grupo de médicos destacados liderados por Dante Pazzanese, o primeiro presidente, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), tem atualmente um quadro de mais de 13.000 sócios e é a maior sociedade de cardiologia latino-americana, e a terceira maior sociedade do mundo.

Sobre a Arpen-Brasil

Fundada em setembro de 1993, a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) representa a classe dos Oficiais de Registro Civil de todo o país, que atendem a população em todos os estados brasileiros, realizando os principais atos da vida civil de uma pessoa: o registro de nascimento, o casamento e o óbito.

SOBRE A SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA

Fundada em 14 de agosto de 1943, na cidade de São Paulo, por um grupo de médicos destacados liderados por Dante Pazzanese, o primeiro presidente, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), tem atualmente um quadro de mais de 13.000 sócios e é a maior sociedade de cardiologia latino-americana, e a terceira maior sociedade do mundo.

 

Assessora 

 

 

Pesquisa revela aumento do consumo de notícias durante pandemia

A pandemia de covid-19 levou sete a cada dez pessoas a consumir notícias diariamente e a se manter atualizadas sobre os acontecimentos por meio da televisão.

Para 65% dos 831 participantes do levantamento da pesquisa Coronavírus, Comunicação e Informação, elaborada por docentes da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), outras fontes centrais de informação foram a versão online de jornais e os blogs.

Os voluntários, oriundos de 24 estados e também de outros países, responderam questionário on-line, entre os dias 12 e 19 abril.

Por meio dos resultados, observa-se que o que mais se privilegiou foram a atuação do governo federal (81,46%), a divulgação de descobertas científicas (73,89%) e o que se recomendava como medidas de prevenção contra a doença (72,32%). Outros tópicos que despertaram interesse foram a reação de outros países frente ao problema (65,7%), números relativos ao total.

l de óbitos e casos confirmados da doença (59%), causas e sintomas de covid-19 (52,5%) e redes de solidariedade que se formaram com o objetivo de prestar ajuda a pessoas que estivessem passando necessidades (51,3%).

Compartilhamento

A maioria dos entrevistados declarou compartilhar conteúdos referentes à pandemia. A periodicidade variou. Enquanto mais da metade (57,2%) afirmou divulgar às vezes; 22% fizeram diariamente e 1,4% com outra frequência. No total, cerca de um quinto (19,4%) disse que não publicou nada.

Teor de conteúdos

Em relação ao teor dos conteúdos compartilhados, o que mais se viu foram alertas de autoridades (54,8%), reportagens e artigos jornalísticos (49,9%), áudios e vídeos de especialistas (44,5%) e informações sobre causas e sintomas (28,2%).

Na outra mão, nota-se que 58,4% receberam reportagens e artigos jornalísticos, 53,4% memes e 52,3% áudios e vídeos de especialistas. Aqui, ficaram praticamente parelhos as fake news e os alertas de autoridades, com 47,7% e 47,4%.

Mudança de rotina

Segundo a professora Daniela Zanetti, uma das autoras da pesquisa, assinada com Ruth Reis, a preferência pelos formatos televisivo e online de noticiários tem a ver com a mudança de rotina que foi promovida durante a pandemia.

“Quando a gente fez essa pesquisa, foi exatamente quando houve maior isolamento social. A média no Brasil era maior. Todos os veículos vêm noticiando que vem caindo essa taxa, meio que voltando a uma normalidade que não existe. Então, realmente, aumentou o consumo de meios de comunicação jornalístico. Se a gente estava em uma via de menos consumo de televisão, tudo migrando para as redes [sociais] ou fonte de informação variada, percebemos que nesse período a televisão e esses canais mais institucionalizados voltaram a ter mais força, e também começou mais o consumo multitelas”, pontua.

“Se se pensa em uma rotina de estar sempre na rua, em vários ambientes, mas não estar em casa para ligar a TV, você vai acessar o dispositivo que está mais à mão, que é o celular. Então, ficando em casa, a televisão fica com mais uma tela, que pode estar facilmente sendo usada enquanto você faz outras coisas. Isso foi uma coisa que nos ocorreu”, acrescenta.

Perguntada sobre a possibilidade de se considerar os resultados obtidos pelo levantamento como um sinal de que parte da população tornou a confiar mais na imprensa, após desacreditá-la, Daniela diz que não há como se fazer tal afirmativa.

“Acho que é preciso agregar mais pesquisas em relação a isso. Agora, com certeza, os meios de comunicação têm tido esse papel importante de esclarecer com dados mais fidedignos.”

 

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

Agência Brasil

 

 

Gás de cozinha tem terceiro aumento em menos de um mês e pode chegar a R$ 80

O botijão GLP de 13 quilos, famoso gás de cozinha, vai ter o terceiro reajuste no preço em menos de um mês. O aumento foi anunciado pela Petrobras e, com ele, o produto deve passar a custar entre R$ 75 e R$ 80. O percentual de aumento será novamente de 5% aplicado ao valor final do produto. Somado aos outros dois reajustes anteriores, o botijão está 15,3 % mais caro em relação ao final do mês de maio.

Os revendedores foram comunicados pelas Distribuidoras no início da manhã dessa sexta feira, sem nenhum aviso prévio por parte da Petrobrás que alega instabilidade dos preços no mercado internacional.

A nova tabela já será praticada a partir da próxima segunda-feira (22), uma vez que os novos valores estão liberados para comercialização imediata. A diretoria do Sindicato dos Revendedores de Gás GLP da Paraíba revela a preocupação do segmento com os aumentos consecutivos.

“Estamos trabalhando em alerta, pois, a expectativa é a de que até o final de junho, outro reajuste seja anunciado pela Petrobrás”, disse o Presidente do Sinregás – PB, Marcos Antônio Bezerra.

A Petrobrás não emitiu Nota oficial a respeito do aumento no site da Companhia, mas, os interessados podem obter maiores informações através do atendimento em formulário eletrônico ou pelo telefone 0800 728 9001.

*Com assessoria da Sinregás

Paraíba tem aumento de mais de 50% no número de assassinatos em abril

A Paraíba teve uma alta de 51,2% no número de assassinatos em abril deste ano em comparação com o mesmo mês de 2019. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.

De acordo com a ferramenta, houve 124 mortes violentas em abril de 2020, enquanto no mesmo mês de 2019 foram 82 assassinatos.

Além disso, a Paraíba teve uma alta de 39,3% no número de assassinatos em abril deste ano em comparação com o mês de março de 2020, quando houve 89 mortes violentas.

O crescimento ocorre mesmo em meio à pandemia da Covid-19, em um mês onde medidas de isolamento social foram adotadas em todo o país.

Já considerando o período de janeiro a abril de 2020, foram 388 vítimas de assassinatos neste ano, contra 319 em 2019, uma diferença de 69 mortes.

A alta no início deste ano vai na contramão de 2019, que teve uma queda de 22% no número de assassinatos em todo o ano, na Paraíba. Em 2019, foram registrados 942 assassinatos, o menor número desde 2011, enquanto que em 2018 o número era 1.210.

Os dados apontam que:

  • o estado teve 124 assassinatos em abril de 2020
  • houve 42 mortes a mais na comparação com o mesmo mês de 2019, uma alta de 51%
  • já de janeiro a abril, foram 388 crimes violentos, um crescimento de 21%

 

G1

 

 

Governo autoriza aumento no preços dos remédios

O presidente Jair Bolsonaro autorizou o reajuste nos preços dos medicamentos em até 5,2%.

O aval foi publicado em edição extra do “Diário Oficial da União” desta segunda (1°).

Em 31 de março, em sua conta no Facebook, o presidente anunciou que o reajuste seria adiado por dois meses, em razão da pandemia do novo coronavírus, após acordo com a indústria farmacêutica.

A Medida Provisória 933 formalizou a suspensão, mas ainda aguarda votação no Congresso.

Redes como a Raia Drogasil anunciaram a suspensão dos aumentos em abril. De acordo com a empresa, a decisão faz parte de campanha de proteção dos consumidores contra o coronavírus.

Em março, o Sindusfarma divulgou estimativa de que o preço dos medicamentos deveria ter reajuste médio de 4,08%.

O valor antecipado pela indústria é apurado com base em critérios de reajuste estabelecidos pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), que também levam em conta a inflação oficial.

A média de 4,08% do teto do reajuste é calculada a partir dos três índices máximos de aumento aplicados aos produtos conforme a quantidade de concorrentes na fabricação.

Medicamentos fabricados por diversos laboratórios, como são os genéricos, podem ter reajuste de até 5,21%.

O reajuste é liberado tradicionalmente no fim de março pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão composto pela Anvisa e pelos ministérios da Saúde, da Casa Civil.

Consumidor deve pesquisar

O reajuste anual poderá ser aplicado em cerca de 13 mil apresentações de medicamentos disponíveis no mercado.

Remédios com o mesmo princípio ativo e para a mesma classe terapêutica (doença) são oferecidos no país por vários fabricantes e em milhares de pontos de venda.

“É importante o consumidor pesquisar nas farmácias e drogarias as melhores ofertas dos medicamentos prescritos”, recomenda o presidente executivo do Sindusfarma, Nelson Mussolini.

“Dependendo da reposição de estoques e das estratégias comerciais dos estabelecimentos, aumentos de preço podem demorar meses ou nem acontecer”.

 

FOLHAPRESS

 

 

Prefeitura de Dona Inês pode descontar aumento pago aos servidores públicos se a Câmara Municipal não votar reajuste

A Assessoria Jurídica da Prefeitura de Dona Inês, no curimataú paraibano, orientou o Prefeito João Idalino (cidadania) a descontar o aumento pago aos servidores públicos no ano de 2020, se a Câmara Municipal não votar o Projeto de Lei de Nº 005/2020 que reajusta o Salário dos Servidores Efetivos, Comissionados, Eletivos, Agentes Políticos, Prefeito, Vice-Prefeito e Secretários Municipais e dá outras providências. O Projeto de Lei está tramitando na casa desde fevereiro, e após algumas alterações aguarda a Presidente da Casa, Vereadora Rosinha, coloca-lo para votação.

O Prefeito João Idalino vem autorizando o pagamento salarial dos servidores públicos do município desde janeiro, com o reajuste. “O problema é que o Projeto de Lei que autoriza o reajuste, ainda não foi votado.” Informa a assessoria jurídica.

O Projeto de Lei prevê o piso salarial dos servidores públicos em R$ 1.045,00 (um mil e quarenta e cinco reais). Para os servidores que recebem acima de um salário mínimo o reajuste de 4,48%, sobre o salário base. Já para os profissionais integrantes do magistério municipal da educação básica o reajuste é de 6,96%.

A assessoria jurídica considera que a medida é dura, mas necessária, considerando que continuar pagamento o reajuste, sem a aprovação do Projeto de Lei, pode levar o Prefeito João Idalino a ser questionado pelos órgãos de controle.

Na última terça-feira (26) a Prefeitura encaminhou á Câmara Municipal o ofício de Nº 036/2020 que solicita a convocação de sessão extraordinária para votação do Projeto de Lei.

 

Assessoria

 

 

Secretário de Saúde aponta abertura do comércio como uma das causas do aumento da Covid-19 em Guarabira

Secretário de Saúde do Estado, Geraldo Medeiros participou nesta terça-feira (19) de sessão remota da Câmara de Guarabira, a convite do presidente Marcelo Bandeira (PDT).

Tratando sobre o elevado de número de casos de infectados pelo novo coronavírus em Guarabira, o secretário falou sobre a abertura do comércio, apontado que essa medida pode ter contribuído com o aumento dos casos na cidade, que chegaram a 205 nesta terça-feira.

“Recentemente alertamos a população e fomos acusados de estar fazendo politicagem, mas alertamos que Guarabira seria penalizada com esse grande número de casos. As medidas restritivas foram flexibilizadas e o comércio foi aberto, as pessoas não estavam usando máscara. Veja que a Guaraves teve de ser interditada por ter 50 casos num total de 200 testados”, pontuou o secretário.

Vereadores da base governista rebateram a afirmativa do secretário e creditaram ao grande número pessoas que a Guarabira recebe diariamente para serviços como bancos, sobretudo para recebimento do auxílio emergencial, como principal foco de disseminação.

Quando o secretário fez o alerta o prefeito em exercício Marcus Diogo (PSDB), que cedeu às pressões do segmento empresarial para autorizar a abertura do comércio, ironizou, dizendo que só assim o secretário lembrava de Guarabira.

Na condição de médico, o secretário reforçou que a única forma encontrada para combater o vírus até agora é o distanciamento social e rechaçou o uso da cloroquina de forma indiscriminada como tem sido defendida por algumas autoridades políticas.

“Só temos uma maneira de combater esse vírus, o distanciamento social. A panaceia da cloroquina que muita gente está se iludindo com isso, é preciso muita cautela para indicar o tratamento como alguns estão indicando. Nós podemos estar adotando uma medida muito temerária, pois os estudos não mostram eficiência do remédio contra o vírus. Eu não indico o uso indiscriminado da cloroquina”, alertou Geraldo.

Geraldo Medeiros disse que a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade foi classificada para atender apenas casos da Covid-19 e que os leitos de UTI estão praticamente todos ocupados, com 75% ocupados.

Sobre as razões de não se ter leitos de UTI para receber pacientes graves do coronavírus em Guarabira, o secretário disse que é necessário dispor de equipe qualificada e não existe disponibilidades de profissionais para isso.

 

portal25horas

 

 

Anvisa alerta sobre aumento de intoxicação por produtos de limpeza

A fim de reduzir os riscos à saúde causados pelo aumento da exposição tóxica por produtos de limpeza no país, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou a Nota Técnica (NT) 11/2020, que alerta a população sobre o crescimento dos casos de intoxicação.

De acordo com a Anvisa, embora não haja informações que demonstrem o vínculo definitivo entre a exposição e os esforços de higienização e desinfecção para evitar a disseminação da Covid-19, parece haver uma associação temporal com o aumento do uso dos produtos.

O documento orienta também sobre o uso e o armazenamento adequados dos chamados saneantes domissanitários, ou seja, os saneantes de uso domiciliar que contêm substâncias ou preparações destinadas à higienização e à desinfecção.

A nota foi elaborada com base nos dados dos Centros de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox). “Para se ter uma ideia do crescimento dos casos de intoxicação, de janeiro a abril deste ano os CIATox receberam 1.540 registros de intoxicação devido a produtos de limpeza envolvendo adultos, um aumento equivalente a 23,3%, comparado ao mesmo período de 2019, e de 33,68%, com relação a 2018”, informa a Anvisa.

Crianças

No que se refere às crianças, foram registrados 1.940 casos, um aumento de 6,01% e de 2,7%, em relação a 2019 e 2018, respectivamente. De acordo com a Agência, os números mostram que os acidentes domésticos envolvendo exposição tóxica a substâncias químicas são mais frequentes com o público infantil e, portanto, há necessidade de dispensar mais cuidados às crianças.

Orientações básicas

1- Mantenha os produtos de limpeza fora do alcance de crianças e animais. Esses produtos podem atrair a atenção principalmente de crianças pequenas, entre 1 e 5 anos de idade.

2- Evite o armazenamento desses produtos em recipientes diferentes e não etiquetados.

3- Supervisione as crianças, não permitindo que elas acessem os ambientes onde esses produtos são guardados.

4- Não deixe detergentes e produtos de limpeza em geral embaixo da pia ou no chão dos banheiros.

5- Leia e siga as instruções descritas no rótulo de cada produto.

6- Evite a mistura de produtos químicos.

7- Garanta a ventilação quando for manusear um desses produtos destinados à limpeza, higienização e desinfecção.

8- Inutilize as embalagens vazias. Isso porque elas sempre ficam com resíduos, ou seja, restos dos produtos. Jogue fora as embalagens vazias, preferencialmente valendo-se do sistema de coleta seletiva, de modo a separá-las do lixo orgânico.

9- Em caso de emergências toxicológicas, não provoque vômito. Tenha em mãos o número do Centro de Informação e Assistência Toxicológica, o CIATox: 0800-722-6001.

 

 Agência Brasil

 

 

Aumento nos preços de medicamentos é suspenso por 60 dias

O reajuste de preço de todos os medicamentos foi suspenso em todo o Brasil por 60 dias. A medida foi tomada em decorrência da crise causada pela expansão dos casos de coronavírus, causador da Covid-19 no país.

O balanço divulgado nesta terça (31) pelo Governo Federal mostra que o país tem 5.717 casos confirmados da doença, com 201 mortes. Na Paraíba, há 18 casos confirmados, com uma morte.

Segundo o Governo Federal, a medida foi tomada “em comum acordo com a indústria farmacêutica”.

 

 Agência Brasil