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‘Número de mortes pela Covid-19 vai aumentar se a população não obedecer o isolamento’, diz secretário

O secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros, fez um alerta, no início da tarde desta segunda-feira (8), que o número de casos e mortes pela Covid-19 será muito maior na Paraíba, caso a população continue desobedecendo as medidas de isolamento social.

Geraldo alertou também que, uma possível flexibilização no isolamento social a partir do dia 14, pode fazer com que o Estado enfrente o mesmo problema da Itália que, de acordo com o secretário, relaxou no isolamento social e teve que voltar atrás devido ao aumento no número de casos e mortes no país pelo coronavírus.

“É uma cultura da população não querer obedecer normas”, lamentou Geraldo Medeiros, acrescentando que a Paraíba pode enfrentar um efeito “sanfona”, ao flexibilizar no isolamento social e ter que voltar atrás por conta do aumento nos números de casos e mortes, provocadas pela Covid-19.

paraiba.com.br

 

 

Justiça estuda expandir uso de tornozeleiras eletrônicas para aumentar vagas nos presídios

O Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) do Tribunal de Justiça da Paraíba se reuniu, na manhã desta sexta-feira (6), para deliberar sobre vários pontos relacionados aos apenados e unidades prisionais de todo o Estado. Os integrantes do Grupo traçaram estratégia para aumentar o número de vagas nos presídios do Estado, para a expansão do uso das tornozeleiras eletrônicas, a realização de mutirão e participação orçamentaria por parte do Governo do Estado.

O encontro de trabalho aconteceu na Presidência do TJPB e foi conduzido pelo gestor do Grupo, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, com a presença de juízes da área de Execução Penal, da gestora do Projeto Justiça Presente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do Poder Executivo, Ministério Público e assessores do Tribunal.

Segundo o gestor do GMF, o objetivo é diminuir a superpopulação carcerária e alcançar políticas públicas de desencarceramento com responsabilidade. “Não podemos, simplesmente, soltar as pessoas, sem ter um olhar voltado para a sociedade. Temos uma preocupação com a superpopulação carcerária, onde estamos conseguindo avanços consideráveis, levando em conta, principalmente, o uso da tornozeleira eletrônica”, comentou o desembargador Joás de Brito.

De acordo com os dados trazidos pelo secretário de Administração Penitenciária, coronel Sérgio Fonseca, em abril deste ano, apenas 300 apenados eram monitorados eletronicamente. Atualmente, são 1.214 presos que utilizam a tornozeleira eletrônica, enquanto 12.176 apenados estão distribuídos nos presídios e cadeias públicas do Estado. A expectativa é que as tornozeleiras eletrônicas possam alcançar 2.200 presos.

“Mostramos que o controle dessa população já é feito pela Secretaria e vamos disponibilizar os dados para o GMF, por meio de nossa Seção de Estatística. Assim, será possível acompanhar os números diários de quantos presos existem em cada unidade prisional”, adiantou o secretário de Administração Penitenciária.

Para o coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias Criminais e Execução Penal, o promotor de Justiça Lúcio Mendes Cavalcanti, a reunião foi extremamente importante e vários pontos foram dissecados para o aprimoramento do sistema penitenciário, envolvendo as responsabilidades de cada um dos representantes institucionais. Dentre os temas trazidos à mesa, o coordenador destacou a Resolução nº 05/2016 do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), que dispõe sobre os indicadores para fixação de lotação máxima nos estabelecimentos penais.

Segundo ele, embora o Estado da Paraíba tenha avançado muito nesse aspecto, após a adoção das tornozeleiras eletrônicas, ainda há bastante campo para se trabalhar. Ficou definido que deverá haver um acompanhamento constante do percentual de ocupação do sistema. “Isso implica, basicamente, em duas estratégias: ampliação no número de vagas nos presídios e redução da superlotação, a partir do acompanhamento dos casos em que isso possa ser feito”, disse.

Já para a gestora do Projeto Justiça Presente do Conselho Nacional de Justiça, Ana Pereira, uma das principais demandas é a recomendação aos tribunais de Justiça dos estados para que incidam junto ao Poder Executivo a inclusão de previsão orçamentária destinada à implementação da Política Nacional de Alternativas e da Política de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional. “Como isso envolve recurso, é preciso que exista a compreensão do Estado para que se inclua essas pautas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), na Lei Orçamentária Anual (LOA) e no Plano Plurianual (PPA)”, explicou.

Ana Pereira também destacou a importância da viabilização de estratégias de parcerias entre o CNJ, TJPB e Governo do Estado para viabilizar a implantação da Central Integrada de Alternativas Penais (Ciap), no Núcleo de Audiências de Custódia, conforme a Resolução nº 213/2015.

Mutirão – A juíza da 1ª Vara Mista da Comarca e coordenadora dos Mutirões Carcerários na Paraíba, Lilian Frassinetti Correia Cananéa, ressaltou que ainda foi definida a expedição de guias provisórias junto à Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec) do TJPB, como a realização de um mutirão na Comarca de Guarabira.

“Conseguimos junto a Presidência, que autorize a Ditec a fazer um bloqueio, impedindo que o processo com réu preso venha para julgamento na Câmara Criminal, sem que a guia provisória tenha sido expedida”, comentou. Sobre o esforço carcerário, a magistrada adiantou que os trabalhos devem ter início no próximo dia 23.

Arquivo A Crítica

Por Fernando Patriota/Ascom-TJPB

 

 

 

Preço da gasolina volta a aumentar a partir desta terça-feira

A Petrobras anunciou um novo reajuste para os combustíveis, com aumento de 1,80% no preço da gasolina nas refinarias e queda de 0,20% no valor do diesel. Os novos preços valem a partir da terça-feira, dia 28.

A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente.

Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

 

com THN1

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Obesidade pode aumentar casos de diabetes e pressão alta

A obesidade aumentou 60% na última década entre os brasileiros, segundo dados do Vigitel, um estudo do Ministério da Saúde que entrevista brasileiros acima dos 18 anos das capitais para saber sobre alimentação, hábitos, diagnóstico e comportamentos que possam contribuir para doenças crônicas.

E junto com a obesidade, aumentaram os casos de diabetes e pressão alta. O consultor e cardiologista Roberto Kalil lembra que a pressão alta não dá sintomas, é uma doença silenciosa. O professor da Faculdade de Saúde Pública da USP e membro do comitê de especialistas sobre dieta e saúde da OMS Carlos Augusto Monteiro explicou que algumas mudanças simples e baratas ajudam a ter uma vida mais saudável.

A comida de ‘verdade’, como frutas, legumes, arroz, feijão, folhas, ainda é a melhor para a saúde. Ela tem mais substâncias benéficas preservadas, livre de processos, ingredientes e aditivos que fazem os sensores da saciedade do cérebro não funcionarem direito. Por isso, se você não tiver como fazer sua própria comida para levar para o trabalho, não tiver como comer em casa, as melhores opções continuam sendo os restaurantes por quilo.

Palmas é a capital com menor número de obesos no Brasil

Índices
O Rio de Janeiro é a capital com pior índice de hipertensão e diabetes. Segundo o Ministério da Saúde, 56% dos cariocas estão acima do peso. No mesmo estudo, 32% dos entrevistados contou que tinha hipertensão e 10% sofriam de diabetes. Segundo a pesquisadora da Fiocruz Dora Chor, a grande maioria da população do Rio não tem acesso a espaços públicos para praticar atividade física. Isso reflete nos índices.

Já Palmas é a capital mais magra do Brasil. A cidade tem muitos parques urbanos, o que ajuda a ficar em forma. Segundo o Ministério da Saúde, o número de obesos em Palmas é o menor entre as capitais: 14,7%. A média brasileira é de quase 19%.

Rio Branco, capital do Acre, foi considerada a capital mais obesa. Segundo a pesquisa, 23,8% da população é considerada obesa e mais da metade está acima do peso. Há alguns anos, pesquisadores já haviam percebido uma mudança de comportamento alimentar na capital. Uma pesquisa realizada entre 2007 e 2008 feita por um professor da Universidade Federal do Acre já fazia um alerta relacionado à má qualidade da alimentação associada a melhoria de renda e estudos da população de Rio Branco.

G1

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Casos de sífilis voltam a aumentar no Brasil

sifilisDados do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde revelam que os casos de sífilis adquirida (em adultos) aumentaram 32,7% no Brasil no período de 2014 a 2015. Entre gestantes, o crescimento foi de 20,9%, enquanto as infecções por sífilis congênita (transmitida pela mãe ao bebê) subiram 19% no mesmo período.

“O que caracteriza uma epidemia é quando se tem um aumento no número de casos num determinado período de tempo. A sífilis não vinha num patamar de eliminação, mas seguia estável e, de repente, surgiu um maior número de casos”, disse a diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das DST, Aids e Hepatites Virais, Adele Benzaken.

Ela lembrou que a sífilis é uma doença de notificação compulsória – qualquer caso deve ser obrigatoriamente notificado. O que tem se observado nos últimos cinco anos, segundo Adele, é um crescimento do número de casos dessas três notificações, inclusive da congênita.

Sintomas

De acordo com a especialista, a sífilis no adulto tem sinais específicos, mas também há um período de latência considerável. O quadro sintomático inicia com uma ferida que, nos homens, é bem aparente, não dói e pode desaparecer num período de sete a dez dias. Nas mulheres, a ferida pode surgir na genitália interna e passar desapercebida.

“A manifestação, nesses casos, fica em latência e o quadro se torna de sífilis terciária. Quando há evolução de mais de dez anos, a doença destrói tecidos como coração, cérebro e ossos”, explicou em entrevista à Agência Brasil.

Já na sífilis congênita, o período de evolução é bem mais curto. Durante a gestação, a doença pode causar aborto, malformações ósseas e manifestações na pele, além da morte do recém-nascido.

“Se a gestante é tratada adequadamente no primeiro e até no segundo trimestre, o bebê também é tratado, mesmo intra útero. É uma doença bacteriana que tem cura. A grande questão é a busca do diagnóstico e do tratamento”, destacou Adele.

Epidemia de múltiplas causas

Para a diretora, a epidemia de sífilis no Brasil é decorrente de “múltiplas causas”, como a queda no uso do preservativo – sobretudo entre pessoas de 20 a 24 anos, faixa etária onde comumente se registra maior atividade sexual e sem parceria fixa.

“Estamos recomendando o uso do preservativo masculino e feminino, em alguns estados, durante a gestação, não apenas por conta de infecções sexualmente transmissíveis, mas também para evitar o vírus Zika. Recomendamos o uso não só para gestantes como para toda a população adulta.”

Outra questão envolve o acesso à penicilina, principal medicamento utilizado no tratamento da sífilis. Os problemas, no Brasil, começaram no ano passado, com o desabastecimento de matéria-prima, mas o ministério garante que o estoque foi reposto por meio da importação da droga.

“Esta semana, fizemos um novo levantamento e todos os estados estão abastecidos até abril do ano que vem, com reserva”, disse Adele.

A resistência de profissionais da enfermagem em aplicar a penicilina na atenção básica também pesa nos números da epidemia de sífilis no país – principalmente nos casos de sífilis em gestantes e, consequentemente, de sífilis congênita. Isso porque há um risco, ainda que pequeno, de choque anafilático no paciente.

“É preciso que todos se engajem no sentido de detectar um caso, principalmente na gravidez, e iniciar imediatamente o tratamento. Com uma única dose, conseguimos reduzir a taxa de transmissibilidade da mãe para o bebê em quase 90%”, disse. “Não há porque temer aplicar a penicilina na gravidez. A alergia à penicilina é um episódio raro”.

Agência Brasil

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Zika pode aumentar casos de autismo e esquizofrenia, diz epidemiologista

zikaApós estudar por mais de quinze anos o autismo na Noruega, Ian Lipkin, diretor do Centro de Infecção e Imunidade da Universidade de Columbia, nos EUA, percebeu que casos de infecções em grávidas, com episódios de febre, aumentavam o risco de os filhos desenvolverem autismo, epilepsia, esquizofrenia e TDAH (déficit de atenção).

A partir desses dados e diante de uma epidemia do vírus da zika, que se espalha pela América Latina e já chegou aos Estados Unidos, o professor faz um alerta: “Nós realmente nos preocupamos que daqui a 15 anos se veja um aumento nos casos de distúrbios mentais”.

O vírus da zika é transmitido principalmente pelo mosquito Aedes aegypti, mas também já se confirmou a transmissão sexual. Normalmente, a infecção causa febre, manchas vermelhas na pele e dores leves nas articulações.

Em grávidas, o vírus se mostrou muito mais perigoso. Quando transmitido para o feto, a zika ataca as células do sistema nervoso da criança e causa graves lesões neurológicas, como calcificações no tecido, microcefalia, alterações oculares e mesmo artrogripose (contraturas articulares).

O vírus realmente causa grandes danos às células neurais durante o desenvolvimento, isso já sabemos, mas há outras maneiras de a zika afetar o cérebro”Ian Lipkin

Desde 1999, Lipkin acompanhou informações de milhares de crianças norueguesas para entender o risco do desenvolvimento do autismo.

“O que vimos em outros estudos é que infecções nas gestantes, por vírus, bactérias e toxinas, levou a um aumento no número de crianças que desenvolveram doenças mentais anos mais tarde, como o autismo, a esquizofrenia e a epilepsia”, explica o norte-americano. “Não sabemos se a zika deixa a criança suscetível a outros problemas que serão desenvolvidos ao longo da vida. Daí a importância de acompanhar todas essas crianças que estão nascendo durante a epidemia.”

Em um estudo recente, pesquisadores do Instituto Fernandes Figueira mostram que 42% das crianças expostas ao vírus durante sua gestação registraram problemas neurológicos após seis meses de vida, mesmo tendo nascido com exames normais para o cérebro.

Mas um ano após o Ministério da Saúde decretar emergência sanitária pelo rápido aumento do número de crianças nascidas com microcefalia relacionado ao vírus da zika em Pernambuco, ainda são muitas as dúvidas que rondam o vírus.

A transmissão da zika pelo contato sexual, e a presença do vírus ativo por até seis meses no sêmen poderiam explicar, por exemplo, a razão da infecção aparecer muitas vezes em casais, o que não é tão comum com a dengue. No entanto, os cientistas ainda não têm evidências para apontar qual seria o modo de transmissão mais importante.

Problemas dos bebês ainda são desconhecidos

Outro ponto importante sem respostas é até onde vão os danos causados pelo vírus da zika nas crianças afetadas.

Em uma roda de orientação para pais de filhos com microcefalia por suspeita de zika no Centro Internacional SARAH de Neurorrehabilitação e Neurociências, o pediatra Rafael Barra começa anunciando que falará sobre o que se sabe “porque ainda tem muitas dúvidas. É uma coisa nova”.

Ao redor dele, mães e pais de cinco bebês entre dois e dez meses ouvem atentamente às explicações sobre o desenvolvimento do cérebro e outras possíveis consequências do vírus: convulsões, irritabilidade, dificuldade para engolir e até mesmo problemas renais.

Entre as dúvidas, há desde a preocupação com as vacinas que podem ser aplicadas, a alimentação e à projeção de desenvolvimento da criança. “Todos temos limites, eles também têm. O que vocês têm que entender é que eles têm lesões no cérebro que também vão alterar esses limites, mas temos que estimulá-los”, acalma o pediatra.

“Estamos desde o ano passado aprendendo sobre a zika e tudo o que está em torno dela. É importante que vocês saibam que nem todas as perguntas têm respostas e ainda precisamos aprender muito com o bebê de vocês”, tenta explicar o médico. O desenvolvimento das crianças com e sem microcefalia é que vai dizer quais as sequelas da infecção nas grávidas.

Uol

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Vasco joga mal de novo, perde do Brasil de Pelotas e vê pressão aumentar

Em mais uma atuação ruim, o Vasco da Gama perdeu por 2 a 1 para o Brasil de Pelotas neste sábado (05), no Estádio Bento de Freitas, pela 34ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O time carioca chegou a buscar o empate, mas foi apático e previsível. Diogo Oliveira e Marcos Paraná fizeram os gols do time gaúcho, e Douglas deixou o dele.

O Xavante volta a vencer após cinco rodadas, mas mantém apenas chances mínimas de acesso. Com 49 pontos, o time gaúcho tenta embalar contra o Vila Nova nesta terça-feira (08). O Vasco, por sua vez, fica a seis pontos atrás do líder Atlético-GO. Mas a preocupação é maior quanto ao acesso: quatro equipes vêm logo atrás, e a distância para Náutico e Londrina (quinto e sexto colocados) é de quatro pontos. Com 58 pontos e dois tropeços seguidos, o Gigante da Colina tenta recuperação contra o Luverdense, também na terça.

Quem se salvou: Douglas

O meio-campista foi o que mais propôs o jogo por parte do Vasco. Sua presença na área adversária foi um dos poucos aspectos positivos do Vasco, tanto que o gol saiu em uma chegada livre no início do segundo tempo. Douglas só foi mal quando tentou dar uma cabeçada no lateral Marlon e só não foi expulso porque o árbitro não viu. Vale menção a Martín Silva, que apesar de uma possível indecisão no gol sofrido fez várias boas defesas.

Quem foi mal: Jorge Henrique não funciona

Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

Entre todas as deficiências do Vasco no primeiro tempo, o atacante se destacou negativamente por não dar velocidade na ponta esquerda. A dupla com Júlio César deu pouco poder de fogo ao time por aquele lado, e Jorginho resolveu mudar no intervalo. Jorge Henrique saiu para a entrada de Thalles, e a equipe teve mais referência na etapa final.

Vasco joga pouco e paga por isso

Martín Silva teve que fazer duas defesas ainda no primeiro minuto, mas o susto não foi suficiente para dar atitude ao Vasco, que tomou o gol quando a inoperância estava no ápice. Mesmo com maior posse de bola, o time carioca chutou uma única vez durante todo o primeiro tempo – e para fora. A situação mudou após o intervalo, quando o visitante finalmente acordou e conseguiu o empate. Mas foi tão pouco que o time merecidamente tomou o segundo gol e acabou derrotado.

Brasil se ajusta às circunstâncias e é mais agudo

Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

O Xavante começou melhor, mas logo recuou e passou a explorar a falta de ambição do adversário. As saídas em contra-ataque assustaram algumas vezes, mas o gol saiu em um chutaço de Diogo Oliveira durante um cerco à área do Vasco. O time da casa foi muito mais efetivo, e a vantagem poderia ser maior no intervalo. Após sofrer o empate, o Brasil de Pelotas se soltou um pouco mais e arriscou mais vezes, sempre levando mais perigo. Foi premiado com o segundo gol e com a vitória.

Jorginho não consegue dar poder de fogo ao Vaso

Os momentos de ineficácia ofensiva do Vasco nas últimas semanas não têm sido raros. Neste sábado o jogo pelo chão foi previsível demais e a bola aérea também não funcionou. O ataque foi pouco criativo e não encontrou atalhos. Andrezinho rendeu muito pouco, e Nenê só apareceu no segundo tempo, quando finalmente, em poucos lampejos, deu mais qualidade à armação. Após o intervalo o Vasco foi minimamente melhor, mas muito distante de empolgar o torcedor. A derrota, inclusive, tem efeito contrário.

Transmissão da TV irrita torcedores

A recorrente queda de sinal do canal Premiere FC tirou os vascaínos do sério. O problema foi recorrente: começou ainda durante a execução do hino nacional e continuou com a bola rolando. Foram três paralisações na transmissão somente nos 30 primeiros minutos.

Ficha Técnica

Brasil de Pelotas 2 x 1 Vasco da Gama
Data: 05/11/2016
Local: Estádio Bento da Silva Freitas, Pelotas-RS
Hora: 16h30 (de Brasília)
Árbitro: Paulo Henrique de Melo Salmazio (MS)
Assistentes: Leandro dos Santos Ruberdo (MS) e Marcos dos Santos Brito (MS)
Cartões Amarelos: Leandro Camilo, Washington e Xaro (Brasil de Pelotas); Douglas e Madson (Vasco)
Cartão Vermelho: não houve

Gols: Diogo Oliveira aos 27 minutos do primeiro tempo. Douglas aos 4′, e Marcos Paraná aos 41 minutos do segundo tempo.

Brasil de Pelotas: Eduardo Martini; Weldinho, Cirilo, Leandro Camilo e Marlon; Leandro Leite, Washington, Felipe Garcia e Diogo Oliveira (Marcos Paraná); Ramon (Gustavo Papa) e Jonatas Belusso (Nem). Treinador: Rogério Zimmermann.

Vasco da Gama: Martín Silva; Madson, Rodrigo, Luan e Júlio César; William (Bruno Gallo), Douglas, Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique (Thalles) e Ederson (Dutra). Treinador: Jorginho.

Uol

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Temer quer aumentar rigor para o cumprimento de pena para corrupção ativa e passiva

temerO governo Michel Temer quer aumentar o tempo de cumprimento de pena em regime fechado de condenados por corrupção ativa e passiva e por crimes praticados com violência ou que representem grave ameaça, informa o jornal Folha de São Paulo.

Hoje, para haver a mudança de regime prisional – para o semiaberto, por exemplo -, é necessário cumprir ao menos 1/6 do tempo de condenação.

A ideia é que o prazo mínimo passe a metade da pena.

A proposta de alteração na Lei de Execução Penal, ainda conforme o jornal, está sendo feita pelo Ministério da Justiça e deve ir ao Congresso em novembro.

O objetivo é acabar com o que o governo chama de “distorções”: condenados por estelionato ou furto simples, por exemplo, podem ficar presos por período semelhante ao de condenados por infrações mais severas.

UOL

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Enxaqueca pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares

dor de cabeçaEnxaqueca não é só uma dor de cabeça. A enxaqueca é uma doença neurológica, genética e crônica. Apesar de a cefaleia ser o principal sintoma da enxaqueca, outros sintomas são muito comuns e podem ser também importantes, como sensibilidade à luz, cheiros e barulho, náuseas, vômitos, sintomas visuais e formigamento e dormências no corpo (as auras da enxaqueca), tonturas, sensibilidade a movimentos ou passar mal em viagens de carro, ônibus, barco. Você sabia que existem pessoas que tem auras de enxaqueca e nunca apresentaram cefaleia? Que esses outros sintomas podem acontecer isoladamente e que muitas pessoas os tem em menor grau no dia a dia, mesmo fora da crise de dor de cabeça?

Esses sintomas são todos gerados no cérebro, em áreas diferentes dele, que são mais sensíveis em quem tem enxaqueca. Essa maior vulnerabilidade do cérebro, principalmente se exposto aos já conhecidos provocadores ou gatilhos da enxaqueca, ocorre devido a disfunções em vários neurotransmissores como a serotonina, dopamina, noradrenalina e glutamato. Essas substâncias tem um funcionamento diferente em quem tem enxaqueca.

Enfim, hoje já sabemos que a enxaqueca é uma doença de todo o cérebro, no qual a tendência genética e o ambiente (gatilhos) interagem o tempo todo, e assim começam outros problemas.

Varias pesquisas recentes comprovaram que pessoas com enxaqueca tem um maior risco de AVC e doenças cardiovasculares, principalmente quem tem enxaqueca com aura
O cérebro é a máquina de comando do nosso organismo. Ele comanda todas as nossas funções vitais conscientes, como sono, fome, humor e pensamentos, e controla também as que não percebemos, como controle da respiração, batimentos cardíacos, pressão arterial e muitas outras. Pessoas com enxaqueca muitas vezes acreditam que tem múltiplas doenças, pois apresentam uma variedade de sintomas que podem ocorrer devido à disfunção química cerebral da enxaqueca. As doenças que acontecem com mais frequência juntas, e que tem mecanismos causais comuns, chamamos de comorbidades.

São comorbidades reconhecidas da enxaqueca:
Distúrbios psicológicos/psiquiátricos: depressão, ansiedade, síndrome do pânico, transtornos do humor, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), entre outras.

Distúrbios do sono: Insônia, sono não reparador, sonolência diurna, bruxismo, enurese noturna (o urinar na cama das crianças), sonambulismo.

Déficits cognitivos: dificuldades e concentração e memoria.
Tonturas de vários tipos: a grande maioria das pessoas saudáveis com menos de 60 anos que tem tonturas/vertigens em crises recorrentes, ou mesmo tontura continua, não tem labirintite. A tontura faz parte do quadro da enxaqueca.

Doenças gastrointestinais: síndrome do intestino irritável, intestino preso crônico, diarreias frequentes, dores abdominais recorrentes.
Outras dores: Dores cervicais (no pescoço), dor lombar, dores musculares, tendinites, fibromialgia.

Atualmente, também se reconhece que a enxaqueca pode ser um fator de risco para outras doenças. Várias pesquisas recentes comprovaram que pessoas com enxaqueca tem um maior risco de AVC e doenças cardiovasculares, principalmente quem tem enxaqueca com aura, sendo esse risco aumentado se associado a tabagismo e uso de alguns anticoncepcionais hormonais em mulheres. A enxaqueca aparece como fator de risco tão importante quanto à hipertensão arterial, diabetes e obesidade.

Novo estudo publicado em importante revista medica americana concluiu que a enxaqueca pode, em longo prazo, alterar o cérebro permanentemente. Foi encontrada, em exames de ressonância cerebral dos pacientes avaliados, maior frequência de lesões cerebrais, pequenos AVCs e atrofia em algumas áreas cerebrais, ou seja, perda de neurônios. E conclui que a enxaqueca não e uma doença benigna, como se imaginava.

A enxaqueca não é uma simples dor de cabeça. Tratar a enxaqueca é cuidar do seu cérebro, e consequentemente da sua saúde como um todo.

minhavida

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TSE realiza modificações para aumentar segurança nas urnas eletrônicas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou  que solucionou os problemas encontrados no Teste Público de Segurança 2016 feito por um grupo de investigadores nas urnas eletrônicas no início do ano.

As soluções foram verificadas pelos investigadores nesta quinta-feira. Entre as alterações está a melhoria nos sistemas para a votação de eleitores com deficiência visual.

Em março deste ano, durante três dias, especialistas em informática tentaram quebrar a segurança das urnas eletrônicas. Essa foi a terceira edição do teste e o diferencial da edição deste ano é que foi a primeira depois que o tribunal aprovou uma resolução tornando os testes obrigatórios antes das eleições.

Foto: Ascom

Foto: Ascom

“Nesse momento nós estamos justamente no final do evento do teste que é a verificação da eficácia das ações corretivas adotadas nas fragilidades encontradas nesse teste de segurança”, disse o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giusepe Janino.

Captação de áudio

O grupo que esteve hoje no TSE é formado por integrantes da Universidade de Taubaté (SP). O teste feito por eles verificou a possibilidade de captação de áudio emitido pela urna durante o voto de pessoas com deficiência visual. Segundo o tribunal, quando uma pessoa que tem essa deficiência vai votar, ela pode fazer uso de um fone de ouvido para escutar o áudio da urna que confirma oralmente os números que a pessoa digitou.

“Percebemos que uma possibilidade seria trabalhar com o áudio da urna. Nesse caso percebemos que esse áudio poderia ser capturado no meio externo”, diz o professor de inteligência artificial da Universidade de Taubaté Luis Fernando de Almeida, que integra o grupo de investigadores. O professor diz que para que o áudio fosse captado seria necessário que alguém colocasse um dispositivo externo no equipamento.

Outro fato analisado era a possibilidade de o áudio ser ativado sem que o eleitor soubesse. “Essa violação consiste na conivência, na participação das pessoas que estão ali envolta dessa sessão de tal forma que alguém tem que colocar este dispositivo. Então existem duas coisas, na nossa visão, que são importantes. Primeiro: alguém colocar o dispositivo e as outras pessoas não perceberem ou estarem participando, e outro fator é, o áudio, quando é habilitado, o eleitor não sabe”.

Sugestões ao TSE

Depois do teste em março, o grupo fez sugestões ao TSE para resolver a vulnerabilidade. “As duas opções que falamos foi reforçar o monitoramento na urna para verificação constante se ela está intacta e ninguém colocou algum dispositivo externo que não poderia e ela ser mais transparente com relação a sua interação com o eleitor, ou seja, se porventura o mesário habilitar o áudio, ou o áudio já vier previamente habilitado, ter alguma maneira de o eleitor ficar sabendo para poder questionar. Essas foram algumas das sugestões que fizemos”, diz Almeida.

Segundo o TSE, o problema foi resolvido e, a partir de agora, o áudio da urna será ativado por meio de um código que será habilitado pelo mesário.

A ativação só vai acontecer quando o eleitor que necessita fazer uso do recurso chegar à seção na qual vai votar. De acordo com informações do Tribunal, uma mensagem na tela vai informar ao eleitor que o áudio foi ativado, assim, a pessoa que não possui deficiência visual poderá verificar se o recurso foi ativado e assim informar o problema aos mesários da seção.

“A importância [do teste] é demonstrar o diferencial que o Brasil tem. É o único país do mundo que realiza um evento nessa magnitude, ou seja, abrir o seu sistema eleitoral para que eventuais hackers venham tentar quebrar as barreiras de segurança. O mais importante disso é dar a contribuição, de mostrar pontos eventuais de fragilidades e possibilitar que nós venhamos a fazer as ações corretivas”, disse Janino.

FONTE: Agência Brasil

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