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UFPB, UFCG e UEPB paralisam aulas em protesto pela educação

Professores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) vão parar as atividades nesta terça-feira (13) em adesão ao Dia Nacional de Greve da Educação, que se manifesta contra o programa Future-se, do Governo Federal, e a favor de pautas sociais.

Em João Pessoa, os professores da UFPB vão promover uma manifestação a partir das 14h em frente ao Lyceu Paraibano, Centro da Capital.  Do Lyceu, os manifestantes vão seguir em passeata pelo Centro até o Ponto de Cem Réis. Estão programadas apresentações culturais com a participação de artistas locais.

UFCG e UEPB

Em Campina Grande, professores e estudantes da UFCG e da UEPB vão promover uma manifestação conjunta a partir das 8h em frente ao portão principal da UFCG. Em seguida, ocorrerá um ato público em frente a Reitoria da universidade e às 9h30 sairão em marcha até a Praça da Bandeira, para uma manifestação a partir das 10h30.

 

portalcorreio

 

 

Contran reduz aulas práticas e acaba com obrigatoriedade de simuladores para emissão da CNH

O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) anunciou mudanças para a formação de condutores da categoria B (automóvel, caminhonete, camioneta, utilitário) em reunião na quinta-feira (13).

Entre as mudanças está a redução do número de aulas práticas obrigatórias, que vai de 25 para 20 horas. A exigência de aulas práticas noturnas foi a mais atingida, diminuindo de cinco para uma hora.

Outra mudança é o fim da obrigatoriedade de aulas práticas em simuladores. O uso do equipamento em autoescolas volta a ser facultativo.

No Twitter, o presidente Jair Bolsonaro comemorou a redução do preço para tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação). “O custo da CNH será reduzido em aproximadamente R$ 300 reais”, afirmou.

Segundo o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, a decisão tem como objetivo desburocratizar a formação do condutor. “Estamos muito alinhados às diretrizes que o presidente Bolsonaro tem nos mostrado, de desburocratizar os processos, retirar entraves e facilitar a vida do cidadão”, disse.

Ciclomotores

O Contran também retirou a necessidade de condutores que queiram emitir o ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotores) de realizarem aulas teóricas e práticas.

As práticas, por exemplo, só serão obrigatórias caso o candidato seja reprovado. O número de horas necessárias, porém, foi reduzido de 20 para 10 horas.

Os ciclomotores são veículos motorizados de duas ou três rodas que não excedem 50 km/h.

 

 

clickpb

 

 

Vereador Marcelo Bezerra destaca preocupação com relação ao início das aulas na Escola Estadual “José Rocha Sobrinho”

O vereador Marcelo Bezerra (PSB), fez uso da tribuna na última Sessão Ordinária para expor sua preocupação como pai e representante do povo bananeirense, ao relatar a falta de informação por parte dos responsáveis administrativos da escola Estadual “José Rocha Sobrinho”, que segundo o mesmo, até o momento nenhuma nota de esclarecimento foi expedida por parte da gestão da referida escola, a fim de respeitar os adolescentes assistidos pela unidade, que precisam e tem o direito a uma educação de qualidade e no cumprimento dos dias letivos proposto. Colocou para todos os presentes, alguns pontos de suma importância no processo educativo dos estudantes, que encontram-se em dano ao comparar como os demais estudantes do ensino regular.

Ainda sobre o tema colocado, o parlamentar acrescentou que a unidade passa por processo de reforma inacabável há meses e segundo informação esse seria o motivo apresentado para justificar o atraso ao início das aulas. Uma obra que tem prejudicado não apenas alunos locais como também das cidades circunvizinhas que enviam seus filhos para a citada escola, por ter o município uma educação de qualidade.

O vereador ainda complementa afirmando que apenas os alunos serão prejudicados, pois terão pouco tempo para adquirir os conteúdos em atraso, enquanto os professores estão em sua zona de conforto.

Ascom-CMB

 

Professores da rede estadual decidem encerrar greve e retomam aulas na PB

sala_de_aulaApós 13 dias com as atividades paralisadas, os professores das escolas estaduais da Paraíba decidiram encerrar a greve e vão retomar as aulas nesta terça-feira (28). A decisão foi tomada em uma assembleia geral realizada na tarde desta segunda-feira (27), em João Pessoa. A informação foi divulgada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Escolas Públicas (Sintep), no fim da tarde.

Segundo o coordenador do Sintep, Carlos Belarmino, a decisão seguiu a deliberação feita nas 14 regionais de ensino da Paraíba, em assembleias realizadas na última sexta-feira (24).

“Das 14 regionais, 12 decidiram por encerrar o movimento grevista e apenas duas votaram pela continuidade. Depois disso, em assembleia geral nesta segunda-feira, decidimos encerrar”, disse Carlos Belarmino.

Ainda segundo o coordenador, a greve havia sido deflagrada em vários estados do Brasil, exigindo reajuste do piso nacional dos professores, o cumprimento dos Planos de Cargos Carreiras e Remuneração (PCCR), e em contrariedade à reforma previdenciária.

Para discutir as questões de relações diretas entre o Governo do Estado e os professores da Paraíba, foi marcada uma reunião entre o Sintesp e o secretário da Educação do Estado da Paraíba, Aléssio Trindade, para esta quinta-feira (30), em João Pessoa.

G1 PB

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Aulas práticas de direção serão monitoradas por câmeras na Paraíba

auto-escolaAs aulas práticas ministradas pelas autoescolas da Paraíba deverão contar obrigatoriamente com monitoramentos biométrico e facial dos alunos e dos instrutores. De acordo com o Superintendência do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB), Agamenon Vieira, o sistema deve ser implantado no estado dentro de um mês e em seguida, órgão iniciará a inspeção nos Centros de Formação de Condutores.

Conforme portaria nº 10/2017 do Detran, o objetivo da medida é diminuir o índice de fraudes no processo de obtenção de Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O monitoramento é realizado a partir da telemetria com imagem para reconhecimento facial e biométrico.

O sistema será acionado assim que o aluno e o instrutor entram no veículo da autoescola e monitora quilometragem inicial e final da aula, horário, localização exta, velocidade, percurso, realização de manobras como baliza e garagem, além de verificar o cumprimento de carga de 25 horas de aulas práticas.

A telemetria também tira fotos em diversos momentos das aulas para mostrar que o treinamento é realizado pelo mesmo aluno. Todos os dados captados pela telemetria serão arquivados por até cinco anos, e um relatório eletrônico de avaliação do candidato que é encaminhado pelas autoescolas para o Detran antes da prova prática.

“Isso é para evitar fraudes no treinamento dos alunos, além de garantir que os eles sejam bem capacitados”, ressaltou Agamenon  Vieira.

clickpb

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Professores da UEPB fazem paralisação e ato em JP; 27 mil alunos ficam sem aulas

uepbOs professores da Universidade Estadual da Paraíba realizam uma paralisação nesta quarta-feira (20), em todos os campi do estado. Durante o turno da manhã, está programada uma mobilização na Capital, na Praça João Pessoa, Centro, com início previsto para as 9h30, onde ocorrerá um ‘aulão’ que vai abordar, dentre outros temas, a defesa da educação pública de qualidade e a posição contrária à terceirização e precarização do trabalho na instituição.

Entre as reivindicações a serem apresentadas no ato estão o imediato encaminhamento à Assembleia Legislativa da Paraíba do Projeto de Lei de reajuste salarial de 8%, conforme aprovado pelo Conselho Universitário; a realização de concurso público e o respeito à Lei de Autonomia da UEPB.

A mobilização vai contar com a participação de professores dos oito campi da instituição. Atualmente, o quadro dos docentes da UEPB é composto por cerca de 1.200 professores. Segundo a assessoria de imprensa da universidade, a paralisação ocorrerá apenas no período da manhã, quando cerca de 27 mil alunos ficarão sem aulas.

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Outras mobilizações semelhantes estão previstas em todos os campi do estado em outras ocasiões. Ainda não ficou definido um indicativo de greve da categoria dos professores.

 

portalcorreio

UEPB: 27 mil podem ficar sem aulas

uepbO professor e presidente da Associação dos Docentes da Universidade Estadual da Paraíba (ADUEPB), Juscelino Luna, afirmou que os funcionários da UEPB não têm o que comemorar do feriado que celebra o trabalho e que na luta pelos direitos dos funcionários da instituição a classe não vai ceder, mesmo que a consequência disso seja uma greve.

– Não temos nada a comemorar, ao que diz respeito aos ataques que sofremos. Mas a nossa categoria é de luta e há sete meses lutamos pelos nossos direitos – avaliou.

Juscelino afirma que em assembleia, no próximo dia 6 de maio, a categoria discutirá o processo eleitoral para uma nova diretoria, o aumento salarial e um indicativo de greve. Ele finaliza:

– 27 mil alunos podem ficar sem aula – destacou.

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As informações foram veiculadas na emissora Correio FM.

pbagora

Governo afirma que irá regularizar descontos de professores que deram aulas e pede plano de reposição para os demais

sala-de-aulaO Governo do Estado emitiu uma nota na tarde desta quinta-feira (30) explicando que haverá regularização dos vencimentos descontados dos professores em razão da greve para os casos em que ficar comprovada a realização das aulas. As demais escolas devem apresentar plano de reposição das aulas para então regularizar os valores descontados.

Confira a Nota:

A Secretaria de Estado da Educação esclarece que haverá regularização dos vencimentos descontados dos professores em razão da greve nos casos em que ficar comprovada a realização da aula. Nos demais casos, a Secretaria está orientando que as escolas que suspenderam oficialmente a greve apresentem plano de reposição de aulas para, após análise, terem regularizado os valores descontados.

Ao longo desses quatro anos, o Governo do Estado tem empreendido esforços para garantir uma política de valorização do Magistério, apesar do registro de queda nas receitas e de estar no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal no que diz respeito a gastos com pessoal. Assim é que na Paraíba a categoria recebeu os melhores índices de reajuste no Estado.

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Atualmente, um professor da rede estadual percebe um salário base de R$ 1.525,00 para uma carga horária de 30 horas/semanais. Como incentivo para o professor que está em sala de aula o Governo do Estado concede uma Bolsa Desempenho que varia de R$ 265,00 a R$ 610,00, de acordo com a qualificação profissional. Portanto, o salário base para o professor que está em sala de aula é de R$ 1.790,00, além do valor adicional pelo tempo de serviço de cada profissional.

Secom PB

Bandidos invadem escola para assassinar aluno e com medo direção suspende as aulas na Capital

O aviso colado no portão da escola: Só haverá aula no dia 23/03/2015 por motivo de falta de segurança
O aviso colado no portão da escola: Só haverá aula no dia 23/03/2015 por motivo de falta de segurança

A falta de segurança na Escola Estadual de Ensino Fundamental João Navarro Filho, no conjunto Valentina de Figueiredo, em João Pessoa, fez com que a direção do educandário suspendesse as aulas até que as autoridades de segurança tomem providências.

A última investida dos bandidos aconteceu na tarde de ontem quando a escola foi invadida por desconhecidos que queriam assassinar um aluno. Diante dessa situação de insegurança, a direção decidiu suspender as aulas porque os professores se negam a entrar na escola.

A diretora da escola, Maria dos Remédios explicou que já fez dois ofícios que serão encaminhados ao comandante do 5º Batalhão, coronel Sena, com também à Secretaria de Educação do Estado solicitando segurança para o local.

“Infelizmente, por falta de segurança, estamos perdendo todos os nossos alunos porque os pais estão pedindo a transferência deles para outras escolas”, lamentou a diretora ao destacar que diariamente são registrados assaltos e casos de agressões físicas em frente à escola.

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Em entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação, o capitão Elson garantiu que a Polícia Militar sempre faz rondas nas imediações da escola mas afirmou que a viatura não pode permanecer por tempo tempo na área porque existe outras ocorrências para serem atendidas.

paraiba.com.br

Professores de JP começam greve na segunda e devem deixar 60 mil sem aulas

Divulgação/Sintem-JP
Divulgação/Sintem-JP

Os professores da rede municipal de ensino de João Pessoa confirmaram nesta quarta-feira (11) que vão paralisar as atividades por tempo indeterminado a partir de segunda-feira (16). Eles decidiram pela greve durante assembleia da categoria no Auditório da Federação Espírita da Capital.

Além da reunião, os professores municipais já vêm promovendo pausas nas atividades desde segunda-feira (9). Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Município (Sintem), Daniel de Assis, a Prefeitura de João Pessoa ainda não teria apresentado nenhuma proposta para reverter o quadro.

Os professores reivindicam reajuste de 16%, retroativo a janeiro, para ativos e aposentados e atualização do pagamento do piso salarial nacional para os professores prestadores de serviço (PS), reajuste no mesmo percentual na data base para os funcionários da educação e modificações do Plano de Cargos Carreiras e Remuneração (PCCR), dentre elas a garantia do afastamento para cursar pós-graduação sem perdas, com ampliação do tempo das licenças e a progressão funcional para quem está em estágio probatório.

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Conforme o Sintem-JP, 95 escolas e 34 Centros de Referência em Educação Infantil (Creis) não vão funcionar, deixando 60 mil alunos sem aulas por tempo indeterminado.

A Secretaria de Educação do Município foi procurada pelo Portal Correio para tratar sobre o assunto, mas os telefones não foram atendidos.

Por meio de nota, a Secretaria de Educação e Cultura informou que tem uma negociação em andamento com os professores e servidores das escolas municipais. Segundo a nota, durante a negociação, foram ouvidas as solicitações dos professores e deve haver uma reunião entre a prefeitura e a categoria na sexta-feira (13) para resolver o impasse.

De acordo com a nota divulgada, a campanha dos professores “veio no momento em que o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), do governo federal, sofreu redução de 4,2%”.

 

Portal Correio