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Titular do Corinthians pela 1ª vez, Kazim garante vitória sobre o Audax

kazimCom um gol do atacante Kazim, o Corinthians alcançou neste sábado (18) a sua terceira vitória no Campeonato Paulista. O time treinado pelo técnico Fábio Carille derrotou o Audax, por 1 a 0, em Osasco, pela quarta rodada da competição.

Kazim começou um jogo como titular pela primeira vez desde que foi contratado pelo clube. Ele substituiu Jô, que, poupado, nem foi relacionado para o duelo. O atacante turco anotou o seu segundo gol com a camisa da equipe (ele já havia balançado as redes contra o Vasco, em janeiro, pela Florida Cup).

Com o resultado deste sábado, o time alvinegro soma agora nove pontos e lidera o grupo A (ultrapassou o Ituano). Já o Audax, que possui apenas uma vitória até aqui (na estreia, contra o São Paulo), tem quatro pontos e é o último da chave D.

Ale Cabral/AGIF/Estadão Conteúdo

Kazim comemora gol para o Corinthians contra o Audax

O Corinthians mostrou uma grande disciplina tática, sobretudo no primeiro tempo, quando apertou a saída de bola do rival e soube tirar vantagem disso. Conseguiu o seu gol exatamente com um roubo de bola no ataque. Na segunda etapa, perdeu muitas chances e, com o cansaço, sofreu muitos riscos na defesa. Sorte que o time da casa não soube aproveitar.

Na próxima rodada do Campeonato Paulista, o Corinthians tem o clássico contra o Palmeiras, na quarta-feira (22), em Itaquera. No mesmo dia, o Audax visita o Botafogo.

Mudanças

Carille promoveu algumas mudanças na equipe. Arana, Camacho, Léo Jabá e Kazim foram as grandes novidades no time titular. Além de Jô, outros três jogadores que geralmente figuram entre os 11 inciais (Marlone, Moisés e Fellipe Bastos) começaram no banco de reservas. Romero completou o trio de ataque com Léo Jabá e Kazim.

Do outro lado, o técnico do Audax, Fernando Diniz, muito amigo de Carille, apostou no mesmo time que empatou por 1 a 1 com a Ferroviária, na rodada anterior do Campeonato Paulista. Hugo e Gabriel Leite pelas pontas na frente e Ytalo no centro.

Calor e equilíbrio

O termômetro marcava 33ºC no início da partida. Talvez isso explique o ritmo lento nos primeiros minutos. Ambas as equipes mostravam dificuldades na armação de jogada. O Corinthians apostava na forte marcação na boa saída de bola do adversário, uma das marcas registradas do Audax. Na frente, o time da casa ia bem até chegar perto da grande área da equipe visitante, bem postada na defesa.

Tática dá certo

E a tática de Carille, de subir a marcação e apertar o adversário em seu campo, deu certo aos 29 minutos do primeiro tempo. Camacho roubou uma bola perto da área e rolou para Kazim, que chutou forte e rasteiro no canto esquerdo para abrir o placar.

Cansaço e show de gols perdidos

Com dores no tornozelo, Kazim pediu para ser substituído no início do segundo tempo. Maycon entrou em seu lugar. Sem o turco, Léo Jabá teve duas grandes chances para ampliar o marcador em lances parecidos. E nos dois momentos, mesmo cara a cara com Felipe Alves, ele não conseguiu passar pelo goleiro. Romero também teve uma ótima oportunidade, mas, dentro da área, desperdiçou.

Cansado, o Corinthians cedeu muitos espaços na defesa. O Audax mostrou que estava vivo no jogo e também conseguiu criar as suas chances. A exemplo do rival, porém, faltou caprichar nas finalizações. Aos 23 minutos, Rafinha passou por três defensores do adversário, mas, já na área, chutou torto. Quando o time acertou o pé, parou em Cássio, sempre bem colocado.

O básico

Esta foi a terceira vitória por 1 a 0 do Corinthians no Campeonato Paulista deste ano. O time venceu o São Bento e o Novorizontino pelo mesmo placar. Contra o Santo André, perdeu por 2 a 0.

FICHA TÉCNICA
AUDAX 0 x 1 CORINTHIANS

Local: Estádio José Liberati, em Osasco
Data: 18 de fevereiro de 2017, sábado
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: José Claudio Rocha Filho
Assistentes: Rogerio Pablos Zanardo e Marco Antonio de Andrade Motta Jr

AUDAX: Felipe Alves; Felipe Rodrigues (Gustavo Marmentini), André Castro e Betinho; Marquinho (Rafael Oliveira), Léo Artur, Pedro Carmona e Danielzinho; Gabriel Leite, Ytalo e Hugo (Rafinha).
Treinador: Fernando Diniz

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana; Gabriel; Camacho (Fellipe Bastos) e Rodriguinho; Romero, Léo Jabá (Marlone) e Kazim (Maycon).
Treinador: Fábio Carille

Gol: Kazim (31 minutos do primeiro tempo)

Uol

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Defesa falha e SP toma 4 gols do Audax em 1ª derrota do técnico Ceni

Na mesma Arena Barueri em que marcou seu 100º gol como goleiro em 2011, Rogério Ceni sofreu sua primeira derrota como treinador. Neste domingo, o Audax bateu o São Paulo por 4 a 2 e marcou negativamente o primeiro compromisso oficial do técnico tricolor no calendário brasileiro. Até então, o treinador havia disputado apenas a Flórida Cup, torneio amistoso nos Estados Unidos no qual empatou duas vezes e conquistou título contra o Corinthians nos pênaltis.

O Audax abriu dois gols de vantagem nos primeiros 10 minutos do primeiro tempo, com Marquinho e Pedro Carmona. O Tricolor foi às redes duas vezes com Chavez e empatou ainda antes do intervalo, aproveitando bronca de Fernando Diniz que parece ter desestabilizado o time de Osasco. No entanto, Felipe Rodrigues tocou de cabeça aos 9 da etapa complementar para garantir a vitória aos mandantes, e Pedro Carmona voltou a balançar a rede em cobrança de pênalti aos 29 para fechar a conta.

Marcello Zambrana/AGIF

Ceni promoveu duas mudanças em relação à equipe titular e campeã nos jogos da Florida Cup. O goleiro escolhido foi Sidão, com Denis no banco. Já na zaga, Douglas ganhou uma chance e Breno ficou como opção, com Rodrigo Caio adiantado como volante.

Apagão

Campeão paulista em 2016 diante do mesmo Audax de Fernando Diniz, o Santos de Dorival Júnior deixou o manual para quem quisesse superar o time de Osasco: posicionamento compacto e recuado. O São Paulo de Rogério Ceni fez o contrário no começo do jogo, uma vez que o técnico apostou inicialmente em uma defesa fechada com Maicon e Douglas – dois zagueiros de menor movimentação – e em um setor ofensivo veloz. Consequentemente, as linhas tricolores ficaram muito espaçadas e convidaram o adversário para a festa.

Lambança em portunhol

A bola não parecia tão ameaçadora quando espirrou na área do São Paulo aos cinco minutos. Porém, Maicon ficou para trás, Buffarini e Douglas bateram cabeça e ela sobrou redondinha pela direita para Marquinho, que só dominou e fuzilou a meta de Sidão para abrir o placar. Sua comemoração homenageou o garoto Tiago Linck, jovem embaixador do clube que nasceu sem os membros.

Quatro minutos depois, o golaço: os mesmos nomes do lance anterior voltaram a falhar enquanto assistiam a troca de passes do Audax, com direito a toque de calcanhar de Ytalo, culminando no chute rasteiro e no gol de Pedro Carmona.

Na etapa complementar, Bruno não subiu tanto quanto Felipe Rodrigues e viu os adversários comemorarem o terceiro tento, que já lhes devolvia a vantagem. Vinte minutos depois, Buffarini se complicou ainda mais ao cometer pênalti sobre Gabriel Leite, que havia acabado de entrar no lugar de Ytalo. Sidão não voltou a repetir o bom desempenho mostrado nos penais da Florida Cup: bola de um lado, goleiro do outro, e o quarto gol do Audax na rede.

Que bronca

O São Paulo encontrou menos dificuldades a partir do momento em que o time tricolor inteiro começou a subir para o ataque, diminuindo os espaços e buracos entre suas linhas. Foi assim que Cueva encontrou Chavez bem posicionado entre os zagueiros do Audax, que bobearam na linha de impedimento e deixaram o argentino livre para testar o goleiro Felipe Alves aos 29.

Antes que a bola voltasse a rolar no círculo central, as duas equipes aproveitaram a parada de hidratação para se reorganizarem junto aos seus treinadores. Diferente de Rogério Ceni, Fernando Diniz se exaltou e brigou bastante com seus defensores, em especial André Castro e Betinho.

Reprodução

O problema é que a bronca parece ter desestabilizado a zaga mandante, já que Chavez fez o que quis para passar pela marcação e só chutou cruzado para empatar aos 36. Constantemente exaltado, Fernando Diniz ainda foi expulso pela arbitragem no segundo tempo.

Ficou só na lembrança

“Voltar aqui a Barueri, estádio com bons jogos, boas histórias… Muito gostoso”, disse Ceni ao Premiere antes do apito inicial. No dia 27 de março de 2011, o então goleiro marcou em cobrança de falta o seu 100º gol sobre o Corinthians nesta mesma Arena Barueri. Por pouco, Cueva não repetiu os passos do comandante com boa cobrança de falta que explodiu no travessão – e os poucos torcedores nas arquibancadas “pediram” que a cobrança fosse executada por Rogério. Mas as lembranças desse domingo não devem entrar para o rol de favoritas de Rogério…

Como foi Sidão?

Sidão teve os direitos econômicos adquiridos pelo São Paulo junto ao… Próprio Audax. O goleiro disputou o último Campeonato Brasileiro emprestado ao Botafogo, mas esteve no elenco de Fernando Diniz que se sagrou vice-campeão paulista em 2016, eliminando o próprio Tricolor pelo caminho. Titular neste domingo com vantagem sobre Denis, o camisa 12 esteve tão desorientado nos dois primeiros gols adversários quanto o restante da zaga. Uma vez passado o susto inicial, fez boas defesas em chutes de longa distância e não voltou a comprometer.

Ytalo deixou saudade?

Contratado pelo São Paulo junto ao Audax em maio de 2016 como “reforço para a Libertadores”, o atacante Ytalo refez seu caminho e voltou a defender o time de Osasco. Neste domingo, o camisa 9 se limitou a participar das triangulações ofensivas de sua equipe, sem testar as luvas de Sidão. Mas o toque de calcanhar para o primeiro gol de Pedro Carmona foi muito bonito e deve trazer calafrios aos são-paulinos.

Dono da camisa 9

Apesar de ser o jogador do elenco que mais fez gols em 2016 (dez em 25 jogos), Chavéz era pressionado. Logo quando assumiu o comando do time, Rogério Ceni pediu a contratação de um centroavante. O clube negociou com Calleri, Colmán e sondou Nilmar. Agora, sonha com Lucas Pratto. Por outro lado, Gilberto ganhou chance nos testes de pré-temporada. Chavéz, por sua vez, recebeu propostas da China. Mas no primeiro jogo do estadual, o argentino deu conta do recado e marcou dois gols.

Boicote a Vampeta

A torcida são-paulina prometeu e cumpriu. Em represália ao presidente do Audax, o ex-jogador corintiano Vampeta, os tricolores não foram à Arena Barueri prestigiar a estreia de Rogério Ceni. Os torcedores ficaram revoltados com o fato de Vampeta querer lucrar com o jogo e colocar o ingresso mais barato a R$ 100. Com isso apenas 2.219 pessoas compareceram ao estádio. O gramado seco e com alguns buracos também chamou a atenção. A declaração do próprio ex-goleiro ao dizer que “o Morumbi sempre será o melhor palco para qualquer tipo de apresentação” reforça a ideia da torcida de considerar o jogo de domingo que vem (12) no Morumbi como a verdadeira estreia do ídolo.

FICHA TÉCNICA
AUDAX 4 X 2 SÃO PAULO

Data e hora: 05 de fevereiro de 2017, domingo, às 17h00 (de Brasília)
Local: Arena Barueri, em Barueri (SP)
Árbitro: Thiago Duarte Peixoto
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse e Daniel Paulo Ziolli
Público e renda: 2.219 pessoas; R$ 102.288,00
Cartões amarelos: Pedro Carmona, André Castro (Audax); Rodrigo Caio (São Paulo)
Gols: Marquinho, aos cinco minutos, Pedro Carmona, aos nove do primeiro tempo e aos 29 do segundo, e Felipe Rodrigues, aos nove do segundo (Audax); Chavez, aos 29 e aos 36 do primeiro tempo (São Paulo)

AUDAX: Felipe Alves; Felipe Rodrigues, André Castro (Magal), Betinho e Marquinho; Danielzinho, Léo Artur e Pedro Carmona; Hugo, Denilson (Matheus Vargas) e Ytalo (Gabriel Leite)
Técnico: Fernando Diniz

SÃO PAULO: Sidão; Bruno, Maicon, Douglas (João Schimidt) e Buffarini; Rodrigo Caio, Thiago Mendes, Cueva, Wellington Nem (Cícero) e Luiz Araújo; Chavez (Gilberto)
Técnico: Rogério Ceni

Uol

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Fla volta a jogar mal, perde para o Audax no fim e vê vaga mais longe

jogoO Flamengo precisava vencer para ainda sonhar com a Taça Rio. Era preciso encurtar a desvantagem para o Resende, líder do Grupo B da Taça Rio com 12 pontos após a vitória por 1 a 0 sobre o Bangu, também neste domingo, e para o Fluminense, que tem 10. Mas o fraco futebol apresentado pela equipe nesta tarde, em Moça Bonita, foi resumido na derrota do começo ao fim: o time levou um gol aos dois minutos do primero tempo e o outro aos 46 da segunda etapa, após ter empatado. O Audax Rio soube se aproveitar das deficiências da equipe e saiu merecidamente com os três pontos que farão a pressão aumentar na Gávea.

André Costa e Hyuri marcaram os gols do Audax, e Gabriel, o do Flamengo, que na quarta-feira tenta esquecer a missão quase impossível que terá pela frente na fase final da Taça Rio e estreia na Copa do Brasil contra o Remo, no Mangueirão. Domingo, volta a campo pelo Carioca e terá pela frente o Duque de Caxias, no Moacyrzão, em Macaé. O Audax Rio, com quatro pontos, pegará o Macaé em Moça Bonita.

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Audax brilha no começo

Os erros do Flamengo se repetiram, ainda que a escalação tenha sido outra. A punição não poderia ter sido tão rápida e determinante. O gol logo de cara do Audax deu o tom do que foi a derrota, até então parcial nos 45 minutos iniciais: uma equipe limitada, tensa e confusa. O técnico Jorginho tentou surpreender ao sacar Hernane e Wallace e optar por Nixon e Renato Santos. Na briga pela camisa 10, o escolhido foi Rodolfo. Carlos Eduardo ficou no banco. Só que quem acabou surpreendido foi o próprio time rubro-negro. Com dois minutos de jogo, o Audax se aproveitou das falhas da marcação na defesa adversária e abriu o placar. Em bola jogada na área, o lateral João Paulo cabeceou para trás, e ela foi na medida para o inimigo: André Castro se aproveitou e, livre, bateu à direita de Felipe: 1 a 0 Audax.

Se a pressão já era grande antes, só aumentou depois do gol. Com muitos garotos em campo, o time rubro-negro passou a querer resolver tudo na pressa. O que só fazia aumentar a impaciência da torcida e as falhas de um time limitado tecnicamente. Elias e Gabriel, contratados para melhorar o nível técnico, pouco apareciam. Rafinha não dava sequência às jogadas – prendia demasiadamente a bola e caía em quase todos os lances. Rodolfo estava longe de corresponder às expectativas, e Nixon errava demais na frente, deixando o torcedor com saudades de Hernane. Os jogadores tinham medo até de arriscar o chute – o primeiro só saiu aos 21 minutos, com Rodolfo.

Com jogadores experientes – Fabiano Eller e o volante Andrade davam tempero e boa marcação à defesa -, o Audax esperava o momento certo para jogar nos erros do adversário. Leandro Bonfim e Diego Salles se movimentavam bem no meio-campo, e Denilson dava velocidade ao ataque, mas a equipe nem conseguiu criar outra chance de gol. E a experiência do lado rubro-negro só aparecia com Léo Moura, único com lucidez para tentar algo, como no centro desperdiçado por Nixon. E o atacante acabou saindo de campo aos 41 minutos. Jorginho fez um mea-culpa ao sacá-lo para lançar Hernane, mas fez também o jovem sair debaixo de vaias. E o Brocador arrumou tempo para isolar uma chance clara de gol, aos 44. Parecia não ser o dia do Flamengo.

Audax brilha no fim

E realmente não era. De qualquer forma, o Flamengo melhorou um pouco com uma referência na área. E o time entrou para o segundo tempo em função do Brocador. Bolas para ele. Só que o atacante não consegue esconder suas limitações técnicas. Mas o time passou a arriscar mais. Na primeira jogada que fez efetiva na partida, Gabriel acertou. Ao receber na entrada da área, bateu de perna direita sem defesa para Rafael e empatou a partida, aos oito minutos.

Era a hora de o Audax, muito recuado na primeira etapa, sair para o jogo. Diego Salles e Rômulo deram vez a Hyuri e Wellington, que pouco após sua entrada perdeu um gol digno do Inacreditável Futebol Clube ao receber presente do rubro-negro Elias. Jorginho também resolveu mexer no Fla e trocou Rodolfo por Carlos Eduardo. Os erros na defesa rubro-negra continuavam assustando a torcida. Numa bola cruzada por toda a área, o Audax quase ampliou o placar.

Os dois times se soltaram. Elias mandou cabeçada na trave. Rafinha saiu, Ibson entrou. O Flamengo atacava, mas sem plano de jogo nem cabeça fria. Nos contra-ataques, o Audax assustava. Wellington perdeu outro gol para o Audax digno do Inacreditável. Era a senha de que algo ruim poderia acontecer ainda. E Hyuri, num contra-ataque aos 46, marcou o gol que fez os rubro-negros saírem debaixo de vaias e em difícil situação no Carioca.

 

 

 

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