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Atuação parlamentar do vereador Jucian Jad continua rendendo frutos à população

Autor do requerimento n°075/2017, aprovado por unanimidade em sessão legislativa, o Vereador Jucian agradece ao prefeito Kayser Rocha por ter atendido o pleito e realizado a obra de 2.127 metros quadrados de pavimentação contemplando o sonho dos moradores da rua Francisco de Morais Vale no bairro Santa Mônica.

A obra foi entregue pela Prefeitura Municipal de Solânea na tarde desta quinta feira 23 de janeiro.

O vereador Jucian Jad, parabeniza mais esta ação da Prefeitura Municipal de Solânea e agradece ao prefeito Kayser Rocha, em nome de todos os moradores da referida rua.

“A demonstração de respeito ao povo e ao dinheiro público tem sido revelada em cada ação da gestão do prefeito Kayser Rocha, que tem trabalhando em todos os recantos da cidade, melhorando a qualidade de vida da população”, disse o vereador Jucian Jad.

Assessoria

 

 

Em primeiro dia de atuação, em Solânea, “Programa Cidadão” emitiu cerca de 400 documentos

No primeiro dia de atendimento da ação itinerante do “Programa Cidadão”, que está atuando em Solânea nesta quarta (28) e quinta-feira (29), foram emitidos cerca de 400 documentos gratuitos de 1ª e 2ª vias de RG, CPFs e Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS). A média de atendimento será mantida no segundo dia de atuação.

O Programa acontece em Solânea, através da parceria entre o Governo de Solânea e o Governo Estadual.  E é realizado pela Secretaria municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania e Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano. Também estão sendo colocados a disposição para os que irão emitir documentação o serviço de fotografia 3×4. Os atendimentos no Teatro Municipal Jacob Soares estão acontecendo das 08:00 às 16:00.

Entrega de documentação

A coordenadora do Programa, Sonale dos Santos, explicou que no mesmo dia da solicitação o cidadão recebe a 1ª via do RG e que a 2ª via será entregue dia 23 de setembro no setor de identificação da Prefeitura Municipal. “Quanto a primeira via do CPF, estamos entregando no mesmo momento da solicitação.  A Carteira de Trabalho será entregue dia 17 de Setembro aqui no Teatro Municipal Jacob Soares exclusivamente ao solicitante”, esclareceu. Estão sendo emitidos por dia, em média, 250 RGs, 50 Carteiras de Trabalho e 100 CPFs.

 Assessoria de Comunicação

 

Enfermeiros da PB organizam protesto contra decisão que restringe atuação na Atenção Básica

 O Conselho Regional de Enfermagem realiza nesta terça-feira (17), a partir das 14h uma manifestação contra a decisão judicial que restringiu a atuação da enfermagem na atenção básica.

As manifestações acontecem em todo o Brasil e em João Pessoa, a concentração está marcada para acontecer no Cassino da Lagoa.

O protesto é contra a decisão liminar da Justiça Federal que proibiu que enfermeiros possam requisitar exames durante os atendimentos. A ação foi interposta pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) que alegou que “a Portaria nº 2488/2011 do Ministério da Saúde permite, indevidamente, que enfermeiros realizem consultas e exames, usurpando, assim, as atribuições do profissional médico, único habilitado para realizar consultas, exames e prescrever medicamentos”.

O juiz da 20ª Vara da Justiça Federal de Brasília, Renato Borelli, deferiu a tutela antecipada para suspender parcialmente a portaria, “tão somente na parte que permite ao enfermeiro requisitar exames, evitando, assim, que realizem diagnósticos sem orientação médica”.

De acordo com o Coren/PB, essa liminar afeta diretamente o diagnóstico precoce de algumas doenças, como as infecções sexualmente transmissíveis, sífilis congênita e outras anomalias para o bebê e a mãe, e tuberculose, por exemplo, já que os enfermeiros não vão poder mais solicitar exames.

Veja a nota na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE DECISÃO LIMINAR SOBRE A PROIBIÇÃO DA SOLICITAÇÃO DE EXAMES

O Conselho Regional de Enfermagem da Paraíba (Coren-PB) vem a público reiterar a orientação do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) acerca da decisão liminar deferida, no dia 20/09/2017, pela 20ª Vara/DF em processo movido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

Esclarecemos que, nesta quarta-feira (04/10), o juiz que assinou a liminar autorizou ao Cofen o ingresso no processo. A partir de agora, será solicitada a reconsideração da decisão.

Diante dos questionamentos, o Cofen elucida que a Lei 7.498/1986, que regulamenta o exercício da Enfermagem, encontra-se em plena vigência, sendo privativa do enfermeiro a realização de consultas de Enfermagem e “a prescrição de medicamentos estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela Instituição de Saúde”.

A solicitação de exames de rotina e complementares é realidade consolidada no Brasil desde 1997, quando foi editada a Resolução Cofen 195/97 (em vigor), contribuindo para a melhoria da qualidade da assistência à Saúde da população brasileira.


A restrição imposta pela decisão liminar proferida no processo movido pelo CFM prejudica a efetividade do atendimento na Atenção Básica e no pré-natal de baixo risco, atrasando ou inviabilizando exames essenciais como VDRL, em um momento crítico no qual o Brasil enfrenta uma epidemia declarada de sífilis, associada a complicações graves, inclusive cegueira e morte neonatal.

O atendimento realizado por enfermeiros (as), dentro dos protocolos de saúde pública, nas linhas de cuidados prioritárias na atenção primária em saúde (APS), vigentes hoje no Brasil, tais como: doenças crônicas não -transmissíveis (HAS e DM), tuberculose, hanseníase, saúde da mulher (rastreio para CA de colo de útero e mana – citologia e mamografia), abordagem sindrômica para as ISTs dentre elas sífilis. Estas ações sofrerão descontinuidade na assistência, além de ferir um princípio básico do SUS, a acessibilidade do usuário, apenas para garantir uma reserva de mercado para a categoria médica brasileira, causando prejuízos graves à população

Desse modo, zelando para que a Enfermagem se resguarde de possível responsabilização Ética e Administrativa, o Coren-PB orienta que, enquanto perdurar a tramitação do processo da decisão liminar, as demandas assistenciais relacionadas à solicitação de exames, incluindo testes rápidos para HIV, hepatites e sífilis não sejam realizadas pelos enfermeiros e encaminhadas à direção de cada Distrito Sanitário, para que seja assegurada a continuidade do tratamento de saúde da população.

Solicitamos ainda, que notifiquem ao Coren-PB através da nossa ouvidoria (corenpbouvidoria@uol.com.br), todas as situações e circunstâncias que acarretem a descontinuidade na atenção aos usuários em decorrência desta decisão, para que possamos junto ao Cofen subsidiar no contraditório da liminar.

 Paraíba.com

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Samuka Duarte defende atuação de advogado: “Machado, bote a cabeça no lugar”

samukaApresentador de programa de rádio e televisão do Sistema Correio de Comunicação, Samuka Duarte gravou áudio que está circulando nos grupos de WhatsApp, em que diz ser contra a atitude de seu colega Emerson Machado em criticar o advogado Bruno Deriu.

De Acordo com Samuka, o seu colega responde pelos seus atos e defendeu o advogado em atuar na defesa do cliente, independente do crime.

“O advogado está no papel dele, eu respeito o advogado e não sou a favou de tudo que Machado faz. Todo advogado estuda para defender o seu cliente, quando é contratado. Machado, bote a cabeça no lugar, vamos fazer o trabalho correto. Cada um no seu quadrado”, diz Samuka.

O caso

A OAB/PB emitiu uma nota no final da manhã desta quarta-feira (23), repudiando o tratamento dado pelo radialista Emerson Machado, conhecido por Mofi, ao advogado de defesa dos acusados da morte da vendedora Viviany Crislei, Bruno Augusto Deriu, durante apresentação na Central de Polícia, nesta terça-feira (22).

De acordo com a nota, o advogado foi alvo de achincalhes por parte do radialista, durante reportagem policial transmitida pela TV. A OAB ressalta a atitude preconceituosa do comunicador com o profissional no exercício da função e afirma que vai adotar medidas cabíveis para reparação do ato.

A nota é subscrita pela diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional da Paraíba, pelo Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional da Paraíba e pela Comissão de Defesa das Prerrogativas dos Advogados da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional da Paraíba.

portal25horas

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STJD suspende e multa árbitro Sandro Meira Ricci por atuação no Fla-Flu

(Foto: André Durão / GloboEsporte.com)
(Foto: André Durão / GloboEsporte.com)

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) suspendeu por 60 dias e multou em R$ 1 mil o árbitro Sandro Meira Ricci por sua atuação na partida Fluminense 1 x 2 Flamengo, em 13 de outubro, pelo Campeonato Brasileiro.

Na ocasião, Ricci ignorou a marcação do auxiliar e validou um gol do zagueiro tricolor Henrique em impedimento. Após paralisação de 13 minutos, muita discussão e até a presença da polícia em campo, o árbitro voltou atrás em sua decisão e anulou o lance.

O Fluminense reclamou de interferência externa na arbitragem e chegou a entrar com solicitação no STJD para anular a partida, mas o tribunal, após suspender provisoriamente o resultado do jogo, acabou negando o pedido tricolor e restaurando os pontos do Flamengo na tabela.

Segundo a advogada de Ricci, o direito de defesa do árbitro foi cerceado, uma vez que ele está fora do país e não pôde comparecer ao julgamento no STJD. A defesa pediu para que a audiência fosse adiada, mas o tribunal não aceitou.

Com a punição, Ricci não apita mais no Brasileirão deste ano.

Uol

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Atuação do MPPB e do Estado põe fim à crise no abastecimento de combustível na PB

Foto: MPPB
Foto: MPPB

A Gerência de Distribuição da Petrobras e os gerentes de terminais do Porto de Cabedelo assumiram o compromisso de trabalhar ininterruptamente para garantir o transporte do combustível do navio com 14 mil toneladas que chega nesta sexta-feira (8) à Paraíba.

O compromisso foi assumido nesta quinta-feira (7) em reunião com o Programa de Proteção e Defesa do consumidor do Ministério Público da Paraíba (MP-Procon).

Também nesta quinta, o procurador-geral de Justiça, Bertrand de Araújo Asfora, recebeu do procurador-geral do Estado, Gilberto Carneiro, o documento da Petrobras se comprometendo a continuar atendendo aos pedidos de combustível das distribuidoras do porto.

“Com as ações do Ministério Público e do governo do estado, cessa a crise de abastecimento na Paraíba. Temos o compromisso dos terminais de trabalharem ininterruptamente na descarga desse navio que vai atracar”, ressaltou o diretor-geral do MP-Procon, promotor Glauberto Bezerra, acrescentando que a descarga do combustível do navio deve ocorrer no final de semana.

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Ele informou ainda que o gerente de Abastecimento da Petrobras do Nordeste, João Braga, assegurou que outro navio já está sendo carregado para transportar combustível ao Porto de Cabedelo, cujo cronograma será encaminhado ao MP-Procon.

Em relação ao documento da Diretoria de Abastecimento, o procurador-geral do Estado relatou que ele foi repassado à vice-governadora, Lígia Feliciano, em reunião realizada nessa quarta-feira (6), no Rio de Janeiro.

No documento, o diretor de abastecimento informar que os problemas de suprimento foram pontuais e causados pelo aumento da demanda de gasolina acima do esperado.

O procurador-geral de Justiça, Bertrand de Araújo Asfora, destacou o trabalho em parceria realizado pelo Ministério Público e Poder Executivo em favor do povo.

“E vamos nos manter vigilantes para garantir que se mantenha a entrega da gasolina no Porto de Cabedelo”, acrescentou o procurador.

Inquérito

O promotor Glauberto Bezerra informou ainda que, mesmo tendo sido resolvido o problema da crise, o MP-Procon vai continuar investigando para verificar o dano moral coletivo causado pelo desabastecimento que foi reconhecido pela Petrobrás, além da questão da aplicação de multa.

Outro ponto destacado pelo diretor do MP-Procon é a apuração da omissão da Agência Nacional do Petróleo (ANP) quanto ao problema.

FONTE: MPPB

Após crise, Dilma adia início da atuação do embaixador da Indonésia

dilma_wf2A presidente Dilma Rousseff informou nesta sexta-feira (20), durante cerimônia de entrega das credenciais dos embaixadores de cinco países, que o governo brasileiro decidiu adiar o início da atuação do embaixador da Indonésia em Brasília, Toto Riyanto, em razão do estremecimento nas relações entre os dois países. Em janeiro, a execução do brasileiro Marco Archer por parte do governo indonésio gerou um mal-estar diplomático entre Brasília e Jacarta.

O recebimento das credenciais dos embaixadores pelo presidente da República é uma formalidade que marca oficialmente o começo das atividades dos diplomatas. Na prática, com o ato, o presidente passa a reconhecer que o embaixador representa o Estado no Brasil.

Na solenidade desta sexta, era para o diplomata indonésio ter entregado suas credenciais à Presidência, habitando-o a atuar no país. Porém, o governo brasileiro optou por postergar o ato, o que deixa a Indonésia, temporariamente, sem embaixador no Brasil.

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Segundo o G1 apurou, o diplomata indonésio chegou a ir na manhã desta sexta ao Palácio do Planalto para participar da cerimônia. Porém, antes do início evento, ele foi chamado para uma conversa reservada e avisado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, da decisão da presidente Dilma de adiar o recebimento das credenciais.

A presidente, entretanto, recebeu as credenciais de diplomatas de cinco países: Edwin Emílio Vergada Cárdenas (Panamá), Maria Lourdes Urbaneja Durant (Venezuela), Diana Marcela Vanegas Hernández (El Salvador), Amadou Habibou Ndiaye (Senegal) e Nikolaos Tsamados (Grécia).

A própria Dilma explicou, ao final da cerimônia, o motivo de ela ter decidido “atrasar” o recebimento da documentação do embaixador. Segundo Dilma, antes de autorizar a atuação do diplomata, ela quer ter clareza sobre a situação das relações diplomáticas entre as duas nações.

“Achamos importante que haja uma evolução na situação para que a gente tenha clareza em que condições estão as relações da Indonésia com o Brasil. Na verdade, o que fizemos foi atrasar um pouco o recebimento de credenciais, nada mais que isso”, ressaltou a presidente.

Fantástico mostra os últimos passos de brasileiro executado na Indonésia (Foto: Reprodução TV Globo)
Marco Archer foi executado em janeiro na Indonésia
(Foto: Reprodução TV Globo)

Crise diplomática
No mesmo dia em que o brasileiro Marco Archer foi executado, Dilma divulgou nota oficial na qual se disse “consternada e indignada”com a decisão do governo da Indonésia e anunciou que havia decidido chamar o embaixador brasileiro em Jacarta para “consultas”. Na linguagem diplomática, chamar um embaixador para consultas representa uma espécie de agravo ao país no qual está o embaixador.

Um dia antes da execução de Marco Archer, o assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o fato de o governo indonésio não aceitar os pedidos de clemência criaria “sombra” nas relações diplomáticas entre os países. Dilma havia apelado pessoalmente ao colega da Indonésia para tentar evitar a execução.

Atualmente, o governo brasileiro está empenhado em tentar livrar outro brasileiro da pena de morte na Indonésia. Preso na Indonésia por tráfico de drogas, Rodrigo Gularte também pode vir a ser fuzilado pelas autoridades indonésias.

Em janeiro, Marco Aurélio Garcia disse ainda ter “esperança” de evitar a execução de Gularte. “A preocupação do governo brasileiro, já que não conseguimos ser exitosos na questão do primeiro executado, é que tenhamos pelo menos possibilidade de resolver esse caso [de Rodrigo Gularte] […] A esperança é sempre a última que morre. Então vamos trabalhar nessa direção”, ponderou o assessor especial da Presidência.

Prefeito de Caracas
Ao final da solenidade, Dilma foi questionada sobre se houve algum tipo de “constrangimento” entre ela e a embaixadora da Venezuela, Maria Lourdes Urbaneja Durant, em razão da prisão, nesta quinta (19), do prefeito de Caracas, Antônio Ledezma. Na resposta, a presidente foi taxativa, dizendo que não houve constragimento.

Ledezma foi preso sob a acusação por parte do governo do presidente Nicolás Maduro de tentar promover um golpe de Estado na Venezuela e agir em parceria com os Estados Unidos. A chefe do Executivo classificou a prisão de Ledezma de “questão interna” da Venezuela.

“Eu não posso receber um embaixador baseada nas questões internas do país. Eu recebo os embaixadores baseada nas relações que eles estabelecem com o Brasil. Então, o nosso foco é, fundamentalmente, essas relações. E é isso que explica o fato de a gente ter postergado o recebimento das credenciais da Indonésia. [A morte de Marco Archer] não é nenhuma questão interna na Indonésia”, argumentou Dilma.

 

Filipe Matoso

Igrejas e especialistas analisam a atuação cristã durante a ditadura

ditaduraA colaboração das igrejas cristãs brasileiras com a ditadura civil-militar de 1964/1985 será o tema do seminário nacional que o Grupo de Pesquisa sobre Movimentos, Instituições e Culturas Evangélicas na Amazônia/MICEA realizará na primeira semana de junho próximo no campus da Universidade Estadual do Pará, em Belém. O evento terá a participação de pesquisadores em Sociologia das Religiões, Teologia, Ciência Política e História.

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De acordo com o coordenador do MICEA, sociólogo Saulo Baptista, os trabalhos apresentados no seminário serão “muito importantes para o esclarecimento da sociedade civil brasileira sobre a real responsabilidade das igrejas cristãs e de alguns de seus integrantes na sustentação ideológica do regime da ditadura”.

Interação

As atividades preparatórias do seminário incluem o diálogo do MICEA com a Comissão Nacional da Verdade e com as Comissões Estaduais, Municipais e Setoriais. A própria CNV constituiu em Brasília uma assessoria especializada nas atividades das Igrejas Católica e Evangélicas durante a ditadura. Uma outra atividade complementar ao trabalho do MICEA está sendo realizada pela Faculdade Ipiranga, em Belém, que está promovendo debates com especialistas sobre os 50 anos do regime ditatorial.

Alguns casos “exemplares”

Entre os casos considerados “exemplares” de colaboração de igrejas e de religiosos com a ditadura, destacam-se a atuação da Universidade Mackenzie de São Paulo; o papel desempenhado pelos bispos d. Geraldo Sigaud e d. Antônio de Castro Mayer (já falecidos) que denunciaram colegas do episcopado aos órgãos de repressão e a participação da TFP (Sociedade de Tradição, Família e Propriedade) nas campanhas de delação de católicos classificados como “comunistas” por participarem de atividades ligadas às Comunidades Eclesiais de Base, à Teologia da Libertação ou às Pastorais Sociais ( Operária, da Terra, da Juventude, entre outras)

Créditos da foto: Arquivo
cartamaior

Em livro de memórias, jornalista reflete sobre a atuação da guerrilha urbana no Brasil

Filho da geração de 68 e um dos mais ativos militantes da luta armada contra a ditadura no Brasil, o jornalista Cid Benjamin carimbou suas lembranças e reflexões sobre a atuação dos movimentos de esquerda no país e a resistência ao regime militar nas paginas de “Gracias a la vida – memórias de um militante”, lançado no ultimo dia 22 de outubro, no Rio de Janeiro (RJ).

 

Crédito:Divulgação
Jornalista traça memórias da militância durante a ditadura militar no Brasil

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Um dos idealizadores do sequestro do embaixador americano, Charles Burke Elbrick, em 1969, e dirigente do Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR-8), o ex-guerrilheiro revela os detalhes sobre o que passou na prisão, os momentos de tortura e clandestinidade.

 

Após longo exílio em Cuba, retornou ao Brasil em setembro de 1979 para ser um dos fundadores e dirigentes do PT, partido do qual se afastou para se filiar ao PSOL. Na obra, o jornalista relembra as marcas deixadas pelos anos de chumbo, que até hoje são objeto de interesse da sociedade brasileira.

 

IMPRENSA: Quando decidiu contar sua participação na luta armada em um livro?

CID BENJAMIN: Resolvi sentar e começar a escrever há mais ou menos um ano. A razão principal de ter começado naquele momento e não antes foi porque queria refletir sobre algumas questões, decantar certas experiências e, então, só me senti pronto para começar a redigir nesse momento.

 

Crédito:Arquivo pessoal
Cid Benjamim foi trocado no sequestro do embaixador alemão

Quais os principais momentos que resolveu abordar no livro? Como selecionou essas memórias?

Na verdade, não é apenas um livro político, mas um relato da minha experiência política com reflexões sobre a época e reflexões sobre o plano pessoal, sobre a vida em geral. É uma mescla disso tudo. Inicio o livro no momento em que passei a viver na clandestinidade.

 

Como foi seu exílio?

Foram quase dez anos de exílio. Saí em junho de 1970 e voltei em setembro de 1979. Estava preso fui trocado juntamente com 39 presos pelo embaixador alemão. Fui para Argélia. Depois, viajei para Cuba com a intenção de voltar clandestinamente ao Brasil.

 

Estava num processo de retorno, já no Chile, quando uma série de mortes e prisões no interior do país inviabilizaram minha volta. Após o episódio, houve um golpe no Chile e tive que fugir, porque minha casa foi invadida por militares daquele país. Aí começa o segundo período do exílio, a partir do fim de 1973 e início de 1974, momento em que não estava mais voltado para o retorno clandestino, como na primeira parte. Estive em Cuba, passei pelo México e, o período final, foi na Suécia, local de onde eu voltei em setembro de 1979, com a anistia.

 

A escolha do embaixador americano foi mesmo uma casualidade? Por que a opção pelo sequestro?

Causalidade nem tanto. Na verdade, estávamos eu e Franklin Martins numa rua de Botafogo, no Rio de Janeiro, quando passou o embaixador americano e percebemos que ele estava vulnerável. Já havia uma preocupação nossa em libertar presos, pois alguns ainda eram torturados e estavam num processo de julgamento na Justiça Militar, que era absolutamente subordinada aos órgãos de repressão.

 

Nós tínhamos a preocupação de não abandonar esse pessoal. Surgiu então a ideia de prender o embaixador e trocar pelos nossos presos. Deu certo. Libertamos 15 presos e ainda conseguimos que militares lessem ou ordenassem que fosse lido nos jornais um manifesto que denunciava a ditadura e fazia propaganda da luta armada.

 

Crédito:Divulgação
Benjamim relembra exílio e golpe no Chile

Que contribuição podemos esperar da Comissão Nacional da Verdade?

A Comissão tem um papel muito grande porque é preciso que o país conheça o que aconteceu no período da ditadura. Para isso, as Comissões da Verdade, tanto a nacional, como as estaduais são importantes. Deve-se investigar e trazer à tona acontecimentos que estavam debaixo do tapete.

 

Há muita coisa ainda para desvendar e uma coisa essencial, que não se conseguiu ainda, é a abertura dos arquivos das Forças Armadas, porque foi a linha de frente do combate. Nesses arquivos estão as informações mais importantes, mas eles se recusam [a abrir], pois alegam que teriam sido destruídos. No entanto, para destruir arquivos públicos leva um tempo. Então, a Comissão tem um papel importante não para remexer o que estava lá atrás e ficar revivendo o passado, mas para conhecer o passado e iluminar o futuro para consolidar a democracia no país, criando condições para que não se repita aquela barbárie do período da ditadura.

 

Como avalia a imprensa daquela época e a imprensa atual?

A imprensa é majoritariamente conservadora. Tanto naquela época, como agora. Mas, naquela época, havia um estado militar em que muitos momentos a imprensa estava censurada. Agora isso não existe, há muito mais liberdade de imprensa hoje.

 

Para você, como foi a cobertura nas manifestações de junho de 2013?

Acho que a atuação da imprensa nas manifestações não foi boa. Os jornais acabaram dando um destaque aos atos de violência e quebra-quebra, fazendo deles o centro da questão num momento em que se falava pouco da manifestação, das reivindicações. Então, uma imprensa que só fica procurando aspectos negativos, acaba contribuindo para isso. Não é por acaso que a ação de alguns mascarados se confunde com a ação de alguns policiais infiltrados. A atuação não foi equilibrada, mas acho também que outros setores também acabaram dando munição para que a imprensa se comportasse assim, como a violência após os protestos.

 

 

portalimprensa

Atuação de Ronaldo como comentarista é criticada por Jô Soares e colunista da “Folha”

Na última segunda-feira (24/6), o ex-jogador Tostão, campeão do Mundo em 1970, utilizou sua coluna na Folha de S.Paulo para criticar Ronaldo como comentarista. Nesta semana, o Fenômeno também foi criticado por Jô Soares.
Crédito:Divulgação
Apresentador e colunista não gostam de Ronaldo como comentarista
“Dos comentaristas, pelos conhecimentos técnicos e táticos e pelo senso crítico, prefiro os da ESPN Brasil, que não transmitem os jogos da Copa das Confederações. Ronaldo e Casagrande, da TV Globo, não dizem nada mais que o óbvio”, escreveu o colunista.

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Quando entrevistava outro ex-jogador, Carlos Alberto Torres, Jô Soares também condenou declarações de Ronaldo. “Eu tinha que te perguntar sobre seu posicionamento em relação à Copa e também… lamentar as declarações de craques, como Ronaldo, que tão falando o que não devem e falando na hora errada.”
Segundo o Yahoo!, a crítica do apresentador faria referência ao vídeo no qual Ronaldo aparece dizendo que “Copa do Mundo não se faz com hospitais”, uma declaração de 2011.
Portal IMPRENSA