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Mecânico faz aposta para atravessar açude e morre afogado em Alagoinha

Um homem morreu afogado, na tarde desta quarta-feira (17), após fazer uma aposta para atravessar um açude, no município de Alagoinha, Agreste paraibano. A vítima foi identificada como Luís Juvino dos Santos, de 34 anos. Ele trabalhava como mecânico na cidade e estava no local para um momento de lazer, quando decidiu participar do desafio.

Conforme testemunhas, logo depois de dar algumas braçadas a vítima parou e já voltou à tona boiando. A esposa da vítima contou à imprensa local que o marido havia ingerido bebida alcoólica antes de ir ao açude. Ela contou que pediu que o marido ficasse em casa, mas ele insistiu e foi.

“Eu disse, vai não Baia, volta! Volta Baia, mas ele não deu ouvidos e foi ao açude onde acabou morrendo afogado” relatou dona Maria. ‘Baia’ era como o mecânico era conhecido na cidade. Ele deixou um filho recém-nascido cujo registro seria feito nesta tarde, fato que acabou não ocorrendo.

 

pbagora

 

 

Casal de idosos é atropelado ao tentar atravessar avenida Epitácio Pessoa

Um casal de idosos foi atropelado na manhã desta sexta-feira (24), ao tentar atravessar a avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa. O acidente aconteceu por volta das 11h30 no sentido centro-praia, em frente ao Banco do Brasil.

O motorista do veículo informou que foi pego de surpresa com as vítimas atravessando a via e não teve tempo de evitar o atropelamento, que ocorreu fora da faixa de pedestres. Com o impacto o para-brisa do veículo foi quebrado.

De acordo com a Secretaria Executiva de Mobilidade Urbana (Semob), o motorista ficou no local e prestou socorro às vítimas.

Eles foram socorridos para o Hospital de Trauma de João Pessoa. De acordo com informações, o casal estava consciente e orientado, porém a mulher reclamava de dor na cabeça devido a pancada e o homem sofreu um corte atrás da cabeça, mas sem gravidade.

As duas faixas da via precisaram ser interditadas, mas segundo a Semob por volta do meio dia o trecho estava sendo liberado. A interdição causou congestionamento no local.

 

 

clickpb

 

 

Mulher morre após ser atropelada ao atravessar rua com família na Paraíba

acidenteUma mulher de 30 anos morreu após ser atropelada por um carro no momento em que atravessava a Avenida Dois de Fevereiro, no bairro do Rangel, na zona oeste de João Pessoa, na noite terça-feira (15). Aline do Nascimento Sousa foi atingida por uma caminhonete quando cruzava a via ao lado do marido e com a filha do casal no colo, de apenas oito meses. Aline chegou a ser levada para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ainda na noite de terça.

O acidente aconteceu em um ponto próximo à praça da Amizade, na conversão para a rua Elias Cavalcante de Albuquerque. De acordo com o condutor do carro envolvido no acidente, Onildo Fernandes, pelo fato da avenida ser mão única, ele não se preocupou em olhar para o sentido contrário ao fazer a manobra e acabou atingindo a mulher.

“Eu olhei e não vinha carro. Quando eu entrei, ouvi o barulho. Foi um negócio de momento. Eu acredito que ela tropeçou e caiu e, na hora que eu ia passando, o pneu passou por cima do braço dela. Porque a gente tirou o carro de cima”, comentou. Ainda de acordo com o condutor, que prestou socorro, se pudesse teria levado Aline Nascimento no próprio carro para o hospital, mas foi recomendado que esperasse o Samu.

Francilino Leite, médico do Samu responsável pelo atendimento, explicou que Aline sofreu um traumatismo praticamente completo na cabeça e deu entrada no Hospital de Trauma de João Pessoa em estado gravíssimo. Após entrar na unidade por volta das 20h40 (horário local), a vítima passou por atendimento de emergência, mas não resistiu e morreu por volta das 23h (horário local). A criança e o marido de Aline não ficaram feridos no acidente.

O Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) da Polícia Militar informou que o condutor do carro envolvido no acidente prestou esclarecimentos sobre o ocorrido e não se negou a fazer o teste do bafômetro. Ele seria conduzido ainda na noite de terça para a delegacia para o registro da ocorrência. A poucos metros do local onde aconteceu o acidente, há uma faixa de pedestre e um quebra-molas.

G1

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Caso de aborto confirma que zika consegue atravessar a placenta

zicaCientistas do Paraná divulgaram nesta quarta-feira (20) o resultado de uma pesquisa que confirma a capacidade do zika vírus de atravessar a placenta de gestantes. O Instituto Carlos Chagas, da Fiocruz de Curitiba, encontrou traços de DNA do vírus em amostra de tecido de uma mulher que teve a gravidez interrompida.

A gestante, que vivia no Nordeste mas não foi identificada, relatou sintomas compatíveis à infecção semanas antes de sofrer um “aborto retido”, que ocorre quando o feto para de se desenvolver no útero.

Após usar anticorpos para detectar a presença de uma infecção no tecido da placenta, os pesquisadores depois identificaram o zika por meio de PCR – exame que detecta traços de material genético do patógeno.

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“Este resultado confirma de modo inequívoco a transmissão intrauterina do zika vírus”, afirmou comunicado do instituto. A pesquisa foi liderada pela virologista Cláudia Nunes Duarte dos Santos.

Resultado confirma de modo inequívoco a transmissão intrauterina do zika vírus”
nota do Instituto Carlos Chagas

Segundo os cientistas do instituto, a transmissão da infecção pelo vírus provavelmente se dá por meio das chamadas “células de Hofbauer”, um tipo de célula do sistema imune, que defende o organismo.

As células de Hofbauer estariam provavelmente capturando o zika e depois sendo absorvidas pela placenta, mas pesquisadores ainda não conseguiram confirmar essa tese.

O zika vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti e foi identificado pela primeira vez no país em 2015. A doença tem sintomas leves, como febre baixa e dor muscular, mas os riscos são grandes para gestantes. O Ministério da Saúde declarou emergência pelo aumento de casos de microcefalia em bebês (quando o crânio tem tamanho menor que a média – 32 centímetros) relacionados ao vírus, além de abortos.

Nesta quarta, a Organização Pan-americana de Saúde disse que o zika está presente em  toda a América Latina e no Caribe.

Bem Estar

Como vivia a família do menino curdo-sírio que morreu ao tentar atravessar o Mediterrâneo

aylan-kurdiVocê tem alguma lembrança dos seus 3 anos de idade? Provavelmente não. Aos 3, fantasia e realidade se misturam, pensamentos e ações têm a mesma força e o tempo passa em compassos mais lentos, permeado por momentos de descanso, afeto e brincadeira. Quando revolvemos nossa memória para essa época da vida, o que vem à mente é o amor que recebemos, traduzido num aroma, num toque, num som deliciosamente familiares. O pequeno e sorridente Aylan, 3, nasceu sob o signo da guerra e o barulho de bombardeios. Mas, alheio às bombas que castigavam seu país natal, a Síria, passava os dias a brincar, tendo como companheiro o irmão Galib, dois anos mais velho. Com tão pouca idade, já havia se mudado várias vezes com a família – o pai Abdullah Kurdi, 40, e a mãe Rihan, 35. De Damasco, em 2012, para Aleppo, depois para Kobani, até cruzar a fronteira da Turquia em 2014. Munido daquela segurança que só os muito novos conseguem ter, por completa inocência, entrou num bote na noite de terça-feira 1 em Bodrum, sudoeste da Turquia, com sua família. Nada poderia lhe acontecer. Afinal, os pais estavam lá para protegê-lo. Quinhentos metros e muitas remadas depois, a água começou a tomar conta da frágil embarcação e os pezinhos de Aylan ficaram encharcados. O pânico não demorou a dominar os adultos, que gritavam aterrorizados. O pai trouxe os filhos para si, em vão. A violência das ondas jogou para o fundo do mar Mediterrâneo o sonho dos Kurdi de chegar à ilha de Kos, na Grécia. E o menino que ainda não tinha construído seu repertório de lembranças jamais sairá da memória das pessoas que o viram, com sua roupa de passeio, sapatinhos ainda presos aos pés, vestido para começar uma vida nova, estendido sem vida na praia de Ali Hoca, na Turquia, na imagem que petrificou o mundo na quarta-feira 2.

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DESOLAÇÃO
Policial carrega Aylan, encontrado na beira-mar de uma praia turística da
Turquia na quarta-feira 2. Acima, o pai Abdullah chora a perda da família inteira

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Muitas análises foram feitas após a comoção gerada pela foto. Por que justamente a de Aylan causou tanta pertubação, se tantas outras imagens de crianças refugiadas mortas têm circulado, tão trágicas quanto? Uma das explicações é o cenário e a situação, que provoca uma identificação imediata. O menino, quase um bebê ainda, encontrado à beira-mar, um lugar onde as crianças podem brincar despreocupados. Sua posição, de bruços, dá a impressão de que ele apenas repousa, serenamente. Dá vontade de arrumar sua roupa, cobri-lo, protegê-lo do frio. Toda essa placidez inspirou uma série de desenhos, que circulam pelas redes sociais, em homenagem ao garoto (veja quadro). Enquanto as pessoas tentam digerir a imagem, o único sobrevivente dos Kurdi sabe que jamais esquecerá o que viveu. E o que perdeu. “Eu tentei pegar meus filhos e minha esposa, mas não havia esperança. Um por um eles morreram”, disse um devastado Abdullah. O pai amoroso, que era acordado na cama pelos filhos, convocando-o para brincar, guardou detalhes do horror pelo qual passou. “O desespero aumentava à medida que a água subia. Alguns ficaram de pé, e o bote virou. Eu segurava minha mulher com a mão. As mãos dos meus filhos se soltaram das minhas. Tentamos ficar no bote, mas quase não tínhamos ar. Comecei a empurrá-los para a superfície para que pudessem respirar, acho que estavam há umas três horas tentando sobreviver.” Alternando os cuidados de um filho e outro e impotente diante do iminente afogamento, Kurdi empurrou o mais velho para a mãe, para que ele pudesse, ao menos, manter a cabeça erguida. Horas depois, Rihan e Galib foram encontrados juntos, a poucos metros do caçula.

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Ao sair de Kobane, a cidade curdo-síria há meses assediada pelo Estado Islâmico (EI), os Kurdi tentaram chegar à Europa, pagando 2.050 euros (R$ 8.660) por pessoa para embarcar no fatídico bote. Mas o destino preferido da família era o Canadá, onde vive a irmã de Abdullah, a cabelereira Teema, moradora de Vancouver há 20 anos. Segundo ela, o Escritório de Cidadania e Imigração do Canadá recusou em junho o pedido de asilo de seus parentes. “Eu tentei financiá-los e meus amigos e vizinhos me ajudaram, mas não conseguimos retirá-los de lá, por isso subiram no bote”, disse a tia de Aylan, que pagava o aluguel para o irmão na Turquia. “Eles não mereciam morrer. Estavam indo para uma vida melhor. Isso não devia ter acontecido com eles”, disse a cabelereira, que contou que os dois sobrinhos haviam pedido uma bicicleta a ela há cerca de três semanas. “Pobrezinhos, nunca tiveram uma boa vida.”

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Aylan e Galib não foram as únicas crianças a morrer no mar naquela fatídica noite. Outra embarcação que fazia a mesma rota também sucumbiu, deixando oito mortos, entre eles uma bebê de 9 meses, gêmeos de um ano e meio e dois irmãos de 9 e 11 anos. Autoridades turcas teriam prendido na quinta-feira 3 quatro pessoas suspeitas de tráfico humano, que estariam envolvidas nas mortes. Sobrevivente do naufrágio que dizimou seus parentes mais próximos, Abdullah enterrou na manhã da sexta-feira 4 os filhos e a mulher em Kobane, de onde não pretende mais sair. Os planos de um futuro promissor naufragaram junto com sua família.

 

 

istoe

Motorista desce de ônibus para ajudar cego atravessar a rua

motoristaIdentificado como Alex, uma atitude do motorista de ônibus, da linha Geisel 202, chamou a atenção e ganhou repercussão nas redes sociais. O motorista desceu do ônibus que estava dirigindo pra auxiliar um deficiente visual a atravessar a movimentada rua,  Waldemar Galdino Naziazeno, no Geisel, Zona Sul de João Pessoa.

O cego havia decido do ônibus, mas ninguém que estava na rua lhe auxiliou. O motorista então tomou a iniciativa.

O caso foi relatado por internautas, como Ana Karla Fernandes: “Me surpreendi com a atitude do motorista”.

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MaisPB

Ricardo fala em cortes para atravessar crise, lamenta déficit previdenciário, mas garante continuidade de obras e reajustes

ricardo coutinhoO governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), afirmou que se a situação apertar ainda mais na administração ele vai cortar os serviços menos essenciais e fala de déficit na previdência alertando: “Daqui há quatro, cinco ou seis anos, pode ter 50% dos servidores da ativa se aposentando”.

Sem fugir do questionamento sobre se a situação econômica nacional piorar ainda mais, o governador foi direto: “quando começar a faltar coisas essenciais eu corto as menos essenciais e corto sem titubear”. Coutinho explicou que “um ou outro setor” não vai achar bom, mas que ele não vai deixar as coisas se avolumarem.

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“Já venho cortando desde o ano passado, a estrutura do estado é muito pequena, mas tem alguns problemas, como o déficit da previdência que é um problema nacional”, diz.

Coutinho revelou que o déficit mensal é de R$ 80 milhões e que o executivo arca com a previdência dos outros poderes também. “Daqui há alguns quatro, cinco ou seis anos, vai ter um percentual altíssimo, pode chegar aos 50% dos servidores na ativa. É um problema gravíssimo”, explica.

O governador revelou ainda outra atividade com os governadores do nordeste, desta vez com o Ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, sobre o que é possível fazer para diminuir esse déficit.

Outra questão apontada pelo governador é folha de pessoal. “Sem dúvida é um problema insolúvel. Fazer o quê? O que posso é controlá-la, buscar reconhecer setores como venho fazendo, elevando de patamar. O estado tem 116 mil servidores, portanto a solução a médio prazo passa pela previdência. O cenário com ou sem crise é difícil, a folha de pessoal fica sempre entre 45% e 50% do orçamento do estado”, explica.

Apesar disso, o governador ratificou o compromisso de dobrar o piso dos professores em quatro anos e continuar dando os ajustes as categorias. Ele lembrou que ninguém está dando reajuste no país, mas que ele deu. “Tenho um plano de corte e vou cortando para salvar o estado, não vou deixar o estado, para minha comodidade, ficar comprometido como alguém já fez aqui no passado”, explicou alfinetando o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) e continuou: “criaram bombas de efeito retardado para estourar depois, com 9 mil concursados, quem está contratando? o meu governo”, conclui.

Marília Domingues

 

Mulher é atropelada pelo próprio carro ao atravessar rua

Foto: Divulgação / Diário Catarinense
Foto: Divulgação / Diário Catarinense

Uma mulher foi atropelada pelo próprio carro em Joaçaba, no Oeste de Santa Catarina, por volta das 10h30 deste sábado. Uma câmera de segurança flagrou o momento do acidente, que aconteceu por volta das 10h30 perto do cruzamento da Travessa Anita Garibaldi com a Rua Duque de Caxias. Apesar do susto, a vítima, de 37 anos, teve apenas ferimentos leves.

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Segundo o Corpo de Bombeiros, a mulher estacionou o automóvel, um Fiat Pálio, em uma ladeira, e foi atropelada quando atravessava a rua para ir até a casa da sogra. A vítima contou também que o veículo apresentou problemas no freio dias antes do acidente.

As imagens mostram a mulher sendo atingida e empurrada pelo veículo por alguns metros até cair no asfalto. Um grupo de pessoas corre para ajudá-la. De acordo com os bombeiros, ela foi levada consciente para o Hospital Universitário Santa Terezinha e passa bem.

Zero Hora

Criança de três anos morre na PB atropelada ao atravessar a BR-230

Um menino de três anos morreu após ser atropelada por um veículo na rodovia federal BR-230, no fim da tarde de quarta-feira (9) próximo à cidade de Juazeirinho, na região do Cariri paraibano. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a criança chegou a ser socorrida, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu. O motorista fugiu do local do acidente.[bb]

O caso foi registrado pelo posto da PRF da Farinha às 16h (horário local) de quarta-feira, no Km 235. Segundo a PRF, a criança de três anos estava em uma das margens da pista com a irmã de 17 anos. As duas moravam do outro lado da BR-230, onde o pai aguardava que atravessassem a via.

Conforme testemunhas relataram à PRF, a vítima correu para atravessar a pista quando viu o pai e a irmã não conseguiu contê-la. Neste momento, um veículo de pequeno porte, supostamente um Ford Ka de cor preta, seguia no sentido Sertão-Litoral, e acabou atropelando o menino.

“De acordo com as informações prestadas à polícia, a irmã não conseguiu segurar a criança pelo braço, que correu para a pista e o motorista não teve como desviar. O motorista fugiu, talvez por medo, mas a princípio não houve responsabilidade dele no fato”, afirmou o agente Ket.

A criança foi socorrida em um veículo de terceiros até o Hospital Municipal de Soledade. Lá, tentaram reanimar a vítima, que seria transferida para o Hospital de Urgência e Emergência Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande. No caminho, o menino não resistiu e morreu. O corpo foi encaminhado para o Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Campina Grande.[bb]

Fonte: G1 PB

Russo sobrevive após flecha perdida atravessar seu pescoço em parque

Foto: Reprodução/NBC Ele passeava com as filhas em Moscou quando foi atingido

O russo Konstantine Myakush, de 38 anos, sobreviveu após ser atingido por uma flecha que atravessou seu pescoço enquanto caminhava em um parque de Moscou, na Rússia, segundo a emissora americana de TV “NBC”.

Ele estava passeando com as duas filhas perto de um centro esportivo em Moscou, quando foi atingido por uma flecha perdida de 50 centímetros de comprimento.

A flecha, que se acredita tenha sido lançada por um praticante do clube de tiro com arco, poderia ter matado Myakush se tivesse acertado ele 2,5 centímetros para direita ou para esquerda, pois teria perfurado uma artéria importante.

De acordo com a reportagem, Myakush permaneceu consciente o tempo inteiro e ainda ligou para sua mulher logo depois para dizer o que tinha acontecido.

Ela avisou o serviço de emergência. Após ser levado para o hospital, os médicos realizaram vários exames para se certificar que a flecha não tinha atingido nenhuma área vital. Em seguida, cirurgiões operaram Myaksuh e removeram com sucesso o artefato.

G1