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Julian critica falas de Eduardo Bolsonaro: “Só atrapalham o Governo”

Após ter sido alvo de severas criticas por parte do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal paraibano e presidente do PSL no Estado, Julian Lemos, revidou com vídeo nas suas redes sociais, onde critica as falas de Eduardo alusivas a uma possível volta do período militar caso a esquerda decida radicalizar no país.

Para Julian, apesar de reconhecer a importância de Eduardo Bolsonaro na sua eleição para a Câmara, ele revela no post que não concorda com o que disse o parlamentar paulista. “Eu sim, fui eleito pela vontande e Deus, do povo da Paraíba e pelo grande apoio que tive do então Deputado Federal Jair Bolsonaro, hoje Presidente da República, alguém que tem de mim, respeito e gratidão. Mas acima de tudo isso, está minha consciência e meu equilíbrio onde posso fazer meu juízo de valor e tomar posições”, disse.

Noutro trecho diz: “Como sempre fui, deixo claro o que penso, e sobre a fala e a possibilidade de uma ruptura institucional, venho nesse momento me posicionar, sou contra, não precisamos disso para vencer, e assim venceremos quantas vezes for necessário, o AI-5 foi, e não será mais, faz parte do nosso passado, para nos ensinar que a esquerda jamais deve nos governar, e nos direcionar para um futuro melhor. Mais uma vez, quero deixar meu registro que esses posicionamentos só atrapalham o Governo do Presidente Jair Bolsonaro, isso sim, estimulam uma esquerda estúpida e desmoralizada, a ter um discurso cada vez mais de ódio”, finalizou.

Assista o vídeo:

https://www.instagram.com/p/B4Sy-0wlYv7/

 

pbagora

 

 

Cinco doenças silenciosas que atrapalham a fertilidade feminina e masculina

gravidaUm casal que está há mais de um ano tentando engravidar e não consegue entra para o grupo daqueles que devem ter a saúde investigada para descobrir problemas relacionados à fertilidade. Algumas doenças e problemas silenciosos acabam minando o desejo de ser mãe ou pai, mas a boa notícia é que para a maioria há tratamento.

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O ginecologista Renato de Oliveira, da Criogênesis, explica que 30% dos problemas de infertilidade são por causa de problemas do casal, 30% por problemas femininos, 30% por problemas masculinos e 10% por causas desconhecidas. Nesse grupo, para as mulheres, entra a endometriose, endometrite crônica, síndrome dos ovários policísticos, doença inflamatória pélvica, além da obesidade, tabagismo e uso de drogas.

Para os homens, a obesidade, tabagismo e uso de drogas também comprometem a qualidade do sêmen. Mas o grande responsável para a infertilidade masculina, segundo Oliveira, é a varicocele. 40% dos casos estão relacionados às varizes nos testículos. Além disso, há a prostatite crônica que pode causar perda na qualidade do sêmen.

Por todos esses fatores, o especialista em reprodução humana e diretor-médico do Vida – Clínica de Fertilidade da Rede D’Or, Paulo Gallo, a investigação para descobrir a causa da infertilidade não deve ficar somente na mulher ou no homem. “Deve-se pesquisar os dois. Nada impede que a mulher tenha a síndrome dos ovários policísticos, mas o marido também tenha o esperma alterado”, diz ele. Segundo Gallo, em cerca de dois meses é possível fazer todos os exames e já decidir pelo tratamento.

Gallo explica que o tratamento vai depender, como sempre, da causa do problema. É clínico quando a causa é alguma infecção, já que é possível prescrever antibióticos. Já para problemas hormonais, é possível estimular a ovulação por meio de medicamentos. Para casos mais severos, uma cirurgia pode ser indicada. Quando não funciona, parte-se para a reprodução assistida.

Gallo explica quais são as doenças que mais atingem homens e mulheres quando o assunto é infertilidade:

1 – Endometriose 
Entenda a doença  – O endométrio é o revestimento do útero. Quando esse revestimento sai para fora da cavidade uterina e se aloja nas trompas, intestinos, ovários e bexiga, por exemplo, é o que se chama de endometriose. Com a menstruação mensal, o endométrio fica mais espesso para que o óvulo fecundado possa ser implantado ali. Quando não há fecundação, parte do endométrio se descama e é expelido. Em determinados casos, um pouco desse sangue acaba migrando fora do seu caminho habitual – que é para fora do corpo – e acaba caindo nos ovários ou até mesmo na cavidade abdominal. É o que se chama de endometriose.

Causas do problema – Não há causas estabelecidas, apenas sabe-se que a mulher que tem casos na família, como a mãe e irmã, tem chances maiores de desenvolver a doença.

Sintomas da endometriose – As mulheres se queixam mais de cólicas menstruais, dor antes da menstruação e também nas relações sexuais, dor crônica na região pélvica, fadiga e exaustão.

Como prevenir – por não se saber exatamente a razão do surgimento da endometriose, pouco se sabe também como prevenir. No entanto, parece que o consumo de álcool e café pode estar associado com o aumento do risco ou até mesmo com a piora da doença. Fazer atividades físicas, porém, ajuda a reduzir os sintomas. Consultar um ginecologista para avaliação periódica é fundamental.

Como tratar – é possível tratar a endometriose com medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios, tratamentos hormonais e até com cirurgia. Nesse caso, faz-se uso de um procedimento chamado laparoscopia. É possível eliminar apenas os focos da doença ou complicações, como cistos. Em casos mais graves, é necessária a remoção dos órgãos pélvicos afetados pela enfermidade.

2 – Endometrite crônica 

Entenda a doença – embora completamente diferente da endometriose, também trata-se de uma inflamação que acomete o endométrio, o revestimento do útero.
Causas do problema – há várias razões, como infecção pela clamídia, ureaplama ou micoplasma. Além disso, pode ser uma decorrência da doença inflamatória pélvica, salpingite, lesões e danos durante um parto ou aborto.

Sintomas da endometrite crônica – geralmente a endometrite crônica não dá sintomas; A infertilidade, portanto, pode ser um daqueles sintomas silenciosos. Algumas pessoas podem relatar um desconforto pélvico leve, como uma sensação de peso no baixo ventre. O diagnóstico vem por meio da vídeo-histeroscopia..

Como prevenir – como a doença normalmente não provoca sintomas, a prevenção é usar preservativo nas relações sexuais.

Como tratar – antibióticos orais ou intravenosos é o tratamento de escolha dos médicos.

3 – Doença Inflamatória Pélvica (DIP) ou Infecção Pélvica

Entenda a doença – a DIP é causada por uma bactéria, a chlamydia trachomatis, e pode atingir tanto mulheres como homens.

Sintomas da DIP – para os homens, o sintoma é um corrimento claro, em pouca quantidade, pelo canal da uretra. Esse corrimento é acompanhado por dor e desconforto na hora de urinar. Os sintomas principais são dor pélvica, sangramento, constipação, crescimento da barriga, mal estar e febre. A doença pode evoluir para prostatite crônica, interferindo na qualidade dos espermatozoides.

Já nas mulheres, além do pequeno corrimento, pode acontecer um sangramento discreto fora do período menstrual. Além disso, dor para urinar e dor nas relações sexuais. A doença pode complicar e exigir internação imediata. As consequências da DIP é a esterilidade, dor pélvica crônica e gravidez tubária.

Como prevenir – a DIP é uma doença sexualmente transmissível (DST), portanto a prevenção é usar preservativo nas relações sexuais.

Como tratar – por ser causada por bactéria, é tratada com antibióticos. Em casos mais severos, uma cirurgia para retirada da trompa ou ovários comprometidos se faz necessária.

4 – Prostatite crônica 
Causas da doença – a prostratite é uma inflamação crônica na próstata, geralmente causada por bactérias. Fungos ou parasitas também podem provocar a doença. Os microorganismos mais envolvidos no problema são Chlamydia, Ureaplama ou Micoplasma.

Sintomas da prostratite crônica – febre, tremores e dor ao urinar são comuns nessa doença. Mas nem sempre os sintomas são claros.

Como prevenir – novamente, por ser uma DST, a prevenção é usar preservativo na relação sexual.

Como tratar – Antibióticos, para eliminar as bactérias e analgésicos para aliviar a dor.

5 – Varicocele 

Entenda a doença – a varicocele nada mais é do que varizes no testículo, ou seja, veias tortuosas e dilatadas na região. O resultado do problema é a piora da qualidade do sêmen e até mesmo a infertilidade.

Causas do problema – é genético.

Sintomas da varicocele – na grande parte das vezes, não apresenta sintomas além da dilatação das veias dos testículos. Em alguns casos, no entanto, pode provocar dor e desconforto.

Prevenção – por ser uma doença genética, não há prevenção.

Tratamento – caso o homem tenha dor ou infertilidade por causa da varicocele, uma pequena cirurgia pode ser necessária. Por meio de dois pequenos cortes na região pubiana, a ligadura das veias varicosas é feita.

iG

Abelhas invadem campo e atrapalham jogo amistoso do Campinense em Campina Grande

trinoUm fato inusitado acabou atrapalhando o jogo amistoso entre o Campinense e o Atlético Pentengi neste domingo (22) em Campina Grande.

Um enxame de abelha invadiu Renatão no início do primeiro tempo. Os jogadores tiveram que se deitar no gramado para que não fossem picados pelos insetos. O jogo ficou parado por cerca de seis minutos até as abelhas saírem do campo. O Corpo de Bombeiros não foi acionado para atender a ocorrência.

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Em entrevista ao portal PBEsportes.net, o jogador David comentou o assunto e disse que o fato inusitado não deu para desconcentrar o time do Campinense que acabou vencendo o jogo por um placar de 3 X 1.

MaisPB

com PBEsportes.net 

Jovens dizem que redes sociais atrapalham namoro

Imagem: Mano de Carvalho
Imagem: Mano de Carvalho

As redes sociais mais atrapalham do que ajudam o relacionamento amoroso, de acordo com jovens e adolescentes ouvidos pelo Correio. Para eles, conversar ou “curtir” fotos e comentários do ex-namorado (a) ou possíveis concorrentes, bem como adicionar amigos que o companheiro não aprova são o suficiente para gerar brigas.

Uma pesquisa divulgada pela empresa McAfee no início desta semana corrobora a opinião local: para 44% dos jovens brasileiros comprometidos, as redes sociais podem prejudicar o namoro. O casal Júlia Lucena, 18 e Alberone Mendes, 28, acha que as redes sociais podem prejudicar e ajudar a relação. “Ajuda quando o objetivo é conhecer melhor a pessoa. Quando a Internet passa a ser motivo de brigas, começa a prejudicar. O segredo é não se expor”, opinou Júlia. “Antes de conhecê-la, ‘fucei’ o perfil dela no face”, disse ele.

Para o antropólogo e professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Adriano de León, as redes sociais são mal utilizadas e, por isso, elas acabam se tornando vilãs num namoro. “Hoje em dia, tudo é muito exagerado. As pessoas publicam a vida inteira na Internet como se fosse um diário a céu aberto. Elas abrem a privacidade e depois se tonam vítimas dela”, afirmou.

O antropólogo afirmou que as redes sociais causam o fenômeno conhecido como “traição virtual”, uma vez fica muito mais fácil rastrear os passos de uma pessoa através das postagens, que dão informações de locais frequentados, quando e com quem. Com a imaginação aguçada, os pensamentos de traição ficam a um pequeno passo. León lembrou que as temidas fofocas sempre existiram, mas as redes sociais potencializaram a velocidade com a qual elas são transmitidas. “A Internet me permite ver uma foto ou postagem em primeira mão, mas não filtra os comentários maldosos de outras pessoas”, disse.

Por facilitarem a comunicação, muitos casais acabam vivenciando um relacionamento virtual em detrimento do contato cara a cara. “A Internet isola não só os casais, mas as pessoas de um modo geral, a ponto de permitir o desenvolvimento de síndromes antissociais, como depressão. As pessoas se sentem mais seguras diante de uma tela do computador, onde eles podem ser o que quiserem. Posso ser uma pessoa tímida na vida real, mas na Internet me mostrar um garanhão. A aventura é mais segura na Internet”, afirmou León, acrescentando que, mesmo já namorando, na Internet é mais fácil “vestir uma máscara” de cordialidade.

39% usam ‘redes’ para investigar parceiro

A pesquisa divulgada pela empresa de tecnologia de segurança McAfee e intitulada “Os adolescentes e seus namoros on-line”, foi realizada no segundo semestre de 2012 e mostrou que 44% dos jovens comprometidos acreditam que as redes sociais prejudicam o relacionamento e 23% já tiveram mensagens ou declarações privadas publicadas na Web. Além disso, 35% dos jovens em relacionamento sério acreditam que as redes sociais influenciam as expectativas dos parceiros. Destes, 16% acreditam que o uso das redes sociais gera mal-entendidos e 9% afirmam que causa ciúme. Ainda, 17% dos entrevistados se comunicam com o parceiro através da Internet, 17% já usaram a rede para terminar um namoro e 39% aproveitam as redes sociais para investigar o parceiro.

Exposição

A psicopedagoga Mônica Dias alertou que a exposição demasiada nas redes sociais é perigosa para a manutenção da relação. “Postar fotos na praia usando biquíni ou mostrando mais o corpo geralmente é motivo para brigas. Antes de fazer isso, o casal deve conversar para saber o que incomoda nas atividades online”, sugeriu.

Redes sociais ajudam ou atrapalham?

Renata Monteiro, 21 anos, estudante: “Sempre vão surgir algumas ‘curtidas’ maliciosas e conversas com segundas intenções. É impossível não se importar”

Renê Ferreira, 21 anos, estudante: “Acho que redes sociais são muito impessoais. Qualquer adesão de novos amigos (as) pode resultar em briga”

Rayane Gomes, 17 anos, estudante: “A Internet foi essencial, pois namoramos a distância por dois anos e era assim que nos falávamos. Mas às vezes ela gera mal entendidos”

Thyago Silveira, 20 anos, socorrista: “Quando ela adiciona alguém que não gosto, fico chateado. Mas as redes sociais tanto ajudam quanto atrapalham”

Eduarda Maria, 26 anos, professora: “Com o facebook, criamos um perfil pros dois. Um perfil só nos deixou mais unidos”

Rafael Pinto, 24 anos, eletricista: “Temos muitos amigos em comum e não temos segredos entre nós, por isso temos só um perfil”

Erika Rabenhorst, 26 anos, artesã: “O Facebook influencia e já brigamos muito por causa dele. Quando ele adiciona alguma amiga que não gosto, é briga”

Cristiano Sousa, 26 anos, artesão: “Não vejo mal em adicionar amigos, contanto que eles não usem de má fé ou conversem com segundas intenções”

 

 

Celina Modesto, do Jornal Correio da Paraíba