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Bandido tenta assaltar senhora, se atrapalha e atira em si mesmo na Paraíba; assista

bandido-atrapalhadoO jovem Wellison Santos de Morais, de 19 anos, tentou assaltar uma senhora na cidade de Mamanguape, se atrapalhou e acabou atirando nele mesmo na noite desta quinta-feira (25).

O acusado foi socorrido por uma guarnição da Força Tática da cidade de Mamanguape que acionou o SAMU e o jovem foi encaminhado até o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

De acordo com o sargento Leite, o jovem tentou assaltar uma senhora e acabou se atrapalhando ao subir na moto. Ele atirou contra a própria perna esquerda e ainda tentou fugir, porém foi capturado.

O comparsa conseguiu escapar, mas a motocicleta que eles estavam foi recuperada pela força tática da cidade de Capim.

A polícia informou que o jovem já tem passagem pela polícia e havia sido solto há apenas dois meses.

Redação com Rafael Oliveira

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Falta de denúncia atrapalha investigação em caso de tentativa de homicídio em Bananeiras

plantão policialUm homem foi vítima de tentativa de homicídio, em Bananeiras, na noite da última segunda-feira, porém a falta de denúncia atrapalhou as investigações da polícia no caso.

Somente na manhã seguinte policiais do Copom receberam uma ligação informando sobre o fato é que a vítima teria sido atingida por tiros.

A viatura 5831, comandada pelo cabo Wagner, compareceu a base do Samu e foi informado pela  enfermeira que não sabia da ocorrência, pois não havia nada escrito no livro de pontos.

A guarnição então se dirigiu até o hospital local onde constataram a veracidade do fato e que a vítima teria sido socorrida pelo Samu para o hospital de Trauma de João Pessoa.

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Logo após a guarnição foi até a residência da vítima onde os policiais foram informados que o mesmo foi atingido por três disparos; que nem a guarnição local nem o Copom foram informados do fato, na hora em que este ocorreu.

Focando a Notícia

Amizades tóxicas: como saber se um amigo atrapalha sua vida

casalNa última semana, virou notícia a chegada de um aplicativo de celular que promete identificar amizades tóxicas. Sincronizado a uma pulseira, o pplkpr (Android e iOS) aponta quais pessoas do nosso convívio nos fazem mal. O app cruza batimentos cardíacos com picos de empolgação e estresse para formar um ranking, que vai de quem nos provoca paz e felicidade até quem nos deixa tenso e infeliz.

Eficiente ou não, o app traz à tona um assunto importante: muitas vezes, pessoas que convivem com a gente ou estão no circulo de amizades são tóxicas às nossas vidas. Consciente ou inconscientemente, elas nos colocam para baixo e têm comportamentos sabotadores, que atrapalham o crescimento pessoal de quem coexiste com elas.

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“Ter um amigo sabotador não é aceitável. Frequentemente, a pessoa com este perfil vê no outro a chance ou oportunidade de conquistar algo em benefício próprio”, assinala a coach especialista em relacionamentos Cíntia Souza, membro da Global Coaching Community.

De acordo com Simone Ferreira da Silva Domingues, coordenadora do curso de psicologia da Unicsul, o trabalho costuma ser o lugar mais propício para o surgimento de amizades tóxicas, especialmente por ser um ambiente onde a competição e a ambição costumam estar presentes fortemente, positiva e negativamente.

Nem sempre é fácil enxergar esse aspecto negativo de alguém do nosso círculo de amizades. No entanto, alguns aspectos denunciam esse comportamento. “Se uma pessoa só aponta seus defeitos ou não te deixa evoluir, ela não é realmente sua amiga”, afirma Simone.

Por outro lado, é preciso ter em mente que este amigo nem sempre age conscientemente ou por má fé. “Não é raro que ao tentar ajudar, ele possa acabar atrapalhando. Como, por exemplo, quando um amigo interfere numa briga de casal e as coisas acabam piorando”, esclarece Simone, acrescentando que nestes casos é necessário deixar claro o descontentamento com este tipo de conduta.

Também é importante ficar atento ao número de repetições de certas situações. “Amigos tóxicos vão sempre espalhar rumores que não são verdade. Vai decepcioná-lo de várias formas e repetidas vezes, são negativos e uma companhia desagradável”, explica a socióloga americana Jan Yager, autora do livro “Bons Amigos, Maus Amigos” (editora Gente).

Especialista na formação de laços de amizade, Jan diz que indivíduos tóxicos são bem mais comuns do que se imagina. Muitas deles se instalam no nosso convívio de maneira sorrateira, se aproveitando de alguma carência ou de um momento difícil. “Esses falsos amigos fingem ser quem não são. Ao invés de aplaudir suas conquistas, eles são tão invejosos, que acabam diminuindo e menosprezando tudo que você faz”, pontua a socióloga.

EVITE O CONFRONTO DIRETO 

Quando finalmente temos consciência de que aquela pessoa do nosso convívio é uma amizade tóxica, precisamos traçar uma estratégia para lidar com ela e, se for possível, cortar os laços.

“É preciso avaliar o quanto esta amizade vale para você. Existem relações de amizade com pessoas de fora de seu ciclo familiar e existe a amizade com pais, filhos, irmãos. Pense o quanto esta pessoa é importante em sua vida e quantas vezes mais você consegue perdoá-la”, sugere Simone.

Claro, que cortar o convívio com alguém do núcleo familiar é muito mais difícil e complicado.  Sé isso não for possível, o melhor a fazer é restringir ao mínimo o contato com essa pessoa e também evitar situações que possam gerar desconforto. O mesmo conselho vale para vizinhos e colegas de trabalho.

Se uma pessoa só aponta seus defeitos ou não te deixa evoluir, ela não é realmente sua amiga”, afirma a psicóloga Simone Ferreira da Silva Domingues
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Se uma pessoa só aponta seus defeitos ou não te deixa evoluir, ela não é realmente sua amiga”, afirma a psicóloga Simone Ferreira da Silva Domingues

 

Para a socióloga Jan, o confronto direto não é uma boa estratégia para resolver a questão do amigo tóxico. Primeiro, porque ele dificilmente vai admitir os seus pecados, causando uma discussão interminável, ainda mais intoxicante. A outra razão é a possibilidade do sabotador virar um inimigo declarado, tornando o seu dia a dia num tormento.

Então, a melhor estratégia é mesmo promover o já referido afastamento da pessoa. Por exemplo, se no trabalho você costumar almoçar frequentemente com alguém negativo, comece a trocar de companhia. “Ao diminuir o contato, o sabotador vai naturalmente se afastando, pois ele tende a buscar novos amigos que o aceitem, onde ele possa continuar seu ciclo nocivo”, revela Jan.

Quanto mais você restringir o contato, menos conversas desagradáveis vocês vão ter e menos chances o sabotador terá para agir. Da mesma forma, evite falar mal do amigo tóxico. Do contrário, ele vai fazer o mesmo, te difamando por onde for.

Por fim, é preciso entender que o convívio com figuras tóxicas pode acontecer em diversos momentos da vida. É necessário estar preparado, com a autoestima em dia e não se deixar abater a cada comentário desagradável. “Estamos cercados o tempo inteiro de pessoas positivas e negativas. A decisão de permitir que as ações e palavras destas pessoas nos influenciem é sempre nossa”, conclui a coach Cíntia.

 

iG

Timidez na cama atrapalha o sexo, mas tem solução; é o seu caso?

Mesmo as pessoas mais extrovertidas podem travar diante de uma situação considerada ameaçadora. E não é incomum que a timidez surja durante o sexo. “A timidez em si não é um problema. A situação merece atenção apenas quando essa característica impede a pessoa de ser feliz ou de desfrutar a sexualidade”, explica a psicóloga Luciana Amadi, educadora sexual do Instituto Kaplan.

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Nesse caso, é preciso entender o que está causando a insegurança. Muitas vezes, a timidez é fruto de uma educação repressora. Mas há outros fatores que influenciam, como a autoestima. “Uma pessoa que não se sente à vontade com o próprio corpo ou que não se acha capaz de satisfazer alguém pode ter mais dificuldade de se entregar na hora da relação”, afirma Luciana.
A inexperiência ou a falta de intimidade com o parceiro ou parceira também conta. “Pode acontecer de a pessoa ter vergonha de quem está dividindo a cama com ela e não do ato sexual em si”, diz Carolina Ambrogini, ginecologista da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

O problema é que tanto constrangimento acaba interferindo na qualidade da relação. “Se você não se sente bem, não relaxa. Esquece o prazer e se concentra na performance. Assim, pode perder completamente o desejo e a excitação”, explica a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Também é comum que a timidez se associe à dificuldade de falar suas preferências sexuais (e até de exigir o uso de preservativos, por exemplo).

“Pessoas que não expressam adequadamente as emoções estão mais sujeitas a sofrer de disfunções sexuais”, de acordo com o psicólogo Oswaldo Rodrigues Jr., do Instituto Paulista de Sexualidade.

Tem solução
Felizmente, é possível passar longe desses problemas na cama e, para vencê-los, o autoconhecimento é o primeiro passo. Segundo os especialistas, é importante explorar o próprio corpo, perceber as suas reações físicas, para poder se sentir mais à vontade consigo mesmo e, num segundo momento, dizer ao parceiro ou parceira o que gosta e como gosta. “Além disso, o toque e a masturbação são formas de dar carinho a si mesmo, o que é ótimo para a autoestima”, de acordo com Luciana.

 

 

Uol

Brasil tem maior sistema público de transplantes do mundo, mas burocracia ainda atrapalha

 

Apesar de contar com o maior sistema público de transplantes do mundo, “dificuldades burocráticas” comprometem a melhoria dos índices no Brasil, disse o coordenador do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde, Heder Murari.

Segundo ele, a pasta deve apresentar em 2013 um novo sistema de informação dentro da rede de transplantes, capaz de gerenciar uma lista única de receptores de órgãos, utilizando uma plataforma tecnológica mais moderna. A atualização dos dados dos pacientes, por exemplo, poderá ser feita pelo profissional de saúde por meio de um smartphone.

Durante evento para marcar o Dia Nacional da Doação de Órgãos e Tecidos – lembrado nesta quinta (27) – Murari destacou que a legislação brasileira atual exige o laudo de dois neurologistas para atestar casos de morte encefálica (quadro caracterizado pela perda definitiva e irreversível das funções cerebrais e que abre caminho para a doação de órgãos do paciente).

De acordo com o coordenador, há uma proposta de autoria do Conselho Federal de Medicina (CFM) para que a exigência, em caso de morte encefálica, passe a ser o laudo de dois médicos com qualificação em terapia intensiva, e não mais em neurologia.

“Vamos aproveitar para adequar o decreto à proposta do CFM, que é quem determina o critério de morte encefálica pela lei brasileira e, ao mesmo tempo, modernizar uma série de itens”, explicou. A previsão é que as alterações sejam encaminhadas à Casa Civil até o fim deste ano.

Segundo Murari, o ministério deve anunciar hoje uma portaria que trata da capacitação em transplantes. O texto, segundo ele, vai instituir a atividade de tutoria em transplantes e prevê o repasse de recursos para instituições definidas como tutoras.

“Vamos institucionalizar o ensino do processo de doação de órgãos e de transplantes”, disse. “Vai acabar  a necessidade de pessoas jurídicas se organizarem para dar cursos em estados menos desenvolvidos”, completou.

Dados do governo federal indicam que alguns estados, como o Rio Grande do Norte, já conseguiram zerar a fila de transplantes. O termo é utilizado quando o tempo médio de espera por um órgão não ultrapassa 30 dias. A expectativa da pasta é que, até 2015, todos os estados brasileiros tenham zerado suas filas.

Outra meta definida pelo governo é contabilizar 15 doadores de órgãos para cada 1 milhão de habitantes – o melhor índice na América Latina. Nos primeiros quatro meses de 2012, o número registrado no país foi 13 doadores para cada 1 milhão de habitantes.

Paula Laboissière/Repórter da Agência Brasil
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