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Palmeiras vence Atlético-PR fora com “olé” da torcida

O Palmeiras deu ‘olé’ no time que mais troca passes no Brasil. Neste domingo, o Verdão teve ótima atuação, colocou na roda o Atlético-PR na Arena da Baixada e venceu por 3 a 1. Bruno Henrique, Marcos Rocha e Willian fizeram os tentos antes de Pablo descontar.

Marcos Rocha (encoberto), jogador do Palmeiras, comemora seu gol durante partida contra o Atlético-PR, válida pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro 2018.
Marcos Rocha (encoberto), jogador do Palmeiras, comemora seu gol durante partida contra o Atlético-PR, válida pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro 2018.

Foto: GERALDO BUBNIAK/Gazeta Press

No primeiro tempo, em certas características, o duelo de estilos entre Roger Machado e Fernando Diniz foi invertido. Individualmente, com exceção de Jailson e Bruno Henrique, o Verdão não teve uma boa atuação, mas coletivamente a equipe foi bem, como ocorre com o Furacão normalmente.

Fora esta inversão de panoramas, os dois times mantiveram suas características, mas a etapa inicial não teve o futebol vistoso que era esperado, muito por conta dos erros de passes dos dois times. No Palestra, a saída de Moisés, com apenas sete minutos, prejudicou a equipe, que viu Lucas Lima entrar na função, mas jogar pelo lado direito em quase todos os momentos.

A partir dos 20 minutos da primeira metade do jogo, o Atlético-PR passou a controlar bem a partida. Trocando muitos passes no ataque, forçava o Palmeiras a se defender com seus 11 jogadores e, quando os visitantes recuperavam a bola, não tinham forças para chegar ao campo ofensivo com qualidade.

Na reta final antes do intervalo, porém, Roger pediu mais movimentação de seus atacantes, que passaram a trocar de posição. A estratégia fez com que, novamente, o Palmeiras adquirisse uma característica do adversário e, após uma sequência de toques no campo ofensivo, o Alviverde abriu o marcador com Bruno Henrique.

Na etapa final, o Palmeiras pôde vivenciar o melhor cenário para enfrentar o Atlético-PR. Roger Machado demonstrou que estudou muito a equipe de Fernando Diniz, manteve sua equipe no ataque, mas passou a marcar apenas a partir do meio-campo quando não tinha a bola.

Assim, o Verdão levava perigo nos contra-ataques, especialmente com Keno e Dudu. Willian, brigando muito no ataque, também colaborou para a estratégia palestrina, e os visitantes ampliaram a vantagem aos 14 minutos. Em cobrança de escanteio ensaiada, Marcos Rocha tocou para Dudu, que bateu firme. O goleiro Santos espalmou nos pés do lateral alviverde, que mandou de primeira para as redes.

Com a vantagem no marcador, o Palmeiras soube controlar o duelo e não passou sustos com exceção de uma defesaça de Jailson em cabeceio de Pablo. Após a entrada de Hyoran, em novo contra-ataque, matou o jogo em passe do meio-campista para Willian, que teve frieza para marcar.

Assim, o melhor visitante do Brasil na temporada, agora com 11 vitórias, um empate e apenas uma derrota, derrubou uma invencibilidade de 17 partidas do Atlético-PR na Arena da Baixada, e causou o primeiro revés de Fernando Diniz no Furacão.

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-PR 1 x 3 PALMEIRAS

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)

Data: 06 de maio de 2018, domingo

Horário: 16h (Brasília)

Árbitro: Claudio Francisco Lima E Silva – SE (CBF)

Assistentes: Cleriston Clay Barreto Rios – SE (CBF) e Ailton Farias da Silva – SE (CBF)

Público: 20.417 pessoas

Cartões amarelos: Thiago Carleto (Atlético-PR); Felipe Melo (PALMEIRAS)

GOLS

ATLÉTICO-PR: Pablo, aos 44 minutos da etapa inicial

PALMEIRAS: Bruno Henrique, aos 43 minutos do primeiro tempo; Marcos Rocha, aos 14, e Willian, aos 39 da etapa final

ATLÉTICO-PR: Santos; Zé Ivaldo, Pavez e Thiago Heleno; Matheus Rossetto (Renan Lodi), Camacho, Lucho González (Jonathan) e Carleto (Bergson); Nikão, Guilherme e Pablo

Técnico: Fernando Diniz

PALMEIRAS: Jailson; Marcos Rocha, Edu Dracena, Antônio Carlos e Diogo Barbosa; Felipe Melo (Thiago Santos), Bruno Henrique e Moisés (Lucas Lima); Keno (Hyoran), Dudu e Willian

Técnico: Roger Machado

Gazeta Esportiva

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Atlético-PR surpreende, mas Timão segue invicto e tranquilo na liderança

O Corinthians sofreu um gol depois de 674 minutos e saiu atrás no placar pela primeira vez neste Brasileirão. O empate por 2 a 2 com o Atlético-PR pode ser considerado um tropeço para o líder do campeonato, principalmente porque o duelo foi na Arena em Itaquera, mas o Timão chegou a 28 jogos invicto e ainda tem boa vantagem para o segundo colocado: 11 pontos de distância para Grêmio, que recebe a Ponte Preta na tarde deste domingo.

Dos 28 jogos de invencibilidade, o Corinthians tem 17 vitórias e 11 empates. O Atlético-PR, por sua vez, conseguiu um bom resultado fora de casa, mas chegou ao quarto jogo sem vencer e agora ocupa a 13ª colocação, com 16 pontos.

Com os importantes desfalques de Pablo, Guilherme Arana e Rodriguinho, o Corinthians errava muito no começo do jogo e não conseguia levar perigo, assim como o Atlético-PR. O goleiro Weverton teve trabalho em dois bons chutes de fora da área, de Gabriel e Marquinhos Gabriel.

Do outro lado, Cássio apenas assistia à partida, e nada pôde fazer aos 37 minutos. Jonathan recebeu na direita e passou por Moisés, Maycon, Gabriel e Pedro Henrique antes de bater cruzado e abrir o placar na Arena Corinthians.

O gol do Atlético-PR o questionamento: como a equipe do técnico Fábio Carille vai reagir estando atrás do placar? E a resposta foi a melhor possível! O Timão manteve a calma e chegou ao empate antes do intervalo, com Jô, que recebeu livre o cruzamento da esquerda de Moisés e não teve trabalho para marcar.

O Corinthians voltou para o segundo tempo pressionando e demorou apenas cinco minutos para virar. Após bonita troca de passes, Maycon cruzou para Jô marcar o 200º gol alvinegro na Arena. O atacante ainda tornou-se artilheiro do Brasileirão, com nove, ao lado de Henrique Dourado, do Fluminense.

Após a virada, o Timão não conseguiu controlar o jogo como costuma fazer quando está à frente do placar. O Atlético-PR começou a rondar a área corintiana com perigo, principalmente com Douglas Coutinho. Aos 37, a pressão resultou no empate: Otávio chutou de fora da área, Balbuena desviou de cabeça, e a bola entrou no canto esquerdo de Cássio.

O empate deixou o jogo elétrico. O Atlético-PR assustou com Sidcley, mas as melhores chances foram do Corinthians. Primeiro Jô recebeu em contra-ataque, avançou sozinho e chutou, Weverton salvou, mas depois o próprio atacante pegou o rebote e a bola passou em cima da linha e não entrou. Ainda teve uma outra chance incrível, após cruzamento de Fagner que Pedrinho não conseguiu concluir.

Apesar das grandes chances, o placar não foi alterado. O Atlético-PR surpreendeu, mas o Timão manteve a invencibilidade e lidera com folga o Brasileirão. Na próxima rodada, o Timão visita o Avaí, enquanto o Furacão recebe o Botafogo.

FICHA TÉCNICA 
CORINTHIANS 2 X 2 ATLÉTICO-PR 
Local: Arena Corinthians, São Paulo (SP)
Data-Hora: 12/7/2017 – 19h30
Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-SC)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP)
Público/renda: 41.201 pagantes/R$ 2.403.003,90
Cartões amarelos: (COR), (APR)
Cartões vermelhos: 
Gols: Jonathan (37’/1ºT) (0-1), Jô (44’/1ºT) (1-1), Jô (5’/2ºT) (2-1), Otávio (36’/2ºT) (2-2)

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Balbuena, Pedro Henrique e Moisés; Gabriel e Maycon; Marquinhos Gabriel (Pedrinho, aos 30’/2ºT), Jadson e Romero (Clayson, aos 41’/2ºT); Jô. Técnico: Fábio Carille.

ATLÉTICO-PR: Weverton; Jonathan, Wanderson, Paulo André e Sidcley; Otávio, Eduardo Henrique; Lucho González (Eduardo da Silva, aos 28’/2ºT), Cascardo (Nikão, aos 13’/2ºT) e Douglas Coutinho; Pablo. Técnico: Kelly

Corinthians saiu atrás, buscou a virada, mas cedeu o empate ao Atlético-PR no fim (Foto: Marcello Zambrana/AGIF)
Corinthians saiu atrás, buscou a virada, mas cedeu o empate ao Atlético-PR no fim (Foto: Marcello Zambrana/AGIF)

Foto: LANCE!

Lance

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Com um a menos, Atlético-PR vence o Atlético-MG no Horto

Mesmo jogando com um homem a menos desde os 40 minutos do primeiro tempo, o Atlético-PR venceu o Atlético-MG por 1 a 0 na noite desta quarta-feira, no Estádio Independência. A partida foi marcada por polêmicas da arbitragem e muita pressão do Galo.

Galo pressionou bastante, mas teve dificuldades para superar o sistema defensivo do time paranaense (Foto: Thomas Santos/AGIF)
Galo pressionou bastante, mas teve dificuldades para superar o sistema defensivo do time paranaense (Foto: Thomas Santos/AGIF)

Foto: LANCE!

O Atlético-PR começou o jogo surpreendendo e conseguindo levar perigo contra a meta do goleiro Victor. Aos dois minutos, Yago bateu de fora da área e assustou. Já aos seis, após uma jogada pela esquerda, Grafite balançou a rede, mas foi marcado impedimento – inexistente – do ataque atleticano.

A partir daí, o Galo cresceu e passou a mandar no jogo. Aos 12 e aos 19, o goleiro Santos salvou o Furacão, em uma chute de Elias e em uma cabeçada de Leonardo Silva. Aos 24, Rafael Moura acertou o poste e no rebote Robinho marcou, mas o lance foi corretamente anulado. Já aos 35, Robinho perdeu uma chance incrível, dentro da pequena área.

Para piorar a situação do clube paranaense, o meia Lucho González foi expulso de campo aos 35 minutos. Apesar de ter ficado com uma posição completamente defensiva, o Atlético-PR não tomou mais sustos na reta final do primeiro tempo.

Na etapa final, o Atlético-PR voltou com uma postura mais defensiva ainda. O técnico Eduardo Baptista sacou Rossetto e Yago e colocou Deivid e Coutinho. O comportamento defensivo deu certo, já que, embora tenha sido dominado, o time não tomou sustos.

Assim, a primeira chance perigosa só aconteceu aos 16 minutos. E foi do time paranaense, que com uma cobrança de escanteio acertou a trave com Deivid, de cabeça – a bola bateu no chão e foi na mão do goleiro Victor. No lance seguinte, o Galo marcou com Rafael Moura, mas a arbitragem invalidou a jogada com um impedimento inexistente.

O Galo tentou pressionar ainda mais, mas era inoperante. Além da ineficiência ofensiva, o time deu bobeira e, após um erro de Felipe Santana, a bola sobrou para Sidcley abrir o placar para o Atlético-PR.

Com o resultado, o Atlético-PR venceu a primeira partida na Série A, mas não deixou a última colocação. Já o Atlético-MG entrou na zona de rebaixamento da competição após um novo revés.

ATLÉTICO-MG 0 X 1 ATLÉTICO-PR

Data/hora: 14/06/2017
Local: Arena Independência, em Belo Horizonte (MG)
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (PE)
Auxiliares: Clovis Amaral da Silva (PE) e Cleberson do Nascimento Leite (PE)
Cartões amarelos: Lucho, Jonathan, Deivid e Nicolas (CAP); Leonardo Silva e Alex Silva (CAM)
Cartão vermelho: Lucho González, aos 40`1ºT
Público e renda: 19.923 pagantes / R$ 470.175,00
Gols: Sidcley, 44’/2°T (0-1).

ATLÉTICO-MG: Victor; Alex Silva, Leonardo Silva, Felipe Santana e Fábio Santos; Rafael Carioca, Elias (Elder, 33`2ºT), Robinho, Valdívia (Otero, 10’/2°T) e Marlone; Rafael Moura. Técnico: Roger Machado.

ATLÉTICO-PR: Santos; Jonathan, Wanderson, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Matheus Rosseto (Deivid, intervalo), Lucho González (Guilherme, 16’/2°T), Nikão (Nicolas, 33`/2ºT), Yago (Coutinho, intervalo); Grafite. Técnico: Eduardo Baptista.

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Santos vence Atlético-PR na Arena e quebra tabu

Dois gols no contra-ataque e fim em um tabu de dez anos. Dessa forma, avassalador, como um furacão, o Santos venceu o Atlético-PR por 2 a 0, neste domingo, na Arena da Baixada, pela 6ª rodada do Brasileirão. Como todo furacão, este também teve nome e fez jus ao apelido do rival.

Kayke batizou o acontecido e principalmente as redes de Santos, goleiro substituto de Weverton, que está na Seleção Brasileira. Apesar do autor dos gols levar a fama, merece os louros Elano, que em sua última partida no comando do Peixe foi essencial para a primeira vitória do Peixe fora de casa no campeonato.

Kayke comemora um dos dois gols que marcou na vitória do Santos sobre o Atlético-PR, em Curitiba
Kayke comemora um dos dois gols que marcou na vitória do Santos sobre o Atlético-PR, em Curitiba

Foto: Ernani Ogata/Código19/Gazeta Press

O interino, que estava sob observação de Levir Culpi, que assume o time nesta segunda-feira, armou o Alvinegro com Copete e Bruno Henrique pelos lados do ataque. A mudança em relação à vitória sobre o Botafogo teve um motivo, o contra-ataque. Assim saíram os dois gols do Santos.

O time de Eduardo Baptista, que quando técnico do Palmeiras soube neutralizar muito bem o Peixe, desta vez sofreu com a ofensiva santista. O Peixe deixou o Atlético atacar, se postou no campo de defesa como um legítimo visitante e esperou.

 Atlético-PR x Santos

Mesmo sem parecer uma atitude digna da equipe do DNA ofensivo, era questão de tempo para dar certo. Mais precisamente de 26 minutos, quando Bruno Henrique roubou a bola pela direita, lançou Thiago Maia, que só tocou para Kayke completar.

O segundo parecia uma continuação do furacão, que só mudou de lado e aconteceu pela esquerda, mas com o mesmo fim: de Bruno Henrique para Kayke e para as redes.

Os donos da casa chegaram a esboçar uma reação no segundo tempo, mas só na bola parada levaram perigo a Vanderlei. Lucho Gonzales e Grafite marcaram após cobrança de falta, ambos em impedimento marcados corretamente. O susto fez Elano colocar mais um zagueiro, Cleber, no lugar de Vitor Bueno, para conter o jogo aéreo.

O resultado final, além dos três pontos na conta do Santos e a subida para a 10ª posição com a mesma pontuação do São Paulo, foi a quebra de um tabu que já durava dez anos. A última vitória santista na Arena da Baixada havia sido em 2007. Na próxima rodada, o Santos recebe o Palmeiras, na Vila Belmiro, na quarta-feira.

Na lanterna do Brasileirão e há três jogos sem vencer, o Atlético-PR vai buscar a reabilitação contra o Atlético-MG, fora de casa.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-PR 0 X 2 SANTOS

Local: Arena da Baixada, Curitiba (PR)
Data-Hora: 11/6/2017 – 19h
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (RJ) e Michael Correia (RJ)
Público/renda: 18.112 pagantes/R$ 386.600,00
Cartões amarelos: Paulo André (APR)
Cartões vermelhos: Daniel Guedes (SAN), aos 40’/2ºT (2º Amarelo)
Gols: Kayke (26’/1ºT) (0-1), Kayke (35’/1ºT) (0-2)

ATLÉTICO-PR: Santos; Jonathan, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Lucho González e Matheus Rossetto (Éderson, no intervalo); Douglas Coutinho (Grafite, no intervalo), Nikão e Pablo (Felipe Gedoz, aos 24’/2ºT). Técnico: Eduardo Baptista.

SANTOS: Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Thiago Maia (Alison, aos 17’/2º), Renato e Vitor Bueno (Cléber, aos 36’/2ºT); Bruno Henrique, Copete e Kayke (Leandro Donizete, aos 42’/2ºT). Técnico: Elano.

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Fluminense tropeça diante do Atlético-PR em pleno Maracanã

O Fluminense desperdiçou a oportunidade de assumir a liderança isolada do Campeonato Brasileiro ao empatar com o Atlético-PR por 1 a 1, na noite desta terça-feira, no Maracanã, em partida que abriu a quinta rodada da competição. O resultado colocou a equipe tricolor na terceira posição com dez pontos ganhos, enquanto o Furacão segue na zona de rebaixamento, com dois pontos ganhos e na 18ª colocação. Os gols foram marcados no primeiro tempo. Pablo marcou para o time visitante e Reginaldo empatou para o Fluminense.

O resultado foi ruim para o Tricolor das Laranjeiras que, além de jogar em casa, ainda teve a vantagem de atuar com um jogador a mais por quase 15 minutos. O zagueiro Wanderson foi atingido na cabeça e levado para um hospital. Como o Atlético já tinha feito as três substituições, precisou jogar até o final com dez jogadores para segurar o empate, tarefa que foi facilitada pela falta de eficiência da equipe dirigida por Abel Braga.

Na próxima rodada, o Fluminense vai enfrentar o Palmeiras, no Allianz Parque. Já o Atlético-PR vai receber o Santos, na Arena da Baixada

O jogo – Diante de um pequeno público, o Fluminense começou a partida no ataque. Logo aos três minutos, Renato foi lançado pela direita e cruzou para a entrada de Richarlison, mas o atacante “furou” e desperdiçou a primeira chance para marcar.

A resposta do Furacão foi fulminante. Aos sete minutos, Luco González fez ótimo lançamento para Jonathan que investiu pela direita e cruzou para a entrada de Pablo que apenas desviou para o gol, sem chances para Júlio César.

O Tricolor das Laranjeiras partiu para tentar a reação e quase marcou o gol do empate, aos nove minutos. Após vários cruzamentos na área rubro-negra, Richarlison conseguiu a cabeçada e o goleiro Santos espalmou para escanteio, salvando a sua equipe.

A pressão do time carioca continuou e o goleiro do Atlético voltou a aparecer bem ao defender um chute perigoso de Luiz Fernando após passe de Wendel. O Atlético não conseguia sair da defesa e o Fluminense pressionava em busca do gol do empate. Aos 14 foi a vez de Gustavo Scarpa arriscar, mas a bola subiu demais.

O time paranaense recuou para defender a vantagem, congestionando o meio-campo e impedindo que os tricolores tivessem liberdade para realizar manobras ofensivas. Só aos 30 minutos é que a equipe das Laranjeiras voltou a ameaçar com um chute de Henrique Dourado que foi bem defendido por Santos.

Dois minutos depois, o Fluminense deixou tudo igual. Após cobrança curta de escanteio, Gustavo Scarpa levantou e o zagueiro Reginaldo cabeceou para colocar a bola nas redes.

A partida seguiu muito truncada, principalmente por parte dos paranaenses que faziam faltas seguidas para impedir que o Fluminense trocasse passes em direção ao gol defendido por Santos.

Aos 37 minutos, Scarpa se livrou da marcação e chutou forte para boa defesa de Santos. Até o final do primeiro tempo, a equipe comandada por Abel Braga seguiu pressionando, mas não conseguiu criar outras jogadas de perigo.

O Atlético voltou para o segundo tempo com duas mudanças no setor ofensivo, enquanto Abel Braga não mexeu na sua equipe. Aos quatro minutos, o time da casa criou a primeira jogada de perigo, mas Henrique Dourado cabeceou mal quando estava bem colocado na área. Um minuto depois, o goleiro Santos se atrapalhou na devolução de bola e quase é desarmado por Dourado, mas conseguiu aliviar o perigo.

O Fluminense continuava com o controle das ações, enquanto a equipe paranaense mantinha o esquema cauteloso do primeiro tempo. Só aos dez minutos é que chegou na área carioca em ação individual de Nikel que investiu pela direita e cruzou, mas ninguém chegou para completar. Logo depois, Douglas Coutinho chutou rasteiro e a bola passou perto da trave direita defendida por Júlio César.

Preocupado com a falta de agressividade da sua equipe no segundo tempo, Abel trocou o lateral Lucas pelo atacante Matheus Alessandro. Renato voltou para a direita, sua real posição.

Aos 29 minutos, Renato tentou uma puxada e acertou a cabeça de Wanderson que caiu desmaiado e sangrando, causando grande preocupação. Jogador foi retirado de ambulância e deixou sua equipe com um jogador a menos, porque Eduardo Baptista já tinha efetuado as três substituições.

Abel tentou aproveitar a vantagem numérica e trocou o volante Luiz Fernando pelo atacante Marcos Junior. Além disso, o treinador trocou Richarlison por Pedro, desagradando parte da torcida que pedia a entrada de Marquinhos Calazans.

Como o atendimento ao zagueiro Wanderson demorou muito, o árbitro deu dez minutos de acréscimos. O Fluminense intensificou a pressão, mas a equipe do Paraná, mesmo com dez jogadores, se defendia com competência. Aps 48 minutos, Scarpa arriscou de fora da área, mas a bola passou longe do gol de Santos. Dois minutos depois, Santos afastou um cruzamento, de soco, e a bola ficou com Marcos Junior que completou, mas a bola desviou na zaga e saiu.

Com o Fluminense, todo na frente, o Atlético encontrou espaço para armar um contra-ataque. Douglas Coutinho arrancou desde a intermediária e cruzou para Nikão que, inteiramente livre na pequena área, bateu por cima, perdendo uma chance incrível para marcar o gol da vitória.

FICHA TÉCNICA

FLUMINENSE-RJ 1 X 1 ATLÉTICO-PR

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Data: 6 de junho de 2018 (Terça-feira)

Horário: 20h(de Brasília)

Árbitro: Igor Junio Benevenuto (MG)

Assistentes: Marcio Eustaquio Santiago (MG) e Celso Luiz da Silva (MG)

Público: 14.843 pagantes

Cartão Amarelo: Richarlison, Léo, Renato(Flu); Lucho González, Jonathan, SantosAP)

Gols:

FLUMINENSE: Reginaldo, aos 32 minutos do primeiro tempo

ATLÉTICO-PR: Pablo, aos sete minutos do primeiro tempo

FLUMINENSE: Júlio César, Lucas(Matheus Alessandro), Reginaldo, Henrique e Léo; Luiz Fernando(Marcos Junior), Wendel, Renato e Gustavo Scarpa; Richarlison(Pedro) e Henrique Dourado

Técnico: Abel Braga

ATLÉTICO-PR: Santos, Jonathan, Paulo André, Wanderson e Sidcley; Otávio, Eduardo Henrique(Matheus Rosseto), Pablo, Lucho González(Deivid) e Nikão; Eduardo da Silva(Douglas Coutinho)

Técnico: Eduardo Baptista

Gazeta Esportiva

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Atlético-PR supera o Santa Cruz e avança na Copa do Brasil

O Atlético-PR venceu o Santa Cruz por 2 a 0 nesta quarta-feira na Arena da Baixada, e avançou para as quartas de final da Copa do Brasil. Após o empate sem gols em Recife, o Furacão fez o dever de casa e, com boa atuação, despachou a equipe pernambucana. Ainda encerrou o jejum de quatro jogos sem vencer ao lado da torcida – a última tinha sido no dia 26 de abril, diante do Flamengo, pela Libertadores.

Nikão abriu a vitória do Furacão diante do Santinha, na Arena. (Geraldo Bubniak/AGB)
Nikão abriu a vitória do Furacão diante do Santinha, na Arena. (Geraldo Bubniak/AGB)

Foto: LANCE!

O duelo começou em ritmo forte. Aos 3, pressionando a saída de bola atleticana, o Santinha roubou a bola e André Luís mandou uma bomba por cima do travessão. Dois minutos depois, na primeira chance real, o Furacão marcou. Em jogada pela esquerda, Sidcley tocou para Nikão na entrada da área, que ajeitou e chutou de direita, no canto do goleiro. 1×0.

Mesmo com a vantagem, o Rubro-Negro seguiu dominando o jogo, novamente no sistema 4-1-4-1. Aos 12, Cascardo recebeu pela direita e cruzou para Pablo, que pegou de primeira e a bola passou à esquerda da trave. O time pernambucano começou a equilibrar o confronto a partir daí e dificultava as jogadas da equipe da casa, que mesmo assim mostrava boas triangulações e movimentos na entrelinhas.

O Atlético-PR só foi aparecer novamente, com perigo, nos minutos finais. E por três vezes. Aos 37, Grafite recebeu bom passe na área e tentou o toque na saída do goleiro, que fez a defesa. Pouco depois, Rossetto lançou na entrada da área para Lucho, que ajeitou e Otávio bateu forte por cima. Na sequência, Nikão recebeu na segunda trave, matou a bola e bateu forte, rasteiro, para zagueiro tirar literalmente em cima da linha.

Assim como começou a primeira etapa, os dois clubes retornaram em ritmo frenético e criaram oportunidades no início. Com 2, Halef Pitbull recebeu livre na área, pela esquerda, e finalizou pela linha de fundo. No minuto seguinte, Grafite aproveitou cruzamento, cabeceou bem e Julio Cesar fez um milagre com o pé. Na continuação da jogada, Pablo foi acionado nas costas da zaga, mas se enrolou para chutar e foi travado perto da pequena área.

Aos 7, em novo erro na saída de bola, dessa vez de Pablo, André Luís roubou a bola, avançou e, da meia lua, bateu rasteiro na trave. A resposta atleticana veio com Sidcley, driblando o marcador na área e chutando colocado para o arqueiro espalmar.

A partir dos 20, o Furacão começou a explorar mais a transição ofensiva rápida. Em um desses lances, com os dois jogadores que entraram no decorrer, Eduardo da Silva achou Douglas Coutinho partindo em velocidade, sozinho, mas ele invadiu a área e chutou em cima de Julio Cesar. Dois minutos depois, Coutinho arriscou de fora da área, a bola desviou na zaga e Lucho, próximo da marca do pênalti, aproveitou e ampliou. 2×0.

O bom placar, que garantia a classificação e só escaparia com dois gols do rival, fez a equipe da casa segurar o ímpeto anterior e apenas administrar até o final. O Santa Cruz, sem força e qualidade, sequer esboçou reação. Vaga carimbada.

O sorteio para definição dos adversários nas quartas de final acontece no dia 5 de junho, na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-PR 2 X 0 SANTA CRUZ

Local : Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data-Hora : 31/5/2017 – 19h30
Árbitro : Elmo Alves Resenha Cunha (GO)
Auxiliares : Cristhian Passos Sorence (GO) e Leone Carvalho Rocha (GO)
Público/renda : 16.673 total/Não divulgado
Cartões amarelos : Eduardo da Silva, Douglas Coutinho (ATL); Nininho (SAN)
Gols : Nikão, 5’/1ºT (1-0); Lucho González, 22’/2ºT (2-0)

ATLÉTICO-PR : Weverton; Cascardo, Wanderson, Thiago Heleno e Sidcley (Nicolas, 25’/2ºT); Otávio, Matheus Rossetto, Lucho González, Nikão e Pablo (Douglas Coutinho, 19’/2ºT); Grafite (Eduardo da Silva, 17’/2ºT).Técnico : Eduardo Baptista.

SANTA CRUZ : Julio Cesar; Nininho, Bruno Silva, Anderson Salles e Tiago Costa (Roberto, 31’/1ºT); Elicardos, David, Éverton Santos, William Barbio (Léo Costa, 14’/2ºT) e André Luís; Halef Pitbull (Facundo, 28’/2ºT). Técnico: Vinícius Eutrópio.

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Flamengo sai na frente, mas cede empate ao Atlético-PR na Arena da Baixada

Tudo igual. Atlético-PR e Flamengo empataram em 1 a 1, na tarde deste domingo, na Arena da Baixada, em Curitiba, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. O time carioca saiu na frente com gol de Mancuello, no primeiro tempo, mas cedeu a igualdade na segunda etapa, quando Thiago Heleno fez de cabeça.

Atlético PR x Flamengo
Atlético PR x Flamengo

Foto: Guilherme Artigas/ Agência Lancepress! / LANCE!

O Flamengo chegou aos cinco pontos em três jogos, enquanto o Furacão somou apenas o primeiro dele na competição. Na próxima rodada, o time carioca enfrenta o Botafogo, enquanto o Atlético-PR visita o Coritiba.

PRIMEIRO TEMPO

O Atlético-PR dominou o primeiro tempo, porém o Flamengo foi mais eficiente e fez o gol na única boa chance que teve, mesmo não jogando bem. Aos 24 minutos, Pará recebeu livre na direita, levantou a cabeça e fez um cruzamento perfeito para Mancuello. O argentino apenas desviou de cabeça, mas com categoria, e a bola passou direto pela rede. Houve quem ficasse em dúvida sobre o lance, já que a rede estava furada, mas a arbitragem assinalou o gol rapidamente.

O Atlético-PR respondeu no minuto seguinte e quase chegou ao empate, em cabeçada de Nikão, que acertou o travessão. Os donos da casa seguiram pressionando e tiveram ótima oportunidade desperdiçada por Grafite. Após erro de Márcio Araújo, o atacante saiu cara a cara com Muralha, mas o goleiro defendeu bem. O camisa 23 teve ainda outras duas boas chances e numa delas, em grande jogada, acertou a trave. Faltava sorte e capricho.

SEGUNDO TEMPO

Após ser muito pressionado na primeira etapa, o Flamengo voltou administrando melhor a posse de bola. O time carioca quase ampliou em cabeçada de Guerrero, mas Weverton fez um milagre e salvou em cima da linha. Na sequência, o Furacão empatou, justamente no momento em que a equipe de Zé Ricardo era superior. Após cobrança de escanteio, Thiago Heleno subiu mais alto do que Rafael Vaz e cabeceou bem, para o chão. Muralha tocou na bola, mas não conseguiu evitar o gol. Era, no mínimo, um lance defensável.

Os times diminuíram o ritmo após o empate. O jogo ficou um tanto moroso, com chances esporádicas. A melhor oportunidade do Atlético-PR foi com Douglas Coutinho, que ficou cara a cara com Muralha após novo erro de Rafael Vaz. No entanto, o atacante do Furacão vacilou e chutou em cima do goleiro.

O Flamengo teve uma boa chance com Guerrero, aos 44 minutos, quase na marca do pênalti, mas chutou errado. Lucas Paquetá fez boa jogada e deixou o peruano na boa na jogada. Nos acréscimos, houve ainda o tradicional “lá e cá”, inclusive com algumas investidas de Vinicius Júnior, mas o jogo terminou mesmo empatado em 1 a 1.

FICHA TÉCNICA:

Atlético-PR 1 x 1 Flamengo

Data/hora: 28/5/2017
Local: Arena da Baixada, Curitiba (PR)
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Auxiliares: Kleber Lucio Gil (SC) e Neuza Ines Back (SC)
Cartões amarelos: Pablo (ATL)
Público e renda: 19.923 pagantes / R$ 470.175,00
Gols: Mancuello, 24’/1°T (0-1); Thiago Heleno, 10’/2°T (1-1)

ATLÉTICO-PR : Weverton, Jonathan, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Matheus Rosseto e Lucho González (Guilherme, 16’/2°T); Nikão (Douglas Coutinho, intervalo), Pablo e Grafite (Éderson, 26’/2°T). Técnico : Eduardo Baptista.

FLAMENGO : Muralha, Pará, Réver, Vaz e Renê; Márcio Araújo, Arão e Cuéllar (Rodinei, 42’/2°T); Mancuello (Lucas Paquetá, 30’/2°T), Matheus Savio (Vinicius Júnior, 24’/2°T) e Guerrero. Técnico : Zé Ricardo.

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Apresentado, Eduardo Baptista reveja “desejo antigo” de treinar o Atlético-PR

(Foto: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo)

Começou a era Eduardo Baptista no Atlético-PR. Menos de um mês após ter sido demitido do Palmeiras, o técnico está de casa nova. Ele foi anunciado como treinador do Atlético-PR na tarde desta terça-feira, apresentado oficialmente pelo presidente do clube, Mario Celso Petraglia, na Arena da Baixada. O comandante chega para ocupar o lugar de Paulo Autuori, que agora assume o cargo de gestor técnico no Furacão.

Feliz com o acerto, Baptista revelou que tinha como desejo treinar o Rubro-Negro paranaense.

– Na minha vida eu traço alguns objetivos. O Atlético-PR é um clube onde eu tinha um desejo grande de estar, por tudo que é feito, pelo trabalho na base, estrutura e filosofia. Além de tudo, voltar para uma grande equipe e de estar trabalhando. Sou um treinador jovem e preciso estar trabalhando. Eu atinjo mais um objetivo na minha carreira estando num clube onde eu desejei estar. Um dia eu planejei, queria e trabalhei para estar aqui – disse em coletiva à imprensa.

Ex-Palmeiras, o novo treinador ainda considerou que o novo desafio não será para provar algo na carreira como treinador.

– Sou um cara bem resolvido. Nunca precisei provar nada ninguém. Gosto de futebol. Saí do Palmeiras com 70% de aproveitamento. Não tenho que provar nada. Estou feliz em estar aqui hoje, satisfeito. Sou um cara religioso. Alguma coisa me colocou aqui. Vou fazer tudo que estiver ao meu alcance para fazer esse projeto vencer.

Com quatro clubes no currículo, Baptista também disse que não aceitou o convite para assumir o Atlético-PR pensando em estabilidade na carreira.

– Sou um profissional que gosta de futebol. Isso aqui é um prazer, não um trabalho. Não abraço um projeto desse pensando em estabilidade. Venho pensando em vencer, fazer o melhor que eu puder alcançar. O clube me oferece toda a estrutura, profissional e atleta. Venho para fazer um grande trabalho, e não pensando em estabilidade, não é a preocupação.

Aos 47 anos, Baptista assume o Rubro-Negro em momento de instabilidade no Campeonato Brasileiro. A equipe ocupa a vice-lanterna, na 19ª posição, com duas derrotas – 6 a 2 para o Bahia fora de casa e 2 a 0 para o Grêmio na Arena da Baixada. Por outro lado, o Atlético-PR está garantido nas oitavas de final da Libertadores da América. Os jogos das oitavas estão marcados, a princípio, para os dias 5 de julho (ida) e 9 de agosto (volta).

Depois de dois dias de folga, o elenco do Furacão se reapresenta no CT do Caju na manhã de quarta-feira. O primeiro jogo da equipe agora com o novo comandante será contra o Flamengo, às 16h (horário de Brasília), na Arena da Baixada, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro.

Veja outros trechos da entrevista de Eduardo Baptista:

  • Convite

– Um convite especial. Feliz em estar trabalhando com o Paulo, que sempre foi uma referência técnica e como caráter e profissional. E feliz por estar participando de um momento importante na história do futebol. Eu falei com o presidente, e no dia seguinte o Paulo estava em Campinas, e isso me deu uma honra e uma responsabilidade muito grande. O Paulo ir até Campinas conversar com a gente, falamos de futebol em geral. Foi especial. São essas coisas que você leva. Uma atitude dessas vale mais do que qualquer troféu.

  • Paulo Autuori

– Sempre fui feliz na minha carreira porque trabalhei junto com grandes profissionais. O Paulo é mais um. Ele vai para uma outra função, mas é um cara que vai estar ao meu lado, junto com a gente, e que confiamos. Podemos conversar em momento bom ou difícil. No calendário brasileiro é difícil viver só momentos bons, são momentos de oscilação e é onde você cresce. Embasa todo um trabalho e dá confiança e solidez para que no fim do ano podermos colher tudo que estamos plantando hoje.

  • Libertadores

– Temos tempo, é um campeonato importante sendo jogado, que é o Brasileiro, é a Copa do Brasil na outra semana. Então a gente vai dar sequência, tem alguns jogadores voltando de lesão, provavelmente teremos o elenco reforçado e com boas condições. Agora é voltar os olhos para o Brasileiro e a gente pontuar. Tem na Copa do Brasil um jogo decisivo e aí sim, com tudo isso, automaticamente vc aba se preparando e se aprontando pra Libertadores que seria sensacional poder chegar lá na frente e ganhar.

  • Mudanças

– Essa postura do Atlético-PR é uma atitude de vanguarda e vai marcar história. Sempre fui um cara compenetrado e determinado naquilo que fiz. Vou fazer de tudo pra proteger essa decisão, com trabalho e hombridade. É um prazer imenso ter o Paulo ao meu lado. A gente vai poder usar tudo isso para o bem do Atlético-PR e principalmente do futebol brasileiro.

Histórico

Paulista de Campinas, Eduardo Alexandre Baptista é filho de Nelsinho Baptista, foi zagueiro e começou a carreira fora de campo como preparador físico, com passagens por Ponte Preta, Flamengo, Corinthians, Santos, entre outros. Na função de treinador, começou em 2014, quando substituiu Geninho no Sport, onde foi campeão da Copa Nordeste e do Pernambucano.

Em um ano e sete meses, acumulou 127 partidas, com 55 vitórias, 35 empates e 37 derrotas, um aproveitamento de 53%. Ficou até aceitar a proposta do Fluminense, onde chegou em setembro de 2015 e comandou a equipe em 26 jogos, com oito vitórias, cinco empates e 13 derrotas, com um aproveitamento de apenas 37,1%.

Última passagem

Eduardo Baptista foi demitido do Palmeiras no início de maio depois de pouco mais de quatro meses à frente do clube paulista. Ele não resistiu à primeira derrota na Libertadores: 3 a 2 para o Jorge Wilstermann, na Bolívia, pela Libertadores. Anunciado em 16 de dezembro do ano passado, Eduardo comandou o Palmeiras em 23 jogos, com 14 vitórias, quatro empates e cinco derrotas – aproveitamento de 66,6%. Em casa, não foi derrotado: oito vitórias e dois empates.

O momento mais tenso da passagem do técnico pelo time paulista foi depois do jogo contra o Peñarol, no Uruguai, pela Libertadores. Ao apito final, os jogadores e torcedores das duas equipes entraram em confronto no campo e na arquibancada do estádio Campeón del Siglo, em Montevidéu – o clube brasileiro acabou denunciado na Conmebol. Na entrevista coletiva pós-jogo, Eduardo elevou o tom de voz e, com os olhos marejados, chegou a bater na mesa – “Sou homem para c…”, desabafou contra uma postagem do jornalista Juca Kfouri, do site Uol.

Último clube: Eduardo Baptista comandou o Palmeiras em 23  jogos (Foto: Cesar Greco / Ag. Palmeiras)

Último clube: Eduardo Baptista comandou o Palmeiras em 23 jogos (Foto: Cesar Greco / Ag. Palmeiras)

Números gerais

  • Sport: 127 jogos – 55 vitórias, 35 empates e 37 derrotas – aproveitamento de 53%
  • Fluminense: 26 jogos – oito vitórias, cinco empates e 13 derrotas – aproveitamento de 37,1%
  • Ponte Preta: 43 jogos – 17 vitórias, 11 empates e 15 derrotas – aproveitamento de 48%
  • Palmeiras: 23 jogos – 14 vitórias, quatro empates e cinco derrotas – aproveitamento de 66,6%

GE

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Em um primeiro tempo maluco, Bahia goleia o Atlético-PR

Com direito a um primeiro tempo maluco, o Bahia goleou o Atlético-PR por 6 a 2 na tarde deste domingo, na Arena Fonte Nova, na primeira rodada do Campeonato Brasileiro. O destaque ficou por conta do primeiro tempo, que teve sete gols. Até os 39 minutos, o placar era de 2 a 1 para o Furacão, mas acabou a etapa inicial 5 a 2 para o Bahia (quatro gols em sete minutos).

Atlético-PR jogou com um time alternativo e acabou goleado na Arena Fonte Nova (Foto: Divulgação/ Bahia)
Atlético-PR jogou com um time alternativo e acabou goleado na Arena Fonte Nova (Foto: Divulgação/ Bahia)

Foto: LANCE!

Nos minutos iniciais, o Atlético-PR iniciou trocando a bola, mas não conseguia criar. Já o Bahia arriscava mais. Aos quatro, o volante Juninho bateu da entrada da área, mas a bola foi pela linha de fundo. Aos dez, o ataque baiano fez boa jogada, mas na hora da finalização de Régis o zagueiro José Ivaldo conseguiu evitar a finalização.

Mas na primeira vez em que conseguiu concluir a jogada ao gol, o Atlético-PR foi fatal. Após boa jogada, Sidcley cruzou para Guilherme, que da entrada da área dominou e bateu com categoria para abrir o placar na Arena Fonte Nova.

Com o 1 a 0 no placar, o Atlético-PR até trocou alguns passes no primeiro momento, mas na sequência acabou dando a bola ao Bahia e se fechou, tentando buscar um contra-ataque. O contragolpe não foi encaixado e, assim, a equipe baiana encurralou o Furacão. Zé Rafael e Eduardo assustaram o goleiro Weverton, mas o gol de empate ocorreu aos 33, com o zagueiro Tiago, de cabeça, após cobrança de escanteio.

Devido ao gol de empate, o Atlético-PR voltou a procurar o ataque. O zagueiro Marcão teve duas oportunidades. A primeira ele parou no goleiro Jean, que defendeu uma cabeceada dele. Mas aos 37 ele não desperdiçou e recolocou o Atlético-PR em vantagem. 2 a 1.

Mas a partir daí o que se viu foi um desastre do sistema defensivo do Atlético-PR, sofrendo quatro gols em sete minutos. Aos 39, Zé Rafael empatou. Aos 41, Régis virou. Aos 43, Edigar Junio ampliou. E aos 46, novamente Régis. 5 a 2 Bahia.

Embora tenha adotado uma postura mais cautelosa no segundo tempo, o Bahia teve uma boa oportunidade logo aos 20 segundos, quando Zé Rafael bateu forte da entrada da área e assustou o goleiro Weverton.

Já o Atlético-PR novamente ficou com a bola, mas não conseguiu criar boas chances. A melhor ocorreu aos 19, quando Jonathan cruzou da direita e Douglas Coutinho cabeceou pela linha de fundo.

Se o time paranaense não assustava, o Bahia, quando ia para a frente, levava muito perigo. O volante Edson teve duas grandes chances. Aos 25, ele exigiu boa defesa do goleiro Weverton. E no minuto seguinte ele não perdoou e anotou o sexto gol do Bahia. 6 a 2.

Para deixar ainda mais dramática a situação do Atlético-PR, o zagueiro Marcão foi expulso de campo aos 29 minutos, por receber o segundo cartão amarelo. Mas como o Bahia estava satisfeito com o resultado o fator de ter um homem a mais não teve tanto efeito em busca de chances de gol. Na única criada, Maikon Leite bateu na saída de Weverton, mas o zagueiro José Ivaldo tirou a bola em cima da linha.

Assim, o placar foi mesmo de 6 a 2 para o Bahia. Na quarta-feira, o time baiano tem a final da Copa do Nordeste, contra o Sport. Já o Atlético-PR enfrenta a Universidad Catolica, na última rodada do Grupo 4 da Libertadores da América.

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Atlético-PR vence o Flamengo e assume a liderança do Grupo 4

Atlético-PR fez valer o mando de campo e venceu o Flamengo na noite desta quarta-feira, por 2 a 1, na Arena da Baixada, em Curitiba (PR). Os donos da casa jogaram com inteligência e assumiram a liderança do Grupo 4 da Libertadores, agora com sete pontos, um a mais do que o Flamengo. O Rubro-Negro carioca esteve próximo do empate, mas pecou nas finalizações no segundo tempo.

Atlético-PR X Flamengo
Atlético-PR X Flamengo

Foto: AFP / LANCE!

Na próxima rodada, Flamengo e Atlético-PR jogam em casa, contra Universidad Católica e San Lorenzo, respectivamente. Em caso de vitórias brasileiras, ambos estarão classificados para a próxima fase.

Como já era esperado, o Atlético-PR começou pressionando. O time da casa girava a bola pela área dos visitantes e acertou a trave aos sete minutos, com Nikão. O Flamengo respondeu cinco minutos depois. Guerrero foi lançado na frente, livrou-se de um marcador e chutou colocado, mas a bola foi para fora.

Com o passar do tempo, os cariocas equilibraram as ações e passaram a incomodar mais. O volante Rômulo jogou avançado e, por vezes, fez o papel de meia, aparecendo também na área adversária. Sem o mesmo ímpeto inicial, o Atlético-PR tinha dificuldades para encontrar espaços na defesa do Flamengo e parava na marcação. No entanto, o Furacão saiu na frente aos 35 minutos graças a uma jogada aérea. Rossetto fez um cruzamento em cobrança de falta, e Thiago Heleno subiu mais alto do que Rafael Vaz e cabeceou encobrindo Muralha. O goleiro falhou e ficou perdido no lance.

O Flamengo iniciou o segundo tempo em cima do Atlético-PR, em busca do empate. Guerrero chegou a mandar uma bola para a rede, mas o lance foi corretamente anulado por impedimento. Arão passou a jogar mais avançado no segundo tempo, enquanto Rômulo recuou. Trauco apareceu mais para o jogo e municiava o compatriota, que jogava sozinho no ataque.

O segundo tempo foi, em boa parte, sem muitas emoções e bem equilibrado. Consciente de que precisava daquele “algo a mais”, Zé Ricardo mexeu e lançou Matheus Sávio e Leandro Damião. O camisa 18 deixou seu cartão de visitas numa cabeçada no travessão. No rebote do lance, Guerrero quase fez o dele, mas parou em Weverton.

O Flamengo intensificou a pressão nos minutos finais. Aos 35, Damião perdeu um gol sem goleiro. O lance, porém não era de fácil conclusão. Ele subiu e cabeceou por cima do gol. Aproveitando que o Rubro-Negro carioca estava avançando, o Atlético-PR ampliou aos 42 minutos. Eduardo da Silva foi ao fundo, em contra-ataque, e Felipe Gedoz completou para o gol.

O Flamengo descontou com Arão, de cabeça, aos 44. O volante completou escanteio muito bem cobrado por Mancuello. Animado, o time carioca seguiu pressionando, mas não conseguiu o empate.

FICHA TÉCNICA:

ATLÉTICO-PR 2 X 1 FLAMENGO

Data/Hora : 26/4/2017
Local : Arena da Baixada, Curitiba (PR)
Árbitro: José Argote (VEN)
Auxiliares: Luis Murillo (Venezuela) e Jorge Urrego (Venezuela)
Cartões amarelos : Guerrero, Rafael Vaz e Mancuello (FLA); Weverton (CAP)
Público e renda : 33.463 pagantes / 36.519 torcedores / R$ 1.588.815,00

Gols : Thiago Heleno, 35’/1°T (1-0); Felipe Gedoz, 42’/2°T (2-0); Arão, 44’/2°T (2-1)

Atlético-PR : Weverton; José Ivaldo, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio e Rossetto (Wanderson, 39’/2°T), Nikão, Lucho (Felipe Gedoz, 5’/2°T) e Coutinho (João Pedro, 20’/2°T); Eduardo da Silva. Técnico : Paulo Autuori.

Flamengo : Muralha; Pará, Réver, Rafael Vaz e Renê (Matheus Sávio, 25’/2°T); Márcio Araújo (Mancuello, 40’/2°T), Willian Arão e Rômulo (Leandro Damião, 25’/2°T); Gabriel, Trauco e Guerrero. Técnico : Zé Ricardo.

Lance

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