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Botafogo perde outra em casa e dá sobrevida ao Atlético-GO

Não foi a noite do Botafogo. Com futebol irreconhecível, o Alvinegro perdeu mais uma vez em casa. Nesta quinta-feira, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro, o algoz do Glorioso foi o Atlético-GO, que venceu por 2 a 1 com gols de Jorginho e Luiz Fernando. Ainda houve um terceiro gol, anulado pela arbitragem. João Paulo descontou para o Glorioso.

Veja imagens da derrota do Botafogo, em casa, para o lanterna Atlético-GO
Veja imagens da derrota do Botafogo, em casa, para o lanterna Atlético-GO

Foto: Frame/Premiere / LANCE!

O resultado simboliza o terceiro revés seguido do time comandado por Jair Ventura em casa. Nos dois últimos finais de semana, foram derrotas para Fluminense e Atlético-PR. O Botafogo mantém-se em sexto, com 51 pontos, a quatro do Cruzeiro, o quinto. Já o Dragão ganha uma sobrevida no Brasileirão, pula para 33 pontos e ainda sonha em escapar do rebaixamento, mesmo na lanterna.

Bota começa bem, mas toma sustos 
O Botafogo, como as circunstâncias do jogo pediam, começou buscando mais o ataque, mas foi o Atlético-GO quem ofereceu perigo primeiro, com o gol de Gilvan, impedido, após cobrança de falta batida por Breno Lopes e cometida por Bruno Silva.

O gol, apesar de não valer, acordou o Atlético-GO. A cabeçada para fora de Jorginho foi a melhor chegada. Um pouco antes dela, foi Igor Rabello, para o Botafogo, quem cabeceou para fora. Depois desta oportunidade desperdiçada pelo Rubro-Negro, lentamente, o Botafogo voltou a retomar o protagonismo do jogo. Aos 25, mais uma cabeçada para fora: esta de Carli, em impedimento.

Cinco minutos depois, João Paulo deu um lindo cruzamento para Bruno Silva, o volante levou perigo, mas cabeceou para fora. Três minutos depois, Marcos Vinicius tentou de fora da área e mais uma vez a bola foi para fora. Nem assustou o goleiro Klever.

Neste momento o domínio já tinha voltado a ser total do Botafogo e Arnaldo fez questão de reforçar isso, aos 35, com um bom chute da entrada da área. Este, porém, na direção do gol, que exigiu rebote do goleiro.

O gol do Botafogo parecia maduro neste momento, mas foi o Atlético-GO quem tirou o zero do placar, com Jorginho, em lindo balaço de fora da área e indefensável para Gatito. Apesar do gol, o momento era mesmo do Alvinegro, que empatou de maneira semelhante dois minutos depois, com João Paulo.

O segundo tempo começou com um cenário idêntico: Botafogo ditando o ritmo do jogo, como com Marcos Vinicius aos 2, de fora, e com o Atlético surpreendendo em ocasiões esporádicas. Foi o que aconteceu aos 14. Igor chutou, Gatito espalmou, Breno Lopes pegou o rebote e encontrou Luiz Fernando livre para desempatar: 2 a 1.

Bruno Silva, vaiado, deixa o campo, e dá entender que sairá do time

A torcida da casa, perplexa com a terceira derrota consecutiva em casa, xingou e exigiu mudanças. Foram logo duas: Valencia e Tanque, para as saídas de M. Vinicius e Brenner. Pouco depois, foi a vez do muito vaiado Bruno Silva dar lugar a Rodrigo Pimpão. Na saída do campo, ele fez um gesto típico de quem estará de casa nova em 2018.

O Botafogo não se entregou com tantas adversidades e aos 28 Klever fez ótima defesa após chute de Arnaldo, da pequena área. Dois minutos depois, outra chegada perigosa: Valencia cruzou, mas Tanque não alcançou. Ainda houve tempo de Andrigo, do Dragão, cobrar uma falta e exigir nova grande defesa de Gatito. Não foi a noite do Botafogo.

FICHA TÉCNICA 
BOTAFOGO 1 X 2 ATLÉTICO-GO 
Local: Estádio Nilton Santos (RJ)
Data-Hora: 16/11/2017 – 11h
Árbitro: Claudio Francisco Lima e Silva (SE)
Auxiliares: Cleriston Rios (SE) e Fábio Pereira (TO)
Público/renda: 
Cartões amarelos: Luiz Fernando (ACG)
Cartões vermelhos: 
Gols: Jorginho (40’/1ºT) (0-1), João Paulo (42/1ºT) (1-1), Luiz Fernando (14/2ºT) (1-2)

BOTAFOGO: Gatito Fernández; Arnaldo, Carli, Igor Rabello e Gilson; Rodrigo Lindoso, Bruno Silva (Rodrigo Pimpão, aos 22’/2ºT) João Paulo e Marcos Vinicius (Valencia, aos 16’/2ºT); Guilherme e Brenner(Tanque, aos 16’/2ºT) Téc: Jair Ventura

ATLÉTICO-GO: Klever; Jonathan (Marcão Silva, aos 34’/2ºT) William Alves, Gilvan e Breno Lopes; André Castro, Igor (Ronaldo, aos 23’/2ºT) Andrigo, Jorginho e Luiz Fernando; Diego Rosa. Téc: João Paulo Sanches

Lance

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Técnico do Atlético-GO, Marcelo Cabo foi encontrado em motel, diz polícia

(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

A Polícia Militar de Goiás informou durante entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (17) que encontrou o técnico do Atlético-GO, Marcelo Cabo, em um motel de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. De acordo com a corporação, está descartado que ele tenha sido vítima de sequestro, assalto ou qualquer tipo de violência. O treinador, que ficou mais de 40 horas desaparecido, passa bem.

– A polícia foi informada sobre o desaparecimento por volta de 11h (de segunda-feira), e o caso foi registrado no início da tarde. Após diligências, localizamos o taxista que havia levado ele em casa no meio da tarde. Era um táxi de Aparecida de Goiânia. Com informações dele, chegamos ao local em que estava o treinador, um motel na região da BR-153, em Aparecida. Não vamos comentar questões de foro íntimo. Isso ficará a cargo do clube e da assessoria do técnico – disse o tenente-coronel Ricardo Rocha.

A corporação informou que encontrou o treinador a partir de informações do taxista que o levou ao local na tarde de segunda-feira. Ao chegar ao motel, os policiais localizaram o carro de Marcelo Cabo. A Polícia Militar não informou se Marcelo Cabo estava acompanhado nem se ele estava sob o uso de drogas ou álcool. A hipótese de ação criminosa foi descartada.

– Não teve cometimento de crime nenhum. Ele não foi vítima de nenhum crime – declarou o tenente-coronel e assessor de imprensa da PM Ricardo Mendes.

Desaparecimento

Cabo tinha sido visto pela última vez na madrugada de domingo (15), ao sair do prédio em que mora, em Goiânia. Antes disso, na tarde de sábado (14), o treinador comandou o Dragão na derrota por 1 a 0 para o Gama, no primeiro amistoso da pré-temporada.

Segundo o clube, após o jogo, Cabo foi a uma confraternização com amigos. Ao voltar para casa, ele ligou para o filho por volta de 2h40 e teve uma conversa sobre assuntos da família. Em seguida, as câmeras registraram o treinador deixando o imóvel sem portar telefone celular e documentos pessoais.Sem contato com o comandante, o clube rubro-negro registrou o caso na Deic no início da tarde de segunda-feira, por volta de 14h.

Após coletiva no CT do Dragão, na qual a diretoria oficializou à imprensa o desaparecimento, Marcelo Cabo chegou a ser visto em seu prédio por volta das 15h48 de segunda-feira. No entanto, permaneceu no local por poucos minutos e desapareceu novamente. Segundo disseram  funcionários do condomínio à Polícia e membros do Atlético-GO, ele não estava machucado nem com marcas de sangue. Porém, aparentava estar um pouco “grogue”. Às 20h40, a assessoria de imprensa da Polícia Civil fez o comunicado de que ele havia sido localizado.

Carreira

Natural do Rio de Janeiro, Marcelo Cabo tem 50 anos. Ele chegou ao Atlético-GO em 2016 e comandou o time na conquista do título da Série B do Campeonato Brasileiro. Foram 38 jogos, com 22 vitórias, 10 empates e seis derrotas à frente do Dragão. Ao longo da competição, o treinador fez trabalho consistente e foi um dos responsáveis pela brilhante campanha.

Cabo iniciou a carreira no Bangu, em 2004. Depois, foi auxiliar de Marcos Paquetá na Arábia Saudita por quatro anos e dirigiu uma equipe nos Emirados Árabes. Ele também foi auxiliar técnico de Jorginho e observador técnico de Dunga na primeira passagem dele pela seleção brasileira.

Policia de Goias (Foto: Guilherme Gonçalves)Polícia Militar diz que encontrou Marcelo Cabo em motel (Foto: Guilherme Gonçalves)
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Atlético-GO bate Tupi em jogo de 8 gols e celebra título inédito da Série B

Depois de conquistar a terceira divisão duas vezes, em 1990 e 2008, o Atlético-GO é o novo campeão da Série B do Campeonato Brasileiro. E foi com estilo e emoção: o primeiro título do clube no torneio foi confirmado neste sábado com a vitória por 5 a 3 sobre o Tupi, que teve o rebaixamento decretado pelo resultado do jogo no Olímpico, em Goiânia.

“Passou pela minha cabeça a história da minha família, da minha vida. Agradeço à minha mãe, meus irmãos e ao Atlético. Esses jogadores são fantásticos. Sofremos muito no jogo, mas soubemos vencer. É o maior título da minha carreira, fico feliz por entrar para a história do Atlético. Um beijo para minha esposa, meus filhos e a todos os amigos que me ajudaram nessa caminhada”, afirmou o técnico Marcelo Cabo, emocionado, após o título inédito.

Os 70 pontos no topo da tabela tornaram o Dragão inalcançável para os outros times do G-4: restando duas rodadas para o término da competição, Vasco e Avaí têm oito a menos e agora só brigam pelo G-4 com Bahia, Náutico, Londrina e CRB como concorrentes.

Do lado oposto da classificação, o Tupi soma apenas 30 pontos em 36 rodadas e já amarga a queda para a Série C 2017 ao lado do lanterna Sampaio Corrêa. Coincidentemente, o time maranhense é o próximo adversário do Atlético-GO, que agora só cumpre tabela até as férias oficiais.

Costurou a zaga

A intensidade do Atlético-GO foi premiada aos 14 minutos do primeiro tempo, quando Magno Cruz carregou a bola pela meia direita e tocou para Gilsinho, que fez o corta luz e se posicionou a tempo para receber de Jorginho dentro da grande área. O atacante só teve o trabalho de bater cruzado na saída do goleiro Rafael Santos para abrir o placar.

Montanha-russa

A torcida goiana presente no Estádio Olímpico foi momentaneamente frustrada aos 28 do primeiro tempo, quando Hiroshi chutou duas vezes para o gol; Kléver defendeu na primeira, mas o meia pegou seu próprio rebote e empatou o duelo – o quarto jogo seguido do Tupi a contar com gol de Hiroshi. Kléver ainda bloqueou cabeçada à queima-roupa de Giancarlo e impediu a virada mineira aos 40. Dois minutos depois, para a festa dos anfitriões, Marllon aproveitou cruzamento de Gilsinho e voltou a colocar o Dragão em vantagem.

Entretanto, o silêncio reinou absoluto entre a torcida rubro-negra aos 16 do segundo tempo, quando Jonathan, caído, não desistiu da bola e dividiu no chão pelo passe para Marcos Serrato, que concluiu de pé esquerdo para dar esperança ao vice-lanterna.

Para testar a fé

O canto de “eu acredito” embalado pela torcida rubro-negra empurrou o Atlético-GO na adversidade – que durou apenas seis minutos. Na marca dos 22, Magno recebeu em profundidade na arrancada e procurou Alison, que não conseguiu o domínio. A bola sobrou para Luiz Fernando, que tocou para o fundo da rede e selou o empate em 3 a 3.

Reprodução/Twitter

O campeão voltou

O quarto gol de Jorginho no campeonato deu o título ao Dragão. Quando o relógio já marcava 33 minutos do segundo tempo, Luiz Fernando acionou Magno Cruz, mas viu o colega falhar no domínio imediato. O meia correu até a linha de fundo para evitar a saída da bola e cruzou rasteiro para Jorginho, que bateu rasteiro e cruzado para marcar o gol do título e permitir que o grito de “o campeão voltou” ecoasse nas arquibancadas. Matheus Carvalho ainda fez o quinto e fechou a conta em contra-ataque aos 41.

Finalíssima

Embora o Tupi não fosse o adversário do Atlético-GO pelo título da Série B, a partida teve ares de final de campeonato. A primeira chance ofensiva foi justamente da equipe de Juiz de Fora, mas Giancarlo carimbou as luvas de Kléver e Jonathan não aproveitou o rebote. O lance mais lamentado do jogo, porém, foi de Romário: aos 34 do primeiro tempo, o atleta fez fila pela zaga e soltou a bomba para a defesa de Rafael Santos.

Força máxima… Na medida do possível

A possibilidade de confirmar o título neste sábado não deu outra opção ao técnico Marcelo Cabo que não fosse levar força total à partida. No entanto, as suspensões de Júnior Viçosa e de Pedro Bambu pelo terceiro cartão amarelo obrigaram o treinador a escalar Alison e Bruno Barra como titulares.

Empate no Passo das Emas

Simultaneamente, Luverdense e Bahia ficaram no 2 a 2 em Lucas do Rio Verde. Jean Patrick abriu o placar para o time da casa aos 33, mas foi expulso momentos depois por agressão cometida em Hernane. Edigar Junio empatou aos três minutos do segundo tempo, mas viu Diego Sodré colocar o Verdão em vantagem mais uma vez aos 28. Os quatro minutos de acréscimo conferidos pela arbitragem salvaram o Tricolor, que decretou a igualdade com novo gol de Edigar Junio aos 49, no apagar das luzes.

O Bahia segue na quarta colocação da Série B do Brasileirão e depende apenas de si mesmo para confirmar o acesso à primeira divisão. Com 60 pontos somados, dois o separam de Vasco e Avaí, segundo e terceiro colocado. A equipe tem três a mais que o Náutico, primeiro fora do G-4.

Uol

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Sob olhares de Tite, Vasco vence ‘final antecipada’ contra o Atlético-GO

Paulo Fernandes/Vasco
Paulo Fernandes/Vasco

Celebrada até pelo telão de São Januário, a visita de Tite não impediu o Vasco de vencer o Atlético-GO por 2 a 0 e se isolar na liderança da Série B do Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Éderson aos 7 minutos do primeiro tempo e aos 32 do segundo.

As duas equipes entraram em campo pela 27ª rodada igualadas em 48 pontos. Com o triunfo, o Cruzmaltino foi a 51 e deixou o time goiano estagnado na segunda posição. Ainda assim, o Dragão segue confortável na vice-liderança, já que Bahia e Avaí aparecem na sequência com apenas 42.

No próximo sábado, o Vasco visita a Arena Pernambuco às 16h30 (de Brasília) em confronto com o Náutico, que flutua entre o G4 e a zona de rebaixamento. Já o Atlético-GO volta a jogar alguns dias antes, na terça-feira, quando recebe o penúltimo colocado Joinville no Estádio Olímpico a partir das 19h15.

Aos olhos de Tite

O ilustre visitante de São Januário parece ter inflamado o ímpeto vascaíno. Depois de forçar jogadas pelas laterais com Nenê e Andrezinho, o time de Jorginho enfim encontrou o caminho com boa triangulação pelo meio. De Jorge Henrique ao lançamento de Alan Cardoso, a bola foi devidamente aproveitada por Éderson, que reagiu rápido e deu leve cavadinha para superar Kléver e abrir o placar para o Vasco. O esforço enfim resultou em mais festa aos 32 da etapa complementar, quando o atacante aproveitou cruzamento de Andrezinho para ampliar a vantagem.

Acorda, Éderson!

O vascaíno se mostrou desligado entre os gols. Aos 24 do primeiro tempo, o zagueiro Marllon tentou travar o passe de Nenê e acabou entregando a bola de presente para Éderson, que surgia livre pela direita. Mesmo à frente dos rivais, o jogador se manteve em posição legal graças ao toque adversário. O auxiliar ergueu a bandeira, mas o árbitro Felipe Duarte Varejao validou o lance. Entretanto, o atleta se confundiu com os gritos do banco de reservas e parou a jogada por conta própria, segurando a bola com as mãos. “Eu não vi nem o bandeira. Quando fui pegar na bola, vi o banco de reserva todo gritando ‘não’. Eu ouvi o grito e acabei parando”, explicou-se ao Premiere.

Dragão pouco produtivo

Apesar de brigar diretamente com o Vasco pela liderança, o Atlético-GO pouco fez para obter um resultado melhor em São Januário. A primeira finalização do time rubro-negro foi executada apenas aos 21 minutos da etapa inicial, quando Michel cobrou falta diretamente para as luvas de Martín Silva. No segundo tempo, Jorginho e Marquinho exigiram boas defesas do goleiro uruguaio e quase empataram para o Dragão, mas a equipe da casa ainda martelou o travessão de Kléver com Madson, que aproveitou um toque de Jorge Henrique para arriscar a conclusão.

Não valeu!

Os dois lados tiveram gols anulados. O Atlético-GO foi à rede logo aos 3 do segundo tempo, mas a arbitragem viu falta de Michel sobre Luan no momento do cabeceio. O Vasco aproveitou a entrada de Caio Monteiro para driblar Kléver e colocar a bola no fundo do gol aos 25. O atacante, porém, estava em posição irregular no momento do passe. Decisões que provocaram reações das duas torcidas, mas confirmaram o placar mínimo.

Série B na seleção?

Se os 5.437 torcedores pagantes precisavam de um motivo para acreditar no empenho das equipes, o telão fez sua parte ao anunciar a presença de Tite. O técnico Jorginho ainda parabenizou o comandante da seleção pelo interesse demonstrado na Série B. “É uma honra ter o Tite aqui, não é comum o treinador da seleção ver um jogo de segunda divisão. Então a gente dá parabéns ao Tite por estar ligado”, disse o chefe do Vasco ao Premiere. Embora a CBF não tenha informado o nome do jogador em observação, a partida contou com um dos nomes da seleção olímpica: o zagueiro Luan.

FICHA TÉCNICA
VASCO 2 X 0 ATLÉTICO-GO

Data e hora: 24/09/2016, sábado, às 16h30 (de Brasília)
Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Felipe Duarte Varejao (ES)
Auxiliares: Vanderson Antonio Zanotti e Ramires Santos Candido (ambos do ES)
Cartões amarelos: Yago Pikachu, Alan Cardoso, Martín Silva e Diguinho (Vasco); Gilsinho (Atlético-GO)
Gol: Éderson, aos sete minutos do primeiro tempo e aos 32 do segundo (Vasco)

VASCO: Martín Silva; Yago Pikachu (Madson), Luan, Rodrigo e Alan Cardoso; Diguinho, Douglas, Andrézinho e Nenê; Jorge Henrique (Caio Monteiro) e Éderson (Fellype Gabriel)
Técnico: Jorginho

ATLÉTICO-GO: Kléver; Matheus Ribeiro, Marllon, Lino e Romário; Pedro Bambu (Luiz Fernando), Michel, Marquinho, Jorginho e Gilsinho (Lucas Crispim); Júnior Viçosa (Alison)
Técnico: Marcelo Cabo

Uol

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Vasco empate com Goiás e ‘divide’ liderança da Série B com Atlético-GO

Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br
Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

O Vasco entrou em campo pressionado com a vitória do Atlético-GO sobre o Bragantino, o que o tirou provisoriamente da primeira colocação. Apesar de não conquistar o resultado esperado, o empate por 1 a 1 com o Goiás foi o suficiente para chegar aos mesmos 45 pontos dos goianos e retomar a liderança nos quesitos de desempate. Marcelo Mattos abriu o placar e Léo Gamalho deixou tudo igual.

Vasco e Atlético-GO somam os mesmos 45 pontos, mas os cariocas levam vantagem pelos números de vitórias: 13 contra 12. O Cruzmaltino volta a campo na sexta-feira, quando receberá o Joinville, em São Januário. Os goianos medirão forças com o Paraná, no sábado, no Serra Dourada. Já o Goiás visita o Bahia, também no sábado, em Salvador.

Jorginho reprova primeiro tempo e volta com duas alterações do intervalo

A tática adotada por Jorginho não surtiu o efeito esperado no primeiro tempo. Tanto que o treinador voltou para a etapa complementar com duas alterações e uma nova forma de jogar. Ederson deu lugar a Marcelo Mattos com o objetivo de ajustar o sistema defensivo. A equipe mudou para o 4-2-3-1, com Pikachu aberto pela esquerda e Júnior Dutra como único atacante.

Walter desfalca Goiás por causa de lesão no joelho direito

Um dos reforços esmeraldinos para lutar contra o rebaixamento para a Série C, Walter sofreu uma lesão no joelho direito e ficará de molho alguns dias. O primeiro desfalque já ocorreu contra o Vasco. Sua presença é improvável diante do Bahia, em Salvador, no sábado.

Joia toma conta da posição e deixa experiente Marcelo Mattos no banco

Bastou o primeiro jogo como titular para Douglas tomar conta da posição. O jovem volante tem sido um dos principais destaques do time nos últimos jogos e vai se firmando a cada dia no time de Jorginho. Pior para Marcelo Mattos, que parece ter ficado com vaga cativa no banco de reservas.

Após banco, Marcelo Mattos entra no 2º tempo e quase faz gol da vitória

O banco parece ter feito bem a Marcelo Mattos. O volante entrou o intervalo e teve bom desempenho. Além da forte pegada na marcação, ele conseguiu marcar seu segundo gol com a camisa do Vasco. Se não fosse o vacilo da defesa, teria garantido os três pontos para a Colina.

Luan evita virada do Goiás e tira gol em cima da linha

O empate não era o resultado que o Vasco queria. Mas poderia ter sido bem pior. Isso porque Luan evitou a virada do Goiás já depois dos 45min do segundo tempo. Zagueiro cada vez mais ídolo da torcida vascaína.

GOIÁS 1 X 1 VASCO

Data e hora: 13/09/2016, terça-feira, às 21h45 (horário de Brasília)
Local: Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Árbitro: Adriano Milczvski (PR)
Auxiliares: Andre Luiz Severo e Diogo Morais (PR)
Gols: Marcelo Mattos, aos 30min, e Léo Gamalho, aos  41min do segundo tempo
Cartões amarelo: Henrique, Alan e Jomar (VAS) Juninho (GOI)

Goiás
Márcio; Ednei (Léo Gamalho), Felipe Macedo, Alex Alves e Juninho; Adriano, Patrick, Léo Sena e Daniel Carvalho (Davi); Carlos Eduardo e Marcão
Técnico: Gilson Kleina

Vasco
Martín Silva; Madson, Jomar, Luan e Henrique (Alan); Douglas, Yago Pikachu, Andrezinho e Nenê (Willian); Júnior Dutra e Ederson (Marcelo Mattos)
Técnico: Jorginho

Uol

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No fim, Ronaldinho Gaúcho impede derrota do Galo para o Atlético-GO

Com cinco bolas na trave e lances polêmicos em faltas dentro da área, o Atlético-MG não conseguiu superar neste domingo o lanterna do Campeonato Brasileiro e apenas empatou com o Atlético-GO, por 2 a 2, no Estádio Independência, cxom direito a gol no último minuto do jogo. A zebra que apareceu em Belo Horizonte na partida da 36ª rodada quase fez com que o Galo perdesse a invencibilidade como mandante na competição após 15 partidas e 15 meses sem ser derrotado em casa. O Dragão chegou a fazer 2 a 0 com Rayllan e Patrick, mas permitiu a igualdade através de Réver e Ronaldinho Gaúcho.

Além disso, o time alvinegro fica na espera de manter o sonho de terminar a competição com o vice-campeonato, que dará a vaga na fase de grupos da Taça Libertadores do ano que vem. O Galo chegou aos 66 pontos, na terceira colocação, e pode ver essa diferença chegar a três pontos, se o Grêmio derrotar a Portuguesa, ainda neste domingo.

O Dragão, já rebaixado, chegou aos 27 pontos e conseguiu complicar a vida do Atlético-MG, assim como fez com o Santos de Neymar na rodada anterior, quando venceu por 2 a 1. Sem pretensão alguma, o time vai conseguindo terminar de forma honrosa a participação na Série A.

Na próxima rodada, o Galo vai ao Rio de Janeiro, onde enfrentará o Botafogo, no Engenhão, domingo, às 17h (de Brasília). O Atlético-GO vai pegar o Palmeiras, no mesmo dia, no mesmo horário, no Pacaembu.

Antes da partida, Ronaldinho Gaúcho foi premiado com o troféu em homenagem ao título de ‘Melhor Jogador da Década”, vencido pelo craque em 2009, honraria dada pela revista britânica “World Soccer”.

Dragão surpreendente

O lanterna da competição entrou em campo disposto a acabar com a euforia atleticana. Logo nos primeiros minutos, após cruzamento da direita, Victor espalmou para dentro da área, e Rayllan chutou forte para abrir o placar.

Até então, a torcida do Galo apoiava, mas o time parecia pensar que ganharia a partida quando quisesse. E a situação piorou quando o Dragão ampliou. Aos 16 minutos, Ernandes ganhou de Guilherme na corrida e cruzou para Patrick apenas empurrar para o gol. A torcida alvinegra não poupou Guilherme.

Ronaldinho gaucho atlético-mg eatlético-go (Foto: Paulo Fonseca / Agência Estado)Ronaldinho Gaúcho mais uma vez é decisivo para o Atlético-MG (Foto: Paulo Fonseca / Agência Estado)

Mas bastaram três minutos para o Galo diminuir com o capitão Réver. O zagueiro dominou dentro da pequena área chute de Bernard e só teve o trabalho de escolher o canto e tocar para o gol. Comemoração discreta em campo e ânimo renovado nas arquibancadas.

Mesmo com o gol que recolocou os donos da casa de volta ao jogo, o time se perdia nos próprios erros. Guilherme, tal como em boa parte de sua trajetória no Atlético-MG desde que chegou, estava apagado. O atacante Jô, na sua principal jogada, cabeceou no travessão, sem goleiro, uma chance cristalina, para desespero da torcida presente em ótimo número. Apesar da pressão territorial, das inúmeras finalizações e da supremacia na posse de bola, o Galo saiu em desvantagem no placar diante de um Dragão já rebaixado, porém sem responsabilidade.

Trave rouba pontos do Galo

O técnico Cuca, assim como toda a torcida no estádio, perdeu a paciência com Guilherme e colocou Neto Berola em seu lugar. No anúncio da substituição pelo alto-falante, os atleticanos comemoraram como um gol.

Com a bola rolando, Bernard chegou a mandar um chute na trave logo de cara. Em seguida, Réver cabeceou escanteio para fora. Assim, os visitantes se seguravam e até assustavam, com Reis, que havia entrado no lugar de Diogo Campos. Ele chutou à queima-roupa em cima de Victor.

Conforme passavam os minutos, o desespero dos mineiros aumentava. A cada passe errado, a torcida ia à loucura. E o time sentia bastante. A desorganização em campo era visível. Pelo futebol, parecia que o Galo era o último colocado.

Em falta, Ronaldinho mandou a primeira de suas três bolas na trave. Essa, depois de parar caprichosamente no travessão, ainda quicou em cima da linha. Logo depois, o camisa 49 mandou outra, só que no pé da trave, para levar os torcedores do Galo à loucura. Parecia de propósito, mas em outra oportunidade ele voltou a carimbar o travessão, desta vez com a ajuda de Márcio, que chegou a tocar na bola.

Mas o craque alvinegro retribuiu o pedido de “fica Ronaldinho” gritado pelos torcedores no início da partida. Aos 45 minutos, o meia pegou rebote na área e chutou no canto de Márcio para explodir o Independência e evitar a perda da invencibilidade do time como mandante na competição. Se não foi bom, o empate pelo menos serviu de consolo para o Alvinegro, que ainda briga pelo vice-campeonato.

Globoesporte.com

De Felipe para Juninho, Vasco fura retranca do Atlético-GO e embala

Como num passe de mágica, toda a ansiedade e o nervosismo do Vasco acumulados por 86 minutos se transformaram em alegria no Serra Dourada. A preparação para o truque, na verdade, foi de Felipe, e a execução, perfeita, de Juninho. Após tanto insistir, o time carioca furou a retranca do Atlético-GO, neste sábado, em duelo pela 28ª rodada do Brasileirão. O combalido Dragão, cada vez mais lanterna, suportou a pressão com um a menos desde a metade do primeiro tempo, quando o zagueiro Gustavo foi expulso por xingar o árbitro.

A tarde no Centro-Oeste se tornou ainda mais cinematográfica pelo fato de os ídolos cruz-maltinos pouco se relacionarem fora de campo, e de o Maestro ter pedido para não atuar na posição em que vinha sendo escalado. Muito se fala a respeito das diferenças entre ambos. A comemoração do gol, no entanto, mostrou um abraço e um beijo fraternal, digno de quem embala para uma reta final positiva, firme na zona de Libertadores e ainda de olho no título.

O resultado coloca o Vasco, em sua segunda vitória consecutiva, com 50 pontos – cinco pontos à frente do São Paulo e provisoriamente a dez de distância do líder Fluminense, que enfrenta o Botafogo, no Engenhão. Já o Rubro-Negro, com o terceiro revés direto, estaciona de vez nos 20 pontos, já com remotas perspectivas de fugir do rebaixamento para Série B.

Recheado de vascaínos, o estádio recebeu 13.212 pagantes, para uma renda de R$ 411.155,00. Na próxima rodada, o Gigante da Colina encara justamente o São Paulo, quarta-feira, em São Januário. Já o Atlético-GO visita o Figueirense, penúltimo, no mesmo dia.

Juninho e Felipe, Atlético-Go e Vasco (Foto: Adalberto Marques / Agência Estado)Felipe e Juninho se abraçam após o gol da vitória cruz-maltina (Foto: Adalberto Marques / Agência Estado)

Ao deixar o gramado, o zagueiro Dedé avaliou o triunfo:

– O time dos caras soube defender bem com um a menos, dificultou para a gente. Não tivemos muitas oportunidades, não fomos agressivos, mas conseguimos o gol com passe do Felipe para o Juninho – destacou o zagueiro.

Pressão vascaína x perigo rubro-negro

O início da partida já exibia o panorama natural em Goiânia: os cariocas com mais posse de bola, e o Dragão em busca do contra-ataque, reconhecendo sua limitação diante e da consequente iminência do rebaixamento. A postura das equipes também refletia na arquibancada, com a superioridade cruz-maltina. Mas a etapa inicial reservaria outras alternativas para este cenário.

Com dificuldade para penetrar na defesa goiana, o Vasco apostou nos cruzamentos como válvula de escape. Foram dez escanteios nos primeiros 45 minutos. Mas esbarraram no jogo aéreo mais eficiente do rival e no goleiro Márcio, que demonstrava segurança. Nilton, de cabeça, e Eder Luis, em chute fraco, criaram as tímidas chances, longe e empolgar.

Por outro lado, a estratégia do Atlético não soava tão equivocada. Com espaço e velocidade, ganhava as disputas no campo de ataque e fazia Dedé e companhia correrem atrás, apesar de certa desorganização. Até que, com o nervosismo atrelado à posição na tabela, o zagueiro Gustavo perdeu o controle. Fez falta, reclamou com o árbitro, levou um amarelo e, não satisfeito, o chamou de “filho da p…”, causando a expulsão, com apenas 24 minutos de partida.

O Vasco, então, apertou a pressão, tanto na marcação da saída de bola como nas jogadas ofensivas. Mas faltavam capricho e tabelas eficientes. O técnico Artur Neto foi obrigado a tirar o meia Alexandre Oliveira para colocar o zagueiro Diego Giaretta. Ainda assim, com o passar do tempo, as melhores chances surgiram dos pés rubro-negros. Marino errou o alvo, aos 36, Eron parou em Prass, aos 44, assim como Márcio, em cobrança de falta, aos 47, sempre em contragolpes, preocupando Marcelo Oliveira, que decidiu mexer no intervalo.

Carlos alberto e Ricardo Bueno, Atlético-Go e Vasco (Foto: Adalberto Marques / Agência Estado)Carlos Alberto, apagado em seu centésimo jogo pelo Vasco, e Ricardo Bueno disputam a bola na lateral, ainda no primeiro tempo da partida no Serra Dourada (Foto: Adalberto Marques / Agência Estado)

Cariocas se lançam, e Juninho decide

Com um novo desenho, o time da Colina voltou com Felipe como ponta esquerda, no lugar de Thiago Feltri e com Wendel dando suporte, e Fellipe Bastos solto para ir à linha de fundo, tomando a vaga de Jonas, que pouco explorou este recurso. Ainda sonhando com o título, o intuito vascaíno era claro: não abrir mão de vencer, motivado pelas circunstâncias. Mas, mesmo com o apoio da torcida, estava difícil. A ansiedade com os erros na hora H só crescia.

Destaque na semana, a promessa Marlone substituiu Carlos Alberto e fez sua estreia entre os profissionais. Na primeira jogada, meteu a bola na pequena área, porém, como um repeteco de todo o jogo até então, não havia ninguém posicionado para concluir. Como essa, ocorreram pelo menos mais cinco, só trocando e protagonista Enquanto isso, o Dragão sonhava com o encaixe de um lançamento, que até aconteceu No mano a mano com Renato Silva, Felipe bateu para fora e desperdiçou a única oportunidade na etapa final.

Pouco a pouco, o duelo esfriou, e os vascaínos trocaram a euforia pela cobrança. O cansaço, no entanto, era notório, já que a temperatura passava dos 30 graus. A dura mexeu com os jogadores, e Nilton acertou o travessão aos 38, em bomba de longe. Logo depois, aos 41, a dupla de ídolos entrou em ação: Felipe tocou para Juninho, que bateu de primeira e correu para o abraço com o antigo companheiro. Para deixar de lado as frequentes polêmicas sobre a relação dos dois, o Reizinho tascou até um beijo na careca do Maestro.

Daí em diante, o Vasco só tocou a bola e segurou a vitória que o sustenta no G-4 e também mantém a chance de título. Houve tempo para Alecsandro perder um gol, com a defesa de Márcio ao ficar sem ângulo, e também para mais uma expulsão: o atacante Ricardo Bueno foi expulso depois de um carrinho violento em Juninho, o rei do dia. Mais uma vez.

Globoesporte.com

Estreante marca, Flamengo vira contra Atlético-GO e respira

Foto: Carlos Costa/Futura Press

O Flamengo saiu atrás no placar, mas conseguiu a virada para vencer o Atlético-GO por 2 a 1, em pleno Serra Dourada, em Goiânia, em partida válida pela 26ª rodada do Brasileiro. Estreante, Cleber Santana fez o primeiro do Fla e Liedson marcou o segundo. Joílson anotou para os goianos. Assim, o time carioca quebrou um jejum de sete jogos sem vitória no Campeonato e se afasta cada vez mais da zona de rebaixamento, com 31 pontos, sete a mais do que o Sport, o primeiro na zona de degola. O Atlético-GO continua lanterna com 20 pontos.

Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Flamengo encara o Fluminense pelo clássico carioca, às 16h (de Brasília), no Engenhão. O Atlético-GO vai ao Recife para enfrentar o Náutico, às 18h30, no Estádio dos Aflitos.

As duas equipes iniciaram a partida em ritmo lento, de estudo do adversário. O Atlético-GO tocava a bola na zona de defesa e tentava encontrar a melhor maneira de atacar o rival carioca. Aos 10min de jogo o time goiano encontrou a brecha que queria e em boa jogada pela direita conseguiu abrir o placar. Marcos passou por Ramón, a bola sobrou para Diogo Campos cruzar e Joílson mandar para as redes. O Atlético-GO teve chance de ampliar o marcador pouco depois. Aos 15min, Patric carregou bem a bola e da entrada da grande área chutou forte para a defesa de Felipe, Joílson não aproveitou o rebote e mandou para fora.

O Flamengo também teve oportunidade de marcar, duas vezes. Primeiro Wellington Silva mandou uma bomba da intermediária para ótima defesa de Márcio, depois, em cobrança de escanteio, o goleiro do Atlético-GO falhou e Victor Cárceres chutou para o gol, mas Marcos evitou em cima da linha. O Flamengo cresceu no jogo e continuou em busca do empate, que saiu aos 35min. Em boa jogada, Cleber Santana tabelou com Vagner Love, recebeu na frente do gol e só teve o trabalho de empurrar para as redes, para decretar o empate na ida dos times para o intervalo.

No segundo tempo o jogo ficou sem lances de perigo porque as duas equipes tentavam as jogadas ofensivas, mas não conseguiam finalizar. O Flamengo apostava nas jogadas rápidas e o Atlético-GO nos contra ataques. Até que aos 16min saiu o primeiro chute a gol da etapa final, com Rayllan, que recebeu cruzamento de Watthimem, mas concluiu fraco para a defesa de Felipe.

O time da casa se animou com o lance e tentou partir para cima do rival, mas foi o Flamengo que aproveitou bem a primeira oportunidade que teve. Vagner Love brigou com o zagueiro da equipe goiana, roubou a bola e cruzou para Liedson fazer o primeiro dele com a camisa do Flamengo, aos 20min, para virar o placar no Serra Dourada.

Em desvantagem e jogando em casa, o Atlético-GO teve que tomar a iniciativa e atacar o Flamengo, mas a equipe não conseguia finalizar contra o gol adversário, exceto uma cabeçada fraca que Felipe defendeu com facilidade. O time carioca ainda teve oportunidade de ampliar o placar, quando o juiz marcou pênalti em cima de Bottinelli, aos 37min. O autor do primeiro gol do Flamengo Vagner Love bateu e Márcio defendeu. Vagner Love ainda perderia uma chance incrível ao receber cruzamento na frente do gol, sem goleiro e mandar para fora.

Ficha técnica

ATLÉTICO-GO 1 X 2 FLAMENGO

Gols
ATLÉTICO-GO: Joílson, aos 10min do 1º tempo

FLAMENGO:Cleber Santana, aos 35min do 1º tempo, e Liedson, aos 20min do 2º tempo

ATLÉTICO-GO: Márcio; Marcos, Gilson, Reniê e Eron (Alexandre Oliveira); Pituca, Ernandes, Dodô e Joílson (Rayllan); Diogo Campos (Watthimem) e Patric
Treinador: Artur Neto

FLAMENGO: Felipe; Wellington Silva, Frauches, Marcos Gonzáles (Bottinelli) e Ramón; Luis Antônio, Cárceres, Ibson (Amaral) e Adryan (Liedson); Cleber Santana e Vagner Love
Treinador: Dorival Junior

Cartões amarelos
ATLÉTICO-GO:Diogo Campos, Eron e Dodó
FLAMENGO:

Árbitro
Paulo César Oliveira (SP)

Local
Estádio Serra Dourada, Goiânia (GO)

Terra

Com gol no fim, Timão empata e evita zebra diante do Atlético-GO

O Atlético-GO não faz um bom Brasileirão. Muito longe disso. Mas o time de Goiânia tem se especializado em complicar a vida dos paulistas. Há algumas rodadas, o Dragão venceu o São Paulo, e, nesta quarta-feira, a equipe rubro-negra caminhava para outro triunfo. Dessa vez sobre o Corinthians, no Pacaembu. Só que o Timão conta com um jogador muito decisivo, daqueles que todos os times sonham ter. E mesmo apagado na partida, Paulinho decidiu. Foi dele o gol do empate por 1 a 1. O público foi de 24.372 pagantes, e a renda, de R$ 692.024,54.

Apesar do empate em casa, o Corinthians continua ostentando sequência invicta no Campeonato Brasileiro. Agora com 18 pontos, ainda na zona intermediária da tabela, o Alvinegro soma sete jogos sem perder na competição. São três vitórias e quatro empates. Ainda é pouco para quem é campeão da Libertadores, mas ao menos o técnico Tite mantém a meta de se distanciar da zona de rebaixamento.

Bem diferente do Atlético-GO. Com apenas dez pontos em 15 jogos, a equipe goiana continua agonizando na área do descenso. Até aqui, a pífia campanha do Dragão conta com duas vitórias, quatro empates e nove derrotas. Situação bem complicado, principalmente se lembrarmos que o primeiro turno está chegando ao fim. Faltam quatro rodadas.

O Atlético-GO tem agora pela frente novo compromisso diante de um time paulista: pega o Santos, sábado, às 18h30m, novamente no Pacaembu. Já o Corinthians joga no domingo, às 16h, contra o Coritiba, no estádio Couto Pereira.

Guerrero, Corinthians x Atlético-GO (Foto: Marcos Bezerra / Agência Estado)Guerrero faz seu primeiro jogo como titular do Corinthians  (Foto: Marcos Bezerra / Agência Estado)

Festa e desespero

A inédita conquista da Libertadores elevou ao máximo o nível de paciência da torcida do Corinthians. Não há problemas para a Fiel. Tudo é festa. Situação bem diferente da vivida pelo Atlético-GO. Desesperado para sair da zona do rebaixamento, o Dragão adotou postura perigosa nos primeiros minutos do duelo com o Timão e foi para cima.

Mas aí entrou em ação o vilão do primeiro tempo: o gramado. Muito embora não tivesse sido molhado antes da partida, como de costume, o piso estava escorregadio. Tanto que derrubou o árbitro e jogadores das duas equipes. No caso dos alvinegros, risadas. Para os rubro-negros, chance perdida.

A ousadia do Atlético-GO durou pouco. Com o passar dos minutos, o Timão encaixou o jogo pelas laterais e pressionou o adversário no campo de defesa. Faltou, porém, na maioria dos lances, a finalização precisa, o arremate decisivo. A melhor chance alvinegra, então, ficou por conta de uma falta de Douglas, aos 10.

Oportunidade de ouro teve mesmo o Dragão. Aos 27 minutos, Eron recebeu na esquerda, avançou em velocidade e bateu cruzado… para fora! Foi o único momento mais tenso para o goleiro Cássio, que fora isso pouco trabalhou na etapa inicial. Bem diferente do peruano Guerrero, estreante como titular.

Empolgado com a chance, o atacante mostrou personalidade. Apareceu em várias oportunidades, brigou pela bola, deu opção aos armadores… Mas na hora que teve a bola nos pés para fazer seu primeiro gol pelo Timão, o chute saiu mascado. Como agora tudo é festa para os corintianos, os aplausos vieram da arquibancada.

Paulinho gol Corinthians (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Paulinho marca para o Corinthians já no fim do jogo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Paulinho salvador

Se a etapa inicial terminou com aplausos, o segundo tempo começou da mesma maneira. Depois de os jogadores do Corinthians terem deixado o gramado insatisfeitos com o rendimento da equipe nos primeiros 45 minutos, eles começaram desde cedo a pressão sobre o Atlético-GO.

Fraco tecnicamente e sem organização, o Dragão não teve muito o que fazer, a não ser torcer para encaixar um contra-ataque e pegar a zaga do Corinthians desprevenida. Nas vezes em que isso aconteceu, porém, o ataque do time goiano era mais lento do que a retomada da defesa alvinegra.

Só que o futebol muitas vezes é surpreendente. E aos dez minutos, em jogada de bola parada, o Atlético-GO abriu o marcador. Após falta batida para área por Marcos, a defesa do Corinthians parou, Cássio saiu mal do gol e Ricardo Bueno, de cabeça, fez o gol da equipe de Goiânia.

A reação alvinegra foi rápida, mas anulada. Dois minutos depois, após cruzamento de Romarinho, Jorge Henrique fez de cabeça. Só que o árbitro marcou falta do atacante em Marcos. Corretamente. O Corinthians, então, resolveu ousar. Tite sacou Alessandro e promoveu a estreia do argentino Martinez.

O jogador, porém, começou mal. Levou cartão amarelo em seu primeiro lance, com poucos segundos em campo. Em vantagem, o Dragão apertou a marcação e se aproveitou do nervosismo adversário. Percebendo isso, a Fiel deixou um pouco de lado o clima de festa e começou a reclamar um pouco.

Mais forte e mais técnico, o Corinthians iniciou uma intensa pressão em busca do empate. E deu certo. Aos 32 minutos, Romarinho fez boa jogada pela direita e rolou para Paulinho, sempre ele, completar para o gol. O volante estava apagado no jogo, mas voltou a ser decisivo e assegurou o empate ao Timão.

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Seedorf faz belo gol e alavanca virada do Botafogo sobre o Atlético-GO

Depois de realizar três jogos no Engenhão, Seedorf, principal contratação do Botafogo no ano, fez neste sábado sua primeira partida pelo Alvinegro fora de casa. E foi contra o Atlético-GO, no Serra Dourada, que o holandês marcou seu primeiro gol com a camisa do novo time. O Glorioso ganhou pelo placar de 2 a 1, de virada. Fellype Gabriel, que entrou na etapa final, fez o segundo gol botafoguense, ao passo que o goleiro Márcio, de pênalti, anotou o tento dos goianos.

Com o resultado, o Botafogo chegou a 23 pontos em 14 rodadas deste Brasileirão. O time subiu para o sexto lugar e conseguiu sua quarta virada no campeonato. O Alvinegro é quem mais virou jogos na edição 2012. Curiosamente, as outras três reviravoltas a favor do Bota haviam acontecido nas cinco primeiras rodadas (São Paulo, Coritiba e Inter).

O Dragão, por sua vez, aparece na penúltima posição, com nove pontos. O time pode acabar a rodada na lanterna caso o Figueirense, que tem oito pontos e joga ainda neste sábado, contra a Portuguesa, no Canindé, vença a partida.

Na próxima rodada, o Atlético-GO visita o Corinthians, no Pacaembu. O jogo acontece nesta quarta-feira. No mesmo dia, o Botafogo recebe o Palmeiras, no Engenhão.

Variação tática alvinegra dá errado. De novo

O técnico Oswaldo de Oliveira resolveu tentar, uma vez mais, escalar o time no esquema 4-4-2. Elkeson teve como companheiro de ataque Rafael Marques. O expediente havia dado errado no último fim de semana, contra o Figueirense. Naquela ocasião, a opção foi deixada de lado no segundo tempo, e o time conseguiu buscar a vitória por 1 a 0. Na quarta-feira, contra o Palmeiras, pela Sul-Americana, Oswaldo optou pelo esquema que vem usando costumeiramente, com só um atacante (Elkeson), e o time dominou o primeiro tempo (perdeu por 2 a 0, com gols no segundo). Neste sábado, outra vez com dois homens de frente, quem jogou melhor a etapa inicial foi o Atlético-GO.

Seedorf comemora gol do Botafogo contra o Atlético-GO (Foto: Carlos Costa / Futura Press)Seedorf comemora seu primeiro gol pelo Botafogo (Foto: Carlos Costa / Futura Press)

O time da casa, que tem no ex-botafoguense Joílson a cabeça pensante do meio de campo, esteve muito eficiente na marcação e deu pouco espaço para o Botafogo armar jogadas. Logo aos 2 minutos, o Dragão esteve perto de abrir o placar, em cabeçada de Patric que saiu rente ao travessão.

A única jogada de perigo do Botafogo na etapa inicial se deu aos 12 minutos, quando Seedorf fez lançamento longo para Elkeson, que bateu na rede pelo lado de fora. Melhor em campo, o Atlético armou uma blitz nos minutos seguintes e esteve perto de abrir o placar. Primeiro, após belo passe de Joílson, Ricardo Bueno entrou na área e foi abafado no momento certo pelo goleiro Jefferson.

Márcio, o camisa 1 artilheiro

Aos 17, o Dragão teve uma nova grande chance. Joílson levantou a bola na área, Jefferson saiu e cortou mal. A bola sobrou para Marcos, na entrada da área, que bateu por cobertura e viu Rafael Marques salvar de cabeça em cima da linha.

O Atlético, de tanto tentar, abriu o marcador aos 27 minutos. Joílson avançou pelo meio e deu passe para o lateral-esquerdo Eron, que invadiu a área em velocidade. O rubro-negro foi calçado por trás pelo zagueiro Fábio Ferreira, e o árbitro Nielson Nogueira Dias (PE) marcou pênalti. O goleiro Márcio, como de costume, se apresentou para a cobrança. O camisa 1 bateu no meio do gol e Jefferson ainda tocou na bola, mas ela foi parar no fundo da rede. Foi o terceiro gol de Márcio neste Brasileirão (todos de pênalti). Ele divide a artilharia do time com Felipe.

O Botafogo ainda tentou criar algo antes do intervalo, principalmente pelo setor direto de ataque, mas não levou perigo ao Atlético-GO. Na volta para a etapa final, o técnico Oswaldo de Oliveira mexeu na equipe. O Alvinegro voltou ao esquema que mais tem usado, com apenas um atacante. Rafael Marques, que esteve apagado, saiu para a entrada do meia Fellype Gabriel.

Seedorf mostra categoria

O time visitante começou a etapa final adiantando a marcação e pressionando a saída de bola do Dragão. Os anfitriões encontraram dificuldades para chegar ao campo de ataque. Embora com mais volume, o Botafogo não criou grandes chances de gol nos primeiros minutos da etapa final.

Seedorf na partida do Botafogo contra o Atlético-GO (Foto: Carlos Costa / Futura Press)Seedorf recebe a marcação do lateral Eron, do Atlético-GO (Foto: Carlos Costa / Futura Press)

Aos 15 minutos, Oswaldo teve de processar sua segunda substituição: o lateral-direito Lennon, que jogou na vaga do lesionado Lucas, caiu aparentemente com cãibras e deu lugar a Gabriel.

Pouco depois, o Botafogo acabou por ter a iniciativa ofensiva premiada. Seedorf bateu falta da intermediária, a bola bateu na barreira e sobrou para Antônio Carlos, na meia-lua. O zagueiro foi derrubado e Seedorf ganhou nova chance, desta vez em posição mais favorável. Aos 19, o holandês bateu com estilo, na gaveta, e empatou o jogo. O goleiro Márcio nem foi na bola. Muita comemoração de Seedorf, que foi abraçado quase que por todos os companheiros alvinegros.

Ato contínuo ao empate do Bota, o técnico Jairo Araújo fez sua primeira alteração no Atlético-GO. O atacante Ricardo Bueno deu lugar a Felipe, também homem de frente. Mas foi o Glorioso que continuou melhor.

Fellype Gabriel decreta a virada

A virada foi ficando madura e se concretizou aos 29 minutos. Tudo começou numa bobeira do lateral Marcos. O jogador mandou para escanteio uma bola que poderia escolher opções melhores: ou sair jogando, ou mandar no mínimo para lateral. Seedorf cobrou o tiro de canto e a bola foi desviada na área, indo para o outro lado do campo. Elkeson recolheu, cruzou novamente e Fellype Gabriel cabeceou para grande defesa de Márcio. Antônio Carlos brigou pelo rebote com a defesa atleticana e a bola subiu na direção de Fellype Gabriel, que desta vez testou para a rede.

Em vantagem, o Botafogo tomou conta de vez do jogo. O Atlético ainda tentou nova mexida no ataque, com Patric dando lugar a Vanderlei, mas o panorama pouco mudou. No final, os alvinegros ainda passaram por momentos de tensão. Já nos acréscimos, o goleiro Márcio teve chance de cobrar uma falta da entrada da área. A bola, porém, desviou na barreira e foi a escanteio. Após a  cobrança do tiro de canto, Felipe cabeceou com muito perigo, mas a bola foi para fora. Festa e alívio para os alvinegros.

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