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6 atitudes das crianças que reforçam a homofobia e que devem ser combatidas

imagem: Getty Images
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Nunca é muito cedo para falar sobre preconceito e valorizar a diversidade. Essa é a opinião da psicóloga Marcela Pastana, doutoranda em educação escolar pela Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) e integrante do Grupo de Estudos e Pesquisa em Sexualidade, Educação e Cultura da mesma universidade.

“Se a criança já demonstra atitudes de aversão aos homossexuais, é mais do que necessário conversar para combater a discriminação e promover o respeito a todas as pessoas”, diz a especialista.

Algumas atitudes dos filhos podem até parecer “coisa de criança”, mas acabam disseminando e reforçando o preconceito contra homossexuais, lésbicas, bissexuais e transexuais. Veja quais são elas.

  • Chamar o colega de “viadinho”

    Quando as crianças usam xingamentos desse tipo, com conotação sexual, estão reproduzindo o que ouviram, seja na rua, na turma de amigos, na internet ou mesmo em casa. “Nenhuma criança nasce preconceituosa. Muitas vezes, ela apenas segue o pensamento dominante, para ser aceita no grupo”, diz a educadora Andrea Ramal, doutora em educação pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) do Rio de Janeiro. Ao ouvirem o filho falar dessa maneira, os pais devem intervir e explicar que não se pode agredir os outros, com ações ou palavras. Além disso, vale perguntar como ele se sentiria se estivesse no lugar do colega. Também é fundamental não reproduzir esse comportamento. Caso contrário, os filhos vão imitá-lo.

  • Excluir um amigo da turma, porque “tem jeito de menina” ou “de menino”

    A situação é mais comum do que parece. Muitas crianças são excluídas dos times de educação física ou do trabalho em grupo por terem um comportamento diferente da maioria. A conversa, nesse caso, deve ter como objetivo orientar sobre a importância de conviver com a diferença. A criança deve saber que as pessoas não são iguais e que isso é bom e deve ser valorizado. ?O mundo é multicultural, plural e heterogêneo. As crianças precisam vê-lo dessa forma desde cedo?, diz a educadora.

  • Zoar a forma de uma menina ou menino se vestir, porque é fora do padrão

    Essa é uma boa oportunidade de falar que padrões, modelos e conceitos não podem se sobrepor a vontades individuais. Provoque a reflexão: se a criança quer se vestir daquela forma, qual é o problema? Quem falou que menino não pode usar brinco ou pulseira? E que menina não deve usar boné? Dá até para inserir na conversa algumas curiosidades. Citar os escoceses, por exemplo, que usam kilt — um tipo de saia masculina. A moda e a ideia de normal ou estranho vão depender muito do local e da época e é isso que a criança precisa entender.

  • Ridicularizar um menino que dança ou uma menina que joga futebol

    Para a educadora Jamile Magrin Goulart Coelho, a criança lida com as diferenças de forma mais leve do que os adultos, desde que não seja estimulada a fazer o contrário. “Geralmente, esses comportamentos são gerados por insegurança diante de uma situação nova”, diz. Cabe aos pais tranquilizarem os filhos sobre as diferenças, valorizarem o pluralismo e dizerem que eles também podem se divertir da maneira que acharem melhor.

  • Dizer que o colega é sensível demais

    Na infância, muitos meninos ainda são estimulados a fazerem brincadeiras agressivas, por isso criticar um garoto sensível é usual, mas a atitude deve ser coibida. Vale a pena explicar que meninos e meninas têm sentimentos e podem chorar se sentirem vontade. Isso não tem nada a ver com o gênero, mas com o fato de sermos humanos.

  • Criticar menina que brinca de carrinho ou menino que brinca de boneca

    Brinquedos não têm gênero. As crianças devem ser estimuladas a se divertirem com tudo o que elas quiserem, independentemente de cor ou forma. Elas só agirão com preconceito em relação a algum brinquedo se forem ensinadas dessa forma. “Uma vez, estava em uma escola de educação infantil, quando vi um menino de quatro anos mexendo na caixa de brinquedos. Quando viu um urso rosa, atirou o brinquedo no chão dizendo: ‘Que urso gay!’. Em seguida, eu me aproximei e perguntei para ele o que gay significava. Ele não soube responder”, conta a psicóloga Marcela Pastana.

Uol

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6 atitudes tóxicas que podem envenenar o relacionamento

Getty Images
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Muitos casais, mesmo os que vivem bem, podem se ofender mutuamente em algum momento da relação. O problema é quando esse tipo de atitude se torna recorrente. “Pode-se chegar a um ponto em que o par deixa de perceber que está se agredindo, naturalizando atitudes abusivas. Isso é extremamente tóxico para a relação”, afirma Thiago de Almeida, psicólogo especializado no tratamento das dificuldades do relacionamento.

Perceber os abusos e promover as mudanças necessárias, o quanto antes, é responsabilidade do casal. “Diante de uma atitude tóxica, ambos devem falar o que sentem e o que estão dispostos a fazer para mudar. Esse é o primeiro passo”, diz a psicóloga Mara Pusch, especializada em sexualidade humana pela Universidade de São Paulo.

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A seguir, confira seis atitudes que podem fazer o relacionamento naufragar.

Fontes: Mara Pusch, psicóloga especializada em sexualidade humana pela USP (Universidade de São Paulo); Thiago de Almeida, psicólogo especializado no tratamento das dificuldades do relacionamento; Regina Vaz, especialista em relacionamentos e autora do livro “Vamos Discutir a Relação?” (Editora Planeta); Ailton Amélio, doutor em psicologia e autor do livro “Relacionamento Amoroso” (Publifolha).

1

Criticar o outro o tempo inteiro

Fazer críticas pontuais ao par pensando em construir uma convivência mais harmoniosa a partir de pequenos ajustes é uma atitude saudável. Porém, quando a crítica se torna generalizada e constante, é preciso atenção. A atitude de atacar o par pode estar relacionada a uma necessidade de autoafirmação. Também vale analisar se a relação está trazendo a gratificação esperada. Se você critica demais o parceiro, tem de se perguntar por que está com ele, se é por opção ou falta dela. Se não estiver realmente envolvido, qualquer detalhe vai incomodar e muito.

2

Esperar que o outro perceba como você se sente

Para simplificar as relações, é essencial verbalizar os sentimentos, principalmente os que causam algum tipo de incômodo. Falar abertamente dos problemas é uma maneira de evitar que as mágoas se acumulem. Saber dialogar é falar o que incomoda no momento em que o problema surge, sem atacar o caráter da outra pessoa. É também saber escutar com a devida atenção, sem se preocupar em apenas justificar-se.

3

Pensar apenas nos próprios desejos

Muitas pessoas imaginam que os desejos e necessidades do outro podem ser encarados como uma extensão da vontade própria e focam apenas em contentar a si mesmas, por acreditar que o outro será contemplado. Porém se um dos pares deixa de perceber o outro, o relacionamento se esvazia. Não saber o que o par quer e não apresentar coisas novas pode conduzir a relação à monotonia. Na dúvida sobre a percepção do parceiro, o ideal é perguntar. E tentar, sempre que possível, colocar-se no lugar do outro.

4

Demonstrar ou provocar ciúme

Quem utiliza o ciúme como um recurso para tirar o relacionamento da rotina e se autoafirmar pode, justamente, colher o que mais teme: a desaprovação e o afastamento do par. Poucas relações sobrevivem a ameaças constantes e investir nelas, de modo deliberado, pode ser cruel e desgastante. A pessoa que não consegue lidar com o ciúme de modo saudável deve buscar ajuda profissional, como uma terapia.

5

Entrar em disputas bobas

O instinto de competição remete às respostas mais primitivas do ser humano às situações da vida. Porém, deixá-lo vir à tona a todo momento nos relacionamentos afetivos pode ser perigoso. No início da relação, é mais fácil abrir mão do próprio ponto de vista em prol do outro. Mas, com o passar do tempo, essa disponibilidade pode diminuir. E é aí que começam as disputas pelo poder. Para evitar embates desnecessários, é preciso avaliar se a questão a ser discutida está realmente interferindo no bem-estar individual ou do casal. Se for algo irrelevante, o mais provável é que a discussão desgaste a ambos, sem produzir resultado prático algum.

6

Colocar o outro para baixo o tempo todo

Vários sentimentos podem motivar esse tipo de comportamento, como raiva e vingança. E, nesse caso, o primeiro passo é se perguntar de onde vem a vontade de ofender, de mexer com a autoestima do par. Às vezes, quando acaba a paixão, a admiração pelo outro também diminui. Parece que o outro mudou e, na maioria das vezes, é a nossa percepção, tolerância e expectativa em relação ao outro que mudaram.
Uol

Como atrair amor com a força do pensamento adotando 9 atitudes

amor“As pessoas que você atrai são o espelho daquilo que você é”. A afirmação é da manter coach Bibiana Teodori, da Positive Transformation Coaching. Segundo ela, uma pessoa alegre e positiva irá atrair pessoas que também têm essas características. Com base nisso, ela ensina algumas dicas para atrair amor e outras coisas boas para a sua vida.

– Pense positivo. Imagine as qualidades e valores que você quer ver na outra pessoa, no quanto você se sentiria bem ao lado dele e como seria amada de forma especial.

– Imagine também momentos específicos a dois, como carícias, beijos e até o sexo. “Quando você o visualiza, é real. Não existem limites. Fazendo isto, o amor se manifestará”, afirma.

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– Procure o autoconhecimento. Pergunte a você mesma quem você é, o que quer da vida, qual sua missão. Assim fica mais fácil saber o que seria ou não aceitável em um relacionamento.

– Acredite que você merece amor. Se você acredita ter o poder de atrair o companheiro ideal, isto acontecerá. Se acredita que não exista uma pessoa legal para você, então você atrairá a pessoa errada”, diz.

– Doe amor sem esperar nada em troca. E ele virá de volta. “Talvez não na maneira que você espera, mas você conseguirá sentir. Aquilo que você dá, recebe”, explica.

– Seja grata. Coloque no papel tudo aquilo que te faz sentir gratidão, seja pelo dom da vida ou algum acontecimento. “Quando você é grato, é mais feliz. Quando você é feliz, atrai pessoas felizes”, garante.

– Viva o presente. Nada de pensar em quem te magoou ou deixou o seu coração em pedaços no passado. Concentre tudo no aqui e agora, esse é o momento perfeito.

– Sonhe grande e acredite que poderá realizá-los. Sonhar traz esperança, coragem e inspiração. “Se você sonha encontrar sua alma gêmea, visualize-se com aquela pessoa, sinta o amor que você consegue receber e pense que merece esta pessoa especial que te ama profundamente”, ensina.

– Pratique o amor, primeiro com você mesma, depois comos outros. Ame-se e seja gentil. Faça algo por alguém e veja sempre o melhor em si.

 

itodas

Pe Luciano diz que fiéis devem pregar com oração e atitudes solidárias, ajudando os que sofrem

 

Padre_LucianoO padre Luciano Guedes da Silva, pároco da Catedral de Nossa Senhora da Conceição, no centro de Campina Grande, afirmou, durante Missa celebrada neste domingo (08) que os fiéis devem evangelizar com muita oração e, acima de tudo, atitudes solidárias, ajudando os irmãos que sofrem. Esta foi a mensagem contida no Evangelho de São Marcos, na Liturgia da Palavra deste domingo.

 

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“Nós somos pregadores de uma palavra abstrata. A nossa evangelização não pode ser um discurso que passa por cima da cabeça das pessoas. Nossa palavra pregada precisa ser uma palavra que toca a realidade interior, vivida por cada pessoa. Uma evangelização que vai ao encontro dos pequenos, dos que sofrem”, destacou o padre.

 

Segundo ele, a nossa pregação “precisa ser acompanhada pela atitude solidária de irmos ao encontro das pessoas, ir à casa das pessoas, ir à habitação das pessoas”. Padre Luciano alertou para o fato de que o Evangelho de São Marcos aponta para uma igreja sempre missionária, pronta para evangelizar. “Quando Jesus é procurado pelos discípulos, avisa a eles: ‘é preciso ir a outras aldeias, porque foi para isto que eu vim’”.

 

O pároco lembra que os sinais de Jesus contidos no Evangelho deste domingo, como a cura da sogra de Pedro e de tantas outras pessoas em Cafarnaum, e a presença de Jesus no meio do povo, nos sugerem o que devemos ser enquanto seguidores de Cristo.

 

“Vamos rezar para que nossa vida, nosso testemunho de fé seja sempre marcado pela nossa solidariedade com os que estão doentes, com os que estão enfermos, cansados, com toda a humanidade que está ferida de dor e que deseja abrir-se para a fé em Deus, porque toda pessoa que é curada por Jesus é curada para servir, para tornar-se também um discípulo, um missionário, um proclamador da Sua palavra”, disse Pe Luciano.

 

Poder da Oração – Pe Luciano lembrou que é através da oração que conseguimos realizar o que Jesus nos pediu. “Vamos rezar neste domingo pela nossa evangelização, nossa necessidade de ir ao povo que sofre. Que nossa evangelização seja marcada pela força do Evangelho, que dá às pessoas a percepção de que Deus as acompanha e as cura de seus males e as faz servidoras e evangelizadoras dos povos”.

 

Ele alertou para a falta de oração, que pode prejudicar a vida dos cristãos. “Não nos esqueçamos da necessidade sempre de rezar. Sem a oração, aquele que prega a palavra pode se tornar tentado a ser ele mesmo o centro da ação. E o centro da ação é Deus. A oração é condição indispensável para redobrar as forças e partir sempre para a missão”.

 

Ele lembrou palavras do papa João Paulo II, em exortação à oração. “Para João Paulo II, a oração era o primeiro serviço. Vamos, com a vida alimentada pela Palavra, pela Eucaristia, redobrar as forças dos que estão doentes, dos que estão sofrendo, dos que estão enfermos. Sejamos bons evangelizadores nesta semana, para que se fortaleça em nós a força de Deus, que nos faz levantar para servir a Deus e ao Seu reino”.

 

Pascom – Catedral

Estas 7 atitudes podem decretar o seu fracasso profissional

Stock.xch
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Formação técnica, competências práticas – como visão sistêmica e flexibilidade – e perfil comportamental são ingredientes que, equilibrados, formam a base da receita de sucesso na carreira.

Some-se aí um ambiente profissional propício ao desenvolvimento e está pavimentada a escada da ascensão profissional, segundo Maximiliano Bavaresco, sócio-diretor da Sonne Branding.

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Assim, tanto quanto a formação técnica, competências práticas e cultura organizacional, o perfil comportamental é, sim, fator crítico na trajetória de carreira de qualquer pessoa.

E, em meio à rotina agitada, muitos profissionais não se dão conta de que pode haver algo de errado na maneira como se portam. “A falta de autoconhecimento e autocrítica é um dos principais problemas que eu vejo hoje no mundo corporativo”, diz Eliane Figueiredo, presidente da Projeto RH.

Veja alguns exemplos de atitudes e comportamentos que só vão comprometer o sucesso, segundo os especialistas:

1. Terceirizar a culpa

Quando o desempenho e o resultado são aquém do esperado, sempre há quem saia distribuindo a culpa a pessoas ou fatores externos: o mercado que sofreu retração, a Copa do Mundo que atrapalhou, as condições climáticas que surpreenderam.

“Deixem de lado a história de terceirizar a culpa. De alguma forma, em tempos fartura ou de crise tem empresas ganhando ou perdendo, executivos sendo promovidos ou demitidos. Todo mundo sabe as dinâmicas do mercado”, diz Bavaresco.

2. Só tomar decisões embasadas em certezas

“O grande executivo age em momentos em que não dá para ter certeza”, diz o sócio-diretor da Sonne Branding.

Em situações em que ninguém tem a resposta, o executivo precisa confiar no seu próprio julgamento para tomar decisões estratégicas. Quem espera pela certeza perde a chance de inovar e se destacar.

3. Não levar em conta que o fracasso é possível

O planejamento estratégico deve sempre levar em conta a chance de contratempos, revezes ou até catástrofes. “É preciso ter um plano B e até um plano C”, diz o empresário Ernesto Haberkorn, fundador da TOTVS.

Capacidade de se antecipar e ter visão de médio e longo prazo é uma das qualidades de executivos de sucesso. “Do contrário, a pessoa vira um gestor de problemas”, diz Bavaresco. Lembre-se e prepare-se: a chance de não dar certo geralmente é maior do que a de dar certo.

4. Superestimar (ou subestimar) a própria competência

Não é possível ser excelente em tudo. Aceite suas limitações e, com isso, aproxime-se de pessoas complementares em termos de habilidades e competências.

“A maioria procura se cercar de pessoas medíocres, com medo que pessoas brilhantes as ofusquem”, diz Bavaresco.
O contrário também é válido. A falta de autoconfiança é nociva e paralisante. “Muitas vezes as pessoas não percebem que têm crenças limitantes que barram a iniciativa”, diz Eliane.

5. Aceitar cargo de gestão sem ter perfil para tal

“Lembro-me de certa vez em que nosso melhor técnico foi ser diretor na Argentina e, sem perfil de gestão, foi o fim da carreira dele”, diz Ernesto Haberkorn.

“Falta de consciência faz com que a pessoa assuma um trabalho para o qual não está preparada. E acaba comprometendo o resultado”, diz Eliane.Por isso, é sempre bom avaliar se os principais ativos de carreira estão ligados às habilidades técnicas ou de gestão.

Para quem tem perfil mais técnico, o caminho do sucesso, diz o fundador da TOTVS, passa pela especialização necessária na carreira em Y.

6. Conformismo e procrastinação

Medo de arriscar resulta em conformismo e medo de errar, em procrastinação, segundo Eliane Figueiredo. Esperar passivamente pelos desafios ou adiar a execução de tarefas complexas são comportamentos que demonstram a ausência de uma competência altamente valorizada no mercado atual: a proatividade.

7. Falta de capacidade de adaptação

A palavra chave, em tempos de crise e estruturas mais enxutas, é resiliência. O mercado de trabalho é dinâmico e se destaca quem acompanha suas mudanças.

Fugir do papel de vítima e enxergar as oportunidades que aparecem em meio às turbulências do mercado e da economia é a dica para quem quer alavancar a carreira em vez de decretar o fim dela.

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Atitudes para evitar após o fim do casamento

A separação é sempre um processo complicado. Tudo o que foi construído junto precisa ser repensado após o divórcio. Se uma das partes não aceita bem o processo, surgem raiva, decepção e ranços que desencadeiam brigas, discussões e atitudes impensadas que, em geral, acabam envolvendo toda a família. Mas, é possível seguir com a separação de forma saudável para os dois lados?

“Quem toma a iniciativa costuma ser visto como o vilão da história, mas não é bem assim. O casal passa por um desgaste muito grande e um estresse tremendo, que vale para os dois”, explica a psicoterapeuta Andréia Calçada.

Thinkstock/Getty Images

Evitar algumas atitudes após a separação ajuda a garantir um final sem traumas

Segundo a Andréia, dor, raiva, incertezas e dúvidas se misturam, deixando ambos bastante afetados. Para a parte que não deseja separar, uma dica importante é se permitir viver o luto da relação. Aceitar o fim e tudo que envolve a separação ajuda a seguir adiante.

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Trata-se de um processo gradual, no qual a parte ferida tende a cometer uma série de erros. Muitos casais optam por uma convivência pacífica e amigável durante o processo. No entanto, para que isso dê resultados é preciso muito diálogo e maturidade.

“Se um das partes ainda se sente traída ou com raiva, fatalmente haverá brigas e mais desgaste” – explica Andréia. Nestes casos, o melhor é cortar o contato e manter uma relação cordial até o final do processo.

Segundo o advogado Ricardo Rollo Duarte, a maior dificuldade dos casais ao se separarem é superar justamente os antigos conflitos que levaram à separação.

“O que costuma gerar mais discussão são a guarda dos filhos, seguida da estipulação de um regime de visitas, a estipulação de pensão alimentícia e a divisão de bens comuns, se houver”, completa.

Manual da Paz

Quando não há consenso, parece lógico a parte que não deseja a separação descarregar no outro a mágoa por conta do casamento desfeito. Mesmo que para isso seja necessário jogar pesado, afinal, foram anos de convivência e os pontos fracos do oponente são bem conhecidos, certo? Errado. Agir desta forma demonstra imaturidade e dificuldade para lidar com perdas. Além disso, como em toda guerra, a disputa envolverá outras pessoas além do casal e causará danos, muitas vezes, irreversíveis.

Para evitar um conflito épico, selecionamos algumas coisas que você NÃO deve fazer depois de separar, veja a seguir:

Falar mal do ex para os filhos

É sempre uma péssima ideia. Segundo Ricardo Duarte, não se deve jamais desqualificar a conduta do outro, criar obstáculos ou dificultar o contato dele com o filho. É proibido ainda omitir informações pessoais relevantes sobre a criança, como questões médicas e escolares, mudar o domicílio para local distante, sem justificativa, visando somente dificultar a convivência do menor com o pai. Isso pode ser considerado pelo juiz como alienação parental, uma situação sujeita à responsabilidade tanto civil como criminal. 

Xingar o ex para amigos em comum

É natural que vocês conheçam pessoas em comum e tenham de “dividi-las” após a separação. Em geral, os amigos escolhem o lado com quem têm mais afinidade. Mesmo assim, evite ficar falando mal do “ex” para a mulher do melhor amigo dele. Isso não vai ajudar em nada, ninguém gosta de ouvir reclamações sobre como o ex foi um canalha com você, certo?

Dar barraco ao encontrá-lo

Pode ser que vocês tenham de conviver em determinadas situações, como a formatura do filho na pré-escola ou a festinha de final de ano da classe. Nestes casos, seja política. Não precisa morrer de amores, mas nada de criar situações desagradáveis, principalmente para preservar a criança. Lembre-se: ela não tem nada a ver com a situação dos pais.

Beber todas e ligar no meio da noite

Você pode até querer afogar as mágoas para esquecer, mas cuidado. Antes de tudo, lembre-se que a bebida anestesia a dor por um tempo, mas depois a sensação ruim volta. Além disso, nada de encher a cara e ir gritar na frente do prédio do ex às 3 da manhã, ou telefonar deixando um recado mal educado na caixa postal dele. Controle-se!

Destruir lembranças em comum

Você está com raiva e descobre uma caixa de fotos da viagem de lua-de-mel. Se a vontade é rasgar tudo, pense duas vezes. Fotos, vídeos e outras recordações podem ser considerados bens na hora da partilha. Ou seja, eles também pertencem ao ex e não podem ser destruídos. E isso inclui as fotos com os filhos e o restante da família. Neste caso, garanta uma cópia só para você, assim pode fazer sua fogueira sem preocupar-se com o que vai pensar o juiz.

Destruir bens em comum

Quer se inspirar nos filmes e destruir o carro ou aquele relógio caro que ele adora? Péssima ideia. Todos os bens, incluindo aqueles que foram comprados em conjunto, pertencem aos dois e não podem ser danificados.

Ameaçar o ex

Todo tipo de ameaça, verbal, física ou textual, pode ser comunicada à polícia e causar sérios problemas. Evite aparecer no trabalho dele fazendo ameças ou ligar no meio da noite durante um acesso de raiva. E isso também vale para a atual namorada dele, caso ele já tenha uma.

Responder aos e-mails dele com raiva

Ele mandou um email sobre a partilha de bens que você achou um desaforo? Calma. Respire fundo e deixe para retornar mais tarde. Evite responder emails com raiva. Muitas correspondências são escritas com orientação do advogado com a intenção de provocar a outra parte. No caso de uma resposta destemperada, seu email pode servir de prova processual contra você.

Se atirar na pista sem estar pronta

Você está solteira, triste e decepcionada? Ou mesmo está feliz por ter se livrado daquele traste? Tudo bem, apenas tome cuidado para não exagerar. Algumas mulheres, na tentativa de superar a separação acabam se envolvendo com homens errados. Pior ainda, querem exibir estes homens para o ex. Se você for mãe, o cuidado deve ser dobrado. Pense na sua saúde, nas suas emoções e nas crianças.

Usar o advogado como arma

O ideal é que este profissional assegure que os seus direitos sejam garantidos e não sirva apenas para colocar mais lenha na fogueira. Evite advogados com posturas muito agressivas ou que tenham um vínculo próximo com você, pois isto poderá acirrar os ânimos. 

Usar os filhos como arma

Os filhos amam os pais igualmente e não querem e nem precisam tomar partido de nenhum dos lados. Então, nada de fazer os pequenos de porta-recado para o parceiro ou ainda perguntar de quem a criança gosta mais.

Envolver a família na briga

Aqui vale a máxima que diz que você casou-se com ele e não com a família dele. Então, evite colocar sua família e a dele na discussão. Não brigue com quem não está diretamente envolvido na disputa e não responda a possíveis provocações. Pior ainda, não tente afastar os avós e tios paternos dos seus filhos.

Tentar seduzir o ex

A relação acabou, mas você não se conforma. Não adianta querer trazê-lo de volta criando situações como atender a porta de camisola quando ele vier buscar as crianças para um passeio. A situação pode ser constrangedora e deixar você ainda mais triste.

Tentar seduzir um amigo do ex

Tudo bem, você está com raiva dele, mas não precisa jogar baixo. Dar em cima daquele amigo bonitão dele ou mesmo dar bola para aquele cara do trabalho que ele odiava (e que você sabia que sempre olhou diferente para você) não vai te fazer melhor do que ele.

Invadir a privacidade dele

Ele foi seu marido e é lógico que você sabe muitas coisas dele. Pode ser até que tenha vídeos e fotos sensuais dele. Ou ainda, que saiba segredos que ele guarda a sete chaves. Tudo isso morre com você, ok? Nem pense em sair espalhando por aí com o objetivo de ferir a imagem dele. É crime e você ainda vai parecer uma desequilibrada.

Se fazer de vítima

Ficar dando uma de coitadinha para amigos e parentes não é uma boa ideia. É preciso aceitar o fim do casamento e aprender com isso. Além do mais, este papel não vai ajudar a criar uma imagem admirável de você para ele, seus filhos, amigos ou familiares. Portanto, melhor tentar superar e seguir adiante.

 

iG

Cinco atitudes das mulheres boas de cama

Uma noite inesquecível de sexo não depende de regras ou planejamento. Mas as dúvidas sobre como agradar o parceiro, seduzir ou inovar na cama ainda são frequentes entre mulheres que buscam melhorar a performance sexual. O fato é que pequenas atitudes valorizam a intimidade e fazem a transa pegar fogo. O Delas   realizou uma pesquisa com 20 homens, com idades entre 22 e 44 anos, para saber quais são as cinco principais atitudes da mulher “boa de cama”. Especialista no assunto, a escritora e ex-garota de programa Vanessa de Oliveira dá dicas espertas.

Divulgação

A ex-garota de programa Vanessa de Oliveira conta os segredos da mulher boa de cama

1. PROPOR LOUCURAS
“É muito difícil manter o interesse por algo repetitivo, não dá para o sexo virar rotina”, diz o administrador João, 36 anos, de São Paulo. Para sair da mesmice, a dica é considerar novas experiências. O designer Maurício, 44 anos, admira mulheres que propõem ideias. “É uma delícia quando elas tomam a iniciativa”, conta. Sugestões não faltam: aprender uma dança sensual, fazer um striptease, comprar brinquedos eróticos… Também para o professor Eder, 29 anos, a mulher precisa ser aberta. “O sexo anal, por exemplo, é um tabu para muitas ainda”. O educador físico Maximiliano, 35 anos, segue o mesmo raciocínio e critica: “A maioria já diz ‘não’ sem nunca ter experimentado”. Conhecedora das preferências masculinas, Vanessa incentiva a ousadia. Um bom começo, segundo ela, é arriscar novas posições sexuais. “É indispensável saber várias”, decreta a atual consultora sexual e sentimental (veja 69 posições na galeria ao final da página).

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> o lado delas:   
duas partes participam da boa transa, então, para inovar, é preciso ter um parceiro estimulante, curioso. E vale lembrar: não adianta só “cobrar” sexo anal, o homem precisa ser cuidadoso para que a experiência seja bacana para a mulher também. 


2. CAPRICHAR NO SEXO ORAL
Eles podem até divergir quando o assunto é futebol, mas na hora da transa concordam: mulher boa de cama manda bem no sexo oral. A modalidade é apontada como responsável por tornar o clima mais quente. “Não ter vergonha é essencial. Ela deve mostrar que faz por prazer e não porque o parceiro pediu”, conta Fernando, contador, 25 anos. Autor do blog Testosterona, Eduardo Mendes lembra que não pode haver receio por parte da mulher e entrega o segredo do sexo oral perfeito: “Ela deve procurar usar as mãos, a língua, e não ficar apenas fazendo movimentos repetitivos – variar é muito importante”, diz. Ainda sobre sexo oral, a maioria prefere aquelas que não se escondem atrás dos cabelos. “Tem que olhar com cara de safadinha”, brinca Eduardo.

> o lado delas:   um homem cheiroso é muito mais convidativo para o sexo oral. Para muitas mulheres, certo envolvimento também é preciso. Alguns espertinhos adoram receber sexo oral, mas são extremamente egoístas na hora de fazer na mulher.


3. SUSSURRAR DELÍCIAS
Nada de ficar quieta durante o sexo, os homens definitivamente gostam de sentir o hálito quente da parceira e ouvir bobagens ao pé do ouvido. “Os sons tornam tudo mais gostoso. Fica mais fácil sentir o tesão da mulher e, consequentemente, isso proporciona mais excitação”, conta Rodrigo, publicitário, 28 anos. Vanessa ressalta a importância das palavras picantes para animar o momento e explica que não pode haver bloqueios morais nessas ocasiões. “Não existe vulgaridade entre quatro paredes. Só fica vulgar quando é feito em público. Dizer coisas obscenas no quarto é provocante e delicioso”, afirma. Mas use essa dica com moderação: mulher tagarela é broxante, eles dizem.

> o lado delas:   Por mais excitante que a brincadeira possa parecer, muitas mulheres não gostam de dizer e ouvir xingamentos na cama. É um limite que precisa ser respeitado, forçar a barra tornará tudo artificial.

4. ATENTAR PARA OS CUIDADOS PESSOAIS
Não, eles não são tão desligados assim. Os homens valorizam a mulher cheirosa, bem tratada e com a depilação em dia – parece óbvio e requisito básico, mas quase todos os entrevistados já tiveram alguma experiência desagradável. “Uma mulher cheirosa e macia é garantia de um longo e gostoso sexo oral”, explica Carlos Henrique, consultor de negócios, 39 anos. Ir direto para cama sem antes verificar se está tudo na mais perfeita ordem? Nem pensar! “Não é agradável quando não há um nível mínimo de higiene. Isso pode resultar em uma bela de uma broxada”, desabafa o escritor Felipe, 24 anos. Eduardo concorda: “E olha que são poucas coisas que broxam os homens”, diz o blogueiro. Investir em um conjunto bacana de lingerie também é indicado. Extremamente visuais, os homens não resistem a rendas e lacinhos.

> o lado delas:   as mulheres também gostam de homens asseados e com a cueca impecável. Fica a dica…


– iG

Mais sobre homens

5. DEMONSTRAR PRAZER
Os homens não só cobram a participação mais ativa da mulher no sexo como querem saber se estão agradando. “A boa de cama não tem vergonha de falar, pedir, perguntar, gemer e gritar. É uma delícia ouvir a voz da mulher durante a transa”, diz Romulo, consultor de tecnologia, 33 anos. “Gemidos, o corpo contorcendo e os olhinhos virando são atitudes que ajudam a sincronizar”, completa Ricardo, engenheiro eletrônico, 34 anos. Vanessa conta que é realmente importante dar um “retorno” ainda durante o sexo, seja para demonstrar prazer ou direcionar o caminho certo. “Ela pode pegar na mão dele e colocá-la onde gostaria de ser tocada. Pode até mostrar a intensidade do movimento que lhe agrada”, ensina a escritora. E se é para entregar o ouro, aí vai: eles amam ouvir elogios, como são fortes, másculos e bem dotados.

> o lado delas: gemer, gritar, subir no lustre? Só vale se for de verdade.

 

 

iG

Veja cinco atitudes que a mulher não deve ter quando o homem “falha”

ilustracaoA disfunção erétil ocasional pode acontecer com qualquer um e pelos mais variados motivos. Cansaço, preocupação, bebida em excesso, ansiedade, estresse, nervosismo e o uso de alguns medicamentos que inibem a ereção são algumas das causas para as “falhas” na cama.

Até mesmo o excesso de tesão pode acabar levando o homem a brochar: “A mulher tende a interpretar que ela não foi boa suficiente para o parceiro. Mas, muitas vezes, os homens podem pensar o oposto: que ela é ‘tão mulher’ para ele, que ele não daria conta na cama. Com isso, ele fica ansioso demais para satisfazê-la sexualmente e tem uma falha de ereção”, explica Karina Simões, que é psicóloga clínica cognitivo-comportamental, especializada em orientação e educação sexual e em disfunções sexuais e seus tratamentos.

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Seja qual for o motivo, a consequência deixa os homens muito sensíveis. “Essa é uma das questões mais fortes com relação à virilidade masculina. Para eles, é muito sério sentir que está sendo criticado nesse aspecto. E, quando a gente pensa em um relacionamento para se investir a longo prazo, é fundamental ser cuidadoso”, diz a terapeuta sexual Arlete Gavranic, membro da Sbrash (Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana) e coordenadora de pós-graduação do Isexp (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática).
As especialistas alertam que os homens que se sentirem pouco acolhidos e recriminados nessas horas, pensando serem fracos ou impotentes, podem acabar desenvolvendo disfunções sexuais mais graves e, em alguns casos, quadros psíquicos como a depressão.

Por isso, todo cuidado é pouco. Se você também fica sem graça e não sabe como agir nessas horas, comece aprendendo o que não fazer:

1. Não se irrite

É comum as mulheres se irritem, pois acreditam que o problema é com elas. Questionam se o parceiro está pensando em outra, se ela não é boa o suficiente para ele, se tem uma amante etc. Algumas chegam ao extremo de xingar o parceiro. “Com essa atitude, a chance de a disfunção se reverter é muito mais difícil”, diz Arlete. Pior: um problema eventual pode passar a ser constante ou causar uma briga séria entre o casal.

2. Jamais faça comparações

O velho “isso nunca me aconteceu”, que muitos homens dizem nessas horas, também é usado pelas mulheres. “Nunca brocharam comigo antes”, dizem algumas. “Isso é um balde de pedras de gelo”, diz Arlete. “A comparação nessa hora é a pior saída, porque homens detestam ser comparados, principalmente no âmbito sexual”, diz Karina Simões. Além disso, pode gerar ciúme e comprometer futuras relações sexuais.

3. Abandonar a cama

“A parceria nesse momento é fundamental”, afirma Karina. Por isso, também não é a hora de sair da cama e deixá-lo lá, sozinho, sem demonstrar cumplicidade. Fique ao lado dele e seja carinhosa, para que ele não se sinta rejeitado e ainda mais constrangido.

4. Travar uma conversa sobre impotência sexual

A menos que seja uma falha frequente ou que o próprio parceiro levante o assunto, não é indicado aproveitar o momento para falar sobre tratamento para disfunção erétil. Karina e Arlete ponderam que, se for mesmo um problema frequente, vale conversar abertamente sobre um tratamento, de preferência já no dia seguinte. Boa parte das disfunções eréteis tem causa psicológica e cura.

5. Insistir em uma nova tentativa

Tem mulher que fica cobrando do parceiro para que ele fique tentando até conseguir ter uma ereção imediatamente. Dependendo do motivo que levou a “falhar”, não faz sentido a insistência e ela só vai levar o parceiro a mais ansiedade e nervosismo. Por isso, Arlete recomenda a não forçar a barra.

O que fazer, então?

O melhor é continuar namorando, fazer carinhos e deixá-lo se sentir acolhido e sabendo que isso acontece com todo mundo. Se o motivo for cansaço ou bebedeira, vale sugerir repouso, dizer para irem dormir, agindo com naturalidade. Se perceber que o parceiro ainda está com vontade de transar, apesar da “falha”, vale conversar sobre sexo, perguntar sobre as fantasias dele, tentar acendê-lo e incentivá-lo com carinhos –mas sempre sem pressioná-lo.

Atitudes tomadas fora do trabalho também podem afetar sua carreira

TrabalhoEngana-se quem pensa que o comportamento assumido fora do ambiente de trabalho não tem impacto na carreira. Certas atitudes em encontros informais ou características de personalidade podem influenciar negativamente na vida profissional.

“O limite entre a vida pessoal e profissional está cada dia mais tênue e as tecnologias contribuíram para isso, permitindo que as informações se espalhem muito rapidamente”, afirma o master coach Bruno Juliani, presidente da Academia Brasileira de Coaching.

Para evitar alguns dos deslizes mais comuns, veja sete dicas para não sujar sua imagem:

1. Contar detalhes da empresa nas redes sociais: na internet, a velocidade com que a informação se espalha é enorme. Portanto, qualquer conteúdo impróprio publicado pode facilmente chegar ao conhecimento de pessoas que você nem imaginava. E a informação compartilhada pode trazer danos ao dono do perfil e à companhia. “Na dúvida, compartilhe apenas notícias positivas. Evite divulgar o seu estado de humor, sua insatisfação com a empresa ou com um colega, ainda que fale indiretamente”, afirma Juliani.

Rumores, informações do dia a dia da empresa e fotos comprometedoras suas e de colegas também não devem ser expostos, pois profissionais de recursos humanos estão alertas às redes sociais de candidatos e contratados. “Ter um perfil só para amigos próximos e parentes e outro para colegas de trabalho é uma saída”, segundo Verônica Rodrigues da Conceição, diretora da VR Consulting.

2. Ser pessimista demais: mesmo sendo boa profissional, a pessoa extremamente negativa e que reclama com frequência, ainda que de assuntos relacionados à vida pessoal, acaba perdendo pontos no trabalho. A leitura dos especialistas em carreira é a de que esses indivíduos têm mais medo de se arriscar e, por isso, deixam passar grandes chances de obter o sucesso.

“Condicionados a pensar que nada dará certo, é muito comum que essas pessoas também considerem dispensável o investimento em si próprios e que percam a oportunidade de fazer cursos, ampliar a rede de contatos, viajar e aprender coisas novas”, diz a psicóloga Isabella Bertelli, analista de treinamento corporativo da LAB SSJ (Laboratório de Negócios).

3. Não se abrir para novas amizades: quem anda sempre com a mesma turma e resiste a circular por ambientes novos perde a oportunidade de ampliar sua rede de contatos, e são eles que possibilitam o crescimento humano. Observando o comportamento dos outros, aprendemos novas formas de agir e interagir, conhecimento que pode ser aplicado às situações de trabalho.

“Para quem tem grandes ambições, o isolamento pode estagnar a carreira ou, pior, fazê-la declinar”, afirma Flora Victoria, fundadora e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Coaching. Ela também explica que quanto mais restritos forem os contatos fora da empresa, menores as oportunidades de ser reconhecido no mercado, de receber propostas e, é claro, de elevar rendimentos e perspectivas.

4. Ser arrogante: “Pessoas arrogantes costumam ser individualistas, centralizadoras, têm dificuldade para se comunicar e se sentem donas da razão. A arrogância é, portanto, um empecilho e tanto à ascensão profissional”, afirma Flora. Esse conjunto de atitudes, dentro e fora do trabalho, acaba minando os relacionamentos, influenciando negativamente na integração e na produtividade da equipe.
5. Não comparecer a happy hours: bater cartão nas reuniões dos colegas não garante que você será o queridinho do escritório, mas não comparecer nunca pode pegar mal. Além disso, vale prestar atenção à forma como você nega os convites, para não deixar ninguém magoado.

“De vez em quando, tente passar para fazer um brinde. Não precisa ficar muito tempo, o importante é comparecer”, afirma a consultora de comportamento Joyce Moysés, autora do livro “Mulheres de Sucesso Querem Poder… Amar” (Editora Gente). Em eventos promovidos pela empresa, mesmo que a presença seja opcional, seu chefe espera que você vá. Fique até ser visto e, se preferir, saia à francesa.

6. Não se atualizar sobre os assuntos do momento: mesmo numa simples roda de bate-papo, um pouco de cultura geral é sempre bem-vinda. “Pessoas que se interessam pelo que está acontecendo no mundo constroem mais vínculos e conseguem ser mais críticas”, diz Lucimar Delaroli, consultora da LDelaroli Consultoria.

Além disso, estar por dentro de temas que se tornaram populares nas redes sociais, por exemplo, pode ser tão importante quanto conhecer os rumos da economia. Porém, se um tema surgir e você não estiver a par, não finja que sabe do que estão falando. É mais elegante assumir o desconhecimento e procurar se inteirar sobre ele depois.

7. Não dar atenção à saúde: não ter vícios, comer bem, praticar exercícios regularmente e mesmo ausentar-se do trabalho para consultas de rotina demonstra boa autoestima e valorização pessoal. O descuido com essas questões, por outro lado, pode levar à queda no rendimento e até a faltas e licenças frequentes. O que pode até gerar atritos com os colegas.

“O grande problema é que as faltas, mesmo que justificadas, acabam impactando a equipe, já que as empresas estão com o quadro de funcionários cada vez mais enxuto. Afinal, alguém terá de assumir as funções do funcionário ausente”, explica a PHD em psicologia Ana Maria Rossi, representante brasileira na divisão de saúde ocupacional da Associação Mundial de Psiquiatria (WPA).

 

 

Louise Vernier e Rita Trevisan
Do UOL

Evento em JP discute atitudes evolutivas da consciência

Sexta edição do Saúde Holística será realizada nestes dias 7 e 8 de setembro, em João Pessoa

Para muitos evolução é um processo de aquisição de bens materiais e ascensão profissional. Para outros é um caminho de autoconhecimento, através do autodesenvolvimento e autossuperação de medos e limitações. O que é adequado para um pode ser inadequado para o outro. Mas o certo é que para ultrapassar barreiras é preciso se sentir provocado, elaborar um planejamento e, em seguida, executá-lo.

Do ponto de vista espiritual ou consciencial, a evolução está ligada ao uso consciente de ferramentas evolutivas, que abrem portas entre as dimensões e ajudam no processo de crescimento. Para discutir estas “chaves”, o Centro de Estudos e Pesquisa Psicobiofisicas (CEPP) realiza nesta sexta-feira (7) e sábado (8), em João Pessoa, mais uma edição do evento  “Saúde Holística”, com o tema “Atitudes Evolutivas”.

“O Saúde Holística vai aprofundar questões relativas ao que acontece com uma pessoa que estagia na dimensão física e se prepara para alcançar o estado de consciência livre. Todos nós, conscientes ou não, desejamos evoluir. Sem saber, assumimos posturas e condutas o tempo todo, e não sabemos as consequências, mas no âmago temos esse objetivo”, explicou Anette Leal, coordenadora do evento.

Ela explicou que a falta de estudos e formação para a compreensão deste assunto em nossa sociedade ocidental é claramente observada. “A maior parte dos estudos visa somente a evolução do ponto de vista intrafísico, do mundo material, e evoluir muitas vezes é compreendido apenas como o acúmulo de bens, a conquista da fama, o reconhecimento público,  tornar-se importante”, destacou Anette.

O evento vai tratar de cinco temas relacionados às atitudes evolutivas: comunicabilidade, parapsiquismo, intelectualidade, holomaturidade e cosmoética. O Centro de Estudos e Pesquisa Psicobiofísicas defende que estas são algumas das atitudes que devem ser adotadas por toda consciência que almeja evoluir. “A evolução é muito lenta e necessita de experiências no planeta para ocorrer, de modo que não poderia ser realizada em uma só ressoma ou vida física. Só em inúmeras existências das consciências no plano físico é possível que elas acumulem dotações imprescindíveis à evolução. Por isso é tão importante discutir assuntos como estes”, disse Paulo Chaves, presidente do CEPP.

O Saúde Holística, que é um evento anual promovido pelo CEPP, será realizado  em dois dias: a abertura acontecerá nesta sexta-feira , às 20h, com a palestra de abertura “Comunicabilidade e Auto-Evolução”, tema a ser abordado pela pesquisadora do Cepp, Clara Coelho. Na ocasião, será realizado o lançamento do livro “Comunicação: Uma abordagem pluridimensional”, da pesquisadora Clara Coelho. A palestra de abertura é gratuita.

No sábado, às 8h30, o evento inicia com a palestra “Parapsiquismo e Auto-Evolução”, com as pesquisadoras Cynara Correia e Kalyne Vieira. Já às 10h15, será a vez da palestra “Intelectualidade e Auto-Evolução”, com os pesquisadores Anette Leal e Guilherme Miranda. À tarde, a partir das às 14h, serão realizadas as palestras “Holomaturidade e Auto-Evolução”, com Jota Alves e Terezinha Augusto e “Cosmoética e Auto-Evolução”, com o Paulo Chaves.

A inscrição para o evento custa R$ 100. Mais informações: 3244.6407 ou no site www.ceppjp.org/saudeholistica/. O Cepp está localizado na Av. Expedicionários, 850, no bairro Expedicionários, na Capital.

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