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Conheça as 10 fobias mais comuns que atingem adultos e crianças

(Foto: Getty Images)
(Foto: Getty Images)

O medo é natural e até saudável, mas há pessoas que desenvolvem um pavor irracional a situações ou objetos que não oferecem perigo.

Chamadas de fobias, essas aversões envolvem um transtorno de ansiedade, impedem que a pessoa tenha uma vida normal e levam à necessidade de tratamento.

Os sintomas variam em cada paciente mas, normalmente, envolvem taquicardia, suor em excesso, boca seca e tremores.

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Os tipos mais comuns

Orlando Vicko, psicólogo especializado em tratamento de ansiedade e Síndrome do Pânico pela Universidade de Miami, lista as 10 fobias mais frequentes:

  1. Acrofobia: medo de lugares altos. A pessoa pode ter acessos de pânico ao visualizar o solo e se desesperar para buscar uma saída do ambiente que gera desconforto.
  2. Aerofobia: medo de voar ou de se expor a correntes de ar intensas. Essa fobia impede que a pessoa viaje de avião e, em casos mais graves, impossibilita a prática de esportes ao ar livre.
  3. Agorafobia: medo de locais cheios e multidões. Consiste, basicamente, em ansiedade antecipatória, pois o agorafóbico teme a multidão pela ideia de que não poderá sair do meio dela, caso se sinta mal.
  4. Aracnofobia: medo de aracnídeos. O pavor pode impedir que a pessoa permaneça em locais onde acredita que existam aranhas ou, ainda, que se desespere diante de qualquer contato inesperado do animal com a pele.
  5. Catsaridafobia: medo de baratas. Assim como a aracnofobia, este distúrbio pode impedir que a pessoa frequente certos lugares e pode desencadear também uma obsessão por limpeza.
  6. Claustrofobia: medo de lugares fechados, como elevadores, salas sem ventilação, trens e aviões. A sensação de falta de ar e taquicardia são os principais sintomas. A claustrofobia pode estar diretamente associada a um quadro de agorafobia.
  7. Glossofobia: medo de falar em público. Não deve ser confundida com quadros normais de ansiedade diante de uma plateia. Quem sofre de glossofobia apresenta taquicardia, suor em excesso, desmaios e até diarreia ao ser obrigado a falar em público.
  8. Hematofobia: medo de sangue. Os sintomas envolvem tremores, fraqueza, falta de ar, dor de cabeça e transpiração excessiva ao ver sangue. Muitas pessoas desenvolvem ainda o medo a todo tipo de objeto cortante e pontiagudo, como facas e agulhas, pois estão associados com sangramento.
  9. Hidrofobia: medo de água. A pessoa se desespera ao menor contato com qualquer tipo de líquidos, seja ao entrar no mar ou em uma piscina ou simplesmente ser atingida por um jato de água.
  10. Nictofobia: medo da noite ou de locais escuro. Por temer o que não pode ver, a pessoa que sofre de aversão ao escuro se apavora ao menor ruído ou sombra. Ocorre geralmente logo na infância, mas pode continuar na idade adulta, se não for tratada.

 

A origem das fobias

“É impossível determinar de forma genérica qual é a origem de uma fobia, pois cada caso apresenta suas peculiaridades”, explica Orlando.

De acordo com o especialista, pode-se apenas apontar que todo medo extremo está diretamente relacionado a um episódio traumático na vida do paciente. Isso significa que um afogamento na infância – ou mesmo na fase adulta – pode desencadear um quadro de hidrofobia anos mais tarde, por exemplo.

A experiência impactante pode ser vivida pelo paciente ou apenas presenciada por ele. “Já acompanhei pessoas que desenvolveram uma fobia a sangue após testemunharem um grave acidente”, conta o especialista.

Para evitar traumas profundos, os pais devem tomar alguns cuidados diante de situações intensas. “Ao notar a insegurança da criança diante de uma situação nova, como um voo de avião, os adultos devem conversar com calma e tranquilidade, mostrando à criança que o medo é natural, mas que pode ser superado”, sugere Orlando.

Segundo o psicólogo, a postura dos pais influencia muito a reação da criança em uma situação nova.

Marlene Muniz, 42 anos, é mãe de Vitória, 9 anos, que sofre de um caso grave de aracnofobia. Após muitas sessões de terapia, a origem do problema foi identificada.

“Durante o tratamento descobrimos que aquele medo irracional começou na infância. Quando ela tinha 4 anos, viajamos para um sítio da família e logo na primeira noite ela encontrou uma aranha grande na cama. Ela pegou com uma folha de jornal e veio me mostrar. Eu me apavorei e comecei a gritar, mandando que soltasse a aranha porque ela poderia ser muito perigosa. Após esse dia, ela passou a ter um medo insuperável do animal”, relata Marlene.

O que parecia ser um pavor comum começou a ganhar proporções incontroláveis. A menina fazia xixi na calça ao ver fotos ou cenas de uma aranha na televisão e desmaiava se encontrasse um animal “ao vivo”, por menor que ele fosse.

“Ela faz terapia há 2 anos e já apresentou muito avanço. Conseguimos controlar os desmaios e o xixi involuntário. A terapia foi essencial, mas também abrimos o diálogo em casa, falando abertamente sobre o problema”, revelou Marlene.

Tratamentos possíveis

O primeiro passo é conscientizar os familiares e amigos de que esta aversão não é frescura e precisa, sim, de tratamento, pois pode levar a quadros incapacitantes, interferindo diretamente na vida das vítimas.

“Há pessoas que se tornam escravas do medo de situações que não oferecem nenhum perigo real”, argumenta o psicólogo.

A terapia cognitivo-comportamental é, na grande maioria dos casos, o tratamento mais indicado para fobias. “Com a ajuda de um psicólogo, a pessoa vai sendo lentamente exposta aos objetos que geram o medo. O profissional vai ajudando o paciente a remanejar seus pensamentos nessas situações e, assim, superar a fobia”, explica ele. O especialista ressalta que os estímulos são graduais, para não causar agonia.

Para ele, é importante ter em mente que buscar a raiz do problema não deve ser o foco do tratamento. “Como toda fobia gera algum tipo de sofrimento ao paciente, o intuito do tratamento deve ser superar o medo”, aponta.

 

 

disneybabble

Raios atingem os três edifícios mais altos de Chicago ao mesmo tempo; confira

thunderstormUma grande tempestade que caiu em Chicago, nos Estados Unidos, gerou um acontecimento muito difícil de ser observado e, pior ainda, capturado em vídeo. Afinal, essa é uma daquelas histórias em que ninguém acredita até assistir ao ocorrido. Os três maiores prédios da cidade foram atingidos por descargas elétricas assustadoras e, o mais incrível, ao mesmo tempo. O momento foi registrado pelo cinegrafista americano Craig Shimala, que via tudo da janela de sua casa.

O fenômeno, que aconteceu dia 30 de junho e foi divulgado recentemente, ilumina todo o horizonte capturado pelas lentes da câmera do profissional de uma forma quase sincronizada. Willis Tower,Trump Tower e John Hancock Buildingforam os edifícios afetados durante o temporal. Quer mais? Essa vai ser difícil de acreditar, mas o cinegrafista já havia filmado o mesmo episódio quatro anos atrás nas mesmas construções e ele também prova o ocorrido com uma filmagem que você pode conferir .

Veja abaixo as imagens desses segundos impressionantes.

 

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A vista se ilumina completamente com os três raios  (Foto: Divulgação/Craig Shimala)
Shimala já conseguiu registrar o mesmo fenômeno em 2010 (Foto: Divulgação/Craig Shimala)

Casa e Jardim

 

Ataques deixam mortos e atingem orfanato na capital do Líbano

Órfã ferida é carregada por um policial após a explosão atingir um orfanato no sul de Beirute (Foto: AFP)
Órfã ferida é carregada por um policial após a explosão atingir um orfanato no sul de Beirute (Foto: AFP)

Dois atentados atingiram nesta quarta-feira (19) a zona sul de Beirute e deixaram ao menos 6 mortos e 100 feridos nesse reduto do movimento xiita libanês Hezbollah, que luta ao lado do regime de Damasco na guerra civil da Síria. Fotos mostram que uma das explosões atingiu um orfanato da região, ferindo e assustando diversas crianças.

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Um grupo jihadista, as Brigadas Abdallah Azzam, reivindicou os ataques contra o centro cultural iraniano na capital libanesa.

“Vossos irmãos das Brigadas Abdallah Azzam (…) reivindicam o duplo atentado suicida contra o centro cultural iraniano em Beirute”, afirma um comunicado.

Os ataques aconteceram diante do centro cultural, no bairro de Bir Hasan.

Menino retirado de um orfanato chora assustado após explosão no sul do Líbano (Foto: AFP)Menino retirado de um orfanato chora assustado após explosão no sul do Líbano (Foto: AFP)

O diretor da Cruz Vermelha libanesa, Georges Kettaneh, divulgou o balanço de três mortos e 70 feridos.

Líbano, profundamente dividido pelo conflito na Síria, foi afetado nos últimos meses por uma série de atentados, muitos deles contra redutos do Hezbollah.

Este movimento enviou combatentes à Síria para apoiar as tropas do presidente Bashar al-Asad contra uma revolta majoritariamente sunita.

Crianças do orfanato ficaram feridas com uma das explosões no sul de Beirute (Foto: AFP)Crianças do orfanato ficaram feridas com uma das explosões no sul de Beirute (Foto: AFP)
Homem observa o exterior de uma das sacadas atingidas pelo impacto de um ataque a bomba em Beirute, no Líbano. As brigadas de Abdullah Azzam, ligadas à al-Qaeda, afirmou ter sido responsável pelo ataque. (Foto: Mohamed Azakir/Reuters)Homem observa o exterior de uma das sacadas atingidas pelo impacto de um ataque a bomba em Beirute, no Líbano. As brigadas de Abdullah Azzam, ligadas à al-Qaeda, afirmaram autoria do ataque (Foto: Mohamed Azakir/Reuters)
Equipes de emergência trabalham logo após explosão nesta quarta-feira (19) em Beirute, capital do Líbano (Foto: AFP)Equipes de emergência trabalham logo após explosão nesta quarta-feira (19) em Beirute, capital do Líbano (Foto: AFP)

Da AFP

Genéricos atingem participação de mercado recorde no 1º trimestre de 2012

Os medicamentos genéricos atingiram uma participação de mercado recorde no primeiro trimestre de 2012, de 25,4%, conforme dados divulgados nesta segunda-feira (7) pela Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos – Pró Genéricos.

Entre os meses de janeiro e março deste ano, foram comercializadas 152,8 milhões de unidades, uma alta de 23,5% frente aos três primeiros meses de 2011.

As vendas das indústrias de genéricos somaram R$ 2,4 bilhões no primeiro trimestre de 2012, frente o R$ 1,7 bilhão observado nos três primeiros meses de 2011, alta de 35,4%.

Todas as modalidades

Já em relação ao mercado farmacêutico total, a variação não foi tão expressiva. As vendas totais da indústria cresceram 10% no período. O conjunto da indústria registrou vendas de 598,7 milhões de unidades entre janeiro e março de 2012, contra 544,3 milhões em igual período de 2011, configurando alta de 10%.

Analisando o comportamento da indústria de medicamentos, sem considerar a participação dos genéricos, houve uma alta de 6% em unidades. Os dados mostram, portanto, a importância e o peso dos genéricos na indústria farmacêutica, segundo análise do presidente da Pró Genéricos, Odnir Finotti.

Sua expectativa indica que os genéricos continuarão crescendo no mesmo nível observado nos primeiros meses do ano.

“Esperamos alcançar 30% de participação de mercado ainda em 2012”, afirma o executivo.

Expectativa

O presidente ainda acredita que nos próximos meses o consumidor poderá adquirir genéricos de nova geração. Finotti explica que essas drogas tiveram suas patentes vencidas recentemente e, portanto, chegarão ao mercado em pouco tempo.

“São drogas mais modernas, ainda mais eficazes e por isso possuem maior valor agregado”, explica.

De acordo com a Pró Genéricos, desde que esses produtos chegaram ao mercado em 2001 a população já economizou R$ 26,7 bilhões em compras com medicamentos.

Além disso, Finotti ainda acredita que grande parte da população só passou a ter acesso a medicamentos graças ao advento do genérico.

IG