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Chuva atinge pelo menos 78 cidades da Paraíba no fim de semana, diz Aesa

Segundo informações da Aesa, choveu em mais de 78 cidades paraibanas neste fim de semana (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Segundo informações da Aesa, choveu em mais de 78 cidades paraibanas neste fim de semana (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

Pelo menos 78 cidades registraram chuvas neste fim de semana na Paraíba, segundo dados divulgados pela Agência de Gestão das Águas do Estado (Aesa). A cidade de Monteiro, no Cariri paraibano, registrou o maior índice pluviométrico, com 115 mm. Já Taperoá, também no Cariri, teve o menor índice de chuvas, com apenas 0,3 mm.

Em Monteiro, a chuva forte causou algamentos em alguns bairros da cidade. A barragem São José, um dos mananciais que abastece o município, sangrou na noite de sábado (1º) e foi um atrativo para moradores próximos do local que se banharam no sangradouro na manhã do domingo (2). Outras cidades de que tiveram bons índices pluviométricos foram Manaíra e Mãe D’ Água, no Sertão do estado, com 91,6 mm e 81,2 mm, respectivamente.

Ainda na região sertaneja, as cidades de Cacimba de Areia, com 77,7 mm, e Teixeira, com 61, 2 mm, apresentaram bons índices pluviométricos. No Litoral, a cidade de Jacaraú foi a que registrou o maior índice de chuva, com 47,1 mm. Em João Pessoa, a Aesa mediu pouco mais de 20 mm de chuva no fim de semana.

Em contrapartida, alguns municípios apresentam um índice chuvas muito baixo durante os três dias do fim de semana. Foi o caso, por exemplo, da cidade de Campina Grande, no Agreste paraibano, que registrou apenas 0,4 mm. No município de Boqueirão, onde está localizado o açude Epitácio Pessoa, que abastece 19 municípios, choveu apenas 0,7 mm.

G1

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Queda de receita já atinge pagamento do funcionalismo em nove Estados

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COELHO/FRAMEPHOTO/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO

A crise financeira que afeta os Estados levou os governos a adotar medidas que afetaram o pagamento de servidores em pelo menos nove unidades da federação. Entre as medidas estão as demissões de funcionários; atraso, escalonamento ou parcelamento nos salários; redução de vencimentos do primeiro escalão e a falta de reposição anual da inflação.

Nos casos mais graves até agora, os governos de Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul tomaram medidas drásticas e decretaram estado de calamidade pública, após cortes de gastos e atrasos em salários. Ambos alegam que estão falidos e pedem socorro federal.

No Rio, o governo havia quitado, até a sexta-feira (18), apenas o pagamento de outubro de 85% dos servidores. O salário está sendo pago em sete parcelas.  Até o dia 5 de dezembro, o Estado promete fazer outros quatro depósitos quitando os débitos, desde que não haja bloqueio das contas.
No Rio Grande do Sul, além de problemas em pagar salários, o governo diz que não há perspectiva de depositar o 13º do funcionalismo.

O governo também anunciou um pacote de medidas que preveem a privatizações, extinção de órgãos e demissão de servidores.

Os Estados da Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Espírito Santo, Tocantins, Paraná, Pará, Alagoas, Amazonas, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Acre, São Paulo e Pernambuco, além do Distrito Federal, mantiveram o calendário de pagamento, embora alguns deles enfrentem alguma dificuldade ou tenham implementado medidas de controle de gastos.

Salários divididos ou escalonados

A crise levou o governo de Minas Gerais a mudar a tabela de pagamento. O novo calendário –anunciado em outubro– criou o parcelamento dos salários de quem ganha mais de R$ 3 mil em três vezes. Em dezembro, por exemplo, os pagamentos serão feitos entre os dias 12 e 23. Já os servidores que ganham até R$ 3 mil vão receber o salário no oitavo dia útil em dezembro (dia 12). O pagamento do 13º e calendário para 2017 ainda serão definidos.

Segundo o governo, a folha custa R$ 3 bilhões ao mês, e por conta da crise, não foi possível conceder reajustes — a data-base dos servidores era 1º de outubro. “Estamos tentando de todas as maneiras superar essa fase mais difícil das finanças do Estado, afetando o mínimo possível a vida dos servidores. Essa escala é a forma que encontramos para penalizar menos quem ganha menos”, afirmou o secretário de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães.

No Rio Grande do Norte, o governo também está pagando os salários de forma fracionada, com intervalos também extensos. Os servidores da educação e dos órgãos que possuem receita própria são os únicos que recebem dentro do mês trabalhado. Até o dia 11 do mês subsequente, são pagos os demais que recebem até R$ 4 mil. Já os servidores das faixas maiores estão recebendo em datas não fixas, sempre no fim de cada mês. “A mudança na tabela de pagamento ocorre em virtude dos efeitos da crise econômica que continua atingindo fortemente as finanças do Rio Grande do Norte. A frustração acumulada de receitas até 30 de setembro chegou a R$ 367 milhões se comparada ao previsto no orçamento para 2016”, afirma o governo.

No Amapá, os servidores recebem o salário em duas parcelas desde março. Em novembro, por exemplo, 40% dos vencimentos finais dos servidores foram pagos no dia 10. O Tribunal de Justiça julgou no mesmo dia uma ação do MP (Ministério Público Estadual) e decretou ilegal a divisão dos salários e determinou pagamento integral. O governo justificou a divisão dos salários por conta das perdas de quase R$ 600 milhões em 2016 e disse que iria procurar reverter a decisão. “Os repasses do FPE [Fundo de Participação dos Estados] têm sido insuficientes para cobrir o valor da folha de pagamento estadual e honrar as dívidas”, informou.

Em Roraima também há salários pagos de forma escalonada entre os servidores e, em nos casos dos maiores vencimentos, o valor ainda é repartido. A divisão dos valores atingiu os que ganham entre R$ 1.251,00 e R$ 5.999,00 –que no mês passado receberam os salários nos dias 11 e 30. Os que ganham até R$ 1.250 receberam em uma só parcela. Já os servidores que recebem a partir de R$ 6.000 receberam apenas em novembro os salários referentes a setembro.

“O Estado sofreu perda de mais de R$ 107 milhões de FPE. Esse déficit aumenta com o repasse do duodécimo aos Poderes, cujo valor de R$ 52 milhões, é fixo e não sofre a variação de queda do FPE. Com isso, o caixa do Tesouro tem frustração acima de R$ 150 milhões, o que compromete o andamento da máquina, com pagamentos de despesas e investimentos, afetando, agora, a folha de pagamento dos servidores”, informou o Estado.

Em Sergipe, os salários –que eram pagos dentro do mês trabalhado– começaram a ter pagamento mais tardio. Este mês, por exemplo, os vencimentos dos servidores foram depositados de forma escalonada entre categorias, com conclusão no dia 11.

Em Goiás, o governo também está pagando os servidores em duas etapas: até o último dia do mês trabalhado recebem os que ganham até R$ 3,5 mil. Até o décimo dia do mês seguinte, são pagos os servidores que recebem acima desse valor.

No Mato Grosso, o governo adotou pagamento de forma escalonada desde abril. Em outubro, apenas os funcionários com remuneração líquida de até R$ 3 mil receberam no último dia do mês. Os demais, receberam no último dia 10. O percentual de servidores que demoraram a receber o salário aumentou, já que para folha de setembro o escalonamento atingiu apenas o que recebiam mais de até R$ 6 mil.

Problemas, mas sem mudar calendário

Em Alagoas, o pagamento de servidores não mudou na atual gestão, mas os salários são pagos em duas faixas: a primeira, que inclui os menores vencimentos, no último dia útil do mês; enquanto os salários acima de R$ 2.500 são pagos no dia 11. O Estado também não concedeu o reajuste anual, previsto por lei para maio, a nenhuma categoria.

No Acre também não houve atraso. Mas, em julho, o governador Tião Viana (PT) reduziu o seu salário e o dos secretários em 20%. No ano passado, o número de cargos comissionados foi cortado em 30%. Segundo Viana, o Estado perdeu mais de R$ 300 milhões em receita este ano em repasses do governo federal.

Em Rondônia, os servidores receberam o salário de outubro no dia 27, porém, em 2016, não houve reajuste. “No cenário econômico atual não vislumbra crescimento na receita e, portanto, inviabiliza qualquer medida que aumente os gastos públicos”, informou, em junho.

No Tocantins, o governo anunciou, no último dia 10, a demissão de aproximadamente 2.000 servidores, entre comissionados e contratados –o que deve dar uma economia de R$ 136,6 milhões nos próximos dois anos. No mesmo dia, um outro decreto, reduziu a jornada dos servidores de oito para seis horas até o dia 30 de abril de 2017.

Uol

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Inadimplência atinge 50% em escolas privadas na Paraíba, diz sindicato

inadiplenciaA inadimplência nas escolas privadas na Paraíba atingiu um índice histórico de 50%. A média registrada nos últimos anos era de 30%, segundo o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado da Paraíba (Sinepe-PB), Odésio Medeiros. Por conta disso, as escolas estão encaminhando os nomes dos pais devedores aos órgãos de proteção de crédito.

“Nunca chegamos a 50% de inadimplência, essa é uma marca histórica. As pessoas estão usando a crise para deixar de quitar suas obrigações mas, quando matricularam os filhos, essas despesas já estavam previstas no orçamento”, reclamou Odésio.

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São considerados inadimplentes mensalidades em aberto há pelo menos 60 dias. Segundo o sindicato, desde o início de setembro os pais inadimplentes estão sendo chamados para negociar e, só nos casos em que não houver acordo os nomes são encaminhados para o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

Segundo Odésio, a Paraíba tem 720 escolas privadas, do ensino infantil ao médio. O sindicato representa escolas de todo o estado, exceto de Campina Grande.

O secretário do Procon-JP, Helton Renê, salientou que a atitude das escolas em enviar os nomes dos devedores aos órgãos de proteção ao crédito e não renovar a matrícula é legítima e vale como defesa dos empresários. “Agora o aluno não pode sofrer qualquer tipo de constrangimento, seja pedagógico ou financeiro”, alertou.

G1

Crise financeira atinge bancada federal e paraíba pode perder r$ 2,4 bilhões em emendas

congressoA crise econômica enfrentada pelo País vai prejudicar a liberação de pelo menos 18 emendas de bancada destinadas a Paraíba este ano. A maioria é referente a obras estruturantes e fundamentais para o desenvolvimento do Estado e que somam, juntas, R$ 2.446.000.000. Até agora, faltando três meses para o final do ano, nenhuma das emendas teve os recursos liberados pelo Governo Federal.

O deputado federal e coordenador da bancada paraibana, Wilson Filho (PTB), esclareceu que o Governo tem até o final do ano para liberar os recursos, mas revelou que a crise vai impossibilitar o repasse de todas as emendas sugeridas. Ele disse que, em reunião com ministros, foi solicitado que a bancada paraibana indicasse ao menos uma das emendas para que o Governo tentasse a liberação, prejudicando as demais que devem constar novamente nos pedidos de 2016.

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Limite para escolha

De acordo com Wilson Filho, a escolha da bancada foi para liberação de recursos da emenda que trata da adequação do trecho com uma terceira faixa na BR-230 compreendido entre o KM-0 e KM-28, que liga Cabedelo ao trecho da Avenida Cruz das Armas (Oitizeiro) – em João Pessoa – proporcionando uma melhor circulação de bens e mercadorias, garantindo condições estáveis de fluxo e segurança a todos os usuários, com a finalidade de atender às demandas de cargas e ao volume de tráfego. A emenda é no valor de R$ 60 milhões.

“Entre as opções e os limites de valores havíamos escolhido a duplicação da BR-230 de Campina Grande até Cajazeiras, mas com a crise as coisas se complicaram uma vez que essa obra custaria mais de R$ 1 bilhão. Estamos cobrando insistentemente a liberação desses recursos para o nosso Estado batendo nas portas dos ministros”, afirmou o deputado.

André Gomes/Correio do Correio

Preso homem acusado de atinge encanador com golpes de gargalo de garrafa em Solânea

plantão policialA polícia militar prendeu o acusado de esfaquear o encanador Hoziel Ferreira dos Santos, de 26 anos no dia 24 de março, na comunidade da Bela Vista, em Solânea, no Brejo paraibano. Helio Paulino da Silva, 39 anos, foi encontrado na tarde dessa quarta-feira (25), em sua residencia na rua Josefa Crispim, centro da cidade, e foi encaminhado a delegacia de Policia Civil.

Conforme o acusado, ele foi agredido primeiro com um tamborete, por Hoziel Ferreira dos Santos. Ao ser atingindo, Helio Paulino da Silva, reagiu e acabou atingindo a vítima com um gargalo de garrafa pelo corpo. O encanador então correu para o hospital foi socorrido e passa bem. O motivo que teria levado vítima e acusado a iniciar a briga foi revelado pelo acusado e teria sido por causa de bebida.

O caso foi entregue por policiais da 2ª Cia da cidade de Solânea, ao delegado de policia Civil para providencias cabíveis.

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Diário do Brejo

Dia Mundial do Rim: silenciosa, doença renal crônica atinge 10% da população

rinsA doença renal crônica atinge 10% da população mundial e afeta pessoas de todas as idades e raças. A estimativa é que a enfermidade afete um em cada cinco homens e uma em cada quatro mulheres com idade entre 65 e 74 anos, sendo que metade da população com 75 anos ou mais sofre algum grau da doença. Diante desse cenário, no Dia Mundial do Rim, lembrado hoje (12), a Sociedade Brasileira de Nefrologia defende que a creatinina sérica e a pesquisa de proteína na urina façam parte dos exames médicos anuais.

O risco de doença renal crônica, de acordo com a entidade, deve ser avaliado por meio de oito perguntas: Você tem pressão alta? Você sofre de diabetes mellitus? Há pessoas com doença renal crônica na sua família? Você está acima do peso ideal? Você fuma? Você tem mais de 50 anos? Você tem problema no coração ou nos vasos das pernas (doença cardiovascular)? Se uma das respostas for sim, a orientação é procurar um médico.

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Os principais sintomas da doença renal crônica são falta de apetite, cansaço, palidez cutânea, inchaços nas pernas, aumento da pressão arterial, alteração dos hábitos urinários como urinar mais à noite e urina com sangue ou espumosa.

As recomendações das entidades médicas para reduzir o risco ou para evitar que o quadro se agrave incluem manter hábitos alimentares saudáveis, controlar o peso, praticar atividades físicas regularmente, controlar a pressão arterial, beber água, não fumar, não tomar medicamentos sem orientação médica, controlar a glicemia quando houver histórico na família e avaliar regularmente a função dos rins em casos de diabetes, hipertensão arterial, obesidade, doença cardiovascular e histórico de doença renal crônica na família.

Dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia indicam que 100 mil pessoas fazem diálise no Brasil. Atualmente, existem 750 unidades cadastradas no país, sendo 35 apenas na cidade de São Paulo. Os números mostram ainda que 70% dos pacientes que fazem diálise descobrem a doença tardiamente. A taxa de mortalidade para quem enfrenta o tratamento é 15%.

Agência Brasil

Caos na saúde pública atinge a rede privada; Unimed entra na mira dos internautas

hospital-unimed-jpOs problemas relacionados à saúde no Brasil não atinge só a rede pública, mas a privada também. Em aproximadamente um mês, o ClickPB já publicou mais de cinco matérias de internautas denunciando problemas com relação atendimento/serviço prestado no Hospital da Unimed, em João pessoa/PB.

Após a publicação de ontem de Dois vídeos do Facebook postado no último dia 6 causou a revolta de vários usuários do Plano de Saúde em toda Paraíba. Nas imagens uma paciente acabou desmaiando após aguardar por atendimento no Hospital da Unimed.  Já o outro vídeo é o depoimento de uma jovem que afirma estar aguardando o resultado de um exame há várias horas.

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Outros internautas externaram sua insatisfação com o serviço oferecido pela unidade Hospitalar através dos comentários na publicação na página oficial do portal no Facebook. Veja:

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Carreta desgovernada atinge veículo e carro quase é esmagado na BR-101, em Mamanguape

Carro ficou embaixo da carreta
Carro ficou embaixo da carreta

Uma carreta desgovernada provocou um acidente na manhã desta quarta-feira (12) na BR 101, no trecho da cidade de Mamanguape, no Litoral Norte do estado. Ela invadiu a faixa contrária da rodovia federal, bateu em um carro que vinha na frente e o veículo ficou embaixo da carreta. O caso ocorreu no sentido João Pessoa/ Natal. A pista estava molhada.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a carreta descia a ladeira e ao passar pela ponte sob o Rio Mamanguape, o motorista perdeu o controle do veículo, tombou subindo a mureta de proteção.

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Segundo informações do capitão Alberto Filho, comandante da Polícia Militar de Mamanguape, a parte frontal do veículo ficou na faixa contrária da BR 101. O motorista de um veículo de passeio que vinha na frente, não conseguiu parar a tempo e foi atingido pela carreta. O automóvel ficou embaixo da carreta. Não houve feridos.

” O motorista do carro pequeno disse que a carreta vinha desgovernada e entrou em pânico. Ele não poderia fazer nada. Por pouco não teve uma tragédia grande”, disse o capitão da PM.

Durante entrevista à equipe de reportagem da Rádio Correio do Vale de Mamanguape, os patrulheiros rodoviários disseram que no local do acidente há um desvínel na pista, o que facilita a formação de lâminas de água no período chuvoso. Vários acidentes já foram registrados no trecho.

Ainda de acordo com a PRF, documentos já foram enviados para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) relatando o problema, mas até o momento a solicitação não foi atendida. A reportagem do Portal Correio tentou contato com o órgão, porém ninguém atendeu aos telefonemas para falar sobre a reivindicação da PRF.

Carreta tombada na BR 101Foto: Carreta tombada na BR 101
Créditos: Reprodução/ Felipe França

 

 

portal correio

ProUni atinge recorde ao ultrapassar 1,2 mi de inscrições

prouniA primeira edição de 2014 do Programa Universidade para Todos (ProUni), do Ministério da Educação (MEC), registrou 1.259.285 inscritos para concorrer a bolsas de estudos em instituições particulares de ensino superior. De acordo com o ministério, o número é o maior desde a criação do programa, em 2004. O recorde anterior havia acontecido em 2012, com 1.208.398 inscritos. Em 2013, o programa registrou 1.032.873 candidatos interessados.

O número de inscrições, superior ao de candidatos pelo fato de cada um poder fazer até duas opções de instituição e curso, chegou a 2.424.354. O balanço final foi divulgado hoje (18) pelo MEC. Na segunda-feira (20), o órgão disponibilizará o resultado da primeira chamada. No dia 3 de fevereiro, quem não foi contemplado terá nova chance de acesso às bolsas, em uma segunda chamada. Ambas serão publicadas no site do programa.

Candidatos que não forem contemplados em nenhuma das duas chamadas poderão ficar em uma lista de espera. Este ano, no entanto, houve mudança no procedimento para manter o nome na lista. Agora, o estudante que quiser ser incluído terá de manifestar interesse pela internet e, em seguida, nas datas previstas em edital, levar a documentação à instituição de ensino na qual pretende estudar. Para o primeiro semestre de 2014, o ProUni oferece 191,6 mil bolsas, sendo 131.636 integrais e 59.989 parciais, em 25,9 mil cursos. Segundo o Ministério da Educação, a oferta cresceu 18% em relação ao primeiro semestre do ano passado.

Para concorrer à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda familiar por pessoa de até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais, a renda familiar deve ser de até três salários mínimos por pessoa. Professores da rede pública da educação básica estão dispensados da comprovação de renda, mas concorrem exclusivamente a bolsas para cursos de licenciatura. Eles também devem estar no exercício efetivo da função e fazer parte do quadro permanente das escolas.

Além disso, os concorrentes a bolsas parciais têm acesso ainda aos benefícios do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O candidato pode custear os outros 50% da mensalidade, sem a necessidade de apresentação de fiador. Para isso, é necessário que a instituição para a qual foi selecionado tenha firmado termo de adesão ao Fies e ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc).

Agência Brasil

Dado alarmante: obesidade mórbida atinge 76 mil na Paraíba

O Brasil é o vice-campeão mundial na realização de cirurgias bariátricas, registrando um aumento de 350% entre 2003 – quando foram feitas 16 mil operações – e 2011, com 72 mil. O País perde apenas para os Estados Unidos, que realizam cerca de 300 mil intervenções, anualmente. Na Paraíba, a estimativa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) é de que 2% da população – 76 mil pessoas – tenham obesidade mórbida.

Com sobrepeso, seriam 40%, percentual que representa mais de 1,5 milhão de paraibanos. Em João Pessoa, conforme dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2011), 49,8% da população com idade a partir de 18 anos estão com excesso de peso, e 14,2% são obesos. No Brasil, estima-se que existam 6 milhões de pessoas com obesidade mórbida.

Três fatores são apontados pela SBCBM como responsáveis pelo aumento no número de cirurgias. Em primeiro lugar, o crescimento no índice de obesos mórbidos. Há uma relação direta entre o aumento do número de obesos e de cirurgias, embora o quantitativo não cresça na mesma proporção; depois, a evolução das técnicas nos últimos anos – hoje, em muitos casos, a cirurgia é feita através da videolaparoscopia, ou seja, não é preciso abrir o paciente; por último, desde o início do ano os planos de saúde são obrigados a cobrir o procedimento, o que melhorou o acesso da população.

“O Brasil tem um alto índice de pacientes com sobrepeso e obesidade mórbida; o governo federal deu apoio para a realização da cirurgia pelo Sistema Único de Saúde (SUS); os médicos estão mais capacitados. Tudo isso também contribui para o aumento no número de cirurgias”, destacou o cirurgião do aparelho digestivo Marcelo Gonçalves, coordenador do Serviço de Cirurgia Bariátrica do Hospital Santa Isabel e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM).

Para ele, a obesidade é preocupante, porque acarreta vários problemas de saúde no paciente como diabetes, infarto, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e até câncer. “Não são todas as pessoas acima do peso que poderão fazer a cirurgia. Esta necessidade passa por uma equipe de especialistas como fisioterapeuta, nutricionista, psicólogo, cirurgião, clínico. Além disso, cada caso tem que ser avaliado individualmente”, ressaltou.

Perder peso é difícil, dizem obesos

A vendedora de frutas Rosilene Belarmino, 29 anos, não sabe o que fazer para perder peso. Com 1,55m de altura e pesando 110 kg, ela disse que já desenvolveu problemas cardíacos, mas não consegue perder peso. “Nunca tentei dieta, nem exercícios e também não procurei um médico por falta de tempo. A única coisa que faço é diminuir a quantidade de comida, mas gosto muito de massa e acho que esse é o principal problema”, relatou.

Situação semelhante é a do comerciante Gilliard de Freitas, 29, que mede 1,60m e pesa 102 kg. Ele também trabalha o dia todo e é adepto dos lanches mais calóricos, como coxinha e pastel. “Nunca fui ao médico, nem faço regime, mas sei que preciso emagrecer para o meu próprio bem”, admitiu.

A situação de Rosilene e Gilliard é preocupante. Conforme um cálculo simples do Índice de Massa Corporal (IMC), que divide o peso pela altura ao quadrado, o IMC dela é 45. O número significa obesidade mórbida. É o mais alto grau. O peso ideal da jovem deveria estar entre 44 kg e 60 kg. No caso de Gilliard, que tem obesidade severa, o peso em conformidade com a altura deveria variar entre 47 kg e 64 kg.

Dietas sem orientação afetam a saúde

O Conselho Federal de Medicina diz que pessoas com IMC acima de 40 podem se submeter a uma cirurgia bariátrica. Aquelas que têm índice abaixo disso, também podem entrar nessa fila, caso apresentam co-morbidade, ou seja, doenças como diabetes e hipertensão. “Quando a vida corre risco, a cirurgia pode salvar vidas. E se não acontecer, a expectativa de vida vai diminuindo”, ressaltou o endocrinologista João Modesto.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia, a intervenção também implica em riscos. O paciente precisa ter condições psíquicas de enfrentá-la. Para isso, tem que ser bem avaliado por uma equipe composta por endocrinologista, nutricionista, psicólogo, educador físico num trabalho conjunto.

O especialista alerta que dietas simples, sem acompanhamento, não são balanceadas e podem causar carência de vitaminas e aminoácidos essenciais. O sistema imunológico fica incapaz de reagir, o organismo fica fragilizado, a taxa de ferro cai e a pessoa pode desenvolver um quadro de anemia.

Quem quer perder peso não precisa recorrer às dietas milagrosas que fazem emagrecer rapidamente, mas podem afetar a saúde. Uma dieta saudável deve começar pela reeducação alimentar. Para isso, deve-se modificar os hábitos alimentares, evitando alimentos calóricos, gordurosos, ricos em carboidratos, refinados, doces e derivados, como aconselha a nutricionista Heloísa Helena Espínola.

Mitos e verdades

Em um ano de pós-operatório, o paciente normalmente engorda.

Mito.

Na maioria dos casos, o ganho de peso ocorre quando o paciente não assume hábitos saudáveis, como a adoção de dieta menos calórica e mais nutritiva e a prática de exercícios físicos regulares.

Perde-se mais peso nos primeiros seis meses.

Verdade.

A perda mais significativa de peso ocorre nos primeiros seis meses. Daí a importância de o paciente seguir com disciplina as recomendações médicas nessa primeira etapa do pós-operatório.

Quem faz a cirurgia bariátrica fica propenso a alcoolismo, uso de drogas ou comportamento compulsivo para compras.

Mito.

Não existe nenhuma evidência científica de que, no pós-operatório, o paciente comece a ter tendência ao alcoolismo ou ao uso de drogas. Quanto à compulsão por compras, pode-se evitar um comportamento desse tipo por meio de acompanhamento psicológico. A evolução histórica das cirurgias mostra que o paciente, ao perder peso, resgata a autoestima e por isso passa a ter prazer em adquirir roupas e outros produtos de uso pessoal.

A mulher pode engravidar no pós-operatório.

Verdade.

A paciente é liberada para engravidar sem riscos após 15 meses de pós-operatório. Durante esse período, recomenda-se a anticoncepção. No entanto, os anticoncepcionais orais (pílulas) devem ser evitados.

Sempre é possível fazer a cirurgia videolaparoscópica.

Verdade.

Somente em situações especiais não é possível realizar esse tipo de cirurgia. É o caso, por exemplo, de pessoas submetidas a cirurgias abdominais prévias.

A depressão é uma consequência comum para quem faz a cirurgia.

Mito.

Não existe uma tendência. Se o paciente ficar deprimido, isso pode ocorrer devido a fatores desconhecidos, que devem ser investigados por psicólogo ou psiquiatra.

Há tendência à anemia no pós-operatório.

Verdade.

De fato isso ocorre. Entre os pacientes, as mulheres têm maior tendência à anemia, por causa da menstruação, perda de ferro e pouca presença de carne vermelha na dieta. Essa situação pode ser minimizada com a ingestão de alimentos ricos em ferro, ou, se necessário, com a utilização de suplementos vitamínicos.

Depois da operação, é comum a intolerância a leite.

Mito.

Normalmente não há reações adversas ao consumo de leite e derivados. Esses alimentos são, inclusive, recomendados, sobretudo para as mulheres, como fontes de cálcio.

O apoio da família e à família é indispensável.

Verdade.

Deve-se prestar toda a assistência e orientação à família do paciente, oferecendo o máximo de informações solicitadas e, quando necessário, também consulta psicológica. Os novos hábitos a serem adotados pelo paciente devem ser compartilhados e estimulados por todos que convivem com ele.

A cirurgia causa problemas renais.

Mito.

Não foi observada tendência a problemas renais.

O paciente sente muitas dores no primeiro mês do pós-operatório.

Mito.

Normalmente, as dores se manifestam somente no primeiro dia do pós-operatório. Isso acontece porque o abdômen precisa ser inflado com gás carbônico na cirurgia por videolaparoscopia, para possibilitar a melhor manipulação dos órgãos internos.

O paciente que sofre de gastrite pode ser operado.

Verdade.

Não há restrição cirúrgica para paciente com gastrite.

Depois da cirurgia bariátrica, o paciente deve fazer cirurgia plástica corretiva.

Mito.

Nem sempre é necessário fazer cirurgia plástica após o procedimento bariátrico. Cada caso deve ser avaliado criteriosamente pela equipe multidisciplinar responsável pelo tratamento.

Durante a videolaparoscopia, há situações em que é preciso converter a cirurgia em procedimento aberto.

Verdade.

Algumas situações exigem que o cirurgião converta a videolaparoscopia em procedimento aberto. Essa decisão é baseada em critérios de segurança e só pode ser tomada durante o ato operatório.

Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM).

Por Lucilene Meireles do Jornal Correio da Paraíba