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Patrulha Maria da Penha registra mais de 1,2 mil atendimentos nos 100 primeiros dias, na Paraíba

Nos primeiros 100 dias dias de atuação, a Patrulha Maria da Penha, na Paraíba, registrou mais de 1.200 atendimentos, além de conceder 84 medidas protetivas à mulheres, de acordo com o balanço apresentado ao Tribunal de Justiça. O instrumento foi instalado para combater a violência contra a mulher, garantindo maior monitoramento por parte da Polícia Militar e Civil, às vítimas que solicitarem ou já estiverem sob medida protetiva.

De acordo com o presidente do TJPB, desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, “os dados são promissores e mostram que passamos a uma importante prática, com o aumento da proteção à mulher, dos flagrantes, das medidas protetivas concedidas e das comunicações estabelecidas”, disse durante a reunião de balanço.

Além disso, durante a reunião foram discutidas as dificuldades encontradas nesses primeiros meses, “que serão analisadas com a Corregedoria, a fim de aperfeiçoarmos o programa e termos um Judiciário mais proativo na política de proteção à mulher”, acrescentou o presidente. A Patrulha atende 27 municípios da Paraíba, com previsão de ser estendida, posteriormente, a todo o estado.

Segundo a coordenadora da Mulher em Situação de Violência do TJPB, juíza Graziela Queiroga Gadelha, a inclusão das medidas protetivas no processo judicial eletrônico (PJE) tem ajudado a polícia nos atendimentos da Patrulha Maria da Penha, facilitando o acompanhamento feito às mulheres assistidas.

“Estamos buscando avanços no Manual de Rotinas, com a possibilidade de oficiais de justiça ficarem designados para as unidades especializadas da Mulher. Também estamos discutindo questões relacionadas aos prazos para cumprimento dessas medidas e realização de capacitações”, acrescentou a juíza sobre o que pode ser aperfeiçoado no programa.

Patrulha Maria da Penha

As ações do programa são desenvolvidas, em conjunto, pela Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJPB, Secretaria de Segurança e Defesa Social (Sesds), por meio da Polícia Militar, Polícia Civil, Coordenação das Delegacias Especializadas de Mulheres e Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana.

Além de monitorar a segurança das mulheres, a Patrulha Maria da Penha realiza a triagem, o atendimento inicial, visitas periódicas e rotas de monitoramento, dentro de um perímetro arbitrado pela Justiça.

G1

 

Acidentes com motos lideram atendimentos no Trauma de CG

O Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, que integra a rede hospitalar do Governo do Estado, realizou 648 atendimentos durante o feriado do aniversário dos 155 anos de Campina Grande e de Nossa Senhora Aparecida. O balanço tem como base as entradas realizadas a partir da zero hora da sexta-feira (11) até as primeiras horas desta segunda-feira (14). Nesses dias, foram realizadas 73 cirurgias de urgência e emergência.

Os casos envolvendo acidentes de moto lideraram as entradas nos plantões durante o período. No total, 110 pacientes foram atendidos devido a acidentes com motocicleta. Também houve atendimentos a vítimas de arma branca (dois), de projéteis de arma de fogo (três), queimaduras (cinco), atropelamentos (nove), acidentes com bicicleta (dois) e acidentes de carro (sete), entre outros.  Os demais atendimentos foram na clinica médica e na pediatria.

Em 2018, o Trauma-CG prestou, no período da quinta-feira (11) a segunda-feira (15), 915 atendimentos e fez 42 cirurgias de urgência e emergência.

O Hospital disponibiliza 298 leitos, 340 médicos, sendo 64 em regime de plantão presencial 24 horas.  O equipamento dispõe de seis salas no bloco cirúrgico.

O Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes de Campina Grande é referência em trauma para 203 municípios da Paraíba, além de alguns municípios do Rio Grande do Norte, Pernambuco e Ceará.

PB Agora

 

 

Com coletas na zona rural e automação de equipamentos, Laboratório Municipal tem crescimento em mais de 70% nos atendimentos em Bananeiras

Nos últimos anos, o número de atendimentos de exames laboratoriais alcançaram um crescimento significativo proporcionando benefícios e comodidade aos usuários do Sistema único de saúde em Bananeiras.

Com a implementação do Projeto Laboratório sobre rodas  em 2018, os atendimentos saíram de 17169 em 2016 para 29450 só em 2018. Um aumento de 71,53 % nesse período.

Em 2019 os número tendem a crescer ainda mais, já que entre os meses de Janeiro a Abril já foram realizados 8621 atendimentos. Em um ano de implantação do Projeto e com a automação de todo o laboratório a população só tende a ganhar com a agilidade no processo de coleta e nos resultados dos exames que agora podem ser online através do site do governo municipal.

Para Douglas Lucena poder proporcionar esses avanços na saúde em Bananeiras mostra o empenho da gestão em driblar a crise e sempre procurar apoio através de emendas e suporte em instituições que possam contribuir nas melhorias para a população.

 

Ascom-PMB

 

 

Duas cidades da PB ficam sem atendimentos do Samu

A cidade do Conde, que fica na Região Metropolitana de João Pessoa, está temporariamente sem o atendimento do Serviço Móvel de Urgência (Samu), desde essa segunda-feira (5), quando a unidade que atende a cidade apresentou defeito. Outro município que enfrenta problemas com o serviço é Riacho de Santo Antônio, no Cariri.

De acordo com a assessoria da Prefeitura do Conde, a unidade do Samu que atende a cidade é uma responsabilidade da Prefeitura de João Pessoa, sendo dever da gestão do Conde apenas o pagamento dos funcionários e alojamento da unidade.

Na última segunda-feira (5), a unidade apresentou um problema técnico e precisou ser deslocada para João Pessoa, porém, até esta quarta-feira (7) o problema não havia sido solucionado e os moradores seguem sem alternativas par atendimento de urgência.

Ainda segundo a assessoria da Prefeitura do Conde, a Secretaria de Saúde do Município conta com uma ambulância que pode ser utilizada em caso de atendimentos de urgência. A reportagem do Portal Correio tentou entrar em contato com a Coordenação do Samu de João Pessoa, mas não houve resposta.

Cidade no Cariri também sofre

A situação na cidade de Riacho de Santo Antônio, que fica no Cariri paraibano, também não é nada confortável. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência está suspenso há quase três anos. Porém, de acordo com a Secretaria de Saúde do Município, uma outra ambulância é utilizada para atender os atendimentos de urgência.

Apesar disso, o caso foi denunciado ao Ministério Público Estadual que recomendou a Prefeitura que os serviços sejam regularizados junto ao Samu Regional.

 

Luís Eduardo Andrade

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Excesso de álcool lidera atendimentos do Samu durante Folia de Rua e Carnaval Tradição

samuExcesso de álcool liderou os atendimentos realizados pelo Serviço de Atendimento Móvel (Samu) durante o Folia de Rua e o Carnaval Tradição com 19 casos. Ao todo, o serviço contabilizou 63 atendimentos, sendo 57% em homens e 43% em mulheres. Mal-estar e ferimento corte contuso completam as lista de ocorrências mais registradas, com sete e cinco chamados, respectivamente.

“Nas Muriçocas e Virgens desse ano, colocamos ambulâncias espalhadas pelo corredor do Via Folia, além de uma Unidade de Suporte Básico de Vida (USB) no Posto 99, uma Unidade de Suporte Avançado de Vida (USA) e UBS no Pão de Açúcar e uma USA no cruzamento da Avenida Epitácio Pessoa com a Miguel Sátiro”, explicou a coordenadora geral do Samu, Érika Rivenna.

O esquema contribuiu para desafogar as Unidades de Pronto Atendimento (Upas), que receberiam boa parte dos casos, explicou Érika Rivenna. “Desse total, 60 atendimentos foram realizados e liberados no local, o que é muito bom. No geral, o balanço foi positivo, já que não registramos casos de ferimento por arma de fogo e armas brancas”, concluiu.

Número de atendimentos por evento:

Bloco dos Atletas e Banho de Cheiro – 1 atendimento

Bloco Virgens de Tambaú – 31 atendimentos

Bloco Muriçocas do Miramar – 28 atendimentos

Desfiles do Carnaval Tradição – 3 atendimentos

Secom-JP

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Corpo de Bombeiros realiza 2,8 mil atendimentos neste domingo durante Operação Carnaval na PB

BombeirosO Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba (CBMPB) realizou, neste domingo (26), 2.838 atendimentos de emergência ou prevenção, dentro da Operação Carnaval 2017.  Entre a ações dois socorros de pessoas que se afogaram, mas se nenhuma gravidade.

A Operação Carnaval teve início sábado (25) e segue até a quarta-feira de cinzas (1º), empregando mais de 500 militares extras, por dia, em todo o Estado. Desde o início da ação, que tem o objetivo de promover um feriadão seguro, já foram realizadas 4026 intervenções pelos bombeiros.

Confira os números 

Ocorrências gerais

19 atendimentos pré-hospitalares;
02 combates a incêndio;
03 ações de salvamento;
04 acidentes Automobilísticos;
19 outros não classificados.

Área de Salvamento Aquático

02 afogamentos sem Óbito;
17 criança Perdida/Guarda de Criança;
09 resgates Aquáticos (vítima é salva antes que venha a se afogar);
07 primeiros Socorros;
40 outros não categorizados.

Prevenção:

731 informações;
625 advertências;
1165 distribuição de pulseiras de identificação;
182 distribuição de Leques com Dicas Preventivas;
06 vistorias e Fiscalizações;
07 outros;

MaisPB

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Diretor do Hospital de Serraria confirma atendimentos apenas para casos de urgência e emergência

diretorO diretor do Hospital Distrital Ovídio Duarte, da cidade de Serraria, no Brejo paraibano, Antonio Eduardo, informou que somente pacientes em casos de Urgência e Emergência serão atendidos naquela unidade de saúde.

Ele disse que as consultas devem ser feitas na unidade do PSF (Programa da Saúde da Família) do município, que de acordo com o Ministério da Saúde é obrigatório a funcionar de segunda à sexta-feira, pela manhã e tarde. Os médicos devem cumprir uma carga horária de oito horas diárias, sendo 40 horas semanais.

Antonio Eduardo revelou ainda, que após conversar com a secretária de saúde do estado, Roberta Abath, decidiu que o atendimento aos sábados, domingos e feriados seja normal. Portanto o atendimento ambulatorial, incluído as consultas pode ser realizado durante esses dias.

Urgência e emergência são dois termos usados na área da Medicina, e muitas pessoas os confundem. Urgência é quando há uma situação que não pode ser adiada, que deve ser resolvida rapidamente, pois se houver demora, corre-se o risco até mesmo de morte, e emergência é quando há uma situação crítica, com ocorrência de perigo.

Veja alguns exemplos:

-Dor no peito ou na parte superior do abdômen

-Alterações na visão

-Fraquezas e desmaios repentinos

-Dificuldade para falar

-Tossir ou vomitar sangue

-Dores repentinas e severas

-Confusão ou mudança no estado mental, comportamento não usual

-Pressão alta

-Febre

 

Balbino Silva

MÍDIA PARAÍBA

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Hospital de Trauma de Campina Grande supera 8 mil atendimentos em agosto

HOSPITAL-DE-TRAUMA-CAMPINA-GRANDEO Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, que integra a rede hospitalar do Governo do Estado, prestou no mês de agosto 8.404 atendimentos no setor de emergência e realizou 728 cirurgias.

Nos primeiros oito meses de 2016 foram feitos 63.630 atendimentos e realizadas 5.786 cirurgias. Em 2015, no mesmo período foram prestados 61.636 atendimentos e realizadas 5.995 cirurgias.

Desse total, foram registrados 895 atendimentos a vítimas em acidentes de motos. Também houve atendimentos a vítimas de arma branca (54), de projéteis de arma de fogo (45), queimaduras (62), atropelamentos (58), acidentes com bicicleta (66) e acidentes de carro (80), entre outros.  Os demais atendimentos foram na clinica médica e na pediatria.

Em agosto de 2015, foram realizadas 756 cirurgias e atendidas 7.556 pessoas sendo registrados 924 atendimentos a vítimas em acidentes de motos. Também houve atendimentos a vítimas de arma branca (36), de projéteis de arma de fogo (69), queimaduras (73), atropelamentos (57), acidentes com bicicleta (68) e acidentes de carro (84).

O Trauma-CG disponibiliza 292 leitos, 340 médicos, sendo 64 em regime de plantão presencial 24 horas.  O hospital dispõe de seis salas no bloco cirúrgico.

O Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes de Campina Grande é referência em trauma para 203 municípios da Paraíba, além de alguns municípios do Rio Grande do Norte, Pernambuco e Ceará. Cerca de 250 pacientes são atendidos diariamente.

Secom-PB

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Servidores da justiça paralisam atividades e atendimentos são suspensos na Paraíba

TJPBOs servidores do Poder Judiciário da Paraíba paralisarão suas atividades entre os dias 20 e 22, em todo o estado. Eles cumprem determinação da assembleia geral da categoria realizada no início deste mês.

Na Capital, haverá ato público em frente ao Tribunal de Justiça no primeiro dia da paralisação (20), a partir das 14h. Em Campina Grande, também está programada para o mesmo horário, a realização de outra manifestação, em frente ao Fórum Afonso Campos.

A paralisação de advertência é contra a falta de atenção da presidência do Tribunal de Justiça, desembargador Marcos Cavalcanti, para as reivindicações salariais dos servidores do quadro e os privilégios dados a cargos comissionados do tribunal. Se não houver avanços nas negociações, entre servidores e presidência do TJ, as categorias realizarão assembleia no final do mês para decidir por greve geral.

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Com a paralisação, deixarão de ocorrer às audiências agendadas para essas datas, o atendimento ao público, o cumprimento das determinações judiciais, expedições e cumprimentos de mandados judiciais e vários outros serviços, cartorários e os prestados pelos oficias de justiça em toda a Paraíba.

 

 

portalcorreio

Greve do INSS faz 49 dias e usuários têm dificuldades com atendimentos na PB

inss-greveEm greve há 49 dias, até este sábado (29), os servidores federais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) não devem aceitar a contraproposta apresentada pelo governo federal de 21,3%, dividido em quatro anos. Na Paraíba, todas as 38 agências do INSS estão com os serviços comprometidos e a população vem sofrendo com a falta de atendimento, além da apreensão de ter algum benefício cortado.

Motorista de caminhão há 25 anos, Antônio Ferreira dos Santos, de 61 anos de idade, vem tendo problemas para conseguir atendimento em agências do INSS em João Pessoa.

Segundo Antônio, um atestado médico o proibiu de trabalhar por pelo menos 90 dias, por conta de um problema na coluna, mas o auxílio-doença do INSS foi cortado em junho e ele não consegue atendimento para reaver o direito.

“Estou com o problema na coluna desde março, quando recebi um atestado de 90 dias, e preciso passar por cirurgia para voltar a trabalhar. Consegui um benefício no INSS, mas foi cortado em junho. Voltei ao médico e ele me deu um novo atestado de 90 dias. Em julho, retornei ao INSS para tentar reaver o benefício, mas as agências já estavam em greve”, contou Antônio Ferreira.

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Foi no retorno ao INSS, durante a greve, que Antônio iniciou a peregrinação por duas agências na Capital. Nelas, Antônio relatou que teve atendimento após longa espera, mas que não conseguiu resolver o problema.

“Já fui quatro vezes, mas não resolvem meu caso. Não temos uma informação completa, não nos informam o que devo fazer ou para onde devo ir para conseguir resolver o problema e fico em um jogo de sinuca. Uma hora me colocam para uma agência, quando chego lá sou enviado de volta à agência anterior. O tempo vai passando e é uma situação difícil. Não posso trabalhar e o médico diz que só me autoriza a voltar depois que passar pela cirurgia”, concluiu Antônio.

Sindicato culpa governo pela demora da greve

De acordo com o coordenador do comando de greve do INSS na Paraíba e membro do Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde e Previdência (Sindsprev), Elzevir Cavalcante, o percentual de servidores em greve é de 70% em todo o estado e algumas agências estão com as atividades totalmente paralisadas.

Sobre as negociações com o governo, o coordenador do comando de greve disse que a diferença entre o que a categoria pede e o que o governo federal vem sinalizando como proposta deve manter a paralisação por tempo indeterminado.

“Nós pedimos um aumento salarial de 27% e o governo apresentou, na quarta-feira (26), uma contraproposta de 21,3% dividido em quatro anos, com cerca de 5% de aumento em 2016. Vamos realizar uma assembleia na terça-feira (1º) para dar nosso posicionamento quanto sindicato estadual e enviar nossa decisão para o comando nacional de greve, mas adianto que, em uma análise prévia da categoria, o aumento é considerado inferior ao que pedimos e não deve ser aceito no âmbito estadual”, afirmou Elzevir Cavancalti.

Assim como os sindicatos da educação federal na Paraíba, o Sindsprev foi atingido por uma portaria do Ministério do Planejamento que descredenciou 198 sindicatos e instituições proibindo a realização de descontos sindicais nos contracheques (consignação) dos servidores.

“Fomos surpreendidos e pegos de surpresa, assim como os sindicatos da educação federal na Paraíba. Já havíamos enviado toda a documentação correta para o recadastramento e fomos descredenciados, ficando impossibilitados de fazer a consignação e sem recursos para a greve. Acreditamos que é uma manobra do governo para forçar os sindicatos a acabar com a greve. Entramos com um mandado de segurança para reaver os recursos, mas ainda não tivemos a resposta. A greve continua, pelo menos, até a terça-feira”, concluiu Elzevir Cavalcante.

 

 

portalcorreio