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Meningite assusta pais de crianças pequenas e pode ser confundida com gripe

mae-e-filhaSão muitos os quadros de meningite, já que essa é uma doença que pode ser causada por diferentes agentes –dentre os quais, vírus e bactérias–, que apresentam variados sintomas e níveis de gravidade. Buscar informações sobre o mal é importante para não negligenciar um quadro bacteriano nem se desesperar diante de uma meningite viral, que geralmente é a sua forma mais branda.

O Brasil é um dos países que considera meningite uma doença endêmica –casos são esperados durante todo o ano–, porém quadros virais são mais comuns no verão e bacterianos, no inverno, podendo ocorrer surtos.

Confira nove perguntas e respostas sobre a doença.

1 – O que é meningite?

É um termo amplo usado para fazer referência à inflamação das meninges (as três membranas que envolvem e protegem o encéfalo, no cérebro, e a medula espinhal) e outras partes do sistema nervoso central. Essa inflamação pode surgir a partir de uma ampla variedade de doenças infecciosas ou não. Quando tem origem infecciosa, a inflamação acomete o corpo quando um microrganismo –como uma bactéria ou um vírus– ataca as meninges.

2 – Quais os tipos da doença?

A meningite pode ser viral, mais comum em crianças. Ela pode ser causada por alguns vírus principais: enterovírus, arbovírus, vírus do sarampo e da caxumba, adenovírus e vírus herpes simples. Também existem as meningites bacterianas, cujos agentes mais comuns são as bactérias meningococos, pneumococos e hemófilos, transmitidas pelas vias respiratórias ou associadas a quadros infecciosos de ouvido, por exemplo.

Há também casos mais raros de meningites provocadas por fungos ou pelo bacilo de Koch, o mesmo que causa a tuberculose.

3 – Que exame é feito para confirmar o diagnóstico de meningite?

É necessário fazer a coleta de líquido cefaloraquidiano (líquor), retirado preferencialmente por meio de punção na região lombar da coluna, e de sangue, para identificar com precisão o que está causando os problemas apresentados pelo doente.

4 – É preciso isolar o doente do convívio com as demais pessoas da casa?

Sim, pois o contágio pode ocorrer quando o doente tosse, espirra, beija ou toca com as mãos sujas outras pessoas e usa objetos que serão manipulados por quem está ao redor. Por isso, as crianças não devem ir à escola, e a direção precisa ser notificada imediatamente após o diagnóstico médico ser confirmado, para que notifique os órgãos de saúde públicos competentes sobre o caso. Isso serve para as autoridades avaliarem se é necessária a realização da quimioprofilaxia (espécie de dedetização com substâncias para evitar a propagação da doença) no colégio. A notificação é obrigatória para todo e qualquer caso de meningite.

5 – Existem maneiras de prevenção?

Sim. Caprichar na higiene pessoal e manter a carteira de vacinação em dia são dois dos cuidados mais importantes. Outros: não secar as mãos em toalhas úmidas –dando preferência sempre que possível às descartáveis–, higienizar muito bem legumes, frutas e verduras antes do consumo e manter utensílios de uso individual para cada pessoa da casa (como toalhas de rosto e de banho), principalmente no caso de crianças.

6 – Todos os tipos de meningite são gravíssimos?

Não. As pessoas normalmente se recuperam de uma meningite viral dentro de uma a duas semanas, sem problemas a longo prazo. Claro que isso depende muito da saúde do paciente (pessoas com sistema imunológico comprometido inspiram mais cuidados). A exceção são bebês com menos de três meses, especialmente nos casos causados pelos vírus herpes simples –esse cenário é grave.

Já a meningite causada por bactérias é agressiva e considerada emergência médica, pede ação rápida, pois pode levar o doente à morte em horas.

7 – Como são tratados os quadros de meningite? Todos necessitam de internação?

No caso da meningite viral, uma vez que os médicos tenham certeza do diagnóstico, em geral, a internação acontece por cautela, para acompanhamento médico mais próximo, hidratação e maior conforto do doente. É comum serem prescritos antitérmicos e analgésicos, que aliviam os sintomas, tal como é praxe no tratamento de outros males provocados por vírus. Para quadros bacterianos, a internação é fundamental, dado à gravidade do caso e porque é necessário ministrar antibióticos diretamente na veia do paciente.

8 – Quais os sintomas típicos da doença?

Nas meningites causadas por vírus, pode parecer que a pessoa está com gripe, em função dos sintomas mais leves. O doente apresenta febre, dor de cabeça, rigidez da nuca, falta de apetite e irritação.

Já quando a meningite é causada por bactérias, o caso é mais grave e o quadro do doente, mais delicado. Rapidamente, ele apresenta febre alta, mal-estar, vomita, tem dores fortes de cabeça e no pescoço e sente dificuldade para encostar o queixo no peito. Manchas roxas podem aparecer espalhadas pelo corpo, e a pessoa ter o nível de consciência alterado, um sinal de que a infecção está se espalhando pelo sangue. Em bebês, um sinal da doença é a elevação da moleira.

9 – Existe vacina para a meningite?

Sim, mas apenas para a forma bacteriana da doença. São elas:

Vacina Meningocócica C Conjugada

Disponível no sistema público de saúde, onde é aplicada em crianças de dois meses a menores de cinco anos.

São três doses: uma aos três meses, uma aos cinco e uma aos 12 meses (podendo ser aplicada até os quatro anos).

Além dessas doses, a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) recomenda um reforço entre cinco e seis anos e outro aos 11 anos. Quem segue a recomendação tem de fazê-la em clínicas particulares, arcando com os custos.

A partir de 2017, crianças e adolescentes de nove a 13 anos também vão receber uma dose da vacina meningocócica C na rede pública de saúde.

Vacina Meningocócica Conjugada Quadrivalente (ACWY)

Disponível somente na rede privada de saúde. A dose custa R$ 367 (o preço pode variar dependendo da clínica escolhida).

A primeira dose deve ser dada aos três meses de idade, com mais duas doses no primeiro ano de vida. A criança deve receber uma dose de reforço com um ano, uma com cinco anos e a última com 11.

Para adolescentes que nunca foram imunizados, são recomendadas duas doses, com intervalo de cinco anos entre elas.

Vacina Meningocócica B

Disponível somente na rede privada de saúde. A dose custa R$ 680 (o preço pode variar dependendo da clínica escolhida).

A SBP recomenda o uso rotineiro de quatro doses dessa vacina, uma aos três meses, uma aos cinco, uma aos sete e a última dose entre 12 e 15 meses.

No caso de crianças maiores e adolescentes não vacinados na infância, o ideal é que a vacina seja dada em duas doses, com intervalo de um ou dois meses entre elas.

Vacina Haemophilus Influenzae Tipo B

Disponível na rede pública de saúde, integra a vacina pentavalente.

Em clínicas particulares, faz parte das vacinas pentavalente e hexavalente e também pode ser encontrada em sua forma isolada.

É recomendada em três doses, aos dois, quatro e seis meses de idade. A SBP recomenda uma quarta dose entre 12 e 18 meses.

Crianças com mais de cinco anos e adolescentes não vacinados devem tomar duas doses, com intervalo de dois meses entre elas.

Consultoria: Marco Aurélio Sáfadi, presidente do Departamento Científico de Infectologia da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), Glaucia Varkulja, infectologista do Hospital Santa Catarina, em São Paulo, e Victor Nudelman, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein, também na capital paulista.

Uol

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Princípio de incêndio atinge agência da Caixa e assusta moradores em cidade da Paraíba

Reprodução/Instagram/Mofioficial_
Reprodução/Instagram/Mofioficial_

Um princípio de incêndio registrado neste domingo (16) em uma agência da Caixa Econômica assustou moradores do município de Sapé, na Zona da Mata paraibana, a 65 km de João Pessoa.

De acordo com a Companhia da Polícia Militar em Sapé, o fogo começou após um curto-circuito em um fusível da caixa de energia da agência.

Ainda segundo a PM, acionado, um funcionário da Caixa foi até o local e conseguiu conter o princípio de incêndio antes que o fogo atingisse outras partes do local. A PM também informou que não houve danos em equipamentos da agência.

portalcorreio

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Aposentada se assusta com clarão noturno na PB: “Fim dos tempos”

hale-boppA aposentada Dona Hermenegilda Costa tem 74 anos e mora na cidade de Itaporanga, no Vale do Piancó, no Sertão paraibano.

Na noite desse sábado (15), Dona Hermenegilda estava na calçada de sua residência quando viu um clarão iluminar o céu repentinamente.

O fenômeno, que foi visto em várias partes da cidade e em outros municípios da região, assustou a aposentada, que garante nunca ter presenciado algo parecido.

Bastante religiosa, Dona Hermenegilda acredita que o que viu foi, na verdade, um sinal do fim dos tempos, tal qual está profetizado na Bíblia. “Não há dúvidas de que isso foi um sinal do fim dos tempos, como professam os textos bíblicos, o que está acontecendo agora já é algo previsto”, lembrou.

MaisPB com Folha do Vali (reprodução autorizada)

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Marília Mendonça fala sobre críticas: ‘A minha verdade ainda assusta’

 (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)
(Foto: Maurício Antônio/Divulgação)

Marília Mendonça já era destaque em composições sertanejas anos antes de fazer seu primeiro show como cantora. A estreia nos palcos aconteceu em 2015, pouco depois de ela gravar seu primeiro DVD. Menos de um ano após a primeira apresentação oficial, Marília entrou forte para o hall de mulheres em destaque no cenário sertanejo.

Há algumas semanas, inclusive, tornou-se a artista mais vista no Brasil segundo números do Youtube, superando até artistas internacionais como Shakira, Taylor Swift e Adele.

Sobre o fato, aliás, Marília comemora, mas prefere não ser comparada a nenhuma outra estrela. “É uma felicidade muito grande até por nunca ter tido essa pretensão. Tudo aconteceu naturalmente. Não gosto de comparações… Fizeram comparação, falando que fiquei na frente da Adele. Mas sempre digo, não tenho nada a ver com isso, foi o povo que escolheu. Obrigada a todos os fãs”, afirmou ela, ressaltando que não foi uma conquista planejada.

Marília conversou com o EGO dias após ser internada com princípio de estafa. “Já voltei (ao trabalho). Foi só um sustinho”, afirmou ela, que vem tentando se acostumar com a mudança radical entre a vida de compositora e a de cantora.

“É uma mudança da água para o vinho. Compositor tem a vida mais tranquila, dorme na hora certa, acorda na hora certa, tem como preservar a imagem. Cantava desde nova na igreja, mas não pensava em tudo o que está acontecendo. Algumas coisas assustam a gente, como o que aconteceu agora (a internação). Mas a felicidade é muito grande ao ouvir as pessoas cantarem minha música”, afirmou ela.

Sinceridade
A sinceridade de Marília não aparece apenas para falar sobre esse assunto, mas é um de seus pontos fortes. Sua postura firme e direta é comum em sua fala e decisões. Como por exemplo, a de não seguir os conselhos para emagrecer. “Presenciei muita gente que fez isso por pressão. Eu não acho que isso seja legal. Tenho que mostrar no palco o que eu sou. A gente já sofre tanto por ai, se não puder comer o que gosta, não dá, né? (risos). Vou fazer sempre o que me sinto bem”, disparou ela, que por muitas vezes também já foi julgada por beber nos palcos.

Sobre esse fato, aliás, Marília faz um desabafo envolvendo as críticas que recebeu após o show cancelado por estar passando mal. “Muitas pessoas falaram que eu estava bêbada, que bebi o dia todo no hotel. E eu já cheguei doente no hotel de noite. As pessoas acham estranha mulheres botando a cara desse jeito. Acho que estou sofrendo um pouco disso. Uma pratica que não é comum ainda. E as pessoas acabam colocando foco naquilo. Se fosse um cantor sertanejo tomando uma dose no palco, como faço, é normal. Mas se é mulher, é alcoólatra. A minha verdade ainda assusta as pessoas”, desabafou.

Marília contou ainda que não esconde nada de sua vida e, inclusive, coloca algumas de suas histórias em suas canções. “Sentimento louco”, música que conta a história de uma mulher que se envolve com um homem comprometido, é uma delas.

DVD
Ainda colhendo os frutos de seu primeiro DVD, Marília se prepara para gravar o segundo trabalho. A filmagem será no dia 8 de outubro no Sambódromo de Manaus. As participações especiais no palco ainda são surpresa. Mas a cantora entrega que, no repertório, trará novamente histórias falando de amor. “Vem a cara da Marília Mendonça de novo. Com novos assuntos, mas as ‘polêmicas’ ainda vão existir. As pessoas gostam de chamar de polêmica, mas gosto de falar sobre a verdade. Serão músicas românticas, mas com o toque mais dançante”, contou.

Em suas faixas, Marília costuma falar sobre uma mulher mais independente, que não sofre tanto por amor quando é largada e que, muitas vezes, também é a responsável por “dar o pé” no boy. Mas essa independência nos relacionamentos ela admite que é mais para os palcos mesmo. “Eu sofro de amor, sim. Hoje estou com o coração tranquilo, estou namorando um rapaz aí… Eu não sou tão forte como eu canto. Mas acho que aquilo é uma forma de incentivar as mulheres”, afirma.

Marília Mendonça (Foto: Flaney Gonzalez/Divulgação)Marília Mendonça (Foto: Flaney Gonzalez/Divulgação)

 

Marília Mendonça  (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)Marília Mendonça (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)
Marília Mendonça  (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)Marília Mendonça (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)
Marília Mendonça  (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)Marília Mendonça (Foto: Maurício Antônio/Divulgação)

 

EGO

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Carro pega fogo em plena Epitácio Pessoa e assusta condutores

Imagens enviada por internauta
Imagens enviada por internauta

Uma caminhonete Blazer, verde, de placa JEZ 5114 acabou pegando fogo em plena Avenida Epitácio pessoa, em João Pessoa/PB, na tarde desta segunda-feira (26).

Conforme as primeiras informações não há feridos e o motivo do incêndio seria o aquecimento do motor do automóvel. O incêndio começou por volta das 15h00 e o corpo de bombeiros foi chamado para debelar as chamas, mas o veículo acabou sofrendo perda total.

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Com toda a fumaça que se formou no local o trânsito acabou ficando parado e muitos motoristas ficaram assustados.

 

 

 

 

clickpb

Chuva de granizo atinge Sertão da Paraíba e assusta moradores

Uma chuva de granizo e fortes ventos atingiram pelo menos duas cidades no Sertão da Paraíba na tarde desta terça-feira (30). Segundo a Polícia Militar, nos municípios de Itaporanga e Piancó, as chuvas duraram pouco mais de 30 minutos e não causaram nenhum dano. Segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), já havia previsão de chuvas na região.

O granizo atingiu a sede da companhia da PM em Piancó. Também foi registrado no Centro da cidade de Itaporanga. Segundo a Aesa, o clima do Sertão acompanhado dos ventos fortes provocaram a precipitação.

 

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“Sem um radar meteorológico, não temos como determinar a profundidade de uma nuvem ou a possibilidade de chuva de granizo na Paraíba, mas tínhamos a perspectiva de chuva em todo o Sertão hoje e chuva rápida no Litoral”, explicou o meteorologista da Aesa, Alexandre Magno, acrescentando que e o fenômeno não chega a ser incomum nesta época do ano.

A Aesa explicou que este foi o primeiro fenômeno do tipo este ano na Paraíba e que, apesar de raro no Nordeste, nos últimos três anos houve casos principalmente na região entre Sumé e Monteiro, região do Cariri.

“Esta chuva é formada por uma nuvem que se forma muito rapidamente. O calor do Sertão, acompanhado de fortes ventos, fazem os cristais de gelo que se formam na nuvem se desprenderem sem sua dissolução. O movimento é muito intenso e esses cristais de gelo não conseguem se dissolver, gerando a precipitação em forma de granizo”, detalha Alexandre Magno.

 

paraiba.com.br

Transmitida pelo mesmo mosquito da dengue, Chikungunya assusta o país em 2014

ChikungunyaA febre chikungunya foi registrada no Brasil pela primeira vez em setembro deste ano. De acordo com o último balanço do Ministério da Saúde (do dia 15 de novembro), haviam sido identificados 1.364 casos no país, sendo 71 importados e 1.293 diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para locais onde há transmissão.

A doença, causada por um vírus do gênero Alphavirus, é transmitida sobretudo pelo Aedes aegypti, transmissor da dengue, e pelo Aedes albopictus. Os sintomas incluem febre alta, dor muscular, nas articulações e na cabeça, além de manchas vermelhas pelo corpo, que costumam durar de três a dez dias. A letalidade, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), é rara e menos frequente que nos casos de dengue.

Para evitar a transmissão do vírus, a orientação do ministério é que as pessoas reforcem as ações para eliminar criadouros dos mosquitos. As medidas são as mesmas adotadas para o controle da dengue: verificar se a caixa d’água está bem fechada, não acumular vasilhames no quintal, verificar se as calhas estão entupidas e colocar areia nos pratos dos vasos de planta.

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Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que, desde 2004, o chikungunya havia sido identificado em 19 países. A partir do final de 2013, entretanto, foi registrada transmissão autóctone (dentro do mesmo território) em vários países do Caribe e, este ano, na República Dominicana e no Haiti. Até então, apenas África e Ásia tinham registro da circulação do vírus.

Desde que foram confirmados casos no Caribe, o governo brasileiro elaborou um plano nacional de contingência da doença, com as metas de intensificar as atividades de vigilância, a preparação de resposta da rede de saúde, o treinamento de profissionais, a divulgação de medidas às secretarias, além de equipar laboratórios de referência para diagnóstico.

Também foram reforçadas medidas de prevenção e identificação de casos. Nas regiões com registro da febre chikungunya, foram constituídas equipes técnicas pelas secretarias de saúde locais para orientar a busca de casos suspeitos e emitir alertas às unidades de saúde e às comunidades. Para garantir o controle dos mosquitos transmissores da doença, está sendo realizada, entre outras ações, a eliminação de criadouros.

A recomendação do ministério é que – uma vez caracterizada a transmissão sustentada de chikungunya em uma determinada área, com a confirmação laboratorial dos primeiros casos – os demais casos sejam confirmados por critério clínico-epidemiológico, que leva em conta fatores como sintomas apresentados e o vínculo do paciente com pessoas que já contraíram a doença.

Agência Brasil

Santos assusta, mas São Paulo vence com gols e Pato e Ganso e é vice-líder

gansoDeu trabalho, mas o São Paulo é vice-líder do Campeonato Brasileiro. No clássico no Morumbi, o time de Muricy Ramalho dominou com um golaço de Ganso e tinha o jogo na mão até vacilar e conceder um pênalti ao Santos, bem convertido por Gabigol. Um gol tardio e na raça de Pato, porém, deu a vitória à equipe tricolor, muito aplaudida pela torcida.

O triunfo coloca o São Paulo de vez na lista de desafiantes do líder Cruzeiro. Agora o clube tricolor tem 32 pontos, contra 31 de Inter e Corinthians, que tropeçaram na rodada. A equipe mineira, que ainda entrará em campo neste domingo, tem 36.

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Mais que a posição, porém, serve ao São Paulo a certeza do bom momento, corroborado pela quarta vitória seguida no torneio. Antes inconsistente e irregular, o time de Muricy Ramalho, aos poucos, evolui. Hoje, o ataque com Ganso, Pato e Kaká vai se consolidando, embora a defesa ainda vacile acima do normal.

Foi uma bobeira dessas, aos 40 minutos do segundo tempo, que quase pôs tudo em risco. O Santos de Gabigol, porém, não teve forçar para segurar o São Paulo e saiu derrotado. Com 23 pontos, segue longe do G4 e em busca de um melhor futebol.

Fases do jogo:
O São Paulo ganhou com autoridade, embora tenha levado um susto enorme no fim do jogo. O ponto alto da equipe, como já vem acontecendo há tempos no Morumbi, foi o setor ofensivo, liderado por Paulo Henrique Ganso.

As associações entre o camisa 10, Kaká e Pato produziram os melhores lances do jogo. O São Paulo soube se movimentar, aproveitou-se das falhas individuais da defesa do Santos e levou perigo várias vezes ao gol de Aranha.

Ganso, de costas para o gol, aos 24 minutos do primeiro tempo, marcou um golaço e definiu a história do jogo, que já era favorável ao time da casa. Se o São Paulo não marcou mais é porque não teve muito esmero na hora de finalizar. Kardec, apagado e errático, também não colaborou.

Na defesa, por outro lado, a equipe tricolor não passou segurança. Paulo Miranda deu muito espaço a quem marcava, não importa quem fosse, e o time perdeu muitas bolas pelo alto. Sorte do São Paulo que o Santos, com Lucas Lima ineficiente, não jogou para aproveitar esses espaços.

Quem deu a melhor chance ao Santos foi Álvaro Pereira, que cometeu pênalti bobo a cinco minutos do apito final. Com personalidade Gabigol deslocou Rogério e provocou a torcida no Morumbi. Nos minutos seguintes, porém, Pato marcou na base da pressão e deu a vitória ao São Paulo.

O melhor: Ganso. O camisa 10 já vem se destacando nos últimos jogos, mas bater o ex-clube, de onde saiu brigado, certamente tem um gosto especial. No São Paulo de hoje, Ganso ajuda na marcação, volta para sair jogando e interage bem com Kaká e Pato. Quando teve a chance de definir, o fez de forma genial.

O pior: Ataque do Santos. Gabigol, de volta ao time, ficou isolado na ponta direita. Thiago Ribeiro, livre na esquerda, mal pegou na bola porque todos os passes em sua direção saíam de forma equivocada. Arouca, Alison e Lucas Lima, que deveriam dar volume ao time, foram anulados pelos rivais e abusaram da paciência ao forçar o jogo pelo meio quando o caminho claramente era pelas laterais.

Toque dos técnicos: Oswaldo viu seu time ser dominado no primeiro tempo e tentou colocar Gabriel no jogo, trocando Damião por Rildo. O melhor dos santistas já tinha tentado trocar de lado, mas não era muito acionado. Na vaga de Damião, Gabigol pôde recuar pelo meio e participar mais do jogo. O time melhorou, mas não o bastante para complicar o São Paulo.

Para lembrar:
Robinho fez falta. Fora do clássico por lesão, o atacante santista poderia ter sido a arma da equipe pela esquerda, justamente no ponto mais sensível da defesa do São Paulo: Paulo Miranda. Thiago Ribeiro e Rildo, que jogaram por ali, abriram mão de explorar o fraco lateral tricolor para tentar constantes cortes para o meio, sempre sem sucesso.

Kardec apagado. O camisa 14 foi impreciso e movimentou-se menos que os companheiros de ataque. Nem pelo alto, diante de uma zaga atrapalhada, ele conseguiu ajudar. Com Luis Fabiano prestes a voltar de lesão, deve começar a se preocupar com sua vaga no time.

Falta de fôlego. Pelo segundo jogo seguido, o São Paulo perde gás no segundo tempo. Na quarta passada, contra o Inter, a equipe já havia tomado sufoco nos 45 minutos finais. Contra o Santos a pressão foi bem menor, mas faltou preparo para manter a partida dominada. Kaká, por exemplo, sentiu o peso e parou de marcar.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO X SANTOS
Local: 
Morumbi, São Paulo (SP)
Data/Hora: 24 de agosto de 2014, às 16h
Árbitro: Vinicius Furlan (SP)
Assistentes: Vicente Romano Neto e Carlos Augusto Nogueira Júnior (ambos de SP)
Cartões amarelos: Alexandre Pato, Ganso, Paulo Miranda e Rafael Toloi (São Paulo); David Braz e Gabriel (Santos)
Gols: Ganso, aos 24min do primeiro tempo; Gabriel, aos 40 min, e Pato, aos 43 min do 2º tempo

SÃO PAULO:
Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Edson Silva e Alvaro Pereira; Denilson, Souza, Kaká (Húdson) e Ganso; Alexandre Pato (Michel Bastos) e Alan Kardec
Técnico: Muricy Ramalho

SANTOS:
Aranha; Cicinho, Edu Dracena, David Braz e Mena; Alison (Souza), Arouca e Lucas Lima; Gabriel, Thiago Ribeiro (Patito) e Leandro Damião (Rildo)

Técnico: Oswaldo de Oliveira

Uol

Pedra despenca do alto de serra, rola por 200 m e assusta cidade que fica ao redor, no Sertão da PB

Os moradores da cidade de Brejo do Cruz, no Sertão da Paraíba, a 420 quilômetros de João Pessoa, tomaram um susto com o estrondo feito por um pedaço de pedra que despencou do alto da serra na noite dessa segunda-feira (5).

De acordo com o técnico em gestão ambiental Alvares Kamark, a pedra despencou de uma altura de cerca de 200 metros e fez muito barulho ao rolar até uma mata. “Pelas arranhaduras deixadas na pedra principal da serra, não deve ter sido somente uma pedra que despencou. Pelo rastro deixado, dá para entender que outras pequenas pedras acompanharam, formando um desmoronamento considerável”, contou.

A cidade de Brejo do Cruz fica bem abaixo da serra e como contam os moradores do município, vários desmoronamentos já aconteceram, mas nenhum que chegasse perto das residências e com a mesma intensidade do que foi registrado nessa segunda-feira.

Alvares Karmak relembrou que há dois anos um desmoronamento parecido ocorreu, mas na parte de trás da serra, onde é menos habitado. Ele acredita que esses fenômenos acontecem por causas naturais como a erosão provocada pela água da chuva e dos ventos. Porém, não deixou de destacar que o perigo acontece quando as pessoas começam a construir desordenadamente em locais que podem representar perigo.

“Como cada vez mais está se construindo em áreas próximas a mata que circula a serra, o perigo de um desses desmoronamentos atingir residências vem aumentando”, analisou. Na opinião dele, as pedras não chegaram até as residências justamente por conta dessa vegetação que ainda existe bem no pé da serra que as impediu de rolar mais adiante.

Em destaque, o trajeto percorrido pela pedraFoto: Em destaque, o trajeto percorrido pela pedra
Créditos: Arenilton, conhecido como ‘Meu Primo’

Ele acredita que a questão cultural das pessoas acharem que desastres nunca acontecem com elas faz com que deixem de tomar medidas de proteção, como por exemplo não desmatar e nunca construir ou habitar envolta da serra.

O secretário de Infraestrutura do município de Brejo do Cruz, Emanuel Dias, no entanto, tranquilizou a população dizendo que não existe perigo de desmoronamentos maiores que venham a atingir as habitações nas imediações da montanha.

O gestor disse que a área onde as pedras caíram fica cerca de mil metros de distância das residências da cidade. “Foi só uma pequena lasca que saltou da rocha maior e os fragmentos não chegaram a atingir as casas”. Ele informou que a Prefeitura Municipal não tem permitido que ocorram desmatamentos nem a construção de edificações no entorno da serra, “justamente para impedir os desmoronamentos naturais que acontecem possam causar qualquer risco às pessoas”, enfatizou.

 

 

Por Luciana Rodrigues

‘Objeto estranho’ no céu assusta moradores de cidade da Paraíba e faz sucesso nas redes sociais

Reprodução/ Cuité 24h
Reprodução/ Cuité 24h

Um objeto luminoso e não identificado chamou a atenção dos moradores da cidade de Nova Floresta, distante 249 de João Pessoa, nessa terça-feira (16). Filmado por um morador, as imagens tiveram centenas de compartilhamento nas redes sociais.

O objeto se movimentava devagar deixando parte da população assustada por pensar que o  ponto luminoso se tratava de um óvni. O assunto ganhou os comentários tanto nas ruas como na internet.

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Em sua página do facebook, o cinegrafista amador identificado como Hemerson Dantas, assustado disse que “não deu para ver exatamente o que era, acabei de filmar isto aqui em casa, provavelmente um objeto não identificado no céu de Nova Floresta”.

 

 

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