Arquivo da tag: assinado

Médicos lançam abaixo-assinado pela saída do ministro da Saúde

ministro-da-saudeO movimento Médicos pela Democracia do Ceará e da Bahia, com apoio de outras entidades que atuam em defesa da saúde pública e são contrárias ao golpe, lançaram na quarta-feira (20) um abaixo-assinado online pela exoneração do ministro da Saúde do governo interino, Ricardo Barros.

Reportagem do Seu Jornal, da TVT, mostra que as entidades listam os motivos para pedir a imediata saída do ministro. Os médicos consideram que Ricardo Barros é incompetente para o cargo, já que é engenheiro. O ministro também seria eticamente inabilitado, pois teve sua campanha eleitoral para deputado federal financiada por planos privados de saúde.

Eles também afirmam que Barros já demonstrou que é ideologicamente contrário ao Sistema Único de Saúde (SUS), ao declarar que não vai lutar por mais recursos para a Saúde, e que também é incapaz de compreender a complexidade do processo saúde-doença, já que afirmou que alguns pacientes que procuram os postos de saúde apenas imaginam que estão doentes.

Dentre outras propostas polêmicas, o ministro também defendeu a criação de planos de saúde populares.

Rede Brasil Atual

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Partidos tentam barrar decreto bolivariano assinado à surdina pela presidente Dilma Rousseff

dilma_wf2O decreto bolivariano número 8.243/2014, assinado à surdina pela presidente Dilma Rousseff na semana passada, não caiu bem no Congresso Nacional. Nesta terça-feira, nove partidos resolveram se unir para tentar impedir o avanço da medida destinada a aparelhar órgãos públicos e entidades da administração federal direta e indireta com integrantes de “movimentos sociais”, conhecida massa de manobra do PT.

Na Câmara, nove legendas – DEM, PPS, PSDB, Solidariedade, PV, PSD, PSB e Pros – assinaram uma proposta para votar, em regime de urgência, a suspensão do decreto presidencial. Embora a transferência de votos não seja automática, juntas, as agremiações contabilizam 229 dos 513 deputados. A decisão de colocar a proposta em votação cabe ao presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que ainda não se manifestou. No Senado, os partidos de oposição também tentam anular os efeitos do texto presidencial.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O decreto para instituir um canal paralelo de poder, antiga pretensão petista, foi assinado à surdina por Dilma (Decreto 8.243/2014), no último dia 23 de maio. No papel, determina a criação da Política Nacional de Participação Social (PNPS) e do Sistema Nacional de Participação Social (SNPS). Na prática, prevê a implantação de “conselhos populares”, formados por integrantes de movimentos populares, vinculados a órgãos públicos. Tudo sob a tutela do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República).

O texto bolivariano ataca um dos pilares da democracia brasileira, a igualdade dos cidadãos, ao privilegiar grupos alinhados ao governo. A Constituição brasileira estabelece que os cidadãos têm direito à livre manifestação por meio de eleições diretas. “A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I – plebiscito; II – referendo; III – iniciativa popular”, diz o artigo 14 da Constituição de 1988.

O decreto de Dilma, porém, é explícito ao justificar sua finalidade: “consolidar a participação social como método de governo”. Um dos artigos quer estabelecer, em linhas perigosas, o que é a sociedade civil: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”. Ou seja, segundo o texto de Dilma, os movimentos sociais – historicamente controlados e manipulados pelo PT – são a representação da sociedade civil no Estado Democrático de Direito. Nesse sentido, são autoexplicativos os afagos do governo federal a militantes do MST e grupos baderneiros de índios e sem-teto após protagonizarem cenas deploráveis de ataques a prédios públicos, privados e à polícia.

“A presidente tenta subtrair os Poderes do Parlamento brasileiro. É o mesmo modelo ideológico que se propôs para a Venezuela e para Cuba e que agora estão tentando trazer aos poucos ao Brasil. Temos que resistir a isso porque o Parlamento é o foro da sociedade brasileira. Esses conselhos subtraem a democracia porque são um aparelho do PT. Não podemos fazer que eles passem por cima da lei e caminhar pela estrada mais triste, que é o caminho antidemocrático que o PT está propondo. Isso vai acabar no STF”,  diz o líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR). “Dilma quer criar uma estrutura paralela de poder e dividir o cidadão em 1ª e 2ª classe”, afirma o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE).

 

veja

Prefeitura de Mari cuidará de prédio onde funciona rádio comunitária; termo de preservação foi assinado junto com DNIT

O DNIT ( Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e a prefeitura municipal de Mari celebraram o termo de preservação do patrimônio histórico da antiga rede ferroviária na cidade, conforme indica o documento aqui publicado. Assim sendo, a prefeitura de Mari, através do departamento de cultura do município deverá administrar os prédios que fazem parte do rol de preservação histórica da antiga rede ferroviária. “Para nós é um imenso prazer cuidar de um patrimônio tão importante para nossa cidade, que tanto nos serviu em outrora”, disse o prefeito Marcos Martins. Para Assis Firmino, diretor de cultura do município, “os bens da antiga rede ferroviária devem ser preservados e nós teremos o maior cuidado para isso, vamos zelar pelos bens que nos foram confiados pelo governo federal, através da autarquia federal DNIT”.

  Codecom – prefeitura de Mari

Pintor nega cigarro e é assinado com golpe de faca na cabeça

pintorO pintor Robério Costa Tomé, conhecido como ‘Berim’, 26 anos, foi assassinado com um golpe de faca na cabeça quando bebia com colegas na noite do réveillon, em Lagoa Seca, região metropolitana de Campina Grande. De acordo com familiares da vítima, o motivo teria sido porque Beirim se negou a entregar um cigarro ao acusado.

A autoria do homicídio está sendo atribuída a um homem identificado como ‘Ninho’, que bebia com o rapaz durante a virada do ano em um bar na periferia da cidade. Com o golpe, a vítima teve o cérebro perfurado.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Após ser ferido, Robério foi socorrido para o Hospital de Trauma Don Luiz Gonzaga Fernandes em Campina Grande, onde ele permaneceu internado e até a noite desta quarta-feira (01). Ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Até agora, o suspeito do crime não foi deito.

MaisPB

com Blog do Márcio Rangel