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Paraíba gerou mais de 1,8 mil vagas de emprego com carteira assinada em outubro, diz Caged

A economia da Paraíba gerou 1.864 empregos com carteira assinada em outubro de 2019, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados divulgados nesta quinta-feira (21) pelo Ministério da Economia. Foram registradas 11.695 admissões e 9.831 demissões.

De acordo com o Caged, esse é o oitavo melhor resultado da Paraíba em 15 anos. Nesse período, o mês de outubro de 2016 registrou 850 vagas de emprego encerradas.

Por cidades

  • João Pessoa, de acordo com o Caged, foi a cidade que mais abriu vagas de emprego, um total de 5.498. A capital paraibana também apresentou o maior número de demissões, com 4.602, resultando em 896 empregos gerados.
  • Santa Rita foi a segunda cidade que mais criou vagas de emprego, com 629 admissões e 339 demissões, 290 oportunidades foram abertas.
  • Já Campina Grande apresentou um saldo negativo, com 2.289 admissões e 2.361 demissões, resultando em menos 72 empregos. Guarabira também teve saldo negativo, de menos 61 empregos, devido a 99 contratações e 160 demissões.

Por setores

O setor de serviços foi o que mais criou oportunidades, um total de 612 vagas. Outros seis setores tiveram saldo positivo, sendo apenas a área de administração pública com uma vaga a menos de trabalho. Confira os saldos:

  • Indústria de Transformação: +338
  • Serviços: +612
  • Agropecuária: +272
  • Construção Civil: +128
  • Extrativa Mineral: +4
  • Comércio: +466
  • Serviços Industriais de Utilidade Pública: +45
  • Administração Pública: -1

 

G1

 

 

Paraíba tem 421,5 mil pessoas empregadas sem carteira assinada

Do 1,5 milhão de paraibanos empregados no estado, 28,1% estão trabalhando sem carteira de trabalho assinada. Os dados são da Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nessa quarta-feira (6).

O documento é resultado da análise das condições de vida da população brasileira em 2018, tendo em vista aspectos como mercado de trabalho e estrutura econômica; distribuição de renda e padrão de vida; e educação. O estudo é baseado, principalmente, em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), de 2012 a 2018.

Conforme o estudo,a taxa de trabalhadores empregados sem carteira assinada é a quarta maior proporção do país, atrás apenas do Tocantins, com 31,7%; do Ceará, com 29,5% e da Bahia, com 28,2%.

Além disso, aproximadamente 23,1% do total estão empregados com carteira assinada; 10,4% são militares ou funcionários públicos estatutários; 29,7% trabalham por conta própria e 3,1% são empregadores. Já a taxa de desocupação no estado é de 10,3%, a segunda menor do Nordeste.

Com relação às pessoas de 14 anos de idade ou mais, a taxa de desocupação no estado está abaixo da média da região Nordeste (de 14,5%) e da nacional (de 12%). Apesar disso, esse é o maior indicador registrado desde 2012, exceto em relação ao ano de 2016, quando a taxa foi de 10,9%.

Sem estudo e sem trabalho

A pesquisa também mostrou que cerca de 26% dos paraibanos de 15 a 29 anos de idade não estudam e não trabalham, o menor percentual entre os estados do Nordeste, sendo que essa proporção representa cerca de 246 mil pessoas. Ainda na faixa etária de 15 a 29 anos, 32,7% só estudam; 30% só estão ocupados; e 11,2% estudam e estão ocupados.

Dos que não estudam e não trabalham, 74,6% estão fora da força de trabalho, ou seja, não procuraram uma ocupação ou não estavam disponíveis para assumir um emprego no período pesquisado. Foi registrada uma alta nessa taxa em relação ao ano de 2017, quando o percentual foi de 71,7%.

Ainda em relação à idade, o levantamento verificou que cerca de 40% das pessoas de 14 anos ou mais, que estavam ocupadas na semana pesquisada, começaram a trabalhar cedo, até os 14 anos de idade.

 

portalcorreio

 

 

Em nota assinada por Azevêdo, governadores do NE repudiam fala de Eduardo: ‘ditadura nunca mais’

Em nota enviada à imprensa na tarde desta quinta-feira (31), os governadores do Nordeste condenaram a fala do deputado federal Eduardo Bolsonado (PSL-RJ) de que “se esquerda radicalizar, resposta pode ser via um novo AI-5”.

“Os governadores do Nordeste repudiam ameaças autoritárias, a exemplo da absurda sugestão de edição de um novo AI-5. Defender a democracia é fundamental para que haja paz e prosperidade no Brasil. Ditadura nunca mais”, diz o documento.

A nota é assinada por todos os governadores da região, incluindo o líder paraibano João Azevêdo (PSB).

O AI-5

O Ato Institucional 5 foi baixado no dia 13 de dezembro de 1968, durante o governo de Costa e Silva, um dos cinco generais que governou o Brasil durante a ditadura militar (1964-1985).

O AI-5 é considerado um dos atos de maior poder repressivo tomados durante a ditadura, pois resultou na cassação mandatos políticos e suspensão de garantias constitucionais.

Voltou atrás

Nesta quinta, Eduardo voltou atrás e pediu desculpas pela fala.

“Eu peço desculpas a quem porventura tenha entendido que estou estudando o retorno do AI-5 ou achando que o governo, de alguma maneira, estaria estudando qualquer medida nesse sentido. Essa possibilidade não existe. Agora, muito disso é uma interpretação deturpada do que eu falei”, disse Eduardo, que ressaltou não fazer parte do governo.

http://paraiba.com.br/

 

 

Banda paraibana é condenada a pagar R$ 40 mil a músico que trabalhava sem carteira assinada

trt-pbA banda de forró paraibana formada do músico Netinho Lins, Forró da Canxa, foi condenada pela Justiça do Trabalho a pagar R$ 41.849 a um músico que trabalhou como guitarrista entre julho de 2011 e março de 2014 sem carteira assinada.

A sentença é do juiz do Trabalho Lindinaldo Marinho, que acolheu o pedido de reconhecimento do vínculo de emprego, além de pagamento de aviso prévio, férias em dobro, férias proporcionais, 13º salário, recolhimento de FGTS e outros direitos. O processo tramitou na 1ª Vara do Trabalho da Capital.

Na sentença, o juiz também determinou a anotação da carteira de trabalho, constando o contrato celebrado entre as partes no período de 10.07.2011 a 19.04.2014, com a função de “músico” e a percepção de salário mensal de R$ 1.000.

A banda Netinho Lins afirmou no processo a impossibilidade de reconhecimento de vínculo empregatício, “haja vista, que não há no caso em tela todos os requisitos da relação de emprego, quais sejam pessoalidade, onerosidade, habitualidade e subordinação. Necessariamente não era o reclamante que devia estar presente para que o show acontecesse, podendo este ser substituído por outro profissional que fizesse o mesmo tipo de serviço, o que ocorria diversas vezes no mês, em virtude do autor ser freelancer em outras bandas”.

No entanto, o juiz reconheceu que a prova testemunhal em favor do músico “explicitou, de forma bastante convincente, o aspecto de que o labor prestado pela parte reclamante dava-se de forma não eventual, e com subordinação jurídica desta em relação à parte reclamada”.

Na sentença, o magistrado considerou que “do conjunto fático probatório dos autos extrai-se a existência do contrato de emprego entre as partes, na forma do artigo 3º da CLT, razão pela qual se impõe o reconhecimento do vínculo empregatício”.

clickpb

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Volta a subir o número de brasileiros que trabalham sem carteira assinada

carteira-de-trabalhoA crise econômica está deixando marcas no mercado de trabalho.

Conseguir um emprego formal com carteira assinada. Antes da crise isso não era um grande problema, mas agora virou um desafio. Com a queda na atividade econômica, mais e mais brasileiros estão ficando sem o trabalho formal.

Em setembro, a taxa de desemprego medida pelo IBGE atingiu 7,6%, bem mais do que no ano passado. Se o emprego formal tá caindo, o informal vem aumentando desde 2014. Foi o que constatou o Ipea, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada do Governo Federal.

No primeiro semestre de 2015, a informalidade ficou, na média, em 44,5% – um aumento de 0,5 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano passado. Atingiu mais homens do que mulheres, principalmente os mais escolarizados, com ensino médio completo, e os mais jovens, com menos de 25 anos de idade. Gente que, fora do mercado com carteira assinada, perde os direitos trabalhistas garantidos por lei.

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“Quem está dentro está bem protegido, mas quem está fora, numa situação de crise, fica mais difícil entrar pra essa rede de proteção – e aí, acaba tendo o emprego eventualmente até mais precário mesmo”, afirmou o economista Eduardo Zylberstajn.

Não é difícil a gente ver na rua o reflexo da crise econômica no emprego. A Avenida Paulista, nos últimos meses, vem ganhando novos personagens. Na banda mostrada no vídeo, dos três integrantes, dois ficaram recentemente desempregados.

O baixista Renan é, na verdade, analista de marketing. Perdeu o emprego no começo do ano e até agora não conseguiu outro trabalho formal.

“O mercado traz muito mais segurança, traz uma base pra você, mas a gente tem que arrumar uma forma de sobreviver, a gente tem que arrumar uma forma de manter a moeda entrando e girando dentro do nosso próprio bolso”, disse Renan Campos, analista de marketing.

Vitor, o guitarrista, é técnico de som. Três meses atrás, trabalhava numa metalúrgica.

“A gente acaba levando um pouco de dinheiro pra casa ainda, pra poder pagar alguma conta, alguma coisa assim”, contou Vitor Mulinário, técnico de som.

Vanessa é contabilista. Há dois anos tenta, tenta mas não consegue um trabalho na área. Virou chapeira de uma barraca de sanduiches.

JN

Projeto de irrigação da Codevasf no Piauí terá ordem de serviço assinada na presença da presidenta Dilma

 

Na presença da presidenta Dilma Rousseff será assinada nesta sexta-feira (18), no município de São Julião (PI), a 386 km de Teresina, ordem de serviço para início das obras de infraestrutura do projeto de irrigação Marrecas-Jenipapo, que será implantado sob responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). A assinatura faz parte da programação da visita da presidenta ao Piauí.

As obras do Marrecas-Jenipapo contemplam investimentos de R$ 46,5 milhões, oriundos do Programa Mais Irrigação – Eixo 3 – Projeto de Interesse Social. A empresa contratada está encarregada de implantar toda a parte de infraestrutura hídrica do projeto, como estações de bombeamento, canais e elevatórias. O prazo previsto para execução das obras é de 900 dias.

O projeto de irrigação fica localizado no assentamento Marrecas, distante 31 km da sede do município de São João do Piauí e 499 km da capital Teresina. Ele prevê captação de água com vazão de 1,23m³/s do rio Piauí para irrigar mil hectares distribuídos em 200 lotes familiares de cinco hectares.

Com o projeto, estima-se que 200 empregos diretos e 600 indiretos sejam criados; que a produção agrícola do município mais que triplique, subindo de 5.684 toneladas para 17.584 toneladas; a renda média anual do agricultor familiar salte de R$ 822,06 para R$ 5.427,57; e uma população de 81.136 habitantes seja beneficiada nos 13 municípios da região: São João do Piauí, Simplício Mendes, Dom Inocêncio, Campo Alegre do Fidalgo, Coronel José Dias, Socorro do Piauí, Ribeiro do Piauí, Nova Santa Rita, Paes Landim, Capitão Gervásio, Bela Vista, Pajeú do Piauí e João Costa.
        
Os investimentos poderão transformar o Piauí em um dos grandes produtores de frutas da região Nordeste, especialmente de uva, devido às condições favoráveis de solo, água e sol, indispensáveis para uma produção de qualidade. Os mil hectares implantados em Marrecas-Jenipapo serão para a produção de uva, acerola, goiaba, mamão, melancia, banana, abacaxi e melão, entre outras frutas. Hoje, 75 famílias vivem exclusivamente da produção de frutas no assentamento. Com a implantação desse projeto, outras 200 famílias também começarão a produzir.
         
Mais Irrigação – Lançado em novembro de 2012 pela presidenta Dilma Rousseff, o Mais Irrigação, que é coordenado pelo Ministério da Integração Nacional (MI), prevê investimentos de R$ 10 bilhões – R$ 3 bilhões em recursos públicos, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), e R$ 7 bilhões em recursos privados. Dos 66 projetos incluídos no programa, 32 estão a cargo da Codevasf, totalizando 350 mil hectares e recursos de R$ 1,6 bilhão.

Dentro do Mais Irrigação, o Piauí será contemplado com R$ 275,7 milhões em investimentos destinados ao aumento da produtividade das áreas irrigadas e ao apoio à agricultura familiar. Do montante de recursos previstos para o estado, R$ 49,7 milhões serão voltados a dois projetos sob a responsabilidade da Codevasf, que estão incluídos em dois dos quatro eixos do Programa.

Na manhã desta quinta (17), o superintendente da Codevasf no Piauí, Valdiney Amorim, falou sobre os investimentos do Mais Irrigação no estado para o programa Bom Dia, Piauí, da TV Clube, afiliada da rede Globo. Assista à entrevista clicando aqui: http://g1.globo.com/pi/piaui/bom-dia-piaui/videos/t/edicoes/v/presidente-da-codevasf-pi-fala-sobre-as-metas-do-programa-mais-irrigacao-no-piaui/2350704/

Assessoria de Comunicação da Codevasf para o Focando a Notícia

Assinada portaria que institui a 3ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência

 

A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Maria do Rosário, assinou na terça-feira (3) portaria que institui a III Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, a ser realizada em Brasília, entre os dias 3 a 6 de dezembro deste ano. O documento foi assinado durante solenidade na sede da pasta em Brasília.

 

Na ocasião, Rosário ressaltou o empenho do governo federal, por meio da SDH e de todas as suas secretarias, para que a conferência consiga promover uma grande mobilização em todo o país, envolvendo sociedade e os gestores estaduais e municipais em prol da construção de políticas públicas que assegurem respeito à diversidade humana.

“A secretaria e toda sua estrutura estarão dedicadas para que esta conferência seja forte e ampla, com representação de toda sociedade e dos estados que já pactuaram e ainda pactuarão com o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite, para a construção de uma história na vida das pessoas com deficiência”, afirma Rosário. De acordo com a ministra, o primeiro balanço de implementação do Viver sem Limite será feito no mês de agosto, durante a reunião do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade).

Presente na solenidade, o secretário nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antonio José Ferreira, afirmou que um dos objetivos da conferência é fazer uma avaliação dos desafios já alcançados e ajustar as propostas para efetivação das políticas públicas idealizadas para o segmento. “O Conade,  juntamente com o Governo Federal e os ministérios envolvidos nessa temática têm a responsabilidade de fazer a maior e melhor conferência das pessoas com deficiência”, ressaltou o secretário.

Por sua vez, o presidente do Conade, Moisés Bauer, parabenizou a formalização do lançamento da III Conferência Nacional, destacando a importância do evento como um espaço de diálogo e construção para as pessoas com deficiência.

Homenagem – Ao término da solenidade, a ministra Maria do Rosário dedicou o ato de lançamento da conferência à ex-diretora de Políticas Temáticas da SNPD, Ana Paula Crosara, que faleceu no dia 7 de junho , em decorrência de uma parada cardiorrespiratória.

Assessoria de Comunicação Social
Focando a Notícia