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Campanha solidária da LBV chega ao Assentamento Nova Margarida  em Alagoa Grande/PB

Nesta sexta-feira, 06 de abril, às 10h, em Alagoa Grande no Brejo Paraibano, a campanha Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro! promovida pela Legião da Boa Vontade, finaliza a entrega de centenas de kits de material pedagógico no Assentamento Nova Margarida, para alunos da Escola Nossa Senhora de Fátima na Usina Tanques.

Em 2018, a iniciativa solidária assistiu mais de 22 mil crianças e adolescentes provenientes de famílias de baixa renda de 90 municípios brasileiros. A ação visa apoiar os pais que não têm recursos para a compra do material escolar e contribuir para o combate ao analfabetismo.

No início de março, devido às fortes chuvas na região, a equipe da LBV que estava no município, não conseguiu acesso a comunidade, atendendo somente a Comunidade Caiana dos Crioulos. Cada aluno receberá um kit composto com dicionário da língua portuguesa, estojo, lápis preto e de cor, canetas, apontador, borrachas, tesoura, tubo de cola, cadernos, régua e mochila.

Para a realização da campanha, a LBV conta com donativos da população, de colaboradores, de voluntários, de empresas parceiras e com o apoio da mídia. As doações para a manutenção de todo o trabalho da Instituição, podem ser feitas pelo site www.lbv.org ou pelo tel.: 0800 055 50 99.

A LBV

A Legião da Boa Vontade acredita que a educação, iluminada por valores espirituais, éticos e ecumênicos, transforma o ser humano para melhor, por isso, há mais de 68 anos, atua ao lado das populações em situação de vulnerabilidade social. A Instituição oferece o apoio necessário às famílias, em seus Centros Comunitários de Assistência Social nas cidades de Campina Grande e João Pessoa, para que os filhos tenham acesso à Educação e garantia e proteção de seus direitos, além de outros benefícios, e realiza atividades socioeducativas, esportivas, culturais, artísticas, lúdicas e recreativas, bem como projetos permanentes de incentivo à leitura.

Assessoria LBV

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Paraíba ganha novo assentamento da reforma agrária

Na Paraíba, existem atualmente outros 313 assentamentos da reforma agrária, onde vivem e produzem 14.753 famílias de agricultores (Foto: Divulgação-assessoria)

Mais 30 famílias de trabalhadores rurais serão assentadas na Paraíba com a criação do Assentamento Quebra-Quilos no imóvel rural “Fazenda Angicos/Olho D’Água”, localizado nos municípios de Campina Grande e Boa Vista, no Agreste paraibano. A portaria de criação do assentamento foi publicada na edição desta terça-feira (8) do Diário Oficial da União (DOU). A área, de aproximadamente 1.416 hectares, fica a aproximadamente 170 quilômetros de João Pessoa e está sob a posse do Incra desde 27 de julho de 2017.

O Incra foi autorizado a promover a desapropriação e dar andamento à criação de um assentamento no imóvel rural “Fazenda Angicos/Olho D’Água” pelo Decreto Presidencial publicado no Diário Oficial da União de 26 de agosto de 2014.

Paulo Sérgio Alves da Silva, da Coordenação Estadual do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) na Paraíba, disse que as famílias que esperam a desapropriação da “Fazenda Angicos/Olho D’Água” estão acampadas nas proximidades do imóvel, no Acampamento Quebra-Quilos. Segundo ele, os futuros assentados devem se dedicar principalmente à produção de milho e feijão, e à caprinocultura.

O novo assentamento tem sua área dividida entre o município de Campina Grande, que possui outros cinco assentamentos da reforma agrária, onde estão assentadas 275 famílias; e o de Boa Vista, onde outras 77 famílias de agricultores vivem em dois assentamentos.

Na Paraíba, existem atualmente outros 313 assentamentos da reforma agrária, onde vivem e produzem 14.753 famílias de agricultores.

Próximos passos

Os próximos passos para o assentamento de famílias agricultoras no imóvel serão o cadastro e a homologação dos novos beneficiários da reforma agrária.

Em parceria com as prefeituras de Campina Grande e de Boa Vista, o Incra vai promover ações para a inclusão dos novos assentados no Cadastro Único (CADÚnico) do Governo Federal para viabilizar o acesso às políticas públicas municipais, estaduais e federais. A parceria também vai permitir a construção e a recuperação de estradas vicinais.

Caberá ao Incra encaminhar as demandas por energia elétrica e abastecimento de água do assentamento, respectivamente, ao Comitê Estadual Luz para Todos e à Coordenação do Programa Água para Todos. Bem como encaminhar às entidades financiadoras e à Coordenação Nacional do programa Minha Casa Minha Vida a relação das famílias assentadas como demanda prioritária para a construção de moradias.

 assessoria

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MST se reuniu com Dilma e discutiu meta para assentamento de famílias acampadas

Foto: Agência Brasil Dilma e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, durante encontro com representantes do MST
Foto: Agência Brasil
Dilma e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, durante encontro com representantes do MST

Representantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) entregaram nessa segunda (15) à presidente Dilma Rousseff um documento intitulado Propostas Emergenciais para o Campo. Após o encontro, que ocorreu no Palácio do Planalto, que também teve a participação do ministro Miguel Rossetto, do Desenvolvimento Agrário, Alexandre da Conceição, membro da direção nacional do MST, disse que o primeiro item da pauta, que trata do assentamento de todas as famílias acampadas, foi uma das questões tratadas com a presidenta Dilma.

“No tema da questão agrária, pelo menos desta vez ela [Dilma] se comprometeu com metas. No outro governo ela não tinha se comprometido. Então isso já é um avanço, uma sinalização”, disse Alexandre. Segundo ele, essa pendência está atualmente em 120 mil famílias, que, de acordo com as reivindicações, devem ser assentadas até julho do ano que vem. Consta também no plano de metas o compromisso de assentar 50 mil famílias por ano.

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Os representantes do MST avaliaram que no segundo governo, Dilma terá maior comprometimento com as pautas para o campo. Informaram que uma lista de reivindicações, com 27 pontos, foi discutida na reunião. E disseram que levaram para a presidente as insatisfações do movimento em relação à possível indicação da senadora Kátia Abreu para o Ministério da Agricultura.

De acordo com Alexandre Conceição, a nomeação de Kátia Abreu, se confirmada, representa o “agronegócio”, o “atraso”, o “trabalho escravo” e, no seu estado, “a grilagem de terras”. “Temos colocado para imprensa. e agora para presidente Dilma, é que a nomeação da Kátia Abreu é uma simbologia muito ruim para aquilo que foi as eleições nas ruas, onde os movimentos sociais foram garantidos, a vitória da presidenta, em um avanço de um projeto popular mais avançado”, disse.

Apesar das ponderações, os integrantes do movimento disseram que Dilma não se manifestou sobre o assunto. Para Alexandre, embora o nome da senadora represente mais repressão aos indígenas e aos quilombolas, a prerrogativa dessa decisão é da presidenta Dilma Rousseff, e que não cabe ao MST interferir na nomeação.

No que chamou de “balanço crítico” deste ano, o coordenador do MST disse que também foi feito um apelo por mudanças, e que o movimento é contra a manutenção da postura dos integrantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário em relação ao movimento. Segundo ele, assim que compor o novo governo, Dilma vai conversar novamente com o MST para discutir um plano de metas.

Na avaliação de Rosana Fernandes, que também integra a coordenação nacional do MST, a avaliação da reunião é “bastante positiva”, e há uma perspectiva de abrir um diálogo. A animação, no entanto, não tem uma expectativa, por parte do movimento de que “apenas a boa conversa vai resolver”. Segundo ela, em 2015, a tarefa de organização dos trabalhadores vai continuar em todos os estados.

Agência Brasil

Incra faz 1ª inscrição de assentamento paraibano no Cadastro Ambiental Rural

INCRA2O assentamento Paissandu, em São Domingos de Pombal, no Alto Sertão paraibano, a cerca de 394 quilômetros de João Pessoa, é a primeira área da reforma agrária no Estado a ser registrada no Cadastro Ambiental Rural (CAR). O cadastro do assentamento, uma área de aproximadamente 595 hectares onde vivem 27 famílias de agricultores rurais, foi formalizado pela Superintendência Regional do Incra na Paraíba no último dia 25.

De acordo com a responsável pelo Serviço de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Incra/PB, Lígia Maria de Medeiros, a meta é cadastrar até o final do ano 120 assentamentos no estado.

Lígia explicou ainda que, neste primeiro momento, a inscrição de áreas da reforma agrária no CAR, conforme a Instrução Normativa do Ministério do Meio Ambiente Nº 02/2014, se dará por meio do registro do perímetro dos projetos de assentamento e, posteriormente, por meio da individualização dos lotes. Assim, os Termos de Compromisso emitidos no Programa de Regularização Ambiental (PRA), em razão do Cadastro Ambiental Rural das parcelas, serão de responsabilidade e assinatura solidária entre o superintendente e o assentado da parcela.

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O Incra e as famílias assentadas em Paissandu se comprometeram com a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), órgão responsável pela execução da política de proteção e preservação de meio ambiente na Paraíba, por meio de um termo de responsabilidade, a recompor as áreas de preservação permanente ou de remanescente vegetal do assentamento, se couber.

CAR

O CAR é um registro público eletrônico de informações ambientais obrigatório para todos os imóveis rurais criado para agilizar o processo de regularização ambiental no país. A base de dados reúne diversas informações sobre o imóvel, como suas coordenadas geográficas, sua área total e as áreas de Proteção Permanente, Reserva Legal e remanescentes de vegetação nativa.

São realizadas vistorias a campo para auxiliar a localização de nascentes, rios e estradas que cortam o imóvel.

A partir dos dados, o sistema gera automaticamente o tamanho da área a ser preservada e remete o trabalho para averiguação do órgão ambiental que, caso haja passivos ambientais, propõe termo para recuperação da área.

A regularização ambiental é em cumprimento à Lei 12.651/12 (Novo Código Florestal) e ao Decreto 7.830/12, que dispõe sobre o CAR.

INCRA PB

Escola do assentamento Tiradentes vai representar Mari na IV Conferência Infanto Juvenil do Meio Ambiente

 

     A escola do assentamento Tiradentes vai representar Mari na terceira etapa da IV CONFERÊNCIA INFANTO JUVENIL DO MEIO AMBIENTE, ENTRE OS DIAS 23 A 28 do corrente, em Lusiânia, Goiás.
     Na primeira etapa do evento foram enviados ao MEC, 591 projetos da Paraíba, sendo selecionados pelo Ministério, apenas 85, para a segunda etapa, que foi realizada nos dias 4 e 5 ultimo, em João Pessoa, em nível estadual. Dentre estes projetos, apenas 25 foram contemplados, para representar o Estado, em Goiás.     Entre estes projetos escolhidos, a cidade de Mari, foi bem representada pela aluna (delegada), do 9º ano, da escola do assentamento Tiradentes, Andreza Cristina de Lima, que foi supervisionada pela professora Maria de Fatima dos Santos.
     O Projeto vitorioso, cuja denominação  é NOVA ÁRVORE, teve a participação das turmas do 8º e 9º anos do assentamento, na faixa etária, entre 11 e 14 anos, cujo o tema foi o MEIO AMBIENTE, SUSTENTABILIDADE e teve a coordenação das professoras Glaucia Estevão e Maria de Fátima Santos.
     As ações do projeto foram às explorações dos recursos vegetais de forma controlada, garantindo o replantio sempre que necessária e a preservação total de áreas verdes não destinadas a exploração econômica.
     Antes de irem a Goiás, os alunos se reunirão em João Pessoa, nos dias 21 e 22, com o intuito de buscar uma interação entre eles, para fortalecer uma convivência social.      Além de Mari, as cidades contempladas foram João Pessoa, Sapé, Alagoa Grande, Patos, Princesa Izabel, Santa Rita, Caldas Brandão, Riachão do Poço, entre outras.
     A diretora da escola do Assentamento Tiradentes, a professora Elizabete dos Santos (dona beta), disse que está muito feliz pela  vitória de sua escola, principalmente por ela ser da zona rural. Ela agradeceu a todos os funcionários da escola indistintamente que contribuíram para esse êxito obtido, bem como a toda comunidade do assentamento.
     A educadora também agradece ao prefeito Marcos Martins, através da secretária de educação de Mari, Cibelly Maria de Souza pelo apoio dado ao Projeto.
     Ao saber da noticia, os alunos e professores fizeram a maior festa, principalmente com a chegada da aluna Andreza, e a euforia tomou conta da escola.    Parabéns ao educandário por mais um êxito óbito e que em Goiás represente condignamente a nossa pequena,  mas brava Terra do Araçá, e sucesso na nova etapa. O prefeito Marcos Marcos Martins tem dado total apoio a escola, ao projeto e a aluna que representará a cidade em Lusiânia.
Blog do professor Josa com professor Ailton Falcão (Neguinho)

Equipe do INTERPA – PB e Crédito Fundiário reúnem-se com associados do Assentamento Umbiguda em Casserengue – PB

 

A reunião aconteceu hoje (04) no salão paroquial da Igreja Matriz de Casserengue e teve como objetivo regularizar a situação dos assentados do Sítio Umbiguda situado na Zona Rural de Casserengue. Através da mediação da INTERPA – PB e Associação e Proprietário da terra com o projeto do Credito Fundiário, através do Programa do Governo Federal “Minha Casa Minha Vida” esse agricultores poderão regularizar suas e terras e casas lá já construidas.

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Compuseram a mesa: O Diretor Técnico do INTERPA-PB o Sr. Francisco Elias; O Coordenador do Credito Fundiário, O Sr. Pereira; A Presidente da Associação dos Agricultores do Assentamento Umbiguda Sr. Oliete Pereira; O Engenheiro Civil, o Sr. Saulo Buriti; O Gerente de Projeto do INTERPA o Sr. Rivaldo Lima.

Durante a reunião os agricultores puderam tirar suas dúvidas e ter alguns esclarecimentos sobre o projeto. Foi esclarecido a cada agricultor de que forma seria dividido os lotes e como ele irão pagar as terras. Os agricultores terão lotes de 48m² e para se enquadrarem no projeto de Regularização Fundiária, receberão uma visita de uma Assistente Social onde a mesma irá averiguar a veracidades das informações prestada pelos os associados, que também e não poderão está em divida com o SPC/SERASA. O pagamento do financiamento terá 3 anos de carência e será feito em 4 parcelas anuaís.

Vejas as fotos:

casserenguenoticias

Dilma lança programa de agroindústrias em assentamento do MST

A presidenta Dilma Rousseff visita o assentamento do MST Dorcelina Folador, no município de Arapongas (a 30 km de Londrina), para o lançamento do Programa Nacional de Agroindústrias na Reforma Agrária, nesta segunda-feira, às 9h.

Nessa atividade, será inaugurada a agroindústria da Cooperativa de Comercialização e Reforma Agrária União Camponesa (Copran). A expectativa é que aproximadamente 6 mil pessoas participem da atividade.

Participam da atividade o dirigente nacional do MST João Pedro Stedile, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e o governador do Paraná Beto Richa, além de prefeitos, deputados e vereadores do estado.

Depois da inauguração da agroindústria, a presidenta Dilma visita a feira dos produtos da Reforma Agrária e participa do ato político com a equipe ministerial. O encerramento do ato está marcado para às 12h com um almoço com alimentos produzidos pelas famílias do assentamento.

Agroindustrialização

O programa é uma demanda antiga dos movimentos do campo, que pretendem avançar na organização dos assentamentos em cooperativas e industrializar a produção, para agregar valor e gerar renda aos trabalhadores rurais. Depois de mais de um ano de pressão, o governo lança o programa.

A estrutura da agroindústria atenderá diretamente 4 mil famílias assentadas e pequenos produtores de Arapongas, Apucarana, Londrina e Maringá, abrangendo um raio de 150 quilômetros

Serão beneficiados diariamente 90 mil litros de leite. Essa produção será transformada em derivados de leite, como queijo mussarela, ricota, requeijão, leite pasteurizado, bebida láctea, iogurte, manteiga e doce de leite.

Os produtos serão vendidos com a marca Campo Vivo, na rede de comercialização das cooperativas da Reforma Agrária,  juntamente com outros produtos, como lácteos, chás, erva mate, arroz, compotas, café, entre outros, que já são beneficiados por cooperativas do MST.

Atualmente o MST no Paraná possui 18 cooperativas que formam a Rede de Cooperativas da Reforma Agrária do estado, que s formam a Cooperativa Central de Reforma Agrária do Paraná (CCA), tendo como objetivo melhorar as condições do trabalho no campo, com geração de renda as famílias assentadas, garantindo e oferecendo alimentos de qualidade  a sociedade.

História

A Copran é uma cooperativa de assentados da Reforma Agrária, fundada em 1997 no município de Tamarana, no Norte do Paraná. Atualmente, a sede fica em Arapongas, o Assentamento Dorcelina Folador, abrange 10 municípios. A cooperativa tem como expressão maior o fortalecimento da Agricultura Camponesa, por meio do esforço coletivo em um processo de cooperação de seus associados.

A cooperativa dispõe aos seus cooperados a difusão de tecnologia de produção por meio de um Centro de Formação e Produção, desenvolvendo atividades como bovinocultura de leite, produção de hortaliças (horta mandala), unidade de produção e maturação de bananas. As técnicas a serem difundidas aplica-se a realidade das famílias.

Os cooperados estão organizados em linhas de produção e, seus produtos, são beneficiados, industrializados e entregue para programas institucionais (PAA e PNAE), e mercado convencional que é o caso das frutas, verduras, leite, iogurte, bebida láctea e queijos.

A cooperativa tem um laticínio moderno, onde produz uma variedade de derivados do leite, com a capacidade diária de 90 mil litros de leite. Além da estruturação da cadeia produtiva do leite em um raio de 150 km a partir de sua sede.

Assentamento

Localizado na região norte do Paraná, no município de Arapongas, o assentamento Dorcelina Folador com área total de 756 hectares, possui 93 famílias assentadas, perfazendo um total médio de 600 pessoas entre jovens, crianças e adultos, sendo esta a maior comunidade rural do município.

O município de Arapongas possui uma população média de 100 mil habitantes, sendo destes apenas 5% estão nas áreas rurais, e tem como carro forte a indústria moveleira que atende a todo o Brasil.

No inicio a organização da área era feita através dos núcleos de 10 familias que se reuniam a cada 15 dias nas casas, a família recebia todo o núcleo onde preparava café, chimarrão, bolo e mandioca frita, enquanto confraternizavam traçavam planos para o futuro do assentamento.

Após 11 anos, o assentamento mantém a organização dos núcleos de famílias e trabalha na perspectiva dos setores, enfatizando a questão de gênero no setor produtivo. As casas estão construídas em linha de vila rural sendo que cada lote possui 2,5 alqueires ou seja 06 hectares por família. Com uma produção diversificada de alimentos, como: café, leite, vassoura, mandioca, milho, entre vários alimentos produzidos pelas famílias.

Os Sem Terra ocuparam em 1999 a antiga fazenda São Carlos. Na época, os proprietários sofriam um processo que previa o confisco em leilão pelo Banco do Brasil, em troca de uma dívida de quase treze milhões de reais. Assim, o MST organizou as famílias acampadas na região e decidiu participar do leilão, oferecendo e ocupando a áreas inicialmente com 20 famílias que foram prontamente despejadas pela polícia. O banco confiscou a fazenda, que passou a pertencer à União e ficou passível de reforma agrária.

 

 

da Página do MST