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‘Expectativa é que assassino seja levado a juri’, revela advogado de taxista morto no Bessa

O corretor de imóveis Gustavo Teixeira Correa, após a audiência de instrução que será realizada na próxima terça-feira (25) no Fórum Criminal de João Pessoa, deve ser pronunciado, ou seja, levado a júri. Essa é a expectativa dos advogados de acusação.

“Para que o tribunal do júri possa condená-lo em uma pena equivalente ao hediondo crime cometido de forma vil e covarde, permanecendo preso até o deslindo final do processo, visto que sua periculosidade é incontroversa pela conduta perpetrada em desfavor da vítima”, afirmou Getúlio Souza, assistente de acusação.

Gustavo é acusado de assassinar a tiros o taxista Paulo Damião no Bessa na tarde do último dia 15 de fevereiro. A categoria está organizando um protesto no fórum pedindo justiça.

Por se tratar de crime hediondo capitulado no art. 121, parágrafo 2•, incisos II (motivo fútil) e IV (V – à traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido) do código penal, a pena do acusado é de 12 a 30 anos.

Relembre

Câmeras de segurança registraram toda a ação e mostram quando Gustavo passava pela rua no bando do carona de um motorista por aplicativo. A vítima está manobrando na frente de um supermercado e obriga o carro em que o corretor estava a parar, o que faz o criminoso se irritar, sair do veículo e efetuar vários disparos contra o taxista, que morreu na hora. Após o crime, ele foi andando até a sua casa, que fica a alguns metros do local.

Gustavo tinha posse de armas, mas não tinha porte, portanto não poderia andar armado e teria ingerido bebida alcoólica. Ele tinha o costume de posar ao lado de diversos armamentos nas suas redes sociais e frequentava estandes de tiros, por isso não há como provar que as armas usadas nas fotos eram dele.

Yves Feitosa

 

 

Espanha acusa polícia brasileira de deixar escapar suposto assassino de família paraibana

familia-de-paraibanosÉ uma das poucas vezes que um crime é dado como resolvido sem que o principal suspeito seja preso, e apesar de a polícia de seu país de origem, o Brasil, ter deixado escapar o suposto assassino. “Não temos dúvida de que foi ele, François Patrick Nogueira, o sobrinho das vítimas”, afirmou o comandante Reyes em uma coletiva de imprensa convocada pelos responsáveis pela Guarda Civil espanhola nesta quarta-feira, dia 5 de outubro, em Guadalajara. “Temos numerosos indícios e provas cabais”, acrescentou, sem poder dizer quais, “em função do segredo do sumário sobre uma parte importante da investigação”.

O caso pode estar resolvido, mas o suspeito passeou há alguns dias pelas dependência policiais de sua cidade natal, João Pessoa (capital do estado da Paraíba) e os agentes que tomaram seu depoimento deixaram que saísse por onde tinha entrado.

Foi o que afirmaram ontem os agentes do Instituto Armado, que há 15 dias se dedicam a esclarecer um dos crimes mais truculentos de que se tem notícia na Espanha. Em 18 de setembro passado foram encontrados os corpos do brasileiro de 30 anos Marcos Campos Nogueira e sua mulher Janaína, da mesma idade e nacionalidade – ambos esquartejados – e de seus dois filhos pequenos – de um e quatro anos, degolados. Todos estavam em sacos plásticos lacrados, no chalé recém-alugado da localidade de Pioz (Guadalajara). “Havia a intenção de se desfazer dos corpos e destruir provas”, afirmam os investigadores.

O suposto autor do crime, segundo os investigadores, é o sobrinho de Marcos, François Patrick, de 20 anos, que conviveu quatro meses com a jovem família e que antecipou uma passagem para voltar ao Brasil de Madri no dia 20 de setembro passado, exatamente dois dias depois que os corpos das vítimas foram encontrados. “Em nenhum momento se dirigiu às autoridades, nem espanholas nem brasileiras, para denunciar a morte/desaparição de seus familiares”, afirmam os investigadores.

“Supomos que foi localizado”, afirmaram os responsáveis pela investigação na Espanha, incapazes de responder a pergunta de por que não foi preso. Diante da situação de incerteza, e sabendo que “pessoas de nacionalidade brasileira não são extraditáveis para a Espanha”, a Guarda Civil “vai emitir uma comissão rogatória ao Brasil para poder enviar para lá uma equipe de investigadores” que colabore com seus colegas brasileiros para capturar o principal suspeito do crime brutal. No entanto, os investigadores afirmavam nesta quarta-feira que “três dias depois da descoberta horrível dos corpos já foi possível apontar o principal suspeito ao juiz” e que por isso, em 22 de setembro passado, o Tribunal de Instrução número 1 de Guadalajara apresentava uma ordem internacional de prisão.

Diante das hipóteses iniciais oferecidas pelos investigadores, de que devido às características do quádruplo assassinato tendia-se a pensar em “matadores profissionais” ligados ao narcotráfico, uma linha de investigação se destaca agora acima de todas. Seria o caso de um crime com componentes passionais, “apesar de único”. O possível autor supostamente estava obcecado por sua tia, Janaína. Ela própria teria se queixado de sua atitude a familiares no Brasil durante os quatro meses em que compartilharam do mesmo teto. Mas, diante do caráter violento do garoto – “agrediu de maneira muito grave um professor no Brasil quando menor de idade” – e de seu “perfil psicótico”, a família tinha decidido se distanciar dele. Fugir. Esconder-se em Pioz. Ali o sobrinho os teria encontrado um mês depois e os teria assassinado, de faca na mão e “de maneira sequencial”, um a um.

El Pais

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Mulher que mandou matar assassino do filho em São Paulo é presa na Paraíba

Elzamar Rozendo foi presa pelo GOE
Elzamar Rozendo foi presa pelo GOE

Uma foragida da justiça do estado de São Paulo foi presa na tarde desta terça-feira (6), dentro de casa na rua Maciel Pinheiro, no Centro de João Pessoa. Elzamar Rozendo de Lima Bezerril estava sendo procurada por homicídio qualificado desde 1999.

Segundo o delegado titular do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil da Paraíba, Thiago Sandes, a Delegacia Geral recebeu um comunicado sobre a permanência da foragida na Paraíba. Ela estava morando no estado há 14 anos.

Os investigadores do GOE iniciaram diligências e conseguiram localizar a mulher. “Ela recebeu os agentes e disse que sabia que estava sendo procurada e confessou que mandou matar o homem em São Paulo porque ele matou o filho dela”, disse Sandes.

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O mandato de prisão foi expedido para 1ª Vara Judicial do Guarujá-SP. Elzamar Rozendo foi levada para Central de Polícia Civil da Capital e transferida para o Presídio Feminino Júlia Maranhão, conhecido como ‘Bom Pastor’, na Capital. Ela está à disposição da justiça paulista.

 

Por Hyldo Pereira

Caso Fernanda Ellen: assassino detalha como matou estudante e revela: “mereço a morte”

jefersonO assassino confesso da estudante Fernanda Ellen, Jefferson Luís de Oliveira Soares, 25 anos, concedeu entrevista a imprensa e detalhou como matou a estudante. Preso na sede da Central de Polícia Civil, em João Pessoa, Jefferson confessa que o crime que cometeu é imperdoável e revela que tem medo de morrer. “Mereço a morte, mas tenho medo de morrer. Vou pagar caro”.

Em outro ponto da entrevista ao repórter Emerson Machado, TV Correio, o jovem comentou que ao ficar frente a frente com o pai da estudante, Fábio Júnior, não teve coragem de olhar para o pai. Jeferson reiterou que não é psicopata e teria cometido o crime sob forte efeito das drogas. “Eu não me lembro de muita coisa no dia do crime. Mas, eu não estuprei a garota. Não sou doente, nem psicopata”, disse o acusado.

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Jefferson Luís será encaminhado para o Presídio Desembargador Flósculo da Nóbrega (Róger), nesta quarta-feira (10), após o juiz Wolfram da Cunha Ramos decretar a prisão preventiva do assassino confesso da estudante Fernanda Ellen.  Ele ficará na unidade prisional até o julgamento. O decreto de prisão atribui a Jefferson os crimes de latrocínio e ocultação de cadáver.

Á polícia, o acusado disse que estrangulou a estudante Fernanda Ellen, de 11 anos, depois que ela se recusou a lhe dar R$ 20 para comprar pedras de crack.

Segundo relatos do acusado, ele resolveu matá-la para ficar com o aparelho celular, vendê-lo e trocá-lo pela droga e nega que tenha cometido qualquer tipo de estupro. Apesar disso, a polícia não descarta essa hipótese e aguarda o resultado da perícia médica do Instituto de Polícia Científica (IPC), que deve sair em até 15 dias.

Depois de estrangular a criança, ele teria colocado o corpo de Fernanda embaixo da cama de casal onde dormia e só o enterrou no quintal na madrugada do dia seguinte.

Estes foram os detalhes mais chocantes do crime relatados na entrevista coletiva concedida pelo delegado adjunto do Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil (Goe), Aldrovilli Grisi, junto com o secretário de Estado da Segurança e da Defesa Social, Cláudio Lima e o comandante geral da Polícia Militar da Paraíba, coronel Euller Chaves, na Escola de Serviço Público do Estado da Paraíba (Espepe), em Mangabeira, zona sul da Capital, na manhã desta terça-feira (9).

Coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira

As autoridades informam que ele está à disposição da secretaria estadual de segurança porque ainda será ouvido sobre outros crimes que tenha cometido no passado, como um provável estupro contra uma estudante universitária, em 2010.

Jefferson Luís morava há três anos no endereço onde cometeu o crime, no Alto do Mateus, zona Oeste de João Pessoa, e é pai de duas filhas, uma de 3 outra de 8 anos.

Fim do mistério

Três meses e um dia depois do desaparecimento da estudante Fernanda Ellen (11), a Polícia anunciou que conseguiu desvendar o caso. O desfecho foi surpreendente. Segundo as autoridades, Jefferson Luís Oliveira Soares (25) confessou o crime e está preso.

De acordo com o o delegado adjunto do Grupo de Operações Táticas na Paraíba (GOE), Aldrovilli Grisi, em março, as autoridades conseguiram rastrear e encontrar o telefone de Fernanda Ellen com uma garota de programa que confessou ter trocado o aparelho por pedras de crack, na rua da Areia (centro da Capital, numa área onde ficam casas de prostituição); essas drogas também foram consumidas pelo acusado. Na época, ela fez um retrato falado do suspeito.

Retrato falado do suspeito de matar Fernanda Ellen

Aldrovilli revelou que a prostituta não é traficante, não fez sexo com Jefferson e agora está recebendo apoio da Secretaria Estadual de Saúde para tratamento contra o vício, por ser considerada apenas usuária de entorpecentes.

O acusado se fez de amigo da família

Familiares da estudante Fernanda Ellen e um policial militar se pronunciaram na manhã desta terça-feira (9), sobre a morte da garota e revelaram que o acusado pelo crime, Jefferson Luís Oliveira, esteve no mesmo dia do desaparecimento na casa de família da estudante para consolar e “saber” o que estava ocorrendo.

Conforme o caminhoneiro Fábio Júnior, que é pai da garota, o acusado se juntou ao mutirão organizado pelos amigos e a família na tentativa de encontrar a estudante com vida. “Ele foi panfletar nas ruas conosco e ainda participou de um culto que fizemos. Jamais pensávamos que ele seria capaz de fazer essa atrocidade”.

Local onde o corpo foi encontrado

Foto: Perícia realiza exames no local onde o corpo foi encontrado

Créditos: Divulgação/Secom-PB

Cláudio Fonteles: “O sistema da ditadura era brutal e assassino”

Foto: Iano Andrade/D.A Press“A comissão é responsável por manter acesa a chama para a construção de uma sociedade democrática”, afirma Fonteles. Foto: Iano Andrade/D.A Press

 

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Cláudio Fonteles se despede da coordenação da Comissão Nacional da Verdade na sexta-feira 15. Em um ano, o ex-procurador-geral da República divulgou 14 informações relevantes sobre os crimes da ditadura. A mais recente, a comprovação do assassinato nas dependências do DOI-Codi do deputado Rubens Paiva.

“A comissão é responsável por manter acesa a chama para a construção de uma sociedade democrática”, afirma ele em entrevista a CartaCapital. Segundo Fonteles, achar documentos foi mais fácil do que se imaginava. Só o Arquivo Nacional tem em seu poder 16 milhões de papéis do período. Os próximos passos da investigação, diz, são a Guerrilha do Araguaia e a morte de Juscelino Kubtischek. Confira os principais trechos da entrevista:

CartaCapital: Como o senhor avalia o trabalho da Comissão da Verdade? 

Claudio Fonteles: A missão da comissão é envolver a sociedade nesta tarefa. Estivemos em vários estados e incentivamos a criação de comissões estaduais e municipais, além de comitês da sociedade civil, porque eles vão existir para sempre. E a ideia é formar uma grande rede permanente de proteção da democracia, que começa a se estabelecer do Amazonas ao Rio Grande do Sul. Além disso, entre outras coisas, conseguimos que a Justiça reconhecesse a causa da morte de Vladimir Herzog como tortura nas dependências do DOI-Codi e enviei ofícios a governadores para que transformem os locais caracterizados como prédios da morte em espaços de memória e debate.

CC: Quais têm sido as maiores dificuldades?

CF: Não foi tão difícil achar documentos. Até me espantei. Todos os textos que produzi são frutos de pesquisa no Arquivo Nacional, com prova documental produzida pelo Estado ditatorial por meio de materiais até então secretos. No Arquivo, segundo estimativas, há um acervo de pesquisa sobre este período de cerca de 16 milhões de documentos. A Comissão vai acabar e não vamos conseguir olhar tudo. É vital que os brasileiros mergulhem neste conhecimento. Há um cabedal de informações que ficará para a exploração durante anos e anos.

CC: Com tanto para analisar o tempo dado à comissão foi curto?  

CF: Se pensarmos na comissão como um motor propulsor da cidadania, de incentivar todas as outras comissões que não têm prazos, então o tempo está correto. Temos trocado informações com as comissões locais, recebido e enviado documentos a elas. Ao se falar em uma perspectiva micro, de querer resolver pontualmente tudo em dois anos, aí não daria.

CC: O acesso a documentos em poder de órgãos militares tem sido difícil?   

CF: Esses órgãos possuem sim documentos, mas o Serviço Nacional de Informação (SNI) entregou ao Arquivo uma enorme quantidade de material. Esse acervo não tem apenas a produção do SNI, porque o Estado ditatorial era como um polvo negro com tentáculos. A sua cabeça era o Sistema Nacional de Informações (Sisni), alimentado por outros órgãos de informação como o SNI, CIE, Cenimar e Cisa.  Então há um mosaico no Arquivo Nacional. O Ministro da Defesa deve enviar a documentação do Estado-Maior das Forças Armadas até o final deste mês. A Petrobrás também acabou de encontrar material e vai digitalizar antes de encaminhar.

CC: Quais são os casos de desaparecimento mais misteriosos da ditadura?

CF: Não citaria um caso, mas o sistema, que choca profundamente. Mergulhado na minha pesquisa, vejo como ele é brutal, assassino, como viola brutalmente os direitos da pessoa humana.

CC: Quais casos estão sendo investigados ou devem ser em breve?

CF: Agora começarei a trabalhar na Guerrilha do Araguaia, já tenho a documentação. Também temos que investigar o caso de Juscelino Kubitschek porque recebemos um pedido formalizado da OAB de Minas Gerais. Estamos estudando e até o final do primeiro semestre é provável que se apresente algo.

CC: O senhor liberou um texto que afirma que Rubens Paiva foi morto nas dependências do Exército. É possível chegar a esse nível de certeza sobre outros desaparecidos?

CF: Em alguns casos, encontro dificuldades. Não consigo chegar à exatidão porque ainda não há elementos para consolidar. Apoiar-se também nos depoimentos de audiências públicas é um pouco difícil, pois tudo está diluído, há referências a um fato e não à pessoa. Não há uma exatidão fática. Alguns casos ainda estão nas sombras.

 

 

Fonte: Carta Capital

“O objetivo não era matá-lo, mas deixá-lo infértil e deficiente”, diz assassino de modelo

“A princípio o objetivo não era matar o modelo, mas deixá-lo deficiente e infértil”. A revelação foi feita por Mateus Alves da Silva, participante da morte do modelo Dalmi Barbosa Filho, durante entrevista exclusiva ao repórter Emerson Machado, TV Correio. Após o assassinato, os executores foram à Praia do Seixas tomar cerveja.

Ana Paula concedeu entrevista, negou ser a mandante do crime e garantiu que não era homossexual.

De acordo com Mateus, a morte do jovem começou a ser planejada em agosto de 2012, quando Ana Paula – que à época mantinha um relacionamento com Dalmi – teve um desentendimento por motivo desconhecido.
Mateus detido na Central de PolíciaFoto: Mateus detido na Central de Polícia
Créditos: Emerson Machado

O acusado disse, durante entrevista de cerca de 10 minutos, que Ana Paula o procurou dizendo que tinha um ‘serviço’ para ele e isso quitaria o débito de R$ 400. Mateus teria contraído a dívida para pagamento de pensão alimentícia e de uma fatura do cartão de crédito. “Eu tenho uma filha fora do casamento e estava sendo pressionando para pagar a pensão da menina. Daí, peguei o dinheiro com ela, paguei a pensão e o restante comprei móveis”, disse.

Quarteto que mataram o modeloFoto: Quarteto que matou o modelo
Créditos: Montagem Portal Correio

Plano do crime

Dados sobre lugares que o jovem frequentava foram levantados e Ana Paula, de acordo com Mateus, começou a planejar o crime.

Segundo Mateus Alves, a ideia inicial de Ana Paula era surrá-lo, deixá-lo infértil e deficiente. “Ela não queria que o modelo morresse, logo no início. Apenas que ele fosse atingido por um tiro na perna e outro nos testículos, para ele não ter mais filho”.

Dois dias antes da morte de Dalmi Barbosa, Ana Paula teria feito uma reunião em um shopping da Capital e mostrado fotos do alvo. “A gente foi a um shopping no bairro dos Bancários e ela nos mostrou uma foto impressa do modelo e outras do Facebook”, comentou o acusado.

Execução

Após os criminosos saírem do shopping, eles foram até Santa Rita pôr em prática o plano. Porém, eles não encontram Dalmi. “Três dias antes da morte de Dalmi, isso uma quarta-feira, fomos lá em Santa Rita, andamos por várias ruas, mas não o encontramos. Na sexta-feira, voltamos em Santa Rita e nada. No sábado, fomos até a academia onde ele malhava e eu entrei no local e visualizei o rapaz”, disse.

Ainda durante a entrevista, Mateus Alves disse que ele e seu comparsa Júlio César ‘Adauto’ lancharam e ficaram por cerca de 40 minutos esperando que o jovem saísse da academia para, em seguida, assassiná-lo.  “Durante 40 minutos, eu e Adauto ficamos em uma lanchonete esperando pelo rapaz. Quando a gente o avistou, interceptamos e anunciamos o assalto. Em seguida, Adauto deu três tiros nele e saímos em alta velocidade”.

Após o assassinato, Mateus e Adauto deixaram o carro utilizado no crime que pertence a Ana Paula e foram para a praia dos Seixas, na Capital. “Eu e Adauto fomos tomar uma cerveja nos Seixas e ficamos por lá até tarde”.
Adauto é suspeito de ter atirado no modelo

Foto: Adauto é suspeito de ter atirado no modelo
Créditos: Emerson Machado

Hyldo Pereira

Portalcorreio

PUBLICIDADE PUBLICIDADE Suspeito de ajudar assassino de jornalista do MA a fugir é preso pela polícia

Na última quarta-feira (25/4), a polícia prendeu um suspeito de participação na morte do jornalista Décio Sá, em São Luis (MA). O homem, que teria ajudado o assassino a fugir, foi preso na Vila Pirâmide, entre os municípios de Raposa e Paço do Lumiar, informou o G1.

A polícia conseguiu chegar até o suspeito graças às ligações para o Disque-Denúncia, que indicaram, em sua maioria, o homem como um dos envolvidos na morte de Sá.

Crédito:Reprodução
Jornalista Décio Sá foi assassinado em São Luís (MA)
Joelson Costa, investigador de polícia da Delegacia de Homicídios de São Luís (MA), diz que, até o momento, as pessoas detidas não passam de suspeitos de envolvimento no caso. “Essas informações ainda são muito prematuras para serem divulgadas. Nós temos, sim, suspeitos e alguns estão detidos. Mas não há nada confirmado”, alerta Joelson. “Não queremos comprometer a investigação e nem cometer alguma injustiça com inocentes”, acrescentou.
Portal IMPRENSA